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Mulheres Livres

Mulheres Livres

Autor:: haensel80
Gênero: Contos
Esse livro contém contos e crônicas sobre mulheres que decidiram que o patriarcado não iria interferir em suas vidas e as opiniões alheias tanto de homens quanto de mulheres não atrapalharia suas aventuras e desejos por experimentar coisas novas. Façam bom uso de todas as dicas e conselhos oferecidos por MULHERES LIVRES

Capítulo 1 Alexandre

Com quatro anos de casada, Verônica estava bem e acreditava ser uma mulher feliz, mas no fundo, ela olhava seu marido dormir ao seu lado e se perguntava se era tudo o que ela realmente desejava se na vida existiam limites.

Veronica começou a trabalhar numa empresa como recepcionista, esse foi seu primeiro emprego na carteira em toda sua vida. Sentia-se realizada e se considerava uma mulher de sorte. Marido, trabalho, faculdade, era tudo o que sonhava.

Uma mulher atraente dona de um corpo escultural, morena clara de olhos castanhos expressivos e cabelos longos e lisos chamava a atenção dos homens que faziam parte daquela empresa, ou na rua mesmo. Verônica era a mulher que todo homem desejava ter.

No trabalho Verônica conheceu Alexandro, o office-boy. Eles se viam todos os dias, muitas vezes por dia. Ele não escondia a tensão sexual que tinha ao se aproximar de Verônica, mas por ser casado vivia só elogiando-a.

Alexandro era casado, tinha um filho, era um homem comum, mas seu corpo chamava atenção por ter músculos maiores que a camisa regata que usava. Verônica o olhava, mas não deixava parecer que ela se encantava por Alex. Sempre disfarçando os dois trocavam olhares discretos, porém intensos e cheios de luxúria. De repente estavam sentados um do lado do outro no ônibus da empresa, sim, eles moravam próximos. O perigo era maior e isso incendiava o desejo dos dois.

Alexandro começou a dar suas investidas, mesmo sendo casado ele sentia um imenso desejo de ter Verônica em seus braços. Fazê-la gemer de prazer e saciar seu tesão acumulado por ela.

- Vê, vamos nos encontrar em outro lugar? - Dizia Alex cheio de luxúria.

- Não. Somos apenas amigos, e somos casados.

Ela não conseguia evitar seus pensamentos insanos, não conseguia parar de imaginar aquele homem másculo, gostoso a jogando na cama e fazendo-a pedir arrego, mas disfarçava, fazia-se difícil. Não por ser casada, mas por saber fazer joguinhos que a excitava ainda mais.

No ônibus da empresa, Alex começou a sentar do lado de Verônica todos os dias. Ele queria de qualquer jeito que ela aceitasse sair com ele, então jogava todo seu charme.

- Deixa eu te fazer feliz - Sussurrava ele no cantinho do ouvido de Verônica a fazendo arrepiar dos pés a cabeça.

- Para Alex! Não faça isso comigo, senão não irei aguentar. - Ela dizia já excitada. Não demonstrava, mas virava seu rosto para a janela do ônibus dando um leve sorriso prazeroso.

- Eu quero te fazer gozar, quero penetrar em sua xoxotinha quente com força - dizia e aproximava as mãos na parte interna da coxa dela.

Nesse momento ela já estava quente, molhada e de pernas bambas, seu coração acelerado de tal forma que não conseguia conter sua respiração ofegante. Durante todo o trajeto ele acariciou sua xoxotinha enquanto sussurrava em seu ouvido palavras picantes a deixando sem reação e cheia de tesão.

Na empresa Alex chegou à recepção para pegar um documento e Veronica estava sozinha, então era só os dois e mais ninguém.

Ele a chamou em um local onde não tinha câmera e a empurrou na parede entrelaçando os dedos em seus cabelos lisos e sedosos, e lhe abocanhou em um beijo longo, molhado e quente.

Veronica, não sabia se afastava ou se entregava naquele beijo devasso. Ela sentiu um calafrio em suas virilhas que subiu em forma de calor e a deixou com as bochechas vermelhas. Seus beijos foram interrompidos com o toque do telefone. Maldito telefone que tocava em pleno horário de almoço.

