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O CEO & a POBRE MOÇA

O CEO & a POBRE MOÇA

Autor:: breany34
Gênero: Romance
Ele era um ceo que precisava de uma noiva por contrato e um dia acaba salvando uma moradora de rua a qual a sua mãe começa a ter um enorme apresso e sugere que ele a torne sua noiva. Um amor incomum surge e também diversas adversidades, eles aguentariam tudo?

Capítulo 1 Um

Ela era a sua melhor amiga, cresceram juntos e Erick nunca imaginou que o sentimento de proteção que ele sentia ao vê aquela pequena garota se tornaria um amor tão envolvente, doce e másculo. Agora eles teriam finalmente a oportunidade de materializar e eternizar esse amor. Lutaram tanto, contra tudo e todos, e finalmente poderiam gozar daquele amor para todo o sempre... Mas infelizmente as coisas nem sempre seguem o curso que planejamos.

- A noiva? Onde está a noiva? - questiona a cerimonialista e Erick sente seu coração apertar.

- Ela já está chegando, o spar onde ela iria se arrumar é bem longe daqui então eu tenho certeza que Jajá ela chega - Yolanda responde e a mulher vai embora.

Ela vê a tensão do filho e logo vem ao seu encontro o acalmar, ele tremia e suava bastante e do nada Erick não consegue conter a angústia que estava sentindo, ele senta-se no banco da igreja e põe-se a chorar bastante pois o seu peito não parava de doer e a sua aflição estava o sufocando.

Yolsnda sente seu celular vibrar no bolso do vestido e sai para fora da igreja atender o telenema, assim que ela põe o celular no ouvido o clima fresvo e agradável fora da igreja dá lugar a um frio intenso, seco e extremo, a mulher ao ouvir aquelas palavras sente o seu CORAÇÃO lachar em pedaços.

- Não pode ser... A leve ao hospital Joe, por favor dê algum jeito! - grita desesperada.

- Não tem jeito algum Yolanda... Não tem. Os médicos acabaram de confirmar que ela tem poucas horas de vida - pontua fazendo as lágrimas transbordarem pelo rosto da senhora.

Erick veio até ela do lado de fora da igreja e ao vê o semblante abatido da mãe seu coração já aperta mais uma vez, ela ao vê aquele olhar desnorteado do filho sente uma dor imensa afinal sabia que nenhum dos dois mereciam aquilo... Eles se amavam tanto.

- O que aconteceu mãe? O papai passou mal? - questiona segurando a senhora.

- Filho... A Alice infelizmente não vai poder vim - pontua com a garganta seca e o coração extremamente apertado.

- Como? Por que? - questiona confuso e ela só conseguia chorar - Mãe me fala o que aconteceu por favor... Eu estou angustiado e com medo - implora a balançando.

- A Alice caiu das escadas da mansão e começou a convulsionar bastante, o seu pai a levou para o hospital e eles descobriram que ela tem um tumor enorme no cérebro e não tem como tirar - pontua sem conseguir completar a notícia pois teve que segurar o filho que caiu no chão aos prantos.

Ele estava no primeiro estágio, a negação iria tomar ele por todo o tempo e até quando ele a viu no caixão ele não acreditava naquilo, ele a amava a tal ponto que não a deixou partir por muito tempo.

- Ela vai voltar eu tenho certeza,ela é muito saudável, ela estava bem pai... Ela estava tão feliz com o nosso casamento - pontua segurando o senhor que já não aguentava mais chorar pelo estado do filho.

Os seguranças vêm para levar o caixão ao cemitério e Erick teve que ser sedado pois não queria deixar os homens a levarem dali.

- Ela vai ficar comigo! Soltem ela! Soltem a minha Alice por favor - grita sendo segurado pelo pai que tentava o acalentar como quando ele era bebê - Pai por favor não deixa eles levarem ela... Deixa ela comigo pai - implora o rapaz já sem forças.

- Filho... Meu querido filho, se eu pudesse... Daria a minha vida para que ela não te abandonasse meu bem - afirma o senhor com o coração partido.

