Cap.1
O Amor do grego
Violetta
Eu sempre fui uma boa filha, mas infelizmente não posso concordar com essa loucura que papai está querendo fazer comigo!
Afinal não foi fácil ser criada em um colégio interno chato cheio de regras, onde fiz questão de cumprir tudo, para conseguir minha tão sonhada liberdade, porém ele agora vem com essa que eu irei me casar!
Pois sempre houve um noivo prometido a mim, e segundo ele é desde da minha infância isso!
Sinceramente é um absurdo isso, e não posso acreditar que papai fez isso comigo?!
Mas agora pensando bem, vejo que foi por isso ele me manteve guardada, praticamente a sete chaves, no melhor colégio interno no interior de São Paulo, com educação quase de freiras, exclusiva, onde somente a elite pode entrar, pois os altos valores são um absurdo, apesar da situação que chegamos a ser obrigada a passar, dietas, serviços exaustivo domésticos, e até cuidar de animais, fora todas as regras de etiqueta, aulas de cinco idiomas, onde aprendi a falar inglês, francês, espanhol, mandarim, e grego claro, pois essa é a língua do meu país de origem, sou grega de nascimento, mas fui obrigada a vir para Brasil, com meus pais, com pouco mais de um mês de nascimento.
Segundo papai, é uma história que um dia ele irá me contar, assim como essa bomba que ele acabou de soltar sobre meus ombros.
Mas isso não irá acontecer!
Eu não vou me casar com um grego prometido a mim, nem aqui e nem lá na Grécia, eu sempre fui rebelde e não irei seguir com esse plano, contrato ou acordo que papai tem com a família Lutof.
Minha amiga Giovana está me ajudando, com um plano até surreal inicialmente, mas eu farei essa loucura, e não sinto nenhum remorso por isso, pois é a única forma de sair fora desse casamento arranjado!
Eu juro que até tentei olhar o então noivo, mas não tem a mínima chance de uma situação assim!
O cara é um pervertido playboy mulherengo, cheio de amantes, e vive em festa pelo mundo, com um comportamento totalmente escandaloso, e nada absolutamente nada, nele me atrai, eu tenho dezoito anos, mas não gosto do tipo irresponsável, apesar de que ele é bonito, isso eu não posso deixar de dizer, porém beleza e carácter tem que andar junto, eu sou rebelde eu sei, é até gosto de quebrar regras, mas não quero ter ao meu lado alguém sem juízo como Alexie Lutof, ele tem vinte dois anos, e com certeza deve está furioso com a sua família pelo casamento, ao menos era o que me fazia ter um pouco de esperança, porém papai disse que tudo estava de acordo, e eu então estou morta de raiva, e farei sim tudo que Giovana me falou.
Ainda não consigo entender, como papai pode fazer isso comigo!
Então coloco meu plano em ação, pois mal acabei de chegar do colégio, mas infelizmente não tenho tempo, é preciso correr e fazer esse escândalo hoje!
Para isso, eu estou bajulando a governanta...
- Por favor, Lucia, me ajuda?
- Menina Violetta, você sabe que isso é uma loucura, né? - Se seu pai descobrir que eu deixei você sair, e ainda que eu ajudei você, eu perderei meu emprego!
- Sim, eu sei Lucia, mas por favor me ajuda é minha única oportunidade!
- Está bem, minha linda menina, farei isso, mas, saiba que eu acho essa ideia sua, muito arriscada.
- Não se preocupe Lucia, Geovana irá me ajudar, na verdade ela já planejou tudo!
- Tudo bem querida, eu não a culpo de querer conhecer a vida e querer conhecer a noite ao menos uma vez, antes de se mudar para a Grécia!
- Muito obrigada, Lucia, eu te devo essa!
Ufa! Que alívio consegui a ajuda dela, como eu falei para Giovana não importa quem seja, o primeiro que aparecer eu irei ficar com ele, desde que não me case mais, tudo valerá a pena, infelizmente esse é único jeito!
Pois, para essa família grega só serve uma virgem, por isso se eu não for mais, ele o tal noivo não irá me querer, mesmo porque papai me disse que eu teria que provar minha honra, para só a assim, o infame do grego casar-se comigo, ou então ele poderia casar é anular o casamento, pois segundo papai terei que fazer exames antes do casamento comprovando que sou tão virgem, quanto uma santa!
Pois, eu não irei me submeter a isso, e esse maldito grego terá o que merecer.
Que história mais arcaica, fico me perguntando?
Por que, papai está fazendo isso, já que ele é tão rico, e vivemos tão bem, olha essa mansão, que a gente vive para que ele precisa se misturar com esses gregos, fico revirando os olhos sem saber porquê?!
- Ah! Mamãe, como eu queria que a senhora estivesse aqui!
