A vida de Akemi nos últimos anos havia mudado completamente.
Perdeu seu pai em um acidente, por falha mecânica, tentou parar o carro infelizmente não conseguiu, morreu na hora. Akemi suspirou sentindo saudade do seu pai.
Sorriu se lembrando dos bons momentos que teve com o pai e seus irmãos. Os irmãos diziam que Akemi era muito parecida com o pai, não fisicamente, mas sim em atitudes. Assim como seu pai, não demonstrava seus sentimentos.
Quando completou 2 meses do falecimento de seu pai, descobriram que sua mãe Nancy estava com leucemia. Deixando-os sem chão, pois a doença estava em estágio avançado.
Seguiram todos os tratamentos disponíveis, mas infelizmente não sobreviveu, vindo a óbito.
Sem poder falar Akemi realizou um desejo da sua mãe, porém não podia contar a ninguém. Naquele momento foi obrigada a assumir responsabilidades, apesar de ter apenas 17 anos.
Jay o irmão mas velho de Akemi se tornou paranoico, com medo de a qualquer momento perder um de seus irmãos. A paranoia de Jay era tão grande caso atrasa-se ligava para os hospitais.
Akemi conquistou a amizade do seu chefe Henry. Um homem um pouco espalhafatoso mas de um grande coração. Devido a sua determinação de em pouco tempo de trabalho de vendedora se tornou gerente. Henry aproveitou a competência, para trabalhar raramente deixando aos seus cuidados.
A amizade entre Akemi e Henry de uma grandeza raramente vista atualmente. Ao ponto dos dois se meterem em confusão, brigas serem expulsos de boates, shopping.
Henry e uma pessoa generosa, ajudando as pessoas ,sem esperar nada em troca.
Akemi com 2 horas de atraso, tenta entrar em casa sem ser vista. Deu de cara com seu irmão Edgar com sua amiga Alice quase engolindo um ao outro. O namoro de Edgar com Alice era uma questão que Akemi ficava pensando sempre achou que a amiga combinava com seu irmão Jay. Edgar com quase 2 metros de altura, musculoso e Alice de baixa estatura e delicada.
- AKEMI aonde você estava? - Jay perguntou
Akemi se virou lentamente dando de cara com um Jay aborrecido, seus cabelos molhados de suor.
- Trabalhando. - Akemi disse engolindo em seco.
Ao ouvir a voz de da irmã, Edgar parou o que estava fazendo. Atrás de Jay, estava Roberta retocando seu baton.
Nos últimos meses Roberta andava em uma constante, corrida atrás de Jay tentando conquista-lo e dar um beijo.
" Olha que a Roberta está necessitando, relaxar. Bem que Alice podia emprestar o Edgar a irmã" Akemi sorriu com o pensamento malicioso que acabará de ter.
- Mia o cabeçudo aí. - Edgar apontou para Jay - estava desesperado. - Edgar gargalhava puxando Alice para um abraço- Não adianta falar com ele. - Edgar disse zombando do irmão
Alice se afastou do namorado, passando as mãos e nos cabelos tentando, se arrumar. Jay acompanhava cada gesto de Alice com os olhos. Enquanto Edgar não tirava os olhos das pernas de Roberta. Akemi deu um safanão em Edgar antes que sua namorada percebesse.
- O que eu fiz? - Edgar perguntou confuso
Akemi passou em direção ao banheiro, se virou para o irmão.
- Estava olhando descaradamente para as pernas da Roberta. - Akemi sussurrou
Aí a compreensão de Edgar chegou.
- Espera aí mocinha. - Jay chamou a irmã
- Ao banheiro. Posso? - Akemi perguntou
Jay assentiu
Akemi enrolou ao máximo que pode. Dava para se ouvir a algazarra na cozinha de longe.
Alice puxou com força Akemi para dentro do quarto assustando-a. Akemi deixou seu corpo cair na cama.
Alice tentou mudar o quarto, porém Akemi não deixou.
