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Esquentar o frio com meu chefe

Esquentar o frio com meu chefe

Autor:: Alina Oliver
Gênero: Romance
Karl, um juiz experiente de 42 anos, vê-se intrigado por Emily, uma encantadora advogada de 26 anos. Durante uma nevasca que os prende no Sul do Canadá, Karl aceita relutantemente levar Emily à casa de sua família. Bloqueados pela tempestade, alugam uma cabana para o fim de semana, onde a temperatura fria do exterior contrasta com o calor crescente entre eles.

Capítulo 1 1-Karl

O roçar de suas coxas me deixava duro como touro, saia tubinho para uma bunda daquelas com certeza é inapropriado. Ela é inapropriada por completo. Os seios grandes demais, as curvas e o fato dela ser loira me enlouquece no trabalho. Odeio audiências com Emily. Ela me rouba e me fascina em cada detalhe do seu ser.

Hoje era a última do ano e seu cliente foi inocentado, óbvio, aqueles olhos suplicantes de brilhantes não daria outra escolha no meu julgamento no fim das contas. Ela não mentiria. Ela era imaculada de corpo e ser. E não poderia ser minha.

Na minha sala, retiro a roupa pesada usada no trabalho e me sento apenas com minha roupa social, marcando meus braços. Eu só tenho a academia, trabalho e investimentos como vida. Eu definitivamente não tenho nada. Me sinto incompleto e que a morte me deixará sozinho.

Minha porta é aberta sem batidas e me surpreendo ao ver Emily despenteada e chorando.

–Eu preciso urgentemente de sua ajuda, meu carro, o Natal...

Soluços interrompiam sua fala.

–Tudo bem, sente-se aqui. Tento guiá-la para uma poltrona no canto da sala sem tocá-la, acabo encostando demais em seus ombros e meus olhos se direcionam aos seios, aqueles seios que me deixavam maluco. Quero morrer, devo morrer por isso. Ela deixou a blusa desabotoada, que castigo...

–Meritíssimo, soube que vai ao Sul para o Natal e...Meu carro está preso, tenho família no Sul e sei que...

Ela tentava falar mas chorava ainda mais, seu rosto estava vermelho de tanto soluçar.

–Doutora, eu a levaria sem problemas, mas precisa se acalmar.

Emily, mesmo entre soluços, levanta o olhar para mim com gratidão, seus olhos azuis cheios de uma mistura complexa de emoções.

–Obrigada, Meritíssimo. Eu... eu não sei o que fazer. Estou perdida.

Respiro fundo, tentando dissipar a tensão crescente em minha virilha ao ver os olhos lacrimejados de Emily. Imaginando ela assim na minha frente...Ajoelhada... Morra, Karl.

–Vamos resolver isso juntos, Emily. Primeiro, precisamos chegar ao meu carro.

Indico a porta e ela se levanta, concordando silenciosamente.

Ao chegarmos ao estacionamento, meu carro contrasta com a neve ao redor.

–Suba, Emily. Vou levá-la até sua família.

O olhar dela se encontra com o meu, e por um momento, a conexão vai além das palavras. No entanto, o dilema ético martela em minha mente ironicamente.

Durante o trajeto, o silêncio pesa no carro luxuoso. Sinto a necessidade de quebrá-lo. Emily não parece sentir frio apenas pensativa demais olhando para a neve, são 3h de viagem e ela não disse nada em 40 minutos. Penso na visão ruim para os nossos colegas nos vendo juntos e essa peça me ajuda a falar.

Enquanto observo Emily, meu pensamento se volta para o tesão que se acumulou durante os oito anos após meu divórcio. A lembrança daquele casamento falido, onde a intimidade foi substituída por uma frieza insuportável, ainda ecoa em minha mente.

A força que esse período difícil me conferiu foi o motivo de eu me manter afastado de relações sexuais. A ferida do passado, marcada por decepções e desilusões, serviu como uma barreira intransponível. Minha ex esposa acabou com meu emocional e em consequência minha sexualidade.

Contudo, mesmo que a tentação seja real, sei que não posso cruzar certos limites éticos. Emily, apesar de despertar algo adormecido dentro de mim, permanecerá uma fronteira intocada, uma linha que eu não ousaria ultrapassar. A complexidade de meus sentimentos e a luta entre desejo e responsabilidade permeiam meus pensamentos enquanto enfrentamos a noite fria do Canadá juntos.

