LIAM M. CUNNINGHAM
Liam, 21 anos, ou mais conhecido como Magnata, tem 1,84 de altura, tem os olhos azuis como o pai, esse é totalmente idêntico ao seu pai, se ele era temido, imagine o filho com os hormônios a flor da pele. Sem contar que ele não é um homem de brincadeiras, esse aqui é o pior dos piores, devido a tudo o que foi obrigado a fazer, mas tudo tem um preço e ele ficou ainda mais cruel e frio depois de tudo. Mas se tem uma coisa que ele sabe que irá fazer, é destruir muitas pessoas que conspiraram para tudo isso acontecer, e sabemos que quando uma pessoa é determinada, ele vai longe. Mas o ódio, a frieza, e o rancor que toma conta do coração do Liam, é capaz de se aquecer? Será que alguém vai conseguir de verdade tirar tudo isso dele? Será que ele se tornará uma pessoa fria e calculista apenas com quem é de fora?
AYSHA SARI
Aysha, 20 anos, morena, olhos verdes, Turca, ela tem 1,60 de altura, ela é tão linda que parece uma deusa esculpida, ela sempre esconde o seu rosto e o seu cabelo, apenas o seus olhos são vistos, mas será quem um dia ela deixará o seu medo no passado, e se tornará uma pessoa comum, que não precise usar o véu para se esconder? Essa moça tem uma linda história, uma história que é triste, o seu passado no qual sofreu horrores, ainda a persegue de alguma forma, na sua mente é como se ela conseguisse ver tudo que passou no passado. Mas existe alguém que é capaz de compreende-la, existe uma pessoa que consegue acalmar a mente dela, mas será que essa pessoa é para ela? A vida dessa menina é linda e ao mesmo tempo conta a história da rejeição que o seu genitor tem por ela e sua irmã. Resgatada pela família Marchetti, ela hoje vive bem, aparentemente, mas o seu coração vive momentos turbulentos.
ADRIANO SANTOS
Adriano, 20 anos, ele tem 1,80 de altura, é o melhor amigo do Liam, um rapaz que sempre esteve a seu lado desde da escola, os dois cresceram juntos e são muito amigos, e por causa dessa amizade linda dos dois, que ele falou que se ele ficasse como o chefe do morro ele o colocaria como subdono do morro. E claro os planos mudaram, e esse amigo vai está lado a lado com ele lá na Jamaica, sim ele será um dos seus conselheiros, a pessoa na qual ele terá mais confiança, e sim esse é o cara de se confiar de verdade, afinal a irmandade que eles construíram durante anos teve efeito. Esse homem é um tremendo gostoso, ele tem algumas tatuagens em seu peitoral, e em seus braços, mas ainda sim ele atrair a atenção de tantas as garotas, até que um dia ele pode conhecer alguém que pode mudar a sua vida, será que isso acontecerá? Ou será que ele será um cafajeste pelo o resto de sua vida?
DALILA FONTINELLI
Dalila, 18 anos, morena, tem 1,63 de altura, irmã do Adriano, ela é uma menina de ouro, a menina na qual qualquer pessoa quer está perto, ela é uma pessoa que preserva a amizade, ela puxou isso de seu irmão, ela conhecerá a Aysha, e as duas se tornaram amigas inseparáveis, elas duas constrói um vínculo que é impossível de ser quebrado, juntas uma apoia a outra, mas nesse caso, a Lila que dar o maior apoio a Aysha, da situação na qual ela vive. A Lila é tanto amiga da Aysha quanto da Nayla, foi graças a Nayla que essa amizade surgiu entre as duas, e com certeza podemos chamar de amizade verdadeira.
RAMIRO FONTES
Ramiro, ou RM como todos o conhecem, 23 anos, é um dos amigos do Liam, porém esse é o mais encrenqueiro assim possamos dizer, ele faz parte do trio da morte, esse é um trio que se mexer com um mexeu com todos e assim é feito as piores coisas já existente nesse mundo, eles juntos fazem coisas que qualquer pessoa de fora que ver, ficaria horrorizados, esse tem uma queda na irmã do Liam, mas nunca falou nada, até porque ele sabe que isso é extremamente proibido entre eles três, façam tudo mais nunca toquem ou olhem a irmã dele, porque isso é o limite para quebrar a amizade deles, e claro eles se mantém distante do radar da Nayla.
