PONTO DE VISTA DA EMMA:
"Feliz aniversário, coisa linda! Seja bem-vinda ao clube!"
Eu conseguia ouvir a voz de Tiffany vindo da sala de estar. Em alguns instantes, a porta da frente se abriu para que minhas duas melhores amigas entrassem.
"Feliz aniversário, Emma!", Carrie aplaudiu segurando um pequeno cupcake Red Velvet com uma única vela em cima.
"Faça um pedido!", Tiffany murmurou para mim e eu obedeci.
Fechei os meus olhos e fiz meu pedido.
'Esta noite será a minha noite especial, ' pensei comigo mesma.
E então abri meus olhos e soprei a vela, vendo minhas duas melhores amigas aplaudirem e gritarem felizes.
"Vocês não estão falando um pouco alto demais? Ainda são só 10 da manhã", eu disse, enquanto cobria uma orelha com as mãos. Para meu alívio, meus pais já estão no trabalho, já que do contrário eles também reclamariam daquele barulho todo.
"E você não está mal vestida demais? São 10 horas da manhã! Nós precisamos ir, tem muita coisa para fazer antes de hoje à noite", Tiffany respondeu.
Ela estava certa. Tiffany se referia ao fato de dirigimos até Oxford para visitar meu namorado Zach em Emory hoje à noite, e eu ainda estava sentada no meu sofá vestindo meu pijama.
De presente de aniversário, eu disse aos meus pais que não queria uma festa e que preferia comprar um carro no lugar. Foi por isso que, ontem, meu pai trouxe para casa este lindo Ford Mustang conversível azul 2010 para ser meu presente de aniversário.
Diante do meu presente, ontem à noite minhas duas melhores amigas sugeriram uma viagem improvisada para que eu pudesse ver Zach. Zach acabou de ir para a faculdade e começou seu primeiro ano na Emory University. Mas nós dois já namorávamos há quase um ano e eu o amava demais.
A primeira vez que ficamos juntos foi quando eu estava no segundo ano e ele no último ano da escola. Zach tinha cabelos loiros e lindos olhos azuis, e se parecia muito com Patrick Schwarzenegger. E eu tinha uma queda forte por ele desde o primeiro ano do ensino médio. Eu nunca imaginei que ele pudesse notar alguém como eu, mas ele notou.
Nós acabamos nos conhecermos em uma festa na casa do namorado da minha amiga. Naquela ocasião, Tiffany estava namorando um atleta chamado Robb. E então ele nos chamou para uma festinha em sua casa. E acabou sendo uma super festa com barris de cerveja e licores fortes.
Naquela noite, Zach e eu começamos a conversar, e o resto era história. Ele se tornou meu primeiro amor, meu primeiro namorado e foi a primeira pessoa que beijei. Mas nós ainda não tínhamos percorrido todo o caminho. Ele até mesmo já me perguntou sobre isso algumas vezes, mas nunca senti que estava realmente pronta.
Mas desde que ele foi embora para a faculdade no início deste verão, já faz semanas que eu não o vejo e senti muito a falta dele. Sentia falta de seu sorriso, toque e beijos. Se antes eu achava que não estava pronta, agora me sentia totalmente pronta.
Acho que é realmente verdade o que dizem: a ausência aumenta a paixão que sentimos por alguém.
A orientação de calouro de Zach era no mesmo dia do meu aniversário, então ele não poderia dirigir para casa para me ver. Não que isso seja um problema, já que ganhei meu carro novo e minhas duas melhores amigas vão junto comigo para me apoiar.
"Sim, vamos e fique pronta, chop-chop", minha amiga disse, batendo palmas para tentar ganhar a minha atenção.
"Certo, certo, eu vou me trocar", pulei do sofá e fui até o meu quarto.
Eu já tinha escolhido a roupa perfeita para esta noite. Eu tenho este vestidinho preto com alças finas que abraçou minha silhueta completamente. Apesar de ser um pouco curto demais, o vestido delineava minhas curvas finas da melhor maneira possível. O decote era o suficiente, sem ser muito revelador mas ainda fazendo meus seios parecerem interessantes.
Ah, sim, eu me sinto extremamente sexy.
O queixo da Tiff e da Carrie caíram quando elas viram eu usando o vestido.
"Garota, você vai realmente transar esta noite", Tiff comentou, pegando minha escova de cabelo.
"Zach vai ficar louco", Carrie concordou.
Tiff me ajudou a arrumar o cabelo enquanto eu começava a me maquiar, e Carrie colocou um pouco de música animada para tocar e deixar todas nós empolgadas para a viagem.
"Espero que eu não esteja exagerando", comentei com as minhas amigas.
"Você está brincando? Você está muito linda", Tiff respondeu.
"Sim, não pense demais nisso", Carrie murmurou enquanto vasculhava meu armário, procurando por pares de sapatos.
"Estou tão nervosa para hoje à noite", admiti.
"A primeira vez das garotas é sempre muito estressante. Mas vocês se amam. Então, com certeza vai ser ótimo", Tiffany respondeu de forma tranquilizadora.
