Quando acordou, Juliana Stevens se deu conta de que acabou dormindo com um homem.
O quarto estava em silêncio. O ar ainda estava impregnado com o cheiro do que havia acontecido na noite anterior.
De repente, ela viu um cartão de visitas no chão, que provavelmente havia caído do paletó do homem. Ao ler as palavras nele, ela ficou sem ar e sua mente se apagou.
Nele, estava escrito: Adrian Spencer, o CEO do Grupo Spencer, conhecido como o homem mais rico de Eleyton, a cidade onde estavam, e um dos magnatas mais influentes do estado do Arcridge.
O mais chocante era que esse homem era seu marido, com quem ela estava casada há três anos, mas nunca havia conhecido.
E foi nessas circunstâncias que eles se encontraram pela primeira vez.
Adrian continuava dormindo, e alguns arranhões leves se destacavam no seu peitoral nu. Seus traços eram marcantes, com um nariz reto e lábios bem definidos. Tudo na sua aparência parecia perfeito demais para ser real.
O rosto dele não tinha nada a ver com o homem feio que as pessoas diziam.
Além disso, as pessoas diziam que ele era implacável, mas, enquanto dormia, ele parecia bem refinado e distinto.
Pelo visto, essas histórias sobre ele não eram verdadeiras.
Juliana apertou o cobertor com força, sentindo a ansiedade e a confusão fazerem seu coração disparar.
O casamento deles havia sido arranjado pelas suas famílias. Até o registro do casamento foi feito pelo avô de Adrian, Hugh Spencer. Por isso, ela não sabia como era seu marido até aquele momento.
Em mais três meses, o acordo que os unia chegaria ao fim. Ela estava contando os dias para finalmente ficar livre. Durante os últimos três anos, Adrian nunca apareceu, levando-a a acreditar que ele também não gostava desse casamento, assim como ela.
Ao se lembrar da noite anterior, ela soltou um gemido frustrado. Por que isso tinha que acontecer quando faltavam apenas três meses para o divórcio?
Agora, ela só podia torcer para que Adrian não tivesse visto seu rosto na noite passada.
Dominada por uma tempestade de emoções, Juliana pulou da cama, pegou suas roupas do chão e se vestiu o mais rápido que pôde, saindo correndo do quarto em seguida.
Mantendo a cabeça baixa, ela saiu às pressas do hotel quando seu celular começou a tocar. Era sua melhor amiga, Maia Palmer: "Anna, não deveríamos ter uma reunião no estúdio esta manhã? Por que ainda não chegou?"
Com uma mente aguçada para os negócios herdada do pai e um talento para o design, Juliana pulou vários anos na escola, concluiu seu mestrado antes do previsto e recebeu vários prêmios internacionais de design de joias. Para o público, ela era conhecida como a vice-presidente do Grupo Stevens. No entanto, ela também tinha outra identidade que poucas pessoas conheciam: era a fundadora e proprietária de um dos principais estúdios de design de joias do setor. Nos últimos dois anos, o estúdio se tornou uma marca reconhecida mundialmente.
Nesse dia, ela deveria liderar uma reunião para o lançamento de uma nova linha de produtos. No entanto, ela não estava com vontade de lidar com o trabalho.
Ao chegar na beira da estrada, Juliana chamou um táxi. "Maia, não estou me sentindo muito bem hoje. Vamos adiar a reunião para amanhã", disse ela ao entrar no carro.
Após encerrar a ligação, ela se virou para o motorista e disse: "Garden Apartments, por favor."
Durante o trajeto, Juliana tentou juntar as peças de tudo o que havia acontecido na noite anterior. Era o baile anual do Grupo Stevens, e ela havia perdido completamente o controle depois de apenas duas taças de vinho. Ela se lembrava de querer voltar para o quarto do hotel e descansar, mas sua tontura ficou tão forte que ela não conseguiu nem encontrar o caminho de volta, até que encontrou Adrian no corredor e, de alguma forma, acabou indo com ele para um quarto.
