GERALDO AVILAR
_ me dá tu irmã pra tu ver o que eu faço com ela, otário!
Falo puto jogando a saca de ração em cima do ombro, bando de pau no cu do caralho. Tudo isso só porque vai ter uma festa la na casa do caralho e eu não quero ir, to sossegado.
_ quem te viu quem te vê!
Alguém grita enquanto me afasto. O fato é que tem quase uns vinte dias que não saio a noite, a verdade é que estou me sentindo cansado, é apenas por esse motivo.
Depois de passar mais de uma hora descarregando sacas e mais sacas de rações que foram todas conferidas por Galvão estou exausto, o suor escorrendo por meu pescoço e peitoral, meus braços estão brilhando de suor o que ressaltam ainda mais minhas veias fortemente dilatadas.
Saio de deposito e vejo o Mathias lavando algumas vasilhas e recipientes usados para alimentar os porcos, ele está usando uma mangueira e aproveito para me refrescar!
_ aqui!
Falo chamando sua atenção e Mathias entende o que eu quero e começa a jogar água em mim.
_ me dá que eu faço isso!
Pelo a mangueira da sua mão e eu mesmo me molho, o calor é escaldante e esse banho restaurador, não me molhei por inteiro, evitei de molhar a calça jeans surrada que uso pois trabalhar de cueca molhada é uma droga, estou sem camisa e logo vou está seco.
Devolvo a mangueira para o Mathias e vejo duas mulheres me olhando paralisadas, as duas estão me olhando com um olhar que diz: me fode gostoso! conheço bem cara de mulher quando quer dá, uma delas eu conheço e já carimbei com o selo do Geraldo de garantia, é a veterinária da fazenda, como é o nome dela mesmo: Rosana, Suzana, Ana? não me lembro bem, sou péssimo com nomes, a outra me chama atenção porque nunca vi antes, dou uma piscada de olho me aproximando.
_ Boa tarde garotas!
Falo olhando para as duas, mas fixando meu olhar na desconhecida que por sinal é muito gostosa.
_ Boa tarde Geraldo.
_ como tem passado Rosana?
_ Rosana? meu nome é Rebeca!
Ela fala cheia de raiva, mulheres sempre dramáticas se prendendo a detalhes.
_ essa é uma colega de profissão, Katia, vou precisar viajar, então vim mostrar a ela a fazenda, pois a Katia ficara no meu lugar quando eu não estiver.
_ hum Katia, sou o Geraldo!
Estendo a mão e a tal de Katia a segura, levo sua mão a boca a beijando, Katia praticamente se derrete toda.
_ prazer em conhece-lo Geraldo!
_ O prazer é todo meu pode apostar!
Falo lhe presenteando com um sorrisinho de canto de boca, essa ta no papo e pronta para ser carimbada! Penso criando mil e uma expectativas na minha cabeça.
_ O seu irmão Galvão está no escritório?
Rosana pergunta.
_ está sim.
_ vamos Katia, preciso mostrar umas documentações a ele e acerta algumas coisas.
_ é se você não me importar eu prefiro ficar aqui com o Geraldo, na verdade se ele estiver livre poderia me mostrar um pouco da fazenda, claro se não for incomodar.
Essa eu nem precisei gastar minha lábia, penso a vendo olhar descaradamente para meu peitoral desnudo, eu estou cheio de serviços para fazer e o certo era dizer que estou atarefado, mas não dispenso uma boceta fácil e quando abro a boca:
_ vou te mostrar a fazenda com muito gosto!
Rosana não parece muito satisfeita quando se vai deixando a Katia comigo.
_ você é tão forte, tão grande, bronzeado esses cabelos grandes...
Katia fala não mais escondendo seu interesse em mim, adoro ser desejado, esse olhar de cobiça que as mulheres me lançam ativa meu lado mais cachorro.
_ vem comigo gostosa!
_ onde você vai me levar? vai me mostrar a fazenda?
_ não, vou te mostrar algo gigante como você nunca viu antes, vou te levar ao céu bebê!
