Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Contos > Meu Amado Vampiro II: Ramon e Dulce Maria
Meu Amado Vampiro II: Ramon e Dulce Maria

Meu Amado Vampiro II: Ramon e Dulce Maria

Autor:: Keullyy
Gênero: Contos
Ramon, um vampiro atormentado por seu passado sombrio, se apaixona por Dulce Maria, uma jovem mortal. No entanto, ele luta contra seus instintos vampíricos para protegê-la. Ambos estão envolvidos em uma antiga profecia que pode mudar o equilíbrio entre vampiros e bruxas. Uma segunda guerra entre os vampiros e as bruxas se aproxima, e Ramon terá que enfrentar seus medos para ficar ao lado de seu verdadeiro amor. Uma promessa feita quando ela ainda estava no ventre de sua mãe, poderia colocar tudo a perder? Quem estava interessado na prometida que ele queria longe, quando descobriu a quem estava prometido? Terá que lutar para ficar ao lado do seu verdadeiro amor, aquela que você nega que ama. Façam suas apostas!

Capítulo 1 1 Capítulo

Melissa

Depois do Miguel ter nos proporcionado uma noite maravilhosa ao ar livre, voltamos para casa e encontramos o Ramon sentado no sofá pensativo e absorto em seu mundo.

Melissa: - O que você está fazendo aqui? - ele se levanta e vem até mim, perguntando.

Ramon: - Que história é essa de estar prometido a alguém? - isso só pode ser brincadeira, só pode.

Miguel: - Calma... O que aconteceu conosco, Melissa, é o mesmo que está acontecendo com você. - explico a ele que nega com a cabeça não acreditando.

Ramon: - A quem estou prometido?

Melissa: - Por favor, não faça nada impulsivo. - peço a ele e é a mesma coisa que nada. - Você está prometido a Dulce Maria, a filha do meu irmão... - Ele olha confuso para mim sem entender.

Ramon: - O quê?! Como assim? Ela é apenas uma criança... - a minha voz mal sai e bagunço os meus cabelos perdido.

Miguel: - Eu e Melissa éramos apenas crianças quando a promessa foi feita!

Ramon: - Mas com ela é diferente, eu tenho 4002 anos e ela vai fazer 4 anos Miguel, a p@rra de 4 anos!

Melissa: - Quando ela completar 18 anos, não haverá como evitar isso, você terá que aceitar de uma maneira ou de outra... - nossos filhos descem as escadas esfregando os olhos e resmungando ao mesmo tempo.

Mateus: - Mamãe, vocês chegaram tarde... - pego ele no colo.

Melissa: - por que os bonitos não estão dormindo ainda?

Aurora: - A gente estava esperando vocês...

Ramon: - É por isso que não consigo mais ficar com ninguém. - minha ficha cai, e eu estalo os dedos. - Como posso quebrar essa promessa?

Melissa: - Você não pode mudar o destino, Ramon. Se você o alterar, não só você sofrerá as consequências, mas nós também! - aviso-o antes que ele cometa essa loucura.

Ramon: - Droga, como posso estar prometido a Dulce Maria?! Por isso que sinto algo estranho quando brinco com ela, não é a mesma coisa com a Aurora.

Miguel: - Amanhã conversamos direito. Agora não é hora para discussões. Você pode dormir onde costumava ser o seu quarto. - toco o seu ombro e ele assente, se rendendo por completo. - Boa noite, meu irmão, pense com calma e não tome decisões precipitadas... - pego Aurora e subimos para o nosso quarto.

Ramon

Subo para o meu antigo quarto e me deito na cama, olhando para o teto. Por que tenho que estar prometido a uma criança? Eu sou um completo safado, e quando Dulce estiver mais velha, acho que não conseguirei me controlar. Prometido a uma bruxa com genes de vampiro... Por que não fui prometido a uma mulher como Melissa? Miguel teve tanta sorte em conhecê-la, mas com a Dulce é diferente. Me sinto um bobo quando brinco com ela.

"Dulce, não mexe assim com os meus sentimentos, não quero parecer um pedófilo que vai atacar a sobrinha da minha cunhada!" A repreendendo sabendo que ela nunca iria saber disso.

Levanto da minha cama e saio para caçar, só assim para apagar as memórias e surpresas de hoje.

✧⁠

Melissa: - Amor, você acha que Ramon vai fazer besteira? - me aninho em seus braços e sua mão fria acaricia as minhas costas.

Miguel: - Não, ele vai aceitar isso com o tempo, mas conhecendo-o bem, sei que quando Dulce estiver mais velha, ele a evitará o máximo possível. - o Ramon nunca foi de se prender a alguém e agora está amarrado a uma prometida. Ouço o seu suspiro e ela balança a cabeça concordando.

Melissa: - Ele não pode mudar o destino. - os olhos mais bonitos me encaram seriamente e o seu tom muda.

