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Não Resistirei

Não Resistirei

Autor:: YLA
Gênero: Romance
Lais é a tipica ovelha negra da família, não cumpre regras e não conhece a palavra limite, levando uma vida livre, leve e solta! E vai fazer da vida do seu segurança Rubens um verdadeiro inferno. Será que Rubens vai conseguir conter e resistir a rebelde?

Capítulo 1 INTRODUÇÃO

Já trabalho a quatro anos com Geovane Philips e não levou muito tempo para me tornar o homem de confiança do mesmo, mas algo anda tirando o sono do patrão, a irmã Laís que tem se metido em inúmeros escândalos se ele já era estressado ele tá ficando pior desde a chegada da garota. Sou muito calmo e paciente e me acostumei com a sua personalidade um tanto quanto difícil, devo muito a ele, pois graças a esse emprego consegui comprar um restaurante no qual eu e minha mãe somos donos e sócios, é de onde minha mãe e minha irmã adotiva Marine tiram seu sustento.

Sou chamado em seu escritório, bato na porta.

– Pode entrar.

– Sr. Geovane queria falar comigo?

– Sim! Rubens você já trabalha comigo Há muito tempo é o meu braço direito e eu não poderia dar essa missão a mais ninguém só a você.

– Diga qual é a missão?

– Ser segurança de Laís.

– A sua irmã! Ela está ameaçada?

– Não! Quero você na cola dela, para impedi-lá de aprontar mais escândalos, ela ultrapassou os limites.

Engulo seco cada palavra dita por ele!

– Esse é o único meio que arranjei para tentar conte-la, eu não aguento mais meu nome e sobrenome em páginas policiais, fofocas e entre outras.

– Vai aceitar?

– Sim aceitarei.

Vejo que ele disca uma ligação.

Não demora ela entra com cara de poucos amarrada e de poucos amigos.

– O que foi dessa vez Geovane!

– Quero lhe apresentar Rubens, ele será o seu motorista e segurança a partir de hoje e agora.

– Eu já disse que não preciso de segurança, nenhum e muito menos motorista não sou nenhuma criança.

– Mas se comporta como uma, ou você aceita, ou não terá mais nem a mesada, eu já estou farto de tanta rebeldia e irresponsabilidade vinda de você.

– Tudo bem, eu aceito o seu capacho na minha cola, não tem outra opção.

Ela chega perto de mim e mim olha nos olhos e diz!

– Eu aceito, mas se prepare, que vou, revirar a sua vida de cabeça para baixo, não pense que seus dias serão fáceis.

– Chega de ameaçar Rubens, Lais ele é quem irá colocar limite em você, coisa que eu não fiz.

E eu sorrio de canto mostrando para ela que também não vou, facilitar as coisas. Ela sai soltando fogo pelo nariz.

– A partir de hoje Rubens ela é sua, o controle está em suas mãos e tenha um bom trabalho, confio em você.

Saio daquela sala já pensando como vou ter que agir com uma garota mimada e fútil e ainda para completar mal educada.

Capítulo 2 Laís

Meu irmão não tem um pingo de lógica, ele está pensando que obedecerei aquele capacho que colocou para ser o meu segurança. Que convenhamos é um gato e com aquela barba rala já fico imaginando coisas. Quando olhei dentro dos seus olhos, não consegui ver nada além de mistério nele.

Um homem no qual testarei a sua paciência e ver se realmente ele vai me tirar do perigo.Minha vida não tem sido mais um mar de rosas desde que bate meu carro bêbada, e ainda desacatei um policial e isso foi a gota d'água para Geovane me tirar o carro e ainda o meu dinheiro, vou depender de um segurança para tudo! Hoje percebi que o meu irmão precisa urgentemente de uma mulher para ele tirar o foco de mim.Tenho que voltar fazer algo ou se não ficarei louca dentro dessa casa acho que vou, voltar a estudar alguma coisa, tranquei minha faculdade de fisioterapia, será que devo retornar? Falarei com Geovane e ver se ele volta a pagar novamente.Vou até à sala e o gatão do segurança não está, vou rumo ao escritório do meu irmão quando sou abordada pelo mesmo.

