Sou Bernardo Storm, tenho vinte e seis anos, mas meus pais insistem que tenho que me casar com uma mulher que não conheço. Em uma de minhas noites de aventura eu conheci Isabela, uma linda jovem, ela tem cabelos loiros, olhos de cor âmbar, seu corpo perfeito é maravilhoso, não ligo por ela ser é um pouco alta já que tenho 1,95 de altura... Ela é sedutora e me leva ao limite no quarto.
Voltando a falar da noiva, a única coisa que eu sei sobre ela é que se chama Alina Grahel, que está na Rússia e chega na próxima semana para começar os preparativos do tal casamento. Que tem vinte e um anos, foi criada e educada pela tia russa que é muito severa. E o motivo dessa criação isolada era para ela não se apaixonar por ninguém e continuar virgem para o casamento.
Eu até fico excitado um pouco ao saber que ela é virgem, mas minha intenção nela para por aí. Quero ficar com a Isabela. Uma vez ou outra acabo saindo com outras mulheres, mas trabalhar com o ramo hoteleiro não é fácil.
Meu pai tem negócios por toda a cidade e nem sempre posso levar Isabela comigo. E esse final de semana é um que ela não está comigo e ainda me excitou por telefone. Estou excitado e não vou usar minha mão.
Eu ligo para um conhecido que mandou uma fogosa gostosa para mim e nesse exato momento a boca dela está trabalhando muito bem para no colo... Jogo a cabeça para trás com o tesão que está vindo e falo para a mulher:
- Não quero que pare.
Assim que acaba, a mulher pega o dinheiro e vai embora feliz. Os dois dias que eu fiquei no hotel passaram na minha cama algumas mulheres diferentes e foi tudo do mesmo jeito.
Eu as coloquei para usar a boca e depois as dispensei. Quando voltei para casa eu encontrei minha mãe que está na sala a minha espera e eu falo:
- Vou trocar a fechadura. A senhora não pode entrar aqui sempre que quiser.
- Você está achando que o casamento é uma piada, Bernardo? - ela fala irritada comigo que não dou muita confiança para ela.
- Que casamento? Eu já te falei que não vou me casar com ninguém.
- Filho, não se faça de desentendido comigo. Eu cheguei aqui e peguei aquela mulher nojenta na sua cama com um brinquedo sexual. Se eu tivesse trazido a Alina aqui, o que ela pensaria?
- Que aqui não é e nunca vai ser lugar para ela. Minha gostosa estava na minha cama sentindo minha falta? Tenho que ligar para ela.
- Eu disse para você se livrar dessa golpista mês passado.
- Está pensando que todas são como a senhora, que engravidou antes do casamento para segurar o trouxa do meu pai?
Minha mãe vem na minha direção magoada e irritada pela minha fala e dá um tapa no meu rosto. Depois desse ato fala para mim:
- Você não vai me humilhar desse jeito. Eu te mimei demais. Você vai se casar com a Alina, nem que para isso eu tenha que tirar tudo de você.
Ainda com a mão onde ela bateu, eu falo:
- Case com ela, você. Eu não vou me casar com alguém que não conheço e não tenho sentimentos.
Minha mãe dá outro tapa no meu rosto e sai furiosa. Eu me sento no sofá e pego a garrafa de bebida na mesinha ao lado, tiro sua tampa e viro ainda no gargalo. Eu ligo para Isabela e falo:
- "Seu amor está precisando daquele tratamento especial." - E ela responde:
- "Já estou indo, amor."
Isabela chega usando apenas um sobretudo preto e botas cano alto pretas... Ela me vê sentado no sofá e para bem na minha frente, abre o sobretudo e eu a vejo nua, seus seios fartos me instigam, mas vou até sua flor e a beijo com ela ainda de pé.
Isabela coloca um dos pés no sofá abrindo bem as pernas para mim, eu viro a bebida mais uma vez direto na minha boca e beijo sua flor novamente. Nós terminamos nossa pequena aventura e ela olha para mim já saciada e fala:
- Sua mãe me pegou aqui, na verdade, lá no seu quarto com um brinquedo, foi depois daquela conversa quente que tivemos. Eu tinha que aliviar minha tensão de algum jeito, mas não sabia que ela iria chegar e abrir a porta do seu quarto bem na hora em que eu estava gemendo alto por estar no meu limite. Se eu soubesse, teria trancado a porta. Claro que não parei o que estava fazendo só porque ela estava ali.
- Parar algo que estava tão gostoso é até um pecado, amor. Vamos para o quarto, quero mais uma rodada dessa. Eu senti tanto a sua falta.
