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O Dono do Morro e a Fera

O Dono do Morro e a Fera

Autor:: Nalva Martins
Gênero: Aventura
Lucas Ferraz sempre foi um rapaz todo certinho e além de ser muito bonito, e cobiçado pelas meninas do Morro do Gavião, ele também era o único herdeiro ao trono do tráfico. O jovem tinha planos de terminar a faculdade de administração e assim tornar-se o braço direito de Léo, o seu pai, e de ajudá-lo com os negócios da família. Contudo, os seus planos mudaram tragicamente com a repentina notícia de que o seu pai foi traído e assassinado em uma negociação. "Eles pagarão com a própria vida por essa traição!" Ele jurou para os seus inimigos. Agora Lucas se tornará Thor, o regente de punhos de ferro e terá que por em prática tudo o que aprendeu com o seu pai. Um acordo entre as famílias Ferraz e Guerra ampliará os negócios, trará mais poder e firmará o domínio entre as comunidades e para selar essa união, Darlan entregara Nina Guerra, nas mãos do seu mais novo sócio. Nina Guerra é a ovelha negra da família. Uma garota opiniosa, pedante e arrogante que vai contra todos os princípios do seu irmão. mais velho, o príncipe do Morro do Reuther. "Nina será sua, para fazer o que você quiser." ✓ Um casamento forçado. ✓ Um homem de punhos de ferro. ✓ E uma fera que precisa ser domada.

Capítulo 1 Sobre esse Livro.

Lucas Ferraz é o único filho do rei do tráfico, Léo Ferraz, portanto, o único herdeiro ao trono do tráfico. Embora tenha sido treinado desde cedo para assumir o lugar do seu pai, Lucas sempre foi um rapaz todo certinho e além de ser muito bonito, e cobiçado pelas meninas do Morro do Gavião. O jovem tinha planos de concluir a faculdade de administração e assim tornar-se o braço direito de Léo e assim, ajudá-lo com os negócios da família.

Contudo, os seus planos mudaram tragicamente com a repentina notícia de que o seu pai havia sido traído e assassinado em uma de suas negociações de compra de armas.

"Eles pagarão com a própria vida por essa traição!"

Ele jurou para os seus inimigos diante do caixão do seu pai, mas para isso, o rapaz buscaria por uma sociedade mais sólida e que lhe rendesse ainda mais poder que rei do tráfico algum jamais teve ou ousaria ter. Semanas depois, Lucas tornou-se Thor, o mais novo regente de punhos de ferro do Morro do Gavião e a partir daí colocaria em prática tudo o que aprendeu com o seu pai. Contudo, movido pela força do ódio em seu coração, esse pensamento se tornaria ainda mais determinado e ele não descansaria até ter realizado a sua vingança. Um acordo importante entre as famílias Ferraz e Guerra ampliará os seus negócios, trará mais poder e firmará o domínio entre as comunidades mais próximas, e para selar essa união, Darlan Guerra, o príncipe do Morro Reuther entregara a sua irmã do meio, Nina Guerra nas mãos do seu mais novo sócio, Thor.

"Nina será sua para fazer com ela o que você quiser."

Disse o traficante, na promessa de unir forças com o maior rei do tráfico do estado. Das três irmãs de Darlan, Nina é a ovelha negra da família Guerra. Uma garota opiniosa, pedante e arrogante que vai contra todos os princípios do seu irmão mais velho e único imperador dessa família, e junto com sua inseparável amiga Júlia, elas estão sempre tramando algo para ferrar com a vida do seu queridíssimo algoz.

* Um casamento forçado.

* Um homem que rege tudo e todos com punhos de ferro.

* E uma fera que precisa ser domada.

"Ele nunca me terá por livre espontânea vontade. Antes, eu farei da sua vida um inferno!"

Nina prometeu para si mesma, enquanto visualizava o caríssimo vestido de noiva de uma brancura esfuziante diante do espelho de corpo inteiro e determinada, a garota passou uma mão pelo rosto bem maquiado, secando a única lágrima que deixou escapar dos seus olhos. Contudo, Thor exigirá os seus direitos de marido, mas Nina o enfrentará com igual petulância e arrogância, o colocando em seu lugar. Esse romance contém algumas cenas violentas, mas terá também um típico e adorável amor gato e rato, onde Thor e Nina medirão forças, terão confrontos de olhares, dirão palavras duras um para o outro, mas uma tensão sexual bem explosiva será algo palpável entre esses dois. De um lado um homem intolerante, rígido, firme e egocêntrico, e do outro, uma garota mimada, petulante, persuasiva, opiniosa e determinada.