Com certeza a Senhora não iria deixar isso acontecer comigo, então uma lágrima rola quando me lembro dela ali, minha mãe Teresa era tão linda, porém perdeu a vida de uma forma tão trágica, em um acidente de carro, me deixando sozinha com papai, que enfim não teve escolha, a não ser me enviar para o colégio interno, pois ele não fazia ideia de como educar sozinho uma menina rebelde como eu, com doze anos, ele disse que eu ia te que aprender boas maneiras, é inicialmente na escola eu tentei fazer da minha maneira, mas depois de tantos castigos, e de tantas privações, acabei cedendo e me tornando uma aluna exemplar, e foi ótimo porque assim conheci Giovana, e desde então nós nunca mais nos separamos, assim nos tornamos melhores amigas, quando liguei para ela contando o que papai fez comigo, ela logo me deu uma ideia, e juntas planejamos o escândalo, ela fez questão de me ajudar, pois ela sempre veio para casa aos finais de semana, assim ela teve praticamente uma vida normal. Conhecendo tudo, é a liberdade que eu tanto desejo, mas que infelizmente serei forçada a nunca ter, caso eu não me rebele.
Por isso, eu estou indo fazer o que preciso graça a Lucia e sua ajuda consegui saí, mesmo com uma bela mentira, ela pensa que eu só iria em uma festa, pois se ela soubesse o que vou fazer, jamais me ajudaria, mesmo porque é mesmo uma loucura, no entanto e minha única chance de me livra desse absurdo de casamento arranjado!
Já estou saindo da mansão vestindo uma roupa de empregada, pois foi a única forma de passar pelos seguranças, e poder ir me encontrar com Giovana.
Combinamos dela me pegar com seu motorista, há um quarteirão da minha casa, pois tudo foi muito fácil, e enfim conseguir passar pelo os seguranças!
É, se tudo der certo logo serei livre para sempre, porém tive que esperar cinco minutos, mas logo ela chegou como havíamos combinado.
- Como foi Violetta?
- Oi, amiga tudo certo, foi muito simples, não tive nenhum problema, pois Lucia me ajudou.
- Que bom, amiga! - Entre logo temos que sair daqui, tem um carro chegando é o melhor irmos logo!
- Sim! - Vamos logo, você trouxe a roupa? - Digo já dentro do carro que parte a toda velocidade.
- Sim, está aqui! - Nessa sacola!
Giovana, então me passa a sacola com a roupa e as sandálias de saltos altíssimos, ainda bem que no colégio interno tínhamos aulas de como usá-las, se não seria um fiasco total.
Infelizmente eu tive que me trocar, ali mesmo dentro do carro!
Giovana acabou colocando uma toalha para o motorista não me ver, e tudo estava correndo bem com nosso plano, eu só precisava entrar na boate escolher um cara, me oferecer a ele é sai dali, para um motel, ou seja super normal nos dias de hoje, segundo Giovana, ela iria me seguir com o motorista, e depois eu iria ligar para ela com celular informando o número do quarto, pois ela também iria está lá no mesmo motel, assim ela poderia tirar as benditas fotos, e até publicar nas redes sociais, assim armando um escândalo que abalaria até os quatro cantos do mundo, mas inicialmente eu iria mostrar só mesmo ao meu pai!
Mas se ele insistisse no casamento arranjado, eu não iria ter nenhum medo de me expor, porque era melhor estar em um escândalo, a viver presa ao um casamento forçado!
Só espero que possa encontrar alguém legal, e que seja um cara razoável, eu não importo também que seja alguém péssimo, pois seria somente uma única vez, então não esperava encontra o príncipe do meus sonhos, mas ao menos que não fosse um sapo, ou fera, ou sem lá um maluco.
Comecei a sentir meus pés gelados, mas logo Giovana me deu dois comprimidos, que segundo ela iria me ajudar, a ter coragem e me deixar desinibida!
Mal descemos do carro, já entramos na boate Maison, o local era realmente tudo que eu sempre achei que fosse!
Muita música, luzes e gente por toda a parte, logo comecei a beber champanhe, e Giovana achou melhor eu ficar sozinha na mesa ali, pois assim seria mais rápido algum homem me abordar, eu concordei e tudo estava indo bem, alguns caras falaram comigo, porém eu não gostei deles, até que notei um homem que estava à minha direita, e ele me olhava com olhar penetrante, mas por fim um rapaz simpático chegou até a mim, eu gostei dele, e assim começamos a conversar, porém o homem de olhos sedutores me encarava sem deixar dúvida que ele estava interessado em mim, mas meu novo acompanhante era sedutor também, e logo eu quis dançar com ele, fomos a pista de dança e tudo estava girando loucamente com luzes multicoloridas, e a bebida me deixando tonta, porém eu estava feliz e rindo atoa, me senti em um lugar alucinante como um parque de diversão, e tudo estava sendo além do meus sonhos, o lugar a música, meu acompanhante...
