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Não toca é do chefe.

Não toca é do chefe.

Autor:: Label
Gênero: Romance
O depois nunca é perfeito como nos filmes,nada é só feliz para sempre e comigo e com o Zeus não foi diferente. Somos mais um casal normal,que muitos odeiam,muitos querem separados,muitos querem destruídos,mais um casal invejado e manipulado pela maldade,todavia também um casal que luta para permanecer juntod,permanecer unidos,luta contra a maldade dos outros.

Capítulo 1 1 Lua de mel

Então quero declarar mais uma vez,antes de começarmos mais uma jornada ao lado do Zeus e da Alice:"Eu não faço apologia a crime,também não indico nada do que escrevo pra vocês,a não ser que seja coisas boas e frutíferas,tudo que for ruim,triste e doloroso,não peguem pra vocês,tudo que for contra aos estatutos de Deus,não queiram pra vocês e nem para o próximo,tudo que fizer mal a você e ao próximo,não pratique. Mas pratique coisas boas,ame,cuide,queira o bem,faça o bem,ajude,tenha empatia e outras cosias boas,evite vícios e uma vida dissoluta".

Só até aqui,beijos da Label e perdão por erros ortográficos.

*____________________________________*

Alice:

**Lua de mel**:

Assim que acabou o casamento nós fomos pra casa,Laura já estava dormindo no colo do Zeus,que já estava sem a parte de cima do terno,a Thelma se ofereceu pra levar Laura pra casa do talibã,que ela ficava com as crianças lá. A gente concordou,mas o Lipe iria pegar a Laura de manhã cedo,ele disse que tinha uma surpresa e a bebê não podia chegar tarde em casa.

Eles foram pra casa e nós fomos pra nossa,assim que chegamos eu tiro o salto,enquanto ele tira o sapato e a camisa,eu olho para ele atenta,era lindo e era só meu,vejo o mesmo me encarar,acho que eu estava sorrindo,pois ele pisca e sorri pra mim também.

-Que foi gata?-pergunta desabotoando a calça.

-Estou tão feliz Lipe,me sinto tão realizada-falo ainda sonhando.

-Eu fico feliz quando tu fica feliz.

-Te amo,amo muito.

-Também bebêzinha-ele me puxa pra levantar e me ajuda a tirar o vestido de casamento-,vai pergunta da surpresa não?.

-Estava esperando me dizer-viro para o mesmo e olho seu rosto,ele mordia os lábios ao vê minha lingerie.

-Gostosa-diz todo tentado e já me puxa pra si,me beijando com fogo e apertando várias partes do meu corpo.

-Calma amor,me fala da surpresa!-falo sorrindo e o afastando um pouco.

-Ok-diz um pouquinho desanimado,então se joga no sofá e procura no bolso do blaser algo-,eu queria te dá um presente a tua altura-ele pega algo e levanta vindo até mim de vagar-,sei que do várias mancadas,mas eu quero pelomenos algumas vezes que posso te da coisas que você possa lembrar da gente,que você possa se sentir livre ao meu lado,já que aqui na favela não vai ser mais tão livre como antes.

-Amor,eu não ligo pra liberdade,eu ligo pra você e pra estarmos juntos.

-Eu sei,mas eu quero te dá esse presente-ele estende a mão,eu pego e ele só me olha curioso.

-Não creio!!!!-falo passada ao vê o mega presente.

-Gostou?.

-Eu amei meu amor!!!-pulo em seu colo e beijo toda a extensão de seu rosto-,tem certeza?.

-Sim,essa pode ser nossa primeira e última viagem juntos,então quero está ao lado das pessoas que mais amo.

-Dubai é muito caro-falo receosa,já que ele reclamou de todo dinheiro que gastei com o casamento.

-Ja paguei,paguei o hotel que nós vai fica,paguei já uma pessoa pra nos mostrar as parada toda,tu vai se amarrar-ele fala feliz e eu o beijo com mais vontade ainda.

Ele era incrível,era lindo,era maravilhoso,íamos passar nossa lua de mel em Dubai,amando,beijando e vivendo o feliz para sempre que eu sempre quis,ao lado do homem que amo,ao lado do Zeus.

Ele sobe as escadas comigo grudada ao seu corpo,ainda em seu colo,assim que entramos no quarto ele me prensa na parede,beija minha boca e meu pescoço,depois meu busto,além de me massagear de vagar,me fazendo soltar gemidos abafados.

