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O Delegado 2 ( Duologia os delegados) Quando um homem ama uma mulher

O Delegado 2 ( Duologia os delegados) Quando um homem ama uma mulher

Autor:: Betânia Vicente
Gênero: Romance
Davi Eu era tudo que ela precisava, seria seu melhor amigo, seu irmão, seu pai, seu namorado ou mesmo seu melhor marido. Desde o momento que conheci Rachel sabia que estava perdido por ela, ou melhor, estava caído por ela. Seu sorriso, seu olhar que me mostrava como ela era frágil, que nem uma pétala de flor. Ela nunca percebia mais seu olhar muito às vezes se traia e via que tinha alguma coisa que ela não me contaria nunca. Faria de tudo só pra ter o sorriso dela nos seus lábios em minha boca. Mesmo descobrindo que ela frequentava o mesmo clube de BDSM, que eu frequentava, será que a minha feiticeira era uma submissa? Raquel Sempre me imaginei, casada e vivendo felizes para sempre. Mas sabia que nunca mais iria acontecer comigo. Assistia filme, novela e sempre tinha o final daqueles que nós como expectadora gostaríamos de viver. E um dia vou ao clube de "BDSM" do qual eu frequento e encontro ninguém, mais e ninguém menos que Davi Hauffenn! O homem do qual eu sou completamente apaixonada? O que ele diria se ele soubesse que Raquel Santos era uma mulher manchada pela violência sexual?

Capítulo 1 Capitulo 1

Davi

Eu amei desde o momento que a vi pela primeira vez! Pode até parecer clichê mais Raquel entrou em mim como se fosse vírus que não quisesse sair do meu organismo. Mesmo sabendo que ela escondia alguns segredos, um deles eu tinha descoberto por acaso quando eu fui ao clube de BSDM que eu e o Diogo frequentávamos na época e agora eu vou só, desde que ele era um homem algemado pela minha irmã encrenqueira.

Realmente eu tomei um baita susto ao ver ela vestida como uma Dominatrix, vou dizer meu pau amou ver essa visão que quase todas as noites eu batia uma em homenagem a ela. Raquel era tipo daquela morena gostosa como toda brasileira com olhos verdes como esmeralda que quem encontra-se ela pela rua com certeza iriam a chamar pra tirar fotos pra ser modelo.

Uma coisa eu tinha certeza, era que Raquel não gostava de chamar atenção até pelas suas vestimentas eram bem mais comportadas do que a maioria das mulheres que adoravam usar roupas curtas. Raquel só tinha um, porém não podia beber com a Nella. Ah Nella pra quem não sabe esta casada com meu amigo Diogo, ele era o maior galinha mais desde que ele se casou com a Nella ele, está tranquilão.

Agora ele era pai e devo confessar eu morria de inveja da família que ele fez com a minha irmã, era errado eu querer a mesma coisa só que a mulher que eu escolhi pra ser minha tinha segredos guardados como se fosse um tesouro escondido a sete chaves?

Eu queria gritar aos quatros ventos que eu Davi o maior mulherengo tinha sido enfeitiçado por uma Dominatrix? Se alguém tivesse me falado que seria isso eu teria rido, eu Davi um mulherengo estava de quatro por uma feiticeira.

Eu sempre queria saber, aonde ela estava e tudo cheguei até adicionar ela no meu "Facebook," querendo acompanhar as noticias que ela colocava e sempre ficava aliviado quando seu status estava sempre ali escrito solteira.

A noite que eu vi tudo, vermelho modo dizer, que em mim libertou o homem das cavernas ou macho alfa não queria nenhum homem perto dela, ela era minha só minha e faria de tudo pra ela ser!

E eu ali, perdido em meus pensamentos que não vejo a minha irmã entrar e sentar bem na minha frente com braços cruzados e tomo um belo de um susto.

- Que merda Nella, que me matar do coração? - falo tentando me recuperar acho que eu nunca iria, ficar sem tomar um susto a Nella sempre fez ter quase mini infarto, de tudo que já aconteceu com ela.

- Calma aí meu filho, como eu vou imaginar que você esta tendo um sonho acordado, aí? - Nella zoando com a minha cara, como sempre.

- Hahaha, o que você esta fazendo aqui? - pergunto grosso, mesmo. Eu não estava no meu melhor momento pensar em Raquel me deixava fraco.

