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Meu Chefe Irresistível

Meu Chefe Irresistível

Autor:: Milla Almeida
Gênero: Romance
Ethan Brassard Nunca pensei que ao descobrir o amor poderia ser tão doloroso. Se um dia chegassem a me dizer que iria sofrer por uma menina eu diria que seria mentira. Ela foi o meu primeiro amor, mas também a minha maior decepção, meio contraditório eu sei, mas é desse jeito que consigo ver as coisas. Pensei que o amor que sentia fosse recíproco, então por que ela desistiu tão rápido assim de nós? Quando, menos esperamos levamos uma rasteira do destino, é assim tirado de nós um amor tão forte, que hoje se transformou em cinzas... Giovanna Ribeiro Nunca pensei que um ser humano poderia ser tão cruel, a ponto de me machucar... Por que tudo de ruim tem que acontecer comigo? Não basta ser abandonada pelo pai, uma mãe que precisa do meu apoio, agora tenho que fugir de um abusador? Nunca pensei que seria capaz de levantar de cada queda que o destino tem posto em meu caminho. Eu só queria sair desse inferno.... Quando pensei que tudo estava perdido... Não sei o que o destino quer me fazendo passar por esses obstáculos, mas me manterei de pé quantas vezes for necessário. Só espero que essa mudança de cidade possa me trazer coisas boas, e me faça ter uma pouco de esperança, por que nesse momento me sinto presa, em meu próprio corpo, em minha própria mente cansada e escura...

Capítulo 1 Prólogo1.0

Ethan Brassard

A base da minha família sempre foi o amor e respeito. Sou criado em meio de cinco mulheres, eu sei o que você estar pensando, ainda não surtei! Por sorte tenho o meu pai ao meu lado, para não sofrer sozinhos e até mesmo os meus cunhados...

Cada uma tem a importância na minha vida, em especial minha mãe! Sei que sou suspeito a falar, mas a dona Maya, é uma pessoa que conquista por onde passa, sempre atenta aos seus filhos, e como ela mesma diz: não importa quanto tempo passe, ela sempre estará lá para cada um de nós, e isso eu não divido. Ela sempre disse que nunca devemos desistir de algo que queremos, e isso tinha seguido à risca, cada dia que passava, mas hoje infelizmente isso já não importa tanto para mim.

Quando tive a pior notícia da minha vida, tinha apenas 17 anos, pensei que morreria ali junto a ela, tudo parecia sem sentindo, não sabia ao certo o que estava acontecendo comigo e sim, chorei, gritei e fiz milhões de questionários, o porquê ela foi tirada de mim? Infelizmente essa resposta até o momento não foi encontrada! Como diz minha sogra tudo estava nas mãos de Deus. Meus sogros se mantiveram forte, coisa que no momento eu não conseguia...

Poucos sabiam sobre a gravidez da Bonnie, só eu, meu pai e meu sogro, não quisemos compartilhar com mais ninguém, já estava sendo duro para eu enterrar o amor da minha vida, agora imagina um bebê?

Lembro que quando se passou três dias, tive o meu primeiro pesadelo com ela, gritando que me odiava por ela estar grávida, não sabia o que a levou a ficar assim? Pois temos pais compreensivos, sei que uma gravidez quando se não é desejada pode abalar, mas ela não estava só abalada, e sim histérica, com raiva parecia que cometendo algum crime, por ela ter agido daquela forma. Quando nos rendendo na nossa primeira vez sabíamos o que poderia acontecer. Então o porquê dessa reação?

Por muitas noites fiquei me questionando se o que ela sentia por mim também era amor?

Ela desistiu de mim tão fácil, e se jogou no primeiro abismo que encontrou pela frente, a raiva, ódio.

Infelizmente nunca terei a resposta o porquê isso aconteceu comigo, infelizmente sem ela ao meu lado, nada mais fazia sentindo.

Foi quando tomei uma decisão, eu não me via namorando, mas uma vez eu não queria nenhum filho, mesmo de menor procurei por um médico e me informei sobre o procedimento, ele tinha me questionado o porquê eu estava fazendo isso, pois eu era muito novo, apenas disse que tinha perdido o grande amor da minha vida junto com um filho. No começo ele relutou mais viu que eu não mudaria de ideia, então aceitou fazer a pequena cirurgia, nesse dia da cirurgia apenas disse aos meus pais que precisava viajar ficar um tempo sozinho comigo mesmo, contra vontade deles, me permitiram ficar um pouco longe de tudo, assim não levantaria suspeita, apenas tinha reservado um quarto de hotel próximo a cínica que fiz a vasectomia. Eu estava cego de raiva, então não quis saber dos pros a parte da cirurgia só queria acabar logo tudo de uma vez.

