Olá meus amores, como que vocês estão?
Eu espero que bem, porque eu estou ótima!
Passando aqui na sua telinha, pra agradecer á você leitor, sim á você aí, do outro lado da telinha!
O que seria de mim sem vocês não é?!
Muito obrigada, e desde já agradeço por cada comentário, cada voto, enfim... Pela presença de vocês aqui.
Trago aqui para vocês, mais um romance incrível, Dessa vez um romance leve, sem cenas calientes como nos demais livros disponíveis aqui.
Esse é um romance especial do dias das mães, isso em comemoração ao dia das mães no mês de maio. Eu sempre quis fazer algo especial para as mães, mas nunca dava certo, esse ano deu, é por isso que eu já estou colocando aqui, um pouco adiantado.
Espero que vocês gostem, desde já comentem, votem... Queiram me "matar" ( tô rindo aqui)... Enfim, marquem a presença de vocês Aqui!
Amo vocês e boa leitura amores!!!!
SINOPSE:
Mãe do filho de seu chefe. O maior desejo de Lianne O'Mallory era ser mãe, mas não conseguia conceber... Ela até havia criado um lista de desejos secreta com a descrição do homem perfeito. Entretanto, após uma série de romances desastrosos, a lista foi parar em uma lixeira... e catada pelo seu chefe! Tray Elliott não conseguia entender por qual motivo uma mulher bonita e inteligente precisaria de uma lista daquelas, e isso atiçou sua curiosidade. De sua parte, ele jamais assumiria que também desejava ter uma família. Mesmo assim, Tray tinha uma proposta a fazer para Lianne...
Acomodada em uma confortável poltrona na varanda de casa, Lianne O'Mallory envolveu o corpo em seu velho edredom. O vento soprava do oceano; o forte cheiro do sal preenchia o ar. Estava muito frio para permanecer do lado de fora, mas ela se aninhou no calor do edredom e fitou o mar cinzento. O tempo estivera chuvoso até meia hora atrás. O céu escuro parecia se mesclar com a água no horizonte. O dia estava sombrio e combinava perfeitamente com o seu estado de espírito. Lágrimas de angústia voltaram a brotar em seus olhos. Inspirando profundamente, ela se recusou a chorar.
Fitando a praia deserta de dentro da pequena casa da família, Lianne tentou clarear a mente... Mas as palavras da médica ecoavam repetidas vezes. Sua recomendação... Uma histerectomia .
Lianne piscou por duas vezes na tentativa de conter as lágrimas. Ela estava com apenas 28 anos; jovem demais para enfrentar uma situação dessas. Nunca havia se casado e ainda nutria esperanças de ura dia encontrar o homem dos seus sonhos, casar-se e constituir uma família. Porém isso não iria acontecer se ela sofresse a operação. Lianne pensou que tivesse todo o tempo do mundo. Em vez disso, estava limitada a meses.
As dolorosas cólicas menstruais e a pesada hemorragia contribuíam para que ela ficasse quase incapacitada durante diversos dias no mês. Se quisesse o alívio da dor, essa era a opção que a sua médica havia lhe recomendado.
Não que ela fosse sofrer uma operação baseada na opinião de uma médica. Lianne acreditava na doutora Wright, mas, de qualquer forma, esperava uma segunda, ou mesmo uma terceira, opinião para reforçar seu prognóstico. Mas ainda era cedo. Ela não poderia suportar o término de toda a esperança em ter uma família no futuro. Lianne já havia marcado uma consulta com outro ginecologista. Mas sabia que era só uma questão de tempo. Sua médica não teria lhe recomendado o procedimento se não estivesse certa de que essa era a sua única opção.
Lianne ainda nem mesmo havia contado à sua irmã gêmea sobre seu problema. Analise iria dirigir até a casa e se unir a ela assim que soubesse da notícia, mas, no momento, Lianne não queria ninguém por perto.
Nesse instante, seu celular tocou. O aparelho já havia tocado uma dúzia de vezes nesse dia. A cada vez, o animado som a alarmava, tirando-a dos devaneios por alguns segundos. O celular estava repousado no balcão da cozinha. Lianne podia ouvi-lo, mas não estava disposta a deixar seu aconchegante casulo para entrar na casa a fim de atender a ligação.
A contínua agitação do mar deixava-a hipnotizada. A brisa fria soprava contra seu rosto.
O celular parou de tocar. Ninguém sabia onde ela estava. Lianne telefonara para o escritório após sair do consultório da médica e informara à assistente que iria viajar por alguns dias. Sem parar para avisar qualquer membro da família ou amigos, ela havia dirigido direto para a praia. Cedo ou tarde teria que telefonar para alguém ou todos iriam ficar preocupados. Mas ainda não era o momento.
O celular tocou novamente. Por um momento, Lianne pensou ter ouvido um som furioso. Suspirando, ela se ergueu da poltrona situada na varanda e entrou na casa. Suas cólicas estavam controláveis, mas ela encurvou o corpo levemente para frente. Deveria ser Traynor Elliott, ela pensou. Seu chefe era persistente. Se ele decidisse que precisava falar com ela, era melhor que ela atendesse a ligação ou quem sabe o que ele poderia fazer a seguir. Lianne apanhou o celular e abriu o flip.
-Sim?
-Onde diabos você se encontra e por que a pasta dos Schribner não está onde deveria estar? -Tray resmungou.
-Estou tirando uns dias de folga, e a pasta está com Jenny. Peça a ela. -Lianne respondeu contrariada. Ela não estava disposta a acalmar seu chefe. No momento, estava com seus próprios problemas. -Você tem um prédio cheio de funcionários, chame um deles e encontre sua maldita pasta.
O silêncio do outro lado da linha durou apenas um segundo.
-Está doente? -ele quis saber. -Você não costuma faltar ao trabalho e muito menos sem dar qualquer aviso.
Lianne inspirou profundamente. Ela não era amiga do chefe, embora eles trabalhassem juntos há anos. Quanto mais ela trabalhava na empresa, mais os dois se complicavam. Por um momento, ela desejou que pudesse confiar um segredo a ele. Tray era bom em resolver problemas. Mas, da forma que os dois eram fechados no trabalho, eles preferiram manter suas vidas pessoais reservadas.
-Voltarei dentro de alguns dias. Você pode cuidar das coisas até lá. -Lianne encerrou a ligação e fechou o flip.
Ela precisava telefonar para a irmã. Uma vez que aceitasse a situação, ela iria querer o sábio conselho de Analise. Mas, por enquanto, queria se esconder e não conversar com ninguém... Principalmente com sua irmã. Não que ela estivesse precisamente com inveja de sua irmã gêmea.
Certo, talvez estivesse um pouco.
Analise e Dominic haviam se casado há cinco anos. Eles moravam em um adorável apartamento próximo ao Dupont Circle, no Distrito. Ambos eram bem-sucedidos em suas respectivas profissões e viajavam com frequência para lugares exóticos. Algumas vezes, as viagens estavam ligadas ao trabalho de Dominic, que era técnico de uma empresa de computação. As outras vezes eram apenas por diversão.