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Fogo Encontra Gasolina

Fogo Encontra Gasolina

Autor:: LOMA
Gênero: Romance
Ela era inocente, pura, sem mácula nenhuma, até ele chegar em sua vida. Regina Miller não chamava atenção de ninguém, até seu professor pedir para que ela auxiliasse um aluno que estava com notas baixas demais, mas o que ela não imaginava era que quem iria ensinar algo a ela, era ele. Nathan Jones chamava a atenção de qualquer mulher, e sua notas baixas o levaram até uma que ele não imaginaria que iria conhecer, a menina mais pura que ele já vira. Ele tinha namorada, mas isso nunca o impedira de estar com outras mulheres, e mesmo que ela quisesse negar, prestar o serviço de amante a enlouquecia e o perigo de cada encontro era excitante. Ele era fogo e ela era gasolina... Mas o que acontece quando o Fogo encontra a Gasolina?

Capítulo 1 Uma Boa Menina

Alguns são considerados estudantes, outros são apenas alunos e boa parte deles, apenas frequentadores de escolas. Instituto Imperial Celius. Uma das escolas mais caras e populares de Nova Iorque. Renomada e muito bem qualificada, somente os melhores ou os mais ricos poderiam estar ali, os pais literalmente faziam qualquer coisa para garantir uma vaga para seus filhos ali, ter aquela escola em seu histórico era praticamente uma passagem garantida para qualquer universidade, mas alguns alunos não estavam mantendo a média alta como deveria ser.

O sinal tocou anunciando o termino das aulas daquele dia.

- Senhor Jones, permaneça em sala de aula mais um minuto, por favor! – a voz do Sr. Davis ecoou até os ouvidos do loiro o fazendo dar um breve suspiro de tédio e voltar a se sentar em uma cadeira qualquer – Senhorita Miller, você também.

Após a saída de todos da sala, os três permaneceram ali. O Sr. Davis chamou o loiro para que viesse para uma cadeira mais a frente, ele veio arrastando os pés como se seu corpo estivesse mais pesado que o costumeiro.

- Bem, Sr. Jones, eu o chamei aqui para tratar de suas notas. – falou calmamente – Sua situação não está muito boa, e se não melhorar vai acabar sendo expulso da escola!

- Não pode me expulsar! – exclamou o loiro – Meu pai paga muito bem as mensalidades, que, diga-se de passagem, são bem caras!

- Sr. Jones, não se trata disso, suas notas estão baixas e em dois meses todas as escolas do país passarão por um teste muito importante e não queremos que o senhor nos prejudique! – o tom do homem de cabelos esbranquiçados se elevou um pouco enquanto olhava fixamente para o rapaz de olhos azuis.

- E o que eu tenho que fazer? – o loiro perguntou.

- Bem, essa é Regina Miller, a melhor aluna desta turma. – Davis falou apontando para a moça sentada na mesa ao lado – Ela vai te ajudar a recuperar suas notas e se preparar para o teste, e, além disso, você fará um teste individual alguns dias antes do outro teste, se você for aprovado, suas médias serão aumentadas!

- Eu não sou obrigado a isso! – o loiro respondeu com certa brutalidade.

- Se quiser permanecer nessa escola, é sim! – falou por fim – Bem, eu vou deixa-los a sós para que conversem e se conheçam, passarão muito tempo juntos já que vou colocar os dois na mesma mesa! – o professor informou em tom de brincadeira e espontaneidade, saindo da sala logo em seguida.

O loiro soltou o ar preso nos pulmões em sinal de desgosto, viu o homem sair pela porta e colocou os pés que antes estavam sobre a mesa, no chão.

Ficou em silencio alguns instantes e logo depois olhou para a moça próxima a ele. A olhou de cima a baixo analisando cada centímetro do que via, deu um sorriso de canto ao finalmente olhar nos olhos da mesma.

- P-por que e-está me o-olhando desse j-jeito? – a morena perguntou constrangida pelo olhar.

- Estou imaginando como você ficaria sem esse uniforme. – respondeu descaradamente.

Já comentamos aqui que Nathan Jones não tem uma única gota de vergonha na cara? Pois é, ele não tem!

A morena agora estava ainda mais vermelha após ouvir a frase proferida pelo loiro. Se encolheu na cadeira e abaixou a cabeça envergonhada.

- Eu só falei o que pensava, me dá um desconto, pelo menos, eu sou sincero! – Nathan soltou um riso nasal e a olhou de canto, Regina permanecia parada. – Bem, já que você vai me "ajudar" – abriu aspas com os dedos – A passar nesse tal teste e como só temos dois meses até lá, então vamos começar logo, tenho que me manter nesse colégio ou meu pai me manda para o colégio militar!

- P-podemos co-começar quando v-você quiser. – Regina respondeu baixinho.

- Acho que na minha casa seria uma boa. – comentou – Não, melhor não, os empregados são muito bisbilhoteiros e iam ficar ouvindo atrás da porta.