- Hei, calminha aí amigo eu vim me encontrar com o Diogo! - ela diz toda sorridente.

- Cadê a Maria Eduarda? - pergunto com saudades dela, ela era minha garotinha, eu mimava mesmo, Maria Eduarda era a filha da Nela com meu amigo ex-galinha Diogo.

- Esta com a Raquel - ela diz e só a menção desse nome me deixa em estado de alerta, estava louco por uma mulher que era difícil compreender ela.

- Raquel, está bem? - pergunto pra Nella desde que aconteceu aquele episodio no clube, quase a gente não se via mais e se eu não estiver enganado, a ultima vez tinha sido quando eu e a Raquel tínhamos batizado minha sobrinha e depois disso a gente não tinha, nos visto mais e sempre que a Nella marcava algo, Raquel sempre dava um jeito de escapar e inventar algo só pra não me encontrar.

- Está sim! Ela ainda meio ocupada, por causa dos lançamentos dos novos autores e tudo. - ela diz.

- Entendo como anda seus livros? - pergunto e seus olhos brilham, depois do lançamento do delegado, Nella andava escrevendo novas historia, sinceramente nunca fui muito de livro mais se bem desde que a Raquel estava mexendo com essas historias eu tinha uma curiosidade.

- Muito bem, estou pensando em escrever um livro sobre padre o que acha? - pergunta Nella com curiosidade.

- Esta de brincadeira? - pergunto chocado.

- Claro que não! - Ela diz rindo da minha cara.

- Algum problema, aqui? - Ouvimos uma voz e logo Nella dá um grito e corre pros braços do Diogo, começam a se beijar como se eu não estivesse aqui presenciando a cena deles dois.

- Hum... Eu acho que vocês dois deveriam ir pro quarto e ficarem lá algum tempo. - Comento com ironia pra eles.

- Nossa alguém, esta precisando pegar uma submissa, para ficar mais relaxado! - Diogo comente a comigo e pisca os olhos a Nella olha pra gente e revira os olhos.

- Vou pensar, nisso!- respondo.

- Meu irmão, acho que você deve procurar uma certa morena de olhos verdes. - Ela pisca e olho pro Diogo atravessado, que responde logo:

- Não coloque a culpa em mim, não? - Diogo se defende.

- Davi, não foi o Diogo que me contou? - Ela diz defendendo o maridinho.

- Ah e como você acha que estou, gostando da sua amiga? - pergunto com ironia.

- Você e a Raquel estão se gostando e não é de hoje! - Ela diz e sei que era verdade eu sentia que não era só eu que tinha esse sentimento tão bom que assustava ao mesmo tempo e fico pensando estava na cara?

- Nella, a Raquel não quer nada comigo? - confesso eu não sabia mais como agir em relação à Raquel.

- Oh, meu irmão tenha paciência, por favor, Raquel passou por muitas coisas, conversa com ela o que acha? - Ela diz e bem me abraçar eu estava virando fraco, meus sentimentos estava em rebuliço, às vezes eu achava que homem também tinha TPM.

- Vou tentar, falar com ela! - digo pra ela, que me faz um carinho.

- Depois quero, saber como foi! - Nella diz e nos soltamos nosso abraço e ela volta pros braço Diogo.

- Vou pensar, no que você acabou de falar, Nella! - falo e me despeço deles, dois que já estavam indo embora no mínimo pra ter uma noite só deles.

Aqui virou mais a minha casa do que a minha própria, desde que fui nomeado e virei o novo delegado. O Diogo e eu somos bons amigos, parceiros de profissão e irmãos de sangue. O bom que fiquei designado na mesma delegacia e fazia par ou impar pra ver quem ficava de manhã ou de noite, fazíamos uma espécie de rodízio.

Tinha semana que eu ficava a noite e tinha semana que eu ficava de dia, hoje, por exemplo, eu ficaria a noite já que o Diogo e a Nella iriam curtir um pouco o casamentos deles. Eu queria tanto ver a Raquel! O que eu devo fazer? Tenho que ter ela nos meus braços, quero mostrar pra ela que somos perfeitos um para o outro.

