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O Contra-ataque do Bilionário Disfarçado

O Contra-ataque do Bilionário Disfarçado

Autor:: Rickie Appiah
Gênero: Moderno
Minha família era pobre e eu tinha que trabalhar meio período todos os dias apenas para pagar as contas e poder entrar na faculdade. Na faculdade, eu a conheci, a garota linda da minha turma que os garotos sonhavam em namorar. Eu estava bem ciente de que ela era boa demais para mim. Ainda assim, reuni toda a minha coragem e confessou meus sentimentos a ela. Para minha surpresa, ela concordou em ser minha namorada. Com o sorriso mais doce que eu já tinha visto, ela me disse que queria que meu primeiro presente para ela fosse um iPhone mais recente. Eu fazia de tudo, até lavar a roupa dos meus colegas, para ganhar dinheiro. No entanto, acidentalmente a vi no vestiário beijando o capitão do time de basquete. Ao me ver, ela zombou de mim, e o cara com quem ela me traiu até me bateu. O desespero tomou conta de mim, não havia nada que eu pudesse fazer a não ser deixá-los me desvalorizar. De repente, meu pai me ligou e minha vida virou de cabeça para baixo. Eu era filho de um bilionário?!

Capítulo 1 O gemido atrás da porta

No ginásio de uma universidade, Trevor Sanderson usava um uniforme de basquete azul enquanto atravessava os portões do ginásio.

Assim que entrou na academia, começou a pegar as garrafas de água vazias e latas de refrigerante, limpando a sujeira deixada pela torcida que assistiu ao último jogo.

"Seria incrível se a universidade fizesse um jogo de basquete todos os dias, assim eu poderia facilmente ganhar cinquenta dólares apenas juntando essas garrafas e latas. Se eu ganhasse isso tudo todos os dias, conseguia comprar um iPhone para Sylvia no aniversário dela."

Entusiasmado, Trevor olhou à sua volta, avaliando o ginásio desarrumado.

Enquanto ele estava ocupado colhendo as garrafas e as latas, um grupo de estudantes altos saiu do vestiário.

No meio do grupo estava Bernard Collins, um garoto com cabelo ruivo que carregava um cigarro na boca.

Bernard pegou uma das suas meias usadas e jogou em Trevor.

Trevor não conseguiu desviar a tempo e a meia colidiu diretamente no seu rosto, trazendo consigo um mau cheiro intenso.

"Eu pedi a todos da equipa que guardassem as suas roupas sujas por uma semana para que você conseguisse ganhar mais dinheiro, definitivamente cheiram bem, não é?"

Bernard acenou e os outros jogaram as roupas sujas na direção do Trevor.

"Vá embora da nossa universidade antes que seja tarde demais, seu lixo!"

"Você envergonhou a nossa escola!"

"Eu acho que ele não está pegando lixo, mas sim estragando a nossa diversão de propósito!"

"Banana!"

"Eu..." Se sentindo humilhado, Trevor tirou a meia suja do rosto.

Ele não podia ofender Bernard.

Afinal, ele era apenas um simples estudante universitário que vinha de uma família pobre.

A única forma que ele tinha de ganhar dinheiro era trabalhar meio período nos fins de semana e fazer os trabalhos e deveres de casa dos seus colegas.

Só assim ele conseguia pagar a sua faculdade.

Se tivesse outra escolha, Trevor não faria negócios com Bernard, uma pessoa arrogante e detestável.

Mas ele realmente precisava desse dinheiro para se sustentar, então tudo o que ele podia fazer era engolir o seu orgulho e controlar a sua raiva.

Ele respirou fundo, pegou a meia do Bernard e a jogou no balde.

"Cinquenta dólares por toda essa roupa", disse ele.

Bernard abriu a sua carteira, tirou alguns dólares e os jogou aos pés do Trevor.

