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Meu Guarda - Costa Pervertido

Meu Guarda - Costa Pervertido

Autor:: Betânia Vicente
Gênero: Romance
Mônica Santiago é uma juíza que só vive pelo trabalho e só quer uma coisa na vida: paz. Sua maior vontade é desconhecer um bom homem, e constituir uma bela família e quando achou que nunca iria encontrar o homem perfeito. É quando surge um certo guarda-costas , que a faz ter o seu desejo ter uma família se concretiza. Ele fará de tudo pra protege-la custe o que custa-se. Será que essa juíza vai finalmente ter uma grande família com um guarda -costa? Miguel De Albuquerque um ex-Seal, aposentado que tem uma empresa de segurança chamada Private e tem como um sócio seu melhor amigo Henrique. Quando Miguel retorna de uma missão ele recebe uma mensagem de sua prima para fazer um novo serviço. E quando ele descobre que o seu novo serviço era pra proteger a melhor amiga de sua prima e também juíza ele jura protege-la e ama-la com a sua vida

Capítulo 1 Capitulo 1

Mônica Santiago

Hoje o meu dia não foi nada bom, e quando digo isso é porque não foi mesmo! Uma coisa que preciso é de um bom banho e um copo de vinho.

- Mônicaaaaa... - Ouço a voz desesperada da minha melhor amiga e paro bem na entrada do fórum.

- O que houve? - pergunto, preocupada com ela.

- Amiga, que bom que te encontrei bem a tempo - ela fala ofegante quando chega perto de mim.

- O que houve, Andressa? - questiono-a, preocupada.

- Então, amiga, você me prometeu que iria pra balada comigo! - ela comenta, e olho pra ela. Tenho vontade de esganá-la.

- Puta que pariu, amiga, e eu pensando que fosse algo sério! - censuro-a e começamos a andar pelo estacionamento do fórum.

- E não é? Caramba, Mônica, sabe quanto tempo faz que está me enrolando pra sairmos? - ela se queixa. E enrolo os olhos pra cima tentando não matar ela por ter me dado um susto.

- Puta merda, mulher, estou trabalhando direto! - defendo-me.

- Me engana que eu gosto. Você não é um robô, amiga!

- Andressa, entra no carro. E entra logo! - oriento, cansada, quando chegamos ao meu carro e seguimos pra fora do fórum.

Meu carro era todo blindado. Por ser uma juíza, sempre tinha problemas com ameaças e sempre tinha dores de cabeça. Sobre o fato de nunca sair com minha amiga, a verdade era que minha vontade era ficar em casa e dormir por meses. Isso, sim, seria uma delícia.

- Agora, me conta: por que você está brava? - Olho pra ela assim que paro o meu carro no semáforo, desejando que abra logo.

- Ah, Andressa! Ando bem cansada. Esses casos que recebo me deixam à flor da pele - confesso.

- Você anda tendo problemas com algum detento? - pergunta, curiosa. Diferente de mim, Andressa era uma boa promotora e não esquentava muito a cabeça com as ameaças que recebia.

- Ah, menina, comecei receber ameaças novamente! - conto e logo me arrependo. Não queria que a minha amiga ficasse preocupada e também não gostaria de coloca-la em perigo por minha causa.

- Acho que precisa de um guarda-costas! - comenta, preocupada.

- Olha quem fala. Você precisa de um também! - declaro. A Andressa é uma promotora de justiça e também sempre está recebendo ameaças ou seja as nossas profissões sempre nos coloca em perigo.

- Eu estou tranquila no momento; não ando recebendo nenhuma ameaça.

- Sinceramente, Andressa, não sei como você fica tranquila nessas situações e ainda por cima quer sair pra farrear hoje! - Coloco o carro pra andar quando ouço as buzinas tocarem.

- Amiga, se eu ficar só focada nisso, vou acabar morrendo.

- Eu ando em pânico. As cartas que venho recebendo me deixam apreensiva.

-Sinceramente amiga está na hora de contratar um guarda-costa pra você! -Andressa sugere

- Andressa você sabe que sou muito desconfiada ainda mais contratar uma pessoa que sequer sei se é ou não de confiança. -comento e dando um olhar pra ela que me olha sorrindo e fico pensando se devo ou não preocupar com esse sorriso dela.

- Então eu tenho uma sugestão... - Ela diz sorrindo.

- E devo meu preocupar com essa sugestão?

- Ah Mônica larga de ser desconfiada? - Ela briga comigo e dou risada.

-Eu sou mesmo, ate parece que temos que confiar em qualquer um! - A lembro.

- Ok, eu te entendo! Agora posso falar o que estou querendo sugerir?