- T-tudo b-bem, n-nós só vamos e-estudar.

- Esse que é o problema! Você não entenderia, mas vamos fazer assim, eu vou na sua casa, hoje à tarde. – falou e logo se levantou pegando suas coisas e indo em direção à saída.

- N-não v-vai p-perguntar meu endereço?

- Não precisa, eu sei onde você mora, Miller. – respondeu já do lado de fora da sala.

Ambos foram para suas casas, na saída do colégio como de costume o motorista da família Miller esperava por Regina.

Nathan pegou seu carro e dirigiu até sua casa.

(...)

Já em casa Regina caiu por sobre sua cama, as bochechas ainda estavam avermelhadas pela lembrança do loiro, sorriu boba lembrando-se do que ele dissera. Será que ele gostou dela?

- Eu sou bonita? – perguntou a si mesma indo em direção ao espelho da penteadeira.

A moça não era popular entre os alunos, entre os professores sim, mas entre os alunos nem um pouco. Não tinha namorado, ninguém nunca se interessava por ela, sempre esteve ali, quieta e sozinha, convencida de que a solidão era um lugar mais apropriado para alguém como ela, que não era interessante o suficiente para ter boas companhias.

Em sua casa Nathan estava deitado em sua cama, em mente tinha a imagem da moça que havia visto mais cedo. Não aparentava ser muito bonita, escondida atrás dos óculos e do casaco e sem nenhuma maquiagem. Mas aqueles olhos tão claros e brilhantes... No fundo, sabia que Regina tinha sua beleza, todavia, por algum motivo a escondia dos outros e apagava a si mesma. Não era a pessoa mais sensível do mundo, mas era bom em saber quando alguém tinha um segredo.

Tomou um banho e desceu para o almoço. Não tinha ninguém em casa, por isso comeu sozinho e retornou ao seu quarto.

Mais tarde o loiro tomou outro banho, perfumou-se com um perfume amadeirado e vestiu uma camisa azul e um short branco com bolsos frontais. Pegou as chaves do carro e tomou rumo até a garagem e depois foi para a casa dos Miller.

Não era muito longe dali, por isso não demorou muito para chegar, ele já sabia o endereço, era amigo de Noah Miller, que também vivia naquela casa, ele já havia estado naquela casa várias vezes, mas Regina sempre estava trancada em seu quarto, por isso nunca haviam se visto ali, mas Noah já havia lhe falado da prima.

Minutos depois ele já estava na entrada da casa dela, os empregados já o conheciam, por isso logo lhe abriram as portas. Ele estacionou no jardim e entrou na casa.

Perguntou a uma das empregadas onde era o quarto da morena, e muito desconfiada ela o respondeu, ele subiu até lá.

Bateu na porta, alguns segundos depois ela veio e a abriu. Ele entrou e fechou a porta atrás de si passando a chave.

- P-por que trancou a a porta? – ela perguntou ao reparar no que ele havia feito.

- Por nada, só tranquei, assim ninguém nos atrapalha, nos "estudos". – sim, a palavra estudos saiu com extrema ironia.

O quarto de Regina era espaçoso e nele havia uma mesa que a mesma usava para estudar. Lá haviam vários livros também, a morena gostava muito de ler, basicamente, ler era a única coisa que ela costumava fazer em seu tempo livro.

Sentaram-se ali em uma das almofadas, era uma mesa de pernas curtas, por isso não era preciso cadeira para assentar-se nela. Regina abriu o primeiro livro, na capa estava escrito "Biologia". Biologia, uma palavra peculiar, não é? Bio, vida, logia, estudo, estudo da vida, mas que vida? Uma vida cientifica cheia de fatos e coisas complicadas, somos 50% mamãe, 50% papai, 100% nós mesmos, por que então complicar tanto?

- Odeio essa matéria. – Nathan quebrou o silencio que se formara – Cheia de coisas chatas e complicadas, de que importa saber que era um espermatozoide, depois um zigoto e por fim um feto, quando na verdade o que importa é o bebê em si? – ele expeliu toda a sua opinião, revelando o quanto estava desinteressado pelo que estudariam.

- A-até que você sa-sabe um pouco sobre biologia. – Ela deu-se a chance de rir um pouco pelo que ele dissera.

Ele a olhou dando aquele sorriso, daquela forma ela parecia bonita, sim, ela tinha um sorriso encantador.

- Miller. – ele a chamou. Ela o olhou. – Quantos anos você tem?

A pergunta era um tanto estranha, mas Regina logo o respondeu.

- 18. Por quê? – ela perguntou meio que sem querer, mas perguntar o porquê daquela pergunta se fazia necessário.

- Você tem um sorriso de criança, inocente. – e foi essa sua resposta, eu julgaria uma boa resposta.

- Hmm.. – ela soltou esse pequeno som como resposta, fazia sempre isso.