Normalmente, ela conseguia lidar muito bem com o álcool. Algumas bebidas não eram suficientes para afetá-la. Nesse momento, outra lembrança veio à tona. Na noite anterior, sua meia-irmã, Janessa Stevens, havia derramado acidentalmente sua bebida e lhe trouxe outra.
Será que a segunda bebida estava adulterada?
Enquanto ela ainda pensava nisso, uma ligação do seu tio, Louis Stevens, chegou. Assim que ela atendeu, a voz furiosa dele ecoou do outro lado da linha:
"Juliana, venha para casa agora mesmo!"
De volta ao quarto do hotel, o homem que estava dormindo profundamente começou a acordar. Seus olhos se abriram lentamente antes de ele se levantar. O cobertor escorregou, revelando as linhas firmes do seu corpo e seus músculos definidos.
Com um olhar penetrante, Adrian observou o quarto em silêncio. Em seguida, ele saiu da cama, pegou uma toalha de banho do chão e a amarrou na cintura.
A bagunça tomava conta do quarto, e a mulher não estava em lugar nenhum.
Imediatamente, o rosto dele ficou sombrio. Nesse momento, alguém bateu na porta. "Entre", ele disse.
A porta se abriu e seu assistente, Rylan Jenkins, entrou no quarto. "senhor Spencer", ele cumprimentou respeitosamente.
Sem rodeios, Adrian perguntou: "Você viu alguma mulher sair deste quarto?"
Rylan balançou a cabeça. "Não, senhor."
Diante dessa resposta, o olhar de Adrian ficou ainda mais frio. Ao atravessar o quarto, ele notou um pingente caído no chão. Seu acabamento era requintado. Alguns caracteres haviam sido gravados na parte de trás, mas os anos de uso os tornaram impossíveis de ler.
Ela devia tê-lo esquecido ali.
Adrian franziu a testa, fechando os dedos em volta do pingente.
Nesse momento, os acontecimentos da noite anterior vieram à sua mente. Durante um jantar de negócios, ele havia bebido sem saber uma taça de vinho que estava adulterada. Ao perceber que algo estava errado, ele voltou para o quarto do hotel e pretendia esperar até que os efeitos passassem. No entanto, antes de conseguir entrar, ele cruzou com uma mulher no corredor. No instante em que eles se tocaram, um forte desejo surgiu dentro dele e o dominou completamente.
Ele nem sequer teve a chance de ver o rosto dela com clareza antes de os dois entrarem no quarto que ele havia reservado.
Dada a situação - um homem drogado e uma mulher no mesmo quarto -, tudo o que se seguiu parecia inevitável.
Adrian se lembrou da insegurança e vulnerabilidade da mulher na noite anterior.
De qualquer forma, ela o ajudou num momento em que ele não conseguia se controlar. Ele precisava encontrá-la e consertar as coisas.
Colocando o pingente na mão de Rylan, Adrian falou num tom frio: "Descubra quem é essa mulher."
De repente, uma voz masculina áspera ecoou pela sala, assim que Juliana entrou na casa dos Stevens. Em seguida, um copo foi jogado na sua direção.
"Onde estava? Janessa disse que você ficou sem voltar para casa a noite toda. Será que não se lembra que é uma mulher casada?"
Juliana se esquivou, e o copo passou de raspão pela sua bochecha antes de se espatifar contra o pilar atrás dela com um barulho estridente.
Louis estava sentado no meio do sofá da sala de estar, com uma expressão furiosa no rosto. Ao seu lado estavam sua esposa, Sharon Stevens, e a filha deles, Janessa.
Ao ver a família, Juliana apenas soltou uma risada de escárnio.
