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Fazenda 3 Irmãos-No Vale do Café. Vol.1

Fazenda 3 Irmãos-No Vale do Café. Vol.1

Autor:: SLSPrincess
Gênero: Romance
A fazenda 3 Irmãos no Vale do Café em Vassouras é o cenário da história dos irmãos Fonseca. Bruno o irmão do meio, Bento o caçula e Bartolomeu o primogênito. No primeiro livro da série você conhecerá a fazenda, seus moradores e os segredos da família Fonseca, além do encontro tempestuoso entre Bruno e Lizandra. Bruno Fonseca foi o único dos três herdeiros que escolheu ficar na fazenda e cuidar dos negócios da família com "mãos de ferro". Sofreu uma grande perda no passado que causou-lhe cicatrizes na alma e lembranças dolorosas que o atormentam até hoje e afastam todos que tentam um relacionamento mais profundo. Lizandra queria apenas cumprir as horas de seu estágio o mais rápido possível para a conclusão de sua graduação em Biologia. Por isso, quando seu irmão Elias lhe indica para uma vaga de estágio na fazenda de seu melhor amigo, ela aceita sem pensar duas vezes. Não imaginava que ao chegar na fazenda teria que lidar com um patrão autoritário e possessivo, além de envolver-se em questões ambientais. Criar laços com os moradores e funcionários da fazenda e conquistar o carinho de toda a família Fonseca foi uma grande recompensa, porém seu maior desafio será descobrir o que tanto atormenta Bruno e controlar os sentimentos arrebatadores que dominam os dois toda vez que se aproximam... *Obra registrada.

Capítulo 1 Prólogo

"Somos feitos de carne, mas temos que viver como se fôssemos de ferro..." ( Freud)

Nunca houve noite tão iluminada em Vila São Miquéias, quanto aquela noite fatídica em que o velho casarão incendiou. As labaredas alaranjadas subiam como línguas de fogo tentando lamber o céu.

Jamais se apagou da memória de Bruno, na época um assustado menino de 7 anos com olhos arregalados e embaçados pelas lágrimas, o som dos estalos da madeira crepitando, a imagem das cortinas sendo consumidas pelo fogo e os gritos das pessoas vindas de todos os lados. Uns carregavam baldes com água tentando ajudar a apagar o incêndio, outros clamavam por socorro. Essa lembrança era a que mais doía. O som dos gritos de seus irmãos e mãe suplicando por ajuda e ele sem poder fazer nada.

Bruno recorda-se de ter ficado parado à certa distância com uma toalha úmida protegendo-lhe as costas, o corpo coberto de fuligem, sendo amparado por alguns moradores, enquanto via a vida de sua família ser consumida pelas chamas.

Essas lembranças marcaram como fogo a memória do único sobrevivente ao incêndio no antigo casarão da Vila São Miquéias e muitos anos depois a dor ainda ardia em seu peito, toda vez que Bruno relembrava do episódio que lhe tirou o que tinha de mais precioso e o forçou a se adaptar a uma nova vida repleta de rejeição, descobertas e superação.

Capítulo 2 Lizandra

"A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados. "

(Mahatma Gandhi)

Buzinas estrindentes anunciam que o semáforo está liberado para a passagem de veículos. O Jeep vermelho permanece parado em plena Vieira Souto, já começando a causar um pequeno engarrafamento.

Alguns motoristas mais apressados cortam o automóvel parado no meio da pista e passam buzinando e reclamando da moça agachada mais à frente...

Tento proteger o cão de rua que acaba de ser atropelado por um motorista apressado. O sem-coração não se importou de parar e socorrer o pobre cãozinho jogado no asfalto.

__Calma aí rapaz. Vou tentar te ajudar. Só não sei ainda como. Coopere e não me morda enquanto tento te carregar!

Converso baixinho com o vira-lata malhado de respiração pesada e olhos assustados.