Miguel: - Eu sei disso. Se você e eu ficássemos separados, nosso destino seria outro, um mais doloroso... - a sua risada suave preenche o nosso quarto e acaricio o seu belo rosto.

Melissa: - Tomara que ele faça a Dulce feliz, senão, meu irmão vai matá-lo na primeira oportunidade!

⁠✧Anos depois...

Dulce Maria

Hoje é o dia em que eu finalmente completo 17 anos e estou cursando o segundo ano do ensino médio. Acordo cedo e olho para a foto que está sobre a mesa. Nela, estou ao lado do Ramon. Tiramos essa foto quando eu tinha onze anos. Toda vez que penso nele ou olho para essa foto, meu coração dispara. Eu sei que na minha família, todos são vampiros, exceto minha mãe e eu. Eles não podem nos transformar porque isso poderia desencadear uma segunda guerra entre os vampiros e as bruxas. Minha tia Melissa explicou isso para mim, e ela é metade humana e metade vampira. Eu admiro profundamente o amor entre Miguel e minha tia, eles passaram por tantas dificuldades e merecem ser felizes.

Tenho três primos: Mateus, que é frio e arrogante. Aurora, encantadora e travessa e o irmão do Ramon e Miguel, Jeremias, que é tão frio e safado quanto os outros dois. Pedro, filho da vovó, é meu terceiro tio e é mais novo do que eu e meus primos juntos. Ser um vampiro tem suas vantagens, como a imortalidade, mas lamento não ter tanta sorte e ter que me contentar com meus poderes de bruxa. Vou até o banheiro e faço minha higiene matinal. Em seguida, escolho um short de cintura alta e uma blusa para ir à escola. Penteio meu cabelo em um coque, calço meus sapatos e pego minha mochila antes de sair do quarto. Lá encontro minha mãe e meu pai já sentados a mesa do café da manhã, e me sento com eles.

Dulce: - Bom dia mãe, bom dia pai! - cumprimento eles, sendo recebida com beijos grudentos nas bochechas.

Roberta: - Bom dia, filha. Parabéns, minha querida!

Samuel: - Parabéns, mocinha. Veja se, se comporta... - ele pisca para mim. Meu pai sempre foi assim, safado como meus tios e primos.

Dulce: - Pode deixar, pai. Eu não sou como você... - tomo meu café e dou linguá para ele.

Roberta: - Nossa, essa doeu... - a mamãe toca o seu coração sentindo dó do papai e sorrio.

Samuel: - Essa menina está ficando com a língua afiada!

Dulce: - Será de quem eu puxei isso? - dou um sorriso e termino o café da manhã antes de me levantar.

Samuel: - Aonde a mocinha vai tão cedo assim? - a interrogo.

Dulce: - Vou à casa da tia Melissa. Ela me disse para ir lá...

Samuel: - Avise aquela chata que eu e a Roberta vamos lá de noite.

Roberta: - Não esqueça de mandar um abraço para ela, meu bem.

Dulce: - Pode deixar, mãe... - dou um beijo nas bochechas deles e saio de casa, pego um táxi para a Mansão Alencar. Em instantes, chego lá e, do lado de fora, encontro o Ramon saindo da casa da tia Melissa. Ele me nota se aproximando e seus olhos percorrem meu corpo de cima abaixo. Bloqueio meus pensamentos, ainda bem que a tia Melissa me ensinou a fazer isso. Ramon se afasta como se eu não existisse, mas desta vez não o deixo escapar. Ultimamente, ele tem me evitado. Eu seguro seu braço e sinto um choque elétrico percorrer meu corpo. Ele se vira para mim e olha para o braço.

Ramon: - O que você quer? - pergunto em um tom ríspido. Quando ela me tocou, senti uma corrente elétrica percorrendo meu corpo.

Dulce: - Eu só queria saber porque você está me evitando... - ele retira a mão e me olha.

Ramon: - Não estou te evitando, Dulce. É só que é muito difícil explicar...

Dulce: - Explicar o que Ramon?, Você não é mais o mesmo que brincava comigo... - ele me olha mais uma vez e o seu olhar é de puro desejo e ele não tem vergonha nenhuma de me despir como se estivesse vendo o meu corpo nu refletido em seus olhos.

Ramon: - Você se transformou em uma mulher Dulce Maria, eu sou um homem e vampiro, não possuo autocontrole com as minhas ações! - ele desvia o olhar e entendo o que quis dizer.

Dulce: - Eu só quero que você não me evite, hoje eu faço dezessete anos e você nem me deu parabéns... - sussurro e o seu olhar se volta para mim.

Ramon: - Parabéns Dulce, era isso o que você queria?!

Dulce: - Babaca, você é pior que o Mateus! - o xingo, eu poderia chama-lo de feio, o que não é verdade.

Ramon: - Tchau Dulce, eu tenho que ir trabalhar.

Dulce: - Até mais velho! - brinco com ele e corro para dentro da casa da minha tia.