Minhas duas melhores amigas já haviam transado. A primeira vez da Tiff havia sido no ano passado, com Robb. Eles fizeram na parte de trás do jipe dele. Ela disse que no começo não havia gostado, mas as coisas começaram a melhorar com o tempo.
Já a primeira vez de Carrie aconteceu quando ela tinha quatorze anos. Foi com um garoto que ela havia conhecido no acampamento de verão. Durou uns bons trinta segundos, ela havia me dito. Nem é preciso dizer que também não foi algo ótimo. Mas agora Carrie está namorando Mark, o presidente do corpo escolar, e os dois parecem ter se dado muito bem.
Não posso negar que as histórias das minhas melhores amigas sobre suas primeiras vezes horríveis acabaram me deixando com medo de como seria a minha. E essa era a razão pela qual nunca passei da terceira base. Mas tudo estava prestes a mudar esta noite.
Hoje à noite, nós vamos até o fim.
Carrie encontrou os saltos perfeitos para mim usar, e eu estava pronta para ir. Meu cabelo comprido estava repleto de cachos perfeitos, e minha maquiagem estava impecável, combinando muito como a forma que me senti bem usando este vestido.
Pegamos alguns petiscos para a viagem e eu coloquei algumas coisas necessárias em uma mochila. Já era quase meio-dia quando carregamos tudo para o meu carro e começamos a viagem. A viagem até Emory durava três horas e queríamos parar no meu restaurante italiano favorito para almoçar, o Lombardi's. Fazendo o cálculo da viagem, devemos chegar até Emory pouco antes das 19h.
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Atlanta é uma cidade incrível e Emory é uma universidade incrível. Eu planejava me inscrever lá também, assim Zach e eu poderíamos estar mais próximos do que nunca. Era seis e meia da tarde quando chegamos até a área da faculdade. Minha bunda precisava descansar de tanto tempo sentada depois de dirigir por horas seguidas.
Eu falei com Zach e ele me disse que estava jantando com sua turma de calouros. Eu não disse a ele que estava vindo de carro até aqui, é claro. Tudo vai ser uma surpresa. Eu só conseguia imaginar a expressão em seu rosto quando ele me ver hoje à noite, vestida assim.
Meu plano era esperar até que Zach terminasse o jantar para surpreendê-lo em seu dormitório. Eu e minhas amigas tínhamos algum tempo para matar antes disso, então Tiff sugeriu que fossemos dar uma olhada no bar ali perto chamado Puzzles.
O Puzzles era um barzinho animado, cheio de universitários jogando pingue-pongue, dardos e sinuca e tinha até uma máquina de karaokê. Tiff, que atualmente estava solteira, começou a conversar com um universitário da área chamado Steve. Carrie, enquanto isso, conseguiu uma rodada de cerveja para nós com a carteira de identidade da irmã mais velha que ela pegou emprestada. A atmosfera ao meu redor estava no ápice, e eu não pude deixar de ficar animada. Carrie e eu começamos a dançar e depois de duas rodadas de cervejas, estávamos cantando no karaokê com um grupo de garotas da irmandade.
Dois copos de cerveja era muita coisa para mim. Foi quando senti uma vontade forte e repentina de fazer xixi. Tiff ainda conversava com aquele rapaz e Carrie estava ocupada conversando com as garotas da irmandade sobre como era a vida no campus, então fui para o banheiro sozinha.
Eu estava tentando andar normalmente ao máximo que conseguia, mas o álcool estava afetando minhas habilidades motoras. Até que um cara alto se virou e bloqueou meu caminho. Tentei contorná-lo com calma, mas tropecei e bati em seu peito com a cabeça.
"Ah! Me desculpe!", murmurei, me afastando.
"Tudo bem, a culpa é minha", o jovem respondeu.
Eu olhei para ele e notei como ele era alto. Eu tinha aproximadamente 163 cm de altura, e ele provavelmente era trinta centímetros mais alto do que eu.
"Uau, você é bem alto", me peguei comentando.
"Sim, eu entendo o que está dizendo", ele sorriu, e meu Deus, como aquele sorriso era lindo.
Seus cabelos e olhos tinham um tom de castanho escuro atraentes. Sua pele era bronzeada e seu braço direito era coberto por uma manga inteira de tatuagens. O garoto vestia uma camiseta preta lisa que delineava bem seu corpo esculpido.
"Você se parece muito com o Shawn Mendes, só que mais velho e mais gostoso", eu não fazia ideia de por que havia dito todas essas coisas em voz alta. Não era dessa forma que eu normalmente falava com pessoas desconhecidas. Então coloquei a culpa no álcool.
"Você é engraçada", ele sorriu para mim.
Deus, como aquele sorriso era sexy.
Ele estava conversando com uma garota loira que tinha lábios parecidos com os da Kylie Jenner. Mas ele a estava deixando esperando enquanto continuava a falar comigo. A garota estava começando a olhar para mim com o olhar feio de raiva.