Enquanto isso sou atingida por uma enxurrada de ofensas dos motoristas impacientes que desviam. Alguns passam cantando pneus, outros ainda dão uma parada para conferir o que realmente está acontecendo e me olham com crítica.

"Saia daí sua maluca!"

"Vá procurar algo para fazer!"

"Tinha que ser mulher!"

"Não tem uma roupa suja para lavar, não?!"

Alguns dos desaforos mais leves que ouço enquanto tento proteger o pobre animal para não ser atingido novamente.

Acaricio de leve sua cabeça para conquistar sua confiança e tento removê-lo, mas a sombra de alguém se aproximando cobre o sol da manhã que nos atinge.

__Oi! O que houve?

Mais um intolerante!

__Não vê que estou tentando ajudar o pobrezinho! Se não pode fazer nada pelo menos não atrapalhe! Siga seu caminho!__ Somente depois olho para o alto. Me deparo com belos olhos verdes me encarando.

Ele não responde. Apenas abaixa ao meu lado e acaricia a pelagem do cão ferido.

Talvez esse seja uma exceção!

__Ele foi atropelado. Parei meu Jeep aqui para protegê-lo de outros carros que possam machucá-lo ainda mais. O motorista que o atropelou estava em alta velocidade. Nem fez questão de dar assistência. __O rapaz franze o cenho.

__Canalha! Como alguém é capaz de tamanha crueldade e frieza?!

Já gostei dele.

__Não é?! Me pergunto como as pessoas conseguem deitar a cabeça no travesseiro depois de abandonar seus animais de estimação ou praticar uma maldade com criaturas tão indefesas?!

__Alguns encaram seus animais de estimação como brinquedos que podem se livrar como um objeto descartável.

Um guarda de trânsito se aproxima.

__Senhora, precisa retirar seu veículo do meio da pista, pois está atrapalhando o trânsito.

__Já vou retirar, moço! Mas não posso deixar esse pobrezinho aqui sem proteção, se não outros carros acabarão o matando.

__ Senhora, deixe-o aí mesmo. Vá tirando seu carro que irei buscar uma madeira para empurrar o corpo para o meio fio.

_Não! Ele ainda está vivo!

Sinto-me horrorizada.

__Senhora, tire seu carro imediatamente ou então serei obrigado a multá-lá!__O guarda ameaça impaciente.

Meu sangue ferve.

__Então, pode multar. Não sairei daqui enquanto não ajudar o cão!

O guarda começa a suar e fica vermelho. Irritado com minha afronta, prepara-se para tomar alguma providência.

__Fique tranquilo, senhor! Tiraremos o cão e o carro imediatamente.__ Garante o rapaz que se juntou a mim no salvamento.

Corre até seu carro estacionado mais atrás, tira do porta-malas uma manta e retorna correndo. Com agilidade envolve o cão, que não causa nenhuma resistência. Leva-o para seu carro. Sigo-o o tempo todo.

__Para onde o está levando?

__Para uma Clínica Veterinária aqui perto. Se quiser me seguir, fique à vontade.

Volto correndo para meu carro, ligo o motor e sigo o Tucson branco do anjo de olhos verdes que salvou o cãozinho atropelado...

*************************************

__Desculpe, mas no calor do momento, não tivemos tempo de nos apresentar. Sou Leonardo Medeiros, mas pode me chamar de Leo. Trabalho nessa Clínica com meu pai. Somos veterinários.__ Sorri satisfeito ao ver minha surpresa.

__Muito prazer, doutor Leonardo!__ Ele levanta as sobrancelhas, então me retrato. __ Quer dizer, Leo! Sou Lizandra. Muito obrigada por sua ajuda! Eu realmente não sabia o que fazer naquela hora. Sei que fui imprudente de parar daquele jeito no meio da pista, mas no momento só pensei em ajudar o cãozinho!

__Totalmente compreensível! Faria o mesmo.

Simpatizando cada vez mais com o veterinário que me encara atencioso.