- Fala logo Alice. - Akemi falou sabendo que Alice estava nervosa
Alice quando estava nervosa, todos logo percebiam.
- O ... Edward . - Alice estava hesitante em falar - está voltando em 5 dias , acertará as contas com você.
Flash back
Akemi estava com rosto banhado em lágrimas. Enquanto Edward andava de um lado para o outro nervoso. Passando as mãos nos cabelos, os bagunçado ainda mas.
- Você destruiu a minha vida. Acabou com os meus sonhos. - Edward acusou-a
Em lágrimas desesperada saiu correndo, Akemi estava se sentindo sufocada.
Fim de flash back
- Baixinha, esquece disso. - Akemi disse com desdém- Não tenho nada para acertar com seu irmão. - Akemi observou Alice com os olhos arregalados - Seu irmão para mim e passado. - Akemi afirmou - Quem vive de passado é museu. - disse firme a amiga
Desde que Alice me disse que Edward, estava voltando da Espanha. Estou tendo insônia, tenho dormido pouco.
Olhei-me no espelho, analisando as minhas olheiras. Estou me preocupando atoa. Afinal, já aprendi a minha lição. Edward faz parte do passado,um ciclo que se fechou.
Me vesti com meu uniforme, o trajeto até o sexy shop, fiquei perdida em pensamentos. Devido ao meu atraso, cumprimentei as vendedoras com um rápido bom dia.
- Akemi. - Leah me chamou
Me virei em sua direção.
- Henry pediu para lhe lembrar, de buscar a encomenda no aeroporto. - No seu rosto tinha um sorriso malicioso
- Obrigada por me lembrar. - agradeci a Leah seria
Como pude me esquecer de dona Maura? Oh céus, a pobrezinho deve está a algum tempo me esperando.
Tenho que me apressar para busca-la!
Leah como as demais vendedoras devem achar, que a encomenda que vou buscar, é algum dos bofes do Henry. Ah como queria emprestado um bofe para alegrar a minha vida.
- Obrigada Leah.- agradeci dando meia volta indo em direção ao carro do Edgar - volto mas tarde- avisei já chegando na porta da loja
- Parece até que Akemi é Henry tem um caso. - ironizou Jessica
Pensam que não escuto os comentários maldosos, ao meu respeito e do Henry. Henry é um grande amigo, se não fosse homossexual, já tinha me apaixonado por ele.
Henry apesar do seu jeito espalhafatoso, é uma pessoa de um grande coração.
Henry
Sou a Barbie girl, se você quer ser meu namorado, fica ligado presta atenção, na minha condição e diferente sou muito exigente...
De onde esta vindo essa música dos infernos? Ops é o meu celular! A música está vindo debaixo da cama, provalmente está lá.
Meu Deus amado que será a essa Hora?,
Interrompendo meu sono de beleza, ao lado do meu bofe escândalo.
- Mia, só você para me acorda uma hora DESSAS. - Reclamei observando meu bofe escândalo dormindo
- Não está se lembrando da minha sogrinha?- me perguntou de bom humor - Henry, acorda! Me diga você esqueceu?
- Mona! Você transo com gato de cabelos bagunçado? Foi!? - perguntei animado - Está alegre hoje- ironizei
- NÃO, você sabe que daquele ali quero distância. - tempo fecho a Mona se irritou do outro lado da linha.- vamos ao que interessa. Arrumou o apartamento?- me questionou
Como que consigo concentrar no que a Miazinha esta falando? Com um peitoral desse na minha frente. Enrosquei meu dedo nos pelos do peitoral do bofe. Como é delicioso esse bofe.!
