Dominique
O dia começou como todos os outros: chato e estressante - o que é normal quando se é secretária de um dos homens mais requisitados e respeitados da cidade. Ele é tão gostoso, tão poderoso e sensual demais, para minha própria insanidade e tem aquele olhar de predador que faz a minha calcinha ficar arruinada.
Na verdade, Nicholas até que é um bom chefe, só que às vezes eu tenho vontade de o matar. O que o homem tem de gostoso, tem de mandão. Quem ele acha que é? Ah, sim, ele é o todo-poderoso juiz. Deus, esse homem é perfeito em tudo, e quando eu digo em tudo, é em tudo mesmo. É claro que nós, mulheres, somos seres mortais e acabamos ficando excitadas com a possibilidade de um simples olhar. Droga, Dom, você tem de se controlar para não agir com uma menina apaixonada, afinal você não tem mais quinze anos. Você já é uma mulher perfeitamente adulta!
Ah, mas como eu queria que ele desse uma olhadinha em mim... Mas não, o senhor todo-poderoso não dá uma olhada em ninguém, e se fica com alguém do prédio, com certeza tais mulheres não dizem nada.
É ruim sentir inveja das mulheres que ele deve pegar? Porque, Deus, esse homem é tão gostoso quanto chocolate - e deve ficar mais saboroso ainda se eu jogar calda de chocolate por todo esse belo corpo delicioso. Eu mesma não tenho nenhum problema em lamber cada pedacinho daquele espetáculo de homem.
Eu tenho que parar de ficar pensando no meu juiz Nicholas, ele é um homem proibido! A cabeça pede, mas o coração parece dar pulos de alegria toda vez que ele chega.
Olho para o relógio e verifico que faltam menos de cinco minutos para que ele entre na sala. Esse homem, além de ser muito gostoso, é muito responsável. Agora, por exemplo, com certeza já está no elevador, e daqui a pouco chega perguntando a agenda de hoje. Outra coisa que me chama atenção é que ele não descansa.
Às vezes, é um completo babaca na forma como manda em mim, achando que eu devo obedecê-lo em tudo...
Vamos jogar a real, Dom, você gosta da forma de como ele manda em você, tanto que você carrega calcinhas extras, pois só de ouvir a voz rouca dele... Aquilo não é de Deus mesmo.
Olho novamente para o relógio e verifico que falta um minuto para ele chegar, e, droga, minhas mãos estão tremendo para caramba. Tremem tanto, que passo pelo vestido, para ver se elas se controlam. Estou distraída com esse ato, quando ouço a voz do causador de todos os meus desejos pervertidos, a sua excelência, Nicholas Ruiz.
- Bom dia, senhorita Ferreira! O que temos hoje? - ele pergunta, e levanto meus olhos em sua direção. E, droga, eu fico paralisada em frente a esses lindos olhos. Eu pisco, acordando para a realidade, e digo:
- Bom dia, senhor Ruiz, por enquanto, o dia está tranquilo, já deixei em sua mesa a pasta com os arquivos dos casos. Fora isso, está tranquilo.
- Ok, vou para minha sala para verificar essas pastas, como a senhorita falou. Obrigado - ele diz, piscando o olho, e imediatamente fico trêmula novamente, sem entender exatamente o que aconteceu.
Espero ele sair e coloco a mão no peito para ver se o coração se acalma depois daquela simples piscada. Meu Deus, Dom, se controla, mulher.
Uma mensagem aparece no meu computador, e percebo que é de minha amiga. Abro o e-mail e quando leio o assunto da mensagem, fico curiosa.
De: nicholegatinha@premium.com
Assunto: Meu aniversário
Para: dominiquedevassa@premium.com
Prezada amiga linda, estou aqui te enviando esse bendito e-mail para te lembrar que nesse final de semana é o meu níver. Você já providenciou a sua fantasia?
Com o amor de sempre, de sua amiga gostosa,
Nick.
Assim que termino de ler reviro os olhos. Pego a foto de uma fantasia que encontrei na internet e anexo no e-mail.
