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MEU AMOR , MINHA VIDA

MEU AMOR , MINHA VIDA

Autor:: MaryLand
Gênero: Romance
Sabrina tem 18 anos e acaba de entrar na faculdade de veterinária Tudo parece correr de acordo com o plano dela, até o dia que conheceu Paulo Augusto, homem lindo que também é estudante do curso de veterinária, ele esta no ultimo semestre. Paulo Augusto imediatamente se interessa por Sabrina, que fez de tudo para conquista-la. Sabrina acaba se entregando, eles vão ter uma relação intensa. O sexo é considerado por eles como incrível. Eles vão se apaixonar ,o que pode acabar em um futuro feliz.

Capítulo 1 MEU AMOR, MINHA VIDA

Sabrina é veterinária da Fazenda e do Haras de Santa Marta, madrugou para assistir o parto da égua da raça Akhal-Teke, chamada de Princesa.

- Muito bem Princesa, você é uma batalhadora conseguiu mais uma vez e que lindo esse potrinho.

- Bom dia Sabrina, então a Princesa nos deu mais um potro.

Paulo Augusto meu marido e dono da Fazenda e do Haras.

- Bom dia Paulo Augusto, não tinha te visto chegar.

- Eu estava do outro lado te observando e admirando essa mulher maravilhosa com quem eu me casei.

Sorri para ele.

- A princesa como sempre fez o serviço praticamente sozinho, olha que lindo o potrinho parecido com o pai Sudã.

- Sim o sangue é forte, Sabrina já terminou, vamos cavalgar um pouco.

- Podemos ir, só vou terminar o serviço aqui e depois nos encontramos no estábulo.

Cheguei a um curral grande, onde todos os cavalos dos estábulos estavam. Eles estavam brincando e comendo em um grande pasto, atrás do curral da Princesa. Encontrei Paulo Augusto sorrindo para mim. Ele tinha os cotovelos apoiado no muro alto do curral.

- Pronta pra nossa cavalgada de hoje Sabrina.

- Com certeza, aonde vamos hoje?

Ele deu de ombros com um sorriso malicioso.

Isso me fez tremer, mas não de desgosto. Eu me aproximei dele, mas não muito perto.

- Eu não vou morder, venha aqui. Eu vou ajudá-la a montar.

Eu cheguei um mais perto, até que eu senti que estava muito perto. Ele me virou pelos ombros, seu toque suave, mas dominante. Prendi a respiração. Agarrou meus quadris e me levantou de repente. Colocando-me na montaria.

- Você realmente fica natural montando um cavalo, Sabrina. Uma verdadeira amazona.

- Eu conheço esse teu olhar, o que vai me aprontar hoje Paulo Augusto¿

E pensar, que hoje esta fazendo um mês, que estamos casados. Eu acariciei seu rosto, e o beijando.

Ficamos assim por vários minutos, nenhum de nós falando uma palavra. Paulo Augusto olhou ao redor, as sobrancelhas erguidas.

Eu fiz uma careta, vendo onde isso ia dar. E logo em seguida mudei de assunto.

- A Sofhy é uma égua maravilhosa pra montaria.

- Sim. A Sofhy é a minha melhor égua do haras. Um verdadeiro prêmio. Você se sente à vontade para tentar um trote com ela?

- Acho que sim ela tem um caminhar tão suave Paulo Augusto.

- É isso mesmo. Quero que você monte ela, e mais tarde vou deixa- lá me montar.

Eu gritei de surpresa quando ele saltou atrás de mim. Sofhy recuou um pouco, dando vários pinotes, mas ele a acalmou, dando ordens a ela em um tom reconfortante. Ele pressionou apertado atrás de mim, e eu senti sua excitação óbvia.

Eu atirei-lhe um olhar arregalado sobre meu ombro.

- Você está sempre duro?

Ele deu de ombros.

- Eu não posso ver você se escancarar as pernas em algo, me tocar que já fico todo excitado. Então me processe.

Ele agarrou meus quadris apertados, se esfregando contra mim por trás. Olhei para suas pernas. Elas pendiam atrás da minha, sem estribos.

Ele bateu na minha bunda levemente.

Eu me contorci, era um desafio, com um Paulo Augusto se esfregando em mim.

- Você está no caminho. Ou melhor, o seu pênis está.

Ele riu, se esfregando contra mim.

- Você vai ter que aprender a administrar em ignorá-lo. Estou aqui para lhe mostrar o ritmo.

- Desta forma.