- HENRY, FOCO.- A Miazinha gritou chamando minha atenção
- Calma, Mona. Vou organizar a casa. - olhei para o bofe que judiaria ter que manda-lo embora
- Henry, conta a verdade a ela- Miazinha tentava me convencer- Afinal, ela é sua mãe. Te ama vai lhe compreender. - argumentou
- NÃO miazinha - me recusei, o gato dos cabelos baguncados está a deixando-a louca - Está bem eu conto, mas você conta o seu segredo. - chantagiei
- Nem pensar! Querido arrume a casa é prepare o almoço. Em breve chegarei. - me disse irônica- De preferência amor, meu prato preferido. - já entendi o recado aquilo era uma ordem
Está vendo e só ameaçar que concorda. Santa porpurina o que fiz para merecer esse castigo?
Ter que mandar meu bofe escândalo embora, esconder meus enfeites rosas, apagar meu brilho da porpurina. E começar a minha agonia de ter que me vestir como Hetero, e agir como tal. Oh meu Deus que castigo esse! Sou apenas um pobre porpurinado, o que fiz para merecer esse castigo?
Maura
Como sempre a Akemi está atrasada. O Henry tem que dar-lhe uma folga. Esta tão magrinha, e a pobrezinha trabalha tanto! Ainda arruma tempo para ser uma boa esposa.
Quando venho visita-lo a Akemi trabalha tanto, para o Henry poder passar um tempo comigo. Os dois estão necessitando tirar umas férias.
Me cansei de andar de um lado para o outro impaciente.
Me sentei me deparando com a visão de um senhor bem apessoado a minha frente. Tenho que parar de olha-lo, não posso me dar ao desfrute! Sou uma senhora de respeito.
Peguei a minha mala para sentar próximo a entrada. Evitar de ficar encarando o senhor. Desde que fiquei viúva a 10 anos, nunca olhei para homem algum com interesse.
Ah como me faz falta o meu Henrique! Suspirei saudosa. Desde que fiquei viúva, meu filho é que me dá consolo. Senti meu celular vibrando o atendi.
- Alô quem é? - questionei
- sou eu dona Maura. - a voz de Akemi está distante - me Desculpe o atraso...
- Tudo bem querida.- não a permiti completar o que iria me dizer - compreendo que meu filho lhe deixa ocupada. - sorriu
- Chego em alguns minutos. - ouvi barulho de buzina e Akemi resmungar
- Estou lhe aguardando.- a tranquilizou
Me levantei para ir ao toalete minhas necessidades femininas, me pediam para serem saciados. Aproveitei a oportunidade para retocar minha maquiagem, alinhar meus cabelos. Estou parecendo uma adolescente! SOU UMA SENHORA DE RESPEITO, NAO POSSO AGIR ASSIM. Me repreendi.
Sai do banheiro para retornar ao local que estava sentada. Desviei meu olhar, para não ficar encarando o senhor. Com minha visão periférica notei que estava lendo jornal. Meu coração se acelerou quando percebi que se levantou e vinha na minha direção.
- Com licença. - Me virei seria o fitando. - Posso me sentar ao seu lado? Com todo respeito. - me perguntou
- Sim. - O que fiz? Me repreendi
Conversamos respeitosamente, descobri que era viúvo. Que veio visitar a filha e os netos. O Roberto em momento nenhum me faltou ao respeito.
Nota: A história é contada pelo ponto de vista de alguns personagens. Espero que gostem.
Nota: a história é contada de acordo com a visão de alguns personagens.
Roberto
Os atrasos da minha filha sempre me deixam estressado e irritado. Bem próximo a mim estava um anjo andando de um lado para o outro pelo visto ansiosa.
Será que nesse momento me aproximar serei muito atrevido? Me questionei. Não quero passar essa impressão.
Desde que minha querida Esperança faleceu, nenhuma outra mulher me chamou atenção. Já faz 5 anos!
Minhas mãos estão suando como um adolescente, estou ansioso para conversa com o meu anjo.
Me desesperei quando meu anjo desapareceu da minha vistas. Se a minutos atrás,já não estava conseguindo me concentrar para ler meu jornal, nesse momento se tornou impossível.
Suspirei aliviado ao ve-la voltando se sentar no local de antes. Esta bem claro que é uma senhora de respeito. Será que é casada? Não importa me aproximarem.