De: dominiquedevassa@premium.com
Assunto: Vou fantasiada de Devassa
Para: nicholasruiz@premium.com
Sim, estou enviando a foto da fantasia, depois me fala o que achou. Assim que sair do trabalho, vou comprar.
Assim que envio a foto para ela, saio meu e-mail e entro no da empresa. Todos os funcionários têm um endereço eletrônico particular e outro referente ao trabalho. Dou uma olhada na caixa de entrada para ver se tinha algo do fórum. Como não tinha nada, volto ao e-mail particular.
Lembro que devo esvaziar a lixeira do meu e começo a olhar os e-mails antigos. Vendo somente propagandas que não eram importantes, acabo excluindo toda a lixeira. Em seguida, um e-mail novo me chama atenção, e, curiosa para ver se era a resposta da minha amiga, clico nele. Fico surpresa ao ver que é de meu chefe.
A parte do assunto me deixou curiosa: está escrito "urgente". Assim que o leio, tomo um susto daqueles.
De: nicholasruiz@premium.com
Assunto: Urgência
Para: dominiquedevassa@premium.com
Olá, senhorita Devassa, fiquei muito feliz em ter recebido o seu e-mail com a foto de uma fantasia muito interessante. A senhorita me deixou com uma bela ereção, e não vou poder ir até a sua mesa para podermos falar sobre esse assunto tão interessante. Então peço, por gentileza, que, na hora do seu almoço, compareça até a minha sala para podermos falar sobre a sua fantasia.
Estarei aguardando ansiosamente, minha devassa gostosa!
Ah, e mais uma coisa: é melhor aparecer, ou...
Atenciosamente,
Seu Juiz Pervertido
- Ai, meu deus, o que foi o que eu fiz? - grito, chocada. Por mais que as palavras dele tenham me excitado, eu estou sendo ameaçada para ir até a sua sala na hora do almoço e não sei o que vai acontecer lá dentro.
Será que vou ser despedida? Mas dúvida principal é como ele recebeu esse e-mail. Saio da mensagem dele e vou até a caixa de mensagens enviadas, e quando olho, acabo gemendo: em vez de mandar o e-mail para minha amiga, mandei para o meu chefe.
Acho que agora sim estou ferrada... ou não?
Nicholas
Eu não sei o que é fazer sexo há meses, meses desde que a minha maldita secretária começou a trabalhar comigo. Minha mão, coitada, não aguenta mais ficar batendo uma, toda santa noite é a mesma coisa.
Eu fico ali, ouvindo Dominique me passar todos os dias o bendito cronograma dos casos futuros e, como um maldito pervertido que sou, só penso na forma como deveria debruçá-la sobre a minha mesa, afastar as suas pernas e verificar que calcinha estaria usando.
Droga, eu não preciso olhar para baixo para saber que o meu pau está ereto. Acho que já virou rotina, e olha que tentei, e Deus sabe como, ficar longe dela. Fui atrás de outras mulheres, e nada: o filho da puta do meu pau não estava nem aí. Ele quer mesmo a senhorita Ferreira, aquela cujo nome me deixa a ponto de precisar de banho gelado todo dia.
A mulher não sabe, mas conseguiu me deixar de quatro por ela. Não consigo nem assistir filme pornô, mesmo daqueles que faria qualquer homem bater uma punheta bem gostosa. Acho que ela é uma maldita bruxa que me enfeitiçou. Quando saio para alguma balada - e olha que isso é raro de acontecer por ser um homem público -, pego alguma gostosa e ela começa a passar as mãos pelo meu peito e depois desce pelo meu pau, eu penso: agora, sim, vou ter uma bela bocetinha. Mas o que acontece? Novamente o meu pau nem se levanta, acabo desistindo e saio da boate louco.
O que eu faço? Desconto nela, e sei que ela não tem culpa - ou melhor, ela tem, sim, por ser tão gostosa! Por fazer me deixar tão dolorido. A vontade é imensa, e Deus sabe como eu fantasio com ela deitada, com as pernas escancaradas em cima da minha mesa, e eu ali, me deleitando com as curvas com que foi bem abençoada, caindo de boca naquela bocetinha suculenta escondida por trás da calcinha.