- Eu acho que não vou gostar da sua sugestão, não? - A provoco rindo e é a vez de revirar os olhos pra mim.

- É sério, Mônica! - Ela insiste e acabo cedendo.

- Ok, tudo bem! Vai lá estou ouvindo! - respondo parando no farol vermelho e verifico pra ver se as janelas estavam bem fechadas, não gostaria de correr o risco de ser assaltada ou mesmo sofrer uma emboscada.

As vezes gostaria que a minha vida, fosse um pouco mais leve e não carregar o peso de ser uma juíza que sempre esta correndo risco de vida.

- Então como está te dizendo, você precisa de um guarda-costas e tenho uma pessoa perfeita pra você... - Ela começa.

- E quem seria, essa pessoa tão perfeita pra mim! - Brinco com ela.

- É o meu primo! - Ela diz dando ombros e paro o meu carro em frente ao meu prédio e assim que o porteiro de plantão me vê ele aciona o botão pra abrir o portão de estacionamento e assim que abre coloco o carro em movimento pra dentro e sigo direto pra dentro do estacionamento.

E logo me toco que não respondi, a pergunta da Andressa e fico curiosa pra saber quem era o tal primo que era o guarda- costa. E assim que paro o carro no meu local, desligo ele e viro pra ela e faço a pergunta:

- Que primo? - pergunto curiosa.

- O nome dele é Miguel De Albuquerque. - Ela fala toda excitada e ate dou risada.

-E como eu nunca ouvi falar dele? - pergunto ainda curiosa. Nunca soube do tal primo que era o guarda – costa.

- É que ele sempre estava viajando fazendo missões. - Andressa diz dando ombros e saímos do carro e aperto o alarme e seguimos direto pro meu apartamento.

Capítulo 2 Capitulo 2

Mônica

Quando chegamos lá abro a porta e sou recepcionada pela minha gatinha safira que fica passando pelas minhas pernas.

-Vem cá meu bebê!-A chamo pegando no colo e fazendo carinho nela.

- Ah Mônica deixa eu pegar ela um pouquinho, por favor? - Ela implora e dou risada e levo a safira ate ela e a coloco em seus braços e pegos as nossas coisas e levo pro nossos quartos.

- O que acha de pedirmos pizza pro nosso jantar, hoje? - pergunto pra ela que olha pra mim e fala:

- Eu quero sair!

- E eu quero ficar em casa e já coloquei as suas coisas no quarto de hospede. - declaro.

- Ah vamos amiga, precisamos sair um pouco! - Ela volta a insistir. E olho pra ela sem acreditar no que ela estava pedindo.

- Andressa não acredito que esta pedindo pra sair sendo que estou recebendo ameaças? - Respondo chocada.

- Ok, esta bem! Você está certa! - Ela diz dando ombros em rendimento.

- Viu eu sei que estou certa! - Comento e continuo falando: - Agora me conta mais sobre o seu primo! - pergunto voltando no assunto do primo dela.

- Então como estava dizendo, meu primo ele é um ex-seal e desde que abandonou essa profissão ele abriu uma agencia de segurança com o amigo dele que por sinal é um babaca chamado Henrique.

- Ah entendi! - Eu estava curiosa sobre o primo dela.

- Então o que acha? - Ela pergunta curiosa.

- Sobre? - Respondo sem entender o que ela quis dizer.

- Ah fala sério, Mônica! - Ela bufa revirando o olho e continua falando: - É sobre ele ser o seu guarda-costas!

- Andressa como posso pedir pra ele ser o meu guarda-costas sendo que nem o conheço.

- Ah pelo amor de deus! - Ela exclama séria e a vejo pegando o celular e vejo ela digitando algumas mensagens e pergunto

- Pra quem está mandando mensagem?

- Ora pro meu primo! - Ela diz com maior naturalidade.

- Andressa... - Alerto.

- O que? - Ela diz na maior cara de pau.

- Porque mandou mensagem pra ele? - pergunto curiosa.

- Porque ele tem que vim pra te conhecer!

- E quando seria isso? - pergunto curiosa.

- Eh amanhã? - Ela diz rápido.

- Andressa como você pode chamar seu primo! - pergunto pra ela ficando nervosa sem saber o porque .

- Sim eu posso e fiz e amanhã ele vem logo cedo! - Ela responde e me olha e diz: - E agora que tal pedirmos pizza!

Algumas horas depois...

E aqui estamos sentada de pijamas no chão da minha sala com garrafa de vinho praticamente vazia e comendo pizza enquanto ouvindo ela dizer que deveríamos sair novamente.

- Olha sinceramente, estou um pouco cansada de ouvir a mesma coisa! -resmungo e ela me olha rindo e diz:

- Como acabei de dizer, precisamos sair pra nos distrairmos! - ela volta a afirmar.