Isabela me satisfez mais umas quatro vezes. Ela começou a falar sobre o casamento com a Alina e fiquei irritado.
- Está na cara que eu te faço mais feliz. Por que eles não aceitam?
- Eu não sei, amor... Já estou no comando de tudo. Por que não me deixam em paz?
- Não deixe eles te fazerem de fantoche, amor. Você não é mais um menino, é um homem. O homem mais incrível que eu conheço e mais gostoso também.
- Você só diz isso porque me ama. Tem outros melhores que eu por aí... Mas gosto do seu jeito de me colocar para cima. Eu só queria viver minha vida em paz. Eles não perturbam a minha irmã que está dormindo com toda a Ásia. A Beatriz está lá, com apenas vinte e um anos e já pegou todos que apareceram no caminho dela, homem, mulher, quem ela quiser.
- Me desculpe por dizer, mas... Sua irmã é uma lenda.
- Você não viu nada... Ela me enviou por acidente um vídeo dela com um cara, eu não sabia do que se tratava o vídeo... Ela me explicou quem era o cara e apagamos o vídeo que parei de assistir quando vi ser ela.
- Amor, preciso ir para resolver um assunto, mas volto para passar essa noite com você.
- Tá bom. Vou tomar um banho e dormir um pouco, preciso descansar para a nossa noite.
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Isabela
Eu sai da casa de Bernardo e fui direto para o edifício onde moro, mas não entro no meu apartamento, mas sim no apartamento ao lado.
- Thomas? Kelly?
Vou na direção do quarto e vejo os dois na cama, animada falo para o casal:
- Estou excitada após ouvir algo e quero que façam comigo.
Conto para eles enquanto tiro a minha própria roupa e me deito na cama para Thomas e Kelly brincar comigo.
- Vem logo, eu preciso de vocês.
- Aquele idiota não serve nem para te dar prazer! Está muito quente, amor. - Thomas debocha de Bernardo enquanto me beija.
- Você quer me beijar assim? - Kelly pergunta para mim.
Eu a puxo para cima do meu rosto, enfio a língua em sua boca. Somos um trisal, eu entrei no relacionamento há dois anos e fazemos tudo juntos, nós temos vários brinquedos e conseguimos brincar sempre.
Eu não tenho prazer e nem chego ao meu limite com Bernardo, eu apenas finjo me contraindo e ele acredita... Nós queremos apenas o dinheiro dele e ele pensa que eu o amo.
Minha vida irá mudar em alguns dias e ainda não me conformo com o destino que minha mãe escolheu para mim. Minha mãe optou pela cesárea já que ela não tinha mesmo passagem, não era a primeira opção dela, mas... E sou filha única de Irina e Maximus Grahel. Eles fizeram de mim sua princesinha e me trancaram na torre desde pequena.
Minha mãe e sua amiga, traçaram a minha vida e a de Bernardo Storm. Elas estão brincando de Deus unindo nossas vidas. A diferença de Deus para elas é que Deus une os casais fazendo eles se apaixonarem, já elas estão nos obrigando a casar sem sentimentos, sem nem ao menos nos conhecermos.
Não sei quem é ele ou como é, minha mãe me disse mais de não sei quantas vezes que o traria até aqui para que a gente pudesse conversar e se conhecer, mas até agora nada.
Como eu disse, elas são melhores amigas de infância, e assim decidiram que o filho e filha de cada uma deveria se casar para unir a família e os negócios das famílias. E aqui estou eu, vivendo nessa enorme casa velha com minha ranzinza tia russa para que não possa me apaixonar por ninguém e guardar a minha virgindade para um homem que não conheço e nem tenho sentimentos.
Enquanto ele está lá solto vivendo a vida dele, eu duvido que ele tenha se guardado para mim. Aqui eu tenho a minha tia Yulia, mas ela gosta que eu a chame de tia apenas, a verdade é que pouco vi meus pais, somente em aniversários e finais de anos por dois dias apenas.
Minha tia é minha referência familiar mais próxima, já que meus pais me aprisionaram aqui com ela. Estou escrevendo em meu diário, tenho tantos que vai ter duas malas só para eles, escrevo para não pensar e acaba que em vários deles tem frases do tipo:
"Será que ele vai gostar de mim?", "Será que eu vou gostar dele?", "Vou tentar ser uma boa esposa, para que ele se apaixone por mim." , "Será que ele é mais alto que eu?" Algumas eu escrevi quando tinha apenas quinze anos e ainda acreditava no conto de fadas.
