Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Romance > MACK PETROV: Executor da máfia Russa - SÉRIE LEI & VINGANÇA LIVRO 4
MACK PETROV: Executor da máfia Russa - SÉRIE LEI & VINGANÇA LIVRO 4

MACK PETROV: Executor da máfia Russa - SÉRIE LEI & VINGANÇA LIVRO 4

Autor:: Sarah Camargo
Gênero: Romance
🔞 PROIBIDÃO DO HOT DELÍCIA 🔞 ⚜️Sendo considerado o mais perigoso de todos os homens, até mesmo mais que Ivan Czar! Porém esse homem foi capaz de se tornar uma seda ao se esbarrar com uma garota que era totalmente o oposto de si. 🌹Mel, como a característica de seus olhos marcantes, misturados a um verde magnífico na borda da íris, porém essa era apenas suas características físicas... 🌹 Mellyssa acredita com fervor que se manter pura, lhe manteria longe do pecado infame, ela sonhava em ser devota, em ser pura ao ponto de quase se entregar a castidade! Porém não esperava se apaixonar pelo próprio pecado em si! ⚜️Petrov lhe mostrará que na vida há muito mais prazer que Mel inocente poderia se quer imaginar!

Capítulo 1 MACK PETROV

SINAPSE

︶⋮࿙࿚⋮︶⏝⋮࿙࿚⋮︶⏝⋮࿙࿚⋮︶

" O pecado de todo homem é querer realizar seus desejos mais insanos"

" Homens quebrados tendem a corromper corações puros."

- SC Princess.A

· · · ·  ·  ·  ·  ·  · · ·  ·  · • • • • •

︶⋮࿙࿚⋮︶⏝⋮࿙࿚⋮︶⏝⋮࿙࿚⋮︶

"Palavras tem poder de destruir, como também podem renovar. Escolha suas palavras, engole as consequências e sofra calado. "

- SC Princess . A

· · · ·  ·  ·  ·  ·  · · ·  ·  · • • • • •

︶⋮࿙࿚⋮︶⏝⋮࿙࿚⋮︶⏝⋮࿙࿚⋮︶

Dante Moretti Greco. O homem mais cruel com quem tive o desprazer de reencontrar.

Seis anos atrás, ocorreu o evento que marcou, a ferro quente, minha vingança na pele.

Agora, ele está em minha frente. Da maneira que tanto o desejei ver, sendo humilhado como merece.

Seus gritos alimentavam meu ódio, por causa dele, minha mente é perturbada pelos demônios do passado.

Noites sem dormir, por malditos seis anos, vivi um grande tormento. Por uma pequena falha minha, vi acontecer o que mais temi em toda a minha vida, acontecer diante de meus olhos.

Casson estava montado sobre o inimigo, cavalgando como se não houvesse amanhã. Enquanto o Pescot e o Roman assistiam a desgraça, assim como a mim.

Como Napoleão dizia: Olho por olho, dente por dente e anus por anus.

- Já chega. - mantenho a prepotência e firmeza, meus homens acatam a ordem e saem largando o miserável.

- Lembra daquela noite? - Agachei ao lado do corpo de Dante.

- Ainda escuto os gritos dela me chamando. Consegue ouvir? - segurei algumas mechas de seus cabelos puxando-os para cima.

Quero olhar nos olhos desse verme.

- Ela gemeu o meu nome quando a tomava... - meu punho acertou em cheio a lateral de seu rosto, um estalo é ouvido.

Larguei seu corpo no chão frio da cela, sentei de volta na cadeira de ferro enferrujado.

Contente com o resultado, puxei um cigarro do bolso e o acendi. Dante estava com um dos lados do rosto inchado, os lábios abertos e sangrando.

Respirando tão devagar que poderia acreditar estar em seus últimos suspiros de vida.

Mas, como diz o ditado? Vaso ruim não se quebra.

Quinze minutos depois da nossa; conjugarmos com o verbo brincadeira, dois agentes penitenciários apareceu em nossa cela.