–Emily, sei que esta situação é complicada, mas prometa que não dirá nada sobre o que aconteceu lá dentro. É crucial para ambos.

Ela assente, evitando meu olhar.

–Prometo, Meritíssimo. Não quero causar problemas.

A neve continua a cair lá fora, mas dentro do carro, o calor parece aumentar.

–Eu também não quero problemas, Emily. Mas, às vezes, as situações nos forçam a enfrentar o inesperado. E me chame de Karl, estamos no meio do nada mesmo...

O silêncio paira novamente, mas há algo elétrico no ar. A proximidade dela no banco ao lado me deixa louco.

Enquanto dirigíamos pela estrada gelada, o som suave da rádio preenchia o carro com músicas natalinas. De repente, a voz do locutor se tornou mais séria, interrompendo a música.

"Prezados ouvintes, temos um aviso importante para quem está na região. Uma avalanche iminente foi relatada ao longo da estrada que liga esta área ao Sul do Canadá. Pedimos a todos os motoristas que tomem precauções e evitem a viagem, se possível. A situação está se deteriorando rapidamente."

O olhar de Emily se encontra com o meu, ambos compartilhando uma expressão de preocupação.

–O que faremos, Karl?

Ela pergunta, a voz repleta de ansiedade.

–Sinto muito, Emily, mas parece que a estrada para o Sul está fechada devido à ameaça de avalanche. Teremos que encontrar um local seguro para esperar até que a situação se estabilize.

A tensão aumenta à medida que o carro continua sua jornada, agora com a preocupação adicional de uma avalanche pairando sobre nós. O destino, que antes parecia claro, torna-se incerto, deixando-nos vulneráveis à natureza implacável do inverno canadense.

Com a notícia da avalanche iminente, decido agir rapidamente para garantir a segurança de Emily e a nossa durante a noite gelada.

–Emily, precisamos encontrar abrigo imediatamente. Vou tentar alugar uma cabana próxima para passarmos a noite até que a passagem bloqueada seja liberada.

–Que merda...Meus pais esperavam por mim...

–Sinto muito...

–Tudo bem, inverno canadense, não é?

Ela diz sorrindo e teclando no celular, provavelmente alertando a mudança de planos.

Enquanto continuamos pela estrada coberta de neve, pego o celular e começo a procurar opções de aluguel de cabanas na região. O som da neve sob os pneus do carro mistura-se ao silêncio tenso dentro do veículo.

Após algumas chamadas, consigo encontrar uma cabana disponível nas proximidades. Apenas um quarto... Eu ficaria feliz se não houvesse um sofá lá.

–Ótimo, Emily. Temos um lugar seguro para esperar a avalanche passar.

Ao chegarmos à cabana, a fumaça da chaminé indica que está aquecida.

–Vamos, Emily. A noite será longa, mas pelo menos estaremos protegidos do frio e da incerteza lá fora.

Entramos na cabana, e o calor acolhedor nos envolve instantaneamente. A preocupação com a avalanche ainda paira sobre nós, mas pelo menos agora temos um refúgio temporário para enfrentar a noite gelada que se aproxima. Sentamos em frente à lareira, cada um perdido em seus pensamentos, enquanto o som da neve contra as janelas ecoa o desafio iminente que teremos que superar.

Capítulo 2 2-Emily

Karl era um dos juízes mais bem respeitados da minha área. Minha família só me vê 2x ao ano e eu estou aqui parada em uma cabana, não com eles, mas praticamente meu chefe. Ele é muito culto, seus olhares para mim são quase raros. Ele me evita. Por que?

Se vamos fazer isso, esse Natal na cabana, preciso descobrir porquê ele me evita.

Ao entrar na cabana, uma mistura de ansiedade e curiosidade envolve meus pensamentos. Estou surpresa por estar aqui, isolada com Karl, meu chefe respeitado. A neve lá fora amplifica a sensação de isolamento, enquanto a lareira crepita, criando um refúgio íntimo dentro da cabana.