Minha mãe havia me prometido que no natal de quatro anos atrás eu iria conhecer o meu noivo, me arrumei toda e usei o batom que a tia me deu, ela disse que combina com meus cabelos negros e olhos castanhos esverdeados, que meus lindos lábios carnudos precisavam daquele vermelho carmim para deixar tudo em harmonia.
Me arrumei até demais e no final minha mãe disse que ele decidiu viajar para passar o feriado na casa de um primo. Me senti a maior idiota de todas. Estou ali escrevendo em meu diário distraída até que sinto uma mão suavemente em meu ombro.
- Vou sentir tanto a sua falta, minha sobrinha. Sei que sou ranzinza às vezes, mas fui infeliz no amor e você sabe disso. Acabei velha e sem filhos. Somente um filho de outra irmã minha vem aqui me ver e tenho você.
- Eu também vou sentir sua falta, tia, mesmo sendo ranzinza. Não conheço meu futuro marido... E se ele for mal comigo?
- Você volta e eu te protegerei! Ninguém fará mal a você enquanto estiver ao meu lado.
- Vou sentir tanto a sua falta.
Estou abraçada com a minha tia e Alice entra sem bater como sempre... Alice tem a mesma idade que eu, estudamos na mesma escola. Ela era solitária e eu também e acabamos virando melhores amigas. Uma não vai a lugar nenhum sem a outra.
- Vocês poderiam me chamar. Quero abraço também. - Alice reclama, ela adora a minha tia.
Ela se joga e me abraça e minha tia puxa nós duas para seu peito acolhedor com cheiro de talco de lavanda.
- Tenho que ir agora... A cozinha não é a mesma sem mim, a cozinheira ama quando eu ajudo ela. Até mais tarde, minhas meninas.
E se passa alguns minutos e Alice não tira seus olhos de mim.
- O que foi, amiga?
- Fala pra mim que você usou? Eu te dei para que soubesse como é a sensação de um orgasmo para não fazer feio na sua noite de núpcias com seu marido.
- Alice? Eu... Não usei. Não tenho coragem. Eu mal me toco para me lavar. Não vou fazer isso. E sua mãe vai te matar quando descobrir que você se entregou para o seu namorado secreto.
- Já te falei que quando eu terminar o ensino médio nós vamos nos casar. Ele me envia várias cartas por dia dizendo estar com saudade e que não vê a hora de nos casarmos e termos nossos filhos.
- E se seus pais te deserdar? Você vai querer casar com ele assim mesmo?
- Trabalharei com ele dando o melhor sorriso de todo o mundo a cada cliente que chegar e irei desejar "bom dia ou boa tarde" sempre com humor. Não importa se estarei na mansão ou na humilde casa de poucos cômodos dele, eu quero estar com ele.
- Foi na casa dele que vocês... Você sabe.
- Sim! Eu disse para minha mãe que iria passar o dia na biblioteca principal estudando para uma prova que era muito importante. Mas passei o dia fazendo amor com ele. Primeiro fizemos um lindo buquê no pequeno jardim dele e eu acabei me sujando de terra, ele me deixou usar seu banheiro que fica em seu quarto, sai enrolada em uma toalha já que minha roupa estava secando depois que ele lavou e eu achei tão fofa a reação dele ao se virar e tapar os olhos. Fui até ele e o puxei para um beijo e disse que queria ser dele.
- Doeu? Ouvi dizer que dói um pouco quando eles.
- Na verdade, senti uma pressão em minha intimidade quando ele penetrou em mim e uma dorzinha longe quando meu hímen rompeu, mas depois foi só prazer, ele foi muito cuidadoso comigo me perguntando se eu estava bem e se estava doendo muito, mas naquele momento eu só queria ele cada vez mais fundo dentro de mim.
- Você é doida, mas pelo menos vocês se amam... O que não é meu caso.
- Use o presente que te dei e no momento em que estiver com seu marido saberá quando chegar o seu prazer.
Ficamos ali conversando mais um pouco e ela vai embora se preparar para o jantar e eu também vou para o banheiro tomar meu banho e penso: Alice tem razão. Eu nem conheço meu próprio corpo porque minha mãe dizia que eu não podia fazer isso ou aquilo porque perderia minha virgindade. E eu mal me toco no banho para me limpar. Hoje será diferente.
Dou início ao meu banho, mas hoje não será no chuveiro, assim que meu banho na pequena banheira está pronto eu entro e me sento ali, nervosa tento me deitar e quando consigo olho para o pequeno adereço que Alice me deu.
Mas não pego ele, primeiro decido me tocar para saber como é a sensação, passo meus dedos entre os lábios de minha intimidade e aquilo me deixa excitada, não sei direito o que fazer, mas me toco mais uma vez onde senti um prazer especial.