- Aprontou de novo, Mack? - Seria loucura desejar muito arrancar o sorriso desse cara na porrada?

Não, não seria.

Meus homens ficaram em alerta, cada um em seu canto, distribuídos pela cela, como cães raivosos e bem treinados.

Um dos agentes era novato e abria a cela de forma nervosa, quase derrubando o molho de chaves.

- É seu novo brinquedinho Muller? - Muller Marshall, queria muito o destroçar, aposto que ele já está de olho gordo em cima do bunda de ouro.

Muller rangeu os dentes, entrou junto do novato e os dois retiraram Dante, arrastado pelos braços como uma boneca de Olinda.

As calças do maldito arriaram mostrando a bunda branca e peluda. Me obriguei a ter que manter a compostura de machão para não vomitar ao ver os furúnculos enrugados rebolando na minha cara.

- Ficará por um bom tempo aqui Mack. Garantirei isso. - Essas foram as palavras finais do pomposo macio.

- Cuidado com espetos, Muller Marshall. - ameacei o branquelo de nariz torto.

A porta de ferro fechou-se em um baque alto, Muller trancou-a e me enfrentou mantendo seu olhar firme contra mim.

- Não sou eu o condenado aqui. - E com estas palavras finais, vi os dois se encarregaram de sumir com a minha conquista nas costas.

- No, será Marshall assado em brasas. Terei o prazer de ser o seu açougueiro. - Uma promessa nunca e em hipótese alguma deve ser quebrada.

O maldito estava atolado de merda até o pescoço, se envolvendo com tráfico de cocaína dentro do próprio presidio de Roma.

- Boss? Devemos avisar Czar? - Pescoth, meu braço direito se pronunciou. A testa mais enrugada quanto a bunda de Dante.

- Dá. - Respondi contra contragosto, Casson encostou as costas nas grades cruzando os braços.

Roman retira do lugar um dos tijolos do chão, pegando um aparelho de tecnologia militar me entregando nas mãos.

Segurei o aparelho nas mãos, disquei o número e no segundo toque o Russo arrogante atende.

- Espero que seja importante, palha de milho. - Ivan responde em Russo, segurei o aparelho com mais força.

Casson se preparava junto com Sarna e Roman, teríamos que sair desse moquifo.

- Dante comprou metade de todo o departamento. Está em fuga nesse exato momento, Marshall está facilitando a saída.

- Chert tebya poderi! - Ouço-o xingar do outro lado da linha.

- Preciso que me ajude. - Ivan diz preocupado.

Uma voz de mulher ecoa no fundo, juntamente de outra que reconheci.

- Ok. - Desliguei a chamada vendo os barbudos já prontos para a fuga, não seria fácil, mas também não seria a primeira vez que fugimos de uma prisão de segurança nacional.

- Poydem¹! - dou as ordens e Casson abre a fechadura com um canivete suíço.

Todos armados até os dentes, seguindo silenciosamente pelo corredor de celas vazias.

- Fruta do conde, você vai brigar com um muchacho feito de sabonetes? - Pescoth exclama rindo, seguido de Carcaça.

- Mais fácil de se manusear. - Diz indo na frente pendurando os restos de sabonetes com pelos de saco no pescoço.

- Sabe que esfreguei minhas bolas neste sabonete, não é? - Casson debochado como sempre, arranca risos de Pescot.

- Feche a matraca e concentre-se! - com os nervos aflorados, puxei um cano de plástico ao lado da porta que dava para a outra ala de detentos.

Retirei de lá a lâmina de doze centímetros que peguei da cozinha duas semanas atrás.

- Tem que curtir o momento Russo. - Casson cospe as palavras esbanjando ironia.

- YA naslazhdayus'.²

_________________________

Poydem¹! : Vamos!

YA naslazhdayus'.² : Estou curtindo.

Capítulo 2 ೋ❀ ❀ • ══ MACK PETROV ═══ೋ❀❀

22 years before ...

Chuva.

Frio.

Fome.

Palavras significativas para dois garotos com apenas 8 a 9 anos, vivendo do pouco que as ruas poderiam nos oferecer.