- Gosto disso, é bom estar com pessoas assim, que exalam pureza. – ele sorriu de canto, ela ficou um tanto mais vermelha com a frase.

Uma das mechas soltou-se de seu cabelo, ele lentamente pôs sua mão no rosto da moça e colocou a mecha de volta. Ela olhou de seus olhos para o chão duas vezes, ele sorriu e se aproximou da mesma.

- Escute Regina, você já deu seu primeiro beijo? – foi uma pergunta ainda mais indiscreta, porém ela respondeu negando com a cabeça lentamente. Ele sorriu de canto para ela e aproximando-se de seu rosto sussurrou – Gostaria de dar?

Regina mudou de cor três vezes antes de responder, na verdade ela nem sabia o que falar. Queria dizer sim, mas não tinha coragem de pronunciar uma única palavra, queria dizer não, mas se negava até a isso. Ficou parada, simplesmente parada sem nenhuma ação. Ele nem a conhecia, mal sabia sobre ela, imaginou que ele estivesse brincando com sua cara, por que ele queria beija-la?

- Na-Nathan. – ela soltou o nome do loiro de forma lenta e gaguejada, mas que aos ouvidos dele soaram da forma mais sexy que Regina jamais poderia imaginar falar.

Ele não mais lhe esperou resposta, simplesmente tomou seus lábios e eles eram mais macios que o imaginado. Ele não podia crer que a boca que a minutos pronunciava seu nome fosse tão doce e saborosa como estava sendo. Ela não acreditava que ele estava a beijando de verdade, isso não podia ser real! Um dos caras mais populares e bonitos da escola estava sendo responsável pelo seu primeiro beijo!

Ela estava tímida, porém aos poucos sua língua tomou movimento e devagar ela tomou o ritmo dele. Ele colocou uma das mãos na nuca da mesma e afastou seu cabelo para trás. Ela estava tremula, mas adorava aquela sensação.

O beijo foi acabando pela falta de ar de ambos e sendo assim finalizado com um selinho que deixava para trás aquele gostinho de "quero mais".

Ambos ainda possuíam a respiração descompassada e acelerada. Regina já passava da cor escarlate e Nathan podia sentir seu corpo arder.

- Nathan. – ela novamente pronunciou seu nome, aquela pequena boca a silabar seu nome era demais para ele, ela era mais do que imaginava. Falar seu nome soava ainda mais inocente e excitante, ele já podia sentir seu lado masculino acordar.

Ele levou suas mãos novamente até ela e estranhamente retirou os óculos da mesma, ele queria ver seus olhos de forma mais clara. Ela tinha um rosto lindo.

- Você tem belos olhos, Miller, não deveria usar óculos, você não precisa deles, tem uma visão perfeita. – como ele sabia daquilo? Por que disse dessa forma?

- C-como sabe di-disso? – ela perguntou sem entender, ele havia acertado, ela não precisava daqueles óculos.

- Vi você sem eles na aula educação física ontem. Você não espreme os olhos, então não precisa deles, os usa para se esconder.

- Já ti-tinha reparado em em mim? – gaguejou ao perguntar.

- Sou um ótimo observador.

Houve silencio por alguns segundos, Regina não sabia o que falar, nem como continuar aquela conversa, ela nunca foi de conversar muito, ele estava ali para estudar, não para saber mais sobre a vida dela, não entendia como havia chegado nesse ponto.

- V-vamos voltar a a estudar. – ela se virou para a mesa e novamente abriu o mesmo livro. Estava sem jeito.

Mas ele segurou seu braço e a virou de volta para ele, ela não entendeu. Iria abrir a boca para falar, mas ele segurou seu outro braço e pondo um pouco mais de força a colocou em cima da mesa e por fim ficou sobre os joelhos para ficar a sua altura.

- Você vai me ensinar matérias e eu quero te ensinar prazeres... – foi o que ele disse antes de tomar seus lábios novamente.

Capítulo 2 O Nosso Segredo

Quando se separaram daquele beijo, Regina estava ainda mais confusa, o que ele queria dizer com "te ensinar prazeres?", ela não fazia ideia alguma. Ele soltou seus lábios para olhar em seus olhos, ela também penetrou fundo naquele olhar azul fascinante, ele tinha olhos muito bonitos, eram da cor do céu quando tocava no mar.

- Eu quero te dar os prazeres que você nunca sentiu, as sensações que você mesma se privou a vida inteira Miller, você é bonita, só que nunca ouviu isso de um homem! – ela estava perplexa, paralisada, ouvir Nathan falar aquilo foi um choque para ela, nunca se imaginou assim, nunca lhe havia passado pela cabeça que ela mesma estava se privando de tudo.

- E-eu so-sou b-bonita? – nem havia por que perguntar, mas ela queria ter certeza que havia ouvido direito.

- Sim, você é e eu vou te mostrar como. – ele sussurrou lentamente e logo depois começou a desabotoar a blusa que a mesma vestia. Ela se assustou e segurou sua mão – Fique calma, eu não vou te fazer nenhum mal. – dito isto ela o soltou e ele continuou a desabotoar até o final.