__E como está o paciente?

Nesse momento, Leonardo adquire uma postura profissional.

__Fizemos um raio-x. Ele fraturou somente uma pata. Já pedi que imobilizem.__ Sorri e completa__ Ele sobreviverá. Ficará internado sob minha responsabilidade, até que se recupere.

__ Não sei como lhe agradecer por esse ato heroico.

__Não tem que me agradecer por nada! Foi mais heroína do que eu nessa história. Pretende adotá-lo?

__Infelizmente não posso. Já tenho um Golden Retriever que ocupa muito espaço no apartamento que eu e uma amiga dividimos. Se aparecer com outro cão, ela é capaz de me expulsar!

Leo sorri compreensivo.

__Entendo. Então vamos aguardar a recuperação dele e ver se arranjamos uma família para adotá-lo. Ok?!

__Ótimo! Agora preciso ir. Já perdi as primeiras aulas na faculdade!

__ Te acompanho até o carro.

Saio da Clínica acompanhada por ele, sigo pelo estacionamento e entro no Jeep.

__Mais uma vez, obrigada por tudo.

Ele se aproxima da janela.

__ Já disse que não precisa agradecer, mas se quer mesmo demonstrar isso, poderia aceitar meu convite para um jantar qualquer dia desses.__ Sorrio sem graça.

Mas porque não aceitaria? Leo parece ser um cara legal e compartilha da mesma paixão pelos animais que eu.

__Salve meu número. Depois marcamos com calma.

Leo abre um sorriso satisfeito.

Me despeço mais uma vez e saio do estacionamento da Clínica Veterinária rumo à faculdade mesmo atrasada...

Capítulo 3 Família Maduro

"Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples."

(Manuel Bandeira)

O calor que faz no Rio de Janeiro durante o verão, é uma das poucas coisas que ainda não consegui me acostumar. Cresci nas temperaturas médias da América do Norte. Meu irmão Elias e eu fomos criados nos EUA, mais precisamente em Mineápolis, Mineasota, onde nossos pais moram atualmente.

Vim morar no Brasil quando completei 18 anos e já estou aqui há 4 anos. Elias veio primeiro para conhecer a terra natal de nossa mãe e acabou ficando por causa do trabalho. Concluiu a faculdade de Administração de empresas nos EUA e se empregou em uma Multinacional que atua aqui.

Os motivos que me trouxeram ao Brasil foram outros. Prestes a completar 18 anos, descobri que não sou filha biológica do homem que me criou por todos esses anos. Minha mãe em uma noite de crise de consciência revelou que teve um romance extraconjugal durante uma vinda ao Brasil. Estava brigada com Antony, pai de Elias. Na época, meu irmão tinha 4 anos. Aqui ela conheceu Lúcio, meu pai biológico. Quando retornou aos EUA se reconciliou com Antony, mas já estava grávida.

Cassandra Maduro nunca contou ao meu pai biológico sobre sua gravidez. Antony Smith sempre amou muito minha mãe e me assumiu como sua filha. Nunca fez diferença entre nós. Mas sempre foi muito ciumento e proibiu que Cassandra revelasse a minha existência a Lúcio.

Ao completar 18 anos tudo mudou. Sei que parti o coração de Antony, mas vir ao Brasil e conhecer meu pai biológico era algo que eu devia fazer. Ele tinha o direito de saber da minha existência e eu merecia conhecer o homem que era meu sangue e me deu a vida.

Conhecer Lúcio Costa foi o melhor presente que pude receber. Ele é um homem admirável. Mora no interior de São Paulo, leva uma vida simples cuidando de uma chácara e de suas plantações. É viúvo e não teve filhos, então me conhecer foi para ele também um presente inesperado.

Acredito que herdei de meu pai biológico esse amor pela natureza, pelos animais e pela terra. Ele conserva uma certa jovialidade, por conta do estilo de vida saudável que leva. Talvez tenha sido isso que encantou minha mãe.