- Por que papai... Por que ela se foi... Eu a amava tanto - questiona o garoto prostrado no chão da mansão... Ah aquele chão, já foi palco de momentos tão felizes entre os dois.

E ninguém sabia mais em cada lugar daquela mansão tinha um pedaço daquela garota brincalhona e desastrada, que fazia todos rirem e que foi a única que ensinou a Erick que valia a pena amar, viver e sorrir de uma forma impensada pois não havia amanhã e se houvesse por muitas vezes ele era cruel.

Dez anos depois...

Erick havia dormido mais uma vez como seu costumeiros dias, parte da manhã inteira na empresa trabalhando feito um louco e a noite inteira em baladas bebendo e curtindo de uma forma irresponsável, ele iria dormir dopado de bebidas e as vezes drogas pois não conseguia dormir são por causas dos pesadelos, estes que antigamente eram doces sonhos do rapaz mas agora carregavam uma dor tão grande que o assustava e fazia fugir como um.pesadelo.

- Erick me ajude! - a garota grita encima de uma das pedras da cachoeira da propriedade de Joe.

- Pois bem - ele a pega no colo e a garota acaba tropeçando, e os lábios dos dois se selam em um beijo doce e terno.

- Erick me desculpa - se afasta porém ele a segura e diz:

- Não ouse se afastar de mim, eu a quero perto por favor - implora a puxando - Eu a quero para mim - a beija novamente e ela retribui.

- Erick nossos pais... - interrompe se afastando - Os seus pais odiaram te ver com a filha da empregada - lamenta triste.

- Que se fodam, eu sou suficientemente inteligente para conseguir viver sem eles - insiste sorrindo - Por favor, não perda a oportunidade de vivermos o nosso amor minha princesa, eu juro que se você aceitar eu nunca te deixarei, nunca, não importa o que aconteça você será sempre minha - pontua a beijando novamente e ela acaba se rendendo.

- Eu vou ser sempre sua - fala entre as pausas dos beijos sedentos do rapaz.

...

- Jura para mim que você sempre será minha? - pede a beijando enquanto admira aquele corpo escultural desnudo, totalmente rendido para ele.

- Eu serei sempre sua - confirma entre gemidos como resposta aos toques sedentos do rapaz - Me faça sua - implora e o rapaz se sente surpreso ao saber que ela realmente o amava a tal ponto.

- Eu te amo tanto - jura olhando nos olhos azulados da garota que olha profundamente nos do rapaz e diz:

- Eu te amo bem mais, e para sempre meu amor - o puxa para mais perto afinal era tudo que ela necessitava.

...

Ele gritou o nome dela o mais alto que podia, os moradores do prédio nem se importavam mais afinal já tinham se acostumado com os surtos do rapaz, ele se encolhia na cama e se debatia enquanto os pensamentos de culpa o esfaqueavam sem dó alguma.

- Você quer uma água? - a garota questiona assustada.

- Vai embora daqui por favor, eu não quero te machucar - implora cabisbaixo e ela levanta da cama e procura suas roupas.

- Erick por favor se cuida...

- EU NÃO QUERO ME CUIDAR SARA! EU QUERIA TUDO MENOS ISSO! - grita enfurecido.

- Mas infelizmente o que você quer não vai voltar e por mais duro que seja uma hora ou outra você vai ter que enfrentar isso Erick, espero que não perceba tarde demais - pontua indo até a porta.

Ela vai embora e Erick fica um tempo pensando no que ela falou, Sara tinha toda razão, ele tinha que deixar o passado ir embora afinal se ele não fizesse isso, nunca iria parar de doer.

Capítulo 2 Dois

" Dez anos após a perda da sua noiva Alice Gernolts, Erick Shewfic vive até hoje o luto da pior forma possível "

" Prostitutas,bebidas, brigas, drogas, acidentes... Dez anos após uma perda dolorosa Erick Shewfic vive as traças hoje em dia "

" Ele já não sabe o que fazer com ele - afirma o padrinho de Erick Shewfic. O rapaz está vivendo uma vida desregrada e polêmica após a perda da sua noiva.