Digo no modo cafajeste completamente ativado.
_ mama gostosa, mama a pica gigante do Geraldo!
Falo enquanto atolo metade do minha rola na sua boca a vendo se engasgar!
Trouxe a garota que já esquecei o nome para a casinha onde guardamos alguns materiais e estou atolando na sua boca para depois atolar na sua boceta e se bobear meto no seu cu.
_ assim, engole mais!
Seguro sua cabeça empurrando até minha pélvis tocar sua boca, a fazendo engolir tudo, a garota baba toda minha rola.
Saio da sua boca pronto para uma foda gotosa, procuro minha calça e procuro minha carteira e pego uma camisinha de dentro, encapo meu pau.
_ aqui gostosa!
Chamo a garota a beijando e em seguida a coloco sentada de pernas abertas na mesa velha de madeira que temos aqui.
_ assim, que bocetinha gostosa...
Falo segurando meu pau pela base e esfregando na sua boceta dando leves batidas.
_ ah Geraldo que pauzão, que gostoso, me come cowboy!
A garota fala e eu meto tudo entrando até as bolas.
_ ahhh!
Gememos juntos, meto gostoso na garota, a beijando, apertando seu corpo, aperto sua bunda e levo meu dedo até seu cuzinho e meto ali enquanto fodo sua boceta.
_ Já deu esse cuzinho?
Pergunto deslizando meu dedo por seu canal.
_ uma vez só...
Quase sorriu com o que escuto, todas as mulheres dizem isso, mas quando falam isso a verdade e que já deu de perder as contas.
_ vou meter minha rola bem aqui, vai ser gostoso!
_ Minhas pregas...
_ todas vão ficar no lugar!
Digo sem ter muita certeza, saio de dentro de sua boceta e a curvo por sobre a mesa, por falta de lubrificante uso lubrificante natural, cuspo no seu buraco antes de me enterrar nele.
_ AHHHHH!
_ Geme baixo!
Mando não querendo que ninguém saiba o que estamos fazendo.
A garota geme enlouquecida enquanto eu arregaço seu cu, meu dedo vai no seu grelinho e ela goza tão gostoso dando um berro tão alto que toda a fazenda escutou.
_ geme baixo porra!
Falo pois não quero ouvir piadinhas depois, tiro a camisinha e garota está deitada, largada como se estivesse desmaiada, com o rosto de lado apoiado na mesa.
_ vou gozar no seu rosto!
Falo me punhetando e gozo na bochecha da garota, meu gozo escorre até sua boca e por fim mela a mesa fazendo uma poça de porra.
Já vestidos e saímos da sala.
_ A sala do Galvão fica ali, sua amiga deve está lá dentro!
Falo e nesse momento a porta do escritório se abre e a veterinária sai com Galvão e Diego.
_ Ali, falei!
_ obrigada Geraldo foi um prazer.
_ disponha!
Digo galante, e os demais se aproximam.
_ Geraldo o que estava fazendo?
Galvão pergunta sério.
_ Estava mostrando a fazenda a Carla.
_ meu nome é Katia!
A garota fala me corrigindo e Diego me olha de forma esquisita falando:
_ Mostrando a fazenda ou mostrando o alazão?
Diego vem com as graças dele.
_ Não fode Diego!
Falo e Galvão olha tudo com sua seriedade costumeira.
_ Bom a moça está entregue, vou indo!
Me despeço e sigo para fazer o meu trabalho, a tarde praticamente foi embora e logo o dia termina, já em casa tomo meu banho, visto uma roupa confortável e desço para jantar.
Estou morando apenas com o Gaspar e sinto uma falta do caralho da Violeta, os domingos são sempre os melhores dias, pois meus irmãos e meus sobrinhos vem todos para cá e é uma alegria só.
Quando chego na sala de jantar Gaspar já está sentando com um papel na mão.
_ o que é isso?
Pergunto me sentando.
_ jornal.
