Sheila é uma mulher morena, encorpada com tudo em cima, que já teve dois casamentos e nunca g.ozou, passou longos anos com a bu.ceta seca, quase atrofiando, ao chegar aos 40 anos, ficou viúva e sua vida mudou. No começo ela teve medo, de estar velha, sem jeito pra paquerar e fod.er, mas então, ela conheceu na padaria, um rapaz que fazia entregas e ficou sonhando com ele a fodendo, ele era novo demais, um gostoso que parecia ter um pau grande e grosso.
Algo nela, começou a mudar, pouco a pouco. Era fim de ano, e Sheila foi ao salão de beleza, mudou o visual e depilou a buceta e até o cu, ela queria gozar, só não sabia como. Um dia o rapaz da padaria, foi entregar uma encomenda, e já estava escurecendo, Sheila saiu atender, só de camisola, era de seda vermelha, estava com os pe.itos duros bicos acessos, quando o rapaz a viu, toda cheirosa lindona, ele falou que deu sorte, de fazer a última entrega, porque ela estava linda, ela pediu para ele entrar, enquanto ela pegava o cartão e ele entrou, tirou o capacete, falou que ela podia pagar, de outro jeito.Ela se aproximou rindo confusa e falou
- Fiado?
Ele estendeu a mão, na direção dela, passou na coxa e subiu pelo meio das pernas, até a calcinha, de renda, surpresa e desconcertada, ela começou rir, sentindo os dedos dela tocando sua bu.ceta
- Que isso rapaz, você só pode estar brincando.
Ele puxou o pano para lado e meteu os dedos na buc.eta dela
- Não estou, sou louco pra fo.der mulher coroa, go.zar dentro. É bom, que não engravida.
Ela começou o acariciar ofegante, no rosto, costas, falou abrindo mais as pernas
- Adoro quando go.zam dentro, me enchendo de leitinho. Ele tirou a mão e surpreso, perguntou porque ela, não estava ficando molhadinha, envergonhada ela disse que nunca havia goz.a.do, ele a puxou para perto, começou a beijar pelo corpo todo, levantou a camisola, caiu de boca na bu.ceta dela, a chupando com muita vontade, passando a língua no cli.tóris, foi a deixando lubrificada com a bu.ceta babando, ela começou se soltar, falando gemendo
- Me faz g.ozar, isso issoooo gostoso. Que delícia.
Ele se afastou e abaixou a calça, a puxou para sentar em seu colo, de frente, meteu o p.au lentamente, deslizando na lubrificação dela, e a beijou para abafar os ge.midos. Naquele momento não teve, dor na coluna e em lugar nenhum, só a buc.eta apertada lisinha, ardendo latejando de t.esão. Sheila começou a cavalgar esfregando a buc.eta, subindo e descendo, rebolando com o quadril freneticamente, nem chegou a g.ozar, o novinho se agarrou a ela e a encheu de porr.a, grossa, quente. Ela estava quase alcançando o êxtase, mas não se frustrou, gostou muito.
Ele disse rindo, que a culpa era dela e foi embora. A deixando com a buc.eta melada. Naquela semana, Sheila tocou s.iririca todos os dias, ficava com a bu.ceta encharcada e não go.zava, faltava um pau grosso e gostoso, pra levá-la ao paraíso. Sheila foi viajar, passar o fim de semana com a irmã Katia de 43 anos, que era casada com Rodrigo de 45. Rodrigo era divertido porém sempre fazia piadas sobre a cunhada ser uma mulher fria, sem vaidade, que não gostava de levar rola e por isso, ficou divorciada e viúva. Quando Rodrigo chegou e viu Sheila de costas, com um vestido vermelho agarrado curto, o pau dele latejou dentro da cueca, ela estava de costas e ele não imaginou que fosse ela.No decorrer da noite, Sheila e o cunhado beberam, trocando farpas e flertes, uma tensão sensual crescendo entre eles.
O clima entre Sheila e Rodrigo estava denso, carregado de álcool e desejo mal disfarçado, enquanto Katia se distraía na cozinha ou com o celular. Rodrigo serviu mais vinho para a cunhada, com os olhos fixos em como o tecido vermelho do vestido esticava em seu quadril.
- Ainda nessa vida, Sheila? - ele zombou, apoiando-se na bancada, a voz debochada.
- A xox.ota já deve estar cheia de teias de aranha. Não arrumou um namorado nem para quebrar o jejum? Dar até ficar assada?Sheila sorriu, com um brilho perigoso nos olhos. Ela se inclinou na direção dele, falando em um sussurro provocante para que a irmã não escutasse.
- Pode ficar tranquilo, cunhado. A 'xo.xota' aqui está mais em dia do que o seu imposto de renda.
- Ela deslizou a mão pela própria coxa, com o olhar fixo no volume na calça dele. - Lisinha, cheirosa, só esperando um pau grosso e duro para eu sentar e rebolar até fazer o dono g.ozar gostoso. Me encher de leite.