Assim que meu anjo me disse que era viúva, me coração se encheu de esperança .Minha filha é a nora do meu anjo chegou.
Necessitava ver meu anjo novamente,mas não quero lhe passar a impressão errada. Preciso ver esses belos olhos azuis novamente.
- Maura, não quero lhe passar a impressão errada. - hesitei apreensivo - Me perdoe se for atrevimento demais da minha parte. - me desculpei
- Sim . Me respondeu olhando dentro dos meus olhos
Ali me perdi. Engoli em seco.
- Podemos nos ver novamente? - a perguntei - Para conversamos como amigos. - completei
- Sim, podemos.- abriu um lindo sorriso
Quando estamos em boa companhia, o tempo passa rápido que nem percebemos. Nem notei quando a minha filha chegou, passou por nós me procurando. Balancei os ombros, no momento meus olhos estavam em cima da Maura, e com a conversa que estava muito interessante.
Até chegar uma jovem, para roubar de mim o meu anjo. Uma moça com rosto angelical e cabelos castanhos.
- Dona Maura me desculpe a demora . - a moça veio de bracos aberto para abraçar o meu anjo
- Akemi querida. - meu anjo abraçou a moça alegremente
Nesse momento, desejei está no lugar da moça, e sentir meu anjo em um abraço. A Maura nos apresentou, a moça sorridente me cumprimentou. Me fez o convite para almoçar em sua casa. Recusei, pois não e de bom tom, acabamos de nos conhecer. Não quero passar a impressão que sou mal educado.
Tinha que aguardar a Roberta, a vi a moça chamada Akemi levando meu anjo embora. Suspirei triste.
- Pai. - Roberta me chamou
Me virei vendo minha filha parada
- Oi filha . -lhe abracei
Akemi
Ao chegar no aeroporto notei dona Maura conversando com um senhor. Permaneci por algum tempo os observando, não querendo atrapalha-los.
Por sinal muito simpático e educado o senhor Roberto. Me fez lembrar do meu pai
Ah meu pai sempre foi muito sério, sempre muito educado, tentou nos passar isso. Infelizmente faleceu a pouco mas de 2 anos. Como sinto sua falta pai. Suspirei de saudade.
- como foi a viagem? - perguntei dando um sorriso para dona Maura
- Foi excelente. - sorridente me respondeu - como vão os negócios querida? Quero conhecer!
Minha mente um alarme soou, não acabará bem essa história. Assim que dona Maura entrar no sexy shop descobrirá que estamos mentindo. As meninas começaram falar dos bofes do Henry. Isso que dá Henry Fazer da porta da loja de ponto de seus encontros!
- Sim, claro . - tentei não lhe transmitir meu receio - Adorarei lhe mostrar
Agora tenho que arrumar uma boa desculpa, para evitar que isso aconteça. Dona Maura ficará horrorizada, com os produtos do Sexy.
Ficou sempre com receio de Dona Maura descobrir a verdade e ficar com Raiva de mim . Por esta mentindo. Me afeiçoei por ela, tenho um imenso carinho, assim como tinha por minha mãe.
Como desejo ter um dia uma sogra assim! Tudo bem que Elisa é um amor de pessoa, sempre me tratou como se fosse sua filha . Porém seu filho é um cachorro, canalha que não consigo tirar da cabeça.
Como o esperado Henry limpou é organizou a casa em tempo recorde. Como o próprio faz questão de dizer, se vestiu como Hetero.
Até hoje não consigo me acostumar com Henry vestido assim. De terno preto cabelos bem alinhados, sem um único fio fora do lugar. Arfei encarando os olhos azuis brilhantes, cheiroso. Assim me apaixono! Tem necessidade disso? De me dar esse beijo desse?
E pura covardia isso comigo! Ainda mas que estou carente!