- Senhor, me ajude! - peço, gemendo, ao sentir a água gelada caindo pelo corpo no chuveiro e desejo do fundo do meu coração que o meu pau abaixe para poder ir trabalhar.
Sei que se eu não colocar a mão nele e começar a trabalhar, com certeza estarei fodido, então o que eu faço? Bato com vontade mesmo, pensando naqueles peitões em minha boca, e depois o meu pau neles, fazendo uma bela espanhola daquelas bem gostosas. Ah, como eu gostaria de vê-la gozando ao sentir os meus dedos socando com gosto dentro da bocetinha apetitosa, e depois, ah, sim, antes de ela sentir o meu pau dentro dela, faria Dominique se ajoelhar no chão e colocaria sua boquinha ao redor dele e foderia bem gostoso. Somente esses pensamentos bastam para que eu possa gozar muito, e foi muito bom.
Droga, estou tão trêmulo, que quando olho novamente para o meu pau, vendo que ele ainda está meio duro, quase gemo de frustração.
- Seu filho da puta, pode abaixar, que hoje eu quero chegar naquele bendito fórum sem nenhuma ereção - praticamente imploro para ele.
Desde que Dominique começou trabalhar comigo, tudo virou uma simples tortura, e se é para pagar os meus pecados em vida, gostaria que não fosse dessa forma.
Quando saio finalmente do banheiro, a minha pele está toda enrugada, e meu corpo, bem gelado - quero dizer, quase todo o corpo, porque o pau não congela nem a pau.
Acho que vou comprar uma bolsa térmica e deixar no freezer aqui de casa, para quando eu tiver pensamentos nada puros, colocar a bolsa para ver se ele enfim amolece - tenho minhas dúvidas se um dia isso vai acontecer.
Puxo a toalha e passo nos cabelos antes de secar o corpo. Vou ao meu guarda-roupa, nu mesmo, e pego meu terno e o restante das peças. Uma vez arrumado, passo meu perfume Ferrari Black, me olho novamente no espelho, verifico que estou bem, sigo direto para porta de saída. No elevador, me lembro que não tomei café da manhã e que assim que chegar ao fórum, devo pedir café para Dominique.
Vou para o meu carro assim que chego ao estacionamento. Uma das coisas que eu mais gosto é, além de café e mulher gostosa, carro. O meu bebê é um Audi A8 preto, e sinto muito ciúme dele - não é para ter?
Ligo o carro e saio logo, pois não quero me atrasar. Ainda que de uma coisa eu tenha certeza: o dia vai passar bem lentamente.
O bom de morar nessa cidade é a agitação, porque o trânsito costumeiro me faz pensar todos os dias se devo ou não sair de casa. É cansativo ficar preso no carro em engarrafamentos. Por um milagre, entretanto, hoje não houve tanto trânsito. Chego logo no fórum, e assim que paro o carro, respiro fundo, desejando que hoje o dia seja melhor que ontem.
Ando muito cansado... Deus, como gostaria que os casos que julgo não demorassem tanto para ser resolvidos. Ah, como estou a fim de ir para o interior alugar alguma casa para passar o fim de semana... Eu não sou mais um adolescente que vive a vida como se fosse o último dia. Não, sou um homem feito, de quase quarenta anos, que gosta de viver tranquilamente - é claro, de vez em quando, também gosto sair para dar uma curtida, ainda que não o tenha feito tanto quanto gostaria nos últimos tempos, como já mencionei antes.
Ligo o alarme do carro, vou em direção aos elevadores. Uma vez seguindo para meu andar, começo a ficar ansioso novamente, porque, sim, logo verei a mulher que me deixa muito duro. Quando as portas do elevador se abrem, eu a vejo distraída, tão linda e tão gostosa, que me controlo para não puxar Dominique para o meus braços. O que eu faço, então? Pisco o olho. Droga, homem, se controla perto dessa mulher.