Ele levantou pela cintura me virando pra ele depois batendo na sela com o trote. Eu supunha que era um pouco como estar por cima.

Ele estava grosseiramente falando, utilizando a demonstração para a sua vantagem pessoal, se esfregando contra mim cada vez que eu tocava de volta na sela.

- Você pode ir ainda mais alto e, ainda assim seria um bom trote, experimente.

Eu fiz, e o movimento exagerado parecia ainda mais natural para mim.

- Agora senta na sela e se incline um pouco para trás. Nós vamos tentar agora um meio galope. Você vai se manter na sela, e apenas se mover com ela. É um pouco como aprender a galopar, assim estará preparada quando eu começar a lhe ensinar isso.

Eu fiz como ele instruiu, e achei o meio galope um pouco mais desafiador. James inclinou o peito contra minhas costas, às mãos nos meus quadris.

- Basta se movimentar com ela. Aceite seu ritmo e relaxe. Sim, amor, perfeito.

- Ele se inclinou sussurrando no meu ouvido.

- Nós ainda vamos ter relações sexuais cavalgando. Você vai ficar em cima de mim quando eu montar, gostaria de tentar?

Minha mente ficou um pouco vaga e distante com esta ideia.

- Sim. Podemos tentar fazer isso?

- Oh, sim. Mas não vai com a Sofhy. Nós vamos montar no meu garanhão Demion. Ele é uma fera e enorme de um cavalo, está mais na altura para essa tarefa.

Sua mão se moveu para o meu peito enquanto falava, pegando-o suavemente, seus dedos encontrando meu mamilo, e ele endureceu em resposta.

Foi difícil me concentrar depois disso, e Paulo Augusto não ajudou, me acariciando.

Ele suspendeu a aula algum tempo depois. Eu estava exausta.

- Ele desceu pela traseira do meu cavalo em um movimento suave. Ele encontrou meu olhar com as sobrancelhas levantadas.

- Vamos trabalhar como desmontar. Deslize sua outra perna por cima.

Ele me agarrou, me puxando para baixo.

Ele acariciou meus seios por trás, beijando e chupando o meu pescoço.

- Nós estamos caminhando para ter relações sexuais como animais, nas baias dos cavalos, e você vai amar.

Engoli em seco.

- Mas e se houver pessoas por lá? Trabalhando?

- Dispensei todos eles antes de encontrar você. Eu pretendo fazer amor com você, em todos os lugares desta fazenda, quanto for possível.

Lambi meus lábios. Ele nunca usou o termo fazer amor antes. Eu achei estranho que ele fizesse isso agora.

- Fazer amor? Não é o que nós chamamos de foder? Perguntei a ele.

- Por que não pode ser os dois?

Ele rosnou contra mim.

Eu não tinha uma resposta para isso. Em vez disso, eu pensei em outra pergunta. A questão me deixava extremamente envergonhada, mas eu tinha que fazer de qualquer maneira. Minha curiosidade sempre parecia ganhar do meu orgulho, quando Paulo Augusto era o assunto.

- Quantas mulheres você comeu aqui na fazenda?

Só você, Sabrina minha esposa, Você foi à primeira única mulher que me fez mudar e aprender amar, já tive muitas outras, mas nunca trouxe aqui na fazenda e muito menos nossa casa da cidade, eu as levava para um Studio que tinha na cidade antes de te conhecer.

- Isso então quer dizer que sempre fui importante pra você?

- Você é tão importante que casei com você e virei o homem mais sério e fiel na face da terra.

Ele me pegou em seus braços de repente, me segurando firme me diz.

- Você é só minha de mais ninguém?

- Me promete que vai ter olhos só pra mim, ninguém ira ocupar o me lugar.

- Paulo Augusto, quem foi que tirou a minha virgindade¿ como eu poderia ter outro, se te amei no dia em que te conheci?

- Sabrina, jamais vou esquecer o dia que tirei a sua virgindade

– Sim foi maravilhoso, me transformei em uma mulher completa naquele dia.

- Será sempre minha.

- Sim, Eternamente sempre sua.

Capítulo 2 MEU AMOR, MINHA VIDA

O dia que conheci o Paulo Augusto jamais vou esquecer. Foi na faculdade ele, estava no ultimo semestre do curso de veterinária, eu tinha acabado de iniciar o curso, estava sentada na mesa da cantina da faculdade. Quando ergui a cabeça e dei de cara com os olhos azuis mais lindos me observando. Aquele olhar parecia ter me cativado de uma maneira estranha, esse homem era, a pessoa mais impressionante que vi em meus quase 18 anos de vida. Engoli a saliva para umedecer a garganta que estava seca. Quando sai da cantina o meu coração acelerou assim que nossos olhares se cruzaram outra vez.