Acabei notando, tudo ao meu redor e com certeza, ali tinha tudo que eu queria da vida, alegria gente bonita, sorrisos, eu gostaria de ser como essas garotas, que estão dançando a minha volta, mas se tudo corresse como meu plano logo poderia vir a ser isso mesmo, festas, amigos, diversão, e talvez um trabalho para ocupar os meus dias, algo legal e divertido.
Estou rindo alto, como meus pensamentos, pois realmente meu plano é perfeito, por que assim que o grego souber, ele desistirá no mesmo ato!
É, o melhor papai não irá poder fazer nada.
Ele, enfim, me deixaria viver como uma jovem normal...
Meu acompanhante, Ricardo Alcântara, logo começa a me puxar para fora da pista de dança.
- Vamos linda? - Tenho um lugar ainda mais alucinante para te mostrar!
- Sim, quero muito. - respondo.
Eu estou alta de álcool eu sei, mas nem me importo, Giovana irá nos seguir, e nada vai dá errado, eu irei transa com um cara bonito, e amanhã serei livre!
Saímos rapidamente, e sem demora chegamos ao motel, Equador.
Tudo muito iluminado, e com ares de palácio das arábias, na verdade até agora não entendi por que o nome não é oásis, ou algo relacionado às arábias?!
Estou cheias de pensamentos, meu cérebro parece que derreteu, tipo gelatina, depois irei perguntar a Giovana que comprimido são esses que tomei, pois nunca mais irei tomar nada semelhante, ela me disse para tomar um, e guarda o outro, porém eu tomei os dois de uma vez!
Acho que acabei exagerando a dose, mas melhor assim, com tanto que consiga transar com o bonitão tá tudo certo.
Mal entramos no quarto, Ricardo me beijou voraz, tentando me despir...
Eu estou tão louca, mas quero fazer xixi, então digo a ele isso, e sigo para o banheiro!
Aí! Que alívio, estava morrendo de vontade, então já aproveitei e liguei para Giovana informando o quarto, 103 estou nesse tenho certeza ao menos, com tudo certo, então olhei para chuveiro e decidi tomar um banho, estou toda suada pegajosa, e foi realmente delicioso o banho, porém meu estado está cada vez pior, estou grogue até, mas vou fingir que estou somente alta de álcool...
Voltei ao quarto e já na empolgação tiro a toalha e chamei o Ricardo:
- Vem querido me tome, sou toda sua! - Estou pronta, e quero que você me fodar com gosto!
" Não faço a mínima ideia de como puder falar descaradamente assim, se a madre do colégio me visse agora, com certeza iria me trancar na torre de castigo pelo resto dos meus dias, bobagem, rir alto dos meus pensamentos loucos."
O quarto estava na penumbra, somente com a luz do banheiro dando ao meu acompanhante a visão total da minha nudez, ele arfou alto...
Autora: Graciliane Guimaraes.
Cap. 2
O amor do grego
Violetta
- Vista-se Violetta!
- Oh!...
A luz foi acesa no mesmo minuto, e logo entendi que não era Ricardo que estava ali, mas sim, o homem que me olhava lá na boate!
"Incrível, como ele sabe meu nome?"
Logo ele falou novamente, para que eu me visitasse, me entregando um roupão.
- Pegue, ande rápido!
- Quem é você? - Eu não quero me vestir!
- Você não sabe o que está falando menina!
- Muito pelo contrário, eu sei muito bem o que estou fazendo! - Falando nisso, cadê o Ricardo?
- Ah! O cara que estava aqui?- Olho para ela com olhar de desafio.
- Sim, o Ricardo Alcântara meu acompanhante.
- Ele foi embora, pois ele sabe o que é melhor para ele! - Afirmo.
- Você não tem o direito!
- Talvez não, mas ao menos estou evitando algo absurdo que estaria prestes a acontecer aqui!
- Bem, que tipo de absurdo o senhor está dizendo, posso saber?
" Minha cabeça está rodando, eu não sei porque ele está falando comigo com tanta autoridade, mas sei que o odeio por isso!"
- Menina não brinque comigo, e me obedeça!
- Se não, o quê?
- Tem certeza que você quer pagar para ver, Violetta Esparta?
" Quem ele pensa que é? - Talvez um senhor dos castelos, que mandar é obedecido?"
- Tudo bem, me dê o maldito roupão!
Eu demorei a colocar o roupão, fiz de propósito já que ele continuou me olhando, com olhos brilhando de interesse, então fiz questão de deixar bastante tempo para ele aproveitar. - Pronto estou vestida, e agora?
- Vamos embora desse lugar!
- Eu, não quero ir embora!
- Violetta, você não está em condição de decidir nada! - Vamos.
- Quem você pensa que é? - Para falar cheio de autoridade comigo?