Perdi o último ano da escola, me tranquei no quarto, não falava com ninguém, nem mesmo meu sobrinho que tinha mais como irmão o Zayan, Olívia, eu não conseguia nem mesmo sustentar o meu olhar para minha irmã. Me sentia inferior a tudo que eles estavam vivenciando, cada uma das minhas irmãs estavam casadas, com seus filhos, eu cheguei a ter inveja, mas isso só fazia sentido com a Bonnie.

Meu pai conversou comigo e disse que eu precisava sair do luto, já tinha se passado seis meses, ele me disse que nunca iria me perder para vida, pois apenas estava meu corpo ali, pois minha mente estava enterrada com o amor da minha vida. Mentindo, ele não estava, era dessa forma que estava me sentindo, mais ao ver o olhar do meu pai, senti que estava sendo egoísta, estava fazendo toda minha família sofrer por me ver daquele jeito.

Tentei mostrar para eles que estava melhorando com passar dos meses, no caso eu só mascarei para tentar trazer um pouco de conforto para eles, voltei a estudar e comecei a estagiar na empresa, eu só entraria na faculdade depois que finalizasse o estudo, acredito que com a carga de trabalho e estudo, minha mente ocupada eu poderia esquecer a minha dor.

Fui juntando o dinheiro, não saia muito de casa, quando meus pais recebiam visita eu me trancava no quarto.

Assim foi se passando três anos....

Não vou mentir em dizer que a dor passou, mas consegui sobreviver a ela, juntei uma boa grana e comprei o meu apartamento, no condomínio próximo a casa dos meus pais, eu não poderia continuar vivendo naquele lugar onde tudo me lembrava a ela.

Mesmo contra vontade meus pais aceitaram, desde que sempre desse, notícia e passasse um tempo com eles. E assim fui sobrevivendo, um dia por vez.

Comecei a sair com meus sobrinhos e primos, por muita insistência deles de me querer ao lado deles. Nunca mais apareci com uma namorada, por mais que a minha mãe vive cobrando.

Não sou de ficar com uma mulher na balada, só quando eu realmente me interesso, mas mostro o que quero, e ela tem a escolha se fica comigo a noite, deixo claro pois não me apego, não lembro nomes, pode me julgar mais não me apego mais nisso. Para facilitar a minha vida sempre contrato uma boa puta para me saciar, assim sem cobranças e os dois saem ganhando. Digamos que me viciei em sexo, é uma forma de extravasar tudo que venho sentindo.

Como único solteiro da família tomei a frente da empresa da família Brassard, virei o Ceo, acredito que me faz bem trabalhar, estar nesse meio cercado de reunião, documentos sem tempo para nada e até mesmo problemas.

A Olívia virou gerente geral, quando eu não estou é ela que manda em tudo.

Minhas irmãs continuam na parte administrativa, minha irmã Milena, ela ficou sendo a vice no setor gerente geral, onde ela e Olívia comanda tudo. Acredito que formamos uma boa equipe.

Esses dias Milena teve que se ausentar, ela descobriu que estava grávida, porém teve um aborto, a deixando bem debilitada, Olívia estar à frente no momento sozinha.

E assim vou vivendo um dia por vez....

Mais um capítulo liberado!!!!

Para quem ainda não sabe muito sobre a família Brassard, deixarei o nome dos livros que faz parte da Série:

1- Inesperado ( Maya e Eduardo)

2- Tocada pelo Amor ( Pietra e Enrico)

3- Desacreditada no Amor( Emma e Laerte)

4- Sedução do Amor Proibido ( Aysha e Ítalo)

5- Pérola da Noite ( Elise e Bernardo)

6- Lance Proibido ( Olívia e Kayron)

Essa é a sequência!

Capítulo 2 Prologo 1.1

Giovanna Ribeiro

Minha vida nem sempre foi essa montanha russa que estou passando!

Chegou um tempo que tínhamos tudo, como uma família tradicional, a casa cheia de amor e carinho, minha mãe cheia de atenção, meu pai chegando o trabalho todo amoroso. Não me lembro de como nossas vidas mudou de um dia para noite!