Ramon

Quando saio da casa do meu irmão encontro a Dulce saindo do táxi e olho para seu corpo de cima abaixo sem conseguir desviar os meus olhos de cada centímetro e despi-la ali mesmo com os pensamentos impuros. Ela se tornou uma p@ta de uma mulher gostosa, magra mas com uma bunda linda e os seus peitos, dava pra ver que eram pequenos e me imaginei mordendo aquelas delícias, e que shortinho que ela estava usando para ir a escola. Aquilo deveria ser proibido. Passo por ela e a ignoro, mas quando ela me tocou o meu corpo deu vida e trocamos alguma palavras. Não vou negar que eu tinha esquecido do aniversário dela e pela cara da Dulce ela ficou muito chateada, eu fui logo dando a desculpa de ir trabalhar e quando ela me chamou de velho eu coloquei a mão no meu rosto murmurando.

Ramon: - Será que eu estou ficando velho?! - entro no meu carro e dou partida para o meu trabalho. A Dulce será a minha desgraça em carne e osso, a própria deusa.

Capítulo 2 2 Capítulo

Dulce

Penetro na morada da minha tia e ela emerge para me saudar.

Melissa: - Olá, Dulce... - abraço-a com ternura.

Dulce: - Olá, tia Melissa. Meu pai mencionou que ele virá aqui à noite... - informo-lhe o que foi me dito.

Melissa: - Aquele entediante do Samuel. Venha, tenho uma dádiva para você... - ela me guia até a sala, e sento-me no sofá. Ela se desloca rapidamente e reaparece diante de mim com uma pequena caixa.

Dulce: - Obrigada! - desvendo a caixa e retiro uma pulseira de prata com meu nome gravado. Ao fazer isso, ela se afasta um pouco.

Melissa: - Não há necessidade de agradecer meu amor. Permaneça aqui, Miguel os levará até a escola.

Dulce: - Tá bom. - ela se retira e eu manipulo meu celular enquanto aguardo meus primos descerem.

Melissa

Subo as escadas e bato na porta do quarto do Mateus. Ele prontamente a abre, já vestido uniformemente.

Mateus: - Não foi preciso me despertar desta vez. - afago-lhe a cabeça e ele resmunga ajeitando os fios bagunçados.

Melissa: - Torço para não precisar retornar.

Mateus: - Herdei isso da minha mãe. - sorrio e ela puxa as minhas bochechas. Eu odeio isso e ela sabe e o faz, só para me irritar.

Melissa: - Desça para o café da manhã. Dulce nos acompanhará hoje.

Mateus: - Está certo, mãe... - ele desce com sua mochila. Então, dirijo-me ao quarto da Aurora, abro a porta e a encontro ainda recolhida nos lençóis. Abro as cortinas e ela se ergue, esfregando os olhos.

Melissa: - Você já possui dezoito anos e ainda precisa da minha lembrança para ir à escola? - ela se põe de pé.

Aurora: - Ah, mãe, não conseguimos dormir à noite. Quando amanhece, ficamos inertes como pedras...

Melissa: - Os vampiros são assim, mas você precisa lembrar de seus compromissos, mocinha rebelde. Agora, vá se arrumar, senão serei obrigada a deixá-la caminhar até a escola. - isso não é um problema, mas eu sei que ela não se arriscaria tão fácil assim, ao ponto de ser vista enquanto corre.

Aurora: - Eu já estou indo, mãe! - ela se precipita em direção ao banheiro, enquanto eu retorno ao meu quarto. Avisto o Miguel saindo do banheiro, envolto em uma toalha.

Melissa: - Cheguei a pensar que não despertaria mais... - ele me atrai para junto de si e me beija.

Miguel: - É que uma mulher tão encantadora me proporcionou momentos inesquecíveis ontem. - um sorriso sacana toma conta dos seus lábios.

Melissa: - Seu safado! Vá logo se preparar, pois irei com você hoje.

Miguel: - Não vai dar aula hoje amor?

Melissa: - Não, vou passar o resto do dia com o meu vampiro dentro de um imenso escritório. - entrelaço o seu pescoço o puxando para mim.

Miguel: - Adorei essa ideia, podemos fazer várias coisas dentro dele. - ele me solta e começa a vestir a roupa.

Melissa: - Te espero lá em baixo para tomarmos café.

Miguel: - Tá bom. - saio e desço as escadas, deparando com Mateus e Aurora conversando com Dulce. Paro por um breve momento e pergunto em um tom autoritário.

Melissa: - Já fizeram seu desjejum? - eles se levantam e apressadamente dirigem-se à cozinha.

Dulce: - Suponho que isso responda à sua pergunta, tia. - começo a rir da situação.

Melissa: - São duas criaturas disfarçadas de adolescentes... Dulce, já tomou seu café? Eu entendo que não temos essa comodidade aqui, mas posso providenciar, caso deseje.

Dulce: - Já, tia, não precisa se preocupar.

