Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Contos > Luxúria (CONTOS ERÓTICOS)
Luxúria (CONTOS ERÓTICOS)

Luxúria (CONTOS ERÓTICOS)

Autor:: Diene Médicci
Gênero: Contos
Toda mulher tem um segredo. Toda mulher tem um desejo que nunca contou. Neste livro, nenhuma delas vai esconder nada. Aqui estão contos hots, escritos para mulheres que não se contentam com o óbvio, que não aceitam menos do que intensidade, poder, fantasia e perigo emocional. Histórias sobre casadas entediadas que recusam viver em silêncio. Viúvas que descobrem que o luto não apaga a fome do corpo. Solteiras que aprendem que inocência nunca foi sinônimo de pureza. Mulheres simples que carregam desejos enormes. Mulheres fortes que descobrem prazer na entrega. Mulheres que aprenderam a fingir... até que param de fingir. Clubes secretos. Pactos silenciosos. Relações de aparência. Amores sujos de verdade. Fetiches que a sociedade condena, mas o coração insiste. Dominação, submissão, poder psicológico, obsessão, luxúria, traições emocionais, prazer perigoso, curiosidade proibida... e todas aquelas fantasias que muita gente sente, mas ninguém admite em voz alta. Cada conto é uma confissão. Cada capítulo, um convite ao pecado. Cada mulher, um universo de desejo que ninguém jamais imaginaria. Este não é um livro para quem gosta de histórias comportadas. É para quem tem coragem de encarar o próprio fogo.

Capítulo 1 Escondidos 1

Sheila é uma mulher morena, encorpada com tudo em cima, que já teve dois casamentos e nunca g.ozou, passou longos anos com a bu.ceta seca, quase atrofiando, ao chegar aos 40 anos, ficou viúva e sua vida mudou. No começo ela teve medo, de estar velha, sem jeito pra paquerar e fod.er, mas então, ela conheceu na padaria, um rapaz que fazia entregas e ficou sonhando com ele a fodendo, ele era novo demais, um gostoso que parecia ter um pau grande e grosso.

Algo nela, começou a mudar, pouco a pouco. Era fim de ano, e Sheila foi ao salão de beleza, mudou o visual e depilou a buceta e até o cu, ela queria gozar, só não sabia como. Um dia o rapaz da padaria, foi entregar uma encomenda, e já estava escurecendo, Sheila saiu atender, só de camisola, era de seda vermelha, estava com os pe.itos duros bicos acessos, quando o rapaz a viu, toda cheirosa lindona, ele falou que deu sorte, de fazer a última entrega, porque ela estava linda, ela pediu para ele entrar, enquanto ela pegava o cartão e ele entrou, tirou o capacete, falou que ela podia pagar, de outro jeito.Ela se aproximou rindo confusa e falou

- Fiado?

Ele estendeu a mão, na direção dela, passou na coxa e subiu pelo meio das pernas, até a calcinha, de renda, surpresa e desconcertada, ela começou rir, sentindo os dedos dela tocando sua bu.ceta

- Que isso rapaz, você só pode estar brincando.

Ele puxou o pano para lado e meteu os dedos na buc.eta dela

- Não estou, sou louco pra fo.der mulher coroa, go.zar dentro. É bom, que não engravida.

Ela começou o acariciar ofegante, no rosto, costas, falou abrindo mais as pernas

- Adoro quando go.zam dentro, me enchendo de leitinho. Ele tirou a mão e surpreso, perguntou porque ela, não estava ficando molhadinha, envergonhada ela disse que nunca havia goz.a.do, ele a puxou para perto, começou a beijar pelo corpo todo, levantou a camisola, caiu de boca na bu.ceta dela, a chupando com muita vontade, passando a língua no cli.tóris, foi a deixando lubrificada com a bu.ceta babando, ela começou se soltar, falando gemendo

- Me faz g.ozar, isso issoooo gostoso. Que delícia.