Fui para a sala de aula, mas não prestava atenção na aula só pensava naqueles olhos azuis. Acho que ele ficou interessado em mim. Mas de que maneira? Eu não tinha ideia. Os homens davam em cima de mim com olhos fixos no meu corpo, mais o Paulo Augusto observava atentamente no meu rosto. No final das aulas, Marcos meu irmão gêmeo apertou minha mão quando chegamos ao estacionamento eu sorrir de forma carinhosa para ele antes de olhar para o lado, foi quando eu o vi ele me olhava com um olhar frio, foi quando percebi que ele olhava que estava de mãos dadas com Marcos. Ele deve estar pensando que eu e Marcos somos um casal, muitas vezes dá impressão e fazemos de propósito, até por um meio de proteção, para outros homens não chegarem perto de mim. Todas as pessoas, menos amigos próximos e as namoradas de Marcos pensavam que fôssemos um casal. Marcos me abraçando, falou no meu ouvido.

- Você se importa se eu te deixar em casa agora, hoje tenho um encontro especial.

- Não se preocupa comigo, se divirta por mim.

Ele beijou na minha testa e fomos embora.

No dia seguinte na faculdade encontrei Paulo Augusto novamente na faculdade.

Eu estava passando pela mesa dele na cantina quando ele me chamou.

- Sabrina.

Aproximei-me da mesa dele.

- Você pode sentar por um minuto para conversar?

Olhei em volta nervosa, sem saber o que fazer com seu pedido.

- Sente Sabrina.

Suspirei e me sentei ao lado dele.

- Você é o Marcos estão namorando?

Ele perguntou diretamente, e eu o encarei.

Meus olhos piscaram e me senti confusa. Não esperava o interesse dele, muito menos sua sinceridade.

-Não estou namorando o Marcos por que simplesmente ele é meu irmão.

Ele pegou meu pulso levemente. Olhei seu rosto e ele estava sorrindo. Comecei a respirar com dificuldade.

- Mas você está saindo com alguém?

- Não estou saindo com ninguém e nem pretendo sair.

Seu olhar foi para minha boca.

- Bom o que você vai fazer depois das aulas.

Meu deus, como ele é direto.

- Eu vou direto pra casa dormir.

- Então, que tal ao meio dia para um almoço?

Eu balancei a cabeça, me perguntando por que não expliquei que não vou sair com ele.

- Vou passar na sua casa te pegar para o almoço.

- Não, Paulo Augusto, pretendo almoçar com você.

Ele me olhou surpreso e ficou em silêncio por alguns minutos.

- Eu também não marco encontros.

- Mais o que você tem em mente, o que você quer comigo?

Perguntei já meio irritada.

Ele me olhou rapidamente.

- Eu acho que temos muita coisa em comum. Na verdade eu tenho certeza disso.

- Por favor, vamos parar por aqui, Eu não estou interessada.

Tentei me levantar mais ele segurou meu pulso. Sentei de volta olhando sua mão.

- Não foi isso o que eu quis dizer Sabrina. Eu não queria ser grosseiro, mais sinto uma atração muito forte por você. Almoce comigo e podemos conversar em particular

Falou soltando meu pulso.

- Não, obrigada Paulo Augusto.

Levantei em silêncio, saindo da cantina. Respirei fundo e contei até três para manter meu controle.

Eu ia falar mais uma vez, quando ele me beijou.

Era um beijo desesperado e faminto, e eu nunca tinha recebido antes. Sua língua explorava a minha boca e eu gemi baixinho, sem que pudesse me controlar.

Ele gemeu pressionando seu corpo junto ao meu corpo.

Logo em seguida me soltou.

Ele sorriu e disse:

- Quero você na minha cama.

Afastou-se me observando.

- Me dê seu número.

Fiquei chocada, não quero me envolver esse cara é louco.

- Não estou interessada.

Disse com segurança.

- Então Que tal um café? É justo, me dê seu número e saímos para tomar um café.

- Não obrigada, eu simplesmente não estou interessada.

- Eu tenho certeza se você gostar e vai ser prazeroso. Posso e gostaria muito de lhe mostrar. O Quanto é bom fazer sexo comigo.

- Por favor, saia da minha frente.

Ele se retirou, logo em seguida sai de lá a acabei esbarrando com Marcos.

- Você está bem?

- Perguntou delicadamente.