Olho novamente para o pequeno adereço e ligo na intensidade que Alice havia me mostrado e aquilo vibra em minha mão, fecho meus olhos e coloco ele bem no ponto mais sensível, não aguento, faço movimentos circulares com o pequeno brinquedo e logo vejo estrelas dentro do pequeno banheiro.
Minha intimidade contrai tanto desejando algo ali se movendo dentro de mim que perco o ar, e em um momento de prazer e luxúria cruzo minhas pernas trêmulas enquanto um orgasmo arrebatador atravessa meu corpo e sai pela minha intimidade.
Aquilo foi tão bom que perdi o medo e repeti mais algumas vezes, parei exausta e com minhas pernas trêmulas e pela primeira vez pensei na minha noite de núpcias com Bernardo. Será que ele vai ser romântico e cuidadoso como o namorado da Alice? Me visto e desço para o jantar.
Ao encontrar Alice na escola ela pergunta curiosa:
- Sua pele está diferente? Trocou o creme facial? Sua pele está com brilho. Já sei, você trocou a sua base?
- Alice! - Puxo ela para um corredor curto que dá para uma janela - Eu usei... E foi muito bom. - Aos sussurros conto para ela que pela primeira vez me masturbei e ela vibra.
- Amiga, que bom. Agora você saberá como reagir quando você estiver... Na cama com seu marido.
- Fale baixo. Ninguém pode ouvir, sua maluca. - Ela me olha um pouco triste e fala:
- Uma pena você voltar para os Estados Unidos, eu não sei como vai ser ficar aqui sem você.
- Eu já estou tão acostumada a viver aqui que ir para lá me deixará muito triste. Não me vejo tendo uma vida lá.
- Vamos aproveitar os últimos dias que nos resta para curtir nossa amizade.
E assim foi nos meus últimos dias ali onde foi minha casa por tantos anos. Alice dormiu no meu quarto as últimas noites e ela me contou com mais detalhes tudo que aconteceu entre ela e seu amado namorado.
Como se apaixonaram e até onde esse sentimento levou eles, Maksim tem vinte e oito anos, mas ama Alice intensamente. E agora todo final de semana ela fala para os pais inventando algo para fazer e passa as tardes se amando com seu amor.
Chega o dia da despedida e eu não estou bem... Já acordei chorando pois minha estadia aqui chegou ao fim e tenho que ir embora para me casar com um estranho.
- Sua mãe e seu pai já estão falando com a sua tia. Amiga, me liga todos os dias e eu quero chamada de vídeo.
- A tia já passou essa parte da manhã comigo e essa última uma hora com você me fez bem. Eu farei de tudo para vir passar pelo menos um mês aqui com você e com a minha tia.
- Venha mesmo ou vou até os Estados Unidos para te dar uma surra.
Sorrimos e terminamos a conversa com um abraço... Na saída encontro meus pais e minha mãe parece irritada.
- Duas malas só para cadernos, Alina? Isso é sério?
- Mãe, não são cadernos. São diários, e eu não saio daqui sem eles.
- Mas porque não baixou um app diário como os jovens de hoje fazem?
- Irina, deixe a menina. Não está vendo que ela está sofrendo por deixar sua amiga. - meu pai fala.
- Tenho apenas uma próxima, pai, que vou sentir muita falta dela.
Entro no carro que nos leva direto para o aeroporto, embarco no avião e quando ele aterrissou em Boston sinto falta imediatamente de tudo na Rússia.
- Pronto. Estamos finalmente em casa. Agora você vai para o seu quarto e vai tomar um banho, tem um vestido já te aguardando e prenda seu cabelo apenas no lado direito. Faça uma maquiagem leve, mas com um batom marcante, não esqueça de deixar seus lindos olhos em evidência. Hoje seu noivo se apaixona por você.
- Mãe... - Como não estou afim de discutir falo para ela: - Precisa ser hoje? Estou cansada da viagem.
- Você queria tanto conhecer seu futuro marido e agora não quer ir? Mas você vai. Te esperamos às sete horas em ponto lá no carro.
Subo para o meu quarto e tranco a porta, vejo o vestido, as jóias, tudo em cima da minha cama... Vou direto para o banheiro e decido que preciso relaxar.
Depois que entro na banheira, relaxo uso meu novo amigo para me proporcionar outro orgasmo e não querendo muito termino meu banho, ao me vestir percebo que o vestido está marcando todo o meu corpo e meus seios estão mais evidentes, minha cintura pequena faz meu bumbum parecer maior.