Capítulo 2 Epílogo

Algumas semanas antes...

A noite está fria como imaginei que estaria e as nuvens densas se amontoam na escuridão do vasto céu, preparando-se para molhar o solo a qualquer momento. O local para a entrega das armas como sempre é bem reservado e distante da cidade. Uma forma de manter os policiais longe disso tudo e assim, manter a nossa integridade e a do nosso cliente também. Não demora para uma Land Rouver vermelha surgir no meio da escuridão. Eu dou uma última tragada no charuto e o descarto para em seguida me preparar para sair do carro.

- Acenda os faróis - ordeno e Dimitri, o meu homem de confiança o faz. Liberto-me do cinto de segurança ansioso para cumprimentar os russos, que após essa compra com certeza se tornarão um dos nossos melhores clientes e preparo-me para sair do veículo, quando Dimitri leva uma mão firme ao meu antebraço, fazendo-me parar e encará-lo imediatamente.

- Não acha melhor esperar eles saírem primeiro? Não sei lorde, mas estou com um mal pressentimento. - Pressentimentos? Penso ironizando tal comentário. Não agimos por pressentimentos e sim, por experiências nos anos de negócios no mercado negro.

- Bobagem, homem! Eles vieram pegar as armas e nós o dinheiro. É bem simples. Estamos negociando com esses homens há semanas, o que poderia dar errado? - Ele abre a boca para rebater no mesmo instante que as portas do carro a nossa frente se abrem e eu aponto na direção deles. - Satisfeito? Agora vamos - digo e saio do carro. Assim que os meus homens saem e levam a pesada caixa de madeira a vistas dos compradores, procuro por Vasyli. Contudo, percebo que ele não está no meio dos seus capangas. Ignoro esse fato e faço um gesto para Dimitri ir falar com o brutamontes de casaco escuro e comprido, aparentemente ele está no comando desse negócio, mas para a minha surpresa um tiro sufocado se espalha pelos quatro cantos e Dimitri cai de joelhos bem diante dos meus olhos. Um alvoroço de tiros começa no mesmo instante. Entretanto, somos poucos aqui e eles são muitos. Penso em correr para a segurança do meu carro blindado, porém, sou atingido antes de alcançar a porta. Lentamente eu caio no solo e sufocando no meu próprio sangue encaro o céu escuro. Em segundos sinto algumas gotas finas da chuva molhar o meu rosto e o gosto metálico preenche o meu paladar. O silêncio vem logo em seguida e eu me forço a olhar para os lados. Estão mortos, todos eles estão mortos. Constato. Alguns passos começam a se aproximar de onde estou e um rosto bem conhecido surge na minha frente. Ele se agacha ao meu lado e sorrir vitorioso.

- Você devia ter fechado aquele acordo comigo, lorde Léo, com certeza teria evitado tudo isso.

- Você é um canalha, seu filho da puta do caralho! – rosno em fúria, porém, com dificuldade, mas ele rir ainda mais.

- Aí, Leo, você é mesmo um idiota. - Forço uma risada seguido de uma sequência de tosses incomodas.

- O meu filho vai me vingar, pode esperar. - Mais tosses e o sangue escorre pelo canto da minha boca.

- O seu filho nunca saberá quem o matou e acredite, ele vai comer na minha mão, velho filho da puta do caralho! - Ele range, ergue o corpo e aponta a sua arma para a minha cabeça. Em uma fração de segundos uma chuva forte começa a cair e a molhar tudo. Penso em Helena, minha linda esposa e eu sei que ela jamais suportaria a minha partida tão brusca e repentina. Como fui vacilar desse jeito? Quando me tornei presunçoso e imprudente? Faço força para pegar o meu telefone no bolso interno do meu casaco. No entanto, assim que consigo, o som do estampido ecoa abafado, jogando-me na escuridão eterna em uma fração de segundos.

Capítulo 3 1

Algumas semanas depois...

Thor.