Finalmente chego à faculdade. Estaciono em uma vaga e dou uma conferida em minha aparência no retrovisor. Tento dar uma melhorada nos cabelos castanhos e totalmente revoltos, por conta da agitação no trânsito dessa manhã. Ainda bem que antes de sair de casa optei por jeans, regata e tênis. Passo um gloss para proteger os lábios, pego minha bolsa de franjas, os livros, desço e caminho para a entrada do prédio.

Chego ainda a tempo de assistir a aula de Zoologia, que é com o professor/orientador do estágio do curso de Biologia. No término da aula ele lembra que o prazo de entrega dos relatórios está terminando.

__Só mais um pouco de paciência professor. Por favor. Estou procurando um novo local para estagiar.__ Suplico.

__Arranje um local o mais rápido possível, porque sem a comprovação do cumprimento dessas horas não poderei assinar seus documentos!

__Pode deixar. Na próxima aula já terei novidades a esse respeito.__ Solto um sorriso pouco segura.

Terminei uma parte do estágio em um laboratório, onde fazia análises microbiológicas, mas não estou conseguindo um local para completar a outra etapa, que são as pesquisas de campo na área de proteção e educação ambiental.

A corda está em meu pescoço, meu professor não é nem um pouco compreensivo e ainda tenho a preocupação com o resultado final da pesquisa. Não quero encerrar o curso com um trabalho mal feito, pois a área de meio ambiente e sustentabilidade é minha grande paixão e o ramo de minha futura especialização.

**************************************

__Então, depois de resolver a situação do cãozinho atropelado, cheguei atrasada na faculdade e tive que encarar meu professor cobrando as horas de estágio que ainda não consegui cumprir...__ Desabafo com Elias em um restaurante próximo à faculdade no horário de almoço.

Elias me observa com o cotovelo apoiado na mesa e uma das mãos no queixo. Meu irmão é um figurão, que chama a atenção da mulherada onde passa com seus 1,80 de altura, cabelos loiros escuros e olhos verdes como de Antony.

__Você não perde essa mania de querer abraçar o mundo e resolver o problema de todos, não é Liz?!

__Mas eu tinha que fazer algo, Elias! O pobrezinho estava largado no asfalto, completamente indefeso!

Elias balança a cabeça e segura a minha mão.

__Não me leve a mal irmãzinha. Não sou nenhum coração de gelo. Mas entenda bem, existem centenas de cães abandonados pelas ruas da cidade. Se resolver ajudar a todos, vai terminar na sarjeta com eles.

__Que horror, Elias! Isso é coisa que se fale?!__Puxo a mão chateada.

__Mas é verdade! Você precisa focar mais em você e em seus estudos! Já não basta aquele trator, que chama de cão?

__Não fale assim do Detonalta! Ele é um bom cão! Por que implica tanto com ele?

Elias revira os olhos tirando o celular do paletó.

__Ok! Não digo mais nada! Pelo menos em relação ao estágio acho que posso te ajudar.

Observo meu irmão conversando ao telefone enquanto termino o almoço. Após alguns minutos, desliga o aparelho.

__Tudo resolvido. Conversei com um velho amigo. Fizemos faculdade juntos. Ele agora administra a fazenda da família em Vassouras. E a pedido meu, ficará satisfeito em ajudar a minha irmãzinha nessa questão de estágio. Lá poderá fazer suas pesquisas de campo e ele assinará seus relatórios.

Paro com uma garfada em frente a boca.

__Não acredito que conseguiu um estágio para mim!__ Elias mexe no paletó e abre os braços com jeito convencido.

__Não te falei que eu sou o melhor irmão do mundo? Eu sou o cara.

Dou um gritinho e o abraço.