- Posso ser alguém, que com certeza você vai se arrepender de ter conhecido dessa forma!
- Oi, eu não saio com estranhos, por isso não vou com você a nenhuma parte!
- É mesmo, então por que você estava aqui com esse tal Ricardo? Você já ao menos o conhecia?
- Claro que não! - Eu o conheci hoje.
- Então, você é uma mentirosa!
- Isso não te interessa, e também não vem ao caso, fora que eu não preciso de você para sair daqui!
Sendo que eu não sei nem para onde você vai me levar.
- Irei te levar para sua casa, menina!
Entregarei você ao seu pai, e ele fará o necessário.
- Você ficou louco?
Como que eu vou chegar na minha casa nesse estado!
- A única louca aqui é você, que se permitiu estar dessa forma!
- Desculpa, mas, quem é você? - Ou quem pensa ser, para falar comigo assim?
- No momento, não interessa.
- É, sério que você não vai me dizer seu nome?
- Digamos que eu seja um amigo do seu pai.
- Verdade que você quer que eu acredite, que você é um amigo do meu pai!
Eu nunca te vi.
- Claro que não, você não vivia no convento? - Na verdade, muito me admira esse comportamento de cortesã que você está tendo!
- Como? Cortesã!... Ah... rá... - Ah! não consigo para rir.
- Se você prefere outro nome?
Eu, posso te dizer menina!
- Ei, eu não sou uma menina!
Você acabou de me ver nua, já esqueceu?
- Isso não vem ao caso, Violetta!
Vamos embora daqui, mas antes, entre nesse banheiro coloque a roupa que você veio e vamos sair daqui.
- Ei cara, você tem problemas, eu já te disse que eu não vou sair daqui com você, e se quer saber eu não preciso da sua ajuda, pois minha amiga Giovana está no outro quarto ao lado, e se eu for sair daqui, será com ela e não com você!
- Vá se trocar agora, depois irei escoltá-la até sua casa, é se sua amiga tem um pouco de juízo irá te levar agora mesmo para lá.
- Ei, mas como eu vou entrar em casa?
- Você deveria ter pensado nisso antes? - Você não acha!
- Tudo bem, eu vou me trocar.
Em seguida, entrei no banheiro vestindo o mesmo vestido que eu estava...
Aí ele estava todo suado, que agonia não deu nem dois minutos, já ouço a porta quase sendo derrubada.
- Vamos Violeta! - Agora saia.
- Ei, calma, eu ainda estou me vestindo.
" Nossa que cara mais chato, e insuportável!
Sinceramente, nunca mais vou tomar esses comprimidos".
Consegui sair do banheiro com muito custo, mas acabei deixando as sandálias lá...
Pois, realmente eu não conseguiria andar sobre saltos nesse momento, ainda estou totalmente embriagada drogada não sei o que, que é, mas, eu estou estranha.
Porém o tal amigo do meu pai, não vai me deixar em paz.
- Vamos Violeta.
Ele me puxa pela mão e logo saímos do quarto, e fomos no quarto que Giovana estava, ela ao me ver se assusta, mas logo eu explico toda a situação, enfim partirmos para casa!
Não consigo nem me lembrar como conseguiu entrar no carro da Giovanna, ela logo começou a me fazer mil perguntas, eu porém não sei como respondê-la, já que a minha mente está um caos, não faço ideia de quem seja o tal homem que se diz, amigo do meu pai, contei a ela!
Minha única preocupação agora, era: o que eu vou fazer para entrar em casa?
Mas, para minha surpresa ao chegar na porta de casa, o homem desce do seu carro como prometeu nos escoltou até em casa, mal tive tempo de tem uma reação ele me tira do carro e me leva com ele me fazendo quase correr, ainda bem que estou descalça, se não provavelmente teria caído.
Logo entrei em casa, e para o meu horror são quase quatro horas da manhã! Que loucura, se papai me ver, ele vai me matar, ou então ficarei presa naquela maldita torre daquele maldito colégio que eu não suporto nem lembrar.
Porém, para minha surpresa e alívio, ele me leva pelos fundos da casa e me faz entrar.
Lucia, me recebe e se assusta ao ver o tal amigo do meu pai!
Ao menos ela o conhece, então logo saberei quem ele é!
Lucia e ele conversam, como se eu não estivesse ali, eu também nem estou prestando atenção mesmo, porque não me sinto bem, estou horrível, mas Lucia finalmente me leva para o quarto...
Com sua ajuda logo eu vou me trocar, porém ela está muito chateada comigo, provavelmente o estranho deve ter ameaçado ela, enfim estou na minha cama caí num sono profundo como um bebê.