Melissa: - Muito bem, então vou nutrir essas "criaturas"... - deixo a sala e caminho até a cozinha, onde os encontro tomando o café com as cabeças baixas.

Melissa: - Da próxima vez, vocês precisarão de um choque para aprender a obedecer! - sento à mesa e nesse momento o Miguel entra, pega uma xícara e despeja um pouco do sangue que pegou no armário, dentro dela.

Aurora: - Mas mãe, só estávamos dando os parabéns para Dulce...

Melissa: - Como mencionei, Aurora, você não está obedecendo às minhas instruções. No futuro, pode se arrepender se não seguir as regras. - o Mateus é muito diferente dela, a Aurora é rebelde e mimada, coisa que eu não sou. Em parte, a teimosia. Isso sim, ela puxou de mim.

Mateus: - A nossa mãe está certa, Aurora. Ela precisa vir ao seu quarto todas as manhãs para acordá-la.

Miguel: - Acredito que ela tenha herdado a preguiça de Samuel. - eu e o meu filho começamos a rir de sua expressão e ela revira os olhos.

Melissa: - A partir de amanhã, se não acordar cedo, terá que lidar comigo. - concluo meu café e me dirijo às escadas para trocar de roupa. Escolho um vestido curto de alcinha, calço um sapato alto branco, pego minha bolsa e saio. Se eu não colocar um ponto final nisso, a Aurora jamais irá obedecer regras, as quais ela odeia.

Dulce: - Você está deslumbrante! - ela me elogia e a agradeço com um aceno tímido, e eu me sento no sofá, aguardando as três pessoas terminarem o café da manhã.

Melissa: - Obrigada, Dulce. Eu percebo que algo está te incomodando. Fique à vontade para falar sobre isso.

Dulce: - É que o Ramon está se distanciando. Ele não fala mais comigo como antes... - olho para as minhas mãos envergonhada.

Melissa: - Isso aconteceu antes de você se transformar em uma mulher. Agora, as dinâmicas mudaram. O Ramon não resiste à tentação, e com você não será diferente, Dulce. Peço que não tome decisões precipitadas e espere por ele para conversar com você. Entendeu?

Dulce: - Entendi. Não vou mais mencionar esse assunto. - juro a ela eternamente.

✧⁠

Miguel: - Não quero que desobedeça à sua mãe, Aurora. - a aviso.

Aurora: - Está bem, pai. Não vou, senão a mamãe vai me punir sem piedade.

Mateus: - Ela não tem piedade... Lembra quando aprontou na escola? Ela te eletrocutou até confessar a verdade. - limpo a boca melada de sangue e troco olhares com o meu pai.

Aurora: - Nem me lembre disso, ainda sinto esses choques até hoje... - chega eu me arrepio e eles começam a rir, como se sentissem o meu medo.

Miguel: - Se nem eu sou capaz de desobedecer uma ordem da sua mãe, imagine você.

Mateus: - Ainda bem que eu não apronto na escola ou fico atrás de namoradinhas. - pisco para minha irmãzinha.

Aurora: - Língua afiada! Por isso que nenhuma das meninas se aproxima de você.

Mateus: - Melhor assim do que elas ficarem me enchendo o saco e grudarem em mim como carrapatos.

Miguel: - O Mateus está certo, Aurora. Você precisa se concentrar nos estudos primeiro, e se por acaso aparecer grávida, eu a coloco para fora de casa. - levanto-me e faço um aviso sério, deixando claro que não estou brincando e saio da cozinha. É a conversa mais sem sentido da minha vida. Eu sei que a Aurora não faria isso, por esse motivo devemos colocar medo nela.

Aurora: - Viu só, abusado? Agora não posso mais sair para me divertir. - aponto o dedo para a sua cara.

Mateus: - Aurora, você não quer ficar grávida, certo? Se não quiser, é melhor evitar se envolver com qualquer homem, para não correr o risco de não saber quem é o pai do filho.

Aurora: - Falando assim, parece que sou uma prostituta... - terminamos nosso café e pegamos nossas mochilas antes de sair da cozinha.

Mateus: - Não é isso, mas está agindo de forma irresponsável ultimamente. - encontramos nossa mãe e nosso pai nos esperando na sala. Eles se levantam e saímos em direção ao carro do pai, que parte.

Melissa: - Miguel, você poderia conseguir vagas de emprego para esses dois?

Miguel: - Sim, eles têm sorte, pois a empresa está com duas vagas disponíveis.

Mateus: - Para mim, não tem problema nenhum.

Melissa: - E você, Aurora? - Pergunto olhando pelo retrovisor.

Aurora: - Para mim, também não tem problema, mãe. - sorrio forçado. Até parece que ela ouviu a nossa conversa.

Melissa: - Eu pensava que tinha.

Aurora: - E você, Dulce, já conseguiu um emprego?