- Estou com fome. - Reclamei pela segunda vez. Atravessavamos as ruas da Inglaterra, tomando todo o cuidado com os carros.

- Vamos, de pressa! - Não importava o quanto minhas pernas doíam, ou quando puxar o ar estava sendo até doloroso, precisávamos correr.

Logo atrás de nós, um grande homem barbudo que cheirava a cebolas azedas.

Ele corria e se apoiava nas pernas, puxando o car com força e gritando a todos os pulmões. Ora corria, ora segurava os joelhos e se lameava pisando em poças feitas pela recente chuva.

- Peguem esses moleques ladrões! - Passamos no meio de algumas freiras que nos olharam torto, enquanto atrás o homem havia ficado perdido.

Um dia de tempo fechado, onde conseguimos nos esconder dentro de um latão de lixo.

- Comida azeda. - Sussurrei enquanto olhava para o menino a minha frente, seus olhos estavam fundos, os lábios rachados e pálidos.

Mostrava estar exausto pela corrida. Por sorte, havíamos despistado o homem bem a tempo de outra pancada de chuva começar.

- É o que teremos para o menu. - Respondeu debochando da situação em que encontrávamos.

Ri sentindo o mal cheiro arder no nariz. Algumas pessoas e carros passavam ao lado do beco onde estávamos.

- Queria batata frita.

Meu estomago roncou, abracei a cintura aconchegando o corpo no meio do lixo.

- Vem, precisamos sair daqui. Ele pode nos encontrar.

- Prefiro ficar nas ruas à ser pego por ele. - Resmunguei negando a mão que me foi oferecida.

Sua aparência estava mais debilitada do que parecia, me assustei quando o vejo pular e cair ao lado de fora do lixo.

- Ei! A onde você está indo? - Minha voz sai rouca e baixa.

Senti o corpo tremulo com o esforço de apoiar o mesmo sobre a borda de ferro, para também pular.

O pouso desastroso quase me custou um nariz quebrado sobre o asfalto.

- Zaderzhivayetsya¹. - tomei um pouco de fôlego e antes que pudéssemos nos dar conta, estávamos sendo puxados pela gola da camisa.

Mãos agarraram meu corpo e em seguida sentir algo perfurar a pele do meu pescoço e a visão escurecer.

Current time...

- Mayzinho? Acorda bem. - Mãos delicadas e frias tocam a pele quente e suada de meu pescoço.

- Porra! Gelado. - Grito distanciando tal toque enquanto levantei da cama.

Estreitei os olhos para apenas ver um borrão de cabelos castanhos de maquiagem extravagante.

- Selina? - Um estalo foi ouvido e meu pescoço tensionou com a força da mão.

- Sou Odete, coquin! - Acordo com mãos geladas e sou esculachado por algo que nem me lembro o quê.

Isso só pode ser um motim!

Passos de elefante, com saltos agulha ecoam pelo emadeiramento do quarto, a porta se fecha num baque alto me fazendo enterrar a cabeça latejante no travesseiro.

Minutos depois, um bando de barbados, peludos, entram no quarto.

- Vejo que não perdeu o seu tempo ontem. - Cutucaram o meu pé. Cutucaram a porra do meu pé!

- Se teu pau não serve para comer, a culpa não é minha. - Esbanjo todo o mal humor, ressaca é uma merda.

Estresse matinal.

- É ai que está o ponto meu amigo. Precisa parar de bancar o colecionador barato. - Tornei a virar de barriga para cima, sentei desejando que o teto caísse sobre as cabeças dos infelizes.

Esmagando feito baratas.

- Ne interessa conversar. - coçei os olhos que estavam doloridos ao toque.

Garganta seca e uma imensa vontade de desaguar o dilúvio no vaso sanitário.

A cama afundou com o traseiro do Cassen. Em seguida, o resto da cambada se juntou a ele para me importunar.

- Ivan ligou. - Roman comunica sério.

- Acabou o descanso. Sabem o que deve ser feito. - Com tudo combinado, olhei no relógio de pulso.