-Calma amor!!ãhhhh!!!-ele ia mais rápido e logo me desce de seu colo.

Eu o olho sem entender muito bem,ele sai de perto de mim e vai pro seu guarda roupa,depois volta com uma algema na mão mordendo os lábios e e depois sorri malvadinho,do jeito que eu gostava e não resistia.

-Vamo brinca?-pergunta com sua carinha linda.

-Vamo-falo errado de propósito e ele sorri.

-Então vira neném!-ele manda e eu obedeço.

Viro de costas pra ele,que logo junta minhas mãos e me algema,põe um pouquinho apertado,mas assim que vejo seu rosto,todo desconforto nos pulso some,eu gostava dele com cara de mal,me deixava excitada.

Ele segura meus cabelos curtos e põe um pouco de força para que eu me ajoelhe,faço o que ele queria,ele desabotoa a calça e já abaixa,depois vai tirando a cueca de vagar e eu o ajudo com a boca.

Depois que sua última peça de roupa alcança o chão,ele me ajuda a abocanha-lo com cuidado,mas com vontade e precisão,o que eu faço todos sabem,movimento minha boca nele com pressa,quando me canso vou mais de vagar e olho seu rosto,que estampava prazer e também pressa em joga tudo em mim,então paro.

Ele me levanta com cuidado e me joga na cama,me deixando de costas pra ele,o mesmo tira minha lingerie,me põe de joelho na cama e com os seios ainda deitado nela,então ele me massageia de vagar,depois penetra seus dois dedos em mim,vai de vagar e depois mais rápido,penetrava seus dedos e com a outra mão livre massageava meu clitóris,eu gritava e gemia,ele proceguia com sua tortura.

-Zeus,calma por favor!!-eu implorava em meio aos gemidos,estava prestes a chegar ao fim,se eu ficasse em êxtase agora,eu ia me Sentir cansada e não ia querer mais nada-,lipe,calma!!!!.

Ele continua e eu continuo implorando,no fim,quando eu estava bem perto de jogar tudo nos dedos dele,ele para,então entra em mim sem me avisar,o que foi um susto e um desconforto de primeira,já que meu corpo estava desacostumado com sua grossura e tamanho,mas logo ele se movimenta da forma que eu gosto e me faz esquecer tudo que um dia já senti de ruim.

Em pouco tempo eu pedia pra ir mais fundo,ir mais forte,já tínhamos mudado de posição umas duas ou três vezes,eu gritava e sentia meus olhos virarem e em pouco tempo chegamos ao fim juntos. Depois dormimos de cansados.

Dia seguinte(dia da viagem):

-Amor,tá pronta?-diz ele entrando no quarto com a Laurinha no colo.

-Sim,só falta passar meu brilho-ele revira os olhos e senta na cama.

Eu já tinha arrumado a Laura,que gostava de conversar e como a Raissa já não estava morando na mesma casa que ela,então não sentiu tanta falta da mãe,ela não viu a Raissa no casamento,a mesma estava brincando com os primos e as meninas da ONG.

Felipe já tinha se arrumado,estava lindo como sempre,vestia uma blusa preta(das inúmeras que tinha),bermuda jeans na cor azul,ela era rasgada um pouquinho,seu cabelo estava cortado baixo e com uma linha na lateral,que deixava ele mais charmoso ainda.

-Pronto-falo esfregando os lábios um no outro,pra deixar o brilho totalmente espalhado pela boca.

-Bora-ele me dá a Laura e pega minhas malas,a da Laura e a mochila dele de sempre.

-Vamos.

Saímos de casa,Talibã já estava no carro do Zeus esperando a gente,ele ia nos levar até o aeroporto,entrei no carro com a Laura,Lipe colocou as malas no porta malas do carro,depois entrou e sentou do meu lado,na parte de trás. Fomos o caminho tranquilos,eu a todo momento pedia aos céus para que não fôssemos parados no carro e nem no aeroporto,ele notava isso,pois me olhava um tanto diferente.

-Se quiser voltar nós volta-diz normal.

Eu sabia que ele se sentia triste de não poder me dá a vida que eu estava acostumada,mas eu queria ele,eu não ligava para viagens,videos e fotos pelo mundo,eu ligava para ele,para está com ele.

-Você quer voltar?.

-Só se tu quiser.

-E eu quero,se você quiser-sorrio.

-Então vamos continuar...mas eu quero te vê feliz,não preocupada.

-Eu estou feliz,não é Laurinha?,estamos felizes.

