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Meu CEO comprometido

Meu CEO comprometido

Autor:: Marise
Gênero: Romance
Nick Joni é o CEO mais cobiçado da cidade, conhecido por sua aparência irresistível e charme fora do comum, fazendo com que muitas mulheres se sintam atraídas por ele. Apesar de ser desejado por muitas, ele vive um casamento de fachada com Estela, uma mulher que carrega um grande trauma do seu passado. Nick joni conhece Mariana e ela acaba virando a cabeça dele, os dois engatam um breve romance, mas uma pessoa que Nick menos esperava começa a ganhar espaço no seu coracão.

Capítulo 1 O acidente

Nick Joni

Acordei na casa de uma das garotas que levei para a boate Sensação, a minha preferida da cidade, sempre que vou lá levo uma garota diferente, fecho a área vip e fico enchendo a cara com ela, depois sempre rola um motelzinho, mas essa garota que levei ontem a noite, conseguiu me dobrar, parece que ela é mais forte que eu na bebida, nunca passei a noite na casa de nenhuma delas, espero que essa maldita tenha usado preservativo. Me levantei da cama com cuidado para não acordá-la, vejo as minhas roupas no chão, e ao lado delas um preservativo usado, bom! Pelo menos não tenho que me preocupar com filho. Vesti as minhas roupas e sai sem ela ver, bati a mão no meu bolso procurando as chaves do meu carro, e não encontrei.

"Droga! Nick você passou dos limites cara."

Voltei novamente para dentro do quarto.

- Que feio... Saindo sem se despedir senhor Nick Joni. Não vou ganhar nem um bom dia? - a garota disse enquanto girava as minhas chaves no seu dedo indicador.

- Bom dia gata. - falei me aproximando, tentando pegar as minhas chaves, mas ela puxou para perto do seu corpo.

- Não não. - disse me olhando travessa.

- Poxa gata! Eu estou atrasado para um compromisso. Devolve as minhas chaves.

- Promete que vai me ligar mais tarde?

- Claro que sim.

"O que! Nunca mais eu volto aqui."

Ela me entregou as chaves fazendo biquinho, me pedindo um selinho, selei os nossos lábios, e saí.

- Acho melhor você passar no posto de gasolina. - gritou assim que saí pela porta.

Entrei no meu carro e vi que realmente a gasolina estava quase acabando, saí com o carro e parei no posto mais próximo.

- Bom dia! Manda patrão?

- Bom dia! Enche o tanque por favor?

Após abastecer, peguei o meu celular para fazer o pagamento, assim que conclui o pagamento, coloquei o meu celular no colo, liguei o carro fui saindo devagar, o celular acabou escorregando do meu colo e caindo, eu abaixei a cabeça para ver onde o aparelho havia caído, e acabei batendo na traseira de uma moto, foi muito rápido, ela apareceu do nada, parei o carro e desci, fui ver se a pessoa estava bem. Vi uma garota se levantando, ela veio para cima de mim gritando, a garota ainda estava usando o capacete, falava algumas coisas, mas eu não entendia muito bem, então eu apontei para a cabeça dela pedindo para que a mesma tirasse o capacete, ela entendeu e tirou o mesmo. Depois me falou um monte, tentei tranquilizá-la dizendo que iria arcar com qualquer prejuízo causado na moto dela, e me ofereci para levá-la no local que estava indo, mas a garota recusou, e foi até a moto dela, enquanto eu assistia sua tentativa de ligar a moto, peguei o meu celular e liguei para o meu funcionário, pedi para ele buscar a moto dela, enquanto isso, ela tentava ligá-la, olhei para ela rindo das suas tentativas sem sucesso.

Vendo que não ia conseguir, a garota acabou aceitando a minha carona, falei que os meus funcionários iam vim buscar a moto dela. Esperamos um pouco e não demorou muito para dois funcionários chegarem, a garota e eu, entramos no meu carro, perguntei onde poderia deixá-la, e quando ela me disse para deixá-la na DMdeco, logo me recordei que a Estela havia pedido ao Douglas, os serviço de um de seus designer. Me apresentei para a garota, ela acabou me deixando no vácuo, não quis me dar um simples aperto de mão, ela apenas me disse o seu nome que era Mariana. Mas sei qual é o joguinho dela, deve esta tentando se fazer de difícil, mulher nenhuma nunca me tratou de tal maneira, outra mulher no lugar dela já estaria se jogando para cima de mim, é assim que eu estou acostumado a ser tratado, elas enlouquecem, assim que me veem.