- Der'mo²! - Praguejei levantando da cama, um grande custo ter que sair nesse estado.

- Desumano. - escuto um dos bundões lamentar.

Peguei meu cuturno preto, sentei-me na cama colocando o sobre os pés.

Cassen fuçava minhas coisas no guarda roupas, tirando de lá alguns pacotes de doces que costumo roer de madrugada.

- Ei! - Tomo-os de suas mãos.

- Você tem a coragem de esconder doces de nós? - Pescot aumenta o tom da voz irritado.

- Não lhe devo satisfação. - Vou ao armário para guardar os doces na minha mala de roupa.

O pouco de dias que passei nas ruas com o meu irmão foi o suficiente para desencadear uma diabetes tipo B.

Ter passado fome e ficado desnutrido de vitaminas, acabou de destruír a minha saúde.

- E estamos atrasados. - Coloco a jaqueta de couro desejando por um bom banho.

Porém, seria quase impossível de se usar o daqui. Banheiros compartilhados, você não sabe se a pessoa que vive junto, usou sua toalha de rosto para limpar a bunda.

- Perdão Boss, foi o único lugar seguro que consegui quartos. - Sabendo, quase que adivinhando o que se passava em meus pensamentos. Roman desculpou-se.

Ajeito a Glock no coldre da cintura, suspirei antes de dizer:

- Chegou a hora.

Capítulo 3 ೋ🌹 🌹 • ══ Mellyssa Bianchi Delacroix ═══ೋ🌹🌹

"Sobre um olhar inoscente pode ser encontrado o único fogo que consome;

Loucura Seria deixar de amar alguém tão especial?"

" Loucura seria amar e repudiar, ódio e amor podem andar lado a lado, mas e a vingança? Ela Não."

- SCPrincess. A

🌺🌺🌺=========================🌺🌺🌺

- Bonjour mère supérieure. - Minha voz sai rouca e baixa, limpo a garganta para poder pronunciar melhor.

- Bonjour novice Delacroix. - A Madre superiora responde em seu francês impecável.

Minha face ruborizada, apertou com firmeza meu crucifixo sobre o peito e respirei fundo.

- Está pronta? - Sorri tímida, sentindo a vontade de me mater quieta no lugar.

Mas, levantei-me confiante. Deixei os braços ao lado do corpo e puxei as preces agradescendo pela comida posta à mesa.

- Obrigada irmã Melyssa. - As outras noviças juntamente de algumas freiras dizem em uníssono.

Lembro de um dia ter chegado aqui em uma noite de chuva onde a irmã Angeline me acolheu.

A madre se sentou em seu lugar e fiz o mesmo. Após isso, todas as irmãs começaram a comer.

- Mel. - Abigail, minha colega de quarto chamou a atenção.

Olhei para a Madre que comia o pão em silêncio juntamente das outras irmãs na ponta da enorme mesa.

- Hum. - Resmunguei, por apenas estar de boca cheia.

- Ontem estava indo à cozinha beber água. - Continuei a comer.

- Depois do toque de recolher? - Lisbeth se junta à conversa. Nós duas a repreendemos por quase ter elevado a voz.

Abigail confirmou.

- Vi a madre... - Olhei disfarçando para a ponta da mesa e a Madre conversava com uma das Noviças ao seu lado.

- Conversar com um homem alto. - Abigail continuou, Lisbeth arregalou os olhos e o pão desceu rasgando minha garganta.

- Como é? - A regra é clara, freiras nunca podem falar abertamente com homens, mas ela é a Madre.

Qualquer tipo de problema, é ela que tem de resolver. Para mim, a Madre Teresa está além de uma mãe para todas nós, ela nunca poderia quebrar regras claras.

E ela não pode!

- Talvez ela esteja apenas ajudando o Homem. - Argumentei deixando a caneca de leite vazia sobre a mesa de madeira.

- Ele tinha braços fortes, um físico desejável! - Abigail passou dos limites só pode.

Lisbeth tossiu engasgada fazendo as garotas nos olharem curiosas, a Madre fechar a cara evidenciando suas rugas.