_ e você está lendo jornal a essa hora?
_ não tive tempo de ler de manhã.
_ ninguém mais lê jornal.
Digo pegando um prato e me servindo.
_ eu leio.
Gaspar fala todo sério e então ele continua a fala:
_ eu quero falar com você Geraldo!
_ sobre o que?
_ sobre o que? Não quero mais saber de história de putaria suas na fazenda, hoje a tarde disseram que a sala de utensílios só se ouviam gemidos, aqui é um local de trabalho Geraldo e eu quero respeito.
_ Gaspar não é porque você não fode que eu não vou foder!
Gaspar baixa o jornal o colocando sobre a mesa e fala:
_ quem te falou que eu não fodo?
_ nunca soube nada de você!
Digo dando de ombros.
_ não é porque você não escuta fofocas da minha vida que eu não fodo, a diferença entre você e eu é que eu sou discreto!
_ Gaspar...
_ Gaspar nada, essa foi a ultima vez que você usou a fazenda de motel, estamos entendido Geraldo?
_ claro, claro!
Falo apenas para encerrar esse assunto chato do caralho. Jantamos e ficamos um tempo conversando na sala, eu subo para o quarto primeiro que o Gaspar me sentindo inquieto, esses últimos dias estou assim pensando em uma mulher que nunca levei para cama, pensando na delegada, não sei porque porque ela me inquietou tanto já que é uma chata do caralho, nunca fui de pensar na mesma mulher por mais de dois dias e agora to assim nessa agonia do caralho, sentindo sede e sem ter como beber água.
Mas sei que tudo isso é porque ela fez charminho, nenhuma mulher nunca me disse não, todas querem sentar no colinho do Geraldo, vou acabar esquecendo essa delegada já que não vamos mais nos ver!
Fico pensando em todo seu atrevimento e brutalidade para uma mulher tão pequena, me bate um tesão do caralho, uma noite com essa delegada atrevida eu faria ela engolir cada um do seu atrevimento bebendo muita porra minha ou não me chamo Geraldo.
ÂNGELA MARIA
_ Berenice, eu não vou sem você, afinal quem vai contar os copos de chope que vou beber?
Falo para minha amiga que me olha com aquela cara de espantada que ela tem.
_ Você sabe que sou afastada da igreja, não gosto de farra, sou quase crente!
_ não vamos para farra, vamos comemorar o aniversário do sargento Peixoto e se você não for comigo ele vai ficar insistindo para me levar em casa, vai voltar a tentar algo comigo e eu não quero perder meu réu primário com ele.
Falo e o Sargento Peixoto é um recém viúvo e cismou que quer casar comigo, eu não quero casamento, o mundo está cheio de machos escrotos e minha vida está ótima assim, a Gabriela, a Berenice e a Lulu, não cabe mais ninguém.
_ eu vou Ângela, eu vou porque não consigo te falar não e porque o Sargento Peixoto é muito insistente, eu acho que você deveria namorar sério um cara legal, já te falei isso milhões de vezes, mas não o chato do Peixoto.
_ eu não quero namorar, estou ótima sozinha!
_ por isso você espanta todos os homens que se aproximam de você?
_ eu amo você sabia?
Falo para mudar de assunto e Berenice revira os olhos e ela é minha melhor amiga, eu a conheço desde que engravidei da Gabriela, a Berenice me ajudou quando ninguém me estendeu a mão nem minha própria mãe, ela acreditou em mim quando ninguém mais acreditava, quando eu era só uma adolescente gravida sem futuro.
_ e a Gabriela?
_ falando de mim Bere? que coisa feia!
Minha filha aparece na cozinha onde estou tomando um café com a Berenice, ela abre a geladeira e pega a garrafa de agua e bebe direto do gargalo.
_ Gabriela, ainda existem copos nessa casa!
_ eu sei, mas prefiro beber assim!
_ você prefere uma sandalhada nas suas pernas!
Minha filha me olha com a quele ar irritante que nenhuma outra pessoa no mundo tem, apenas ela.