Logo já tinha terminado e retirado a blusa de algodão branca de Regina, ela estava com um sutiã da mesma cor da blusa, simples e delicado, porém o ar puro daquela cor o deixou ainda mais quente. Era estranho como aquela mulher o enfeitiçava fácil, sua boca enchia de água só de olhá-la.

Ela gostava de shorts cumpridos e frouxos, ele não gostava muito disso, por isso logo abriu aquele zíper e devagar o tirou dela, já a calcinha não era branca e sim vermelha com detalhes em renda, aquilo foi a última gota para excitação completa.

Agora ela estava somente com peças intimas, completamente vermelha pela vergonha de estar assim na frente de um homem. Ele estava adorando o que via, não podia crer que ela conseguia esconder aquilo tudo debaixo daquelas roupas largas, era pra ser considerado crime privar os homens de ver a sua beleza.

- Eu não acredito que escondeu isso tudo de mim esse tempo todo, eu estava ao lado de um tremendo avião e não sabia! – ele brincou um pouco mais com ela, estava adorando ver como ela ficava vermelha a cada frase e elogio dito por ele, porém não mentia ao dizer que Regina era um tremendo avião.

Ela olhou de sua camisa para os olhos, como quem quisesse dizer alguma coisa, mas não tinha voz. Por fim ele tirou a própria camisa dando a ela a visão de seu corpo malhado e bem esculpido, ele também tinha seu charme, e isso mulher nenhuma conseguia negar, o loiro era atraente e tinha seus músculos bem definidos, era um deus grego, como costumavam dizer.

Ela prendeu a respiração ao ver aquele corpo, nem tanto bombado e nada magrelo, ele era na medida certa, como se aquele corpo não fosse esculpido em academias e sim em um trabalho braçal.

- O-o que vai fazer? – ela perguntou tremula e com medo, já imaginava o que viria a seguir.

- Eu vou te mostrar uma coisa que você nunca viu e nem nunca vai ver igual. – a voz soava ainda mais sexy aos ouvidos dela do que antes era. Ela já sentia seu corpo queimar.

Ele a beijou novamente e a segurou pela cintura colando-a em seu corpo, ela por sua vez entrelaçou a cintura do mesmo com suas pernas e então ele a levou até a cama. Sentou com ela no colo e se arrastou para trás sem se sessar o beijo que se tornara ainda mais quente, Regina em sua inocência não percebia onde estava indo.

- Eu quero ter você pra mim... Toda, só pra mim! – ele disse ao pé do ouvido da morena que se arrepiou por completo com o toque daquele hálito quente tocar a pele de sua nuca.

O loiro se ajeitou sobre a cama recostando suas costas nos enormes travesseiros que haviam ali por cima deixando-a em cima de seu abdômen, a visão que tinha era perfeita, será que ele havia morrido e ido parar no paraíso?

- Você é perfeita, acredite nisso, Miller, poucas se comparam a você. – ele poderia repetir isso várias vezes até que ela acreditasse.

- O o que v-vai fa-fazer comigo? – ela perguntou cheia de medo na voz.

- Eu vou te mostrar um novo prazer! – foi a última coisa que ele disse antes de descer suavemente uma das alças do sutiã que ela vestia e depositar um beijo naquele ombro. Sentou-se na cama com ela ainda no colo e desabotoou aquela peça intima logo a deixando cair, dando a ele a visão de seus seios desnudos e totalmente a mostra, seu membro pulsou e ela o sentiu latejar em baixo dela.

- O que é i-isso? – ela perguntou se referindo ao pulsar do membro do loiro.

- Isso sou eu querendo você, quando sentir isso quer dizer que um homem está louco por você. – ele respondeu.

Logo seu corpo estava por sobre o dela, a beijando cheio de desejo e queimando de excitação por ela, nunca imaginaria que Regina Miller o deixaria tão quente como jamais uma mulher o havia deixado, naquele momento a última coisa que pensou foi em sua namorada.

Ah, sua namorada! Poderiam descrevê-la como a vítima daquilo tudo, mas a imagem de vítima nunca combinou muito com alguém com uma personalidade como a dela, e se em algum momento alguém a colocasse nessa posição, ela certamente se ofenderia ainda mais.

- Você vai adorar isso! – ele disse antes de baixar seu olhar até a calcinha da mesma e a tirar por completo. Ficou maravilhado ao olhar aquele pequeno pedaço de carne rosada e totalmente depilada como se esperasse por visitas.

Abriu devagar as pernas da morena que tremia bastante, já não sabia se era de medo ou de prazer. Baixou sua cabeça até ali e passou sua língua por toda aquela pele úmida, Regina estremeceu por inteiro. Ela tinha um sabor inconfundível e maravilhoso, ele não podia negar o quão surpreendente era aquela moça.