-Tamo papa-diz sorridente.

-Que bom que minhas gatas estão felizes-ele sorri lindo,beija a bochecha da pequena e depois minha boca.

Depois que chegamos,nos despedimos do Talibã,ele voltou pra casa,mas antes desejou uma boa viagem e disse que qualquer coisa nós poderiamos ligar pra ele. O resto da viagem foi tranquila,ficamos na primeira classe do avião,as pessoas olhavam para ele diferente e era aí que eu fazia mais questão de beija-lo,não entendo como as pessoas conseguem ser tão preconceituosas,ruins,pessoas amarguradas que não conseguem tratar o próximo mais humilde,da mesma forma que trata o mais bem sucedido.

-A senhora está com algum problema?-falo olhando pra uma moça que fazia cara de nojo olhando pro Zeus.

-Está falando comigo?.

-Se tiver mais uma nojenta,preconceituosa,não será mais só com você,mas com as duas-as pessoas já olhavam para nós.

-Está louca garota?!-ela fala irritada.

-Sim,estou louca,não quero nem você e nem ninguém olhando para o meu marido assim,com desdém,nojo. Ele pagou como todos pra está aqui,ele tem o direito de ser respeitado,não só ele,mas todos os seres humanos simples e humilde.

-Barbie relaxa,senta aí-diz ele normal.

-Não Felipe,ninguém tem o direito de te tratar com indiferença não-eu estava irritada.

-Calma gata,já tô acostumado com isso falô?-bufo irritada,então ele me beija e sorri-,te amo branquinha.

-Também te amo.

Eu via a mulher ainda olhando estranho pra nós,mas o Lipe disse que não queria chamar atenção,que não ligava,que não queria estragar a lua de mel e queria aproveitar a sorte que tivemos de não ser parados pela polícia.

Depois que chegamos em Dubai,fomos para o hotel aonde iríamos ficar hospedados,fizemos a reserva de uma semana no Atlantis The Palm. A cidade toda era linda,em cada lugar que passávamos eu ficava encantada,a Torre Burj Khalifa era encantadora e ao mesmo tempo assustadora,imagina um trem desse cair na gente,kkk.

O hotel era a parte mais linda,assim que bati os olhos me senti na Disney,era incrível. Tinha ilhas,parque aquático,animais marinhos e o meu quarto era o melhor.

Nosso quarto:

-Amor!!!,que lindo!!!-eu chego gritar ao vê o quarto maravilhoso que ele escolheu sozinho.

-Que bom que gostou gata-ele sorri e eu deixo a Laura correr até a parede cheia de espécies diferentes de animais marinhos-,eai,será que vou ganhar alguma coisa pela surpresa?-diz safado segurando minha cintura e me puxando pra perto.

-Só quando a Laurinha dormir-sorrio.

-É fácil achar babá por aqui,eu converso com o pessoal e nós tem o dia livre no quarto.

-Eu não vou deixar a Laura com pessoas desconhecidas,é perigoso.

-Para de graça Alice,as mulher vai cuidar direito dela.

-Fico com medo.

-Ta,você quem sabe-ele da de ombros e vai pra perto da filha,ficam os dois vendo os peixes e eu tiro fotos deles.

Eu guardei as coisas,depois de um tempo fomos fazer um tour pela cidade,tiramos mais fotos,de tarde a Laura estava cansada,então colocamos ela no sofá,cobrimos bem e colocamos cobertas no chão causo ela caisse(o que provavelmente não iria acontecer),depois fomos para o quarto,eu tirei a roupa e fui para o banheiro,ele entra depois de mim e tira a roupa lá dentro.

Entro na banheira sob o seu olhar,ele não tinha o olhar tão sedutor como antes,acho que era por causa do casamento,ou por causa da minha barriga grandinha,que ele amava beijar sempre.

Ele pega no mine freezer uma garrafa de champanhe,pegou taças e entra de vagar,ele me dá uma taça,depois me puxa de vagar pra sentar em seu colo,aí abre a garrafa e derrama um pouco do líquido na minha taça e depois na dele,por fim coloca na parte alta da banheira,que era toda de madeira ao seu redor.

-Não posso bebe-falo tristinha.

-Hoje você pode tudo,vamos fazer um brinde,vamos bebe e apertar um baseado juntos,depois de hoje você não bebe mais nada e nem fuma até as cria nascer.

-Ta bom-sorrio-,vamos brindar ao que?.

-A gente,a vida,uma nova família,nosso casamento,nós em fim juntos.

