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Ingênua

Ingênua

Autor:: Olívia Dantas
Gênero: Romance
Amanda é uma garota simples e ingênua, que está com o coração partido depois de flagrar o namorado com outra. Ela sai a procura de uma noite de loucuras e vingança. Acaba em um badalado bar da cidade, onde oferecem serviços extras para o prazer. Com muita bebida rolando e nenhum homem interessante ao redor, de repente vê entrando ali um homem com um ar misterioso e diz para si mesma: é ele! O que acontece quando uma garota ingênua confunde o chefe da máfia com um simples acompanhante de luxo?

Capítulo 1 Uma garota ingênua brincando com fogo

O glamour e esplendor da Itália, pontos turísticos lindos e cheios de histórias! Amanda sempre sonhou em morar sozinha, conhecer novos lugares, e depois que se formou no colégio, foi na Itália que quis fazer a universidade. Agora, em todos os lugares que se olha, é animado e cheio de gente, os turistas passam sorrindo e tirando milhares de fotos. Menos ela.

Em uma esquina ficava o Bar Parceiro, um lugar animado, onde os anfitriões, nome dado aos funcionários da casa, eram homens e mulheres pagos para fazerem companhia aos clientes, bebendo, conversando ou satisfazendo seus desejos. Amanda e a amiga Manu estavam acompanhadas por dois homens de boa aparência, anfitriões.

Depois de algum tempo ali, a bêbada Amanda reclamou frustrada para sua amiga:

"Manu, você disse que os homens aqui são... são os melhores, mas por que eles são tão decepcionantes?"

"Ei, Manu, estamos acompanhando ela como um favor para sua mãe que costumava ser uma cliente importante e leal, mas agora ela está recamando e nos chamando de feios? É isso mesmo? Então ela vai reclamar porque não somos bonitos o suficiente? Quer que eu fique aqui e tolere isso?!!" O anfitrião estava incomodado com os modos grosseiros dela.

Manu sorriu impotente. "Desculpe, ela está bebendo demais, então ela tá assim, me desculpem, desculpem ela."

Enquanto sua melhor amiga conversava com os anfitriões, Amanda, através da maquiagem já borrada, olhava ao redor. Nenhum daqueles homens pareciam interessantes.

"Ugh..." ela cambaleou e foi até a saída do bar...

Neste momento, um homem vestindo um terno impecável estava entrando lentamente, sua aparência seduzindo todas as mulheres, desde as clientes até as funcionárias.

Aquele cabelo preto e sedoso, aquelas sobrancelhas grossas, uma barba rala, seus olhos negros nítidos com um charme demoníaco, com lábios brilhantes, uma silhueta definida, uma figura alta e esbelta, mais bonito que muitos modelos. Parecia afiado como um falcão noturno, frio e arrogante, mas misticamente encantador.

Ele parecia solitário e independente emitindo uma forte aura que despreza o mundo. Mesmo que aquele bar estivesse cheio, nenhum dos homens que estavam ali, sejam homens decentes ou não, não se comparavam a aura que refletia dele! Então, na verdade, todos os homens que ali estavam, se comparados a ele, todos eles não eram nada.

É ele! De repente, Amanda para, levanta a mão e aponta para o homem.

"Você para aí!"

Todas as pessoas ao redor de repente se olharam, seguindo seu chamado surpreendente, até mesmo os anfitriões que a acompanhavam...

"Não... Oh meu Deus, Manu, sua amiga está louca? Ela está se atrevendo... a provocar aquele homem?" disse o anfitrião.

"É que ele realmente é muito bonito! Até eu já quero provocá-lo." Manu, que ainda não estava entendendo a situação, também estava encantada e admirava aquele homem bonito que não estava longe dela.

"Manu, querida, você não sabe quem ele é..." o anfitrião respondeu preocupado.

"Garotinha, você está falando comigo?" O homem perguntou com voz baixa e profunda, seus olhos, que olhavam Amanda fixamente, estavam frios e sombrios.

"Sim." Cambaleando, ela caminhou na frente dele, dando-lhe os polegares para cima enquanto acenava com a cabeça.

"Hmm, nada mal, sua aparência é muito mais parecida com a de um homem de verdade. Eu gosto! Venha, venha, quero que você me acompanhe."

