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Meu Bebê, Meu Cupido

Meu Bebê, Meu Cupido

Autor:: ALGERNON POWERS
Gênero: Romance
A vida de Yvonne mudou completamente depois daquela noite angustiante em que ela viu seu noivo dormindo com sua irmã. Com o coração partido, ela bebeu muito, entrou no quarto errado e acabou fazendo sexo com um estranho. Pior ainda, seu pai a deserdou porque ela engravidou fora do casamento. Desesperada, ela foi para o exterior com a determinação de ter sucesso e se vingar. Seis anos depois, ela voltou ao país como uma médica de sucesso e a mãe de um menino talentoso. Aos seis anos, Aiden já era um dos melhores hackers do mundo. Um dia, ele conseguiu a lista dos solteiros mais cobiçados da cidade e perguntou à mãe: "Mamãe, posso ajudá-la a encontrar um namorado. Que tipo de homem você gosta?" Yvonne, que já não tinha interesse em homens, apenas fingia estar pensando no assunto. Antes que ela pudesse responder, um homem apareceu: "Aiden, sou seu pai. Por que você está contra mim?" E assim, começou oficialmente a tarefa de reunir seus pais!

Capítulo 1 Gravidez não planejada

"Não, não, não! Como pode?"

Yvonne Tate encarou o teste de gravidez em suas mãos. O resultado indicava que estava grávida há dois meses.

Nada poderia se comparar ao pesadelo que ela passou dois meses atrás. Durante sua festa de noivado, ela por acidente flagrara sua irmã em um ato íntimo com seu noivo, Cillian Schultz. Com o coração partido, ela mergulhou em uma névoa alcoólica e acabou entrando no quarto de hotel errado, entregando-se a um estranho.

A figura desconhecida não conseguia manter as mãos longe dela. Na penumbra do quarto, ele a pressionou contra a cama e avançou sobre ela com força. A lembrança daquela noite ainda causava arrepios em Yvonne.

Não importava o quanto ela chorasse e lutasse, o homem não parava. Sua virgindade, guardada por vinte anos, fora tomada por um homem cujo rosto permanecia um mistério.

As mãos de Yvonne tremeram até que o teste deslizou de suas mãos, caindo no chão. Num instante, uma mão delicada surgiu do nada e o pegou.

"O quê? Você está grávida!", exclamou Natalia Tate, sua meia-irmã, com uma voz alta e estridente.

"Silêncio!"

Yvonne estava indignada e envergonhada. Ela atribuía a culpa disso tanto a Natalia quanto ao traidor de Cillian. Afinal, se não tivessem a traído, ela não teria bebido e entrado no quarto errado naquela noite!

Natalia nunca fora conhecida por sua tranquilidade. Agora, sentindo-se provocada, elevou propositadamente o volume de sua voz. "Ah, Yvonne! Se não estou enganada, você estava em um relacionamento com Cillian até dois meses atrás, não estava? Como pode estar grávida? Você o traiu?"

É óbvio que não!

Yvonne encarava Natalia com um olhar mortal nesse instante. Como essa mulher se atrevia a acusá-la de traição, quando ela mesma dormira com Cillian durante a festa de noivado da irmã? Yvonne se perguntava se ela sofria de amnésia ou simplesmente não tinha vergonha na cara.

"Não ouse me acusar de ser promíscua. Eu jamais traí Cillian! Além disso, você não tem medo nem vergonha? Não teme que eu conte ao mundo inteiro que você é a mulher que se deitou com o noivo de sua própria irmã?"

Um leve sorriso surgiu nos lábios de Natalia. Ela balançou o pedaço de papel em suas mãos e disse: "Vá em frente, se tiver coragem. A verdade é que a vadia aqui é você. Traiu seu noivo enquanto ainda estavam juntos. Além do mais, agora sou eu a noiva de Cillian. Mesmo que você decida revelar tudo, tenho como me defender. E quem vai passar vergonha é você!"

"Yvonne!"

Um rugido ecoou pela porta. Daniel Tate, o pai delas, se aproximou e desferiu um tapa forte no rosto de Yvonne.

"Sua tola! Não posso acreditar que tenho uma filha como você. Como ousa engravidar sendo uma mulher solteira? Trouxe desonra à nossa família! Como explicarei isso à família de Cillian se a notícia se espalhar?"

Enquanto Daniel repreendia sua filha, alguns empregados começaram a sussurrar, observando atentamente a cena. Natalia, por sua vez, sorria com orgulho, enquanto Yvonne, segurando a bochecha inchada, lutava contra as lágrimas prestes a escapar de seus olhos.

"Pai, eu não fiz nada vergonhoso. É apenas um mal-entendido. Foram Natalia e Cillian..."

"O quê? Apenas um mal-entendido?" Daniel agarrou o resultado do teste e o atirou em sua direção. "Então, como você explica isso? O que significa isso?"