Quando ela ainda era criança, seu pai morreu num acidente de avião. Pouco depois da morte dele, sua mãe, Sharon, se casou com Louis, irmão mais novo do seu pai. Juntos, eles acabaram assumindo o controle da empresa do pai dela e depois tiveram uma filha chamada Janessa. A partir de então, Juliana nunca mais se sentiu parte daquela casa.
"Juliana, tentamos te ligar a noite toda, mas não conseguimos. Ficamos muito preocupados com você." Com um vestido branco, Janessa se levantou e passou o braço pelo de Juliana. Então, seus olhos se fixaram no pescoço de Juliana. De repente, ela puxou a gola da blusa de Juliana e soltou um grito assustado, como se estivesse assustada: "Meu Deus, Juliana! Você passou a noite com algum homem?"
Ao ouvirem o grito da filha, Louis e Sharon foram até elas imediatamente. No momento em que notaram as marcas no pescoço de Juliana, seus semblantes se transformaram.
Com o rosto consumido pela raiva, Sharon ergueu a mão e deu um tapa em Juliana. "Juliana, foi isso que te ensinei? Você não aprendeu nada além de se envolver com homens?"
A dor se espalhou pelo rosto de Juliana, e um filete de sangue surgiu no canto da sua boca.
Lentamente, ela virou o rosto para Sharon, com os olhos gélidos. "Já está me julgando sem nem ao menos perguntar o que aconteceu?"
Ao ver a dor nos olhos de Juliana, um vislumbre de hesitação surgiu no rosto de Sharon.
Dando um soco na mesa, Louis gritou: "Se a família Spencer souber desse escândalo, seremos arruinados. Sua mulher sem vergonha, como pôde trair seu marido?"
Juliana soltou uma risada fria. "Quando Hugh procurou uma noiva para seu neto, ele escolheu Janessa. Foi você quem me forçou a me casar no lugar dela. Se essa família for à falência por causa disso, não estou nem aí."
"Sua...", Louis engasgou com as palavras, e seu rosto ficou vermelho de fúria.
Sharon olhou para Juliana reprovadoramente. "Juliana, não fale assim com seu tio."
Sem dar ouvidos a Sharon, Juliana se virou para Janessa. "Você trocou minha bebida ontem à noite. Foi você quem me armou."
Janessa ergueu a cabeça e piscou inocentemente. "Do que está falando? Por que eu faria isso com você? O que eu ganharia com isso?"
Juliana estreitou os olhos para Janessa.
Se o homem da noite passada não fosse Adrian, ela estaria acabada quando a família Spencer soubesse a verdade.
Janessa nunca se deu bem com ela, e ela sabia que a garota ficaria radiante em vê-la desmoronar.
Enquanto isso, Louis já havia pedido a um empregado para trazer um chicote. Assumindo a postura de chefe da família, ele disse: "Juliana, vou garantir que você aprenda a lição hoje, e depois disso, saberá que não deve causar problemas para a família novamente."
Ao lado, Janessa observava com um prazer sádico, com os olhos cheios de desprezo por Juliana.
Quando Louis ergueu o chicote, antes que ele pudesse atingi-la, Juliana estendeu a mão e o agarrou, o puxando da mão dele e o lançando em direção a Janessa.
Janessa não conseguiu se afastar a tempo, e uma marca vermelha surgiu no seu braço. Ela gritou: "Juliana, você perdeu a cabeça?"
Louis ficou paralisado pelo choque por um momento. Então, ele apontou para Juliana e gritou enfurecido: "Como ousa tocar em Janessa?!"
Juliana os encarou com um olhar frio. "É melhor você tomar conta da sua filha preciosa. Se ela tentar aprontar comigo novamente, não vou deixar barato."
Depois de dizer isso, ela jogou o chicote no chão, esfregou as mãos como se tivesse tocado em algo sujo, depois se virou e saiu da casa. Atrás dela, os gritos e xingamentos raivosos a seguiam, mas ela não olhou para trás.