- Não o que eu preciso nesse exato momento é de mais vinho e me deitar naquela banheira maravilhosa que tenho no meu banheiro.

- Amiga, o que você precisa mesmo é de um belo gato pra te ajudar a ficar bem relaxada - ela sugere e dou risada.

-Você não tem jeito mesmo! - Brinco e jogo a minha almofada nela que ri.

- O quê? - ela se defende.

- Eu não sei o que é isso há um bom tempo! - eu a lembro.

- Ah, é verdade, será que você está virgem novamente? - ela me questiona e com um olho na direção e outro nela fico sem acreditar no que essa doida falou.

- Pelo amor de Deus, Andressa, acho que você andou bebendo demais , só pode! - declaro. Olhando triste pra garrafa de vinho vazia e me levanto indo até a cozinha e pegando outra e abro ela.

- Ainda não, mais acho que tenho alguém que possa pra te ajudar nesse assunto! - ela afirma em voz alta e fico sem reação. E volto pra sala e fico olhando pra ela sem acreditar no que ouvi.

- Sobre a questão de sexo? - pergunto-a e continuo falando sem dar chance de ela responder nada: - Não, obrigada! - Sem contar que me virava bem com um vibrador e não precisava de homem pra me satisfazer.

- Ah, pelo amor de deus! - Ela ri e depois olho novamente pra ela e a vejo abrindo um sorriso misterioso.

- O que você está aprontando?- questiono-a e volto a prestar atenção na rua, desejando chegar em casa.

- Eu? Não apronto nada! - ela se defende e sorrio.

- Vamos logo, o que você está querendo aprontar? - pergunto novamente.

- Nossa, Mônica, eu sou inocente aqui, filha! - ela volta a se defender.

- Ah, como se eu não te conhecesse! - retruco.

- Amiga, estava aqui pensando... - ela começa.

- Ah, o que se passa pela sua cabeça, dona baladeira?- provoco-a. Ô, pessoa que gostava de ir dançar era essa.

- Então, você se lembra dos meus irmãos? - ela indaga curiosa e tento me lembrar de algum irmão dela que eu não conheça.

- Olha, que eu saiba, conheci o André e o Anderson não?- pergunto curiosa, agora me lembrando dos irmãos quentes da minha amiga, uma pena que estavam todos comprometidos.

- Sim, eles você os conheceu! - Andressa sorri e depois completa: - Ah amiga, como eu, sou tonta esqueci de te contar que eu tenho outro irmão!

- Oi? Acho que ouvi você falar que tem outro irmão? - A interrogo surpresa, será que era um irmão de outro pai? Será que o pai dela teve um filho fora do casamento?

Capítulo 3 Capitulo 3

Monica

Sinceramente quando a Andressa soltou que tem um irmão eu estava ainda surpresa tentando digerir aquela informação. O estranho disso é que nunca escondemos nada um da outra, ou melhor, nunca tivemos segredos entre a gente. Somos amigas a bastante tempo daquelas de frequentar a casa uma da outra e também frequentar a casa das nossas famílias. Tanto a família dela como a minha nos adorávamos e isso era tão importante para a nossa amizade.

- Amiga você parece chocada? - Andressa pergunta me olhando preocupada.

- E não é pra estar? - Respondo rindo da sua cara e continuo: - Andressa nos conhecemos há bastante tempo e só agora descubro que você tem um irmão?

- Eu disse que ele é o meu irmão não? - Ela pergunta e noto que ela fica meio confusa.

- Sim foi o que disse, porque não me contou que tinha um meio irmão? - Pergunto pra ela e fico um pouco chateada por ela não ter me contado nada.

- Meio irmão? - Ela pergunta confusa, parecendo que não estava entendendo nada.

- Isso meio irmão, porque o seu irmão deve ser filho do seu pai de outro relacionamento, não? - Mal acabo de falar, ouço a gargalhada da Andressa e fico sem entender nada.

- Do que você está falando? - Ela me questiona ainda rindo e olho brava pra ela.

- Andressa você está usando droga ou andou bebendo e o efeito esta aparecendo agora? - Pergunto pra ela ao ver que estava limpando a lagrimas que estava escorrendo pelo seu rosto.

- Claro que não? - Ela responde rápido, como se eu tivesse insultado.

- Pois é o que está aparecendo. - Aviso pra ela que revira os olhos pra mim.

- Eu só estou meio confusa, com o que você disse? - Ela me fala.

- E o que foi que eu disse de tão confuso? - Pergunto curiosa.

- Que eu tenho um meio irmão e que ele deve ser filho do meu pai? - Ela comenta e noto que a filha da mãe estava a ponto de rir novamente.