Foi quando notei que não seria sensato continuar ali falando com ele. Só Deus sabia o que mais essa boca sem filtro algum era capaz de dizer. Então dei um passo em outra direção, para longe dele, mas o garoto foi rápido o bastante para me impedir. A garota atrás dele não parecia tão satisfeita ao ver a cena.
"Onde você está indo?", ele me perguntou.
"Estou indo fazer xixi", simplesmente respondi.
Ele riu de novo e me deixou passar.
Passei pelo rapaz e cheguei até o banheiro das meninas, me sentindo muito melhor depois de me aliviar. Eu verifiquei meu celular para ver se Zach já havia chegado em casa. Ele me disse que ainda estava fora e que voltaria para casa em cerca de uma hora.
Mais uma hora até que eu perdesse minha virgindade.
Arrumei meu cabelo e endireitei meu vestido no corpo. Achei que fosse uma boa ideia parar de beber e começar a ficar sóbria. Eu queria ter certeza que seria capaz de me lembrar de tudo sobre a minha primeira vez.
E qual era a melhor maneira de ficar sóbria de forma rápida? Claro, dançando.
Assim que saí do banheiro feminino, fui direto para a pista de dança. Uma banda tocava rock animado e uma multidão de pessoas pulava ao som que eles estavam fazendo. Eu me juntei com aquelas pessoas e comecei a me soltar.
Os corpos se moviam rápido, as pessoas gritavam e a música era alta e emocionante. Levantei minhas mãos, animada, e meu corpo se movimentou junto com a batida. Eu estava me sentindo incrível até sentir um corpo forte e duro pressionado atrás de mim.
Eu me virei e lá estava ele: o cara de alguns minutos atrás.
"Ei, garota engraçada", ele me disse.
"Esse não é o meu nome", respondi para ele.
"Então qual é o seu nome?"
"Emma."
"Prazer em te conhecer, Emma."
O cara me deu a mão e educamente, a apertei. Quando eu estava prestes a me afastar dele, o jovem apertou sua mão na minha e me puxou para mais perto, girando meu corpo enquanto eu me aproximava como se fosse um movimento de dança.
Aquilo tinha sido muito legal.
"Você quer dançar?", ele me perguntou.
"Já não estamos dançando?", eu respondi.
Uau, quem eu sou? O álcool está me fazendo dizer algumas coisas muito doidas.
Sorrindo, o cara pareceu gostar da minha resposta. Ele acabou com a distância entre nós colocando seu corpo mais próximo do meu e começou a se mover com a batida.
Havia alguma coisa diferente na forma como ele se movia. Ele sabia exatamente como deveria mexer seu corpo. Eram movimentos suaves, mas sólidos. Eu não conseguia tirar os olhos dele.
"Você vai dançar ou só me encarar?", ele me pegou no flagra.
Eu fiquei envergonhada, então rapidamente me virei de costas para que ele não pudesse ver meu rosto. Minhas costas estavam pressionadas contra as costas do rapaz e eu conseguia sentir cada movimento seu. Seus movimentos me fizeram querer dançar junto.
Meu corpo balançou de um lado para o outro ao ritmo da música. O garoto colocou as mãos em meus quadris, mantendo nossos corpos conectados. Eu balancei meus quadris de forma leve e arqueei minhas costas para que a parte de trás da minha cabeça ficasse em seu peito. Ele gostou do que eu estava fazendo, e notei seu corpo ficando tenso e me envolvendo ainda mais.
Enquanto meus quadris se movimentavam, minha bunda passava na área da virilha dele, muito levemente. Seu aperto em meus quadris ficou mais forte em resposta.
"Hm, então você é do tipo que gosta de provocar, hein?", ele sussurrou em meus ouvidos.
Ele estava tão perto de mim que eu conseguia sentir seu cheiro masculino. E era celestial. Eu não respondi nada e apenas deixei meus olhos rolarem para trás, curtindo totalmente o momento.
Suas mãos começaram a deslizar nas curvas do meu corpo enquanto eu continuava a provocá-lo. Até que, repentinamente, ele colocou uma mão sobre minha barriga e me segurou no lugar. E então, me puxou de volta para que eu ficasse pressionada contra seu corpo e não pudesse me mexer. Sua outra mão encontrou meu queixo e inclinou levemente meu rosto para o lado.
Eu olhei para o rosto dele, e vi seus olhos encarando sombriamente os meus. Eu respirei fundo quando fui pega de surpresa por uma visão como essa. Ele era tão... bonito. Ele abaixou sua mandíbula esculpida até meus ombros e eu pude sentir sua respiração soprando direto em minhas bochechas.
Naquele momento eu tinha certeza de que meu coração havia parado de bater completamente. Eu nunca havia sentido nada como isso antes. Nós estávamos tão perto um do outro. A apenas alguns centímetros de distância. Até que eu vi os lábios do garoto se separando ligeiramente ao tocar meu nariz. O pequeno contato fez com que meu estômago formigasse e meu coração disparasse.
Seria tão delicioso beijar esse rapaz...
- - - - Continua. - - - -
PONTO DE VISTA DA EMMA:
"Não!", gritei, afastando-me rapidamente.
Isso foi muito perto!