A partir daí, Veronica ficou pensando naquele beijo todos os dias o tempo inteiro. Chegava em casa e descarregava todo o tesão em seu marido que chegou a perguntar que bicho tinha picado sua mulher. Ela só pediu que aproveitasse em silêncio. Quando via Alex, suas pernas ficavam amolecidas e seu coração disparava.

Mais uma vez quando ele sentou-se ao seu lado, ela não conseguiu resistir suas carícias, deixou que ele o apalpasse e se entregando completamente abrindo suas pernas dando passagem para a mão boba. Enquanto passava a mão sobre o membro dele, sentindo-o duro e pronto para usar.

- Ai que delícia. Quero chupá-lo - Dizia Verônica em seu ouvido.

- Deixo fazer o que quiser quando quiser - Ele respondeu mordiscando o lóbulo da sua orelha.

- Que delícia sua bocetinha está quentinha.

Ela se excitava de forma exponencial, como nunca antes. O calor era tanto que depois precisava lavar o rosto para se recompor para disfarçar aos colegas de trabalho, inclusive seu chefe que vivia seguindo-a querendo atiça-la, mas mantinha o controle pelas regras da empresa.

Era tarde, estava quase na hora da saída, todos já tinham ido embora e Alex tinha terminado suas entregas. Ele chegou à recepção e cochichou no ouvido de Veronica.

- Te espero no banheiro.

O banheiro era bem em frente a recepção. Ela titubeou, mas não resistiu a tentação. Veronica entrou em um dilema e uma confusão mental tomou conta de si.

'Será que vou? Ou melhor, não?'

Nesse caso, sua excitação e seu desejo por Alex e por provar outro pau falaram mais alto. Ela saiu sorrateiramente da recepção e abriu o banheiro, ele estava lá a sua espera, com o membro ereto já em sua mão. Agarrou-a pela cintura e puxou contra seu corpo. Beijou-a profundamente deixando sem reação, fazendo-a sentir seu membro duro contra seu corpo. Alex beijava seu pescoço e mordiscava a sua orelha.

Veronica tentou fugir, mas Alex meteu a mão em sua calça e calcinha a deixando trêmula e totalmente sem opção de escolha. Sem motivo para fugir, pois ela ansiava por aquele momento, e naquele lugar onde o perigo de ser vista era grande, ela se excitava ainda mais. Ele se abaixou na sua frente.

"Por favor! Não" Ao mesmo tempo "Por favor, continue". Pensava ela.

Veronica não sabia o que dizer ou como reagir.

Ele abaixou sua calcinha e com a língua começou a lamber sua boceta quente e molhada. Antes que ela se mexesse, ele abocanhou seus lábios e começou um movimento de sucção e com sua língua a penetrava fazendo movimentos circulares.

Veronica gemia, ela não conhecia essa sensação de prazer extremo. Suas pernas ficaram bambas, ela acabou se entregando totalmente.

Alex a chupava com força, e se deliciava de prazer na xota molhadinha de Veronica, ele a olhava nos olhos com um olhar selvagem.

"Quero te comer todinha"

Ele foi subindo lambendo e mordiscando todo seu corpo, e quando chegou à sua boca, a respiração estava ofegante. Segurou seu queixo com uma mão e com a outra virou seu corpo, a fazendo sentir seu membro ereto em seu bumbum.

Alex pegou no cabelo de Veronica a penetrou por trás, puxando selvagemente. Veronica queria gritar, mas não podia porque estava na empresa. Ela então mordia seus lábios e gemia, sentindo aquele membro grande e gostoso a penetrando com força como um animal no cio. Com a boca de Alex em seu ouvido sussurrando.

- Você é muito gostosa. Que delícia.

Sua respiração estava ofegante, até que não aguentava de tanto tesão, ele começou a fazer movimentos fortes e rápidos. Os dois gemiam baixo tentando conter os ânimos. Alex dava alguns tapinhas no bumbum, Veronica não segurou seu tesão e soltou um gemido mais alto. Ele a virou, segurou-a pelos cabelos e a empurrou para baixo fazendo Verônica se ajoelhar á sua frente.