- O que a minha mãe pretende me vestindo assim? Que seja. Estou pronta e vou descer. - Meu pai ao me ver fala:
- Ela é a sua cópia quando você tinha essa idade, meu amor. Linda como a mãe.
- Nós caprichamos, não é, amor?
- Alguém vai me dizer por que estou vestida como uma acompanhante de luxo?
- Não fale besteiras! Vamos logo.
Minha mãe entra no carro e eu entro logo em seguida... Quando chegamos na mansão dos Storm meu coração erra uma batida, aqui é tudo muito extravagante e só agora me dei conta de que nunca visitei a casa da amiga da minha mãe. Entramos e minha futura sogra vem ao nosso encontro.
- Minha linda futura nora. Nossa que mulher linda você virou.
- Obrigada... - Meu futuro sogro também vem me cumprimentar, mas o tal noivo ainda não e fico tentando imaginar como ele é.
- Minha linda. Você é a cópia exata da sua mãe.
- Obrigada.
Eles conduzem a gente até o meio da sala e não vejo muitas pessoas aqui, porém nenhum deles parece ser o noivo em questão. Até que minha visão pega um homem descendo a escada, seus cabelos loiros escuros contornam bem com o corte que tem uma franja curta caindo pelo lado esquerdo do seu lindo rosto bem desenhado.
Ele tem olhos azuis profundos e seu corpo tem músculos, mas não exagerados, ele é alto para mim que tenho apenas 1,60. Ele não tira os olhos de mim, porém sempre sério, até que a mãe dele vai até ele e fala:
- Essa é a Alina, sua noiva.
- Meu filho, diga algo para sua noiva. - o pai dele insiste ao perceber o silêncio do filho.
Ele dá uma boa olhada em mim de baixo para cima e depois caminha lentamente na minha direção e quando para na minha frente ele olha para baixo e encontra meus olhos curiosos enquanto fala:
- Boa noite, Alina.
Ele sai de perto de mim do mesmo jeito que chegou e seu perfume me deixa tonta. Ele será meu marido? Que homem lindo. Parece um deus grego. Pensei que ele iria querer me conhecer ou algo assim. Ninguém fala nada e a noite continua até que eu vejo o Bernardo ir para uma direção da casa, mas ele olha em volta como se estivesse guardando um segredo.
Decido seguir ele, mas me escondo quando ele vira para olhar para trás, ele sai por uma porta e quando eu abro ela vejo um lindo jardim, mas não consigo ver ele em lugar nenhum. Decido procurar por ele, depois de poucos minutos começo a ouvir uns sons vindo de uma parte do jardim que tem uma cerca viva alta, caminho até ali e quando me aproximo eu escuto ele falar:
- Me aperta mais um pouco, amor. Nossa, como você é gostosa. Huuummm... Isso.
Caminho mais um pouco e não acredito no que estou vendo. Ele está com uma mulher loira e eles estão se beijando, se apertando um no outro quase... Meu corpo treme e meus olhos ardem.
Ele olha para mim ainda segurando a cintura da mulher e seu corpo vai de encontro com dela com mais força e ela geme e grita ao mesmo tempo dizendo que
está excitada, ele não tira os olhos dos meus e continua quase fodendo a mulher até que saio dali correndo desejando nunca ter visto isso. Eu não vou me casar com ele.
Eu saí correndo depois do que vi. Meu estômago revirou e eu só queria sumir. Quando chego ao carro dos meus pais percebo que não tenho como ir embora sem eles. Até que escuto a voz da minha mãe atrás de mim perguntando:
- Minha filha? Aonde vai? E por que está chorando?
- Mãe, não vou me casar com aquele homem canalha. Eu quero ir embora. Vou voltar para a Rússia.
- Do que você está falando? Quem você pensa que é para me dizer que não vai casar? Me dê apenas um bom motivo.
- Ele estava quase transando no jardim com uma mulher loira. Eu vi. E ele me viu e continuou o ato sem pudor algum.
- É normal esse tipo de coisa nas despedidas de solteiro, minha filha. Ele vai ser fiel a você depois do casamento.
- A despedida de solteiro dele é hoje? É aqui? Ah, então me desculpe. Estou no lugar errado. - Eu me viro e caminho para frente do portão e minha mãe fala:
- Onde pensa que vai? Essa festa de noivado ainda não acabou e vocês precisam colocar as alianças.
- O que está acontecendo aqui? O Bernardo já está esperando ela para trocarem as alianças. - A mãe dele fala.
- Não vou me casar com o seu filho, tia. Ele estava no seu jardim quase transando com uma mulher loira. Eu não vou colocar meu destino nas mãos de um traidor infiel.