-Saúde-eu bato minha taça na dele de leve.

-Saúde-ele bebe e eu também.

Depois ele pega na minha nuca e me beija,era calmo,sem pressa,sem precisar esconder de ninguém e muito menos fugir,era tudo que eu queria e era inevitável não chorar.

-Chora não bebêzinha-ele passa sua mão de vagar pelo meu rosto.

-É que estou muito feliz,tudo é bem melhor do que um dia eu pensei.

-Também,mas sem choro,vamos curtir nossos dias,vamos fazer um amorzinho gostoso,sair pra conhecer tudo por aqui e depois voltar pra nossa favela e nossa vida real.

-Quero fazer amor vendo os peixes!-falo animada.

-Seu pedido é uma ordem minha gata.

Terminamos de bebe e depois do banho ele me levou pra cama,assim que nos secamos,tudo aconteceu calmo e do jeito que nós gostávamos de fazer,no fim dormimos cansados e realizados,além de satisfeitos.

Capítulo 2 2 Nascimento dos bebês

Alice:

Depois de uma semana conhecendo Dubai,nós voltamos ao Rio e assim que chegamos fomos logo pra casa da Thelma e do Talibã,ela tinha voltado pra favela e agora eles estavam muito bem.

-Chegamos!!!!-chego gritando,assim que o Felipe abre a porta da casa da irmã.

-Achei que ia voltar mais burguesa da viagem,mas parece que o jeito favelado do meu irmão,tem te contaminado a cada dia-diz rindo e já me abraçando.

-É,e a falta de educação também,sai abrindo a porta dos outros-fala o Talibã fazendo toque com o Lipe-,como foi a viagem irmão?.

-Tranque-diz o Zeus sorrindo e me olhando de lado.

-Hum,então tavam planejando outro bebê?-diz a Thelma olhando safada pra gente

-Não,estávamos abrindo passagem-fala rindo e fazendo o Léo ri também e me matando de vergonha.

-Safadinhos-fala a Thelma rindo e pegando a Laura no colo-,como está meu amor?.

-A ben titi-diz toda linda.

-Que bom,vai lá na Charle e no Luan,eles estão no sofá.

-A bom-ela sai correndo assim que a tia deixa ela no chão.

-Eai,como ficou as parada aqui?.

-Tudo tranque,teu malote tá guardado e os cara tão querendo cobrar mais caro pá entregar.

-Sempre eles quer inventa,mas tá sussa,logo resolvo essa meta.

-Vocês só falam de trabalho em-falo séria,até porque sempre em alguma parte da viagem o Felipe inventava de falar com o Talibã sobre as bocas ou ficava falando no meu ouvido que queria voltar pra trabalhar.

Eles se entre olham e morre o assunto,então conversamos sobre outras coisas e sobre a ONG,tudo estava bem pelo que a Thelma me disse,aí demos os presentes de todos e fomos pra nossa casa,que eu estava morrendo de saudades.

O tempo ia passando,nós fizemos mais um quarto na casa,agora tínhamos 4 quartos,mesmo que os bebês fossem dormir no quarto conosco,o Zeus fez questão de fazer logo,pra não ter que começar a construir e reformar depois,então fez tudo logo de uma vez.

Depois de 6 meses de gestação eu já tinha marcado minha Cesária,a minha médica disse que seria bom pra mim uma Cesária,que demorava a melhorar,mas era melhor para tirar os bebês,já que podíamos vê-los de uma forma e talvez eles não estarem da forma que "vêmos". Eu só concordei,marquei e pagamos.

Dia da Cesária:

-Vamos Lipe?-eu grito da sala.

Ele estava nervoso desde ontem,tinha passado mal a noite toda,teve diarreia,pesadelos,ficou com febre,eu realmente não entendia o que estava havendo com ele,queria que ele fosse no hospital para saber o que tinha,mas ele se recusou a ir.

-Vamo!-fala descendo do quarto.

-Tudo bem?.

-Tudo,só tô meio bugado,nem parece que vai nascer logo nossos filhos-fala dando um suspiro longo.

-Está assustado?.

-Muito,Alice eu tô pirando!!-ele respira forte-,eu...p**** tô surtando.

-Calma amor,estávamos super bem,não estávamos?.

-Sim,antes....mas chego o dia,cara duas crias,dois homi,eu não sei se consigo ser pai de três crias e duas crias macho.

-Você conseguiu ser um ótimo pai pra Laurinha,porque não iria conseguir ser o melhor pai para os três?.