YARA ALMEIDA
Yara, 19 anos, se acha a rainha do pedaço, a marmita de bandido que acha que tudo é como ela pensa, ou até mesmo pensa que é a nova madame dona do pedaço ou da porra toda como ela costuma dizer a deus e o mundo inteiro que será a patroa de tudo, só que como a patroa do morro é a Nadie, então isso ela teria que tirar ela do comando, mas essa, corre do radar dela, afinal sabe que ela é conhecida como Alerquina, e se passar perto dela, baixa a crista pra não tombar, porque o tombo é horrível, a mesma não tem piedade de ninguém, e se ela sonhar em ouvir que essa será a futura patroa do morro, ela mata sem piedade.
JOYCE ANDRADE
Joyce, 18 anos, atrevida, encrenqueira, se acha a patricinha de Beverly hills, mas sempre que quer alguma coisa, ela corre para o Liam, achando que ele comendo ela hoje ou amanhã, ela será reconhecida ou até mesmo a patroa do morro, mas como ela e mais algumas é só um passa tempo, ele pega e joga fora, afinal puta não tem vez, até porque marmita de bandido se encontra em qualquer esquina, e ainda mais dessas que se vendem por dinheiro.
RITA COSTA
Rita, ou Ritinha, 26 anos, essa aqui é uma garota de programa, na qual o Liam tem um breve envolvimento, ele só a procura quando quer algo completo mesmo, essa aqui é uma das que acha que vai ter algum poder sobre o Liam, só porque ela dar pra ele, e pra mais uma fila inteira se possível, mas se ela brincar muito, ela vai morrer antes mesmo de achar que pode fazer ou desfazer as coisas, não é porque ele paga pra comer ela, que ela pode achar que tem algum poder sobre ele. Mas talvez porque ela se diz ser uma mulher mais experiente, que ele sempre a procura, e que não encontra outra melhor que ela, mas é onde ela se engana, e uma hora o cavalo dela, irá derruba-la.
LIAM NARRANDO
A minha vida aqui no morro do alemão sempre foi a melhor que eu tive em minha vida, a minha mãe sempre quis que a gente não fosse do morro, ela dizia quando eu era pequeno que eu poderia escolher, que ela me apoiaria, afinal a gente nunca saiu do morro, e eu escolhi ser quem eu sou hoje. Quando eu comecei a andar por esse morro eu por ser o filho do Terror, sempre tive as regalias que todos me davam, afinal eu era intocável, e isso foi durante praticamente a minha infância toda, até que um dia aqui no morro teve uma invasão, e eu estava voltando para casa, eu tinha 9 anos de idade, junto com a minha irmã, esse dia é memorável até hoje em minha mente, foi quando eu matei pela primeira vez, e desde que fiz aquilo eu aderir o desejo de matar as pessoas que nós fazem mal, e dali em diante eu disse para mim mesmo, que esse morro seria meu, ou até mesmo a máfia na qual a minha mãe é herdeira. O dia dessa invasão nunca será esquecido, e assim como eu a Nayla nunca contou para ninguém o que aconteceu naquele beco, pelo qual a gente voltava para casa.
•FLASHBACK ON•
No exato momento que saímos da escola, a gente caminhava pelo mesmo percurso que sempre nossos pais nós traziam para o colégio, a gente voltava quando ouvimos os foguetes anunciando que estava começando uma invasão no nosso lar, mas a gente não tinha medo daquilo, não tínhamos que temer, até porque estávamos longe de tudo que poderia nós pegar, ou algo assim, era o que pensávamos, então seguimos andando para a nossa casa, mas de repente ouvimos disparos e eles estavam próximos demais, então foi nesse momento que eu percebi que estávamos em perigo, e nesse momento alguém apareceu a frente, logo na entrada do beco que estávamos andando.