Preciso ouvir a voz dela, preciso sentir seu cheiro, seu sabor eu amava e não sabia mais viver sem ela. Pego meu celular e fico ali um bom tempo querendo, ligar pra ela, mais o medo era maior de ser rejeitado e quero ver ela pessoalmente, por isso pego meu distintivo e a arma e saiu da minha sala sem antes passar pela recepção da delegacia avisando que eu daria uma saída e digo que vou comer alguma coisa e peço que eles aguentem até eu voltar e eles dizem que sim e saiu rápido antes que alguém me chama de volta, pra eu atender mais alguma ocorrência.

Pego meu carro, no estacionamento e ligo-o e sigo até a casa da minha feiticeira, me dá uma vontade de ligar um radio pra eu ouvir uma musica quem sabe ela, não me ajudava a me concentrar e dizer coisa certa e não assustar a minha feiticeira de olhos verdes.

Começa uma musica e fica tocando varias até que uma me chama atenção e nunca tinha ouvido ela, bom eu achava que não, a musica falava coisas que tinha tudo a ver com a gente, bom se meu inglês não estivesse enferrujado era dizia assim a tradução dela:

"Quando um homem ama uma mulher

Não consegue manter sua mente em nada mais

Ele trocaria o mundo

Por uma coisa boa que ele achou"

Era isso, essa musica estava dizendo o que eu sentia eu não parava de pensar nela e faria de tudo pra ela ver que eu a faria feliz como nenhum homem já fez ela. Outro trecho da musica que me chamou a atenção foi essa:

"Quando um homem ama uma mulher

Bem no fundo de sua alma

Ela pode lhe trazer tal miséria

Se ela está brincando com ele de bobo

Ele é o último a saber

Olhos apaixonados nunca pode ver"

Eu continuei terminando de ouvir a musica que descrevia desse jeito o que eu sentia, fiquei esperando a locutora dizer o nome do cantor e quando fico sabendo que é o cantor Michael Bolton, paro o carro em um acostamento e pego meu celular e entro rápido, no site de busca e coloco pra baixar a musica e quando termina eu coloco pra tocar varias e varias vezes nunca me cansando, ate quando eu chego na porta da casa da Raquel e me armo de coragem e desligo o carro e saio dele e sigo direto pra porta da minha feiticeira.

Ao chegar lá, reparo que tudo está em silencio e tento me lembrar se a minha irmã chegou a comentar algo sobre a Raquel ter que sair, mais não me lembro. Ela deveria estar em casa, por causa da minha sobrinha que essa hora deveria estar dormindo resolvo tocar a campainha e fico lá esperando.

Ouço passos vindos em direção à porta e logo ela abre e mostra uma Raquel muito surpresa, talvez querendo saber o que eu estava fazendo ali naquela hora parado na porta dela.

- Davi, ouve alguma coisa com a Nella e o Diogo? - ela me pergunta já preocupada.

- Calma Raquel, fique tranquila eles estão bem! - falo.

- O que você, esta fazendo aqui? - ela pergunta olhando pra mim, acho que tentando adivinhar o que estava acontecendo, por estar ali e sem falar nada.

- Vim, falar com você, Raquel! - falo ao ver como ela estava ali linda na minha frente usando uma camisola meio transparente em minha opinião preta, será que ela estava acompanhada?

- Melhor você ir, embora, Davi! - ela diz com receio. Será mesmo que ela estava com um homem, ele a deixou vim atender a porta desse jeito!

- Raquel, você esta sozinha aqui? - pergunto com medo de ouvir um sim e descobrir que eu a perdi, pra outro homem sem ter lutado por ela.

- Davi, se dizer que estou com uma criança de quase um ano, então não, estou sozinha e sim acompanhada. - ela diz eu solto um suspiro de alivio dando graça a deus, por não encontrar nenhum homem com ela.

- Ok! Então eu posso entrar? - peço esperando uma resposta afirmativa, porque se ela dissesse que não eu iria entrar de qualquer forma, a gente tínhamos um assunto pra resolver e quando tudo estivesse esclarecido eu mataria a minha louca vontade de puxar ela pro meus braços e beijar sua boca gostosa e faze-la minha logo.

Capítulo 2 Capitulo 2

Raquel

Eu o amava, Mais que a minha vida! Se alguém ouvisse diria que eu exagerei, mais não era isso! Davi ele foi o único homem que conseguiu quebrar a minha armadura de proteção e entrou em mim e viu a minha alma.

Depois daquele dia do clube, que eu entrei em pânico literalmente, fugi mesmo como se o diabo fugisse da cruz.