-Porque eu não vou sair do crime,Alice eu não consigo,eu não posso sair.

-Tudo bem,já conversamos sobre isso,não tem problema se continuar,eu aceito.

-Tu aceita,mas será que as cria vai aceitar eu ser bandido?.

-Se te amar vai,assim como eu te amo,como a Laura ama,então não vamos te deixar ou dizer coisas ruins,nós te amamos,todos nós.

Abraço o homem da minha vida,seu coração batia acelerado,achei que depois desse tempo que passamos juntos ele já tinha entendido que era o melhor pai do mundo,o marido mais lindo,mais amoroso e zeloso do universo,mas ele ainda era inseguro,quem diria,Zeus ou Z-trê inseguro,com medo de decepcionar alguém,o que ele jamais iria conseguir fazer,não com a gente que ama ele.

Depois que ele fica mais calmo ele me ajuda a colocar minhas coisas no porta malas,depois entramos todos(incluindo a Laura),ele deu partida e logo estávamos nós saindo do morro,logo saíram carros na nossa frente e atrás de nós,eram nossos novos seguranças,Lipe não gostava de sair da comunidade e depois do que o Caio fez,ele já não queria sair mais,porém como eu precisava ter meus bebês,ele mandou os meninos do morro vir de escolta.

Quando chegamos na clínica ele estaciona o carro direito e os outros carros(uns 2 carros na nossa frente e dois atrás) também estacionam,depois saímos e só quem saiu foi o Talibã,a Thelma não ia poder vir pois estava cuidando da Luna(que nasceu antes dos meus bebês e era muito pequena). Entramos na clínica,Zeus ficou com o Talibã e a Laura no canto,eu fui até a recepcionista.

-Olá,boa tarde,tudo bem?,então eu tenho horário marcado hoje,e queria saber se tem alguém na minha frente?.

-Boa tarde-ela sorri simpática-,qual seu nome?,para eu verificar se tem alguém em sua frente.

-Alice Salvatore.

-Então Alice,tem duas moças já na sala,assim que o médico acabar,a enfermeira vai chamar seu nome para uma das salas.

-Ta bom,obrigada-sorrio e vou para perto do Felipe.

-Eai?.

-Breve sou eu,vai entrar comigo né?-falo receosa.

-Tenho mérmo?.

-Por favor,eu preciso de você do meu lado.

-Tua mãe deve tá chegando,ela entra cutigo e...

-Felipe...eu queria você ao meu lado,você segurando nossos bebês,conhecendo eles,sendo o primeiro-começo a vê embaçado e sentir meus olhos pesados.

-Amor,fica tranque,é que eu...

-Lipim entra com a Barbie,você precisa fica perto dela,saber se eles vão fazer as parada direito,se vai cuidar dela.

-Eu não quero vê minha mina sendo cortada e várias crias saindo dela como se fosse bicho!.

-Para de nóia cara-o Léo gargalha.

-Não são bichos seu idiota,são seus filhos!-falo irritada.

-Eu não quero vê!.

-Olha pra outro canto cara-o talibã gargalhava como se estivesse assistindo a uma comédia.

-Ja disse que não!.

-Tudo bem,eu chamo qualquer homem que passar pela rua-falo saindo de perto dele.

-Para c******!!!-ele grita e segura meu braço com força-,eu entro nessa p**** cutigo-fala sério.

-Alice Salvatore!-a enfermeira me chama e logo o Felipe me puxa para a sala aonde a mulher me chamava.

&&_____________&&&_____________&&

Zeus:

Eu não tava muito bem,eu tava nervoso pakas,eu não vi o nascimento da Laura,quem fez isso pá mim foi a Thelma,eu pedi e ela foi com a Raissa,só fui vê a cria depois que elas foram pá casa,mas agora eu era obrigado a vê os menó nascendo,eu sei que é meio bugado de entender,mas eu não tenho estrutura pra vê eles abrindo a barriga da minha mulher e tirar nossas crias de lá,eu tinha sim estrutura pra matar e torturar vários homens,mas abrir uma mulher e tira os filhote de lá,isso é de mais pra um bandido.