Dulce: - Sim, eu trabalho em uma biblioteca aqui perto. - o tio Miguel estaciona o carro em frente à escola e descemos, dando tchau enquanto ele parte.

Mateus: - A mãe não está nada satisfeita com seu comportamento, Aurora... - entramos na escola e algumas meninas babam pelo Mateus. Sua aparência é cativante, com cabelos castanhos e olhos azuis que o tornam ainda mais atraente, exatamente como os outros homens na nossa família.

- Como eu gostaria que Mateus me notasse... - os suspiros altos e que não passam despercebidos chegam em nós.

- Mas ele é um verdadeiro ogro e não deixa ninguém se aproximar dele...

Mateus: - É tão incômodo ouvir os pensamentos dos outros! - reclamo e aliso a minha testa com dor.

Dulce: - Ainda bem que não compartilho desse fardo. - eu jamais me veria lendo os pensamentos dos outros e coisas fúteis.

Aurora: - Sorte a sua. Mas, de certa forma, é bom, pois não conseguimos ouvir os pensamentos de todos, já que alguns são como nós... - o sinal toca e cada um vai para sua sala. Aurora e Mateus estão no último ano, enquanto eu estou no segundo ano, faltando apenas mais um ano para concluir meus estudos. Após as aulas, cada um segue seu caminho e eu vou para a biblioteca, onde troco de roupa. As vezes eu penso, que poderia ser como eles e as vezes não. Deve ser tão bom e ruim ao mesmo tempo. Se alimentar de sangue. Não poder comer direito comida humana, porque se não vomita tudo. Eles fazem tudo isso para não serem reconhecidos, até mesmo enfrente de um espelho, o qual não mostra o reflexo deles e que precisam usar uma porção para poderem ser vistos temporariamente.

✧Empresa Alencar✧

Melissa: - Miguel, hoje a Dulce me perguntou porque o Ramon a está evitando... - enquanto ele digita algo no computador, responde sem desviar os olhos.

Miguel: - E o que você disse a ela?.

Melissa: - Inventei uma desculpa boba e ela acabou acreditando, embora parte disso seja verdade. - me sinto culpada por ter feito isso, mas para tirar suas dúvidas era necessário.

Miguel: - Mais cedo ou mais tarde o Ramon vai surtar, e eu sei bem o porque dele estar evitando a Dulce.

Melissa: - Desde a primeira vez que o vi, tive uma visão de que ele encontraria sua alma gêmea. No entanto, ele não foi o responsável pela morte de seu primeiro amor, tenho certeza disso.

Miguel: - Existe alguma maneira de descobrir quem cometeu o assassinato? - interessado no assunto, paro o que estava fazendo e presto atenção.

Melissa: - Não, somente ele pode descobrir. Ele enfrentará a pessoa que matou Natali e se cometer um erro, a mesma pessoa virá atrás da Dulce para matá-la, causando mais sofrimento a seu irmão.

Miguel: - Se Roberta e Dulce forem transformadas em vampiras, as bruxas podem vir atrás de nós?

Melissa: - Sim, de acordo com o que minha mãe e a sua disseram, pode haver uma segunda guerra ainda mais terrível do que, a que ocorreu no passado.

Ramon

Cheguei ao meu trabalho às sete da manhã. Optei por não assumir a empresa de meu pai, deixando-a para o meu irmão. Agora, trabalho em uma agência de modelos, aproveitando minha aparência atraente. Enquanto sou fotografado, meus pensamentos vagam para Dulce Maria. Como eu desejava tê-la em meus braços, com aquela sensualidade evidente exalando do seu corpo. Preciso me controlar, pois a última vez foi um desastre. Melissa insiste que eu não matei a Natali, mas a culpa ainda me atormenta. Forçá-la a me dar seu sangue contra sua vontade resultou em sua morte no dia seguinte. Evito relacionamentos por isso, apenas busco diversão passageira e me afasto antes de causar dano. Enquanto me perco em pensamentos na sessão de fotos, o fotógrafo continuava chamando por mim com crescente preocupação.

- Ramon, Ramon!

Ramon: - Oi?

- Estou te chamando há um tempo. O que está acontecendo com você?!

Ramon: - Nada, apenas continue. - tento parecer indiferente, mas meu olhar distante denuncia minha inquietação.

- Certifique-se de não se distrair! - ele me adverte com um tom de urgência.

Ramon: - Certo. - concordo, forçando-me a focar no trabalho. Faço as poses solicitadas enquanto o fotógrafo captura as imagens, mas meus pensamentos ainda estão perdidos em um turbilhão de desejos e culpas.

OBS: O 1 LIVRO E O 2 ESTÃO EM FASE DE REVISÃO. Então peço que ignorem quaisquer erros presentes, pois estão sendo modificados, desde já agradeço a compreensão.

Capítulo 3 3 Capítulo

Dulce

Depois de sair do trabalho, recebo uma mensagem do Ramon, e acho estranho, pois até hoje ele estava me evitando.