Minha mente viaja para as nuances de nossas interações no tribunal, os olhares raros e o evitamento perceptível de Karl. A decisão de compartilhar esta noite comigo é intrigante, e uma centelha de desejo se acende diante do desconhecido. Não pense assim, Emily...

Mas à medida que absorvo os detalhes da cabana, percebo a atmosfera carregada de tensão e oportunidades inexploradas. A escolha de Karl revela uma delicadeza que contrasta com a imprevisibilidade da situação.

Enquanto me aconchego ao calor da lareira, uma pergunta persiste em minha mente: por que ele me evita? A resposta, talvez, está escondida nos cantos da noite que se desenha diante de nós. Decido que não posso mais ignorar a tensão entre nós. Karl, o juiz respeitado que evita meus olhares, está aqui comigo nesta cabana isolada.

–Karl, posso falar honestamente?

Pergunto, buscando sua permissão antes de mergulhar nas perguntas que me consomem. Me colocando como advogada de novo.

Ele assente, seu olhar enigmático encontrando o meu.

–Claro, Emily. Fale o que precisar.

–Por que você me evita, Karl? Durante tanto tempo, seus olhares foram raros, quase como se eu fosse uma intrusa em sua vida. Se estamos aqui, enfrentando esse Natal juntos, eu preciso entender.

A chama da lareira dança enquanto espero pela resposta dele. Karl parece ponderar minhas palavras antes de finalmente falar.

–Emily, não é uma questão de evitá-la. É mais complexo do que isso.

Persisto com um olhar determinado.

–Eu mereço saber, Karl. Estamos juntos nesta situação complicada, e há algo entre nós que não pode ser ignorado.

Ele suspira, como se estivesse decidindo o quanto revelar.

–Não é sobre você, Emily. É sobre mim. Sou um juiz respeitado, nunca me permiti certas liberdades. A proximidade que sentimos aqui, neste ambiente isolado, é algo que eu sempre evitei. Por medo.

Meu coração acelera ao absorver suas palavras.

–Medo do quê, Karl?

–Medo de me permitir sentir algo que sempre mantive sob controle. Medo de atravessar limites que são difíceis de desfazer.

Respeitando a vulnerabilidade dele, continuo a questionar, curiosa mas também consciente da complexidade da situação.

–E se esses limites fossem feitos para serem quebrados, Karl? E se o que tememos encontrar do outro lado fosse justamente o que precisamos?

Ele estremece e retira seu olhar de mim. Decido que um momento de pausa seria benéfico para ambos, e Karl se levanta com determinação.

‐Emily, enquanto estamos aqui, o que você gostaria de comer? Tenho algumas opções na despensa, o dono deixou abastecido.

Pondero por um momento, pensando em algo reconfortante e típico.

–Que tal uma poutine? Parece perfeito para uma noite fria como essa.

Ele sorri, concordando.

–Ótima escolha. Vou preparar uma deliciosa poutine para nós.

Enquanto Karl se ocupa na cozinha, o aroma tentador começa a preencher o ar. A satisfação do estômago parece ser uma pausa bem-vinda diante das emoções intensas que compartilhamos. De costas, ele tinha muitos músculos marcados e seus fios grisalhos eram tão bonitos...

–Vai demorar muito, Karl?

Pergunto, curiosa sobre o tempo que teremos para esse momento de tranquilidade.

Ele olha por cima do ombro.

–Provavelmente um pouco, estou caprichando. Sinta-se à vontade para relaxar enquanto eu cozinho.

Decido aproveitar a oportunidade para me recompor e, talvez, trazer um pouco de normalidade a essa situação única.

–Tudo bem. Acho que vou tomar um banho para me aquecer um pouco mais. Avise-me quando estiver pronto.

Enquanto Karl se dedica à cozinha, eu me afasto, deixando o som suave da neve lá fora e o aroma delicioso da comida invadirem meus sentidos.

Ao explorar a cabana, me deparo com um banheiro rústico que exala um charme acolhedor. Duas toalhas pendem cuidadosamente, e escolho uma delas, apreciando o toque macio em minhas mãos.

Ao retirar minha roupa, me observo no espelho. Em meio à situação inusitada, reconheço a beleza inerente a cada detalhe. Um breve momento de autorreflexão em meio ao desconhecido.

