O pai da bela Astrid não sente remorso algum. Ordenou que seus guardas e seu fiel escudeiro deixassem sua filha aos pés do Rei Eric. Frio e decidido, ele sabia, sua decisão iria salvar seu povo, já que falhou como lorde na guerra. Sabia também que sua filha irá sofrer nas mãos do cruel bárbaro, mas não se importava, ele só queria salvar a si mesmo, com a desculpa de que a intenção era salvar a maioria.
Então ele observa os barcos atracarem, e sua filha gritar suplicando a sua misericórdia, mas ao invés de sentir pena, apenas gargalhou tendo ciência de que estaria salvo.
A vida para ele é muito importante, com certeza se continuasse em guerra com o Rei Eric acabaria morto de forma brutal.
Já distante do povoado em que nasceu, Astrid chorava com muita raiva, tinha apenas dezoito anos e seu pai a mandou para um destino sofredor. Ela e todas as moças de seu povo sabem como Eric é bruto com mulheres, está em sua essência, o sangue viking e essência dominante. A jovem tremeu só de pensar em como o seu superior iria tocar em sua pele, talvez fosse usá-la e depois descartar em algum prostíbulo, ou talvez faria dela uma empregada.
Com pensamentos acerca do seu futuro desconhecido, a jovem fez uma oração a Odin, suplicando por justiça a seu pai.
Apesar da decisão partir de seu pai, a bela jovem sabe que tal ato é apoiado pelas leis nórdicas, ela não seria a primeira a ser oferecida a um homem e nem a última.
Nada podia fazer a não ser aceitar o destino traçado.
Ela respirou fundo quando ouviu o escudeiro dizer que chegaram ao Reinado de Kattegat.
Sentiu um arrepio percorrer pelo seu corpo, e logo em seguida, o escudeiro estendeu as mãos ajudando-a a sair do barco.
A aparência da jovem ainda está intacta, seu pai havia feito questão de solicitar a uma serva que aprontasse Astrid e a deixasse mais bela do que nunca, afinal seu futuro em vida dependia da filha causar boa impressão ao Rei.
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Assim que o escudeiro do povo inimigo faz menção de entrar no castelo, os guardas o interrompe.
- Deixem-no passar! - ordenou Eric, ao ver que ele estava acompanhado de uma mulher.
Os dois caminhavam em direção ao trono, no qual Eric permanecia ansioso. É óbvio que seus olhos estão cravados na jovem que está ao lado do escudeiro. Seu instinto primitivo criou vida no momento em que a viu adentrar pelas portas.
Antes que o escudeiro pudesse abrir a boca, o Rei se levantou e foi até a garota, que apesar de nova tem uma aparência bem superior a sua idade, não pelo rosto angelical, mas pelas curvas e exuberância de seu corpo escultural.
Ele a quer!
Não importa a quem ela pertencia, essa mulher será minha essa noite! - pensou.
- Qual o seu nome? - perguntou ele, com certas intenções, tocando no rosto de Astrid. A garota levantou o olhar, encarando os olhos azuis do homem que está prestes a ser seu dono.
Por um instante sentiu a perna fraquejar, não imaginava que Eric seria tão grande, forte e sedutor.
"Concentre-se Astrid, homens como ele só querem sexo e nada mais. " - a garota pensou.
- Meu nome é Astrid, senhor.
Eric sorriu.
- Senhor, essa bela jovem é oferecida pelo lorde Samuel como uma oferta de paz. Ele deseja pôr fim na guerra.
Ao ouvir as palavras do escudeiro, Eric sentiu seu pênis pulsar. Tinha vontade de tomá-la na frente de todos, sem nem pensar. Ele podia fazer, mas não respeitaria o ritual. Segundo as leis, Astrid deveria estar pronta, significa dizer que uma mulher deveria prepará-la, conferindo sua inocência (virgindade).
- Você é virgem? - perguntou ele, olhando fixamente para os olhos de Astrid.
A garota sentiu vergonha, mas respondeu o que qualquer pessoa no seu lugar responderia: sim.
Se é verdade ou não, apenas na conferência será descoberto. E se mentir, poderá custar sua vida.
- Diga a Samuel que a oferta está aceita e depois trataremos do acordo. Agora saia!
- Sim senhor.