Ramon

"Dulce, você pode vir ao meu apartamento?"

Ramon

Depois de sair do trabalho às sete horas da noite, resolvo mandar uma mensagem para ela para esclarecer as coisas, e a mesma visualiza. Eu não podia deixar essa questão burocrática de lado.

Dulce

"Claro, só me mande o endereço."

Ela envia a mensagem e eu mando o endereço, então parto para o meu carro em direção ao meu apartamento. Quando chego lá, vou direto para o banheiro e começo a tomar meu banho. Precisava esfriar a minha cabeça ou acabaria estragando tudo.

Dulce

Pego um táxi e aviso a minha mãe que vou chegar um pouco tarde. Em instantes, estou parada em frente a um apartamento luxuoso, entro e toco a campainha duas vezes, mas ninguém atende. "Eu não acredito que ele me fez vir aqui atoa."

Ramon

Ouço o som da campainha e termino o meu banho o mais rápido possível, enrolo uma toalha na minha cintura e abro a porta, encontrando-a ali, do outro lado da porta com uma expressão zangada, e o me ver o seu rosto ganha cor. O diacho daquela garotinha conseguia ser linda mesmo estando envergonhada.

Dulce

Fico esperando alguns minutos, enquanto o Ramon finalmente abre a porta. Ela se abre, revelando o vampiro em uma toalha, o que deixava o seu abdômen e tanquinhos definidos à mostra. Engulo em seco e entro no apartamento, tentando esconder meu rosto corado. Jamais vi ele assim, seminu. Eu não estava acostumada a ver homens desse jeito.

Ramon: - Entra, Dulce. Você pode se sentar no sofá que eu já volto. - saio rapidamente e visto uma calça de moletom, ficando sem camisa. Não posso deixar de sorrir de canto, ao lembrar do seu rosto parecendo um tomate. Volto para a sala e me sento ao lado dela, focando no meu objetivo.

Era agora que eu teria que jogar tudo para fora, ou não o faria. Eu sou um covarde quando se trata dela.

Dulce: - O que você queria falar comigo? - pergunto, olhando para as minhas mãos. Evitava olhar para ele a todo custo ou daria a impressão de que sou emocionada por uns dos meus "tios".

Ramon: - É complicado... - ela se vira para mim e encosta a mão no meu ombro. Sinto um arrepio percorrer meu corpo e cada fio se erguer com a sensação de choque. "Droga, Dulce, o que você está fazendo comigo?".

Dulce: - Você pode conversar comigo, Ramon. Me conta... - ele se afasta do meu toque e se senta no outro sofá, me olhando seriamente.

Ramon: - Dulce, você está prometida a mim, e é muito difícil para processar isso, porque matei meu primeiro amor e nunca mais me apeguei a nenhum relacionamento. Agora, você e eu estamos prometidos, e tenho medo de te machucar e que aconteça o mesmo...

Dulce: - Então era por isso que estava se afastando de mim? Eu já ouvi falar desse tipo de promessa em um livro... - comento intrigada com a situação. Estou feliz porque fui prometida logo a ele, se fosse outra pessoa eu sairia correndo, mas não. Essa pessoa é o Ramon, porque eu nutri um sentimento desde o ventre da minha mãe. Era uma loucura pensar assim e ter que esconder isso, justamente quando nós dois estávamos juntos.

Ramon: - Sim, está acontecendo a mesma coisa conosco. Melissa e meu irmão estavam prometidos desde crianças...

Dulce: - Mas isso não é motivo para me afastar de você - digo, cruzando os braços no meu peito.

Ramon: - Claro que é, Dulce. Posso te machucar. Não tenho controle sobre mim quando durmo com alguém. Até hoje, só dormi com Natali, e ela está morta por causa do meu egoísmo. - me levanto e viro as costas para ela.

Dulce: - Mas você pode mudar, Ramon... - também me levanto, envolvendo minhas mãos em sua cintura e encostando minha cabeça nas suas costas frias. Elas eram largas e musculosas como uma pedra e eu podia sentir que ele se mantinha tenso.

Ramon: - Isso é impossível, Dulce. Vampiros nunca mudam, especialmente os originais evoluídos... - o meu irmão era diferente de mim. Ele tinha autocontrole com todas as pessoas e até com a sua sede. É impressionante a forma como ele trata a Melissa e tentava a todo custo não se rebelar na frente dela e estragar tudo.

Já eu, sou o oposto.

Dulce: - Você nunca tentou de novo, não é? E se tentar outra vez? Você consegue, Ramon. Eu acredito que você pode ser uma pessoa melhor... Para mim, não precisa mudar nada. Sabe por quê? - ele não se vira nem me afasta, e desço uma de minhas mãos em direção ao cós de sua calça, fazendo-o gemer roucamente.

Ramon: - Por quê, Dulce?...