Repentinamente percebi que eu estava prestes a beijar um estranho aleatório dentro de um bar. Mas que porcaria eu estava pensando? Eu não deveria estar fazendo nada disso! Eu precisava encontrar Zach!
Eu sabia que aquele segundo copo de cerveja seria uma péssima ideia.
Enquanto isso, o rapaz olhava para mim, perplexo e confuso. Ele também ainda tentava recuperar o fôlego por causa da dança. O olhar em seus olhos não me deu certeza se ele estava com raiva ou desapontado. Ou as duas coisas.
"Me desculpe. Eu preciso ir", murmurei, me virando o mais rápido que pude.
"Ei", eu pude ouvi-lo chamando atrás de mim várias vezes, mas eu não queria voltar para onde ele estava.
Vi Tiff beijando o garoto chamado Steve e eu não ia atrapalhá-la, então a deixei sozinha. Carrie ainda conversava com as garotas da irmandade, então eu a puxei para o lado e contei meu plano.
"Carrie, ei."
"Ei, Em, onde você estava?"
"Eu estava dançando... mas eu já estou indo, tudo bem? Vou esperar no quarto de Zach. Ele disse que estará em casa daqui a pouco", tive que gritar para ela escutar, já que a música estava alta demais.
"Tudo bem! Não se preocupe com a gente. Vamos pegar um Uber e ficar em um motel na beira da estrada. Eu vou ficar de olho nela", Carrie se referia a Tiff.
"Tudo bem, vejo vocês de manhã", eu a abracei antes de ir.
"Divirta-se! E se cuida!", escutei minha amiga gritando acima da música enquanto eu me afastava.
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O dormitório da faculdade era grande, formando um prédio misto nos arredores do campus de Emory. Hoje à noite, os quartos estavam cheios de calouros da faculdade bêbados, recém-chegados da noite de orientação. Depois de recusar o cara que me parou na porta da frente, fiz meu caminho para dentro do prédio.
As pessoas simplesmente achavam que eu era uma estudante, então não tive problema algum para entrar. Meu coração começou a bater forte de excitação enquanto eu subia as escadas para o segundo andar. Meus olhos correram pelo longo corredor em busca do quarto número 223, o quarto de Zach. Meu coração batia mais forte cada vez mais rápido, à medida que os números se aproximavam.
220... 221... 222...
"223", sussurrei baixinho, parada na frente da porta do quarto do meu namorado.
Eu esperava que seu colega de quarto não estivesse lá dentro nesta noite. Zach deve chegar em breve, então pensei em apenas sentar-me em sua cama e esperar por ele em silêncio.
Minha mão alcançou a maçaneta e notei que a porta não estava trancada. Eu puxei a maçaneta feliz e empurrei a porta aberta com cautela. Mas assim que vi a cena lá dentro, meu sorriso caiu no chão. Eu não estava preparada para ver o que estava acontecendo bem diante dos meus olhos. Eu nunca poderia estar.
Zach estava deitado em sua cama, totalmente despido. Na frente dele estava uma garota, também sem roupas. Ela estava sentada em cima dele na cama, então eu só consegui ver seu cabelo e suas costas nuas. Eles estavam transando, e a garota o tempo todo gemia o nome de Zach em voz alta. Uma das mãos do meu namorado segurava a bunda nua da garota com força enquanto ela saltava em cima dele. Zach então agarrou seu seio nu, amassando-a enquanto gemia alto.
Meu queixo caiu e eu não conseguia fechar meus olhos para não assistir à cena, não importa o quanto eu quisesse fechá-los. A imagem ficaria para sempre gravada em minha memória. Até que, de repente, o ar escapou dos meus pulmões e eu não conseguia mais respirar.
"Espere... Emma?!", Com o canto dos olhos, Zach finalmente me viu parada em sua porta.
Ele empurrou a garota para o lado rapidamente, fazendo-a gritar: "Ai!"
Zach lutou para alcançar suas calças no chão e cambaleou em minha direção. A garota se virou para me ver, mas não parecia nada surpresa. Ela simplesmente puxou o cobertor para cobrir o peito nu. E depois de me olhar por um tempo, soltou um sorriso feio e diabólico para mim.
"Emma? O que você está fazendo aqui", Zach disse, recuperando o fôlego.
Ele ainda estava ofegante e com o corpo suado, cheirando um sexo horrível. Eu odiei aquele cheiro. Eu queria poder vomitar minhas tripas.
"Como você pôde...?", minha voz falhou. Meus olhos começaram a marejar de lágrimas.
"Eu posso explicar...", ele gaguejou, saindo do quarto e fechando a porta atrás de nós.
"Bem, então explique", exigi.
"Aquilo não foi nada, tudo bem? Jenna e eu... é apenas físico", ele começou a falar, mas eu não queria ouvir o que ele tinha para me dizer.
Minha mão voou instintivamente até o seu rosto para impedi-lo de falar mais alguma coisa, bofeteando sua bochecha com força. Ele pareceu surpreso com aquele ato, que também me deixou chocada, eu nunca havia sido tão violenta. Os olhos de Zach se transformaram lentamente de choque em raiva.