Assim que o escudeiro saiu. Eric ordenou que chamassem Karina, a mulher responsável por comprovar a virgindade.
Ele não via a hora de possuir com força a sua nova propriedade sexual. Queria unir sua carne junto a Astrid de todas as formas possíveis, e o faria isso brevemente.
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#Autora: Certamente você já leu muitas histórias por aqui, e deve estar cansado do mesmo roteiro. Essa é diferente! Delicie-se nesse romance viking, mistura de sedução, paixão, de tudo e um pouco mais.
Conto com você !
Aviso: Este é um livro medieval, possui conteúdo explícito, linguagem imprópria, cenas de violência e agressividade. Para ler esse livro você precisa ter mente aberta para saber que é fictício, e se passa em uma época completamente diferente da atual. Boa leitura.
Atenção: Esse capítulo contém linguagem chula, e cenas maduras.
Karina acompanhou a jovem moça e a mostrou os seus aposentos. Mesmo como escrava, tinha um quarto que esbanjava luxos. Nada podia reclamar, tinha uma banheira perto da janela, uma cama confortável, além de roupas finas e jóias, afinal, Astrid é propriedade de ninguém mais, ninguém menos do que o Rei de Kattegat.
A mulher responsável em conferir a virgindade de Astrid, pediu que a garota ficasse nua, o que prontamente ela fez.
Nunca havia ficado daquele jeito para um homem, e não pode deixar de pensar, como seria quando Eric a visse assim.
" Ele com certeza, irá acabar comigo" - ela pensou.
Karina não teve muito trabalho, assim que a jovem se deitou viu que as partes íntimas precisavam ser depiladas. Então pegou um machado pequeno e começou a se livrar dos pêlos, deixando a garota totalmente lisa, pois assim, seu Rei gosta.
Também conferiu que a menina não mentiu, ela realmente é virgem. Essa informação fará Eric feliz!
Mostrou a garota aonde ficavam os objetos que provocariam Eric, essências, peças íntimas, além de camisolas de seda e transparentes. Ela agora precisaria se portar para servir seu dono com satisfação, teria sexo sempre em que ele desejasse e nunca poderia dizer não.
Após a instruir, Karina deixou Astrid sozinha. Já havia feito isso com dezenas de mulheres, mas certamente esta agora, é a mais bela de todas.
Astrid chorava copiosamente enquanto se olhava no espelho. Ainda está nua e como ordenado, vestirá algo transparente, que deixa a mostra seu corpo.
Sentiu seu mamilo enrijecer quando alguém bateu na porta. Não sabia se o ato aconteceria alí mesmo ou nos aposentos do Rei.
Sentiu medo, por um instante quis fugir, mas sabia que isso custaria sua vida. Ela agora pertence ao Rei.
Lembrou da vida que tinha no seu pequeno vilarejo, seu pai era lorde e tinha terras. Foi feliz por muito tempo, e se sua mãe não morresse no parto, certamente seu destino seria outro.
Eric entrou no quarto, sua primeira reação foi xingar!
Ele segurou a garota como um brinquedo, e cravou suas mãos na bunda dela, acomodando-a em seu membro duro.
- Irei te possuir com todo meu desejo. -disse sem se conter, se livrando das roupas pesadas.
Astrid nada falou, apenas olhava pra baixo assustada com tudo aquilo. Eric é três vezes maior do que ela e muito mais forte, suas mãos passeavam pelo seu corpo, explorando cada região. Era impossível não sentir nada, ao menos um arrepio, não conseguia se controlar ao ter as partes íntimas tocadas com tanto estímulo.
- Primeiro vou te fazer mulher e depois fazer o mesmo na parte traseira ! - ele esbravejou, colocando a vagina de Astrid em cima de seu pênis enorme.
Entrou de uma vez. A jovem moça cravou as unhas na pele do bárbaro, enquanto sentia o mastro dele preencher sua região extremamente apertada, sentiu tanta dor que foi impossível não gritar.
- Isso mesmo, grite , ooh! Porra como é apertada, grite princesinha linda - Eric se controlou ao sentir seu pau ser enluvado pela intimidade quente de sua escrava. Nunca foi tão prazeroso, ele queria gozar, por um instante sentiu o jato de esperma vir, mas conseguiu se segurar. Iria sim inundá-la com seu sêmen, mas primeiro teria muito prazer.