- O que está acontecendo? Estava esperando vocês lá dentro. - ele vem com seu olhar cínico.
- Você é muito cínico. Você é como lúcifer, um belo rosto, mas a sua alma é ruim. Canalha traidor.
- Bernardo... Você estava com alguém no jardim?
- Mãe, eu nem fui ao jardim essa noite. Como poderia trair essa linda mulher à minha frente? - Eu vou até ele decidida e lhe dar um tapa na cara, depois que foi falo:
- Você está mentindo. E eu não quero me casar com você.
Bernardo chega no ouvido e sussurra:
- Prove que estou mentindo. E esse tapa pode ter certeza que vou devolver quando estiver te fudendo em nossa cama, querida futura esposa. - Eu o esbofeteio novamente - O que eu te fiz, Alina? Eu só tentei me desculpar por qualquer mal entendido e você me agride novamente?
- Chega, Alina. - Meu pai fala - Entre agora mesmo, mas antes se desculpe por bater em seu noivo.
- Nem que o senhor me obrigue. Não vou pedir nada.
Eu entro de volta na casa já que não me deixam sair... Ao entrar na casa sou puxada pela minha mãe até um quarto e trancada lá, depois vejo a mãe do Bernardo empurrar ele e falar:
- Vocês tem uma hora para conversarem e se entenderem. Voltarei aqui para ver como está indo a conversa em meia hora.
Ela sai e ele logo deixa a sua máscara cair para mim dizendo:
- Sim... Você viu certo. Aquela é a minha gostosa e atraente namorada que teve que ir embora por sua causa. Odiei você ter ido atrás de mim para ver o que eu estava fazendo. E só para você saber, eu não vou deixar ela.
- Eu mal te conheci e você já é a maior decepção da minha vida. Eu não quero me casar com você.
- Eu também não quero me casar com você. - Acabo olhando para ela que está andando de um lado para o outro e ela tem um corpo muito atraente, seu vestido preto de cetim deixa seus seios muito evidentes e seu belo traseiro me deixa excitado e eu falo: - Você poderia parar de andar e sentar em um canto já que ficaremos aqui por uma hora?
Irritada e frustrada por não querer olhar para ele ou ouvir a voz dele eu respondo:
- Me obrigue. - Resposta errada. Ele me pega e me joga na cama e por mais que eu lute seu corpo enorme se encaixa no meio das minhas pernas e eu o sinto, seu enorme pau que quase estava em outra mulher está duro e encostado onde eu não quero - Sai ou eu grito e falo que está tentando me estuprar.
- Sabe que não seria uma má ideia. Até por que você acha mesmo que alguém vai te ouvir? Se a gente fizer qualquer coisa agora eles ficarão até felizes já que querem tanto um herdeiro que venha de nós dois.
- Sai... Eu... Não quero você. Eu tenho nojo de você, eu nunca vou me entregar para você.
- E disse à virgem que vai se casar comigo em poucos dias... Você vai ser minha já que sua preciosa virgindade foi guardada para mim. Quer saber, acho que você nunca teve a sensação de nada dentro de você não é?
- O que... O que está fazendo? Pare, agora.
Ele segura meus pulsos acima da minha cabeça e com um enorme sorriso no rosto puxa meu vestido para cima e empurra minha calcinha para o lado enquanto fala:
- Você se depila? Nem me conhece e já está no caminho certo. Sua "amiguinha" é tão pequena, parece gotosa, vamos ver como ela reage ao meu toque.
- Seu desgraçado. Para.
Ele me alisa e depois enfia um dedo em mim e aquilo me deixa um pouco estranha, meu corpo reage e sinto doer um pouco, mas ele fala:
- Você é realmente virgem... Nossa você está tão apertada que está me instigando, está molhada também. Acho que precisa de algo maior aí dentro.
E quando ele retira seu dedo de dentro de mim, eu sinto um alívio, mas entro em pânico quando vejo que ele vai abrir a calça dele. Eu agradeço a Deus quando escuto minha mãe bater na porta e dizer:
- Espero que estejam indo bem aí. A Eva já vai vir abrir a porta.
- Vamos ao que interessa. - Ele fala ao chupar o dedo que enfiou dentro de mim - Se você estragar meus planos conto para todos que você não é mais virgem, e pode ter certeza que vão acreditar em mim. Já que tudo está a meu favor.
- Você não quer essa droga tanto quanto eu. Por que insistir em algo que nenhum dos dois quer?
- Por que? Porque vou amar tirar sua virgindade já que foi guardada especialmente para mim e depois te ajudo a se divorciar e ser feliz.