Yvonne abaixou a cabeça, incapaz de encontrar as palavras certas. Como poderia dizer a seu pai furioso que ela havia se embriagado e acabado na cama de outro homem? Certamente isso só o deixaria ainda mais irritado.

Descendo as escadas lentamente, Eleanor Tate, a madrasta de Yvonne, interveio, lançando um olhar irônico. "Deve ser por isso que ela insistiu em terminar o noivado com Cillian. Ela engravidou após se deitar com outro homem! Não tem como a criança ser de Cillian. Afinal, por que ela o deixaria se o filho fosse dele?" Ao encarar Yvonne, Eleanor se voltou para seu marido e o acalmou: "Querido, fique calmo. Primeiro precisamos descobrir quem é o pai para decidirmos como proceder."

O olhar de Daniel se encheu de fúria ao se dirigir a Yvonne. "Diga-me, quem é o responsável por essa gravidez? Se você não contar, eu vou deserdá-la!"

"Eu... Não sei...", Yvonne gaguejou, sentindo suas pernas tremerem.

Ela não tinha conseguido ver claramente o rosto daquele homem. Não só o quarto estava mergulhado na escuridão naquela noite, mas sua visão também estava turva por causa da bebedeira. A única coisa que ela conseguia lembrar era o aroma de sândalo que emanava do homem.

"Como pode não saber quem te engravidou? Está tentando encobrir algo? Que falta de vergonha!"

Daniel ficou furioso e desferiu outro tapa forte na outra bochecha de Yvonne, fazendo-a cambalear para trás e cair no chão.

Com as duas mãos segurando as bochechas inchadas, Yvonne começou a chorar.

Era muito injusto que ninguém estivesse ao seu lado. Yvonne sabia que Natalia queria arruinar sua reputação para expulsá-la de casa. Esse era o desejo dela desde o primeiro dia em que ela e sua mãe colocaram os pés naquela residência.

Anos atrás, a mãe de Yvonne falecera ainda jovem. Não demorou para que mãe e filha se mudassem e fizessem Daniel se virar contra ela. A vida dela se transformou em um verdadeiro inferno desde então.

Capítulo 2 Aquelas pessoas não eram mais sua família

Ao perceber que tudo estava seguindo conforme seus planos, Natalia sorriu e se dirigiu a Daniel: "Pai, somos os únicos que conhecemos essa vergonha envolvendo Yvonne até o momento. Porém, se a notícia se espalhar, nossa reputação familiar será arruinada. Além disso, isso pode afetar negativamente nossa relação com a família Schultz. É preciso agir rapidamente antes que a situação saia do controle."

Daniel encarou Yvonne. "Saia desta casa agora mesmo. Não retorne até que tenha se livrado dessa coisa!"

"Pai, por que acredita em Natalia em vez de mim?", perguntou Yvonne, segurando o peito e olhando para o pai com os olhos marejados.

Daniel não respondeu, mas seus olhos transmitiam seus sentimentos.

O coração de Yvonne afundou. Seu pai a estava abandonando. Ela sabia que as probabilidades estavam contra ela naquela casa. Não havia mais lugar para ela lá, mesmo que escolhesse abortar a criança.

Aquelas pessoas não eram mais sua família. Agora ela estava sozinha neste mundo.

De repente, Yvonne jogou a cabeça para trás e deixou escapar uma risada estridente, com lágrimas escorrendo por suas bochechas.

"Ah, pai! Você é tão hilário e insensível. Nem sequer tentou ouvir o meu lado da história. Simplesmente acreditou nas palavras de Natalia. Ainda me vê como sua filha? Você parou de se importar comigo desde a morte de minha mãe. Parece que estava apenas aguardando o momento certo para me expulsar, não é mesmo?"

Daniel desviou o olhar, como se aquelas palavras não o atingissem.

Yvonne cerrou os olhos e assentiu. Depois de um momento, os abriu novamente, cheia de determinação. "Está bem, sairei desta casa. No entanto, não vou abortar. No futuro, não terei mais vínculo com essa família. Sua filha, Yvonne, morre no momento em que eu partir!"

Dizendo isso, Yvonne deu meia-volta com fúria e saiu, decidida. Todos ficaram chocados, observando-a enquanto ela se afastava.

Levou alguns segundos até que Natalia se manifestasse: "Pai, eu vou convencê-la."

Lágrimas escorriam pelo rosto de Yvonne enquanto ela deixava para trás a casa que conhecia.

"Espere!" De repente, a voz de Natalia ecoou atrás dela.

Yvonne parou abruptamente, se virou e viu Natalia sorrindo maliciosamente para ela. Aquela traiçoeira finalmente revelava sua verdadeira face, agora que não havia mais ninguém por perto.