- Mãe, a Mia cuidou bem da senhora? - misericórdia que voz é essa? Grossa, firme e máscula. Me puxou para um abraço. Corei envergonhada - Se não lhe tratou bem, mas tarde lhe castigaram- piscou o olho, em sua voz percebi malícia. - E como vou castigar! - disse irônico
Dona Maura abriu um amplo sorriso,
O Henry quando se veste de "hetero", até parece que é outra pessoa. Suas atitudes e palavras se tornam muito maliciosas.
Para ser sincera, se os beijos Henry, fizesse meu corpo ter alguma reação, já teria me aproveitado faz tempo.
Henry e um excelente cozinheiro, enquanto o cachorro, sáfado do Edward não saber fazer um ovo. Completo desastre na cozinha.
Reprendi meus pensamentos, por esta pensando naquele canalha novamente.
Ja aprendi a minha lição!
- Amor me espere, vou lhe acompanhar. - Henry me assustou com essa voz grossa. - Mãe já volto. - disse me acompanhando
Dona Maura fez um gesto em concordância. Sem dizer nada, entramos no elevador de mãos dadas.
Desviei meu olhar do Henry, permanecemos em silêncio. Henry parou o elevador e começou a gritar me tirando do meu transe.
- AHHHH MONA ME SOCORRE. - Henry batia os braços desesperado - Ahhh, quero a minha porpurina!
Vou provocar um pouquinho o Henry, sorri. E agora que Henry me paga! Por todas as insinuações.
Umideci meus lábios, com alguns passos diminui a distância entre nós dois. Provocativa, aproveitaria que estou de vestido para tentar ser sexy.
Odeio vestidos! Estou com um, pois foi dona Maura que me deu de presente.
- Puxa amor, estava pensando... - pausei para deixar a voz rouca abaixando o tom. - feito essa paradinha, para fazemos amor.
Um Henry boquiaberto estava diante de mim. Aproveitei o momento, lhe dei um beijo, deslizei minha mãos em seu peito, abrindo alguns botões.
Despertei o animal dentro de Henry, fui prensada contra a parede. Enfiou as mãos por baixo do vestido parando na minhas coxas.
A brincadeira só tem graça se tiver dois. Perdi restinho de juízo que tinha afrouxei seu cinto. Fazendo-o
Grunir. Suas mãos foram para a minha calcinha.
- PARA TUDO. - afastei-o de mim - vamos parar com a palhaçada!
- O que fiz de errado Mona? - me perguntou confuso
- Apenas me vingando pelas suas insinuações. - afirmei me arrumando, a excitação em Henry era evidente- Sempre te disse que você é Bi. - afirmei devido ao seu estado.
Esperei Henry se arrumar e apertei o botão do elevador.
Tenho que me policiar, e nunca mas fazer esse tipo de brincadeira. Afinal uma hora pode acabar mal! Tenho a plena certeza que vou me arrepender depois. Nossa amizade e mas importante.
Apressada voltei para a loja, estou com muito trabalho para fazer. Me encaminhava em direção ao escritório.
- Akemi. - Lea me chamou, aguardei se aproximar
-sim. Algum problema.? -a questionei
Enfiou a mão no bolso,a vi retirando uma carta do bolso.
- UM rapaz, esteve lhe procurando mas cedo. - me estendeu a carta, a peguei - Lindo, alto ,musculoso,com os cabelos baguncados. - suas palavras eram de cobiça. - me pediu para te entregar.
- Obrigada Lea. - agradeci e fui rumo ao escritório finalmente trabalhar.
Pela descrição que Lea me deu só pode ser uma pessoa Edward. Assim que fechei a porta comecei a ler.
" Mia
Não adianta fugir! Mas cedo ou mas tarde te Encontrarei.
Voltei para me vingar,do que me fez a dois anos atrás. A vingança será doce e prazerosa para ambos.
Vou dedicar meus dias até conseguir me vingar. Só lhe deixarei em paz quando tiver o que eu quero.
Seu Edward "
- Devo me preocupar?- perguntei irônica
Não tenho nada com o que me preocupar. Afinal nunca cumpriu suas ameaças.