Nayla: Liam! - minha irmã grita e eu olho para trás e nesse momento eu vi que havia outra pessoa ali, no início eu tive um pouco de medo, afinal estávamos os dois ali sozinhos, mas a minha irmã sempre foi muito mais danada do que eu. - Tem uma arma na sua bolsa, pega ela. - a mesma fala e só ai me dou conta que ela colocou uma arma na minha mochila.
Liam: Como que você... - não deu tempo falar, os caras estavam andando em nossa direção.
XXX: Ora, ora, ora, se não são os gêmeos. - um deles falou, então rapidamente eu coloquei minha mochila no chão, e tirei a arma da minha mochila e mirei na direção do que estava falando. - Mas você não vai usar isso vai? Você não sabe usar isso moleque. - ele diz com um tom de deboche e da risada, e ao perceber que eu e a Nayla estávamos em um momento delicado, a Nayla me tira uma outra arma da mochila dela, uma mais pequena, e eu fiquei confuso, mas não tirei os olhos do cara, quando eu percebi que o outro cara estava prestes a pegar a Nayla, eu não sei o que me deu, rapidamente eu atirei no que estava a minha frente, e não sei se foi sorte de principiante mas acabei acertando ele na cabeça, mas no mesmo momento a Nayla havia atirado também, fazendo o outro cair sem vida no chão.
Liam: O que fizemos? - eu olho para ela que estava me olhando com um sorriso nos lábios.
Nayla: Sobrevivemos meu irmão. - diz sorrindo.
Liam: Nunca eu vou deixar ninguém tocar em você, isso é uma promessa. - digo e nós dois nos abraçamos.
Nayla: Nunca podemos tocar nesse assunto, você promete? - ela me olha com os olhos verdes brilhantes, me fazendo ficar encantado com aquele brilho lindo que ela tem.
Liam: Jamais. - digo sério e nos soltamos, e guardamos as armas na mochila, e quando estávamos pronto para andamos, o nosso padrinho Menor apareceu ali.
Menor: Graças a Deus, a Nadie está só os nervos. - ele diz e quando ele percebe que tem duas pessoas mortas ali, ele nós olha. - O que aconteceu aqui? - ele pergunta e a Nayla sorrir.
Nayla: Eu não sei padrinho, quando chegamos aqui eles já estavam assim. - ela diz olhando com aquele brilho no olhar.
Menor: Vocês não era nem para está andando sozinhos, vamos, que eles queimem no inferno. - ele fala e seguimos as pressas com ele.
•FLASHBACK OFF•
Depois daquele fatídico dia, a gente não tocou mais nesse assunto, e também preferimos assim, hoje meu pai viajou e me deixou no controle do morro, mas se minha mãe manda, eu não posso ir contra ela, apesar que a Nayla esses dias está bem na dela, então acabo saindo dos meus pensamentos quando o Dri chega sem bater.
Dri: Fala ai irmão, tá no comando hoje? - ele fala sorrindo.
Liam: É como meu pai diz, o costume segue a gente até no Japão, já não basta os meus padrinhos que entram sem bater, você também. - digo e ele da risada.
Dri: Bom saber que isso incomoda. - ele diz e jogo nele um lápis, o fazendo rir.
Liam: Não achei nada engraçado filho da puta. - digo e ele continua rindo, mas o mesmo se senta na cadeira a minha frente. - Passa a fita. - digo sério e ele me olha.
Dri: Vim aqui, porque a Sabrina está lá na rua de baixo, e disse que queria uma palavrinha contigo. - ele fala e dou risada.
Liam: Essa puta sentava para meu pai na época que ele pegava qualquer uma, e agora ela insiste em sentar pra mim, achando que eu vou pegar alguém que minha mãe odeia. - digo rindo e ele rir.
Dri: Você só se fodeu meu irmão, porque a sua mãe vai comer você na porrada se ela descobre. - ele fala rindo e eu me levanto, nesse momento o Luigi entra na sala.