Apesar de ser casado, sou o partido mais cobiçado da cidade, mas o fato de ser casado, e modéstia parte, ser um bom partido, só faz as mulheres me quererem mais. Parei em frente a DMdeco a garota desceu, me deu um tchauzinho e se foi.

Capítulo 2 Um pai preocupado

Um dia antes...

Mariana

Eu estava a minha sala quando Douglas, meu chefe entrou ele nunca bate.

- Senhorita Fidélex, tenho um projeto importantíssimo, que só posso confiar a você.

- Pode contar comigo senhor.

- A senhorita Herreiro quer fazer algumas mudanças na casa dela, ela me mandou a foto dos cômodos.

Ele me entregando uma pasta azul.

- Vou ver as fotos, e começar hoje mesmo a fazer o projeto.

- Tá certo, dê o seu melhor senhorita Fidélex, o casal Herreiro são clientes muito importantes. - eu assenti com a cabeça.

Douglas saiu da minha sala.

Me chamo Mariana Fidélex, sou uma grande amante de motos, tirei a minha carteira de habilitação A, quando tinha 19 anos, e aos meus 20 anos ganhei a minha primeira moto, uma maravilhosa CG 160 do meu querido pai Joílson. Meu pai é um homem muito amoroso, ele adora cuidar de mim e das minhas outras irmãs, além de mim ele tem mais duas filhas a Geisa de 18 anos, e a Brenda de 17, somos o xodó dele, não temos mãe, na verdade temos, só que ela nos abandonou quando ainda éramos crianças, já nem me lembro como é o rosto dela. Não me lembro de ter sentido falta da minha mãe, depois que ela se foi, meu pai sempre fez o dois papéis, ela nunca foi uma mãe presente.

Eu trabalho como designer de interiores, em uma empresa muito boa na cidade, a DMdeco ( Douglas Medeiros decoração), mas ultimamente está sendo cada vez mais difícil vim para o trabalho todos dias, e tudo por causa de um romance fracassado que tive com o Otávio, filho do meu chefe, eu sempre achei o Otávio um cara legal, apesar de ter ouvido boatos que ele era um boy lixo, mas comigo ele era um verdadeiro lorde, Otávio nunca escondeu o seu interesse por mim, mas eu nunca dei esperanças para ele. Sou o tipo de mulher que gosta de ter os homens aos meus pés, me desejando, sendo feitos de escravos por mim, me divirto muito com isso, e eu me divertia muito com o pobre do Otávio sempre correndo atrás de mim, feito um cachorrinho.

Até que um dia, em um evento que houve na empresa, acabei abusando da bebida e fiz a besteira de ficar com o Otávio, fui para cama com o traste, e o traste gamou e quis mais, eu tentei me livrar dele, mas o cara era um verdadeiro chiclete, e eu confesso que fiquei bastante preocupada em como ficaria o meu emprego, depois que eu desce um pé na bunda dele, então fui empurrando com a barriga até onde deu.

Foram exatamente dois meses, e eu cansei, finalmente dei um basta, o Otávio era um babaca, ele queria mandar em mim, reclamava das minhas roupas, vivia mexendo no meu celular, e queria até controlar o meu jeito. Sou uma pessoa muito extrovertida, gosto de conversar bastante, eu não podia permitir que ele tirasse isso de mim. Depois que coloquei um ponto final na nossa relação a minha vida na empresa nunca mais foi a mesma, o Otávio tá sempre me enchendo de trabalho e vivia sempre falando mal de mim para o chefe, eu já contei toda a história para o meu chefe, o Douglas, mas de nada adiantou, ele sempre protege o filho, e fala que se eu não estiver satisfeita a porta da rua é a serventia da casa, isso é horrível, mas eu não posso perder esse emprego, não agora com meu pai doente. Meu paizinho está indo trabalhar com muita dificuldade, ele tem a saúde muito frágil, já sofreu dois infartos, eu pretendo começar a bancar as nossas despesas sozinha, para que o meu paizinho possa finalmente descansar.

Abri a pasta e olhei as fotos dos locais onde ela queria fazer as mudanças, logo me veio várias ideias ótimas, comecei à colocar tudo no papel.

No fim de mais um dia estressante de trabalho, saí da empresa, peguei a minha moto e vou para a minha casa.

Ao chegar entrei e me sentei no sofá, tirei o meu salto alto, e suspirei aliviada por estar em casa, olhei em direção a cozinha e observei o meu pai, estranhei.