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Alexandre
Não quero nem imaginar o que teria acontecido a essa menina, mas por sorte do destino. eu estava chegando e percebi essa movimentação estranha e logo a notei, ainda que inicialmente achei que fosse só uma empregada normal, porém eu conheço demais essa menina, é assim que ela entrou no carro tirando o capuz da blusa eu tive a certeza cabal, então a seguir confirmando as minhas priores premonições, realmente ela e Alexie formaram um estrondoso par de tremer o chão, como pode ela ter sido criada praticamente em um convento e ter um comportamento desse?
Muito me admira o pai está protocolando para entregá-la, pois se eu fosse ele já teria a mandado direto para o casamento.
Estou ainda impressionado, ela é realmente muito linda, na verdade deliciosa, cheguei a arfar de tesão, mas não posso nem lembrar a cena que meu pau responde a altura, estou sem pregar o olho graças a visão dessa menina atrevida!
Chega não foi nada demais, foi simplesmente uma mulher nua, e só.
Apesar que essa mulher será minha cunhada, ou seja talvez um problema isso.
Deixei meus pensamentos impróprios para o momento, e me concentrei na conversar com o seu pai explicando que já estou indo para a Grécia, e que posso levá-la comigo assim ela irá conhecer Alexie uns dias antes do casamento, para que ambos possam se conhecerem melhor!
Arthur me olhou com olhos desconfiados, mas no fim cedeu, pois ele sabe que eu sou o chefe da família Lutof.
Ainda mais agora que papai não está mais entre nós, a minha palavra é a ordem!
Então com tudo de acordo, já estou pronto para partir e aguardando a menina Violetta.
Já era uma da tarde, espero que ela tenha se recuperado da baita ressaca que ela deve está, mas se não, tomará que ao menos não vomite no meu avião!
Ela está descendo as escadas muito rápido, pelo seu rosto está com raiva, porém ao me ver o choque em seus olhos chega a ser incrível!
- Olá Violetta! - Prazer em conhecê-la.
- Violeta, filha, esse é Alexandre Lutof, o seu cunhado, ele a levará para a Grécia para a ilha de Santorini.
Ao ouvir o pai dela falar, ela parece estar em outro mundo, mas realmente está chocada, é eu estou sorrindo por dentro, fiz questão de fingir que nunca a vi, a cumprimentei com entusiasmo.
- Filha seja educada, cumprimente seu cunhado.
- Oi, senhor Lutof.
" Só isso cunhada, espero que você siga assim, de agora em diante, para o meu bem, e o seu."
- Pronta, menina Violetta?
Sem esperar resposta, já me viro e começo a conversar com Arthur, ignorando ela de propósito!
Então seguimos conversando, e digo que eu aguardo Arthur dali a uma semana para o casamento!
Sem nem olhar-lá, então partimos para o aeroporto...
O avião já estava pronto, a vantagem de ser dono de um império de aviação era ter essa facilidade de viajar, sem planejar, ou ter que esperar toda chatice de embarque, check-in, e protocolos.
Estou satisfeito como nunca, sendo a maior companhia aérea de quase metade dos grandes centros do mundo.
A companhia Voareof, é a mais segura em décadas, e isso a torna cada vez mais próspera.
Estou no Brasil a alguns anos com a companhia, e acabo de arrematar uma antiga empresa de avião, assim tornarei Voareof, a maior do Brasil, na verdade Arthur me entregou tudo, como acordo que papai ele havia acordado.
Não posso, dizer que sou contra ao casamento entre as famílias, mas na verdade sabe que estou tendo parte me satisfaz, afinal depois da minha tia Leona, eu fui o maior prejudicado, inclusive até hoje tenho marcas dessa tragédia, que poderia ter sido evitada, se Arthur houvesse cumprindo com acordo das famílias lá atrás.
Mas como papai dizia, o que aconteceu não podia ser mudado, e o futuro era o que interessa!
Porém, a mim isso nunca será esquecido, porque a falta de uma parte da minha perna não me deixa esquecer.
Apesar que, que tem dia que nem me lembro, que não sou um homem completo.
A não ser, pela dor de saber, que jamais poderei ser...
Chegar Alexandre! Falo comigo em pensamento, não adianta.
Várias horas depois..
O voo até a Grécia foi tranquilo, como sempre, afinal estou no meu avião!
Eu fiz questão de ignorar a minha futura cunhada, a deixei bem longe de mim, afinal estavamos em um avião de grande porte, isso me trouxe um grande alívio, pois não posso correr o risco de cair na tentação, de olha-la outra vez, preciso esquecer a cena do maldito motel.
Ela me desperta algo que estava adormecido, e não faço a mínima questão que acorde!
Então finalmente chegamos a minha casa, na verdade na casarão da família Lutof, ainda conservamos a ideia que família precisa viver juntas, e assim a ilha em Santorini, e o lar doce lá de todos os Lutof, apesar que eu tenho um apartamento no centro, e meu irmão também, fora todas as outras propriedades no país, Atenas sendo a principal.