Dulce: - Por que eu gosto de você Ramon, temos a mesma conexão que a tia Melissa tem com o Miguel... - ele pega a minha mão, colocando-a em cima do seu membro, fazendo com que eu sinta ele duro e quente. Fecho os olhos com a sensação prazerosa de senti-lo por mais que seja por cima de um tecido e sinto uma coisa estranha percorre entre as minhas pernas.

Ramon: - Não me provoca baixinha, sabe que você se mexer não tem mais saída... - aperto ele e a última sanidade que o Ramon tinha foi embora, com ele se virando para mim e me jogando no sofá sem dó e piedade. Seu corpo pressionava o meu e os seus olhos ousavam mudar de cor com a minha ousadia.

Dulce: - E o que você vai fazer comigo? - envolvo as minhas pernas na sua cintura puxando ele para mais perto.

Ramon: - Você está assanhadinha princesa... - sussurra e toma os meus lábios em um beijo faminto. Sou desperta pelo Ramon me sacudindo e pisco os meus olhos voltando à realidade. "Não acredito... A minha mente foi longe demais dessa vez!" me repreendo mentalmente por ter pensamentos pervertidos e eróticos com ele, depois de ter me declarado.

Ramon: - Dulce, Dulce, você tá bem?

Dulce: - Tô, tô, bem. Só foi uma distração rápida. - ele me solta e volto para o meu lugar.

Ramon: - Bom, Dulce, acho que temos que nos afastar porque eu não quero te fazer mal e te colocar em perigo... - repito mais uma vez.

Dulce: - E se eu gostar do perigo?! - me levanto e faço ele se encostar no sofá e o provoco sorrindo.

Ramon: - Você sabe muito bem como que eu sou... Não chegue mais perto mocinha! - aviso em um tom sério, mas o meu controle já está cruzando a linha e com esse cheiro maldito da Dulce penetrando o meu nariz fica mais difícil mante-lo.

Dulce: - Eu gosto de você Ramon e não podemos mudar o nosso destino. Mais cedo ou mais tarde, você vai ter que aceitar isso! - subo as minhas mãos pelo o seu abdômen e com o meu simples toque ele se arrepia. Eu já aceitei a muito tempo, mesmo não sabendo disso.

Ramon: - Merda Dulce Maria, se você continuar assim eu não respondo por mim!

Dulce: - Você só vai ficar dizendo isso? - aproximo os meus lábios ficando a centímetros do seu e as nossas respirações se misturam como se fossem uma dança. Os seus olhos cravaram por um segundo nos meus lábios e as suas pupilas ficavam cada vez mais dilatada e mudando de cor. Ele estava quase lá, bastava pressionar mais um pouco e eu o teria.

Ramon: - Me menininha inocente, passou a ser uma mulher provocadora...

Dulce: - Eu posso ser mais do que isso, Ramon. - as inocentes sempre possuem uma carta na manga, mesmo tendo a fama de mocinhas certinhas.

Ramon: - Só não diga que depois eu não avisei, Dulce. Não quero ficar ouvindo chorinho de gata grudada e mal comida, igual carrapato no meu ouvido! - ele era tão carinhoso com as palavras...

Dulce: - Eu sei que você não vai me esquecer Ramon, eu sei disso, e pode apostar que quem vai ficar grudado em mim é você Dulmon. - uma mulher viveria sem um homem, mas um homem não viveria sem uma mulher. Bastava dar aquilo que eles tanto queriam e cair fora... Dizem que um golpe trocado não dói e não dói mesmo, pois você teria aquilo que tanto queria e veria alguém comendo na palma de sua mão.

Ramon: - Esta shipando agente agora é?

Dulce: - E se eu estiver, vai fazer o que?! Vai me jogar na sua cama e me fazer completamente sua? Ou vai me comer aqui nesse sofazinho?... - me sento em seu colo sentindo a sua ereção ser pressionada entre a minha intimidade e ele rosna, mordendo os seus lábios e xingando baixinho.

Ramon: - Dulce, Dulce, você vai pagar por isso! - ele troca as nossas posições, ficando por cima de mim e puxa a minha cintura nos pressionando ainda mais. Agora era real e eu não estava sonhando acordada.

Dulce: - E como eu pago? - sussurro entre um gemido baixo.

Ramon: - Assim. - ele me beija, tendo a consciência de que esse é o meu primeiro beijo. O Ramon me beija em uma intensidade misturada com o desejo e o correspondo. Apesar de não ter beijado ninguém ainda, até que eu mando bem. Envolvo as minhas mãos ao redor do seu pescoço aprofundando o beijo ainda mais e as suas mãos atrevidas passeiam pelo meu corpo, até que aperta o meu bumbum.

Ramon: - Diacho de baixinha! - ele fala entre os nossos beijos que se torna em outro rumo. Sua mão vaga, tira minha blusa e sua boca gulosa morde os bicos dos meus seios por cima do sutiã, em resposta puxo os seus cabelos implorando para que ele aceite os meus protestos.