A morena rebolava enquanto ele a invadia com sua língua e a chupava com vontade e cheio de luxuria, a queria como um animal em busca de sua caça, não entendia por que, apenas a queria.

- Agora é a sua vez de fazer isso em mim, ok? – ele informou a puxando para mais um beijo ardente, onde Regina sentia seu próprio sabor.

Retirou seu short e logo em seguida a cueca box preta que usava dando a ela a visão de seu membro duro e avantajado, era grande e grosso, ela arregalou os olhos ao pensar que logo aquilo tudo estaria dentro dela por completo.

Ele ficou de joelhos sobre a cama e ela também, mas logo ele a posicionou de quatro de frente a ele e segurou seus cabelos para trás.

- Imagine que é um picolé e chupe, é bem simples. – ordenou e logo em seguida a boca quente de Regina o engoliu pela metade. Ele conduziu a cabeça da mesma para que subisse de descesse na velocidade que queria, ela apenas se deixava ser guiada por ele.

Ele estava adorando aquilo, aquela boca macia e extremamente quente envolvendo seu mastro pulsante. Ela podia senti-lo vibrar em sua boca.

- Isso mesmo, Miller, você aprende fácil, boa menina.. – ele dizia com a voz embargada pelo prazer que sentia pelos toques. – Isso mesmo, muito bem...

Soltava pequenos gemidos, arfava sem parar e sentia seu corpo arder em chamas, era assim que ele estava, que mulher era aquela! Não podia ser uma virgem a lhe tocar, era impossível que aquela tenha sido a primeira vez que a morena estava fazendo aquilo, era boa demais.

- Deite agora. – mandou e ela o obedeceu. – Acredito que não tenha camisinha aqui, tem? – ela o negou com a cabeça. – Nunca deixe um homem fazer sem estar com camisinha, ouviu? Eu vou fazer, mas amanhã você vai começar a tomar um remédio.

- Re-Remédio?

- Sim, uma coisinha chamada Pílula do dia seguinte, você já deve ter ouvido falar. – ela confirmou com a cabeça e ele prosseguiu.

Encaixou-se entre as pernas da mesma, tocou-a com um de seus dedos para senti-la tremer mais uma vez e por fim a revelou:

- Agora vou fazer uma coisa que vai doer um pouquinho, mas logo você vai se acostumar e vai sentir um prazer enorme. – foi o que o loiro disse antes de lentamente a penetrar, quanto mais entrava, mais Regina abria a boca pela dor que sentia até ele entrar por inteiro nela. Ela iria gritar, mas antes que fizesse isso ele tapou sua boca com uma das mãos. – Xiii... Não faça barulho, alguém pode ouvir, não queremos que ninguém saiba o que estamos fazendo aqui.

De inicio ele ia devagar para não machuca-la muito, ela estava quase chorando, seus olhos já estavam cheios de água. Ele parou por um instante e saiu de dentro dela vendo o sangue escorrer por seu membro e manchar os lençóis da cama. Então era verdade, ela era mesmo virgem.

- Não chora meu bem, não chora, só dói na primeira vez, logo passa. – ele a puxou e logo depois a abraçou contra seu peito tentando acalma-la, não entendia por que estava fazendo aquilo, não de ter piedade e agir dessa forma com virgens.

- I-isso do-dói muito. – ela choramingou.

- Não se preocupe, eu vou ser carinhoso. – dessa vez escolheu outra posição para continuar, dessa vez ele ficaria sentado com as costas escoradas na cabeceira da cama e ela estaria por sobre ele, assim a poderia beijar e evitar que gritasse.

Estando nessa posição ela se pôs sobre ele e desceu lentamente. A cada cavalgada a dor ficava menor e aos poucos ela estava se transformando em uma sensação jamais sentida por ela, um prazer que não conhecia.

Por fim ela pôde lhe dar o gosto de ouvir seus gemidos inebriados de prazer. Ela estava enlouquecendo por ele a cada segundo, o tempo parecia ter parado e só restavam os dois ali fazendo amor inquietamente.

A agarrou e se jogou sobre aquele corpo pequeno, as unhas de Regina cravaram-se nas costas do loiro rasgando sua pele. O suor dos dois pingava sobre a cama e as respirações se perdiam em meio aos gemidos e beijos de ambos.

- Ah, Regina! – ele pronunciou seu nome – Você é maravilhosa, nunca se esqueça disso. – repetiu mais uma vez o quanto ela era maravilhosa, iria dizer aquilo o quanto fosse preciso.

- Nathan – ela sussurrou mais uma vez, da forma que só ela conseguia dizer, o enlouquecia.

Ele sentiu que chegaria ao seu limite, por estar sem camisinha saiu de imediato de dentro dela e se despejou por completo ao lado dela.

- Está fazendo a maior bagunça. - ela reclamou enquanto tentava recuperar o ar.

- Se eu fizesse isso dentro de você, teríamos um bebê e nós não queremos ter um bebê agora.