Entramos na sala e eu só percebo que tava apertando de mais o braço da Alice,quando ela reclama de dor baixo,eu solto seu braço e a enfermeira ajuda ela nas coisas que precisava fazer antes da cesária,igual eu,precisei colocar umas roupas especiais

Em todo tempo eu fiquei nervoso,andando de um lado pra outro,depois de uma cota a Alice brota,levam a gente para o outro lado da sala e deixam minha mina sentada em uma cama,depois aplicam a anestesia e deitam ela rápido,depois colocam uma cortininha na frente dela,pá ela não fica nervosa quando eles começassem cortar ela. Vejo eles pegando e ajeitando os utensílios de cortes e olho pra minha mulher,que tinha os cabelos castanhos e as pontas loiras,já que evitou pintar novamente depois que descobriu a gravidez,seus olhos azuis eram diferentes agora,podia está nervosa,aflita,ou curiosa pra vê o rosto das crias.

-Zeus...-vejo seus lábios mexer de vagar.

Talvez por eu está nervoso vendo eles abrindo a roupa dela na parte da barriga,prestes a cortar ela,estivesse deixando a Barbie meio preocupada e nervosa também.

-Calma gata,tá tudo bem-sorrio e falo de vagar.

-Mesmo?...

-Mesmo princesa-sorrio.

Mas quando vejo eles cortarem ela sinto minha cabeça girar,ela sangrava e eles continuavam cortando ela,eu tava assustado,o que não era costume,quando olho pá ela vejo seu rosto sereno e tranquilo,que c******,acho que vou desmaiar.

-Tudo bem?-diz uma das enfermeiras ao me vê cambaleando.

-Preciso sentar-falo tonto.

-Calma senhor,vou pegar uma cadeira.

Ela me deixou encostado na parede e depois pegou a cadeira,deixou a cadeira perto do rosto da Alice,aonde não dava pra vê nada do que eles tavam fazendo,depois pegou um pouco de água,eu respirava fundo e aos poucos ia melhorando.

Depois de um tempo viajando no rosto da minha mulher e ela no meu,ouvimos um choro,depois mais choro,então o médico e um enfermeiro veio com os bebês,um dos meninos colocou no peito da Alice,que olhou o menino branco igual papel e sorriu.

-Esse é o que nasceu primeiro-diz o enfermeiro.

-E esse é o caçulinha,quer pegar?-diz o médico me estendendo o bebê.

Eu pego o menó do braço dele,olho o bebê que tinha os olhos fechados,também era branco de mais,era tão pequeno,tão indefeso,ele ainda parecia mais indefeso que a Laura,quando vi ela pela primeira vez.

-Deixa eu vê ele amor-ela pede calma,parecia cansada,com sono.

Eu viro o menó pra ela e ela sorri.

-São lindos,parecem com você-diz linda e vejo seus olhos brilharem.

-São bonitão,deixa eu pegar esse?.

-Sim-diz ela,mas não consegue me ajudar a pegar.

-Eu ajudo vocês-diz o enfermeiro pegando o que tava em cima dela,eu coloco o que tava comigo no luga aonde tava o outro e o homi me dá o que tava com ela.

-Ei garotão-eu sorrio falando com o mais velho-,tu é lindo igual teu pai,muito gato em-sorrio e ela ri de mim-,teu irmão parece mais com tua mãe,mas ainda é minha cara também-nós rimos.

Capítulo 3 3 5 anos depois

Zeus:

-Eai,vai fazer alguma coisa pros pivete?-pergunta o talibã.

-Não sei,a Alice falo nada,sei que depois deles vem a Laura,se fizer pra eles vai te que fazer pra ela também.

-Faz mano,tô chei de vontade de comer bolo-fala olhando as mãos,tá assim direto agora que tava usando aliança.

-Ta abusado mérmão,ajuda com bolo,refri ninguém quer né.

-Foi só casar que ficou pão duro em-faz careta.

-Né pão duro não parcerim,eu tô cuidando do que é meu,já viu o preço de tudo?,as coisas tão muito cara,a Alice fez questão de colocar as crianças na escola paga,aí tem que paga a escola,compra material,paga os mano pra leva e trazer eles em segurança,tô gastando muito dim,fora o Michel que come pakas,o Yure come mais ou menos,quem como menos é a Laura e a Alice,mas também elas comem muita besteira,então tenho que cuidar do meu dim.

-Sem caô,tá caro mérmo.

-Pa tu vê...alá,fala na dona,lá vem ela-falo sentindo o celular vibrar,pegando ele e vendo que era a Barbie.

Ligação:

-Fala gata?.

-Amor,preciso de um mega favor-diz do jeitinho de sempre.

-Iiii,lá vem.

-Por favor Lipe.

-Fala?.