- Agora chupa. - ele falou com autoridade.

Meteu o pau na boca dela preenchendo cada canto das suas bochechas. Alex gemia baixo apertando seu maxilar. Verônica sentiu que ele estava prestes a gozar e tirou sua boca.

- Chupa. Você não disse que queria me chupar? - Alex segurou com força sua cabeça empurrando-a para seu pau.

Verônica nunca tinha sido gozada na boca. Ela tentou resistir, mas Alex era forte. Fazia todo o movimento de entra e sai até soltar seu líquido quente na garganta de Verônica quase a fazendo engasgar. Ela achou que vomitaria ou teria nojo, mas a sensação de prazer nos olhos do macho à sua frente e surpreendentemente gostou de sentir o gosto, a textura, o calor. Suspirou profundamente passando as costas das mãos nos cantos dos lábios.

Alex sorriu e se vestiu olhando para Verônica, ela correspondeu o sorriso sem-vergonha.

Esse foi só o primeiro deslize de muitos que Verônica teria acidentalmente... Ou não.

Capítulo 2 Jhony

Veronica sentia que já não estava em plenos poderes sobre suas ações, transava com Alex depois do trabalho e de manhã antes de sair com seu marido, mas seu desejo só aumentava, ela queria mais. Ela pensava o tempo todo na mesma coisa. Era o tempo todo em sexo, não só sexo, sexo selvagem, sexo proibido, sexo além da cama.

Seu pensamento já não se limitava em seu marido e seu amante, ela queria mais, sempre mais. Pessoas novas, lugares novos, homens, mulheres. Ela não se satisfazia apenas em uma transa casual em algum motel ou em casa, ela queria lugares inéditos.

Em uma tarde a tomar ar na varanda da sua casa. Seu vizinho que ela nunca tinha percebido antes, passou e ela não conseguia tirar os olhos. Pela primeira vez ela notara que tinha um vizinho solteiro e gostoso. Era inevitável, ela analisava cada centímetro do seu corpo com lascívia. Seus lábios umedeciam inconscientemente, e querendo ou não, seus olhos desciam até as partes íntimas dele, o que a fazia ficar inquieta. Ela passou a tomar ar todos os dias, só para ver aquele "deus grego" que a fazia sentir calor e ficar molhada de tesão que descarregava no marido de manhã e a noite no amante, mas não se sentia satisfeita, o tesão aumentava cada vez mais chegando ao ponto de pagar um boquete no ônibus para Alex, pois ela não controlava seus desejos insaciáveis.

Ele passava e não a olhava com os olhos e a vontade que ela queria, ele apenas a cumprimentava normalmente como a vizinha casada. Sua voz fazia Veronica deseja-lo ainda mais dentro dela. Ele morava sozinho, e passava sempre na frente da casa dela que planejava uma forma de fazê-lo deseja-la.

Em uma dessas tardes, ela não resistiu e chamou a atenção dele. O marido de Veronica demorava chegar, então ela se sentiu segura quanto a isso. Colocou uma mini blusa branca com decote cavado, sem sutiã para exibir seus mamilos expressivos de bicos enormes.

- Psiu! - chamou a atenção dele já mordendo os lábios.

- Tudo bem? - ele responde desconfortável.

- Tudo e você? - ela tentava disfarçar sua voz de luxúria.

- Joia. - ele todo sem jeito tentava terminar a conversa e passar direto.

- Se precisar de algum auxílio feminino em casa como lavar, passar, cozinhar. Estou à disposição. - ela ofereceu na maior cara dura escorando o pé direito na parede para ele notar suas coxas perfeitas e os braços sobre a mureta fazendo sua miniblusa erguer até quase aparecer os seios. Ele encarou-a surpreso dando um leve sorriso.

- Me passa seu número, se precisar te chamo. - ele era sempre direto e curto nas palavras. Talvez por ela ser casada tinha medo da confusão que arrumaria.