Mal posso esperar a hora de entregar a noiva aos cuidados da minha mãe, e saí...
Mas antes, infelizmente preciso ao menos conversar uma coisa com minha cunhadinha.
- Vamos, Violetta quero esclarecer já com você algo!
- Me largue, você está me apertando seu ogro, você não falou comigo toda viagem, e agora pensa que eu vou ouvi-lo?
- Chega menina, é para seu próprio bem, entre aqui no meu escritório.
Eu tive que praticamente empurrá-la, mas não importa...
Com tanto que ela me ouça, e não tente fazer nada, que venha a me constranger, pois infelizmente acabei de me lembrar que ela pode querer, se safa do casamento, me usando para isso.
Apesar que eu acredito que ela não vá arriscar, fora que a cena que eu vi, onde ela se oferecia a mim, se prejudicar alguém, será ela mesma!
- Estou esperando Sr. Lutof! - Digo bocejando mostrando meu tédio, por ter ouvi-lo.
- Bem, que bom que você está tão interessada na nossa conversa, quanto eu estou. - Que fique bem claro menina, eu não gosto de você, e só a tolero pelo seu pai que é um homem de palavra, e agora por que você será mulher do meu irmão, mas nem de longe eu a suporto, mesmo você entrando na minha família! Afirmo.
" Na verdade eu sinto outras coisas, mas jamais será possível, então melhor desmotrar antipatia."
- Ótimo, Sr. Lutof se sinta satisfeito, pois é recíproco nossos sentimentos.
- Que bom menina, então quero que você seja cordial com minha mãe, minha irmã, e respeite seu futuro marido, Alexie e jovem como você, pelo céus dois cabeças ocas de vento juntos...
- Obrigada, Sr. Lutof pela referência a mim é a seu irmão, o então meu futuro marido.
- Não é isso que queria dizer, menina, eu apenas falei demais, mas já que é verdade, aproveite e tente ser mais discreta ao menos por um tempo, afinal minha família pensa que você é uma quase freira, e não uma...
- Sei Sr.Lutof, já entendi, você quer que eu mostre que fui educada para casar, e não para festejar!
- Isso mesmo menina, você é esperta!
Alexie é jovem, porém tem experiência com mulheres, então talvez o melhor é você tentar ser a santa que ele tanto espera, pois mulheres promíscuas, ele já tem um lista imensa.
- Obrigada pela dica Sr. Lutof, juro que estou de verdade agradecida com sua preocupação com a minha pessoa.
Mas, só para constar, eu jamais quis ser santa, e fora que a ideia de ser freira me dá até arrepio, e sinceramente não sou de me sacrificar por ninguém, portanto sem chance de ter qualquer vocação.
- Isso, eu sei! - Pois, uma mulher que se oferece como você se ofereceu a mim, de verdade não tem nenhuma chance de ser santa!
- Ei, eu não me ofereci a você, eu me ofereci ao meu namorado Ricardo.
- Como? - Você não disse que o conheceu naquele dia?
- Sim, Sr. Lutof, porém se tudo tivesse acontecido, com certeza ele seria meu namorado.
- Ah... ra...ra..
É, sério menina que você acredita que um homem, levaria a sério namorar com uma mulher oferecida como você?
Mulheres como você só servem para uma noite, e nada mais!
- Como ousar, ser grosseiro assim?
- Acorda Violetta, e aproveite a oportunidade de se tornar uma mulher decente! - Se Alexie não fosse tão imoral como é, eu até sentiria pena dele, por se casar com uma mulher do seu tipo, mas ele só terá o que merecer.
- Seu...
- Já chega menina, vamos logo, minha mãe nos espera, e com pouco sorte seu tão precioso noivo também.
Autora: Graciliane Guimaraes.
Cap.3
O amor do grego
Violetta
Seguimos pelo corredor da mansão, logo chegamos em uma sala muito linda, porém não havia ninguém...
Isso me trouxe um certo alívio!
Mas logo o chato do Sr. Lutof começou se justifica:
- Violetta acho que ninguém estava nos esperando, então vou chamar à governanta para te levar até seu quarto, e assim você pode descansar um pouco, porém dentro de três horas é o almoço, sim!
- Então até lá. - senhor Lutof!
Faço questão de dar um sorriso debochado.
" É ainda acrescento no meu pensamento até lá Sr. chato."
Mas sinceramente se ele não estivesse na mesa, seria ótimo!
Logo vem a tal governanta, que me leva ao quarto.
" Ai que alívio, como papai fez isso comigo? Estou presa em uma ilha sem dinheiro sem meu celular, pois segundo papai eu teria muitas coisas para resolver, como meu casamento."
Eu nem tive tempo de me inteirar das redes sociais ainda, mas ao menos eu tinha Giovana para conversar, mas agora nem isso posso mais.