Ele se afastou e abaixou a calça, a puxou para sentar em seu colo, de frente, meteu o p.au lentamente, deslizando na lubrificação dela, e a beijou para abafar os ge.midos. Naquele momento não teve, dor na coluna e em lugar nenhum, só a buc.eta apertada lisinha, ardendo latejando de t.esão. Sheila começou a cavalgar esfregando a buc.eta, subindo e descendo, rebolando com o quadril freneticamente, nem chegou a g.ozar, o novinho se agarrou a ela e a encheu de porr.a, grossa, quente. Ela estava quase alcançando o êxtase, mas não se frustrou, gostou muito.

Ele disse rindo, que a culpa era dela e foi embora. A deixando com a buc.eta melada. Naquela semana, Sheila tocou s.iririca todos os dias, ficava com a bu.ceta encharcada e não go.zava, faltava um pau grosso e gostoso, pra levá-la ao paraíso. Sheila foi viajar, passar o fim de semana com a irmã Katia de 43 anos, que era casada com Rodrigo de 45. Rodrigo era divertido porém sempre fazia piadas sobre a cunhada ser uma mulher fria, sem vaidade, que não gostava de levar rola e por isso, ficou divorciada e viúva. Quando Rodrigo chegou e viu Sheila de costas, com um vestido vermelho agarrado curto, o pau dele latejou dentro da cueca, ela estava de costas e ele não imaginou que fosse ela.No decorrer da noite, Sheila e o cunhado beberam, trocando farpas e flertes, uma tensão sensual crescendo entre eles.

O clima entre Sheila e Rodrigo estava denso, carregado de álcool e desejo mal disfarçado, enquanto Katia se distraía na cozinha ou com o celular. Rodrigo serviu mais vinho para a cunhada, com os olhos fixos em como o tecido vermelho do vestido esticava em seu quadril.

- Ainda nessa vida, Sheila? - ele zombou, apoiando-se na bancada, a voz debochada.

- A xox.ota já deve estar cheia de teias de aranha. Não arrumou um namorado nem para quebrar o jejum? Dar até ficar assada?Sheila sorriu, com um brilho perigoso nos olhos. Ela se inclinou na direção dele, falando em um sussurro provocante para que a irmã não escutasse.

- Pode ficar tranquilo, cunhado. A 'xo.xota' aqui está mais em dia do que o seu imposto de renda.

- Ela deslizou a mão pela própria coxa, com o olhar fixo no volume na calça dele. - Lisinha, cheirosa, só esperando um pau grosso e duro para eu sentar e rebolar até fazer o dono g.ozar gostoso. Me encher de leite.

Rodrigo riu, descrente, mas o p.au dele protestou contra a cueca, latejando.

- Ah, qual é, Sheila. Você nem sabe chupar um pa.u direito. Acha que me engana? Fria, é isso que você é.

Ela soltou uma gargalhada baixa e suja, a melhor resposta que poderia dar.

- Quer testar, Rodrigo? Acha que sou fria? Eu chupo a sua pica, e você vai goz.ar gostoso na minha boca sem nem ver de onde veio. Vou te secar, te deixar mole de tanto prazer. - Ela mordeu o lábio, o desafio era claro.Os olhos dele escureceram de luxúria, o jogo de palavras se transformando em um desafio se.xual explícito.

- Você não aguenta o tranco, gata. Desafio você a chupar. Faz isso e eu te dou um prêmio. Sabe o que eu quero, de verdade? - Ele se aproximou, com o hálito quente de vinho no pescoço dela.

- Eu quero arrebentar a sua buc.eta até ela ficar vermelha, assada, e você implorar para eu go.zar dentro e parar de f.oder tão fundo. Quero ver se essa buce.tinha cheirosa sabe ge.mer de dor e prazer ao mesmo tempo.

Capítulo 2 Escondidos 2

Eles trocaram um olhar cúmplice e faminto, sabendo que haviam cruzado a linha e que não havia mais volta. O desejo selvagem era intenso, apenas esperando o momento certo para explodir.

Katia foi dormir e chamou o marido, os dois subiram juntos, ela estava bêbada, havia desmaiado na cama e, pelo silêncio subsequente, estava em sono profundo.

Rodrigo passou pela, com a ere.ção ainda semi-rígida.

- Sua irmã apagou - ele sussurrou, com a voz ainda debochada.

- É melhor eu subir, antes que ela acorde.