"O que eu deveria ter feito, Emma? Você não queria transar comigo!", ele rugiu.
"Eu não estava pronta para isso, Zach. Você disse que estava tudo bem em esperar", eu o lembrei.
"Já faz um ano que tenho esperado. Quanto mais tempo eu deveria esperar?"
"Então, em vez de me dizer isso na minha cara como um adulto maduro, você me apunhalou pelas minhas costas e fez isso?"
Eu sabia que tinha atingido uma corda. Zach ficou quieto. Ele não tinha boas desculpas para me dar.
"Quanto tempo?", perguntei, me engasgando com as lágrimas que começaram a cair pelo meu rosto.
"Durante todo o verão...", ele admitiu.
Durante todo o verão? Então essa nem era a primeira vez...
Dei um passo para trás, trêmula, e enxuguei as lágrimas do meu rosto. Ele tentou se aproximar de mim, mas com minha mão, eu o parei.
"Não se atreva a me tocar", avisei.
"Emma, querida. Eu ainda te amo, mesmo depois disso, eu amo. Com ela é só sexo, você entende? Mas com você, eu..."
"Pare! Pare já com isso!"
Se ele pensava que estava melhorando a situação ao dizer todas essas coisas, Zach estava muito enganado.
"Emma, eu te amo", ele disse mais uma vez.
Ele tentou me alcançar de novo, mas eu o empurrei com força. Ele cambaleou para trás, quase caindo.
"Vá se foder!", eu cuspi na cara dele, antes de me virar e ir embora.
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Eu corri para fora do campus o mais rápido que pude.
Tudo que eu podia sentir era a dor cortante em meu coração enquanto eu acelerava em meu carro. Zach tentou me ligar diversas e várias vezes seguidas, mas ao invés de atendê-lo, bloqueei seu número. Eu nunca mais queria ouvir sua voz ou ver seu rosto de novo em minha frente. Nunca mais.
Liguei para Tiff e Carrie para saber onde elas estavam, mas nenhuma atendeu. Decidi voltar para o bar, já que talvez elas ainda pudessem estar por lá. Vasculhei novamente todos os cantos e o grupo de meninas, mas minhas amigas não estavam em lugar nenhum.
"Ei, em que merda de lugar vocês estão? Uma coisa ruim aconteceu. Por favor, me liguem de volta", disse para meu celular, deixando uma mensagem em ambos os telefones.
Fui em direção ao bar sem rumo e me sentei em um dos banquinhos. Eu estava cansada. Eu estava sofrendo e sozinha. Todas as vezes em que fechava os olhos, a imagem de Zach com aquela garota surgia na minha cabeça. Eu queria apenas arrancar meu cérebro para fora do meu crânio.
Aquele havia sido um longo dia e eu só queria que ele acabasse.
"Parece que você precisa de uma bebida", uma voz familiar de repente falou comigo.
Virei para o lado e vi o rapaz de novo, o cara lindo que dançou comigo algumas horas antes. Ele estava encostado casualmente no canto do bar. Eu não estava com vontade de falar nem com ele, nem com ninguém, então o ignorei e virei meu rosto para a frente.
"Noite difícil?", ele falou de novo.
Eu não respondi, esperando que ele entendesse a dica e fosse embora. Mas não foi isso o que ele fez. Ao invés de ir embora, ele acenou para o barman vir até nós.
"Um gim com tônica, por favor, para a senhorita", ele disse, colocando o dinheiro no balcão. O barman acenou com a cabeça e começou a preparar o drink.
"Isso pode ajudar", ele me disse simplesmente.
Ele não parecia estar esperando por uma resposta. Até que ele me deu um último sorriso e se virou para ir embora. Achei que eu me sentiria aliviada por ele estar indo embora. Mas, por um motivo estranho, eu senti que não queria que ele fosse.
O barman colocou um copo alto em minha frente, cheio de gelo e com um líquido transparente dentro, misturado com algumas fatias de limão. Eu não sei dizer o que deu em mim, mas de repente senti a necessidade de falar.
"Ei, espere", gritei para o cara.
Ele parou de andar e se virou em minha direção, esperando que eu continuasse.
Peguei a bebida e engoli tudo de uma só vez. O álcool queimou minha garganta, mas não me importei com a sensação. A queimadura era melhor do que aquilo que eu sentia no peito. Ele olhou para mim com os olhos bem abertos, me vendo bater o copo vazio de volta no bar.
"Você quer sair daqui?", perguntei.
"Para onde?", o rapaz questinou.
"Com você? Para qualquer lugar."
Meu coração estava em pedaços e minha mente estava entorpecida. Tudo o que eu tinha agora era meu corpo e a queimação que eu sentia dentro do meu peito.
Aproximei-me do jovem enquanto ele se mantinha firme. E parei apenas quando estava a um braço de distância dele. Eu olhei para ele e ele olhou de volta para mim. Ele estudava meu rosto enquanto eu mordia meu lábio inferior, e então inclinei minha cabeça para o lado, esperando por uma resposta.