" O quão doloroso pode ser o luto? Veja o que os especialistas concluíram depois de analisar o comportamento do herdeiro das indústrias Shewfic "

- Quantas foram hoje padrinho? - John pergunta entrando na sala de Joe.

- Eu já parei de contar desde aquela vez do cassino... Ele já se recuperou? - questiona jogando os papéis na mesa.

- Sendo sincero, ele nunca vai se recuperar - pontua triste - A vida é extremamente injusta por que isso que aconteceu é um cúmulo... Literalmente ele foi morto, tantas pessoas para irem embora e foi-se justamente alguém assim - lamenta chocado e o senhor suspira fundo.

- Eu sei o que ele está passando e eu passei pelo mesmo, só que eu cumpri a minha promessa - levanta e desliga o notebook.

- Ele não vai conseguir cumprir a dele nunca, o Erick não vai conseguir viver sem a Alice - afirma o rapaz.

- Eu vou obrigá-lo então - anuncia o homem saindo da sua sala.

Ao abrir a porta de um dos seus melhores amigos, Helio Bormete, pai de Pietra vinha até a porta da sala dele com uma cara nada boa.

- Eu disse para conter o seu filho, agora os tablóides já estão achando que a minha princesa é como as prostitutas que ele anda ! - grita com ódio e John segura a risada.

- Ela é pior, pelo menos essas garotas são caras e ela mesmo com milhões não se dá valor algum - John pensa se sentando em uma cadeira para observar a discussão.

- Não achariam se ela o deixasse em paz - corta Oliver de maneira grossa. Essa ladainha de Pietra já estava o deixando no limite.

- Ela ama o seu filho meu amigo! Sabes como uma mulher apaixonada pode ser inconsequente - insiste nervoso - Peça que ele ceda por favor, eu tenho certeza que eles vão ser muito felizes juntos, só isso irá fazer ambos felizes - insiste e Oliver ri de escárnio.

- Você irá mesmo aceitar que a sua filha fique como a sua irmã? Achei que tivesse aprendido a lição Helio! - grita revoltado.

- A Pietra não será como a Paola, eu sei que o Erick a ama... Só basta um impulso para que eles fiquem juntos - insiste implorando.

...

- Erick por favor - Pietra geme já no limite - Erick! - grita o rapaz sai de cima dela ofegante assim como a garota fica minutos depois de chegar no limite.

- Você deveria aprender a chegar lá comigo dentro, é bem mais prazeroso - afirma se sentando na cama.

- Seria bem mais prazeroso se você se rendesse e parasse de fazer comigo dessa forma - olha para a camisinha.

- Eu te conheço sua puta - aperta o queixo dela - Eu sei que a sua intenção nisso não é ter mais prazer e sim tirar o meu por todo o resto da minha vida- a solta com uma certa força, ela acaba caindo na cama.

- Erick não me trate como as raparigas que você come nesses bordéis de quinta! - grita revoltada.

- Você se comporta i pior que elas querida, sem contar que eu as valorizo pois pago caro enquanto você... Eu como de graça até enjoar - zomba com desdém e ela fica chocada com as palavras dele - Se veste e fica me esperando, eu vou tomar um banho - ordena indo até o banheiro do quarto porém ela o segue, ainda que com dificuldade.

- Erick vamos juntos - implora o segurando - Vamos por favor - implora animada.

- Eu não gosto de tomar banho acompanhado, volta pro quarto logo! - ordena entrando no box.

- Por mim não, né? Mas aquela empregadinha sarnenta você...

- CALA A BOCA E NÃO FALA DA ALICE! - grita com ódio - Sai daqui se não eu te jogo pela janela sua puta insuportável - xinga com o sangue fervilhando.

- Você é um imbecil mesmo! Um imbecil! - grita saindo do banheiro pisando duro de ódio.

- Pelo menos eu me dou o valor - grita com ódio.