Dulce: - Eu quero você, Ramon... - ele para e olha para mim confuso, se levantando e desviando o olhar. Para ele, eu era como um doce, doce e amargo.

Ramon: - Me desculpa, não era para isso estar acontecendo entre nós. - pego a minha blusa vestindo-a e logo em seguida pego a bolsa me levantando.

Dulce: - Uma hora você me quer e outra não, você me quer quanto eu te quero, só não admite! - dou o dedo do meio para ele e o desgraçado me lança um sorriso sínico, antes que saía de sua casa. Pego um táxi para voltar a minha.

"Ele é um babaca! Me deixou em um fogo danado e agora tenho que apaga-lo sozinha!" O carro para em casa, pago o motorista e entro dentro de casa e sou interrogada pelo meu pai, assim que fecho a porta.

Samuel: - Aonde a mocinha tava para chegar tão tarde assim?

Dulce: - Pai, hoje eu tive que fazer horas extras e avisei a mamãe que chegaria um pouco tarde... O senhor foi na casa da tia, Melissa?

Samuel: - Atá... Eu acabei de chegar de lá, vai tomar banho que a sua mãe está fazendo o jantar.

Dulce: - Tá bom paizinho. - entro no meu quarto e tomo um banho. Lentamente, desço um dos meus dedos até a minha intimidade e lembro dos toques do Ramon e enfio um dedo dentro de mim, fazendo movimentos de vai e vêm. Tudo nele era um motivo para estar excitada, além dos toques, palavras e sua delicadeza em falar elas, o que me levaram a atingir o meu ápice rapidamente, enquanto chamava por seu nome baixinho.

Dulce: - Ramon... - me encosto na parede recuperando o meu fôlego e termino de tomar banho.

Ramon

"Jesus Amado! Como a Dulce é gostosa pra c@ralho!" Só de pensar em passar as minhas mãos naquelas curvas e ouvir ela gemer o meu nome, um segundo ser que não pensa ganha vida. Corro pro banheiro e entro no chuveiro com a calça e o tiro para fora. Eu faria isso pensando pensando na Dulce Maria, um anjinho que parecia mais um capeta. Se as pessoas soubessem o que eu estou fazendo agora, zombariam de mim por ser como um adolescente que não pode tocar e nem provar dos prazeres e tem que se satisfazer sozinho, para não machucar ninguém. A água fria corria pelo meu corpo e eu não conseguia para de pensar nela, estando nesse banheiro e me vendo chamar o seu nome enquanto eu faço um belo de um trabalho comigo mesmo, para me sentir revigorado e esquecer o tesão por ela.

Ramon: - Como seria ter aquela boquinha aí? - me pergunto apontando para baixo e olhando para o meu p@u liberando todos os meus espermas que poderiam engravidar uma mortal, claro se eu não fosse um vampiro. - Ele chega dói por você, Dulce Maria... - atento tomar um banho para me aliviar, mas não dá muito certo e fico ali umas três vezes batendo uma. Me deito na cama com uma bermuda e ele fica ereto outra vez. "Tenho que ficar longe da Dulce, se ela chegar muito perto de mim de novo eu não sei do que eu sou capaz", pego o meu celular e fico mexendo, talvez assim um ser lá embaixo para de dar vida e ficar pensando nela.

Dulce

Depois de jantar com os meus pais, vou ao meu quarto e enquanto escovo os dentes, mando uma mensagem para o Ramon.

Dulce

"Ainda penso em seus toques, Dulmon..." - envio uma emoji piscando e sei que ele está online, porque logo visualiza a mensagem, mas demora a responder. Lavo a minha boca e me encaminho para a minha cama, se deitando e cobrindo o meu corpo com a coberta.

Ramon

Quando estou mexendo no celular uma mensagem da Dulce aparece na barra de notificações. Assim que leio a mensagem tento ficar calmo e demoro para responde-la.

Ramon

"Merda Dulce! Dá pra parar com isso? Você está me deixando maluco."

Dulce

"Essa é a intenção Dulmon..." - Agora que ela me deu esse nome fica mais difícil me controlar, o que me lembra o som que soava da sua boca quando ela pronunciava.

Ramon

"P@rra Dulce!"

Dulce

"Boa noite, meu amor." - ela não manda mais nada e guardo o

meu celular, suspirando derrotado.

Ramon: - Coitado de mim... - me levanto e saio para caçar. A melhor coisa para extravasar e esquecer dela, enquanto me delicio de sangue.

Dulce

O Ramon iria me pagar muito caro por me deixar com o fogo sem ser apagado, por isso resolvi mandar umas mensagens para ele e imagino como o mesmo, deve estar durinho igual rocha. Coitado, mas quem mandou mexer com a mestre aqui? Começo a rir imaginando a cena.

Guardo o meu celular e adormeço igual a um bebê com um sorriso de vitória, no canto dos lábios. "Agora você recebeu em dobro meu pecado."

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022