Capítulo 3 O que você fez, Brenda

- Pai, você já voltou do serviço? - perguntei surpresa.

Geralmente ele só estava em casa depois das 18 horas da noite, meu pai me olhou desanimado, e se aproximou de mim, me deu um beijo na testa depois se sentou ao meu lado.

- Depois de 30 anos de firma, fui mandado embora. - falou com lágrimas nos olhos.

- O meu querido. Eu sinto muito.

Enxuguei as lágrimas que escorriam pelo seu rosto.

- Estou arrasado filha. - disse cabisbaixo chorando.

- Isso tem um lado bom, agora o senhor vai poder cuidar da sua saúde, vai poder descansar. - fiz um carinho no seu ombro.

- Eu não posso descansar, eu tenho você, suas irmãs para alimentar, como vou cuidar das minhas filhas sendo um imprestável desempregado.

- Epa... Como assim imprestável? Você não é nenhum imprestável, para com isso.

Ele continuou chorando, nesse momento Brenda, minha irmã mais nova entrou pela porta.

- Tá tudo bem por aqui? - perguntou se aproximando de nós, tirando a mochila que ela carregava nas costas.

- O papai foi demitido.

- Não se preocupa papai, eu acabei de voltar de uma entrevista de emprego, vou começar a trabalhar amanhã, como jovem aprendiz, em uma conveniência. - Disse contente.

- Que maravilha irmã! Parabéns! - falei abraçando ela.

- Eu não quero que trabalhe minha filha, você tem que focar nos seus estudos.

- Não se preocupe papai, eu vou trabalhar depois que chegar da escola, não vai interferir em nada.

- Eu não quero que você trabalhe minha filha, você é muito nova.

Eu não concordava com ele.

- Papai, deixa a Brenda correr atrás dos objetivos dela, vai ser bom para ela.

- Eu não concordo, é melhor a sua irmã focar nos estudos dela.

Meu pai era cabeça dura.

- Paizinho, a Brenda é uma menina inteligente, ela vai dar conta sim, de fazer as duas coisas. - ele ficou pensativo.

- Tudo bem, mas se por acaso isso interferir nas suas notas Brenda, você vai deixar esse emprego imediatamente.

- Tá bom. - disse sorrindo.

Brenda foi para o seu quarto, eu também fui para o meu, tomei um banho e me deitei. Deitada com os meus pensamentos longe, pensando no que fazer para tirar o Otávio do meu pé, vi a minha irmã entrando no meu quarto, ela entrou e se jogou na cama.

- Maninha.

- Lá vem bomba. O que você quer dessa vez, Brenda?

- Então maninha... eu estou querendo dormir na casa do Nelson essa noite, me ajuda?

- Brenda, você tá louca! Se o papai souber ele te mata.

- Eu sei, mas ele não vai saber, é só você falar que eu fui dormir na casa da Lívia.

Fiquei pensando.

- Por favor maninha? - Pediu com súplica.

- Ah tá bom! Tá bom.

- Obrigada maninha!

Brenda pulou de alegria, me abraçando e dando vários beijos no rosto.

- Toma cuidado, e previna-se.

- Pode deixar, beijo boa noite!

Brenda saiu do meu quarto, me levantei e fui até cozinha comer algo, encontrei o meu pai sentado à mesa com a Geisa, os dois estavam sérios.

- Aconteceu alguma coisa? - perguntei enquanto pegava um prato, para apanhar um pouco de comida.

- A sua irmã vai morar com o namorado. - arregalei os olhos.

- É sério isso Geisa? - perguntei me sentando á mesa.

- Por que a surpresa? Eu sou maior de idade, se eu quiser ir morar com o meu namorado, tudo bem.

- Eu entendo Geisa, mas você só conhece esse cara a um mês.

- E daí?

O meu pai bateu as duas mão na mesa, fazendo eu e a Geisa tomar um susto, ele se levantou e saiu da cozinha.

- Olha Geisa, eu sei que você gosta dele, mas pensa direito, é realmente isso que você quer mesmo?

- Eu já pensei Mariana, eu amo o Luan, quero ficar ao lado dele, quero morar com ele. - disse se levantando.

Geisa levou o seu prato até a pia, saiu da cozinha.

Meu pai dessa vez estava bravo com razão, a Geisa mal conhece esse homem, e já quer ir morar com ele.Terminei de jantar e fui para o meu quarto, depois escovei os dentes e fui dormir.

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