Um momento de silêncio pairou entre nós dois. Até que um sorriso selvagem se curvou enquanto ele avançava até mim e suas mãos alcançavam meu rosto. Ele ergueu meu queixo, se abaixando, e seus lábios pousaram rudemente nos meus.
O impacto aumentou o fogo dentro do meu peito. Entrelacei meus braços em volta do seu pescoço e o puxei para mais perto de mim. Ele me beijou com mais e mais urgência enquanto sua mão grandalhona agarrava meu pescoço, e eu o beijei de volta. Seu perfume masculino delicioso envolveu meu nariz e me fez sentir-se mais intoxicada.
Seus lábios devoraram minha boca e ele tinha gosto de álcool e menta. Seu beijo era absolutamente muito bom, e ele sabia exatamente o quanto dar para mim querer mais. Minha respiração parou quando senti sua língua passando levemente em meus lábios, procurando uma passagem. Eu obedeci e abri minha boca levemente. Ele aproveitou a chance que dei e sua língua penetrou para dentro da minha boca. Nossas línguas se encontraram e começaram a dançar apaixonadamente, fazendo-me choramingar diante daquele ato.
Eu agarrei sua camisa com mais força sentindo suas mãos viajaram pelas minhas costas e pararam na altura da minha bunda. Ele agarrou minha bunda com tanta força, empurrando-me brutamente contra sua calça. Ele gemeu baixinho enquanto acariciava sua endurecida área de virilha com minha coxa.
Atire! Eu podia me sentir ficando extremamente molhada.
E de repente, ele se afastou e interrompeu o beijo. Meus olhos se abriram, chocados, enquanto eu ofegava sem fôlego. Ele cerrou os dentes com seus profundos olhos castanhos perfurando os meus. Ele se inclinou levemente para frente em direção à minha orelha e esquerda, e quando sua boca a tocou, ele sussurrou com voz rouca.
"Venha comigo."
- - - Continua - - -
PONTO DE VISTA DA EMMA:
Eu balancei a cabeça por instinto.
O rapaz sorriu brilhantemente com a minha resposta. Sem me dar sequer a chance de mudar de ideia, ele puxou minha mão com força até que estávamos saindo pela porta dos fundos.
"Merda", ele de repente sibilou.
"O que houve?", perguntei quando entramos em um beco escuro.
"Eu não consigo mais esperar", ele me disse entre as respirações.
E então, estreitou os olhos para mim como um falcão que perseguia sua presa. Eu não disse nada, não consegui. Eu ainda lutava para desacelerar minha respiração e recuperar meu fôlego.
Ele se aproximou de mim e comecei a dar pequenos passos para trás até que me choquei de volta contra a parede. Ele agarrou minhas duas mãos e as colocou em cima da minha cabeça para me prender contra o tijolo vermelho. Em seguida, me fitou com aqueles olhos escuros sedutores e disse: "Eu preciso ter você agora."
Eu engoli a seco ao som dessas palavras. Minha cabeça começou a girar imediatamente Perdi totalmente os sentidos e não conseguia mais saber qual era a esquerda e qual era a direita. Tudo que eu sabia era que meu corpo estava esquentando e que uma sensação de aperto na parte inferior do estômago fazia algo doer para ser liberado.
"Certo", eu finalmente respirei.
Ele não perdeu nenhum segundo sequer. Ele se aproximou e seus lábios pousaram nos meus mais uma vez. E então me beijou de forma possessiva e apaixonada. Ninguém nunca havia me beijado assim como ele antes, nem mesmo Zach. Então eu o beijei desenfreadamente de volta, mordendo seu lábio inferior levemente e fazendo-o rosnar.
Ele soltou minhas mãos sem interromper o beijo e agarrou as minhas duas pernas, enrolando-as em sua cintura uma por uma. E então ele me apoiou para que todo o meu peso ficasse sobre ele. Era possível notar um poder extremo em cada movimento que ele fazia. Minhas mãos se curvaram para alcançar seus ombros à medida que eu sentia seu corpo forte e duro sob o tecido fino da sua camiseta.
Sua mão viajou desde a minha coxa até a bainha do meu vestido preto. Ele deslizou seu polegar por baixo do tecido e sua mão subia cada vez mais. A sensação de seus dedos tocando minha pele exposta me incendiou. Seu polegar então parou de se mexer quando alcançou a beirada da minha calcinha. Meu coração desistiu completamente de bater assim que senti seus dedos acariciando minha área molhada por cima do tecido. Soltei um gemido lento de forma completamente involuntária.
"Menininha, você está tão molhada", ele murmurou.
Menininha...? De alguma forma, suas palavras me deixaram ainda mais molhada.
Seus lábios foram da minha orelha e desceram pela minha bochecha até pousarem em meu pescoço. Até que ele plantou beijos suaves e molhados na curva do meu pescoço e minha cabeça rolou para trás enquanto eu delirava, dando a ele mais pele para beijar.
Essa era uma sensação que eu nunca havia sentido antes. Senti seu corpo quente contra o meu peito palpitante. Seus beijos enviaram arrepios por toda a minha espinha. E antes que eu pudesse processar tudo o que ele estava fazendo comigo, ele enfiou um dedo na minha calcinha, me fazendo perder o ar.