O som da batida misturada a semiescuridão da Blood Moon é o que me faz sentir seguro, e mesmo com tamanho barulho me sinto em paz nesse lugar. Através dos vidros blindados e escuros do meu escritório, no primeiro andar fito a multidão lá embaixo com satisfação. Eles estão curtindo a noite, divertindo-se com os nossos produtos e consequentemente me dando lucros exorbitantes também. Em poucas horas receberei um dos meus adversários aqui e por esse motivo, os meus seguranças estão espalhados de forma estratégica pelo enorme salão lotado, pois não darei a eles o gostinho de fazer comigo o que fizeram ao meu pai. Portanto, muita coisa mudou aqui no Morro do Gavião desde a sua partida. Diferente do Léo Ferraz, eu redijo esse lugar com punhos de ferro e ninguém, eu disse ninguém ousadia me contradizer, nem mesmo rebater uma ordem minha. Tal ousadia custaria a sua língua fora da boca.

- Sua bebida, senhor.

Um garçom diz me estendendo um copo de uísque com gelo e sem ao menos olhá-lo, recebo o copo e beberico um pouco da bebida. As luzes neon iluminam as pessoas lá embaixo, mas uma garota em especial me chama a atenção e levo uma mão ao bolso lateral da minha calça. No mesmo instante os meus olhos percorrem pelos fios negros e lisos, depois, pela franja negra que emoldura o seu rosto quadrado. Os fios longos chegam a alcançar a base da sua coluna e o seu corpo se mexe de uma forma sensual dentro de um vestido vermelho colado a sua pele, fazendo-me desejá-la imediatamente, mas não posso, ainda não. Um pigarro atrás de mim me faz tirar os olhos de cima da garota e fito um dos meus homens em pé na entrada do escritório.

- O senhor Guerra já chegou, senhor.

- Ótimo! Leve-o para a área vip e peça para algumas garotas ir lhe fazer companhia. Preciso conversar com a Isis e logo irei ao seu encontro.

- Sim, senhor. - O homem sai, fechando a porta atrás de si e eu esvazio o meu copo. Inesperadamente volto o meu olhar para o vidro e me pego procurando pela garota, mas ela não está mais lá.

- Oi, querido! - Os braços de Isis envolvem a minha cintura e eu fecho os olhos quando a sua boca deixa um beijo quente em minha nuca. Livro-me do seu agarre, largo o copo vazio em cima da minha mesa e como um lobo faminto, seguro firme nos seus cabelos, aperto firmemente os fios entre os meus dedos, forçando-a a inclinar a sua cabeça para trás, para enfim tomar a sua boca em um beijo rude e forte. A garota geme na minha boca, liberando a tempestade impetuosa dentro de mim e em questão de segundos a tiro do chão, fazendo-a sentar-se no tampo de vidro temperado da mesa executiva. Abro as suas pernas sem nenhuma delicadeza e me encaixo no meio delas.

- Hum! - Ela solta mais um gemido em minha boca, incendiando-me por dentro sem dó. E como se eu fosse um animal, puxo a sua calcinha bruscamente, desafivelo o meu cinto, abro o botão e o zíper da calça, e baixo tudo até o meio das minhas pernas.

- Diga-me, o que você quer de mim, Isa? - questiono-a com um tom áspero e seco.

- Quero que me possua, Thor! - Ela sussurra quase suplicante e imediatamente inclino-me em sua direção, para beijar-lhe, demonstrando-lhe o meu poder e após revestir o meu membro com o látex, a tomo sem nenhum pudor. Isa geme escandalosamente enquanto me mexo firme e forte dentro dela.

- É isso que você quer, hã?

- Sim, sim! - Puxo ainda mais o seu corpo de encontro ao meu. O meu ato a faz deitar o seu tronco sobre a mesa, mas ela se apoia nos cotovelos, mantendo os seus olhos pesados nos meus e dando-me total acesso a ele, penetrando-a ainda mais fundo, fazendo-a explodir com o meu prazer e logo me entrego ao êxtase, soltando um rugido alto que preenche toda a sala. E quando tudo finalmente termina, ela se deixa cair na mesa e eu me afasto para me livrar-me da camisinha e me limpar.

- O que vai fazer após a reunião com o Guerra?

- Não sei. Se tudo der certo, talvez comemorar com o meu novo sócio.

- Não sei não, Thor, eu não confio nesse homem.

- Não importa. Eu tenho um objetivo e se precisar usá-lo a meu favor, eu o usarei. Se ele for fiel a mim, não terá nada a perder, mas ele me trair exterminarei toda a sua descendência. Como ver, ele não muitas opções.

- Tudo bem, confio nos seus extintos. Eu vou passar no escritório e ver como estão as coisas por lá e depois, estarei no meu apartamento. Se quiser repetir a dose sabe aonde me encontrar.