Naquele dia eu senti que o Davi gostava de mim, mais isso nunca iria dar certo, como um homem que era todo certo iria aceitar uma mulher que foi violentada, por um desconhecido?

Corro direto pro banheiro e quase não dá tempo de eu chegar ao vaso e vomito até eu não aguentar mais e só saía líquido, eu ainda me odiava, por ter deixado aquilo acontecer!

A violência que sofri, fez-me ter medo de chegar nos homens e quando eles viam eu cortava. Mais o Davi era diferente sempre foi. Ele me olhava com admiração, certo olhar de desejo escorrendo pelo meu corpo, como se estivesse me despindo.

Ao mesmo tempo em que eu queria o Davi perto de mim eu queria me afastar dele e foi o que eu fiz me distancie dele, com medo de ele descobrir o que aconteceu comigo e fique com raiva não de mim, não ele nunca faria nada eu não queria era uma morte em minha vida, por mais que tenha acontecido isso com a minha vida eu não desejava que o Davi fosse preso e perde-se seu cargo de agora de delegado.

Ele não merecia isso, se conta-se pra ele o que tinha acontecido comigo eu tinha certeza absoluta que ele iria atrás do homem que me violentou e faria de tudo pra localizar ele e acabar com a vida daquele animal, ou melhor, dizer um monstro em forma de homem.

Davi era um homem muito, bom e merecia uma boa mulher na vida dele. Sempre que eu tinha esse tipo de pensamento eu sempre ficava com o coração na mão e me dava vontade de querer dar uns tapas em qualquer uma mulher que chega-se perto dele.

Era melhor eu continuar a fazer do jeito o que eu estava fazendo esquecer o Davi era a melhor coisa. Dou descarga e vou até a pia do banheiro e joguei água no rosto e pego a minha escova de dente e escovo os meus dentes pra tirar o gosto amargo que estava ainda minha boca, credo.

Enxugo meu rosto e ao ver que eu estava sem nenhum gosto na boca e saio olhando pra ver como meu quarto era muito bagunçado, parecia que eu furacão tivesse passado por aqui.

Aí minha mãe, vai falar um monte quando ver o quarto desse jeito. Eu era até uma pessoa organizada, mais tinha dia que eu ia procurar alguma roupa ou um livro aí danou-se meu quarto virava mesmo um furacão.

Pra arrumar esse quarto, seria bom colocar uma música top. Pego meu celular um Moto One Fusion um celular simples e bonito que fez ficar a

satisfeita com a compra.

Escolho a música e deixo tocando enquanto eu organizo tudo, pra deixar perfeito meia hora depois o quarto estava limpo e organizado.

Vou até a cozinha e pego um copo Coca-Cola e torta de frios que a minha mãe tinha feito. Volto novamente pro meu quarto e abro o notebook e começo a trabalhar.

Estava tão absorvida, lendo um livro que foi me mandado por um autor desconhecido ainda, que se esse livro continua-se bom, eu logo faria a proposta para publicação dele.

A música que estava tocando para e começa toque de chamada sendo recebida e olho e vejo que era a Nella.

- Hei !Nella em que posso ajuda-la? - pergunto curiosa.

- Oi Raquel, gostaria de pedir um favor? - ela começa.

- Sim! Você quer que eu fique com a Maria Eduarda né? - pergunto logo sabendo da resposta.

- Sim! - Ela diz sem graça.

- Nella, amo ficar com a minha afilhada! - falo e era verdade, Maria Eduarda era uma criança tão calma e eu amava cuidar dela.

- Ah, eu sei! - Ela diz e continua dizendo: - Só não queremos que você acha que estamos querendo te explorar.

- Aff, Nella eu nunca pensaria isso, de vocês, agora trás ela que eu cuido. - brinco com ela que da risada.

- Pode deixar, daqui a pouco estaremos aí! - Nella diz e conversamos mais um pouco e contei pra ela sobre um livro que eu estava lendo e que tinha me chamado atenção.

-Ah me deixa ler também? - Nella me pede.

- Claro, eu te envio pro seu e-mail e o seu novo livro esta quase pronto? -pergunto curiosa seu livro do delegado fez um maior sucesso e estávamos ainda entre os mais vendidos.

- Sim, já estou preparando outro livro já! - ela solta.

- Menina, você não dorme não? - Eu brinco.