_ onde você vai?
Pergunto olhando sua maquiagem escura e seu vestido colado demais.
_ vou dá um role, não me espera que não sei que horas eu volto!
Ela fala saindo da cozinha.
_ ah garota, volta aqui, ta pensando que essa casa é hotel que não precisa dá satisfação?
Estou pronta para pegar a Gabriela de jeito, mas a Berenice me segura.
_ calma Ângela, vai ser pior!
_ Ela esta cada dia pior Berenice, viu isso?
_ sim e você vai bater nela de novo? me fala ai, todas as vezes que você bateu na Gabi quantas resolveram algo?
_ eu não sei o que fazer com essa menina Berenice, não sei mais!
Falo levando as mãos no rosto chorando, tive a Gabi na minha adolescência e mesmo sendo muito nova, eu criei minha filha e não deixei nas costas de ninguém, abrir mão de festas, de bebedeira e de baladas, tudo pela Gabi, quando estava na faculdade ou trabalhando eram os únicos momentos que eu me separava da minha filha, mas a deixava muito bem cuidada com a Berenice.
_ amiga, infelizmente a Gabi vai precisar quebrar a cara e aprender da pior maneira a dá valor a mãe leoa que tem.
_ meu medo é esse Berenice, não pode a proteger, não quero que a Gabi sofra, ela é a pessoa que eu mais amo nesse mundo!
_ as vezes não podemos proteger os filhos de todas as dores da vida Ângela!
Vou conversando com a Berenice e aos poucos me sinto melhor, se tem alguém que me conhece como ninguém é a Berenice.
Algumas horas depois...
_ como estou?
Pergunto a minha amiga me olhando no espelho.
_ quer a verdade?
_ claro Berenice!
_ você sabe que sou quase crente e darei minhas sinceras opiniões, suas pernas estão todas de foras e elas chamam muita atenção por causa desses músculos aqui, você com essas pernas descobertas e esses olhos azuis irritantes que você tem, vai ser o centro das atenções, não conseguira me vestir assim você sabe, sou...
_ quase crente!
completo e começo a rir com o que a Berenice fala, ela diz que meus olhos são tão perfeitamente azuis que chegam a ser irritantes, estou vestida com um macaquito preto que fica no meio da minha coxa, minhas pernas não são grandes e extremamente musculosas, mas são perfeitamente definidas, sou delegada da policia civil a dois anos, antes era policial, por conta da minha profissão tenho um corpo atlético, sempre mantive o corpo em forma, pratico corridas e sou adeptas de exercício físicos, cuido do meu corpo, da minha alimentação, da minha pele e dos meus cabelos, afinal não sou uma garotinha de 20 anos, tenho 34 anos e tenho que me cuidar, me considero uma mulher vaidosa, sou loira original, minha mãe é de familia russa e meu pai brasileiro, puxei a familia da minha mãe, sei que sou bonita e chamo atenção, mas não gosto de graças e nem enxerimento comigo, sei colocar qualquer homem estupido no seu devido lugar, mesmo que ele seja grande, tenho minhas técnicas e não gosto de piadas e nem brincadeiras imbecis.
Acabo me lembrando do moleque de barba, se bem que ele é um moleque bem crescido, alto, forte, atlético e o pior de tudo: se acha a última Coca-Cola do deserto!
Confesso que ele é um homem muito bonito e faria qualquer mulher perder a cabeça, mas eu não, ele tem cara que distribui para todo mundo mostrando que ainda é um moleque, um moleque bem do atrevido, fico pensando lembrando de suas palavras: _ uma noite comigo e eu te faço engolir todo teu atrevimento, vou te pegar de um jeito tão gostoso você vai esquecer seu nome e só lembrar do meu, enquanto te fodo de quatro!
Volto a sentir uma fisgada na minha boceta, como se sentir naquele dia ao recordar como seu tom de voz engrossou ao falar isso, saindo quase como um rosnado.
_ Babaca!
_ O que? não ouvi!