Lembro que meus pais estavam discutindo, eu tinha apenas 12 anos, foi quando a minha mãe descobriu a traições do meu pai, o problema não era esse e sim, eu tinha dois irmãos mais novo, meu pai começou a deixar as obrigações da nossa casa, para sustentar uma amante e seus filho, meu pai saiu de casa e disse que nunca mais voltaria, essa foi a minha primeira decepção! O primeiro homem da minha vida, que era para estar ali para meu apoio, me decepcionou, me deixando de lado, desde esse dia nunca mais ouvir falar sobre ele, nem mesmo me procurou.

As coisas começaram a ficar difícil, a casa que moramos era muito grande para apenas duas pessoas, foi quando minha mãe decidiu vender a nossa casa, para comprar um apartamento assim conseguia render um pouco de dinheiro já que minha mãe não trabalhava, e tínhamos muitas obrigações, dividas parece que nascia a cada dia que passava, foi quando minha mãe começou a trabalhar, eu tive que aprender a me virar sozinha, para não deixar a minha mãe sobrecarregada, já que trabalhava em um mercado o dia todo, para ganhar um salário, nunca fui de reclamar só agradecia a Deus por minha mãe ter essa força de vontade de querer trabalhar, e assim foi se passando os anos, minha mãe sempre trabalhando eu estudando, o básico tínhamos em casa o que era grata, ela sempre sai e eu ficava sozinha em casa, o condomínio onde morávamos era humilde mais era seguro, minha mãe precisava voltar a viver depois do abandono do meu pai, ela tinha todo meu apoio.

Foi quando ela conheceu o Roberto, ele no começo sempre atencioso, levava minha mãe para sair, comprava presentes, e sempre no final de semana ele dormia na casa da minha mãe, me lembro como hoje eu tinha apenas 16 anos, quando comecei a sentir o olhar dele diferente em mim, não pense que usava roupas curtas ou algo decotado por que não usava, minha roupa sempre foi camisa larga, calça larga, vestido era raro usar um, short? Não me sentia bem vestindo. Ele começou a me presentear, nunca gostei de aceitar presente dele, mais minha mãe sempre falando que era feio negar um presente, já que ele teve a delicadeza de lembrar de mim, eu preferia que ele me esquecesse para falar a verdade.

Das dormidas do final de semana, foi se estendendo durante a semana, e acabou ele morando conosco na casa da minha mãe, eu sempre da escola para casa, ou quando eu podia dormia na casa de uma amiga minha da escola a Aline. Quando eu estava em casa passava o maior tempo no meu quarto, quando ele chegava do trabalho eu já tinha jantado e sempre dava a desculpa para minha mãe dizendo que ia estudar e me trancava.

Final de semana, eu inventava faxinar, mesmo eu sempre mantendo o meu quarto organizado.

Quando ele levava minha mãe para viajar era até um alívio! Conseguia circular pelo apartamento tranquila, sem medo e receio. Alina tinha me convidado para passar o final de semana com ela e a família dela, eles iriam para casa de praia. Eu fiquei animada, minha mãe deixou depois que conversando com a mãe da Aline.

Nunca tinha me sentido tão bem assim longe de casa, eles tinham um carinho grande por mim, sempre dizendo que eu era educada, uma filha de ouro. Eu só queria que a minha mãe me visse assim também, mas com a chegada do Roberto, meio que me afastei da minha mãe, nunca conseguimos fazer nada juntas porque ele sempre chegava.

Foi quando eu voltei da viagem, bem animada, tinha até esquecido um pouco esse incomodo que era dividir a casa com namorado da minha mãe. Comecei a rotina da semana, eu sentia uma sensação estranha, como se alguém tivesse me vigiando, minha janela sempre fechada com cortinas, a porta sempre mantendo travada, acreditava que estava ficando paranoica.

Foi quando em uma das faxinas eu encontrei uma minicâmera, entrei em desespero, quem tinha posto aquilo ali no meu quarto? Revirei o meu quarto e não tinha achado mais nada. Porém só vinha o namorado da minha mãe, ele sempre com um olhar maldoso para meu lado, mesmo nem falando com ele direito, um sorriso de velho tarado que chegava a me enojar, sinto embrulhos só de me lembrar.

Cheguei a comentar com a minha mãe, que queria morar apenas só eu e ela, não me sentia bem com a chegada do Roberto em nossa casa. Essa foi a nossa primeira briga. Ela disse que eu era egoísta como meu pai, que não a queria ver feliz. Cheguei a mencionar sobre a sensação que eu sentia quando ele estava por perto, e até mesmo falado sobre a câmera que encontrei escondida em meu quarto.