"Aqui estão cinquenta e cinco dólares, tenho outra tarefa que quero que você faça", ele disse com um sorriso presunçoso. "Eu quero que você pegue um pacote no portão da escola e o leve para o vestiário. É para Dennis Cooper, o capitão do time de basquete."

Com isso, Bernard virou as costas ao Trevor e saiu entusiasmado juntamente com o resto da equipe.

Trevor pegou o dinheiro do chão enquanto fazia de tudo para controlar a sua raiva.

"Eu odeio ter que lidar com aquele idiota do Bernard e os seus amigos, mas pelo menos eu estou ganhando algum dinheiro com isso."

Depois que todos saíram, Trevor continuou pegando as garrafas de água vazias e latas de refrigerante espalhadas pelo ginásio.

Depois de encher um saco de lixo, ele dirigiu-se ao centro de reciclagem do lado de fora da escola para vender o que havia coletado.

Em seguida, ele correu para o portão da escola para buscar o pacote para Dennis e voltou para o vestiário.

Ao longo do caminho, enquanto caminhava, Trevor tentava contar cuidadosamente o dinheiro que ele havia ganhado.

Ele estava cansado de andar de um lado para o outro, mas ao mesmo tempo sentia que todo aquele esforço valia a pena.

Trevor ansiava economizar dinheiro suficiente para comprar presentes para sua namorada.

Ele estava abrindo a porta do vestiário quando ouviu o gemido de uma mulher e parou.

"O quê? Eu conheço essa voz..."

Foi então a mulher do outro lado da porta gritou de prazer.

De repente, o rosto do Trevor ficou vermelho e o seu coração parecia que ia saltar do seu peito.

Foi aí que ele percebeu que a voz que ouviu pertencia à sua namorada, Sylvia Farrows.

"Ai Dennis, eu adoro quando você toca os meus seios assim. Assim mesmo. Não pare."

"Vamos, Sylvia. Eu comprei uma lingerie sexy para você usar hoje. Coloque-a mais tarde, para a gente se divertir mais um pouco."

Quando Trevor ouviu a conversa, finalmente percebeu o que realmente estava acontecendo.

"Sylvia? O que você está fazendo?"

De repente, Trevor foi possuído por uma raiva enorme quando ele abriu a porta com um chute.

Quando viu o que estava acontecendo lá dentro, ele congelou atordoado.

Capítulo 2 Pisoteado

No vestiário da universidade.

Trevor encontrou sua namorada Sylvia beijando Dennis.

O rosto da Sylvia estava vermelho, evidenciando o seu desejo e prazer.

Enquanto isso, Dennis acariciava seus seios com tesão.

"Porra!", Trevor gritou preenchido por um sentimento enorme de raiva. Com isso, uma forte sensação de dor e humilhação encheu seu coração.

Sylvia ajeitou apressadamente a sua saia, que estava levantada até a sua cintura.

"Trevor, o que você está fazendo aqui?"

"Eu deveria ser o único a fazer essa pergunta! Você não disse que ia fazer compras com sua melhor amiga esta tarde? Por quê você está aqui?!", Trevor perguntou em choque.

"Sylvia, eu sei que você tem vergonha do fato de que eu sou pobre, mas por que você quer ficar com um cara como ele? Você sabe com quantas meninas ele já ficou?", ele acrescentou, seus olhos cheios de raiva.

Ele trabalhou duro até a meia-noite só para ter dinheiro suficiente para comprar um presente de aniversário para Sylvia.

Tanto trabalho para no final a sua amada namorada traí-lo.

Ele não podia acreditar que isso estava acontecendo!

Em vez de se sentir envergonhada e tentar se explicar, Sylvia bufou e zombou: "Agora que você já sabe a verdade, não preciso mais escondê-la. Você acha que eu iria mesmo namorar com um cara pobre fracassado como você? Lamento te dizer, mas o nosso relacionamento não passava de uma aposta que eu fiz com uma amiga. Eu só não esperava que você fosse levar esse relacionamento tão a sério."