Berenice pergunta e me dou conta que estava divagando aqui.
_ Nada não, só vou pegar minha bolsa e estou pronta!
Pego minha Glock e guardo na minha bolsa, somos inseparável, saio de casa sem minha calcinha mas nunca sem ela.
_ preciso colocar a ração da Lulu!
Falo quando desço as escadas, e vou a cozinha, pego a tigela tamanho familia e encho com ração, assim que a ração cai na tigela fazendo barulho a Lulu aparece.
_ oi filha, oi...
Falo me abaixando fazendo carinho na lulu, ela é uma cadela pastor alemão policial aposentada, a Lulu é idosa e cega de um olho, ela ficou cega numa operação policial, a principio ela seria sacrificada, mas eu nunca deixaria uma bebê linda dessa ser sacrificada, a trouxe para minha casa e ela é minha, a Lulu trouxe amor e muita paz para meu lar, ela é muito especial, eu até acho que a única criatura que a Gabi ama na terra é a Lulu.
Troquei os tapetes higiênicos da Lulu, deixei sua comidinha e sua água, ela vai comer e deitar na sua caminha, como uma cachorra de idade a Lulu não tem mais tanto pique e prefere a calmaria.
_ na volta você dirige.
Digo e entro no meu carro, sigo com a Berenice para o aniversario do Sargento Peixoto, para o que eu achava que seria uma noite comum, não imaginaria que meu caminho cruzaria novamente como um furacão de calças chamado Geraldo.
GERALDO AVILAR
_ Vem Mathias, fica do meu lado que você vai se dar bem!
Falo ao entrarmos no bar e é verdade, quem anda comigo acaba pegando as mulheres por tabelinha, andar com Geraldo é só sucesso.
_ que cara de buceta do caralho você está!
Falo olhando para Mathias, estamos sentados numa mesa tomando um chope e ele tem uma cara de quem comeu e não gostou.
_ eu gostava dela de verdade.
_ Supera minha irmã porra, ela casou com o mala do Diego, sem falar que ela não era pra seu bico e nem para o bico dele, mas o que posso fazer se minha irmã tem um péssimo gosto?
Mathias me olha contrariado.
_ quer um conselho?
Ele balança a cabeça que sim e eu dou o melhor conselho do mundo:
_ Bebe que passa!
Pego minha caneca de chope e viro tudo de uma só vez e Mathias me acompanha.
_ Geraldo você aqui gato!
Uma mulher que eu não tenho a mínima ideia de como se chama aparece por trás deslisando suas mãos por meu pescoço indo até meu peitoral, viro o rosto para ver quem é.
_ Oi gata, to sempre por aqui!
Falo dando uma piscadinha de olho e a garota abre um sorriso gigante, porra como ela se chama mesmo?
_ então, estou ali com uma amiga, vamos? E trás seu amigo!
Ela me chama para se juntar a ela, mas eu acabei de chegar e quero olhar o cardápio primeiro para saber quem vou comer hoje.
_ sabe o que é gata, meu amigo está precisando desabafar um pouco!
Baixo um pouco a voz e digo:
_ dor de corno!
_ Geraldo que porra você está falando?
Mathias me interrompe e eu dispenso a gata.
_ mais tarde eu passo na sua mesa!
_ vou esperar, e melhorar para seu amigo, espero que ele supere.
Ela diz e se vai.
_ que porra é essa que eu fui corno?
Quando vou responder o Mathias, um par de pernas estonteantes começa a caminhar em minha direção, chamando minha atenção, tirando completamente minha capacidade de fala e de raciocino e balbucio:
_ Porra!
Estou literalmente babando, as pernas são firmes, roliças e douradas, a dona das pernas está em cima de um salto alto que me faz pensar em um monte de sacanagem, meu pau endurece de um jeito que dói, levanto o rosto para olhar quem é a filha da mãe que me fez ficar de pau duro só com um par de coxa.
_ sargentona!