Ela brigou comigo, e disse que estava mentido só para acabar o seu namoro com ele. Infelizmente eu não podia fazer nada, ainda faltava pouco para completar 17 anos, eu não podia sair assim de casa, sem um trabalho, ainda estava terminando meu estudo, onde eu iria morar?

Cheguei a conversar com minha amiga Aline, ela disse que eu poderia conversar com a mãe dela, quem sabe poderia falar com a minha mãe para alerta lá. Achei melhor não envolvera família da Aline, eles já me ajudavam muito me chamando para passar o final de semana na casa deles, o que para mim era perfeito lá me sentia em paz.

Assim foram se passando os dias, até que um dia, Roberto estava de folga, e eu não sabia que minha mãe ainda não tinha chegado, ele estava assistindo tv, apenas passei direito para meu quarto, eu sempre olhava tudo no meu quarto para ver se eu não encontrava nada, depois da vistoria me organizava para tomar banho o que era bem rápido, depois iria para cozinha pegar meu almoço e voltava para o quarto e assim iria estudar. Organizei minhas coisas e fui para o banheiro, tomei o meu banho rápido e sempre eu saia vestida do banheiro, assim que abrir a porta, ele estava ali parado com um olhar estranho fazendo meu corpo sentir um calafrio.

Cheguei a pensar que ele apenas queria ir ao banheiro então apenas sai e já fui entrando em meu quarto. Mas antes que eu pudesse fechar a porta do meu quarto, foi pior atormentou da minha vida, não consigo nem falar de como foi ruim, a forma que ele falava comigo, mim chamando de ninfeta gostosinha, me apertava em seus braços nojentos, ele rasgou a camisa que eu estava vestido e começou apertar meus seios, comecei a me debater contra ele, foi quando ele me deu um tapa me fazendo ficar desnorteada, mas não tinha desistido, ele já tinha baixado a sua calça quando ele tentou tirar a minha calça voltei a me debater e gritar com todo folego que eu possuía, eu não podia permitir que ele tocasse em mim, foi quando do nada ele caiu no chão desmaiado, depois de um barulho grande, eu estava fraca, chorando, toda dolorida por causa do aperto dele. Minha mãe tinha acertado um jarro na cabeça dele o fazendo desmaiar...

Agora ela sabia quem era o namorado dela, o porquê eu não conseguia me sentir bem com ele em nossa casa, ela apenas se ajoelhou e me pediu perdão por ser tão omissa e não enxergar o monstro que tinha em casa.... Nesse dia passamos a tarde na delegacia, não poderia deixar esse crime impuni, foi o pior dia da minha vida, passar por questionários, fazendo exames, minha mente vagava, eu não conseguia sustentar o meu olhar para ninguém naquele momento.

Quando saímos da delegacia Roberto estava preso, não era a primeira vez essa denúncia, ele já tinha sido preso por duas vezes, mais por bom comportamento ele sempre saía.

Me senti imunda, sem vontade de viver, foi a pior coisa que poderia ter acontecido comigo, até mesmo acompanhamento com psicólogo eu tive que fazer por que eu não queria mais viver...

Foram se passando alguns anos, tinha que voltar a minha vida, minha mãe ficou depressiva, eu teria que tomar de conta dela, acredito que todo que ela vinha passando só vinha acumulando e infelizmente ela não conseguia sair da depressão, comecei a trabalhar, cuidava da casa fazia tudo para manter a minha mãe bem, foi quando tivemos a pior notícia. Roberto tinha sido solto, uma amiga da minha mãe tinha visto e falou, minha mãe ficou desesperada com medo de que ele pudesse voltar para atormentar as nossas vidas. E foi assim que ele fez, na primeira vez ele bateu na minha mãe a sorte foi que os vizinhos tinham visto e chamaram a polícia, porém ele não foi preso por ter fugido antes mesmo deles chegarem.

Foi quando minha mãe disse que o melhor a ser feito era sair da cidade. Nos perderíamos tudo que tinha construído, só por causa de um abusador filho da puta!

Eu não poderia deixar minha mãe assim à mercê dele, foi quando ela disse que tinha uma irmã que morava um pouco longe mais seria o melhor a ser feito, ele nunca nos encontraria lá. Foi quando ela falou com ela, e aceitaram nos receber em sua casa.