– Aonde pensa que vai rebelde!Eu, dou um pulo do susto que levei.

– Quer me matar de susto, seu infeliz, está louco.

– Olha lá como fala comigo. Seu irmão não está aí, já saiu e mesmo assim tudo o que você quiser é só falar comigo que eu providenciou.

– Meu é irmão, é louco deixar tudo na sua mão, confiar num desconhecido.Ele fica a rir.

– Do que você está rindo?

– Olha garota, até porque você é uma. Ainda não cresceu o suficiente para cuidar nem da sua própria vida, você acha que eu, estou aqui olhando para essa sua infantilidade porque eu gosto! Claro que não. Estou porque você mais uma vez se mostrou irresponsável e sem confiança e seu irmão quer eu te segure para não sujar mais o nome da família, coisa que você faz com, maestria, qual é a pessoa que vai te dar uma oportunidade, confiar em você, fazendo as merdas que você faz, ninguém.

– Eu não sou uma garota, já tenho 26 anos, já sou adulta, não preciso de um chato atrás de mim, não.

– Tem 26 anos, mas age como se fosse uma de 15 totalmente fútil e irresponsável, isso é o que você é.

– Quem você pensa que é?

Ele foi ligeiro, segurou as minhas mãos, pois ia partir para cima dele para lhe dar um tapa.

– Sou aquele que tem coragem de te dizer as verdades que ninguém nunca te falou! É por isso que está assim brava, cresce e vira mulher.

– Vou falar tudo para o meu irmão, vai ver irá se arrepender seu cretino.

– Siga, em frente, quero estar presente na hora, seu irmão não acredita em você.

Subo para o meu quarto chorando de raiva, quem ele pensa que é para falar comigo daquela maneira ele vai me pagar, estou com vontade de matá-lo infeliz.

Capítulo 3 Rubens

Me arrependi de ter falado grosso com Laís, eu não sou assim com mulher nenhuma, mas com ela tenho que ter pulso firme porque se não ela passa por cima de mim.

Laís só tem esse comportamento porque não teve limites, teve tudo que sempre quis. Ela sobe querendo me matar, mas não tenho medo dela. O que será que ela queria com o irmão, vou até à cozinha.

Dalva é empregada do Sr.Geovani há muito tempo.

– Como tá sendo ser segurança da senhorita Laís?

– A mesma coisa que cuidar de uma onça.

Ela rir.

A diaba aparece e fala.

– Está falando mal de mim, capacho.

Não! Só estou falando o quanto é fácil ser seu segurança.

– Quero sair de casa, estou entediada de ficar dentro dessa casa.

– Vamos, para onde vai?

– Vou para o inferno.

Eu, abro a porta, ela entra, eu entro em seguida, como ela não disse para onde quer ir, a levarei em lugar muito especial para mim, ela vai me odiar, mas vou em frente.

– Para onde está me levando, seu louco.

Eu, fico em silêncio e logo chegamos a uma capela na qual eu sempre venho aqui me traz paz.

– Onde você me trouxe, não acredito.

– Você disse queria ir para o inferno, eu te trouxe para o céu porque isso aqui significa paz! Você está precisando.

Ela sai do carro e fica olhando tudo ao seu redor. Entro na capela e me sento num banco e ela vem logo atrás de mim.

– Eu não tô acreditando que você me trouxe para uma capela, é demais para mim.

Eu a ignoro e fico em silêncio, pois aqui eu só venho para agradecer.

Ela se senta no banco ao lado e se cala finalmente! Fico alguns minutos aqui e me levanto e saio e ela vem atrás de mim.

– Quando penso que já vi de tudo, um segurança vindo a igreja, é o fim do mundo.

– Você conhece a palavra "Agradecer" esse lugar aqui é meu refúgio, venho somente agradecer por tudo o que tenho e consegui até hoje, você não sabe o que é isso.

Ela não fala nada.

– Laís tem algum outro lugar que queira ir?

– Quero ir ver meu irmão, preciso falar com ele urgentemente.