-Passa na Thelma com o Talibã e pega um bolo que ela fez pros meninos,depois vocês vêm pra casa e vamos bater os parabéns.

-Sabe que não gosto das parada em cima da hora.

-Culpa dos seus filhos,Michel falo que queria bolo,aí o Yure pediu também,eu disse que não,aí os dois choraram no meu ouvido,a Laura chorou por vê-los chorando,então eu tive que pedir a Thelma pra fazer um bolinho pra eles.

-Ja falei pra parar de mimar essas crianças!!!-falo irritado.

-Eu já falei pra me ajudar a cuidar dos seus filhos!!!.

-Então nós vai briga?.

-É!!,poxa,eu preciso que me ajude Zeus,eu não aguento dois meninos gêmeos que estão a todo tempo aprontando,nem a Laura está aguentando mais,estou ficando sem tempo para ela.

-Ta bom,depois nós vê isso.

-Sempre depois né Felipe!!-fala irritada,mas dando o braço a torcer.

-Vou pega o bolo,daqui a pouco broto aí.

-Ok.

Ligação:

-Cês briga atoa em.

-Ela que sempre da uma de doida,mas tá tranque,depois me resolvo. Vamo nessa?-falo pegando a chave do carro e uns baseados.

-Bora.

Ele pega as coisas dele,eu fecho tudo depois que saímos e logo entramos no carro,piloto rapidão até a casa do Léo,saio do carro depois de deixar o mesmo de qualquer jeito no meio da rua,eu sou o chefe mesmo,não preciso estacionar,se fecho a rua,é só o povo da a volta. Abro a porta da casa dele e dou de cara com a pequenininha.

-Fala Luna,como tu tá?-pego ela no colo.

-Bem titio e você?.

-Bem,cadê tua mãe?.

-Ta fazendo bolo-ela fala baixo como se fosse segredo.

-Vou lá fala com ela-coloco a pequena no chão e vou pra cozinha.

Assim que chego vejo a Thelma terminando de enfeitar o bolo,né porque é minha irmã não,mas ela levava jeito pra essas coisas,bom,agora leva,antes era ruinzinha,nós só fazia bolo com ela pra ajuda mérmo,porque era muito feio os bolos dela,mas agora ela marcava bobera não,ganhava uma grana boa,todo mundo queria fazer bolo com ela.

-Fala mana,termino?-sento na cadeira da mesa.

-Agora,seus filhos são que nem tu em,bando de palhaços,me fizeram correr pra fazer um bolo pra eles.

-Culpa da Alice-falo pegando uma banana que estava em um bagulho de fruta no centro da mesa.

-Lipe,eu sei que tu é meu irmão,mas a Alice está ficando louca com as crianças-ela me olha séria-,ela me ligou chorando horas atrás,as crianças choravam no ouvido dela.

-Eu vou faze o que Thelma?,a mãe é ela,eu trampo,eu trabalho,eu levo cumida pra casa,preciso trampa.

-Para de graça,você nem precisa aparecer na p**** do escritório,Talibã tá lá todo dia,tá fazendo o trabalho dele de sub e as vezes também ajuda o Falcão como gerente.

-Recebe pá isso.

-E ainda tem tempo pra nossos filhos,nossos três filhos.

-O que tu quer então?.

-Ja perguntou o que a Alice quer?.

-Não.

-Então pergunta,conversa com ela,minha amiga nem está se arrumando como antes,não está trabalhando,ela vive para aquela casa e eu tenho medo que ela não tenho estrutura para suportar seus filhos que são só a graça do Senhor.

-Para,eles são manerim e tranquilim-gargalho.

-Porque tu não fica com eles,eu fiquei um dia pra Alice resolver uns assuntos com os pais e me arrependi.

-Ta bom,não precisa fala assim dos meus filho não,vou vê se ajudo ela com as crias.

-Isso aí,está crescendo tão rápido-ela sorri e passa a mão no meu cabelo baixo.

-Para garota,tá bagunçando meu cabelo-eu gargalho.

-Tem nem cabelo aí mané-nós ri-,te amo mano.

-Também te amo irmã-abraço ela rápido.

Nós sai da casa,ela segurava o bolo e eu ajudava abrindo as portas,encontramos o talibã conversando com os pivete da esquina,assim que nos vê ele volta pra perto do carro.

-Tava chei das conversa em-ela fala séria.

-Ii,começa não Thelma.

-Gente,briga depois,vamos leva logo o bolo das crias.