Seu dedo começou a acariciar meu clitóris e comecei a gemer com seu toque. Minhas costas arquearam, me deixando mais exposta a ele. Todo o tempo enquanto fazia isso, ele não tinha parado de beijar e chupar meu pescoço. Eu estava gemendo palavras impossíveis de decifrar neste momento.
"Tudo bem por aí?", Ele riu baixinho, achando graça das minhas reações.
"Hmmm... apenas continue", eu murmurei.
"Sim, senhora."
Dizendo isso, ele empurrou seu dedo profundamente dentro de mim de modo que eu quase não conseguia respirar. Seu polegar acariciou meu clitóris ao mesmo tempo em que o outro dedo circulava minha abertura, puxando para fora e empurrando para dentro muito lentamente. A sensação era muito boa.
Zach já havia tentado me tocar assim antes. Parecia estranho e esquisito. Eu não gostei, então decidimos parar.
Mas isso era completamente diferente. O cara sabia exatamente o que estava fazendo e como controlar meu corpo. Em segundos, ele deslizou outro dedo para dentro e eu estava perdendo minha visão totalmente. Ele começou a empurrar em mim com seus dois dedos, me fazendo sentir uma dor agridoce.
"Porra, você é tão apertada", ele disse com os dentes cerrados.
Eu não fazia ideia do que ele queria dizer com isso. Isso não era para ser uma coisa boa?
Meu corpo começou a ficar tenso e ele sentiu. Ele começou a mover os dedos de forma mais lenta e suave.
"Relaxe, menininha", ele ordenou.
Meu corpo obedeceu de imediato. Então seus dois dedos começaram a fazer movimento de tesoura, separando meu hímen ligeiramente a cada vez. O tempo todo, seu polegar trabalhava no meu clitóris agora inchado.
Que tipo de magica é essa?
"Ahh", eu não consegui segurar o gemido enquanto minhas unhas cravavam mais profundamente em seus ombros.
"Você não tem uma boa foda já faz algum tempo, hein?", ele perguntou e preferi não responder.
As coisas estavam indo tão bem que eu não queria estragar as coisas dizendo que ainda era virgem. Eu nunca havia sentido nada assim antes e não queria que isso acabasse nunca. O aperto no meu estômago começou a ficar mais e mais intenso com cada um de seus golpes.
Ele sabia do que estava causando em mim e começou a mover os dedos com mais velocidade dessa vez. E quando eu pensei que não poderia ficar melhor, algo explodiu dentro de mim e meu corpo convulsionou em estado de choque.
Soltei um gemido alto e sem fôlego quando meu núcleo se apertou em torno de seus dedos e gozei em toda a sua mão. Toda a tensão que havia se acumulado em mim se evaporou no ar. Minha visão ficou escura e eu não senti nada além de uma tranquilidade quente e suave.
"Porra", ele sibilou enquanto puxava os dedos. E continuou: "Você é linda pra caralho."
Eu ainda estava me recuperando do que senti momentos antes. Eu nem percebi que suas duas mãos agora seguravam minha bunda, e suas unhas cravavam na minha pele. E então escutei o som de tecido se rasgando e senti o ar frio contra as minhas nádegas. Ele havia rasgado minha calcinha com as mãos e o pedaço de tecido rasgado caiu graciosamente no chão.
Eu estava completamente exposta. O ar frio picou minha pele nua e eu estremeci com a sensação. Sua mão então alcançou o bolso de trás da sua calça, revelando um pacote de ouro brilhante.
"Abra", ele mandou.
Peguei o pacote laminado da mão dele e abri lentamente. Sua mão livre agora alcançou seu cinto e os desafivelou. Foi algo difícil de fazer, já que eu ainda estava enrolada em sua cintura, então descruzei minhas pernas e fiquei de pé.
Eu me senti tonta quando que meus pés tocaram o chão, como se meus joelhos estivessem fracos demais e não conseguissem ficar de pé sozinhos. Fiquei feliz em ter a parede atrás de mim para poder me escorar. Quando terminei de abrir o pacote dourado, olhei para baixo e vi que sua grande ereção exposta.
Puta merda.
Apesar de estar no escuro e não conseguir ver com muita precisão, vi que era grande. Eu pude ver um bom tanto.
Ele pegou a camisinha da minha mão e colocou em sua masculinidade ereta. Eu engoli a seco vendo-o fazer isso. E então, fiquei morrendo de medo.
Ele percebeu, e então se virou para mim e disse: "Vai ser bom. Eu prometo."
Ele acabou com a distância entre nós novamente e eu não disse uma palavra sequer. Eu me encostei na parede, pensando que de alguma forma ela pudesse me proteger. Ele então agarrou minha coxa esquerda e a levantou alto e aberta enquanto sorria lindamente. Eu estava totalmente exposta a ele outra vez.
Ele entrelaçou apenas uma coxa minha em volta da sua cintura à medida que seus lábios voltaram a atacar meu pescoço. Eu engasguei apreciando seus lábios mornos em minha pele e minhas mãos alcançaram seu cabelo escuro e sedutor, correndo meus dedos fio a fio.