- Não perca seu tempo. Não vou te dar nada. - Ele como sempre atrevido fala:
- Se não fosse pela sua mãe bater na porta, eu estaria dentro de você agora, então não me teste e nem duvide de mim.
Ele se afasta depois de dizer isso... E a tia abre a porta. Ela me vê sentada na cama e dá um sorriso ao perguntar:
- Acho que vocês chegaram a um acordo, não é?
- As alianças precisam ser trocadas na frente dos convidados. Então vamos logo. - Ele fala calmo.
Bernardo sai do quarto e eu sinto vontade de vomitar.
- Podem ir na frente, preciso usar o banheiro.
Eles vão e eu me levanto, coloco minha calcinha no lugar já que ele a enrolou na minha virilha, tento me recompor, vou até o banheiro e deixo sair tudo o que está em minha garganta preso.
Lavo minha boca e retoco o meu batom, me olho no espelho e não reconheço a imagem refletida ali. Ao chegar na sala ele vem até mim e me puxa pela cintura e eu aviso:
- Tira a mão de mim, Bernardo.
- Vamos trocar alianças agora, querida noiva.
- Deixa de ser falso. - Ele me olha nos olhos e sorri para mim... Nem parece o mesmo homem que estava lá em cima quase abusando ou melhor abusando de mim. Ele coloca a aliança no meu dedo me puxa para ele e sussurra em meu ouvido:
- Preparada para a noite de núpcias, minha apertada virgenzinha? Porque eu estou.
Eu coloco a aliança no dedo dele e puxo ele pela gravata para que possa me ouvir bem.
- Espero que esteja preparado para ficar sem o seu pau, Bernardo.
- Sua ameaça só me deixou mais tentado a fazer o que eu quero.
- Agora vamos ao que interessa, o casamento será em dez dias. - A mãe dele fala.
Ele e eu olhamos para ela e falamos juntos:
- Dez dias?
A diferença é que ele está dizendo com um sorriso demoníaco nos lábios e olhos, já eu com desespero e angústia.
- Mãe, pode ser daqui há um mês ou até seis?
- Por mim podemos casar amanhã mesmo.
Ele olha para mim e aproveita a sua mão na minha cintura e aperta. Mas eu tiro a sua mão dali e vou em direção a minha mãe, ele deve estar amando me infernizar. Está muito divertido para ele.
- Alina, você já sabia que o casamento iria acontecer. Será daqui dez dias. - Minha mãe fala.
- Bernardo, temos que redecorar sua mansão. Aquilo lá não está adequado para um casal.
- Faça o que quiser... Mãe. - Isso parece que o incomodou eu acabei sorrindo.
- Eu quero ir embora. Mãe, pai, podemos ir agora?
- Meu anjo... Vocês vão dormir aqui essa noite. - Tia Eva fala.
- Não. Por favor, vamos embora?
- Você ouviu a Eva. Não seja mal educada.
Olho para Bernardo e vejo um sorriso de cheshire se abrir em seu rosto. Ele não vai entrar no meu quarto.
- Tia Eva, estou um pouco cansada, pode me acompanhar até o quarto que irei dormir?
- Bernardo, leve a Alina até o quarto que preparei para ela.
- Claro, mãe.
Eu peço para Deus e quem me atende é o diabo. Que ódio. Ele coloca a mão levemente nas minhas costas para me conduzir como se eu fosse o seu bem precioso e ele fosse um cavalheiro. Tudo mentira. Quando chegamos no quarto ele me empurra para dentro.
- Seu idiota.
- Tenho algo importante para resolver agora, não tranque a porta do seu quarto. Quero brincar com você essa noite.
- Vai sonhando.
Ele sai rindo... Eu procuro por todo o quarto até encontrar uma chave e quando coloco na fechadura não acredito, trancou. Fico feliz e decido tomar um banho.
Procuro pelo quarto uma roupa para dormir e só encontro uma blusa grande, eu tive que lavar minha calcinha e pensei que iria encontrar roupas aqui já que a tia Eva preparou o quarto para mim, mas só tem essa blusa.
Esquece... Visto a blusa e deito na cama, estou tão cansada que durmo logo. Acordo não sei exatamente quanto tempo depois, mas lá embaixo está tudo silencioso, menos pelo barulho que vem da porta do meu quarto. Até que ele diz algo e meu coração gela.
- Eu te avisei para não trancar a porta.
Fico em silêncio na esperança dele pensar que estou dormindo, mas quando escuto o clique da chave na porta, meu coração gela. Eu puxo os travesseiros ao ver a porta se abrir e ele usando apenas uma calça de moletom entra no quarto.