"Você conseguiu o que sempre quis. O que mais deseja?", perguntou Yvonne, enxugando as lágrimas e cruzando os braços.

"Não quer saber quem é o pai do seu filho?"

Ao ouvir isso, os olhos de Yvonne se arregalaram. "Você sabe quem é o pai? Espere um minuto! Foi você... Você planejou o que aconteceu naquela noite?"

"Sim!" Natalia se aproximou, orgulhosa. "Sou a mentora de tudo isso. Como uma boa irmã, achei que você deveria experimentar o prazer de ser uma mulher de verdade. Planejei tudo minuciosamente, inclusive coloquei um afrodisíaco em sua bebida. Conte-me, como se sentiu naquela noite? Instruí aquele indivíduo desprezível a satisfazê-la. Gostou, não é?"

Agora, tudo que aconteceu naquela noite fazia sentido.

Durante o sexo, Yvonne se pegou gemendo e desejando mais daquele homem. A verdade era que ela estava drogada! Natalia era realmente cruel!

"Maldita seja você, Natalia! Você é a pessoa mais desprezível que já conheci!", Yvonne amaldiçoou entre dentes cerrados.

No entanto, Natalia cruzou os braços e sorriu para ela. "Você me subestimou, Yvonne. Eu estava disposta a fazer qualquer coisa para te expulsar. Se fosse mais esperta, teria partido há muito tempo! Agora sou a única filha de nosso pai. Como você poderia competir comigo pela propriedade da família e por Cillian? Você carrega o filho de um homem nojento que talvez nunca mais encontre. Que homem gostaria de estar ao seu lado agora? Para onde você irá a partir daqui? Sua vida está arruinada. Como alguém pode ser tão miserável? Ha-ha!" Natalia deu uma risada maléfica, seus olhos brilhando de satisfação.

Yvonne ansiava por poder socá-la no rosto ou estrangulá-la até a morte. Ela cerrou os punhos e falou com voz firme: "Você destruiu minha vida. Não permitirei que escape impune. Vagabunda!"

No instante seguinte, Yvonne desferiu um tapa forte em Natalia.

O sangue brotou imediatamente do canto da boca de Natalia. Por um breve momento, ela ficou paralisada.

"Como ousa tocar em mim com essas mãos imundas? Quer morrer?"

Natalia partiu para cima dela imediatamente. Ambas brigavam, arranhando-se como felinas. Os olhos de Yvonne ardiam de fúria, e ela tinha apenas uma coisa em mente: acabar com aquela bruxa.

"Ai!"

Subitamente, os cabelos de Yvonne foram puxados para trás. Desajeitadamente, ela cambaleou para trás, tropeçou e caiu no chão áspero. Imediatamente, suas mãos protegeram sua barriga.

Ao avistar Daniel parado ali, Natalia se jogou em seus braços e chorou desconsoladamente. "Pai, eu só queria dizer a Yvonne para não ser tão impulsiva. Em vez de me ouvir, ela me acusou de envenenar sua mente e roubar você e Cillian dela. Ela quase me matou. Fiquei tão assustada."

Daniel deu um tapinha nas costas de Natalia. Em seguida, seus olhos se voltaram para Yvonne e ele exclamou: "Sua garota perversa! Como ousa tentar matar sua própria irmã? Já estou farto de você. Você não é mais minha filha. Vá embora e nunca mais volte!"

A dor em seu coração era insuportável para Yvonne. No entanto, ela se ergueu determinada e partiu. Seu pai estava morto para ela a partir de agora. O bebê em seu ventre era sua única família dali em diante.

Capítulo 3 Uma bela ladra

Seis anos depois, no aeroporto internacional de Egoford.

Uma mulher alta e esbelta emergiu do saguão de desembarque, segurando a mão de um jovem rapaz, agradável e bonito. As pessoas que aguardavam seus entes queridos e clientes ficaram surpresos ao ver a dupla. Eles ficaram encantados com sua aparência.

A mulher usava um par de óculos escuros. Seu nariz era reto, seu queixo perfeito e seus lábios finos e vermelhos. Ela usava saltos altos e vestia um curto vestido estampado com flores, que realçava sua bela figura e longas pernas. Seu andar era elegante como o de uma modelo de passarela e nobre como o de uma rainha.

O menino ao seu lado aparentava ter entre cinco e seis anos. Seus grandes olhos brilhavam como se possuísse todo o conhecimento do mundo. Ele caminhava como um pequeno e audacioso cavalheiro.

"Quem é essa mulher? Será uma celebridade?"

"Não faço ideia. Ela é tão bonita. E a criança é tão adorável!"

"Oh, meu Deus! Nunca vi ninguém tão belo!"

"Yvonne, aqui!" Uma voz clara soou assim que Yvonne tirou seus óculos escuros e observou a multidão.