Depois que conversamos sobre a agenda do dia, sigo para o minha sala, fecho a porta e guardo as minhas coisas no armário. Em minha mesa, noto que o computador já está ligado, e me sento e começo a trabalhar. Não demora muito, chega um e-mail bem curioso que, quando vejo, é da Dominique. Descubro que a minha linda secretária vai usar uma fantasia bem sensual, e só de ler isso fico bem duro novamente.
E sem saber como reagir.
Eu tinha de excluir a mensagem e esquecer o que aconteceu - no mínimo, ela mandou errado. Só que não consigo parar de imaginá-la naquela fantasia. Como gostaria de ver Dominique assim.
Tomo uma decisão e começo a escrever, contando que vi a foto e de como estou excitado. Eu a ameaço a vir até a minha sala na hora do almoço e envio o e-mail, me esquecendo de tudo em seguida. Quando dá a hora do almoço, me recordo e vejo que ela não me obedeceu. Ligo para ela, que retorna, nervosa, dizendo que virá em breve.
Enquanto a espero, meu pau fica louco para sair para fora, então o tiro bem antes de Dominique entrar na sala.
- Quero que você tranque a porta e venha até a em minha mesa! - ordeno.
Dominique
Eu estou sentindo um misto de medo e excitação, querendo saber o que exatamente acontecerá comigo dentro dessa sala. Eu estou parada, em frente à porta fechada. Ah, como eu quero entrar e, ao mesmo tempo, virar e sair correndo sem olhar para trás. Mesmo que isso se custe o meu emprego. Ainda tenho vontade de me chutar por ter feito uma besteira dessas! Ao mesmo tempo, também tenho curiosidade para saber o que ele quer comigo.
Ele não poderia simplesmente se esquecer de mim, não? Era bem simples, eu vou almoçar bem tranquila e tentarei deixar de lado a merda feita. Mas, não, o todo-poderoso não se esqueceu. Agora o que vai acontecer aí dentro, só Deus sabe!
Acabo tomando toda a coragem que me resta e entro de uma vez em sua sala. O juiz está mais poderoso que nunca, sentado bem confortavelmente à sua mesa. Só não consigo ver o que ele estava fazendo por baixo dela.
Tomo um susto quando ele ordena que feche a porta, acordo do transe de ficar babando por ele e faço o que me pede. Estou excitada, vendo-o ali, sentado. É besteira eu falar que estou muito nervosa? Ah, porra, estou morrendo de medo dele e, ao mesmo tempo, acesa pela forma como ele está me despindo com o olhar... Droga, isso é muito bom.
- A senhorita vai ficar parada aí? - ele pergunta, mandão.
- O senhor precisa de alguma coisa? - respondo com outra pergunta, quase gaguejando.
- Sim, eu preciso que venha até aqui, conforme eu ordenei! - exclama, e vou até ele. Quando chego perto e fico à sua frente, tomo um susto.
- H-hum... - gaguejo. É tão lindo ver ele como se toca, mas viro o rosto, sabendo que estou muito corada.
- Está com vergonha, senhorita Ferreira? - ele provoca.
- O senhor está ocupado, volto mais tarde! - falo rapidamente e vou para porta de entrada, mas ouço sua voz:
- Volte aqui, Dominique! - ordena, então fico de costas, pois tremendo, e muito.
- Não posso...! - sussurro, ouço passos vindo ao meu encontro e fico querendo olhar para ver se ele ainda está com o pau para fora.
- Ah, sim, claro que você pode... - ele fala, sussurrando em meu ouvido e fazendo o meu corpo ficar todo arrepiado.
- Senhor, é melhor que eu saia... - falo, gaguejando.
- Vamos ser sinceros: você não quer sair daqui! - ele diz, passando as mãos pelos meus cabelos e os deixando de lado. Suas mãos vão até o meu pescoço, e acabo estremecendo ao sentir o toque de sua boca na pele.
- Senhor, por favor... - sussurro.
- Fala novamente?
- Falar o quê? - questiono, confusa.
- "Senhor". Você não tem ideia de como estou nesse exato momento por ter ouvido isso.
- E se eu não quiser falar? - eu o provoco sem querer.