Uma de suas mãos agarrou o pescoço dele pela gravata, puxando-o com força em direção a mesa onde antes ela estava para sentar-se com ela.

Quando alguns de seus seguranças veem isso, suas sobrancelhas se dobram enquanto eles se aproximam rapidamente, mas aquele homem silenciosamente sinaliza para eles não fazerem nenhum movimento. Como eles não precisavam ajudar, eles relaxaram.

O homem a seguiu para se sentar, enquanto os outros dois anfitriões se levantaram apressadamente, seus pés tremendo incontrolavelmente.

"Hamm." Aquele homem fingiu um tosse para chamar atenção, depois estalou os dedos. Os dois dos anfitriões que estavam ali entenderam e silenciosamente saíram e levaram Manu de lá.

A Amanda, muito bêbada, sem perceber que sua melhor amiga não estava mais lá, pega a taça de vinho e diz para o homem misterioso. "Bonitão, me acompanhe... me acompanhe para tomar uma bebida..."

O homem expôs seu sorriso demoníaco enquanto olhava para ela servindo sua bebida e cruzando as pernas vagarosamente. Era uma cena hilária, aparentava como se ela fosse a anfitriã enquanto ele fosse o cliente comum.

"Ei, bonitão, agora que te chamei para beber, por que você não bebe? Vamos, beba!"

"Beba?" depois que ele a ouviu ordenar, seus olhos brilharam, ele beliscou o queixo dela: "Garotinha, você está brincando com fogo aqui, tenha cuidado ou você vai se queimar!"

Nesse momento, o rosto do homem expôs uma forte presença que dá a todos uma forte sensação de asfixia, como se estivesse tirando o ar de todas as pessoas ao redor, mas Amanda não está prestando atenção a esse detalhe.

"Ei, você está me machucando! Para... para ser honesta, deixe-me dizer a você, hoje meu propósito de vir aqui é porque eu quero ficar muito louca, fazer o que me der vontade, e isso não é da sua conta!"

"Humm... Interessante..." soltando as mãos, o homem se levantou e pediu a um de seus seguranças mais próximos, em voz baixa: "Traga-a para o meu quarto". Seus olhos profundos escondiam olhares astutos. Ele rapidamente desapareceu do primeiro andar...

Capítulo 2 Forçada pelo anfitrião

"Ei, aonde você está indo? Eu te chamei, e eu vou te pagar, você não pode ir!" Amanda o alcançou, mas foi parada por dois de seus seguranças, eles a levaram diretamente para o segundo andar.

O segundo andar do Bar Parceiro era muito bonito e elegante, é o local onde os anfitriões realizam as fantasias dos clientes.

"Me solte, me solte, onde vocês estão me levando?" Amanda grita e sua voz ecoa no segundo andar. Os dois seguranças que a trouxeram a ignoraram e apenas a jogaram em um dos quartos. Eles se entreolharam, balançando a cabeça impotentes: "Esta garotinha é carne morta..."

Dentro do quarto, Amanda está olhando para os arredores admirando a elegância da decoração: "Isso é?" seus olhos brilharam e pararam onde o vinho tinto estava: "Ah, há vinho!!". E então ela se adiantou, pegou a garrafa de vinho tinto e abriu, deu um grande gole e mais outro, bebendo o vinho tinto com vontade...

"Está bom?"

"Sim, tem um gosto bom." Oi? Há alguém dentro do quarto? Ela olhou ao redor... um homem estava bem na frente de uma janela francesa e sua mão também segurava um copo de vinho.

Quem é ele? Amanda se moveu para dar uma olhada...

"Ah! É você! Hmm... por que saiu correndo da sala lá embaixo? Por sua causa, fui trazida por dois bastardos até esse quarto, eles agarraram minha mão e ainda está doendo."

Curiosa, bêbada e tagarela, continuou a falar:

"Você é alto, tem 1,90m e alguma coisa? Você tem tamanho para jogar basquete! Há, você tem músculos fortes."

Começou a comparar sua altura com a do homem que estava na frente dela, enquanto suas mãos tocavam seus músculos.

"Calma menina." Diante desse tipo de situação, o homem zombou, aproveitando para tirar a garrafa de vinho das mãos dela.