Ao voltar para seu apartamento, Juliana estava exausta, tanto física quanto mentalmente. Tudo o que aconteceu na noite anterior ainda estava na sua mente, continuava a perturbá-la, a impedindo de se acalmar.
Enquanto trocava de roupa, ela percebeu que o pingente que sempre usava tinha desaparecido, então se perguntou onde ele poderia ter caído.
Ela procurou em todos os cantos do apartamento, mas não conseguiu encontrá-lo. De repente, uma cena da noite passada voltou à sua mente, fazendo com que ela parasse.
Provavelmente, o pingente caiu no quarto do hotel.
Sem pensar duas vezes, Juliana pegou um casaco e saiu às pressas do apartamento.
O pingente havia sido deixado para ela pelo seu pai e era tudo para ela. Não importava o que fosse, ela tinha que encontrá-lo.
Em pouco tempo, Juliana chegou ao hotel. Quando notou que a porta do quarto estava entreaberta, achou que Adrian já havia feito o check-out.
Quando ela entrou no quarto novamente, ela viu a cama grande que ainda estava desarrumada, o que a fez corar instantaneamente.
As lembranças da noite anterior estavam vívidas na sua mente. Ela ainda conseguia se lembrar deles abraçados e trocando beijos apaixonados.
Tentando deixar esses pensamentos de lado, Juliana começou a procurar seu pingente pelo quarto.
Mesmo depois de vasculhar o quarto inteiro, ela ainda não o encontrou.
Será que Adrian o pegou?
Se ele encontrasse o pingente e descobrisse que ela era a mulher da noite anterior, talvez ela não conseguisse se divorciar dele facilmente em três meses.
Ao pensar nisso, ela decidiu que não deveria permitir que ele soubesse quem ela era.
De repente, passos firmes ecoaram no corredor e se aproximaram da porta.
Juliana prendeu a respiração, seu coração batendo freneticamente contra o peito.
Enquanto isso, só uma coisa lhe veio à mente: Adrian havia voltado?
Em um movimento rápido, ela foi até uma mesa próxima e fingiu ser uma camareira do hotel que estava limpando o quarto.
Pouco depois, um homem alto entrou no quarto com um subordinado.
A presença do homem encheu o ambiente de uma autoridade avassaladora. Depois de lançar um olhar de relance para Juliana, ele perguntou: "Veio limpar o quarto?"
Juliana respirou fundo. Tentando manter a compostura, ela se virou para ele e assentiu com a cabeça.
Uma camisa preta cobria o corpo robusto de Adrian, destacando seus músculos firmes. Cada traço do seu rosto bonito era nítido e definido, e ele tinha uma autoridade natural impossível de ser ignorada.
Quando ele olhou para ela, seus olhos estavam frios e penetrantes.
Diante do seu olhar, as mãos de Juliana se cerraram. Por fora, ela parecia calma, mas por dentro, mil coisas passavam pela sua cabeça.
Será que ele vai reconhecê-la? E se ele reconhecesse, o que ela deveria fazer?
Para sua surpresa, Adrian só a olhou brevemente antes de desviar o olhar e ir em direção ao sofá.
Ao ver isso, Juliana soltou um pequeno suspiro de alívio, pensando que, pelo menos, ele não a havia reconhecido como a mulher da noite anterior.
Ao se sentar no sofá, Adrian jogou uma proposta de projeto para seu subordinado e disse friamente: "Faça de novo. Se eu vir outro erro como este, você será demitido."
Com o suor escorrendo pela testa, o subordinado respondeu: "Sim, senhor." Suas mãos tremiam enquanto ele pegava a proposta e saía rapidamente do quarto.
Observando da mesa, Juliana pensou: "Que temperamento terrível ele tem!"
Então, Adrian falou novamente: "Me traga um copo de água."
Como o subordinado já havia saído, Juliana percebeu que ele estava falando com ela.
Juliana foi até o frigobar e serviu um copo de água. De repente, ela teve uma ideia: E se Adrian já tivesse encontrado o pingente que ela perdeu? Ao pensar nisso, uma luz de esperança brilhou nos seus olhos.