Vejo ele fechar a porta e trancar ela jogando a chave em cima de um móvel que parece um guarda roupa, eu olho para onde deixei a outra chave, mas ele a pega antes de mim e joga lá também.
- Sai daqui. Vou gritar para todos ouvirem.
- Pode gritar. Você está no meu quarto e ele é aprova de som. Pode gritar até perder a voz. Eu disse para você que queria brincar com você.
- Por que está sendo tão babaca comigo? Te conheço a menos de 24 horas e já te odeio como nunca odiei ninguém.
- Por quê? Por sua causa não posso viver a minha vida do jeito que eu quero! E agora diz para mim: quem deve pagar?
- Também estou nessa obrigada. Já disse que não quero me casar com você.
Eu me levanto e tento correr até a porta, mas ele me segura pelas cintura e me joga na cama com uma facilidade que parece que sou feita de papel. Ele vê que estou nua embaixo da blusa e se fascina mais uma vez ao ver minha intimidade.
- Está pronta para mim, amor? Olha, vou te contar uma coisa, eu até não gosto de você, mas tenho que admitir que você é muito gostosa. Quero saber qual é o seu gosto, provei pouco no meu dedo.
Ele vai até o armário e pega uma corda e eu pergunto:
- O que você vai fazer? - Ele segura minhas duas mãos e amarra, prendendo acima da minha cabeça na cabeceira da cama. Começo a me debater e ele segura minhas pernas abertas firmemente e fala:
- Aprecie a amostra grátis que vou te dar já que isso não vai voltar a acontecer. - Ele passou sua língua na minha intimidade e eu me contorci com o toque, com o prazer - Você despertou esse interesse em mim, só não conte para minha namorada... Ela é ciumenta.
Ele beija e chupa minha intimidade, eu juro que eu não queria gozar, mas ficou impossível com o que ele estava fazendo. Para não dar a ele o prazer de me ouvir gemer, eu mordi meu braço.
- Por que não me deixou ouvir seu gemido? Agora vou ter que te punir. Sua levada.
Ele tira seu enorme pau ereto da sua calça e começa a esfregar em minha intimidade, mas não entra em mim. Acabo deixando meu corpo sentir todas as sensações, ao lembrar do que Alice me disse. Eu gozo novamente, mas ele também e acaba espelhando sêmen por toda a minha barriga... Eu olho para ele e pergunto:
- Satisfeito?
- Vou estar quando pegar de você o que me foi prometido. - Ao dizer isso ele enfiou um dedo em mim novamente e me sente apertada de novo instigando ainda mais sua vontade. Mas retirou seu dedo e se levanta falando para mim: - Sua vida não será feliz ao meu lado, mas vai ser um prazer tirar sua virgindade.
Ele vai para o banheiro tomar um banho e eu fico na cama. Quando ele finalmente sai do banheiro eu corro até lá e tranco a porta, tomo meu banho e saio de lá pensando que ele já foi, mas ele está lá na cama deitado e eu pergunto:
- Você não vai embora?
- Vai você! Esse é o meu quarto, já disse.
- Vou mesmo. - Ando até a porta, mas quando tento abrir está trancada - Está trancada e o lugar onde você jogou a chave eu não alcanço.
- Está trancada sim... E eu não estou com vontade de abrir.
- Então fica com essa cama idiota. Eu vou deitar nesse sofá. - Vou até o armário e pego um cobertor, mas ele me segura por trás e me leva para a cama - O que você está fazendo?
- Você vai dormir comigo. Eu mando e você obedece.
- Você é um grande babaca. - Eu deito quase encostando a cara na parede e ele me puxa me colando no corpo dele e me apertando ali. A única coisa que penso é: Amanhece logo, por favor. Sem olhar para ele eu falo: - Não quero ver a sua cara até o dia desse maldito casamento.
- Vou pensar no seu caso. Estou gostando muito do jeito que você reage a mim... É interessante.
Eu não respondo e fecho meus olhos. Quando amanhece eu me assusto com a situação. Estou deitada no peito dele e ele está abraçado comigo. Parecemos mesmo um casal. E quando eu tento sair ele me puxa e fala:
- Fica, amor, quero dormir mais um pouco... Isabela. - Eu o empurro com força e ele abre os olhos e me vê ressentida por ter me chamado de Isabela - Pode ir. Vou abrir a porta para você.
Eu corro até o banheiro e pego minhas coisas, quando saio do banheiro e tento passar por ele para sair o mesmo me segura pelos braços bem firme, me coloca na ponta dos pés e me beija. Eu acabo mordendo ele para que me solte e ele ri. Eu odeio ele, mas também odeio meus pais por me obrigar a casar com ele.