"Ei, o que você está fazendo? Por que você está pegando meu vinho? Me devolva! Devolva!" Mas Amanda, com seus 155 cm jamais alcançariam as mãos dele, mesmo pulando o mais alto que conseguia.

"Tire suas roupas."

Tire a roupa? Ela ouviu errado? "Você... o que você disse?"

"Coisinha, você não disse que quer ficar muito louca hoje? Cometer loucuras? Estou aqui para acompanhá-la, além disso... não vou cobrar por isso. O homem expõe um sorriso diabólico, a garrafa de vinho é colocada ao lado da cama, ele vira as costas e em um piscar de olhos já está na cama, sua expressão meio sinistra: "Você vai tirar sozinha ou devo ajudá-la?"

Ah????

Esse homem dominador, esse... esse anfitrião... por que ele é tão agressivo?

Quando ela para em um momento muito confuso, o homem de repente ri: "Hmmm... parece que preciso ajudá-la a começar". Ele levanta e a joga duramente na cama.

"Ei, eu..." ela só queria descer da cama, mas o homem já a pressionava fortemente. "Fique quieta." Ela se parecia completamente com uma ovelhinha infeliz: "Espere... espere, eu... meu propósito vindo aqui... só para brincar, eu estava brincando, não preciso de nenhum tratamento especial."

"Ei?" Os lábios sensuais do homem de repente se curvaram, mostraram um sorriso diabólico: "Oi? Então você não precisa de nenhum tratamento especial?"

"Sim Sim! Eu não preciso! Eu não preciso disso!"

"Mas... agora eu preciso do tratamento especial!" depois que ele disse, os olhos daquele homem mostraram intenções ocultas, esticou a outra mão livre,

usando um pouco de força, rasgando...

Ela apenas sentiu suas costas gelando em um arrepio, de repente um pensamento negativo invadindo sua cabeça. "Você... você... o que você quer fazer?

Me deixa ir! Me deixa ir! Eu sou apenas uma garota boba, me deixa ir."

"O quê? Garota boba? Mas até agora você estava dizendo que queria uma noite de loucuras, não parecia nem um pouco com uma garotinha boba."

Quando ela ouviu essa voz zombeteira do homem, ela finalmente entendeu que tudo que estava acontecendo foi ela quem provocou. Mas... "Calma, na verdade eu vim aqui apenas para me vingar do meu ex-namorado, eu tinha visto por mim mesma ele e outra mulher "fazendo aquelas coisas", então fiquei com muita raiva e... vim aqui. E agora acabei aqui contigo... me deixa ir."

Capítulo 3 Me deixe ir...

"Ah, então foi isso."

Ela podia sentir que o homem aliviou sua pressão por cima dela, ingenuamente, Amanda pensou que ela ia conseguir persuadir o homem, parece que este anfitrião não é algum tipo de bastardo, afinal de contas.

"Ah sim..." novamente os olhos daquele homem mostraram um significado oculto, seus lábios curvados com um sorriso demoníaco: "Você viu seu ex-namorado e uma mulher "fazendo certas coisas"?" riu.

Ugh... ele realmente não é capaz de adivinhar o que eles tinham feito? "Eles... estavam... estavam..." ela ainda não conseguia dizer o que eles estavam

fazendo exatamente, o pequeno rosto de Amanda começou a ficar corado.

Neste momento...

"Na..."

Aquele homem esbelto começou a acaricia-la, passando seus longos dedos pelos cabelos, deslizando até o pescoço. "Eles fizeram a coisa que vamos fazer agora?"

"Vai... fazer? Fazer as coisas?" Ela se confundiu, na verdade o que esse anfitrião quis dizer? Ele não pretendia deixá-la ir?

"Eu..." as mãos dele continuaram se movendo, descendo pelas costas dela, ela ficou um pouco tensa, o medo deixando seu coração acelerado. "Por que você ainda não está me soltando, mas você..." as mãos dele alcançaram a barra da saia logo abaixo da bunda, as mãos dela estavam segurando o lençol com força, ela estava nervosa a ponto de nem sequer se atrever a respirar ou emitir qualquer som.

"Sua coisinha má, estou ajudando você a se vingar do seu ex-namorado, você deveria me agradecer, não é?"

"Juntos... para se vingar... do meu ex-namorado?"