Eu balancei a cabeça, ia falar do fiasco que foi com o Paulo Augusto, mais não tive coragem.

- O que você acha do Paulo Augusto maninha?

Estreitei os olhos e o encarei.

- Você foi falar com ele?-

Marcos passou a mão no queixo e ele só faz esse gesto quando sua resposta é sim.

- Eu acho que ele está gostando de você.

- O que ele falou para você?

- E você está gostando dele?

- Claro que não. Você sabe que eu não namoro. O que deu em você?

Ele deu de ombros com cara de inocente.

-Você algum dia vai ter que sair e namorar, você é jovem, bonita, não pode simplesmente não namorar por tanto tempo e não vai achar ninguém melhor que esse cara. Eu tenho uma boa intuição sobre ele.

- Nós não vamos falar sobre isso. Não são todas as pessoas no mundo que precisam namorar. Eu não me meto nas suas escolhas, então você não pode se meter nas minhas.

- É apenas um pequeno conselho de irmão, mas agora vamos esquecer isso.

Fiquei feliz por não falar mais nesse assunto, ele me deu um abraço forte.

- Amo você, minha maninha.

- Eu também amo você Marcos.

Capítulo 3 MEU AMOR, MINHA VIDA

Uma semana se passou, depois do episodio do beijo, Marcos e eu fomos até a cantina o Paulo Augusto estava sentado na mesa dos fundos tomando um café.

Sentamos-nos mais próxima à janela e fiquei observando-o por alguns minutos. Ele é muito bonito, admiti a mim mesma, mesmo não gostando da ideia.

Eu pensei sem arrependimento, queria tocar em todas as partes de seu corpo. Sai da minha fantasia ridícula quando a campainha do inicio das aulas tocou, era a hora de estudar e não sonhar besteiras. Olhei para ele de novo enquanto tomava seu ultimo gole de café. Não consegui desviar o olhar, mesmo quando ele encontrou o meu olhar. É óbvio, evitei encara-lo olhando para Marcos em vez disso.

- Você está gostando dele, maninha.

Sussurrou para mim.

- Deus me livre, só se eu estiver louca.

Foi tudo que respondi pra o Marcos.

Paulo Augusto também se levantou e chegou mais perto falando no meu ouvido.

- Você ainda será minha.

E logo depois se afastou.

Eu continuei andando normalmente, esse cara me faz sentir estranha, ele é muito experiente, é muito rico, isso nunca daria certo.

Marcos e eu paramos em frente a uma biblioteca enquanto esperávamos o resto da equipe se juntar a nós.

Depois de duas horas de pesquisas terminamos nossos estudos.

- Vamos pegar um café na cantina Sabrina e depois vamos pra casa.

Olhei para ele desconfiada.

- Você sabe que eu nunca tomo café depois de certo horário antes de dormir, mais vou esperar na fila com você enquanto toma o seu.

Acho que vou deixar pra tomar café depois?

Ele disse.

Segui seu olhar e o Paulo Augusto estava esperando no balcão do café.

Ele deu um sorriso e acenou para Marcos.

Olhei para Marcos com desconfiança mais uma vez.

- Marcos o que você está aprontando?

Falei irritada.

Ele franziu os lábios.

- O que tem de mal? Eu não posso ser educado.?

Perguntou com a maior inocência.

- Aquele sorriso que você deu para ele, francamente eram de cúmplices. O que você fez? Deu meu número?

Perguntei.

- Eu não faria isso.

Fiquei aliviada.

Seguimos para o estacionamento, todos estavam animados conversando e fazendo planos para beber amanhã à noite no bar da esquina da faculdade. Era um grupo novo eu não queria ser á desmancha prazer quando todos estavam animados.

- Você está quieta, maninha.

Falou no meu ouvido.

- Você vai com a gente ao bar, não vai?

Falou quase implorando, achando que eu não iria.

- Vou. Mais você tem que me jurar que não vai me aprontar pra mim.

Acordei com o som do meu despertador, mais desanimada que o habitual. Tentei dormir um pouco, mais o Marcos me chamou para irmos malhar.

Malhamos por uma hora na academia, quando terminamos, fomos almoçar.

- O que vai usar hoje á noite?

Marcos perguntou

- Não sei, o tempo está bom e quente, eu acho que vou de mine-saia e uma blusa. Não estou com vontade de me arrumar.