– Posso saber o que você quer com ele, já te falei que talvez eu possa te ajudar.

– Um segurança me ajudar.

– Você conhece seu irmão melhor do que eu, sabe que ele me deixou a par de tudo que for a seu respeito. Facilita as coisas Laís.

– Quanta humilhação até para querer voltar estudar preciso pedir um segurança, a que ponto cheguei, Geovani não podia fazer isso comigo

– A então é isso que você quer fazer, diga a faculdade que lhe levo lá agora.

– Na USP.

Tudo bem, vamos para lá agora! Qual curso você irá fazer?

– Não é da sua conta.

– A minha irmã faz fisioterapia na PUC.

– Eu também cursava fisioterapia, mas tranquei.

Chegamos, ela passa na frente e eu a sigo. Eu, resolvi tudo para ela, só espero que ela não esteja aprontando.

– Qual o destino agora?

Ela me ignora.

Como não falou nada! Eu, sigo para o restaurante da minha mãe, quando chego deixo o carro no estacionamento e desço.

– Vai entrar comigo?

– Não vou a lugar nenhum.

– Então ficará trancada.

– Você não está louco!

Fecho o carro e ela fica batendo no vidro, eu volto, abro novamente e ela sai de dentro.

– Você vai me pagar, viu, por tudo que tá me fazendo. Que lugar e esse?

– É o restaurante da minha mãe.

Minha irmã Marine vem até nós e me abraça.

– Irmão quanto tempo não vem nos visitar!

– Ando trabalhando demais, me deram uma missão por tempo indeterminado.

– Deixa eu me apresentar, meu nome é Marine, qual o seu nome?

– Meu nome é Laís prazer.

– Estou sendo segurança de Laís, ela é a irmã do Sr. Geovani

– Você é a moça dos jornais! Me Desculpa por falar demais.

– Não precisa se desculpar, minha vida é um livro aberto, eu não escondo nada do que fiz.

– Vou almoçar irmã, cadê a mamãe?

– Está na cozinha, resolveu ficar por lá hoje e cozinhar.

Minha mãe aparece! – Filho, quanta falta você fez e essa moça linda quem é?

– Mãe, essa é Laís, irmã do Sr. Geovani.

– A moça do jornal! Prazer lhe conhecer Laís, meu nome é catarina, sinta-se a vontade no meu restaurante.

– Prazer e muito obrigada.

– O nosso restaurante é só de comida caseira, talvez não seja o tipo de comida que você esteja acostumada, mas é uma delícia, é feito com muito amor.

– Não se preocupe.

Eu me sento na mesa e ela me acompanha.

– Sua irmã é muito diferente de você.

– Ela é adotiva.

Marine vem até nós.

– Cristine, posso lhe fazer uma pergunta?

– Claro que sim.

– Você é solteira?

– Sim sou.

Você bem que poderia conhecer o meu irmão.

Eu estava bebendo água, na hora me engasguei, minha irmã corre para me ajudar.

– Irmão você tá bem?

– Quase bem.

– Olha, Laís, seu irmão é um homem muito fino e rico e eu sou apenas uma estudante de fisioterapia e, além disso, ouço falar que ele é um homem muito difícil.

– Isso é verdade, ele é o cão, chato e insuportável.

– Não conheço seu irmão pessoalmente, mas sangue é sangue, querendo ou não ele é seu irmão e não fale assim dele.

– Gostei de você, Marine nem parece o ogro do seu irmão, quero seu número para gente se falar ocasionalmente.

Eu a olho com reprovação.

– Rubens é um amor de pessoa, espero que um dia você conheça ele de verdade, esse jeito de ogro é só uma casca! Marine diz.

– Não parece!

– Tudo bem! Eu quase não tenho amigos só de casa para o trabalho e faculdade.

Nosso almoço chega eu pedi um peixe ao molho branco e vejo que Laís gostou da comida, ficarei de olho nessa amizade dela com Marine, vou até minha mãe me despedir e agradecer e Laís faz o mesmo e seguimos de volta a mansão.

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