Ele sorriu para ela, ela sorriu de volta, e a puxando pelo braço, se deitaram do lado contrário em que estavam. Ela deitou entre suas pernas e recostou sua cabeça sobre o peito do loiro, e sentiu que queria dormir.

- Estou com sono. – ela sussurrou, dessa vez sem gaguejar.

- Descanse, serão dois longos meses... – ele falou sem nenhum desdém, como se fosse algo normal anunciar a alguém que algo assim se repetiria várias e várias vezes.

- Vai fazer isso de novo? – perguntou curiosa e com mais vontade do que seria educado.

- Isso é só o começo, Miller, você será minha amante por um tempo, esse vai ser o nosso segredinho, OK?

- Ok.

E não, isso não era bom, era completamente errado, mas nem todo o bom sendo de Regina Miller era capaz de ir contra o que ela julgou ser a única chance de ter uma aventura em sua vida, e foi por isso que aquele simples "ok" foi sua resposta, porque ela também não queria que acabasse. Aquele erro certamente martelaria em sua cabeça sem parar por muito tempo, mas ela não conseguiu se manter contra ele, além disso, agora já era tarde demais para chorar o leite que já havia sido derramado.

Capítulo 3 A Nossa Física

Segredinho, somente um pequeno segredinho, porém algo que mexia com algo mais que o corpo, ia além da mente... E tocava no coração. Talvez para ele fosse normal trair, mas pra ela isso não tinha nada de normal. Se sentiu culpada, mesmo que a namorada do mesmo fosse alguém tão fútil e vazia, ela não merecia passar por aquilo. O homem que estava em sua cama não era dela, nem nunca haveria de ser, de corpo sim, mas de coração ele jamais seria dela.

Ou de outra pessoa, Nathan Jones era apenas de si mesmo.

Mesmo cansada, não conseguia adormecer, a culpa a corroía por dentro, mexia com ela e aquela frase dita por ele ainda mais... "amante"?

- Amante? – a palavra escapou de sua boca, em tom baixo, mas por estarem próximos, ele ouviu.

- Sarah é fria, não me esquenta mais, mas você é quente, me aquece em questão de segundos... – isso a surpreendeu, ela não podia crer no que ouvia, porém aquilo lhe embrulhava ainda mais o estômago.

- Amante? – mais uma vez a palavra foi pronunciada, ainda havia incredulidade.

- Amantes cumplices. – aquilo lhe serviria como confirmação para o que ele entendeu como pergunta, ela estava cheia de dúvidas, ele de certezas.

Levantou seu corpo, sua mão tocou a face da moça, e como quem confirmava o futuro, a beijou. Um beijo que ambos queriam, e ele não era de se negar o que quer. Regina tinha a boca mais chamativa que ele já vira, mais doce e saborosa.

- Eu tenho que ir, nos vemos amanhã na escola. – dito isto ele levantou e vestiu sua roupa. Ela apenas o olhava enquanto ele fazia isso, Oh! Como aquele homem era perfeito e cada pedacinho de seu corpo era como um pedaço do paraíso.

Já vestido ele voltou-se para ela. E lhe dando apenas um leve selinho se despediu:

- Até mais.

- Tchau, Nathan.

Ela não gaguejou, ele preferia assim, dessa forma se sentia menos culpado ao roubar a inocência de alguém. E como se fosse um programa ele partiu como quem não conseguiria vê-la mais, porém sabia que isso era mentira, sabia que no dia seguinte estaria novamente naquela mesma cama, nos braços daquela mesma mulher.

No caminho de casa tudo o que conseguia pensar era nela, tudo pelo caminho o fazia lembrar do que fizera, não era de seu costume trair, não mesmo, Nathan só queria provar algo para si mesmo, mas ao fazer isso traiu seus próprios princípios, ele queria ser como os homens que via na TV, trair sem se importar, trair por diversão, mas ele não conseguia deixar a culpa de lado.

E naquela noite tudo o que sonhou foi ela, era como se algo tivesse escrito o nome de Regina dentro da sua mente, era se alguém houvesse tatuado ela em seu corpo.

- Miller... O que tem em você que me fez ficar tão viciado assim? – perguntou para si mesmo, como quem buscava dentro da própria mente uma explicação para a própria dúvida.

(...)

Regina por sua vez não conseguia dormir, sentia a mesma culpa que ele, talvez ainda pior. Mas ela não conseguia se arrepender, ter aquele homem em sua cama foi a melhor sensação que já teve, era magnifico. O cheiro dele nos lençóis só piorava tudo, mesmo que sentisse suas pernas como se estivessem quebradas, ela havia adorado cada instante.

E no amanhecer daquele novo dia, ela levantou com mais gosto, mesmo com as pernas bambas e fracas, ela se pôs de pé com mais orgulho, até mesmo seu andar estava diferente, andava não mais como a virgem insegura de ontem, mas como a mulher de hoje.