- Rebole!
Astrid gemeu ao se mover. Sentia tanta dor que nem percebeu uma lágrima solitária escorrer, foi involuntário. Ela não sabia muito o que fazer, mas Eric a ajudou, bem, não com delicadeza, pelo contrário, abriu a sua bunda, com uma mão em cada banda, e fez a garota sentar firme.
Seus olhos se fecharem por completo, estava inerte, mesmo a dor já no fim, o pênis de Eric era muito avantajado, e isso era o que dificultava. Sentir arder, queimar...
- Ah merda!! - Eric se levantou com a garota grudada em seu pênis, e a pôs na cama, ficando por cima dela. Ele estava fora de controle, e age como um primitivo.
Por um instante observou a sua boquinha linda, a intimidade rosada e vermelha, por conta do atrito. Ele estava com tanto tesão, sua adrenalina estava a mil. Sentia seu mastro pulsar, queria mais, muito mais!
Ele entrou de uma vez, olhando fixamente para Astrid. Se moveu pausadamente, forçando a entrada, até caber tudo.
A garota gemeu. A dor havia dado uma trégua, mas ainda assim, é presente.
Eric segurou nos peitos fartos dela e os beijou, os peitos eram deliciosos e lindos, como imaginava. Não via a hora de fazer uma espanhola, queria atingir o clímax ...
Mas não antes de foder o ânus virgem.
Ele então a colocou de bruços. Como um selvagem montou outra vez, tudo na mesma estocada.
A garota não aguentou de dor e gritou bem alto chamando-o de selvagem.
Eric deu um tapa no rosto dela e tapou a boca para que seus gritos saíssem abafados.
A cada estocada, seu órgão sexual crescia ainda mais dentro dela, rompendo as pregas, e inchando sua parte íntima.
O ânus era alargado, enquanto Eric fodia sem parar, como um Viking sedento por sexo. Ele a teria no mínimo duas vezes por dia.
Ele grudou seu abdômen nas costas de Astrid. Empurrou contra seu corpo, e finalmente a encheu de gozo.
- Argh! Minha putinha. Minha escrava. - se declarou, ainda engatado no rabo dela.
Seu corpo não aguentou. Astrid desmaiou.
#Autora: ( Esse livro terá muita cena imprópria para menores de 18 anos)
Lembre-se: Eric é viking, homens selvagens e que dominam mulheres. Esse livro é medieval e fictício.
No dia seguinte, Astrid acordou nua na cama. Percebeu que suas partes íntimas estavam inchadas e doloridas. Logo se lembrou das dores insuportáveis e do selvagem que a possuiu. Como esquecer? Eric fez questão de dominar o corpo dela. Praticou o que quis e da forma que quis, ela agora pertencia ao Rei. O ato foi consumado, e seria assim, todos os dias.
Só de lembrar que hoje novamente veria ele, ela estremeceu. Não podia negar, em alguns momentos sentiu tesão pelo forma em que ele a tomava, um verdadeiro primitivo.
O modo em que ele a desvirginou foi cruel e terrível - assim ela pensa.
Seu hímen e seu ânus foi corrompido na mesma noite. E talvez hoje teria mais.
" eu te odeio Eric "
Sentiu a intimidade pulsar. A masculinidade dele era algo inegável. Era virgem, mas também não era santa. Achava o Rei um homem muito atraente. Mas não iria baixar a guarda facilmente, não importa se em algum momento irá sentir prazer, ela não iria demonstrar, não iria dar esse gosto para ele.
Astrid se banhou, enquanto observava o exército de guardas marchar pelo Castelo. De longe, viu o Rei conversando com Karina.
" Será que os dois já tiveram algo?"
" Com certeza já fez amor com ela, Karina é uma mulher muito bonita, e acredito que apesar de ter o dobro da minha idade, os dois já tiveram relação ".
Eles conversam por alguns minutos e logo um homem muito parecido com ele, se aproxima, o irmão de Eric, o Príncipe Ivor.
Assim como Eric, Ivor tinha a beleza de um deus viking. Ele chamou a atenção de Astrid no instante em que ela o viu. Será que ele é tão bárbaro quanto o Rei - pensou. Nessa mesma hora, Eric olhou para a janela dela e a garota fechou a cortina assustada.