Ela passou o telefone sempre o encarando e umedecendo os lábios. Ela queria que ele percebesse que o auxílio que ela queria dar era na cama. Ele não parecia estar confortável, mas passou a ter contato direto com Verônica.

Depois desse dia, os dois passaram a conversar todos os dias e o vínculo entre eles ficou cada vez mais forte. Veronica só queria uma coisa. Ele a pegando com força, arrancando sua roupa e penetrando-a. Cada vez que conversava seu desejo aumentava, e ela já não conseguia esconder seu fogo para ele, sempre que ele falava algo, ela lambia os lábios e deixava transparecer seu desejo. Percebendo isso, ele ligou e perguntou se ela gostaria de sair com ele. A resposta era sim, desde o início. Ela fez um charminho, mas topou.

Combinaram o encontro em um motel, pois não queriam mais perder tempo. O que ela queria não precisava jantar ou conversar.

Mais um experimento para Verônica. Ela andou pela primeira vez na garupa de uma moto. A sensação de primeira vez deixou-a ainda mais excitada.

Quando ela montou na garupa, seu sangue esquentou sua excitação. Aquilo para ela foi uma adrenalina deliciosa, só a fez sentir livre e cheia de euforia. Antes de entrar no quarto os dois já estavam se agarrando com voracidade e entusiasmo. Ela ansiava por aquele corpo tatuado, másculo, deliciosamente moreno, não conseguia controlar sua fúria por sexo. Ele, por sua vez se sentia perdido de desejo naquela mulher incrivelmente tentadora.

Ele tinha um dragão tatuado ao longo de suas costas. Verônica sentiu-se inebriada com o que via e se jogou em frenesi. Arrancou sua calça ansiosamente. Quando deparou com seu membro.

Ah, o seu membro.

- Wow! - ela não conteve a surpresa.

Ela nunca tinha visto igual. Grosso, grande e gostoso. O verdadeiro GGG. Com a cabeça enorme e pulsando, estava tão ereto que dava para ver suas veias em todo seu comprimento. Ela não pensou duas vezes, abocanhou com todo seu desejo e chupava ferozmente fazendo-o soltar gemidos altos.

Ele quis retribuir todo o prazer que ela fazia o sentir. Jogou ela na cama e com os dentes, arrancou seu fio dental vermelho de rendinhas, seus lábios carnudos roçavam em sua virilha fazendo-a soltar gemidos. Ele não perdeu tempo, a chupou como um selvagem por sexo.

- Cuidado, vou gozar na sua boca. - Veronica anunciava gemendo.

- Pode gozar gostosa. Quero sentir o gosto do seu prazer. - Ele disse e continuou chupando e fazendo movimentos delirantes com a língua.

Ela já não se aguentava, ele subiu em direção a sua boca, passando a língua em cada parte do seu corpo parando nos seios e mordiscando seu bico grande e negro.

- Gata, você me deixa louco - sussurrou apertando-a contra seu corpo, fazendo-a sentir seu membro delicioso entre suas coxas.

- Então me fode com força. Quero sentir seu pau dentro de mim. - Verônica deixou acordar sua ninfo interior.

Naquele momento os dois se renderam ao prazer. Jony movia-se pra trás e pra frente entrando e saindo dela com prazer. Mudou várias vezes de posição e ela sempre querendo mais.

Quando ela pensou que ele já tinha terminado como acontecia com os outros, virou-se para ela que ergueu seu corpo e a sentou em cima do seu membro ainda duro. Ele a fez sentir tanto prazer que Veronica já não sabia se era orgasmo ou desvario. Os dois já ficaram suados e ofegantes inebriados e exaustos. Ele a chamou para a banheira de hidromassagem que já estava enchendo. Dentro da banheira Veronica sentiu o que realmente era prazer.

Ele a colocou de todas as formas possíveis, e agarrando seu cabelo a penetrou por trás, dentro da água a fazendo gritar de prazer. Jony não pediu licença e meteu seu pau grande e grosso no ânus de Verônica que sentiu a dor de ser arrombada uma dor lancinante que a fez repensar cada momento da sua vida. Ela nunca tinha dado o rabo antes, mas gritou feito uma cadela no cio. Ela achava que aquela dor a faria nunca mais trair seu marido e sossegar o fogo no rabo, mas ela mesma surpreendeu-se querendo mais daquele pau no seu traseiro. Ela simplesmente se deliciava na dor misturada com prazer.