O mesmo uniforme cumprido e largo foi vestido, prendeu os cabelos em um rabo de cavalo baixo e frouxo, colocou os óculos sem grau e pôs em sua bolsa os livros do dia.

Desceu, tomou café e o motorista da família a levou para a escola como sempre.

No caminho observou as paisagens que antes não notara muito, era uma cidade bonita e mesmo estando ainda tão cedo já existia muito movimento, Nova Iorque nunca parava. Regina viu as crianças atravessarem o sinal, viu uma das meninas entregar uma flor para o guarda, viu os pássaros voarem no céu, viu o sinal vermelho ficar verde, viu as doces velhotas entregarem flores. O mundo lá fora era bonito.

O motorista parou em frente ao colégio, desceu do carro e abriu a porta para que Regina saísse. Ela saiu e foi para sua sala. No caminho não falou com ninguém, não tinha muitos amigos, possivelmente nenhum, naquela escola as pessoas costumavam ser fúteis muitas vezes, davam muita importância para a aparência, ou mantinham-se apenas dentro de suas tribos.

Ela não tinha tribo, ou melhor, tinha, e não se agradava muito dela, ser considerado da tribo dos CDF's não era muito bom, ser uma "nerd" não era lá essas coisas.

Sentou na mesma cadeira de sempre, a primeira da fila do meio onde seu professor a havia colocado, naquela escola somente os professores prestaram atenção em Regina. Sentada lá ela esperou o sinal tocar calmamente. Ele tocou. Nathan ainda não havia chegado.

Os alunos entraram em sala e cada um tomou seu rumo até sua cadeira. Somente então que Nathan chegou.

Ele foi até a cadeira de Regina e jogou sua mochila ali, logo em seguida se sentou, ela não deu uma única palavra. Ele também não, mas por baixo da mesa ele tocou sua mão e a apertou, era como um "Oi" secreto. Ela ficou vermelha.

Sarah entrou em sala e vendo Nathan ali foi direto até ele, intrigada com o que via, ali não era o lugar dele. Ao estar próxima se sentou em seu colo e entrelaçou as mãos ao redor do pescoço do mesmo.

- Por que está sentado aqui? Essa não é a nossa mesa! – perguntou cheia de manha na voz.

- Ordens do Sr. Davis, tenho que melhorar minhas notas, depois converso com você. – respondeu o loiro.

- Hmmm – gemeu a loira – Mas eu não quero ficar longe do meu benzinho.

A voz que ela fazia era irritante aos ouvidos de qualquer um.

- Eu também não quero ficar longe do meu amor, mas são ordens.

- Vai ser um horror pro meu benzinho sentar do lado dessa baranga todos os dias, ela vai te dar pesadelos à noite! – falou se referindo a Regina que ouvia tudo calada, mal sabia a loira que o que Regina dava a Nathan não era nenhum pesadelo.

- Não fala assim da garota, vai pro seu lugar, Sarah. – ele queria defender, mas não podia dar sinal de nada, Sarah era muito ciumenta e desconfiaria de qualquer coisa.

- Não vai nem me dar um beijinho antes da aula? – ela se insinuou manhosa enquanto sua aproximava da boca do loiro.

Ele a beijou para responder aos seus caprichos, Sarah o beijava cheia de volúpia enquanto de esquina de olho olhava para Regina, era como se tentasse marcar território ou dissesse com os olhos que não queria que a morena tocasse em seu homem, mas já era tarde para marcar um território que já havia sido marcado.

O professor Morris entrou na sala, atrasado como sempre, Sarah foi para o lugar dela vendo que o professor chegara.

Nathan olhou para trás e vendo a namorada distraída cochichou no ouvido da Miller:

- "Não liga pra ela, mais tarde você se vinga."

Ela se avermelhou um pouco mais.

- Bom dia alunos! – O Sr. Morris cumprimentou a turma, que respondeu em uníssono – A aula de hoje será um pouco diferente porque vamos lá para fora. Peço que não se separem de seus parceiros de mesa.

A turma gostou da noticia e feito uma fila dupla eles foram caminharam até o ginásio da escola sendo guiados pelo professor.

No ginásio haviam algumas bolas e cordas além de papeis e canetas espalhados por toda a quadra. O professor os dividiu os mantendo nas duplas das mesas para iniciar a aula.

- Na aula de física de hoje eu quero que vocês me mostrem o quanto são habilidosos, quero ver até onde vai a força de vocês, quero saber do que são feitos! – O Sr. Morris gritou com uma animação que beirava a ser engraçada, mas a turma parecia não entender, o que aquilo tinha a ver com física?

- Mas professor, o que isso tem a ver com a aula de física? – a pergunta escapou de um dos alunos.

- Nada, absolutamente nada, eu só quero testar vocês, saber até onde eu posso ir com cada um, ser professor é conhecer cada um, é ensinar mais do que matérias, ser professor é demonstrar valores. – ele respondeu.