Ao entrar no chuveiro, um inseto inesperado surge, e um grito involuntário escapa de meus lábios. O desespero toma conta enquanto tento afastá-lo, me sentindo vulnerável em minha nudez.

Os passos firmes de Karl se aproximam, e, ao ouvir sua presença, deixo a toalha cair involuntariamente, a surpresa e o constrangimento se misturando em meu rosto. Seus olhos deslizam meu corpo, posso sentir como se suas mãos quisessem adentrar em mim.

Ele inala o ar firmemente e diz:

–Onde?

Não ligo para minha nudez e aponto para o chuveiro, Karl parece jogar o inseto pela janela e me orienta tentando o máximo me evitar.

–Não deixe aquela janela aberta.

Ele lava suas mãos pelo contato com o inseto mas não resiste e vê meu reflexo.

–Emily...

–Então é isto? Evita meu corpo porque...

–Não podemos fazer ou falar nada, já fomos longe demais.

O meio de minhas pernas esquentava ao ver Karl se virar e com destreza me prender contra a parede segurando meus dois pulsos no alto da cabeça com apenas uma mão. Ele é tão forte assim? Minha respiração oscilava.

–Sou um homem faminto, entende Emily? Você é como uma refeição completa no deserto, mas...

–Me permita ser... Quer dizer, Karl estamos sozinhos nessa cabana e ninguém saberia. Eu gostaria de ser...

–Não faça isso...

Ele fecha os olhos com pressão e cola sua testa acima da minha cabeça.

–Me coma, Karl.

Sua mão relaxa nos meus pulsos e lentamente ele sai do banheiro atordoado. Me sinto decepcionada, mas ouço ele desligar coisas e caminhar de volta retirando suas botas.

–Vá para o chuveiro.

Capítulo 3 3-Karl

Eu estava louco? Sim, mas ela me pediu, ela ofertou seu corpo nu em minha frente e pediu para ser comida, jamais negaria orgasmos a minha doce Emily. Esperei por isso há muito tempo, se ela pensa que vou me enterrar nela de primeira, não poderia estar mais enganada...

No entanto, a presença de Emily desperta uma esperança, uma possibilidade hesitante de superar as sombras do meu passado. Seu olhar intrigante e a conexão compartilhada nesta cabana isolada fazem-me reconsiderar minhas próprias limitações autoimpostas.

Seus seios eram exatamente como eu imaginava, cheios e muito juntos, levemente caídos pelo peso e uma cintura que deixava sua bunda um pêssego. E eu estava louco para cair de boca em seu corpo. Mas primeiro vou começar por sua boceta.

Emily parou debaixo do chuveiro me olhando esperançosa, com um olhar cheio de tesão e implorando por leitada na cara.

Abro o chuveiro no quente e começo a massagear seu corpo, jogava o sabonete líquido estrategicamente pelos seus membros inferiores e superiores. Emily estava confusa e meu pau latejava, mas quando minhas mãos deslizaram para sua entrada ela entendeu. Quase não havia sabonete em seu corpo e era hora de limpar sua linda e inchada boceta.

–Pronta, minha Emily abusada e desafiadora?

Os seus seios estavam endurecidos quando deslizei meus dedos por seu clitóris, explorando seus lábios e sentindo a textura cremosa dua lubrificação. Ela quer muito isso.

–Karl, me faça gozar, me use por favor...

Suas últimas palavras saem como soluço quando enterro dois dedos em sua boceta. Seu corpo se derrete em meus dedos e estoco com força, ela parece gostar do ritmo e do impacto em sua bocetinha encharcada.

–Isso, Karl...

Desacelero as estocadas e a ouço choramingar.

–De agora em diante não podemos voltar atrás do que começamos, entendida?

Ela assente insegura.

–Não gosto de seu corpo com roupas, vai andar aqui apenas nua para mim. Não sei quanto tempo temos, mas você é minha até a segunda ordem. Goza quando eu deixar e onde eu quiser. Esse lugar não será o chuveiro.