Sim, ele percebeu, viu a forma em que Astrid olhou para seu irmão. E se ela soubesse que os dois gostam de compartilhar mulheres não desejaria conhecer Ivor. Mas ainda é ingênua, Astrid chegou a pensar se o irmão mais novo de Eric, seria tão bruto como ele. Pobre Astrid, se um viking já fez um estrago, pode imaginar os dois?
Certamente não.
Apesar de Ivor não ter conhecido Astrid, Eric desta vez não iria dividir a jovem com o irmão. Era formosa e bela demais para compartilhar, seria só dele.
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Durante a tarde, Astrid não quis descer para almoçar, então Karina a buscou para ter as aulas de sedução e dança. O Rei tem um pequeno harém com seis escravas, diferente delas, Astrid tinha aposentos próprios, por ordens do rei. E isso não agradou a nenhuma delas, já que não há privilégios entre escravas. É óbvio que sempre tem a preferida, que por sinal antes de Astrid aparecer, esta era Jasmin. Uma bela jovem, que tinha a promessa de ser a esposa do Rei. Quando Jasmin soube que Astrid tem aposentos se enfureceu, com certeza iria questionar ao seu amor.
Karina apresentou Astrid a todas, mas por ordens do Rei, suas aulas não eram coletivas, e sim individual. A garota passou por todas elas, sentindo o olhar de inveja.
Karina e ela, fecharam as cortinas.
- Você faz assim com os quadris, sempre olhando fixamente para seu Rei, com movimentos bem sensuais. Não há homem que resista - Karina demonstrava a novata.
Aos poucos ela se mexia, e fazia os meus passos de Karina, até que ela estivesse pronta para dançar sozinha.
De repente, Eric aparece.
Vê Astrid dançar com toda sua beleza. Pela primeira vez ele viu um sorriso sair de seus lábios, mas que se desfez ao vê-lo parado observando seus passos.
Ela sente vergonha. A quanto tempo ele estava ali?
- Saia Karina! - ordenou o Rei.
- Sim senhor!
Os dois então ficaram a sós outra vez. Eric puxou a cadeira para o meio da sala, e sentou.
Não precisou dizer nada, seu olhar para Astrid fez com que a garota começasse a se mover ao som da música.
De um jeito tímido, ela rebola os quadris, colocando suas mãos pelo corpo, e como Karina ensinou, faz menção de se despir.
Não podia negar, sentiu a intimidade ficar úmida, e não acreditava que estava ficando excitada.
Se Astrid está excitada, Eric muito mais!
O Rei puxa a sua escrava e a coloca sentada em seu pênis, de frente pra ele.
Rapidamente se livra das roupas de baixo.
- Chupe! - ele ordenou.
Ela não sabia o que fazer.
- Abra a boca!
Eric segurou nos cabelos dela e forçou a entrada de seu pênis na boquinha quente e inexperiente, que agora arranca seus suspiros. Ele não quer saber, enfia seu pênis até caber tudo, a garota se engasga e mesmo assim ele não para. Suas veias saltam, ele está completamente dominado pelo tesão.
Colocou Astrid de quatro no chão e montou em sua bunda.
Ela gritou, mas começa a gostar. Estranhamente sente a vagina pingar de tanto prazer. Será que estava virando uma masoquista? - pensou.
Sua bunda não para de arder e ainda assim ela gosta.
Eric xinga e abre a bunda dela, fodendo sem parar como um bárbaro descontrolado.
O botão se alargava cada vez mais, enquanto Eric fazia de tudo para não gozar tão brevemente.
- Ooh merda! Por que tão gostosa?
Os dois estavam soados, cheirando a lascívia, o sexo era intenso, quente. Eric queria Astrid por completo.
Estava decidido, pela primeira vez dormiria com uma mulher. Passaria a noite possuindo suas duas partes. Mais ainda, ele tinha visto ela olhando para seu irmão, com certeza iria ensinar a garota a ter bons modos com seu Rei.
- Ooh porra, sua puta! - xinga jogando seu líquido de prazer no fundo do ânus de Astrid.
Do outro lado, Ivor seu irmão assiste a cena desejoso por participar.
"Onde tem dois buracos, cabe mais um pra preencher " - ele pensou.