"Você quer?", sua voz rouca perguntou e eu senti seu comprimento duro em mim, roçando contra minha área molhada e nua.
Eu queria sentir aquela coisa de novo. Queria me sentir cheia como quando seus dedos estavam dentro de mim. Sem vergonha alguma, arqueei minha costas e me aproximei dele.
"Me responda", ele exigiu.
Ele estava demorando para continuar enquanto me provocava e me torturava de propósito. Eu me contorcia, tentando violentamente alcançá-lo. Ele então deixou sua ponta entrar em mim, mas apenas um pouco, e depois se afastou. Comecei a me contorcer, agoniada.
"Por favor", implorei.
Ele não disse nada em resposta, e apenas sorriu. Eu estava ficando muito impaciente com sua demora. Comecei a me empurrar para frente para tentar encontrá-lo. Eu estava tão molhada que praticamente estava pingando.
"Pare!", ele rosnou de repente e eu parei de me mexer imediatamente.
"Por favor, eu quero agora", implorei novamente.
"Você ainda não chegou lá. Vai machucar você."
O que isso queria dizer?
"Eu não me importo, só faça."
Ele me encarou intensamente com seus olhos escuros e hipnotizantes. Por alguns minutos seguidos, ele não disse nada. Apenas ficou ali, pensando. O que ele poderia estar pensando nesse exato momento?
"Apenas me foda", eu disse de novo, fazendo-o piscar em estado de choque.
Mas assim que a palavra saiu da minha boca, os lábios do jovem me envolveram mais uma vez. Eu o beijei de volta fortemente e de forma vívida. Suas unhas cravaram profundamente em minha pele enquanto eu praticamente puxava seu cabelo.
Então, sem avisar, ele se empurrou para dentro de mim tudo de uma vez. Isso foi a coisa mais dolorosa que meu corpo já suportou.
"Ah!", deixei um grito escapar, mas ele o pegou com seu beijo.
Ele parou por um instante para que meu corpo conseguisse ver seu tamanho real, então ele puxou lentamente para fora e se bateu dentro de mim novamente. Ele fez isso diversas vezes seguidas, até que não houvesse nenhum som vindo dos meus gritos.
Era dor e prazer, tudo junto. Eu não poderia ter um sem o outro.
Não me sentia tão tensa como antes e estava me acostumando com a dor seguida de prazer. Ele então pegou ritmo e começou a empurrar mais fundo e mais forte para dentro de mim. Eu estava imprensada entre a parede e seu corpo duro feito rocha. Suas estocadas faziam meu corpo escorregar contra a parede, e meu pé que ainda estava no chão estava praticamente flutuando agora.
"Menininha, você é boa pra caralho."
Nossos olhos se fixaram um no outro enquanto seu olhar escuro perfurava profundamente o meu. Isso estava ficando demais. Senti algo crescer dentro de mim, pronto para ser liberado. Ele respondeu a essa sensação entrando e saindo de mim ainda mais. O som de seu corpo se chocando contra o meu encheu o ar. Sua respiração estava pesada e áspera em cima de mim.
Até que não consegui me segurar mais. Eu joguei minha cabeça para trás e me apertei em torno dele, com força.
"Merda", ele rosnou.
Eu gozei de forma excessiva. Senti um líquido quente escorria de dentro mim, e isso não o perturbou. Isso só fez seu pênis pulsar de maneira ainda mais forte. Ele continuou batendo em mim, muito rápido e forte.
"Porra", ele deixou escapar com os dentes cerrados.
Em todo o tempo, suas mãos se enrolaram nas polpas da minha bunda quase violentamente, fazendo-me contorcer mais e mais. Mas isso também acendeu um fogo intenso dentro de mim. Eu senti aquela sensação de novo, o acúmulo correndo em minhas veias. Empurrei minhas pernas mais apertadas em torno da cintura dele, sinalizando o quanto eu queria o que ele poderia me dar.
Ele gemeu baixinho em resposta a isso, mas eu podia dizer que ele gostou. Se antes ele estava sendo rude, agora ele era quase bárbaro. Suas estocadas eram agressivas e brutas, e minhas pernas suaves apertaram em torno de sua espessura como resposta. Meu corpo estava sob tanta dor e prazer que tive que fechar os olhos porque era demais para eu conseguir aguentar.
"Ah", eu gemia palavras sem sentido quando seus lábios atacavam meu pescoço, sugando duramente aquele ponto doce.
Isso fez que nós dois gozássemos quase ao mesmo tempo. Eu me apertei com tanta força em torno dele que seu pau grosso pulsou forte em resposta. Ele estocou uma última vez enquanto ainda gozava. Ele ainda ficou dentro de mim por alguns segundos enquanto soltava um suspiro de alívio profundo. Quando ele finalmente se afastou do meu corpo, soltou o sorriso mais largo e sexy que eu já tinha visto em toda minha vida, sentindo-se completamente satisfeito.
- - - Continua. - - -