Ele foi para o banheiro do casal, e Sheila o ouviu tomar um banho rápido. Quando ele retornou ao quarto, vestiu apenas uma cueca samba-canção cinza e deitou na cama ao lado da esposa adormecida, virado para o lado oposto.

Sheila subiu, com o corpo ainda pulsando de tesão e o desejo por um orgasmo inadiável. Ela caminhou silenciosamente até o quarto e chamou a irmã, quase num sussurro.

- Katia? Está tudo bem?Não teve nenhuma resposta, Katia não se moveu, seu corpo era um peso inerte sob o edredom.

Sheila não precisou de mais convite. Ela deu a volta na cama e, com a audácia do tesão, parou ao lado de Rodrigo. Cuidadosamente, ela puxou a cueca dele para baixo. O pau, ainda semi-duro, estava ali, convidativo.Ajoelhando-se no chão ao lado da cama, ela o abocanhou com urgência.

Ela babava no p.au, sugando e lambendo com uma voracidade selvagem. Seu prazer era dobrado pela proibição do momento. Ela chupava o pa.u até as bolas, sugando-as e lambendo-as, antes de voltar ao corpo grosso da rola. O pa.u de Rodrigo endureceu na boca dela com uma velocidade impressionante, ficando firme e quente, quase pulsando.

Ela começou a lambê-lo vigorosamente, as mãos massageando a base, transformando o ato em uma pun.heta úmida e devassa. Sheila sugava a glande freneticamente, sentindo o pré-g.ozo salgado invadir sua boca.

De repente, ela parou. O desejo de sentir aquele pa.u dentro de si era insuportável.Com cuidado, ela subiu na cama, ao lado de Katia, sentou sobre Rodrigo. Ela se posicionou sobre o pa.u duro, guiando-o para sua buc.eta, que estava molhadíssima de tanto tesão. Ela se ajeitou e, lentamente, colocou o pa.u inteiro dentro de si. O gem.ido baixo de satisfação dela foi abafado no ar. A sensação de ter o cunhado cheio dentro dela era avassaladora. Ela começou a rebolar, cavalgando no pa.u com urgência, sentindo a buceta ser toda preenchida. A fricção da buce.ta melada no pa.u de Rodrigo criava um eco úmido e ritmado no quarto silencioso.

Sheila segurou na cabeceira da cama, fechou os olhos e começou a quicar, subindo e descendo com o quadril freneticamente. Ela engolia o p.au todo até bater no assoalho pélvico, sentindo um ardor e uma dorzinha maravilhosa que só aumentavam o seu prazer.

O orga.smo veio rápido, muito intenso. Ela goz.ou g.mendo no pa.u do cunhado safado, apertando-o com os músculos internos sugando o pa.u com a b.uceta.

- Goza, quero seu leitinho na minha buc.eta, seu gostoso! - ela falava, com a voz embargada.

- Olha que bu.ceta molhadinha, apertada! Aiii gostosoooooo!

Ela sentiu os espasmos musculares na base do pa.u. Rodrigo, bêbado, goz.ou deliciosamente, com um ge.mido baixo e sufocado sonolento, enchendo-a de por.ra quente, o satisfazendo a mais nova e suja obsessão da cunhada.

Exausta e satisfeita, Sheila deslizou do corpo de Rodrigo e saiu do quarto em passos silenciosos. Com o cheiro de se.xo era forte em si. Ela seguiu para o banheiro, onde se limpou com pressa, enxaguando a buc.eta melada e voltando a vestir a camisola de seda vermelha. Ela se aninhou no colchão na sala, de bruços, e caiu no sono profundo. O cansaço era maior do que a vergonha.

Capítulo 3 Escondidos 3

O dia começava a clarear quando Rodrigo despertou no susto, com a er.eção latejando e a cueca melada de po.rra, confuso se tudo havia sido um sonho sujo. O cheiro de s.exo e o perfume de Sheila ainda estavam impregnados em seu corpo. Ele se levantou, tomou um banho rápido para acordar e vestiu uma bermuda. Ainda atordoado, ele desceu as escadas.