A partir desse dia Veronica acumulava dois amantes deliciosos e seu marido que também não ficava para trás. Ela dava conta de todos. E ainda sobrava libido para mais dez homens compartilhar.

"O que está acontecendo comigo. Que loucura é essa? Porque esses sonhos e pensamentos depravados." Verônica se questionava quando pensava que poderia ter um homem para cada dia da semana.

Capítulo 3 Danielle

Verônica começou a se incomodar com seus desejos ocultos e sua sede de sexo que nunca era saciada.

Sua cabeça estava um turbilhão de pensamentos, e suas atitudes começaram a envolver as pessoas de sua família. Ela passou a ter medo que seu marido descobrisse tudo. Ele jamais a perdoaria. Ela mentia para seu marido dizendo que iria fazer hora extra e saia com Alexandro e enquanto ele trabalhava ela saia com o Jony. Mas não deixava de devorar seu marido na primeira oportunidade.

Veronica gostava de Alexandro porque ele era cheiroso e carinhoso, de Jony porque tinha um pau GG com veias saltadas e ela não resistia sempre que pensava no "cogumelo" seu grelo pulsava e umedecia sua calcinha.

Por alguns fatos ocorridos Verônica mudou de emprego e lá ela conheceu mais alguns crushes. Entre eles uma mulher, a Danielle, uma amiga companheira e carinhosa que até então não passava de uma amizade.

Danielle era lésbica assumida, mas não demonstrou interesse em Verônica logo de cara até porque ela era casada, porém Daniella passou a observar as características de Verônica e se interessou por ela. Não queria demonstrar, não queria estragar o casamento "perfeito" de Verônica.

Em uma tarde de trabalho Verônica foi ao banheiro, em seguida Danielle também foi. Verônica retocava a maquiagem com seu jeito sensual deslizava o batom vermelho de um lado a outro, era muito vaidosa e isso excitava Danielle. Verônica parou na metade com os lábios entreabertos e olhou sua amiga através do espelho.

- Que foi, amiga? - perguntou sem perceber a tensão sexual que se instalava rapidamente.

Danielle se aproximou devagar de Verônica, colocou seus cabelos para trás ainda a encarando pelo espelho.

- Você é tão perfeita. - falou com a voz contida já perto do pescoço da amiga.

Mesmo não entendendo o que estava acontecendo, Verônica sentiu sua boceta pulsar. "O que está acontecendo. Virei lésbica agora?" Mais um pensamento perturbou Verônica naquele momento.

- Imagina. Gentileza sua. - Verônica respondeu virando-se de frente para a amiga que não deu espaço. Agarrou a cintura de Verônica e com e outra mão entrelaçou os seus cabelos asfixiando Verônica em um beijo diferente e inusitado sem que ela esperasse.

No início Verônica se espantou com a atitude da garota e voltou às pressas para o trabalho. Mas aquilo não saia de sua cabeça, sempre que se aproximava de Dany lhe faltava a voz. Perdia totalmente o raciocínio perto dela. Aquele beijo ardente, aquela pegada feminina e cheia de lascívia.

Verônica então decidiu entrar de cabeça nessa aventura, começaram a se encontrar no banheiro até que Verônica a convidou para ir até sua casa. Numa desculpa que Dany era cabeleireira pediu-a que aplicasse uma progressiva em seus cabelos. Dany aceitou sem hesitar. Ela também estava louca para chupar Verônica por completo e não perderia a oportunidade. Talvez essa não fosse uma atitude cautelosa de Verônica, afinal era sua casa com o seu marido, qualquer passo em falso faria seu mundo desaba. Mas isso não era obstáculo para Verônica e sim motivo para ela se estimular. Não aconteceu como planejado, pois no dia o marido de Verônica não quis ir trabalhar, já que a amiga lésbica estaria na casa deles. Ele provavelmente estava desconfiando de algo. O que fez Verônica ficar um pouco aflita, mas não desistiu dos planos.