Um homem bonito, trajando um terno, se aproximou rapidamente deles. Era Waylon Patterson. Ele se agachou e abraçou o menino. "Aiden! Como você cresceu. Estou tão feliz que finalmente esteja aqui."

"Olá, Waylon!", o filho de Yvonne, Aiden Tate, disse com uma voz doce.

Waylon perguntou: "Meu garoto, você deve ter sentido muito a minha falta, não é mesmo?"

"Não muito!", Aiden respondeu indiferente.

"Você é um garoto arteiro..."

Yvonne se agachou na altura do filho e disse seriamente: "Vocês não deveriam brigar aqui. Me esperem. Preciso usar o banheiro."

Os dois estreitaram os olhos um para o outro antes de acenarem para ela.

Assim que Yvonne saiu do banheiro feminino, viu um homem com um moletom cinza esbarrar em uma garota. Ele pediu desculpas e se virou para ir embora. A garota não disse nada, apenas sorriu para o homem e seguiu para o banheiro para retocar sua maquiagem.

Yvonne possuía olhos atentos. Embora o incidente tivesse ocorrido em um instante, ela notou como o homem cortou a bolsa da garota com uma faca e pegou seu celular rapidamente. Ele o colocou no bolso enquanto se desculpava.

Como ele ousou roubar em plena luz do dia, em um aeroporto? De qualquer forma, não era o dia de sorte dele.

Yvonne não conseguia simplesmente ignorar uma situação dessas. Se o fizesse, a culpa a corroeria por muito tempo.

Jogando o pedaço de papel higiênico amassado na lata de lixo próxima, ela seguiu o homem e esbarrou nele de propósito. O ladrão estava prestes a repreendê-la, mas parou quando ela olhou para cima e piscou inocentemente.

"Desculpe, senhorita, você está bem?"

"Estou bem sim, senhor. Me desculpe por esbarrar em você. Eu deveria ter prestado mais atenção."

"Tudo bem, não se preocupe!" O ladrão a consolou, insistindo que ela não precisava se desculpar. Enquanto ele flertava com ela, ela habilmente deslizou seus dedos finos em seu bolso e retirou o telefone roubado. Em seguida, ele se foi.

"Seu tolo, agora terá uma dose do seu próprio remédio", Yvonne murmurou, apertando o telefone em sua mão.

Virando-se, com a intenção de devolver o telefone ao seu verdadeiro dono, Yvonne não sabia que alguém havia observado a cena de perto.

Conrad Patterson, observando atentamente, presenciou toda a sequência, o esbarrão, o flerte e o furto do celular. Ele precisou admitir que os movimentos eram tão sutis que o homem nem sequer percebeu que o telefone havia sido roubado.

No entanto, o que mais surpreendeu Conrad foi a aparência da ladra. Ela era deslumbrante e elegante.

Talvez fosse prudente não julgar um livro pela capa. As pessoas eram habilidosas em fingir, sempre usando uma máscara para esconder suas almas perversas por trás dela.

Os olhos de Conrad se estreitaram com desgosto enquanto observava Yvonne se afastar. De repente, sua atenção foi atraída por seu assistente, Evan Castro.

"Senhor Patterson, queremos informar que o Doutor Y está sendo procurado na darkweb e oferecemos uma recompensa generosa por informações ou pistas precisas. Além disso, solicitamos os serviços da organização de hackers Fox para auxiliar na investigação. A comissão é de dez milhões de dólares, mas até agora não obtivemos avanços significativos."

Uma expressão de descontentamento se manifestou no rosto de Conrad ao ouvir aquilo. Ele falou, desgostoso: "Você tem investigado o Doutor Y por tanto tempo. E até agora não apenas não o encontrou, mas também não sabe seu verdadeiro nome. Até quando isso vai continuar?"

"Senhor, eu realmente desejaria que as coisas fossem diferentes, mas o passado dessa pessoa é extremamente misterioso. Parece que alguém está protegendo e encobrindo habilmente seus rastros. As indicações apontam que o Doutor Y pode ser de Pluatho, mas ainda não obtivemos informações sobre seu gênero ou nome real."

Conrad massageou as têmporas, sentindo-se estressado.

A doença de seu avô era uma grande preocupação para ele. Todos os principais especialistas médicos que ele havia contatado no mundo todo não conseguiram tratá-lo. O Doutor Y era sua última esperança.

Conrad tinha muitas conexões e possuía grande poder. No entanto, por mais que ele e sua equipe se esforçassem, não conseguiam encontrar esse médico. Ele ou ela parecia ser como um fantasma.

"Aumente a intensidade das investigações. Faça o que for necessário, custe o que custar. Isso é uma questão de vida ou morte. Precisamos encontrar esse médico."

"Sim, senhor."

Conrad saiu e entrou em seu Porsche preto. O carro desapareceu na estrada em questão de segundos.

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