Lá estava ela. Sheila dormia profundamente no colchão, de bruços, com a camisola subindo ligeiramente, expondo o contorno de sua bunda sob a seda fina da camisola.Rodrigo parou. Não havia sido um sonho.Impulsionado por uma urgência animalesca, ele abaixou o shorts, o pau grosso já estava totalmente duro e impaciente. Ele se ajoelhou atrás dela.Com a ponta dos dedos, ele levantou a camisola de seda, expondo a bunda e a calcinha de renda.

Ele inclinou-se e começou a beijar a bun.da dela, passando a língua no tecido fino, lambendo as nádegas cheias redondas.

Sheila apenas resmungou, sem se mexer, entregue ao sono e encenação. Rodrigo cuspiu na mão, espalhando uma saliva espessa pelo próprio pa.u para lubrificá-lo. Puxou a calcinha de renda para o lado, expondo a entrada da bu.ceta lisinha carnuda.

Afastou as nádegas dela, aproximou a cabeça do pa.u da abertura e, com lentidão agonizante, meteu na bu.ceta de Sheila. O tecido de seda da camisola subiu, e a lubrificação natural dela facilitaram a penet.ração.

Ela não despertou totalmente com o choque do peso e do pa.u grosso invadindo seu corpo, e foi soltando um gem.ido abafado no travesseiro.

Rodrigo a segurou firmemente pelos quadris, ditando o ritmo sem dar chance para que ela se levantasse.

- Bom dia, cunhada, va.dia. - ele sussurrou baixo.

Ele começou a meter forte e rápido, estocando a buce.ta dela por trás, com a brutalidade do tesão matinal. O som dos corpos se chocando, e o úmido das estocadas preencheram a sala. Ele podia sentir a buc.eta dela ficando mais molhada a cada movimento, com o go.zo da noite anterior misturando-se à lubrificação fresca, encharcando o pa.u dele.

Sheila gemia contra o travesseiro, sentindo o p.au dele bater fundo, direto no ponto que a fazia g.ozar. O prazer era sujo, irresistível, a pen.etração profunda rasgando o sono dela.

- Ahh... Rodrigo...estou sonhando. - ela conseguiu murmurar, agarrando o travesseiro.

Ele não conseguiu segurar por muito mais tempo. Sentindo o ápice se aproximar com a fricção quente e apertada da buc.eta dela, ele saiu de dentro dela com o pa.u pingando, o sêm.en pré-go.zo escorrendo pela ponta.

Sheila ofegou com a perda da pressão, mas não abriu os olhos, ele não deu tempo para ela reagir. Com um movimento rápido e firme, ele a virou de barriga para cima. As pernas de Sheila estavam abertas e arreganhadas, expondo a bu.ceta vermelha, inchada e brilhando de lubrificação e go.zo.

Ele se posicionou entre as coxas dela, segurou os quadris dela com as duas mãos e, sem qualquer aviso ou delicadeza, meteu o pa.u com toda sua força na buc.eta aberta.

A estocada foi tão profunda e violenta que Sheila arqueou as costas e soltou um grito rouco, que ela tentou abafar na mão.

- Toma! vaga.bunda seu leitinho! - ele falou, com o rosto contorcido de prazer.

As estocadas eram brutais, rápidas e profundas, forçando o corpo de Sheila contra o colchão. Ele a fo.dia sem piedade, concentrado em esvaziar o saco. Ela sentia o p.au grosso bater contra seu colo do útero repetidamente, uma dor prazerosa que anunciava a chegada do go.zo dele.

Em um último arremesso forte e desesperado, Rodrigo g.ozou, liberando uma rajada de porr.a quente e espessa que a encheu, sentindo-se esvaziado enquanto seus espasmos internos empurravam o líquido para dentro dela.

Ele se levantou rapidamente, puxando a bermuda apressadamente para que Katia não o visse caso acordasse. Seu olhar, porém, estava fixo na buc.eta da cunhada. O go.zo dele e o dela escorriam juntos pelas coxas internas de Sheila. Rodrigo saiu da sala, admirando a bu.ceta da cunhada, que escorria o goz.o dos dois, com a imagem daquele prazer sujo gravada em sua mente.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022