Consigo falar ao me deparar com seu rosto delicado e ao mesmo tempo fechado, nariz pequeno, uma boca que só fode comigo e esses olhos azuis? porra deveria ser crime alguém ser tão linda assim.
_ que mulher gostosa do caralho, uma mulher dessa eu aceitava levar uma surra todo dia!
Mathias fala todo animado quando a mulher passa reto por nós eu gemo vendo sua bunda fodidamente arrebitada, as palavras de Mathias me fazem ficar tão puto que sou capaz de socar a cara dele.
_ gostosa é o caralho! Tu não estava sofrendo a um minuto atrás por minha irmã?
_ estava, estou, mas olha isso! Que mulher!
_ se quiser levar uma surra todo dia, meu dois amigos estão aqui!
Falo mostrando meus bíceps!
_ calma Geraldo, nem sabia que ela era sua!
_ Ainda não é, mas vai ser!
Falo e meus pensamentos estão completamente embaralhados, eu preciso levar a sargentona para cama, comer sua boceta atolando meu cacete o fundo de sua boceta, até ouvir minhas bolas batendo nesse rabo gostoso que ela tem e que também quero comer, lhe dá uma surra de rola que ela nunca mais vai esquecer, uma surra que nenhum homem nunca deu e depois vamos seguir nossas vidas.
_ Garçom, GARÇOM!
Grito pelo garçom e logo ele vem.
_ fala Geraldo.
_ Aquela mesa ali!
Falo apontando para mesa que a delegada sentou e vejo que só tem macho na mesa, além dela tem outra mulher que não conheço.
_ Ah a mesa da delegada, é um aniversário do sargento!
_ Hum...
Falo desconfiado.
_ quero que você entregue um drink para a delegada e outro para a amiga dela, o dá delegada quero o melhor drink da casa, um copo bonito e uma bebida gostosa e diz que foi um admirador de sua beleza quem mandou!
O garçom me olha como se eu tivesse três cabeças grudada no pescoço.
_ você sabe que a delegada não gosta dessas coisas né? ela não gosta dessas liberdades!
_ faz o que eu mandei e deixa que o B.O eu resolvo depois.
Digo e ele que faça o trabalho dele eu faço o meu, a delegada não vai resistir ao meu charme, ela pode ser fazer de difícil, mas vai acabar a noite sentada na minha pica.
O garçom vai reparar o drink e eu fico só apreensivo aguardando ele retornar com uma resposta positiva da delegada.
_ demora do caralho!
Falo tomando meu chope
_ calma porra, mal fazem cinco minutos que o garçom se foi daqui!
Fico ali na expectativa esperando a porra do garçom volta, se ela aceitou a bebida eu irei lá e trocamos uma conversa, antes de arrasta-la para um motel e só saio de lá de manhã.
Vejo o garçom retornar com uma bandeja e dois drinks em cima da bandeja e fico confuso.
_ você não entregou a bebida?
Pergunto quando ele para em frente a minha mesa.
_ tentei, mas ela não quis e quando insistir ela me mandou entregar a bebida a mãe do babaca que mandou o drink, no caso a sua mãe.
_ filha da mãe!
Ele vai falando e colocando os dois drinks em cima da minha mesa.
_ bebe, pois vou cobrar de você mesmo!
_ e a outra, a amiga dela, não quis o drink?
_ essa está tomando apenas água, quando lhe ofereci o drink ela disse que não bebe porque era quase crente, algo assim!
_ agora fodeu! quase crente, ou é ou não é, que putaria!
Falo achando isso tudo uma putaria do caralho, penso irritado, a delegada está fazendo cu doce, mas não vou deixar essa oportunidade de hoje passar, vou seduzir a sargentona ou não me chamo Geraldo.
Penso e nesse momento alguém anuncia que vai começar o Karaokê, sorriu pensando que Deus tem seus filhos preferidos e eu sou um deles, tudo está conspirando ao meu favor.
Tomo o drink que era para ser da delegada.
_ hum... gosto estranho, cremoso, mas está bom!