Quando Dany começou a mexer no cabelo de Verônica, seu coração acelerou de forma que a mesma não se conteve, virou seu rosto e se enroscaram nos braços uma da outra, com os corpos em chamas. Só a metade do cabelo finalizado.

Dany esfregava a boceta de Verônica ainda por cima da calça e ela queria resistir, mas era louca por prazer, aquilo a deixou ofegante e delirando de desejo. Enquanto Dany desabotoava sua calça, Verônica sussurrava.

- Por favor, pare!

- Você quer mesmo que eu pare? - as palavras de Dany fazia Veronica estremecer e sentir mais desejo por toda aquela situação proibida.

- Não. Não pare! - Dizia Verônica com a voz embargada. Ela sussurrava e sua boceta pulsava de tesão. Afinal, o que ela queria muito era ter a boca macia e molhada de Dany em sua bucetinha, mais do que nunca. Ela precisava daquilo, era novo e ela gostava de novidades.

Quando Dany a jogou na cama com os botões da calça abertos, o marido de Verônica bateu na porta.

- Está tudo bem aí amor? Está muito silêncio.

- Tudo bem sim amor, já estamos saindo. - a voz de Verônica saiu entrecortada pela respiração ofegante. Ele abriu a porta e viu Verônica levantar-se da cama, ofegante e com as bochechas vermelhas. O cabelo feito pela metade.

Os olhos do marido ficaram fixos e expressivos, parados como uma estátua. Mas não disse absolutamente nada, simplesmente virou as costas e saiu.

Dany foi embora e deixou Verônica com suas bochechas vermelhas, mesmo o marido desconfiando do que teria acontecido ele não quis causar conflito e ainda levou Dany até seu ponto de partida. Ao voltar ficou no carro por algum tempo. Verônica viu que estava demorando entrar, olhou pela fresta da janela e viu seu marido desabando em lágrimas. Ele nunca tinha chorado tanto em sua vida, nem no dia em que Verônica passou a noite fora de casa.

A culpa corroeu o coração de Verônica. Uma mulher resolvida com um marido carinhoso e companheiro não tinham do que reclamar. O púnico ponto era seus desejos insanos e ocultos.

No dia seguinte Verônica chamou Dany no bate-papo. Mesmo cheia de culpa, o instinto selvagem dela não a deixava responder por si.

- Dany, não consigo me esquecer de ontem, eu quero muito você.

- Verônica, você tem certeza?

- Sim Dany. Eu te quero muito, quero sentir sua boca em minha boceta. Já estou molhada só de pensar.

- Hum! Que delícia. - Dany acabou ficando excitada. - Assim você me deixa louca de tesão.

- Sim, eu quero te deixar louca, eu quero você comigo, quero sentir o seu corpo, acariciar seus seios deliciosos, quero chupar sua bucetinha molhada, estou louca de desejo.

- Que delícia, eu também quero tê-la comigo e apagar esse seu fogo, matar suas curiosidades e te enlouquecer de tesão, quero te fazer gozar.

Nessa hora Verônica inconscientemente já estava com a mão dentro de sua calcinha, e deslizava o dedo rapidamente de um lado para o outro, enquanto Dany a dizia coisas deliciosas. Ela não estava tendo consciência dos limites, tudo o que pensava simplesmente fazia.

- Quero chupar sua bucetinha molhada, te jogar na cama, te acariciar todinha.

Verônica não se aguentava de tesão e soltou alguns gemidos, já estava para gozar.

- Abra suas pernas. Deixa eu me lambuzar todinha. - Dany escreveu levando Verônica ao delírio.

Verônica não se segurou e deu um gemido alto seguido do ápice do prazer que se elevou as alturas e gritava enquanto descia. Foi mais uma experiência chocante para Verônica.

Verônica e Dany não se encontraram mais, pois Verônica saiu do emprego e o marido não a deixava sair com Dany, ele ficou desconfiado. Mas Verônica não parou por aí, ela queria mais. Ela não estava em consciência lúcida e não respondia por seus atos libidinosos.

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