__Realmente você é o melhor! Obrigada Eli! Não sei o que faria sem você! Quando acha que posso começar?

__Bruno disse que a Fazenda 3 Irmãos está de porteiras abertas para a irmã de seu melhor amigo a hora que ela quiser! Então, acho que isso quer dizer, que pode começar o mais rápido possível...

**************************************

Chego em casa no fim do dia, mas quase não consigo entrar no apartamento com a confusão armada que encontro.

Detonalta atravessa a sala correndo feito um furacão com um sutiã na boca. Katiane vem atrás aos berros.

__Meu Deus! O que houve?!

Como se não soubesse! Amo meu grandão, mas ele tem o péssimo hábito de roubar os objetos das pessoas e destruir se tiver chance. Acho que ele sofre de cleptomania!

Kat para exausta em frente à porta.

__Se você não der um jeito nesse ladrão de peças íntimas, eu darei! Vou interná-lo em uma clínica de recuperação ou melhor em um canil!

Sei que Kat é tão apaixonada por Detonalta quanto eu, mas ultimamente ele realmente tem extrapolado. Acho que o apartamento tornou-se pequeno demais para ele. Talvez esteja se sentindo solitário e essas travessuras sejam uma forma de chamar nossa atenção.

Quando me vê, Detonalta volta com as orelhas abaixadas e o rabo abanando.

__O que você andou aprontando, heim?__ Sento no sofá e ele sobe em meu colo ou pelo menos tenta.

Quando Katiane me deu aquele filhotinho fofo de Golden Retriever, não imaginava que cresceria tanto. Acho que ela se arrepende todos os dias pelo presente inusitado, mas acabou se apegando a ele também.

No jantar, conto para Kat o dia agitado que tive, mas encerro com a novidade da oportunidade de estágio em uma fazenda em Vassouras.

__Liz, isso é maravilhoso!__ Comemora comigo.

Katiane Siqueira tem 22 anos também. Nos conhecemos desde a adolescência, pois nossas mães são amigas de longa data. Quando vim para o Brasil, resolvemos alugar esse apartamento e dividir o valor das despesas. Kat estuda Propaganda e Marketing e está no último semestre. É muito talentosa e já está praticamente empregada por uma conceituada agência de publicidade.

Temos personalidades bem distintas. Kat é mais urbana, sofisticada e organizada. Eu já prefiro mato e bicho ao invés de tecnologia. Não tenho muita paciência para superproduções e maquiagens. Troco feliz da vida uma balada por longas horas cuidando de um belo canteiro de hortaliças. Mas nos damos muito bem. Kat costuma dizer que formamos uma bela dupla, a nerd e a riponga.

__Quando pretende começar o estágio, amiga?

__Pretendo aproveitar o fim de semana para conhecer a fazenda, me apresentar ao dono e dar início as pesquisas.

__ Mas já?!

__Estou com o prazo de entrega do relatório estourando, amiga. Não posso me dar ao luxo de esperar.

__ O que faremos com Detonalta? Sabe que ele não vai suportar muito tempo longe de você.

Esperto como é, Detonalta levanta do tapete e vem colocar a cabeça em meu colo.

Afago sua cabeça peluda e dourada.

__ O levarei comigo.

__Quê?!

__Por que não? É uma fazenda. Tem bastante espaço para ele.

__Tem certeza disso, Liz? Conhece o Detona! Nós o amamos, mas sabemos que ele não é um cão calminho. Será que irá se acostumar com os outros animais?

__Mas não posso deixá-lo todo esse tempo!

Pensativas, tentamos achar uma solução.

__Já sei!__Sorrio.

__ Estou assustada com a cara de maluca que está me olhando!__ Kat sacode seu cabelo chanel.

__Deixe disso! Não é nada demais! Simplesmente você irá comigo.

__ Não!__ Kat tenta se levantar, mas a seguro

__Sim! Viajamos na sexta-feira. Você conhece a fazenda, dá um passeio e me ajuda com Detonalta. No domingo à tarde você volta para não prejudicar seus compromissos...

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