Viajamos durante a madrugada para ninguém descobrir e nem mesmo esse infeliz nos ver. Passamos quase doze hora dentro do ônibus bem dizer só com a roupa do corpo...

Capítulo 3 Ethan Brassard 1

Quando vi a Bonnie pela primeira vez, tinha sentindo algo diferente, ainda não conseguia identificar o que era aquilo que estava sentindo, por ser ainda novo, eu tinha apenas 13 anos, na época que ela entrou na escola que eu estudava, aos pouco fui conhecendo e vi que ela mexia muito comigo, não existiam outras meninas só ela, que tirava meu sono, gostava de conversar com ela, a forma que ela ficava tímida quando estava junto comigo e meus primos, era linda!

Quando tomei coragem dei um primeiro beijo, ela não negou até gostou, minha irmã tinha me aconselhado que fosse com calma, pois Bonnie é especial, então eu não queria magoar ou fazer ficar triste por algo que eu faça que não goste, me lembro como hoje de como foi o nosso primeiro beijo, a forma que a pedi em namoro, o quanto ela ficou com vergonha, quando assistimos filmes juntos, sempre atenciosa, carinhosa, quase tudo fazíamos juntos e assim foi se passando os anos e nosso namoro foi ficando cada anos mais sério, nunca tínhamos tocado no assunto de casamento por sermos muito novos, mais tinhas planos de viajar juntos, e descobrir o quanto pode ser louco nesse mundo a fora, ela tinha um sonho de fazer uma excurso ao redores do mundo, até tinha gostado da ideia, desde que fizemos isso juntos, então assim que completamos 18 anos começamos a planejar essa viagem, para isso iriamos estudar as línguas nativas para podemos explorar o máximo que pudemos o destino escolhido, e assim fomos fazendo nossos planos....

Hoje chamei a Bonnie para saímos só nós dois, queria fazer uma surpresa para ela, já faz três anos que estamos namorando, e nosso namoro estar sério, então com meu pai comprei um anel de compromisso, vou pedi-la em casamento, sei que somos jovens, mas quero mostrar para ela que vejo o nosso relacionamento a longo prazo. Onde temos muito tempo para nos casarmos, porém nossa vida já começamos nossos planos.

Ah dois meses não conseguimos esperar e rolou a nossa primeira vez, eu tinha conversado com meu pai, ele só me pediu para se prevenir, pois ainda somos muito jovens. Bonnie disse que falaria com sua mãe para começar tomar o anticoncepcional, o que não sabia era que depois da nossa primeira vez, ela me confessasse que não estava tomando remédio, pois não estava tendo coragem de falar com sua mãe, eu até disse que ela poderia falar com a minha mãe ou uma das minhas irmãs, disse que seria bom assim ela não precisava ficar assim retraída, mas ela relutou e disse que daria um jeito de comprar o remédio do dia seguinte, eu não estava confiante, já que ela não entendia direito, mais teimosa como ela é, não me ouviu e tomaria de todo jeito.

Eu só não esperava descobrir hoje que ela estar gravida, e esse ainda não é o problema, e sim o estado que ela se encontra, histérica, tive que levar ela, para mas distante da lanchonete que tinha trazido ela. Nunca imaginei que ela ficaria assim por conta de uma gravidez, tínhamos ciência que isso poderia acontecer mais se tivesse feito do jeito que combinamos não estaríamos passando por isso...

- Eu não sei o que fazer Ethan! Meus pais vão me matar! - Bonnie diz histérica com a descoberta da gravidez! Ela fala de uma forma como se fosse algo grave que não pudéssemos resolver.

-Calma, meu amor, vamos falar com eles, não fica assim pode prejudicar o bebê! - tento acalmar lá.

-Eu não quero ficar grávida Ethan! Ainda sou nova eu tenho um futuro pela frente, era para ter tomado duas vezes o remedeio, só assim não ficaria gravida! Eu não quero estar grávida! - ela continua gritando e eu estou ficando desesperado por que nunca a havia assim.

-Bonnie, não adianta ficar assim, já aconteceu, tente se acalmar e vamos encontrar um jeito de resolver tudo isso meu amor... - falo firme abraçando mais ela começa a me bater.

-Eu te ódio Ethan! Te odeio, eu não quero esse bebê! Eu prefiro morrer! - tento falar e ela sair dos meus braços...

- Não fale uma merda dessa Bonnie, me espera, não faça isso vamos conversar! - a chamo mais ela parece não me ouvir.