Pego Emily no colo e a levo para o quarto da cabana, lençóis verdes cobriam a cama junto de um cobertor aveludado branco. Testo a maciez da cama com o joelho e lanço Emily na cama que quica ao impacto fofo. A visão perfeita. A mulher mais sedutora do mundo completamente nua na cama para mim, seus seios roçando no cobertor aveludado e seus olhos suplicantes me traziam ainda mais dor na calça.

–Abra as pernas, Emily. Quero que goze em minha língua.

Ela acena quieta e não me movo até que ela responda corretamente.

–Sim, senhor. Vou gozar na sua língua.

Ela abre as pernas me mostrando o estrago que eu havia causado ao estocar com força no banheiro. Seguro seus joelhos para próximo de seus seios saltosos e dou a primeira lambida.

Os gemidos de Emily eram como música. Eu amei escutar. Passeio minha língua e lábios por seu clitóris dando beijos e mordiscadas, suas pernas tremiam como resposta. Enfio um dedo para ouvir mais gemidos e consigo meu prêmio.

–Karl...Quero mais um... Por favor me dê mais um dedo...

–Você merece, doce Emily.

Coloco mais dois dedos e ela geme mais alto. Que putinha... Aumento a velocidade e a força dos dedos, sua boceta se contrai mais próxima ao orgasmo. Abuso do uso da língua e quando ela suspira pesadamente desço minha boca enfiando minha língua em sua boceta. Ela goza como mandei muito trêmula.

–Karl isso foi...

–Vou continuar a cozinhar. Fique aí, não esqueça da regra das roupas.

Ao deixá-la no quarto aperto meu pau para se controlar, esse jogo sexual está comigo há muito tempo, nosso sexo vai ser no momento certo. Deslizo a língua pelos meus lábios sentindo o gosto dela. Deliciosa.

É um jogo perfeito, não tem como negar. Ver Emily nua é meu presente de Natal preferido.

Enquanto mexo os ingredientes na panela, não posso deixar de pensar como é estranho cozinhar para outra mulher depois de tanto tempo. Meu casamento, um capítulo que eu preferiria esquecer, nunca incluiu momentos tão íntimos e simples como compartilhar uma refeição. No entanto, a presença de Emily muda a dinâmica, transformando o ato de cozinhar em algo agradavelmente estranho, mas surpreendentemente bom.

Enquanto o aroma da poutine enche a cabana, reflito sobre como ela e eu, de alguma forma, estamos saboreando não apenas a comida, mas também um do outro. Há algo intrinsecamente íntimo em compartilhar uma refeição, uma conexão que transcende o simples ato de comer.

Ao me perder em meus pensamentos, não posso deixar de admirar o corpo de Emily em pensamento, que parece perfeito à luz suave da cabana. É um contraste com a frieza de meu casamento passado. Ela é inteligente, ousada e tem um charme que vai além da aparência física. Seus olhos revelam uma profundidade de entendimento que me intriga, tornando esta noite ainda mais intrigante. Uma tortura para meu pau.

Enquanto continuo a preparar a refeição, percebo que este encontro vai além de uma simples poutine. É uma dança de sabores e desejos, onde cada ingrediente parece simbolizar um novo capítulo que estamos prestes a explorar juntos. Penso em Emily na cabana toda pelada, minha mente retorna à regra que estabeleci, a instrução para que ela não use roupas durante a estadia. Um sorriso insinuante se forma em meus lábios ao perceber que finalmente terei a oportunidade de admirá-la sem barreiras, sem tecidos a esconderem sua beleza.

Essa decisão, de certo modo, me faz sentir como um gênio que criou uma condição única para este encontro inusitado. A ideia de compartilhar este espaço íntimo sem as tramas do vestuário é ousada, mas também libertadora. A presença de Emily, agora totalmente nua, é uma manifestação de nossa vulnerabilidade compartilhada e da quebra das formalidades que nos cercam no tribunal. E ela me obedeceu direitinho, sem dar para trás. Ela é uma safada.

Enquanto a lareira lançava sombras suaves na pele dela, percebi que esta noite, impulsionada por escolhas incomuns, promete uma jornada que vai além do esperado. O sorriso persiste, uma mistura de expectativa e ousadia, enquanto me entrego ao inesperado que se desenha nesta noite gelada no Canadá. Ela me quer dessa vez e ela me terá como sempre teve.

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