Ele escuta a porta bater e respira fundo enquanto a água cai no seu corpo, já eram quase onze anos sem ela e o seu peito ainda ardia quando fechava os olhos e relembrava os momentos juntos, não só os eróticos mas o mínimo momento que seja o fazia desabar em lágrimas e se sentir culpado.

- Eu deveria ter te levado a um médico - lamenta esmurrando a parede - Agora você não está mais aqui por minha causa e eu não aguento! Eu não aguento viver sem você Alice! - grita com toda a sua força.

...

- Isso me dói tanto - a vizinha lamenta rezando o terço.

- Todos os dias ele faz isso? - Joe questiona tomando um chá.

- Todos os dias, e tudo só piora quando era varapau loira insiste em ofender a falecida... Eu vejo um ódio subindo nele a tal ponto que eu tenho medo - afirma fazendo o sinal da cruz.

- Ele não a mataria, ele tem pavor de quem machuca mulheres, mas mesmo assim eu rezo que essa garota se valorize e o deixe - afirma respirando fundo.

- As vezes eu penso que se ele arranjar outro amor como ela esse buraco se cubra, não como um tampa buraco mas como um fecho nessa cicatriz - sugere e ele pensa em algo.

- Eu acho que sei o que fazer, se isso não nos ajudar eu infelizmente morrerei com esse buraco no peito - lamenta triste.

- Não fique se perturbado meu amigo, foi um acidente - o abraça com força.

- Não deveríamos ter discutido, ainda mais em um lugar tão aberto... A gente deveria ter pensado antes - pontua com um remorso imenso.

- Senhora Clifford! - Erick bate na porta.

- Oi querido - levanta e vai até a porta, a abrindo logo em seguida - O que aconteceu?

- O seu pote - entrega e ela o pega - Muito obrigada pelos biscoitos maravilhosos - elogia e ela sorri um pouco enrubecida.

- Estou preparando uma fornada para o seu pai - abre mais a porta e Erick o vê - Quer esperar aqui?

- Eu tenho que me encontrar com o John - olha o relógio - Desculpa - pontua incomodado.

- O John foi visitar a tia no Alabama - Oliver vai até o filho - Precisamos conversar - dá ênfase na última palavra - Tchau amiga, até mais - se despede saindo para fora.

- Não briguem por favor - pede preocupada - Isso assusta o Bob - aponta para a sua arara e Erick ri.

- Não iremos brigar, Tchau Bob - se despede com um tchauzinho.

- Tchau babaca maluco - a arara responde e Joe ri porém Erick fica bravo e a senhora Clifford temendo o pior fecha a porta.

- Eu ainda faço um frango assado com esse penoso de arco-íris - xinga bufando de raiva.

- Ele não mentiu... Ou mentiu? - se encosta no corredor.

- Não mentiu, mas ele poderia ficar calado - resmunga bravo.

- Para apaziguar o seu ego que o cega a tal ponto que você não consegue escutar verdades? - pergunta e ele apenas olha com ódio para o pai. Ele não o respondia quando estava errado.

Capítulo 3 Tres

- Era só isso? - questiona indo até o seu apartamento e entrando, ficando perto da porta para que ele não entre.

- Não, não era só isso... Precisamos conversar Erick - insiste indo até lá.

- Eu não vou falar - pontua apertando a maçaneta.

- Vai mesmo me expulsar? Fechar a porta na minha cara? Me impedir de entrar?... Eu só quero te ajudar filho! - quase grita e o rapaz acaba desabando.

- NINGUÉM VAI ME AJUDAR NUNCA POR QUE NINGUÉM VAI TRAZER ELA DE VOLTA! Ninguém! - grita com ódio.

- E se ela voltasse? Ela aceitaria ficar com esse Erick? - aponta para ele - Ela te aceitaria assim?

- Vai embora por favor - fecha a porta porém o senhor o impede e entra a força, o estado do apartamento o deixa chocado.

- Sai daqui - aponta para a porta - Vai embora! - grita indo até a mesa de bebidas porém Oliver derruba todas no chão e toma a que ele pega a jogando na parede.