Segurando o copo, ela se virou e foi em direção a ele. Assim que chegou perto, fingiu perder o equilíbrio e derramou toda a água do copo nele.
A camisa de Adrian ficou encharcada num instante, e a irritação estampou-se imediatamente em seu rosto severo. No momento em que a raiva dele estava prestes a explodir, ela correu até ele e, em pânico, começou a limpar sua camisa.
"Senhor, sinto muito! Você está bem?"
Enquanto fingia limpar a água, Juliana o revistou rapidamente em busca do seu pingente. No momento em que as pontas dos seus dedos tocaram os músculos firmes do abdômen dele, do nada, uma mão forte segurou seu pulso.
Sem aviso, Adrian a puxou para perto de si, fazendo com que ela, despreparada, batesse contra o peito dele.
Antes que ela pudesse reagir, a mão grande dele envolveu seu pescoço.
Com um olhar ameaçador, Adrian disse com uma voz fria:
"Você entrou no meu quarto escondida. O que exatamente está procurando?"
Juliana tentou se soltar, mas o aperto dele no seu pescoço a mantinha firmemente no lugar. Sua força era tão avassaladora que ela mal conseguia respirar.
Foi só depois que seu rosto ficou vermelho pela falta de ar que Adrian a soltou e a empurrou com força.
Juliana cambaleou para trás e caiu no chão, soltando um gemido baixo.
Enquanto a ouvia lutar para recuperar o fôlego, Adrian a observou com mais atenção. Foi então que ele percebeu que a respiração dela era muito parecida com a da mulher da noite anterior.
Naquela noite, o quarto estava escuro. Tudo o que ele se lembrava era de um corpo esbelto, uma pele incrivelmente macia e gemidos ofegantes que permaneciam na sua memória.
Esfregando o pescoço dolorido, Juliana se levantou lentamente do chão. "Você está pensando errado. Só vim limpar o quarto."
Quando Adrian estava prestes a dizer algo, outra batida soou na porta.
Seu assistente, Rylan, colocou a cabeça para dentro e disse respeitosamente: "Senhor Spencer, a pessoa que você me pediu para trazer está aqui."
Adrian olhou brevemente para Juliana antes de sinalizar para que eles entrassem.
Rylan entrou no quarto, e uma jovem com um vestido branco o seguiu.
Parada em silêncio num canto, Juliana observava a recém-chegada, percebendo os olhares tímidos que ela lançava para Adrian. Além disso, ela notou as marcas no pescoço da mulher, que eram bem visíveis. Tudo nela indicava que havia tido intimidade com alguém recentemente.
As pessoas costumavam dizer que Adrian não tinha interesse em mulheres. Agora, parecia que essas histórias eram completamente falsas.
Um homem com seu prestígio e influência nunca ficaria sem mulheres querendo estar com ele.
Por alguma razão, essa constatação aliviou as preocupações de Juliana. Se ele já tinha muitas mulheres na sua vida, não havia motivo para ele se preocupar com o que havia acontecido entre eles na noite passada.
Depois que a mulher entrou, o olhar que Adrian lançou para Juliana ficou ainda mais frio. Apesar de todos os rumores em torno dele, as mulheres sempre tentavam usá-lo como um trampolim. Para ele, Juliana não era diferente das outras.
Virando-se para Rylan, Adrian ordenou: "Jogue-a para fora."
Antes que Rylan tivesse a chance de reagir, Juliana já estava indo em direção à porta. "Não precisa disso. Sei o caminho para sair."
Sem esperar por mais uma palavra, ela se virou e saiu rapidamente do quarto.
Como o pingente não estava com Adrian, ela precisava descobrir onde mais poderia tê-lo perdido.
Acreditando que ele era um mulherengo, Juliana ficou ainda mais determinada a terminar o casamento o mais rápido possível.