Rodrigo riu, descrente, mas o p.au dele protestou contra a cueca, latejando.
- Ah, qual é, Sheila. Você nem sabe chupar um pa.u direito. Acha que me engana? Fria, é isso que você é.
Ela soltou uma gargalhada baixa e suja, a melhor resposta que poderia dar.
- Quer testar, Rodrigo? Acha que sou fria? Eu chupo a sua pica, e você vai goz.ar gostoso na minha boca sem nem ver de onde veio. Vou te secar, te deixar mole de tanto prazer. - Ela mordeu o lábio, o desafio era claro.Os olhos dele escureceram de luxúria, o jogo de palavras se transformando em um desafio se.xual explícito.
- Você não aguenta o tranco, gata. Desafio você a chupar. Faz isso e eu te dou um prêmio. Sabe o que eu quero, de verdade? - Ele se aproximou, com o hálito quente de vinho no pescoço dela.
- Eu quero arrebentar a sua buc.eta até ela ficar vermelha, assada, e você implorar para eu go.zar dentro e parar de f.oder tão fundo. Quero ver se essa buce.tinha cheirosa sabe ge.mer de dor e prazer ao mesmo tempo.
Eles trocaram um olhar cúmplice e faminto, sabendo que haviam cruzado a linha e que não havia mais volta. O desejo selvagem era intenso, apenas esperando o momento certo para explodir.
Katia foi dormir e chamou o marido, os dois subiram juntos, ela estava bêbada, havia desmaiado na cama e, pelo silêncio subsequente, estava em sono profundo.
Rodrigo passou pela, com a ere.ção ainda semi-rígida.
- Sua irmã apagou - ele sussurrou, com a voz ainda debochada.
- É melhor eu subir, antes que ela acorde.
Ele foi para o banheiro do casal, e Sheila o ouviu tomar um banho rápido. Quando ele retornou ao quarto, vestiu apenas uma cueca samba-canção cinza e deitou na cama ao lado da esposa adormecida, virado para o lado oposto.
Sheila subiu, com o corpo ainda pulsando de tesão e o desejo por um orgasmo inadiável. Ela caminhou silenciosamente até o quarto e chamou a irmã, quase num sussurro.
- Katia? Está tudo bem?Não teve nenhuma resposta, Katia não se moveu, seu corpo era um peso inerte sob o edredom.
Sheila não precisou de mais convite. Ela deu a volta na cama e, com a audácia do tesão, parou ao lado de Rodrigo. Cuidadosamente, ela puxou a cueca dele para baixo. O pau, ainda semi-duro, estava ali, convidativo.Ajoelhando-se no chão ao lado da cama, ela o abocanhou com urgência.
Ela babava no p.au, sugando e lambendo com uma voracidade selvagem. Seu prazer era dobrado pela proibição do momento. Ela chupava o pa.u até as bolas, sugando-as e lambendo-as, antes de voltar ao corpo grosso da rola. O pa.u de Rodrigo endureceu na boca dela com uma velocidade impressionante, ficando firme e quente, quase pulsando.
Ela começou a lambê-lo vigorosamente, as mãos massageando a base, transformando o ato em uma pun.heta úmida e devassa. Sheila sugava a glande freneticamente, sentindo o pré-g.ozo salgado invadir sua boca.
De repente, ela parou. O desejo de sentir aquele pa.u dentro de si era insuportável.Com cuidado, ela subiu na cama, ao lado de Katia, sentou sobre Rodrigo. Ela se posicionou sobre o pa.u duro, guiando-o para sua buc.eta, que estava molhadíssima de tanto tesão. Ela se ajeitou e, lentamente, colocou o pa.u inteiro dentro de si. O gem.ido baixo de satisfação dela foi abafado no ar. A sensação de ter o cunhado cheio dentro dela era avassaladora. Ela começou a rebolar, cavalgando no pa.u com urgência, sentindo a buceta ser toda preenchida. A fricção da buce.ta melada no pa.u de Rodrigo criava um eco úmido e ritmado no quarto silencioso.
Sheila segurou na cabeceira da cama, fechou os olhos e começou a quicar, subindo e descendo com o quadril freneticamente. Ela engolia o p.au todo até bater no assoalho pélvico, sentindo um ardor e uma dorzinha maravilhosa que só aumentavam o seu prazer.
O orga.smo veio rápido, muito intenso. Ela goz.ou g.mendo no pa.u do cunhado safado, apertando-o com os músculos internos sugando o pa.u com a b.uceta.
- Goza, quero seu leitinho na minha buc.eta, seu gostoso! - ela falava, com a voz embargada.
- Olha que bu.ceta molhadinha, apertada! Aiii gostosoooooo!
Ela sentiu os espasmos musculares na base do pa.u. Rodrigo, bêbado, goz.ou deliciosamente, com um ge.mido baixo e sufocado sonolento, enchendo-a de por.ra quente, o satisfazendo a mais nova e suja obsessão da cunhada.