- EU CANSEI! EU CANSEI TENTAR TE TRAZER A VIDA DE FORMA PACÍFICA ERICK! VOCÊ VAI REAGIR SIM NEM QUE SEJA A FORÇA! - o balança forte - Esse não é o meu Erick! Cadê o meu filho? Você prometeu trazer ele de volta naquele dia - vira o rosto do rapaz para o dele - Traz ele de volta por que esse Erick está me matando! Esse Erick vai matar o seu pai! - finaliza e o rapaz o abraça com medo. Ele não aguentaria perder mais alguém, principalmente alguém tão importante.

- Me desculpa pai - implora chorando - Mas eu não consigo, eu não consigo trazer ele de volta - lamenta triste.

- Eu posso te ajudar, me deixe ajudar Erick... Por favor - implora olhando para ele.

- Pai, não perca o seu tempo... É impossível - se senta no chão - É impossível - se encolhe e começa a chorar.

Joe não queria desistir do filho, então simplesmente o apoiava em tudo o abraçando naquele momento e em outros duros que viriam pela frente, mas nem sempre ele teria a ele para isso.

...

- Como assim? - questiona incrédulo enquanto fazia uma curva - Não pode ser... Você bateu a porra da sua cabeça? - grita esmurrando o volante.

- É a mais pura verdade Erick! O seu pai morreu - pontua uma garota que estava com ele no carro.

- Sai daqui - abre a porta - Vai embora! - grita com ódio.

- Você é crianção ao ponto de me jogar aqui? - questiona indignada.

- Se você não sair eu te empurro - ameaça e ela sai do carro.

Ele pisa fundo indo até a mansão, ao chegar lá ele tem a confirmação de uma dolorosa notícia.

- O meu filho morreu Erick , o meu filho nos deixou- a avó dele desaba em lágrimas nos braços dd que vê Yolanda nas escadas lamentando tudo, as empregadas chorando em coro e até os seguranças da casa sem nexo algum do que fazer, paralisados apenas .

Ele estava assim infelizmente e permaneceria por um bom tempo.

- Meu amigo! - um dos muitos acionistas da empresa desaba aos pés do caixão de Joe - Por que tão cedo? Por que tão cedo... Tão de repente

- O que a gente vai fazer sem o papai? Como a gente vai ficar sem ele? - Vitória se pergunta chorando e Yolanda a abraça, porém a garota vem correndo até o irmão, olha nos seus olhos e diz :

- O papai disse que quando ele fosse pro céu você me protegeria, eu e a mamãe... Me protege irmãozinho? Por favor - implora olhando fundo nos olhos do rapaz que a abraça com força e desaba em lágrimas junto com a irmã.

- O que a gente vai fazer agora mãe? - John pergunta a mãe que estava ao seu lado.

- Eu não sei... Ninguém sabe. Ninguém está preparado para viver sem um pilar John... E o Joe era o nosso pilar - enxuga as lágrimas.

Logo todos ficam brevemente quietos quando alguns senhores de preto entram na mansão, eles vão até o caixão de Joe e em pensamento prestam suas condolências, afinal não fazia parte do protocolo falar tudo em público.

Eles vão até Erick e Vitória sai correndo, um deles senta-se ao lado do rapaz e diz com a mão no seu ombro.

- Eu sei que é difícil, eu estou a sentir o mesmo mas é hora de reagir e levar a frente o legado do meu amigo - pede sério - Não manche a memória dele, pelo contrário, a faça ficar cada vez mais forte. Iremos te auxiliar em tudo caso precise mas por favor, não o envergonhe, ele te amava tanto, acreditava em você e tinha muito orgulho de ti- implora olhando para o caixão - O seu pai era o pilar de muitas pessoas e agora elas estão desamparadas e indefesas, ele ficaria desolado se algo acontecesse com elas.

- Eu sei disso, pode deixar que a partir de hoje eu honrarei o legado dele - pontua olhando para o homem.

- Que bom, e seja bem vindo - o abraça rapidamente.

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