"Mas eu te amo, Sylvia", disse Trevor com sinceridade nos olhos.

"Trevor, o seu amor não significa nada para mim. Eu apenas queria um celular novo, mas aí você me disse que eu tinha que esperar um mês. Que patético! O Dennis, não só me deu um iPhone novo, como também me comprou uma bolsa de luxo da Louis Vuitton."

Olhando para o pacote que Trevor ainda segurava na mão, Dennis levantou-se e riu.

"Nossa, o Bernard não presta. Eu pedi para ele me entregar um pacote e ele mandou o Trevor no lugar dele. Nossa, é realmente muito engraçado!"

Trevor fechou os punhos, tentando não se deixar afetar pelo que Dennis estava dizendo.

Bernard havia orquestrado tudo isso!

Em seguida, Dennis pegou uma nota de cinquenta dólares, a jogou em direção ao Trevor e zombou: "Coitadinho... Você acha mesmo que pode dormir com a Sylvia? Preste atenção no que eu vou te dizer, isso nunca vai acontecer. Aqui estão cinquenta dólares. É dinheiro suficiente para pagar uma prostituta velha para dormir com você, seu caipira."

"Dennis, eu vou te matar, seu otário!"

Trevor tinha chegado ao seu limite. Incapaz de se controlar, correu em direção ao Dennis como um louco.

"Você acha mesmo que aguenta lutar contra mim?"

Dennis, que tinha mais de um metro e oitenta de altura, socou Trevor, derrubando-o no chão.

Como qualquer capitão do time de basquete, ele era ágil e musculoso.

Por outro lado, Trevor era magro e ligeiramente mais baixo que Dennis.

Trevor caiu no chão com um baque alto e sentiu uma dor intensa na sua bochecha, onde Dennis o havia socado.

Embora estivesse meio tonto, ele tentou reunir todas as suas forças para se levantar.

Mas antes que Trevor conseguisse fazer isso, Dennis pisou na cabeça dele, prendendo-o no chão.

O rosto do Trevor estava todo machucado e coberto de pegadas.

Apesar de os movimentos lhe causarem dor, ele ainda tentou a todo custo se levantar.

Mas Dennis não o deixava, fazendo questão de humilhá-lo ainda mais.

Ele se sentou nas costas do Trevor e tirou uma caneta preta da sua mochila.

Então, com um sorriso malicioso na boca, ele escreveu "Pobre Fracassado" nas costas do Trevor.

Como se não fosse suficiente, ele cuspiu no rosto do Trevor e o ameaçou: "Se você se atrever a me provocar de novo, eu vou te espancar toda vez que você aparecer na minha frente. Depois não diga que eu não te avisei."

Com isso, ele pegou a mão da Sylvia e saiu do vestuário.

Trevor sentia tanta dor.

Os seus colegas apontaram para ele quando viram seu rosto todo machucado e sujo.

Ele ainda não podia acreditar que Sylvia, a garota que ele amava, partiu o seu coração e o traiu com o capitão da equipe de basquete.

As palavras maldosas do Bernard, a humilhação do Dennis e a crueldade da Sylvia encheram seu coração de rancor.

"Por quê? Todos eles me tratam como se eu fosse um lixo! Por quê? Só porque eu não tenho tanto dinheiro quanto eles, eles acham que têm o direito de me humilhar!"

Capítulo 3 Tornando-se rico de repente

Trevor voltou para seu dormitório consternado.

"Ah, isso é tão injusto! Eu posso ser pobre, mas não sou nenhum moleque! Dinheiro, dinheiro, dinheiro! Só pensam em dinheiro! Sylvia, vou fazer você se arrepender do que fez comigo."

De volta ao seu quarto, os olhos do Trevor estavam vermelhos e cheios de lágrimas.

Naquele momento, ele despejou toda a angústia no seu coração.