- Sem chance, Isa. Após a comemoração irei para casa. Quero ver como a mamãe está. Ela não é mais a mesma desde que ele se foi.

- Oun! - Ela faz um som manhoso e volta a envolver o meu pescoço, deixando um beijo pequeno em minha boca.

- Ela já é bem crescidinha, querido e tem dezenas de empregados sempre por perto. Eu só tenho você. - Puxo o ar profundamente e fito os olhos negros, e brilhantes.

- Ela é a minha mãe e pode ter certeza, de que jamais a deixaria por você e nem por ninguém. - Isa revira os olhos e se afasta.

- Ela é a sua fraqueza, Thor e vai destruir.

- Que porra você está falando?! - rosno e seguro em seus cabelos com brutalidade, fazendo-a me encarar. Isa faz uma careta de dor e leva uma mão ao meu agarre. - Nunca mais fale isso nem para mim e nem pra ninguém. Se ousarem ao menos pensar em tocá-la, eu não hesitarei em destruir quem quer que seja e isso inclui você, está me ouvindo?

- Sim, estou. - Ela responde dolorosamente, então a solto. Ajeito a minha camisa, fecho o zíper e o botão da calça, afivelo o cinto e saio sem olhar para trás.

Isadora Trindade foi contratada pelo meu pai quando tinha seus dezenove anos. Ela era filha do seu grande e leal amigo Marcelus Trindade, que a cerca se três anos levou um tiro para salvar a vida de Léo Ferraz. E desde então, ela assumiu as finanças dos negócios da família Ferraz. A garota sabe muito sobre o nosso trabalho aqui no morro: as compras das armas, os envios para o Afeganistão, sobre os laboratórios e vendas das drogas e até os horários e nomes dos clientes. Ela é uma peça valiosa para os nossos inimigos, mas isso não quer dizer que a garota me tem em suas mãos. A coisa no mundo do crime é bem prática e nebulosa. Não aceitamos traidores em nosso meio e se descobrimos um deles, pode ter certeza de que não teremos a menor piedade.

- Darlan Guerra, como vai meu amigo? - Cumprimento o homem que está se esbaldando em cima das duas garotas completamente nuas e banhadas com um pó brilhante, e dourado e no mesmo instante o idiota esbanja um sorriso largo para mim. - Por favor, não precisa se levantar, pode aproveitar bem as meninas. Pensou sobre a minha proposta?

- Ele indaga sério e faz um gesto de dedos para as garotas saírem. Depois, acende um cigarro, dá uma tragada grande, liberando uma fumaça densa em seguida.

- Pensei. É uma proposta bem audaciosa, Guerra. - Ele não diz nada, apenas mantém seu olhar firme fixo no meu. Estabelecer um laço como este com os Guerra me favorece e muito na guerra do tráfico. Ele tem homens de artilharia fortemente treinados por um militar e se eu pretendo realmente tomar alguns territórios, a minha força triplicaria com essa aliança.

- Eu quero ficar os negócios do leste. - Faço um gesto de desdém para ele.

- Por mim tudo bem, mas você só receberá a mercadoria das minhas mãos e poderá vendê-la onde e quando bem quiser - digo. Essa é uma estratégia muito boa. Com o Guerra comprando o material diretamente comigo será mais fácil controlá-lo e mantê-lo debaixo dos meus pés.

- Isso não é problema para mim, já que as suas mercadorias são de ótima qualidade.

- Ótimo! Manterei o meu pessoal da zona sul e oeste longe do seu território, assim não se preocupará com as suas vendas, mas em troca eu preciso de alguns olheiros espalhados por ai, pessoas de sua alta confiança.

- Isso é fácil. O que está planejando fazer, Ferraz? - Ah, ele não está falando sério! É claro que ele nunca saberá o propósito dos olheiros, mas através deles eu descobri mais rápido quem é o mandante do assassino do meu pai e assim, executarei os meus planos.

- Isso não é da sua conta. Apenas consiga o que eu preciso - rebato com frieza. - E quanto a nossa sociedade, o que tem a me oferecer?

- Ah, uma sociedade mais sólida.

- Como assim?

- Você é o novo rei desse morro. Um dos maiores e mais poderosos desse estado. Não acha que precisa de uma rainha ao seu lado?

- Do que está falando?

- Estou falando que você precisa produzir herdeiros o quanto antes, Thor, porque se algo te acontecer, pelo menos terá para quem deixar tudo isso.

- Que porra você está dizendo, seu imbecil?! - rosno em fúria e ele ergue as mãos em redenção.

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