- Abigail!!! - Puxei seu braço. - Quer nos deixar presas no quarto rezando até de noite?

Olhei fundo nos olhos castanhos dela, Abigail não tinha limites e eu não sabia como lidar com a criatura.

Ela negou balançando a cabeça.

- Ai!

- Silêncio! A Madre vai falar. - Lisbeth nos cortou e Abigail resmungou um "Grossa" quando a soltei.

- Hoje as tarefas serão divididas entre vocês. A irmã Angeline estará encarregada em lhes dar os afazeres, mas... - Olhei para o canto perto da porta e a vi, ela sorriu pra mim e depois tornou a olhar para a Madre que nos alerta a sobre os regulamentos e regras.

- As noviças deste ano serão encarregadas da limpeza dos quartos ao final do dia, e espero que todas, sem exceção, voltem aos seus dormitórios no soar do toque de recolher. - Ela olhou diretamente para Abigail que ficou branca.

Mordi os lábios contendo o riso.

- Essa foi especialmente para você! - Lisbeth cutucou ela com o cotovelo e riu.

- Queria que a terra me engolisse. - Aby reclamou ficando vermelha.

- Agora, vão para seus afazeres. - Madre se retirou ao modo em que todas as noviças começou a se dispersarem.

Ficamos ali para começar com a limpeza do salão de refeições, em seguida iríamos limpar a cozinha e para enfim começar os trabalhos no andar de cima.

- Droga, iremos terminar só depois que o toque de recolher estiver tocando. - Lis resmungou pegando o balde de limpeza numa porta bem no canto do salão.

- Talvez eu consiga ver aquele homem de novo. - Parei de varrer deixando a vassoura cair, causando um barulho agudo.

Olhamos para Aby que deu de ombros, crispei os olhos e juntei as mãos na cintura.

- Já ficamos três vezes de castigo esta semana no quarto, quer ficar dois dias em jejum, Aby?

- Não! - Ela tremeu. Sabe muito bem dos castigos por burlar regras. Tornei a pegar a vassoura do chão.

Regras são claras, devemos cumprir com a castidade. Para depois dos votos, nos tornamos freiras.

- As regras são claras. - Lis conciliou com meus pensamentos. Aby respirou fundo e revirou os olhos.

- Mas é sério, nunca tiveram curiosidade de como as coisas funcionam? - Insistente e teimosa como uma mula, ousada por perguntar.

- Tipo entre sexos opostos? - Lis respondeu temerosa, suas mãos tremiam quando pegou a bucha com sabão para limpar a mesa.

- Sim. - Os pelos dos meus braços arrepiaram.

- Chega meninas. Precisamos terminar antes do café da manhã dos hóspedes. - As repreendi.

- Ok. - Aby fala nervosa e seca.

- Trabalhar mais e falar menos, entendi. - Lis responde, ela começou a retirar os copos das mesas enquanto eu fui para o fundo do salão para poder pegar o esfregão e começar a esfregar o chão.

- Isto é seu. - Joguei a bucha de lavar louça para Aby, que acabou acertando seu braço.

- Agora vá para a pia antes que a irmã Angeline apareça naquela porta. - Apontei para a porta e ela, convencida, apanhou o objeto no chão e seguiu para a cozinha.

- Mel, desde quando se tornou supervisora? - Lis ri da situação enquanto retira o excesso de sabão da mesa.

Continuei esfregando.

- Desde aquela primavera que tive que limpar todos os banheiros por causa das duas. - Respondi seca fazendo ela rir.

- Não iria rir se estivesse no meu lugar. - A olhei abismada. Lis debruçou-se sobre a mesa se pondo a chorar de tanto rir.

- Fiquei com trauma, tá legal! - Desde o dia em que tive que limpar um banheiro totalmente defecado. - Desabafei enquanto ela desabar em lágrimas e risos.

- O coco boiava no vaso, e era enorme! - Ela limpou as lágrimas.

- Aiai! Mel, você é única no mundo, sabia?

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022