De repente, o celular tocou, interrompendo os seus gritos de desabafo.

Era uma ligação do exterior.

Ele atendeu de imediato, sem parar para pensar.

"Trevor, ouça com atenção. Faltam apenas poucos dias para o seu décimo nono aniversário. Não posso mais te esconder a verdade. Na realidade, a situação financeira da nossa família não é tão ruim quanto possa parecer. Na realidade, somos ricos e poderosos. Não te dissemos a verdade porque há uma norma na família que determina que todas as crianças devem viver na pobreza até os dezenove anos de idade. Mas, o fato é que a nossa família está envolvida em diferentes tipos de negócios ao redor do mundo. A bem da verdade, temos minas de ouro na África e poços de petróleo no Oriente Médio."

A voz do outro lado da linha era familiar. Era uma voz que Trevor tinha escutado durante toda a sua vida.

Trevor sorriu zombando de si mesmo. "Pai, você está acordado? Pare de fantasiar sobre ser um homem rico, ok? Quando eu era criança, você me disse que comprou um helicóptero nos Estados Unidos e um iate em Veneza. Olhe para mim! Tenho que me virar para pagar os meus estudos. Você não acha que o que disse é ridículo?"

O homem do outro lado da linha parou por um segundo e, depois, soltou um longo suspiro.

"Trevor, eu entendo o que você está sentindo. Sei que vai demorar um pouco para acreditar no que estou te dizendo. Quando o seu avô me contou esta história, também pensei que ele estivesse brincando. Mas estou te dizendo a verdade, Trevor. Vou te transferir cem milhões de dólares para o seu sustento."

No início, Trevor pensou que aquele homem era seu pai.

Mas quanto mais ele ouvia, mais incrédulo ficava.

Então, ele olhou para a tela do telefone e, ao ver o número estrangeiro, achou que deveria ser um golpe.

"Mentiroso! Foda-se!", gritou Trevor, berrando a plenos pulmões.

Assim que terminou de falar, ele desligou o celular.

Como estava bêbado, ele acreditava que, naquele momento, a sua mente estava confusa.

Ele já tinha descarregado toda a amargura que estava no seu coração e, agora, sentia-se exausto.

Trevor então fechou os olhos e adormeceu ao pé da cama.

Na manhã seguinte, ele sentiu como se a sua cabeça tivesse sido partida.

Logo depois de massagear as têmporas latejantes, levantou-se lentamente.

Na noite anterior, ele tinha sonhado que o seu pai havia ligado, revelando que a sua família era de fato rica.

'Eu devo ter perdido o juízo. Sou apenas um pobre estudante universitário. Como eu poderia sonhar em ser rico algum dia?' Pensando nisso, Trevor não pôde deixar de sorrir, zombando de si mesmo.

Seus olhos continuavam cheios de amargura.

Ele então pegou o celular e notou que havia uma mensagem não lida.

"O saldo da sua conta bancária com o final 666 é de 100.000.003, 56 dólares."

Quando Trevor verificou a conta, ficou atordoado ao constatar que esse valor de cem milhões de dólares tinha sido creditado.

De repente, seus olhos se arregalaram em estado de choque.

Então foi mesmo real.

Havia de fato cem milhões de dólares na sua conta bancária!

Trevor discou apressadamente um número.

"Pai?", perguntou ele cautelosamente no instante em que a chamada se completou.

"Você está sóbrio agora, filho? Te liguei ontem à noite e notei que havia algo errado com você. De qualquer forma, estou indo ao Oriente Médio inspecionar a mineração do novo poço de petróleo. Podemos conversar sobre isso quando eu desembarcar."

"Pai, você está mesmo falando a verdade? Por favor! Como você conseguiu cem milhões de dólares?"

Como estava desnorteado, ele nem tinha processado o que seu pai acabara de dizer.

Ele tinha sido criado numa família pobre.

Mas agora... ele se tornou rico de repente!

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