Ainda não entendo porque papai obedeceu, ao Sr. Lutof, e os empregados da nossa casa também.
Lucia me acordou, e já estava tudo pronto, eu só tive que descer, é mal pude comer alguma coisa antes de ir embarcar nessa viagem.
A Grécia é linda, isso eu tenho que admitir e a ilha então é Belíssima, mas eu já odeio esse lugar!
É, assim que tiver oportunidade sairei daqui, eu ainda não sei o que farei, mas farei algo sem pensar duas vezes, para me salvar desses casamentos.
Como eu não faço ideia do que me aguarda, não tenho nenhuma noção do que vestir, porém logo ouço uma batida na porta, que se abre em seguida.
Pela porta passa uma moça toda sorridente, que logo começa a conversa.
- Olá Sr. Violetta, sou Rose e fui mandada até a senhora para ajudá-la, irei desfazer as suas malas, mas se a senhora precisar de algo além, é só dizer!
- Obrigada Rose, mas eu estou bem, e não preciso de ninguém para desfazer as minhas malas.
- Ai senhora, esse é meu trabalho, por favor.
- Tudo bem Rose, Já que é assim, então vou tomar um banho.
"Eu sabia que estava sendo bom demais, para ser verdade, com certeza é um plano daquele senhor Lutof para me vigiar."
Tudo bem ao menos aqui eu não farei nada, e vou aproveitá no bem bom.
Porém, quando eu volto para minha surpresa a divertida Rose está cantando uma canção grega linda, me lembrei da minha mãe, pois ela cantava a mesma canção, mas ela logo se assusta ao me ver.
- Olá, Senhora me desculpe?
- Tudo bem, Rose, você me faz lembrar minha mãe, essa canção é bem antiga e minha mãe me ensinou também.
- Verdade senhora Violetta, e uma música muito importante cantada a todas as crianças, ah senhora eu já separei um vestido para a Senhora se vestir!
- Obrigada, que ótimo, eu não sabia mesmo o que vestir.
- Não se preocupe senhora, o Sr. Alexandre me pediu para ajudá-la.
- Então foi o senhor Lutof, fiquei pensando que fosse minha futura sogra, não a senhora Andras, nem sabia da sua chegada, mas ela irá encontrá-la no almoço em família.
- Hum me fale sobre ela, aliás me fale sobre todos, Rose.
- Senhora, eu não sei se posso fazer isso.
- Que pena, achei que pudéssemos ser boas amigas?
- Tudo bem, mas será um segredo entre nós!
- Claro, eu juro!
Fiz sinal da cruz como forma de promessa, não falarei a ninguém.
Então Rose me contou sobre a família, enquanto eu me vestia no closet, como a família era, e após ouvir todos os relatos me senti até tranquila, pois se tudo for verdade, eles são normais ao menos, mas uma coisa eu já sabia, isso não me surpreendeu o chefe aqui é mesmo o Alexandre Lutof, e meu então futuro marido é apenas um boa vida mesmo, que pesadelo que papai foi fazer comigo.
O tempo passou tão rápido que levei um susto, ao ver a hora.
Logo Rose me fez descer com ela, acabei me vestindo com um vestido branco com bordados lindos a mão, e algumas lantejoulas, um modelo simples que me deixa bem feminina, e sofisticada, com mangas longas, e decote coração bem discreto na altura das coxas, as costas com decote mais ousado, porém nada exagerado, meu guarda roupa foi adquirido por uma especialista em moda, ao menos papai me fez esse favor.
Dessa vez todos estavam me esperando, e claro o Sr. Lutof fez questão de me apresentar a todos e por último ao meu então noivo Alexei, ele é realmente lindo estou surpresa, pois gostei dele e parece que ele gostou de mim, percebi que o senhor Lutof ficou nos olhando, mas logo deu uma desculpa dizendo que tinha trabalho a fazer, e assim se foi, sua mãe logo me pediu desculpa, pela falta de educação do filho, mas infelizmente Alexandre era assim, sempre os negócios antes de tudo, disse ela.
"Que ótimo não fará falta, pensei comigo, chato já vai tarde."
Aghata, a irmã mais nova da família, então me pergunta?
- Então Violetta, como é estudar em um colégio interno, na verdade viver em um?
Fiz questão de contar só o lado positivos para ela, pois não queria deixá-la de boca aberta com a verdade crua.
Pois sinceramente não desejo a ninguém o que passei lá, mas é certo que eu fiz muita coisa errada e mereci todos os castigos.
Logo Agatha muda de assunto, pois está enfadada com as minhas histórias, e começa a falar sobre o casamento sobre toda preparação, e que tudo está pronto, e que está no seu quarto meu vestido.
Alexie olha para mim com olhos penetrantes, ele se sente atraído por mim, isso eu posso sentir.
Eu ainda não sei o que eu sinto, porém ele é muito bonito, mas há algo que eu não consigo entender nele?