- Ah eu durmo sim, se bem que durmo melhor com o meu delegado delícia. -Ela brinca e revira os olhos. Eu tinha uma pontinha de inveja desse relacionamento que deu muito certo entre eles.

- Meu deus! Por favor, não me conta as suas atividades sexuais com o Diogo por gentileza! - ironizo.

- Hahaha, claro que não vai que você queira escrever um livro chamado as aventura sexuais de Antonella e Diogo. - ela ri.

- Meu deus do céu mulher, melhor você ir atrás logo do seu homem que é melhor. - brinco revirando os olhos essa Nella não tinha jeito mesmo.

- Ok! Agora minha amiga me deixa terminar de resolver alguns pepinos e daqui a pouco estamos aí.

- Estarei esperando a minha princesa! - falo com saudades da minha afilhada.

- De mim! A não sabia que você sentia tanta minha falta desse jeito. - ela diz.

- Meu deus mulher, você se sente pra caramba né! Eu disse que eu sinto falta da minha princesa e isso significa que não é você não é a minha princesa se conforme gata, perdeu o posto. - brinco.

- Nossa muita maldade em seu coração, você não me quer mais né? - Nella brinca fazendo drama.

- Meu deus mulher desliga logo a telefone e vai trepar seu mal é esse. - brinco com ela.

- Ah menina isso eu vou mesmo, pode deixar. - ela diz rindo e encerramos a ligação. Dando risada dessa, Nella que desde que casou com o Diogo era a pessoa, mais feliz desse mundo.

- Bom agora deixa fazer um suco, pra minha afilhada que logo ela estaria aqui.

Algumas Horas Depois...

- Você está à coisinha mais linda Duda. - falo olhando pra minha afilhada que era muito fofa. Maria Eduarda era uma mistura dos pais, quem olhava pra ela e via seus pais achavam que era a cara dos dois mesmo.

- ela está linda mesmo. - diz a Nella toda orgulhosa.

- Concordo! E vejo a Nella passando com as coisas da Duda pra sala e colocando em cima do sofá e ao me ver com a Duda nos braços ela diz:

- Agora as duas mocinhas se comportem, prometo não me demorar na rua com o Diogo.

- Pode ficar tranquila, Nella a gente vai aprontar todas né Duda! - brinco com a Duda que abre um maior sorriso.

- Eu imagino e a sua mãe? - Nella pergunta ao olhar ao redor e não vê ela por ali.

- Menina agora esta aposentada esta curtindo a vida, foi viajar com as amigas dela. - Comento com sorriso tranquilo minha mãe merece tudo de bom nessa vida.

- Que bom, Raquel ela estava precisando mesmo dar uma levantada no astral depois da gripe forte que pegou.

- É verdade ela ficou bem debilitada e agora graças a deus esta muito bem. - comento.

- Bom eu tenho que ir. - Nella diz me dando um beijo no rosto e outro na filha.

- Vai lá curtir o maridão. - brinco.

- Vou sim, buscar ele na delegacia com meu carro. Depois que o Davi virou também delegado eles dois tem revezado. - Só de a Nella tocar no nome do Davi meu coração dispara e penso coração traidor.

- Ele está bem? - pergunto como não quer nada.

- O Davi? - Nella pergunta.

- Sim! - respondo não desejando ter tocado no nome dele.

- Sim ele está bem! Anda meio amuado e não sei porque? -ela diz como se estivesse me questionando e não daria o braço a torcer.

- É mesmo logo, passa ele deve estar com algum problema amoroso. -respondo entre dentes incomodada.

-Hahaha, sei vocês dois por que não reconhecem por quer não podem viver sem um e o outro.

-Tchau Nella, vai cuidar do seu delegado. - Desconverso o assunto.

-Tchau amiga, você sabe que eu torço muito por vocês dois né! - ela diz com sinceridade me abraçando.

- Sei sim! É melhor assim mesmo que eu e o Davi não ficamos nos vendo logo ele arruma uma mulher e me esqueça. - respondo triste só de imaginar isso.

- Minha amiga, escuta o que eu vou te dizer! - Nella fala e fica um pouco em pensativa. - Você e o Davi ainda vão ficar juntos e disso eu tenho certeza.

- Ah Nella eu não quero ficar com homem algum, lembra eu não sou uma pessoa limpa. - respondo com dor no coração e me sentindo suja.