"Sim, como ele tratou você, vamos fazê-lo pagar em dobro." Os olhos daquele homem brilharam, lentamente soltou as mãos que pressionavam suas costas. "Coisinha, o jogo do anfitrião, como pensa que sou, e a menina inocente, cansei de jogar." Aquele homem mostrou uma expressão sombria.

Aquele homem estava soprando um hálito quente em seus ouvidos que lhe davam a sensação de cócegas, deixando ela mil vezes mais nervosa: "Não! Não! Obrigada por sua boa intenção, mas eu... eu não quero esse tipo de vingança, nunca fiz isso."

"Ei? Nunca?"

"Por favor, anfitrião" ela tentou, continuando a chamar ele de anfitrião. Ele realmente achou essa coisinha interessante, mas ele não é o tipo de homem que tem esse tipo de paciência. Não esperando por sua resposta... "ah..." algo frio e suave pousou nas costas dela. Olhou para a mão dele que segurava uma taça de vinho, o vinho estava escorrendo lentamente das costas dela para a cama, aquele homem parecia tão satisfeito com sua obra-prima.

"Hmmm... você sabe como é o gosto do vinho?" ele piscou pra ela e jogou o copo onde bebia o vinho no chão, ela só conseguiu ouvir o som do vidro quebrando.

Então ele imediatamente abaixou a cabeça, esticou a língua e lambeu suas costas, ocasionalmente emitindo um som de sucção.

"Não, não... hu." Ela tentou falar entre sussurros, seu corpo tremendo pela tensão e medo.

"Coisinha, seu corpo está muito sensível, tremendo fortemente, talvez ele esteja reagindo, querendo dizer... venha brincar comigo, apresse-se a brincar comigo."

"Não não! Não é assim."

"Oh? Então, como você pode provar isso para mim?" seus lábios sensuais tentando tirar sua roupa de baixo, a forma como ele curvou os lábios mostrando seu sorriso diabólico.

Então, sem nenhum esforço, ele rasgou sua roupa íntima, deixando-a completamente nua.

"Não!" ela entra em pânico, subconscientemente Amanda move seu corpo, mas sua pequena bunda, intencionalmente ou não, acaba se esfregando nas "coisas" daquele homem.

"Ahhh garota, agora eu realmente suspeito se você é inocente ou não, no momento, se eu descobrir que você não é virgem, vou pedir ao meu segurança para brincar com você até a morte!" não há mulher que possa tramar na frente dele, tentando enganá-lo, se realmente houver esse tipo de mulher audaciosa, uma das melhores recompensas que ele poderia dar é a morte!

Amanda não queria pensar nas palavras desagradáveis que aquele homem tinha dito, ela só queria escapar desse anfitrião assustador.

Sua postura delicada é notada por aquele homem: "Hmm..." o homem ficou na frente dela, enquanto ela estava reclamando e tentando negociar com ele, para que pudesse ir.

"Droga! Fiquei satisfeito com essa reação." quando o homem viu ela implorando, não mostrou nenhuma piedade, e se sentiu ainda mais interessado com a sagacidade dela.

Suas mãos grandes tiram as mãos dela que estão tentando bloquear seu peito. Mas ele é muito maior e mais forte.

Mesmo com seu peito exposto, ela ainda não tinha desistido de tentar persuadi-lo "Amigo... anfitrião, eu... eu não tenho "nada", não sou interessante; você vai ganhar mais se for atender outra cliente!"

"Ah." Ela parecia tão assustada enquanto o homem estava tranquilo e mostrava seu sorriso diabólico.

Amanda se sentia confusa, a bebida fazendo efeito, as vezes se sentia um pouco mais relaxada, mas ao mesmo tempo, ela sentia calafrios e seu corpo ficava tenso, ela não sabia o que esperar dele ou do que estava acontecendo.

"Don Fabrizio, chefe Lucchese!" De repente um dos seguranças dele invadiu a sala, interrompendo a conversa dos dois. Amanda não estava acreditando no que ouviu.

"Fabrizio... Lucchese?" ela ficou pasma depois de ouvir o segurança gritando o nome do homem. Parecia aterrorizante para o homem que pressionou seu corpo.

Ele...

Ele...

Ele é Don Fabrizio Lucchese???

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