A turma se animou com aquilo, o Sr. Morris era um professor diferente, dele poderia se esperar qualquer coisa, qualquer coisa mesmo!

- Vamos fazer assim, a dupla que fizer mais pontos hoje vai ganhar cinco pontos na minha matéria, é um bom incentivo para vocês? – todos responderam que sim – Então vamos começar!

Nathan sentiu que não ganharia aqueles pontos nem sonhando, Regina era fraca e tímida e pelo que via os testes que ele faria exigiriam força. Se sentiu prejudicado, mesmo que todas as duplas ali fossem em casais.

- O primeiro teste vai ser de chute a gol, vou dividi-los em duas equipes e os eliminando de um a um até que só sobre uma dupla!

- Aí não vale! – uma das alunas protestou – Quem vai ganhar da Tamara?

Tamara era a capitã do time feminino de futebol da escola, eleita a melhor jogadora de três campeonatos seguidos. De fato, vencê-la era um grande desafio.

- Eu garanto que você terá uma chance, mas se jogar de salto não vai ter nenhuma! – respondeu o professor.

A garota não gostou muito, mas Tamara estava satisfeita.

Com os grupos separados as garotas retiraram seus saltos agulhas, mesmo que odiassem estar com os pés no chão, queriam aqueles cinco pontos.

Já haviam começado e como era de se esperar as garotas estavam péssimas e eliminavam a cada rodada, só se ouviam reclamações de parceiros desgostosos e nada satisfeitos com a situação. Como já era previsível, Tamara chutava muito bem a gol e sabia comemorar com seu namorado que também era zagueiro da seleção masculina.

Até que chegou a vez de Nathan e Regina, ele foi primeiro e como jogava no time masculino se saiu muito bem com o goleiro reserva. Já Regina estava nervosa e trêmula, não sabia o que fazer e nem como agir, mas ele era compreensível e indo até ela cochichou em seu ouvido:

- "Eu acredito em você, sei que vai conseguir, você está me ajudando a recuperar minhas notas, conseguir esses cinco pontos é uma ótima oportunidade..."

Ela ficou confiante com aquilo, queria ajuda-lo e iria fazer isso mesmo que para isso tivesse que desmanchar a fachada de garota tímida. Ela parou de tremer, olhou para a garota no gol, examinou suas mãos, era destra, chutou no canto esquerdo... Gol! Ela estava incrédula, não imaginou que isso daria certo, finalmente ser nerd serviu para alguma coisa além dos exames e provas. Ele estava mais incrédulo ainda e por incrível que pareça o Sr. Morris estava ainda mais.

- Boa, Miller! – ele a parabenizou, queria beija-la, mas sabia que se fizesse isso seria o fim de seu casinho, com certeza.

Ela sorriu e baixou o olhar.

Continuaram e uma a uma as duplas iam sendo eliminadas até que sobrassem apenas duas, e para deixar o clima ainda mais tenso sobraram apenas Nathan e Regina, Tamara e seu namorado. Não havia duvidas em quem apostar, ninguém passava por Tamara, ninguém defendia um chute dela, a força daquela garota era de deixar qualquer homem no chinelo, quem dirá alguém feito Regina!

- Se quiser desistir eu entendo. – até Nathan estava sem esperança.

- Eu vou, não se preocupe comigo. – ela respondeu.

Ela foi para entre as traves, ficaria no gol e Tamara chutaria, ninguém acreditava em um resultado que não fosse Regina desmaiada depois de levar uma bolada daquelas. Tamara chutou com pouco força, achou que seria o suficiente. Mas o que parecia impossível aconteceu. Regina pegou a bola com as duas mãos e a segurou firme, mesmo que aquilo tenha doído muito ela conseguiu se manter de pé.

A capitã do time de futebol abriu a boca incrédula, é raro alguém segurar seu chute, tinha visto isso pouca vezes, nunca havia perdido um única pênalti na vida. Mas como era uma jogadora civilizada, foi até Regina e lhe estendeu a mão:

- Parabéns. – disse a loira. Mesmo hesitante Miller apertou a mão da mesma.

- Obrigada.

Nathan foi até ela e a abraçou e junto a ela rodopiou seu corpo alegre. Sarah viu a cena cheia de raiva e ciúme, não gostava que seu homem tocasse em outra garota, Ah! Ele se veria com ela no final da aula! Regina se mostrou ativa em tudo o que fizeram, o impressionou, não sabia que ela era boa em subir cordas e muito menos que tivesse uma mira tão boa.

Ela o surpreendia a cada segundo, que mulher era aquela? Era como se a tímida Regina Miller agora fosse outra pessoa que se divertia com os colegas e era elogiada por alguém além do professor, ela era tudo, menos a mesma.

No final de tudo como o esperado, eles ganharam o primeiro lugar com boa vantagem, logo atrás o casal que era favorito nisso tudo, Tamara Resting e Sean Nolan, que ganharam três pontos e em terceiro outro casal qualquer, amigos próximos de Nathan.

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