Exausta e satisfeita, Sheila deslizou do corpo de Rodrigo e saiu do quarto em passos silenciosos. Com o cheiro de se.xo era forte em si. Ela seguiu para o banheiro, onde se limpou com pressa, enxaguando a buc.eta melada e voltando a vestir a camisola de seda vermelha. Ela se aninhou no colchão na sala, de bruços, e caiu no sono profundo. O cansaço era maior do que a vergonha.
O dia começava a clarear quando Rodrigo despertou no susto, com a er.eção latejando e a cueca melada de po.rra, confuso se tudo havia sido um sonho sujo. O cheiro de s.exo e o perfume de Sheila ainda estavam impregnados em seu corpo. Ele se levantou, tomou um banho rápido para acordar e vestiu uma bermuda. Ainda atordoado, ele desceu as escadas.
Lá estava ela. Sheila dormia profundamente no colchão, de bruços, com a camisola subindo ligeiramente, expondo o contorno de sua bunda sob a seda fina da camisola.Rodrigo parou. Não havia sido um sonho.Impulsionado por uma urgência animalesca, ele abaixou o shorts, o pau grosso já estava totalmente duro e impaciente. Ele se ajoelhou atrás dela.Com a ponta dos dedos, ele levantou a camisola de seda, expondo a bunda e a calcinha de renda.
Ele inclinou-se e começou a beijar a bun.da dela, passando a língua no tecido fino, lambendo as nádegas cheias redondas.
Sheila apenas resmungou, sem se mexer, entregue ao sono e encenação. Rodrigo cuspiu na mão, espalhando uma saliva espessa pelo próprio pa.u para lubrificá-lo. Puxou a calcinha de renda para o lado, expondo a entrada da bu.ceta lisinha carnuda.
Afastou as nádegas dela, aproximou a cabeça do pa.u da abertura e, com lentidão agonizante, meteu na bu.ceta de Sheila. O tecido de seda da camisola subiu, e a lubrificação natural dela facilitaram a penet.ração.
Ela não despertou totalmente com o choque do peso e do pa.u grosso invadindo seu corpo, e foi soltando um gem.ido abafado no travesseiro.
Rodrigo a segurou firmemente pelos quadris, ditando o ritmo sem dar chance para que ela se levantasse.
- Bom dia, cunhada, va.dia. - ele sussurrou baixo.
Ele começou a meter forte e rápido, estocando a buce.ta dela por trás, com a brutalidade do tesão matinal. O som dos corpos se chocando, e o úmido das estocadas preencheram a sala. Ele podia sentir a buc.eta dela ficando mais molhada a cada movimento, com o go.zo da noite anterior misturando-se à lubrificação fresca, encharcando o pa.u dele.
Sheila gemia contra o travesseiro, sentindo o p.au dele bater fundo, direto no ponto que a fazia g.ozar. O prazer era sujo, irresistível, a pen.etração profunda rasgando o sono dela.
- Ahh... Rodrigo...estou sonhando. - ela conseguiu murmurar, agarrando o travesseiro.
Ele não conseguiu segurar por muito mais tempo. Sentindo o ápice se aproximar com a fricção quente e apertada da buc.eta dela, ele saiu de dentro dela com o pa.u pingando, o sêm.en pré-go.zo escorrendo pela ponta.
Sheila ofegou com a perda da pressão, mas não abriu os olhos, ele não deu tempo para ela reagir. Com um movimento rápido e firme, ele a virou de barriga para cima. As pernas de Sheila estavam abertas e arreganhadas, expondo a bu.ceta vermelha, inchada e brilhando de lubrificação e go.zo.
Ele se posicionou entre as coxas dela, segurou os quadris dela com as duas mãos e, sem qualquer aviso ou delicadeza, meteu o pa.u com toda sua força na buc.eta aberta.
A estocada foi tão profunda e violenta que Sheila arqueou as costas e soltou um grito rouco, que ela tentou abafar na mão.
- Toma! vaga.bunda seu leitinho! - ele falou, com o rosto contorcido de prazer.
As estocadas eram brutais, rápidas e profundas, forçando o corpo de Sheila contra o colchão. Ele a fo.dia sem piedade, concentrado em esvaziar o saco. Ela sentia o p.au grosso bater contra seu colo do útero repetidamente, uma dor prazerosa que anunciava a chegada do go.zo dele.
Em um último arremesso forte e desesperado, Rodrigo g.ozou, liberando uma rajada de porr.a quente e espessa que a encheu, sentindo-se esvaziado enquanto seus espasmos internos empurravam o líquido para dentro dela.
Ele se levantou rapidamente, puxando a bermuda apressadamente para que Katia não o visse caso acordasse. Seu olhar, porém, estava fixo na buc.eta da cunhada. O go.zo dele e o dela escorriam juntos pelas coxas internas de Sheila. Rodrigo saiu da sala, admirando a bu.ceta da cunhada, que escorria o goz.o dos dois, com a imagem daquele prazer sujo gravada em sua mente.