Andras a minha então Sogra falar:
- Calma, Agatha, é muita informação ao mesmo tempo.
- Dá um tempo para a minha noiva, eu quero levá-la para passear, por santorini depois você mostra essas coisas do casamento. - Falar Alexie.
- Não senhor diz: dona Andras, você sabe que não pode sair com sua noiva a não ser que vá com sua irmã! - E nada de demonstração em público.
- Ah! Mãe pára com isso, eu não acredito que Violetta vai se importar de sair sozinha comigo, ou de demonstrar que me quer em público. - Não é mesmo Violetta!
- Não, eu não me importo de Agatha ir conosco, e sim, eu gostaria de dar uma volta!
- Está vendo mãe, então está tudo resolvido. - Afirma Alexie.
- Tá bem, vamos comer, pois depois vocês podem ir a esse passeio pela cidade. - Andras encerra a conversa.
Realmente está sendo maravilhoso o passeio na ilha, tudo é lindo, apesar que eu continuo odiando esse lugar!
Sem falar que Alexie é charmoso e eu estou gostando de conversar com ele, temos gostos parecidos, na verdade ele é bem louco.
Mas logo ele me diz, que irá me levar em uma festa hoje, mas que é um segredo só meu e dele.
"Pensei comigo, quer saber, por que não!?"
Eu então perguntei porque o branco é predominante na cidade ele me explicou é uma forma de diferenciar a ilha das outras, tornando assim a ilha de Santorini uma ilha única e inesquecível.
" Acho que não é só isso, mas deixei quieto, pois ele parecia se esforçar em ser galante".
Agatha estava sempre falando no celular, é em um certo momento fomos caminhar na praia, ela porém não quis ir e ficou sentada num quiosque.
Eu achei que não tinha nada demais, afinal de contas logo seremos casados, dali a cinco dias, menos de uma semana.
Alexie fez questão de pegar na minha mão, e seguimos caminhando pela areia branca conversando.
Ele logo começou a conversar:
- O que você gosta de fazer Violetta, apesar que eu sei que você viveu praticamente presa naquele colégio!
- Verdade, mas...
Então resolvi me abrir com ele contando os meus sonhos, gosto de dançar, curtir, viajar, gosto muito de champanhe.
" Na verdade eu nem sei bem se gosto de tudo que disse, mas tentei ser uma garota desinibida."
- Eu também gosto, é muito bom, mas há algumas coisas melhores, que talvez ainda você não conheça Violetta, mas se você quiser posso te arrumar hoje, na festa que iremos?
- Sobre o que você está falando?
Se for sobre comprimidos eufóricos, eu já tive oportunidade de provar, é resposta é não, muito obrigada! - Foi só uma única vez, é eu não tenho a mínima vontade de usar esse tipo de divertimento de novo!
- Ah, que pena...
Esqueci de verdade que você foi criada em um convento, você é mais Santinha.
- Talvez, seja isso!
- Hum...
Você sabe Violetta, que eu estou ansioso pela nossa lua de mel.
Ele me fala e começa a acariciar minha cintura, e logo me vi nos seus braços.
Como ele é rápido, foi o único pensamento coerente que veio à minha cabeça, ele tão sedutor que não tive nem tempo de pensar, pois ele já estava me beijando na verdade eu não sei se gosto do seu beijo, apesar que não tenho muito que comparar pois beijei só o Ricardo, mas sinceramente ainda tenho dúvida qual é o melhor beijo, mas mesmo assim acho que falta algo?
Pois nos romances que li, os beijos eram descritos com tanto entusiasmo, e parecia algo fora de órbita, algo que nos fazia flutuar.
Porém o beijo não durou muito, e foi um alívio, Agatha vem correndo nos chamando:
- Vamos embora Alexie, pois Alexandre já está uma fera, e mamãe acabou de me ligar.
- Então o senhor chato já está dando ordens.
" Que engraçado, eu penso o mesmo, do Sr. Lutof."
Não se preocupe, vamos à hora que eu decidir. - Alexie afirma em desafio.
Então ainda passamos no quiosque, fizemos um lanche, Alexie fez questão de passear de carro quando chegamos já eram quase nove da noite, ou seja perdemos o jantar!
- Não se preocupe Violetta, somos todos adultos, e não temos que dar satisfação a ninguém, foi só um simples jantar, isso não é nada demais, e se você quiser comer alguma coisa posso pedir a governanta para levar no seu quarto?
- Não precisa, já estou satisfeita.
Ele então tenta me dar mais um beijo, porém Agatha vendo a cena já diz, que aqui é melhor ele não fazer isso.
- Você, sabe Alexie que somos gregos!
Eu não entendi muito bem o que ela quis dizer com isso, mas logo estava no meu quarto e deixei eles discutindo.
Autora: Graciliane Guimaraes.