- Nunca fale esses tipos de coisa. Raquel minha amiga você é a pessoa mais bondosa, sensível e maravilhosa e eu Antonella eu tenho orgulho de ser a sua amiga e também tenho certeza absoluta que o Davi pensa também.

Essa declaração me faz sentir emocionada e sabia que podia contar com a minha amiga Nella. Ela é a única pessoa que me entendia e sabia dos meus temores e segredos e só ela sabia o que eu passava quase toda noite.

- Obrigada por essas lindas palavras agora vai lá atrás do seu homem, que eu e a Duda vamos assistir a uns filmes de terror, né Duda fala pra mamãe que eu e você vamos comer um balde de pipoca com uma Coca – Cola bem gelada. - falo pra Duda que bate as mãos concordando.

- Me deixa ir embora, por que vocês estão me atentando com a historia de um filme de terror e uma Coca - Cola. Ah antes que eu esqueça Duda já comeu e também mamou, está pronta pra soneca daqui a pouco. - ela brinca e dá um beijo na gente e vai embora.

- Agora, vamos assistir galinha pitadinha Duda? - pergunto olhando pra ela que me olhava com curiosidade de criança e ela resmunga e falo:

- Vou entender como um sim, Duda! - digo brincando e a coloco no carrinho de bebe que a Nella tinha trazido e coloco o cinto de segurança e ligo a TV e há deixo um pouco afastada da TV.

Enquanto rola o desenho eu pego as coisas da Duda e vejo se tinha alguma coisa de geladeira e vejo que tinha mamadeira e guardo e volto pra sala e vejo a Duda batendo palminha toda feliz sabia que ela amava esse desenho.

Cheguei ate comprar o bicho de pelúcia da galinha pintadinha que quando viu ficou toda encantada. Passou toda a primeira temporada da galinha e desligo a TV e a levo pro meu quarto e lá e ligo a TV e coloco na continuação da segunda temporada, essa menina não tinha nem um pingo de sono.

- Essa sim puxou a mãe toda elétrica, socorro. - falo olhando pra Duda ao ver como ela estava ligada no desenho.

Capítulo 3 Capitulo 3

Raquel

Troco ela e volto novamente pra cozinha com ela em meus braços e esquento a mamadeira e levo pra dar de mamar pra ela e enquanto voltamos pro quarto Duda tenta pegar a mamadeira e não consegue e só dou quando eu chego lá sua atenção volta pro desenho e enquanto ela mama e fica assistindo eu fico com um pouquinho de inveja da Nella por ter uma princesa que nem a Duda e eu nunca teria um bebê pra chamar de meu.

Coloco a Duda pra arrotar e a deito do meu lado e fico de olho nela enquanto a danada ficava prestando a atenção no desenho. Quando eu olho a Duda tinha dormido e estava quase acabando o desenho já.

Coloco travesseiro ao redor dela pra não rolar e vou tomar um banho correndo e sempre atenta a algum barulho dela. Nem me demoro e saio logo e vou me trocar e coloco uma camisola preta que eu tinha ganhado da Nella de presente de aniversario.

Vejo que a Duda está dormindo tranquilamente e mudo de canal da TV paga e vou assistir meus seriados preferidos CSI Las Vegas, adoro essa serie, estava numa parte tão boa que eu doida pra saber quem era o assassino, minha campainha toca bem na hora.

- Que droga na melhor parte, se for a Nella ela pode ir embora com seu homem e vem buscar a Duda amanha. - resmungo na melhor parte eu sou interrompida e campainha insistente e olho mais uma vês pra me certificar e a Duda não iria cair e desço rápido e abro a porta e dou de cara com o homem os meus desejos proibidos bem ali na minha frente todo sexy, com a barba pra fazer esse homem era puro tesão.

- Davi, ouve alguma coisa com a Nella e o Diogo? - pergunto preocupada e ao mesmo tempo curiosa pra saber o que ele estava fazendo ali na minha porta.

- Calma Raquel, eles estão bem! - ele me diz me tranquilizando e fico sem entender nada. Sinto seus olhos em meu corpo e lembro que estava ali de camisola sem mais nada e fico morrendo de vergonha dele, mais pelo olhar que estava me dando ele estava adornado de ver meu corpo assim desse jeito nessa camisola.

- O que você, esta fazendo aqui? -pergunto com receosa.