- Aaah, isso, meu Deus, você é perfeita! - ele diz, gemendo, e Deus me ajude a me controlar, pois ouvir seus gemidos não me ajuda em nada.
- Eu, perfeita?
- Sim, você é perfeita para mim! - Eu fico sem reação.
- O senhor está enganado, senhor Ruiz!
- Então você acha que não é perfeita para mim? - questiona e me vira de frente, me fazendo ficar de frente para ele.
- Exatamente! - afirmo, olhando para ele com firmeza.
- Uma coisa eu te falo: você está muito enganada! - Ele fala com tanta determinação, que quase acredito e falo sem perceber:
- Vou fingir que acredito!
- Como assim, você não acredita?
- Não, não acredito. Por que o senhor olharia para mim? - retruco e me xingo mentalmente.
- Então você acha mesmo que não sinto nada por você? - ele volta a questionar.
- Sim, é o que eu acredito! - respondo com franqueza. Sei muito bem que homens como ele nunca olham para mulheres como eu!
Ah, como eu tive desejos e sonhos de me casar e ter uma família. Só que isso nunca vai acontecer, e sabe por quê? Porque homens como ele, cheios da grana, gostosos, muito bonitos, nunca olham para uma simples empregada.
- O que está passando tanto pela sua cabecinha? - ele pergunta, curioso, me tirando dos pensamentos negativos que sempre me ocorrem quando fico estressada.
- Em nada que te interesse, meritíssimo - desconverso, não estou muito a fim de falar sobre o que sinto. Além disso, não é bom ficar muito tempo perto dele.
- Sim, tudo em você me interessa, senhorita devassa... - ele volta a sussurrar, e, Deus, que voz é essa? Devo estar pagando todos os meus pecados.
- Por favor, me deixe sair! - eu imploro.
- Falei que não! - ele responde, me deixando puta.
- Se o senhor não me deixar sair daqui, vou armar um escândalo! - eu o ameaço, e o que ele faz? Fica sorrindo daquele jeito que faz com que a minha calcinha fique úmida.
- Então grite, eu quero ver! - ele encoraja. Eu olho para ele e abro a boca, ameaçando gritar, quando ele me puxa mais para seus braços, levanta a minha cabeça e fala: - Quero ver se a senhorita devassa tem mesmo coragem de gritar aos quatro ventos que deseja que o juiz foda você?
- E quem disse estou querendo transar com o senhor? - Ele volta a sorrir, e ficar vendo observando sua expressão não está fazendo muito bem à minha sanidade.
- Ah, não? Vai negar que deve bater uma siririca bem gostosa, imaginando o que meu grande pau vai fazer quando conhecer a sua bela bocetinha? - ele pergunta, eu fico vermelha, mas ele continua como se nada estivesse acontecendo: - Uma coisa eu posso ter certeza: se eu te tocar vou encontrá-la pingando de desejo por mim.
- Meritíssimo, por favor...? - sussurro, nervosa, se ele for mesmo cumprir com essa ameaça, sei que estarei em apuros.
- Por favor o que, senhorita devassa? - ele me questiona.
- Eu preciso voltar a trabalhar! - aviso, tentando me levantar, e ele diz:
- Ainda não terminamos, senhorita devassa!
- Sim, terminamos! - falo com firmeza, e quando consigo sair dos braços dele, o ouço dizendo:
- Ah, então não vai ter nenhum problema, não? - ele pergunta de repente. Não entendo nada, quando, de repente, o juiz me pega no colo e me leva diretamente para sua mesa.
- O que o senhor está fazendo? - pergunto, ansiosa, mas acho que estou sonhando.
- Vamos ver se eu estou certo? - ele provoca, levanta rapidamente o meu vestido e rasga a minha calcinha. Fiquei com as pernas escancaradas, o vendo pegar a peça e levar até o nariz. - Que devassa mentirosa, será que está merecendo uma punição? - questiona, usando o tom sério que só usa na hora de proferir uma sentença. Pelo olhar, eu sei que estou em apuros.
Agora a questão é: será que eu devo fugir ou receber a punição?