- Ora não foi o que você me disse? - A lembro.

- Eu não me lembro de ter falado que eu tinha um meio irmão e sim um irmão e não falei nada do meu pai. - Ela comenta e isso era verdade.

- Meu deus, Andressa irmão ou meio irmão é a mesma coisa e quando você me disse isso eu achei que poderia ser do seu pai. - É o que falo. Porque foi isso que eu pensei.

- Se eu tivesse um irmão ou como você mesmo disse meio irmão eu não teria de contado? - Ela me questiona e noto em sua voz que ela estava chateada.

- Ah pelo amor de deus, Andressa eu mesma pensei nisso na hora que você falou desse tal irmão. - Comento e entendia a chateação dela eu tinha ficado desse jeito.

- Ahhhhh... - Ela fala alto e a olho sem entender nada.

- O que você quis dizer com isso? - Pergunto pra ela e agora era a minha vez de não entender nada.

- Eu quis dizer que agora eu compreendi, porque achou que eu tinha um irmão! - Ela responde e noto que seus olhos, que estavam cheio de lágrimas, começaram a cair novamente e fico pensando que em vez de ser promotora ela deveria ser comediante e atriz de tanto que ria e acabava chorando e agora nesse momento, sei que ela estava lutando pra não rir.

- Ah, agora que tal você me explicar afinal ele é o seu irmão ou não? - A questiono.

- Sim, menina acabei esquecendo-me dele, ele na verdade é meu melhor amigo e sempre nos consideramos irmãos, temos muitas afinidades juntos.

- Entendi. E como ainda não o conheci esse seu irmão amigo? - indago entregando mais vinho pra ela.

- Ah, amiga, ele é um medico. Acho que seria uma boa que vocês se conhecessem! - ela conclui pensativa.

- Nem pensar, Andressa, não quero um cara pra ser fudida! - A lembro.

- Fique tranquila, amiga, eu não estou planejando que você seja fodida pelo meu amigo! - Ela afirma e fico mais aliviada.

- Obrigada! - Agradeço e olho pra ela e reparo que ela estava com aquele ar de que estava querendo aprontar.

- De nada! - Ela responde e a olho com desconfiança.

- O que você está aprontando? - volto a questionar quando observo um belo sorriso.

- Nada, não. - ela desconversa.

- Você está com aquele olhar! -Alerto. .

- Querida, que olhar? -Ela mente na maior cara dura.

- Esse olhar que esta me dando agora! O olhar que está aprontando e muito. - A provoco.

- Que tal a gente pedir mais uma pizza para acompanhar esse vinho? - ela me pergunta.

- É uma ótima ideia! Amanhã estamos de folga do fórum. - Aprovo a ideia dela e pego o meu celular e peço outra pizza e também uma broto de sobremesa com banana, canela e chocolate que recebo aprovação na minha escolha.

- Acho que a senhorita bebeu demais não acha? - Ela me provoca e continua dizendo: - O que acha de a gente esquecermos o assunto por hora e nos deitarmos nesse lindo sofá e enquanto a nossa pizza não chega, vamos começar a assistir a nossa série juntas.

- Meu Deus, para de ser interesseira! - provoco e ela dá aquele sorriso perverso. E olho pra ela e falo: - E dona Andressa por hora vou esquecer o assunto, de você me encontrar um homem pra me foder.

-Depois voltamos nesse assunto amiga! -Ela diz piscando o olho e pego uma almofada e jogo nela que da risada.

Ligamos a TV e ficamos verificando o que estava passando e ficamos lá conversando e rindo e tentando decidir o que devíamos assistir.

E enquanto procurávamos ainda algo pra assistir Andressa contou por cima o caso que ela estaria julgando e mesmo sendo sigilo profissional, sempre pedíamos conselho uma da outra.

E me distraio de série boba que ela achou na TV a cabo é quando vejo a safira, subindo no sofá e vem em minha direção e nessas horas eu sinto falta de ter uma família.

Às vezes eu desejava mesmo era ter uma casa com crianças, correndo pra lá e pra cá. Mas estava muito difícil mesmo isso acontecer quando se tem obstáculos. O primeiro é ser juíza; e o segundo é um homem se interessar por mim pelo que sou e não pelo meu cargo.

- Amiga, o Lúcifer entrou em cartaz novamente na Netflix e eu estou louca pra assistir. - ela dá um grito de repente me fazendo pular de susto do sofá junto com a safira.

- Meu deus mulher, jura! Não acredito que esqueci completamente que iria começar também estou louca pra assistir também o tio Lu. - Sorrio e nos preparamos pra começar assistir o

.

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