- Eu vim, falar com você, Raquel! - ele diz finalmente e ai eu entendo a expressão "falar com você "soou no meu ouvido como" Eu quero fuder você" Pelo amor de deus mulher aquiete seu fogo por esse homem, ele nunca deve descobrir nada sobre você.

- Melhor você ir, embora, Davi! - Eu peço com receio de querer atacar ele com aquele corpo delicioso, minhas mãos estavam coçando pra sentir a textura do seu peito.

- Raquel, você esta sozinha aqui? - Ele me pergunta receoso.

- Davi, se dizer que estou com uma criança de quase um ano, então sim eu estou acompanhada. - respondo rude mesmo, homens era tudo igual e vejo até o alivio no rosto dele, homens.

- Ok! Então eu posso entrar? - Ele pede todo carinhoso e não sei mais o que fazer e acabo deixando entrar na minha casa e abro um pouco mais a porta e ele passa por mim e ouço um gemido e eu mesma me controlo pra não gemer em seu ouvido como ele gemeu agora pouco isso "Sim" era tortura.

- Bom do que se trata a nossa conversa? - falo nervosa e peço para ele fechar a porta de casa e tento ficar mais longe dele possível.

- Você esta nervosa? - ele pergunta vindo em minha direção e eu vou andando pra trás até quando sinto que eu encostei-me à porta.

- não sei do que está falando? - minto querendo sentir seu toque e ao mesmo tempo sentindo seu corpo chegando bem perto do meu.

- Eu juro que tentei, ficar longe de você... - Ele me diz e me reúno de coragem e digo:

- É melhor a gente ficarmos longe um do outro. - peço com voz tremula.

- Não! - ele diz alto e continua a falar: - Você não sabe como é pra mim difícil ficar sem ver você!

- Davi, por favor, vai embora eu lhe peço.

- Não! Eu não sei o que está acontecendo com você mais eu lhe imploro eu me ajoelho em seus pés, por favor, não me mande embora! - ele diz com voz sofrida e eu fico sem chão eu nunca imaginei ver essa cena, Davi um homem de um metro e oitenta, se ajoelhando em minha frente pedindo pra ficar perto de mim.

- Você nunca entenderia! - falo e sinto as lágrimas escorrer pelo meu rosto.

- Então me ajude a entender o que houve com você? Porque renega o meu amor que eu sinto por você? - ele diz com voz torturada e vendo ele ali daquele jeito eu não me aguento e o abraço e digo:

- Você sabe o que é ver a sua irmã feliz bem amada pelo homem que a aceita pelos os problemas que ela enfrentou no passado!

- Meu amor, eu te aceito nunca te renegaria, te amo mais que a minha vida! - ele se levanta do joelho e ao ver como estavam escorrendo lagrimas ele começa a secar e diz: - Então me conta o que aconteceu com você?

- Não posso, tenho nojo de mim mesma. - confesso me abraçando como se aquilo me proteja-se de todo o mal que tinha me acontecido.

- Minha linda feiticeira, fala pro seu homem o que aconteceu com você? - ele pede novamente e resolvo contar de uma vez:

- Ok! Você está pedindo pra te contar e depois eu tenho certeza que quando, descobrir talvez você nem queira mais ficar perto de mim!

- Como você pode dizer algo desse jeito, até parece que não me conhece? -ele diz e saio de perto dele com medo de ver a expressão dele de dó e pena eu não aceitaria, isso dele.

- Davi... Eu... Fui violentada! - Solto de uma vez e só ouço um silêncio e quando me viro vejo que a expressão do Davi vai de dor a raiva em poucos segundos.

- Quando?- Davi diz bem baixo e percebo pela sua voz que ele estava se controlando pra não esbravejar.

- Faz alguns anos. - sussurro e volto a me abraçar com medo de sentir a rejeição e começo a chorar novamente de alivio por ter conseguido falar o segredo que tanto me atormentava.

Fico ali me abraçando com a cabeça baixa e não querendo ver o que eu já sabia que o Davi tinha ido embora e me deixado lá sozinha com a minha dor.

- Minha feiticeira, linda como pode não me contar isso antes! - ele diz e tomo um susto ao ver que o Davi estava bem perto de mim.

- Pensei que você tinha ido embora? - finalmente eu digo ao olhar em seus olhos e ver ali amor e não raiva.