Nós voltamos para casa fui tomar uma ducha e me arrumar, escolhi uma mine-saia preta e uma blusa preta com detalhes com branco e uma sandália de salto baixo, deixei os cabelos soltos. Passei apenas um rímel e um batom nude. Fui para casa de Marcos fiquei esperando pacientemente ele escolher uma roupa. Ele experimentou de tudo, por fim escolheu uma camisa polo branca e uma bermuda jeans e colocou sapatênis. Ele gosta de se vestir estilo mauricinho.

Chegamos ao bar cedo, mais já estava lotado Conseguimos um lugar para sentar, logo o garçom chegou para pegar nossos pedidos.

- O que vocês vão querer?

- Uma cerveja por favor.

- Eu também vou de cerveja e aproveita traz alguns petiscos.

Ficamos curtindo algumas músicas, não demorou muito o garçom chegou com nossa bebida. Estava muito bom a ponto de me fazer pensar que não seria possível eu ficar bêbada. Ele também trouxe variadas bebidas para nós. Ele me deu um licor que nunca tinha ouvido falar, senti o cheiro, era forte.

- Então maninha o que achas do Paulo Augusto?

Eu balancei a cabeça e ele riu.

- Sim, Paulo Augusto é bonito demais para ser real. Ele me dá medo.

Marcos parou de rir quando falei isso.

- Por quê?

Perguntou sério.

- Não é bem isso, ele é diferente, nunca senti isso. Tudo que sei é tenho que ficar bem longe dele.

Os olhos de Marcos se arregalaram quando olhou atrás de mim.

Eu virei á cabeça e olhei para cima, para aqueles olhos azuis.

- Olá, Paulo Augusto.

Eu disse com calma e levemente bêbada.

- Você é um traidor maninho.

- Não tenho culpa ele me perguntou se íamos sair hoje à noite. Eu só falei aonde íamos.

Paulo Augusto estava perto de mim o suficiente para mostrar que estamos juntos.

Resolvi ficar em Fiquei de pé, mas senti uma vertigem tive que agarrar no balcão por um tempo para me equilibrar.

- Mais cuidado aí, maninha.

- Marcos ela bebe com frequência?

Paulo Augusto perguntou, falando com Marcos sobre mim na minha frente. Respondi.

- Bebo o tempo todo.

Disse em voz alta.

- Historia essa é a primeira vez que ela bebe desde que completou 16 anos. Isso foi á dois anos que não bebe mais.

- Eu preciso ir ao banheiro.

Falei em voz alta.

- Eu ajudo você a chegar lá, maninha.

Marcos se levantou para ajudar, Paulo Augusto acenou para ele.

- Pode deixar eu a leve até o banheiro, não se preocupe ela esta segura comigo.

Passou os braços na minha cintura e me levou sem esforço entre a multidão em direção ao banheiro.

- Por que você está aqui?

Perguntei diretamente.

- Bem, eu vim aqui por que você estaria aqui, e também eu estou louco pra transar com você que mal posso esperar. Mas hoje não vai acontecer, só vim para ter certeza que você voltará inteira pra sua casa.

- Por que não pode transar comigo agora?

Perguntei eu sabia que não era uma boa pergunta, pois dava entender que fiquei desapontada.

- Eu não vou tocar em você enquanto estiver neste estado. Eu nunca faço isso.

- Então você está desistindo?

Ele me surpreendeu com um beijo na minha testa.

- Não vou te comer hoje, mas ainda pretendo, e quando isso acontecer você vai gozar muito. Mais não essa noite.

Entrei no banheiro e Paulo Augusto ficou me esperando ao Lado da porta.

Estava lavando as mãos quando Marisa entrou animada.

- Quem é aquele homem lindo lá fora?

Ela perguntou quase sem respirar.

Sabia muito bem de quem ela estava falando.

- Aquele é o Paulo Augusto.

E saí antes que ela pudesse me fazer outras perguntas.

Paulo Augusto me pegou pela cintura me puxando para o encontro dele e falou no meu ouvido.

- Eu vou ser o primeiro homem que vai transar contigo, quero tirar a tua virgindade.

Um arrepio percorreu meu corpo com suas palavras.

Será que ele tinha percebido que eu era virgem, ou o Marcos lhe contou?

- Então você prefere as virgens?

Sussurrei a pergunta.

Ele levantou as sobrancelhas surpreso.

- Eu nunca tive com uma virgem. Mais eu não posso dizer que não gostei da ideia de ser o primeiro.

- Sabia que isso é uma tremenda responsabilidade.

Paulo Augusto segurou meu rosto e me deu um beijo de tirar o fôlego.

- Eu vou fazer com muita calma, você vai querer mais.

Me abraçou e fomos em direção ao bar.

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