-Ta bom-ela diz normal.

-Entra talibã,tu leva.

-Ta,tudo sobra pro escravo mesmo-ele entra e ela ajuda a colocar o bolo no colo dele.

-Para de fala,ainda vai come bolo de graça-entro na parte do motorista e fecho a porta.

-Lipe,leva de vagar por favor.

-Ta.

Do partida e imbico pá casa,saio de vagar antes que a Thelma arrancasse os cabelos de irritação,eu gritava meus irmãos de fé que tava no meio da rua.

-Falcão,bolo das cria lá na minha goma,trás tua mina!!!-ele confirma,já que passo ele.

-Tiaaaa,bolo das cria,brota na goma,leva tua irmã!!-grito a Leona e ela grita alguma coisa que não escuto,pois passo ela também.

-Zangão,bolo dos meus pivete,brota na goma,leva tua mulhe e tua filha!!!!!.

-Falô-ele grita da boca.

E assim eu vou até em casa,quando chegamos eu paro o carro no canto da rua,desço e abro a porta pro Talibã,que sai na maior cautela de lá de dentro.

-Se acostuma não em princesa-falo rindo.

-Vai te f**** seu mulherzinha!-diz irritado.

-Noxa,irritadinha-gargalho.

-Anda logo Zeus,para de palhaçada.

Eu entro em casa rindo,os meninos estavam me olhando atentos assim que me vêem,eu olho com cara de mal,fazendo eles correrem dali. Entramos na casa e o Talibã coloca o bolo na bancada da cozinha.

-Irmão,busca vela,refri,docinhos e salgados-do 300 na mão dele.

-Aonde vo conseguir isso tudo em cima da hora?.

-Não sei,da seu jeito-falo normal.

-Se aproveita mérmo,quando num tive mais eu por aqui,quero vê quem vai atrás das coisa pa tu-pega o dinheiro e sai batendo a porta.

-Ta amo irmão,valeu-grito.

Talvez ele tenha escutado,talvez não,mas ele sabia que eu amava ele de verdade,confiava pakas e era grato sempre por tudo que ele sempre fez e sempre fazia por mim. Resolvo ir no quarto,queria toma um banho e bate um lero rápido com a branquinha,assim que entro vejo ela sentada na cama,a mesma respirava pesado.

-Tudo bem gata?-sento na cama.

-Tudo,só cansada...

-O que tu quer?.

-O que?.

-O que tu quer que eu faça,por causa das crias?.

-Que fique nos fins de semana em casa,me ajudando com os meninos,eu não aguento mais Felipe,eles não param um estante,fora que sempre estão se metendo em encrenca,subindo em lugares altos,mexendo em coisas que podem machucar,eu não consigo olhar dois ao mesmo tempo.

-E a Laura?.

-Você sabe que a Laurinha é calma,que não me dá trabalho e quando pode me ajuda a controlar um dos meninos,mas não quero deixar uma criança na responsabilidade de outra criança,ela tem que brincar,estudar e não cuidar de uma criança.

-Tendi,vou fazer o possível pra fica aos fins de semana em casa.

-E nas férias das crianças.

-E nas férias das crianças dona mandona-beijo sua testa-,te amo falô?.

-Também te amo.

Beijo sua boca e logo ela vai ficando calma,suas mãos param no meu maxilar e ela sorri no meio do beijo,nós brigava sempre,mas também se amava sempre,eu dava mole com ela,sempre estava em falta por causa do tempo,mas tentava recompensar amando ela da forma que ela queria e gostava de ser amada.

-Eca!!!-grita os meninos da porta.

-Aprende a ser homem em!!!!-grito enquanto eles correm.

-Felipe!!-ela fala brava e com as bochechas vermelhas.

-Ué,eles são homens,não pode fala eca-fico rindo,mas ela continua séria.

-Vai se arrumar.

-Vai toma banho comigo não?.

-Não amor,tenho que olhar seus filhos.

-Nossas crias.

-É,nossas.

Ela sai e eu vou toma banho,me arrumo gato como sempre e depois vou olhar as crianças,ela vai tomar banho e volta gatona,vestia um vestidinho curto como todos os que tinha,era cor de vinho e deixava ela muito gostosa.

Talibã trouxe o que pedi,o povo chegou e nós batemos parabéns pros meninos,depois foi tudo tranquilidade,teve cervejinha como sempre,geral bebeu e curtiu,as cria foi dormir cansada e nós continuou bebendo,fumando e rindo.

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