- Eu nunca iria embora! Eu nunca te abandonaria e te deixaria assim desse jeito sofrendo, amo você demais é claro que talvez não tenha ideia de como pra mim ouvir algo que tenha acontecido com você e não poder estar lá te protegendo de todo mal que te aconteceu. - Davi me diz e me abraça.

- Obrigada! Davi por ter ficado aqui perto de mim! - abraçando ele bem forte.

- Minha feiticeira não tem o que não agradecer! - ele me diz e puxa meu rosto com sua mão e me da um beijo de leve que aos poucos vai aumentando e quando vou ver estou deitada com ele debaixo dele e nossas mãos ficam fazendo carinho um no outro e ficam aumentando.

- Minha linda feiticeira, que saudades de sentir o sabor desse seu beijo tão delicioso. - Davi me diz tão carinhoso que eu tenho vontade de chorar novamente. Ele sai de cima de mim e ficamos deitados lado a lado fazendo carinho um no outro.

- Eu também senti muitas saudades de você Davi. - Confesso meio sem graça de confessar esses tipos de pensamento.

- Que bom, meu amor! Eu também senti muitas saudades de você, era tanta a minha vontade de te ver que eu ficava frustrado ao ver que você não estava mais querendo me ver.

- Não tem ideia de como me sentia por dentro não falar com você não poder te tocar, meu maior medo era você não querer me aceitar o que tinha acontecido comigo.

- Meu amor, a gente tem que lutar contra todos os pensamentos que anda tendo. Eu Davi sempre te amei, achava que nunca teria chance, na noite que eu te vi naquela boate com a Nella meu sangue esquentou. - ele diz todo enciumado.

- Com a Nella, né? - brinco.

- Hahaha, com as duas. Sempre tive muito ciúmes de vocês, naquela noite ao ver que os caras estavam passando a mão em você eu perdi a cabeça. - ele diz todo possessivo e amei isso.

- Hum bom, saber que você é todo possessivo me deixa saber que tem alguma piranha no seu caminho pra você ver do que eu sou capaz. - O alerto.

- Hum... Então a minha feiticeira é uma menina vingativa... Bom saber. - ele brinca e volta a me beijar e em seus braços eu não sinto medo e nem vergonha.

Ao seu lado, me sinto completa. Seu toque em meu corpo não me deixa com medo ou mesmo com nojo. Estava ali amando sentir seu toque em meu corpo que me fazendo ficar muito quente.

O toque da sua boca na minha é como se fosse à cura! Era como se a boca do Davi dizia assim: "Esses beijos que estou te dando com minha boca é pra tirar qualquer dor ou sofrimento de você" E era isso que eu estava sentindo, nesse momento.

- Amo beijar você. - confesso sussurrando.

- Eu também, amo te beijar e um dia vou amar e adorar, todo esse seu lindo corpo. - ele declara, passando o dedo pelo meu lábio e continua a falando: - Hum... Dia você vai deixar amar seu corpo? - ele pergunta ao beijar o meu pescoço me fazendo gemer bem baixinho.

- Eu quero sentir seu corpo me amando da mesma forma que eu estou amando sentir os seus toques em minha pele.

- Hum... - ele geme e me dá uma pequena mordida em meu ombro ali sinto a sua língua dançando em minha pele como se estivesse fazendo o reconhecimento do seu território.

- Meu deus do céu! - O questiono. - Que fogo é esse? - pergunto sentindo que o pau, dele estava duro e roçando na minha bucetinha que estava ali já pingando de desejo por ele.

- Esse fogo que está louco pra te penetrar e deixar queimando cada cantinho do seu corpo que ele encontrar. - Davi diz bem provocante e começa a fazer um vai e vem bem delicioso me deixando a ponto de gozar só com esse simples ato.

Quando eu estava ali já querendo passar as minhas unhas pela sua costa eu me surpreendo ao perceber que o safado do meu delegado já estava tirando sua camisa e deixando a mostra seu peito delicioso e deixando-me ficar apreciando com essa bela visão.

- Está gostando de ver? - Davi fala bem provocante em meu ouvido.

- Sim... Estou amando. - confesso passando a língua em minha boca e querendo sentir seu gosto em minha boca.

- Hum... Não vejo a hora de sentir a sua língua no meu pau e lambendo ele como se fosse um pirulito bem gostoso. - Ele diz bem provocante no meu ouvido, agora sim senti a minha calcinha, tinha sido arruinada só com essas palavras.

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