Ela sai correndo me fazendo ir atras dela, acena que rola na minha frente não consigo fazer nada, apenas entro em pânico por ver o corpo da Bonnie jogado no outro lado da pista.

Sou desperto e vou ao encontro da Bonnie, mas ela estar desmaiada, começo a pedir para chamar ambulância, eu não posso te perder meu amor....

- Não faz isso comigo Bonnie, não faz isso amor, acordar, por favor meu amor eu te amo, fica comigo... - falo, mas ela não me responde, não sei quanto tempo fiquei ali com ela, deitado sobre o seu corpo, sou desperto quando ambulância chega para prestar os primeiros socorros, eu não consigo dizer nada, apenas choro por ver ela assim....

Sou levado para acompanhar não consigo compreender nada, apenas fico com essa cena em minha mente da Bonnie brigando comigo e sofrendo o acidente....

Por que você fez isso?

Não era para ter sido assim...

Sou desperto com a o meu pai chegando na ala que estou sentado, esperando notícia dela.

- Filho, o que aconteceu? -eu não consigo falar nada, apenas abraço o meu pai forte e começo a chorar com medo de que tenha acontecido algo mais grave. - Ethan, você precisa se acalmar, onde estar a Bonnie, você não saiu com ela? - tento me acalmar para contar para meu pai o que tinha acontecido.

- Pai, deu tudo errado, eu estava com Bonnie, só que ela descobriu que está grávida e começou a brigar comigo, dizendo que não queria estar gravida, eu juro pai que tentei acalmar ela, mas estava diferente, agressiva e ficava gritado que não queria o bebê, pai eu juro que tentei acalmar, mas ela saiu correndo eu tentei ir atrás dela, mas quando cheguei ela já estava jogada no chão pai, eu não quero que ela morra pai... - confesso com uma dor muito grande, eu quero a minha Bonnie viva.....

- Calma, meu filho, vamos esperar o médico vim, tudo vai ficar bem... - meu pai diz, mas eu não consigo sentir a verdade....

Não sei quanto tempo se passou, meus sogros chegaram junto com a minha mãe, meu pai explica por alto sobre o acidente, e ficamos todos aqui na espera de alguma notícia, quando eu penso em ir em buscar de noticia o médico chegou chamando pela família da Bonnie, porém, nesse momento não consigo falar, mas meu pai junto com meu sogro pergunta pelo estado da Bonnie, é desse jeito que recebo a pior notícia da minha vida. Bonnie não tinha resistido... não sei o que aconteceu no minuto adiante pois para mim tudo só é escuro, não consigo sentir nada, não ouço nada, tudo para mim é um breu....

- Bonnie! - grito acordando...

Mas uma vez sonhei com grande amor da minha vida, olho ao meu redor e percebo que estou em meu apartamento, faz três anos dá tragédia, que perdi o amor da minha vida e um filho...

Tento acalmar o meu coração e vou para banho preciso de um banho gelado, têm dias que sonho com ela isso estar tirando a minha paz...até mesmo sair do condomínio que meus pais moram, tudo me lembra a ela, minha vida tinha perdido o sentido....

Depois do banho gelado me sento na minha cama, ainda com a toalha enrolada em minha cintura, abro a gaveta e tiro de dentro a caixa do anel de compromisso que tinha comprado para ela, ninguém nunca terá nada meu, nem mesmo um filho...

Após o acidente, eu entrei em crise, e minha vida tinha acabado ali, sem meus pais saberem, eu fiz vasectomia, o médico não queria fazer mais acabou eu pagando para ser feito, ele tinha dito que poderia dar problema por eu ser muito novo, mais eu estava decidido, então fiz a cirurgia minha vida não tem sentido, já não tenho mais paciência para namorar, quando eu quero uma mulher eu simplesmente contrato um mulher e sacio o meu desejo, raro fico com algumas na balada, não tenho paciência para preliminares. Só assim eu faço e depois cada um vai para seu lado.

Me tornei frio depois da morte da Bonnie, os únicos que ainda têm os meus risos, são meus sobrinhos, é a única alegria que me permito ter, nem sair juntos com meus sobrinhos e minhas irmãs eu não faço mais, tudo me lembra a ela, de como sempre tivemos juntos ...

Acredito que encontrei o meu mundo, meu modo frio, sem vontade de falar com ninguém, só minha família têm o mínimo de diálogo comigo, infelizmente foi esse homem que me tornei, depois da morte dela, esse sou eu: Ethan Bellerose Brassard o Ceo TechnoTrends.

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