Luigi: Irmão. - ele fala assim que entra na sala.
Liam: O que tá pegando? - pergunto olhando ele.
Luigi: A mãe está querendo ir no shopping com a Nayla e com a tia Jamile, e eu disse que era melhor ela esperar o papai chegar. - diz e eu respiro fundo.
Liam: Certeza que isso é ideia da nossa irmã, ela sempre faz as coisas querendo ir para o asfalto. - digo revirando os olhos e vou saindo com os meninos da sala do meu pai, e seguimos até a minha moto.
Montei na minha moto, meu irmão montou na mesma e dei partida para a nossa goma, a gente foi trocando uma ideia massa até que chegamos em casa, e lá estava minha mãe com as meninas querendo ir para onde não pode, então minha mãe me olhou e disse que queria ir para o shopping com as meninas, e eu disse que não era legal, que era pra esperar o pai, até porque é mais seguro quando ele tá por aqui. Então ela ficou um pouco pensativa, até que acabou aceitando, então eu sair dali deixando elas e fui para meu quarto, depois eu sair e fui dar um rolê pelo morro. No dia seguinte o meu pai chegou com duas moças que estavam vestidas totalmente estranhas, e eu não sabia decifrar tudo o que estava vendo, de início eu achei engraçado, é uma cultura que não consigo decifrar ela, mas me controlei e fiquei observando tudo com atenção, minha irmã foi bem solidária e minha mãe também, apesar da raiva dela está bem exposta e bem visível, o que foi engraçado ver minha mãe brava com meu pai.
AYSHA NARRANDO
A minha vida está completamente de cabeça para baixo, foram tantos anos de humilhações, de surras sem explicações, de falta de alimento, tudo isso ao lado do meu pai, e hoje ele faz algo tão grave comigo e com minha irmã, agora isso é por motivos de rejeição, ele nunca nós aceitou por sermos meninas, até a babá Berna ele deu fim dela, nunca mais que tivemos notícias dela, e o pior de tudo é que ficar no escuro está muito difícil para mim, e sei que ainda está bem pior para a Ayla, coitada da minha irmã, eu a tive todo esse tempo ao meu lado, e nem sabemos, para onde o nosso pai está nos mandando, porque cá estamos em uma casa de leilão, assim ouvimos várias moças reclamando, chorando, implorando por clemência, mas ninguém aqui quer saber de nada, apenas pensam com o dinheiro, isso sim, eles pensam quando ver o dinheiro na frente deles, isso que eles pensam. Estávamos as duas assustadas, e eu só conseguia olhar pra minha irmã, e ela me apertava contra ela, a gente estava tão desesperada, que o meu pior medo era ir para um lugar que nunca nem vi em toda a minha vida, e tudo isso por despeito, que o meu pai sempre teve. Tenho medo do que vai acontecer aqui.
XXX: Vamos agora é vocês duas. - uns homens chegam com brutalidade e pega nos duas pelo braço e sai nos arrastando até um lugar amplo, e nele havia muitas pessoas, eram tantas que eu estava morrendo de vergonha, as poucas mulheres que havia ali dentro, elas estavam vestidas muito elegante.
XXX2: Vamos começar os lances. - um outro homem fala em um microfone.
Ayla: Aysha minha irmãzinha, eu estou com tanto medo, o que será de nós. - ela pergunta baixinho enquanto chora.
Aysha: Eu tô tão nervosa quanto você minha menina, por favor se acalma, confie em Deus. - digo abraçada a ela, e havia tantas pessoas as coisas começaram a esquentar, até que dois homens que estavam um pouco mais atrás falou o último lance.
XXX2: Vendidas! - ele falou batendo o martelo, e meu corpo todo estremeceu, eu comecei a chorar, eu não conseguia parar de me tremer, tudo aquilo me deixava muito nervosa, eu estava com medo de tudo aquilo, os mesmo homens que nós trouxeram, nós arrastaram de volta para onde estávamos, eu estava tremendo tanto, até que nosso pai chegou ali.
Demir: Finalmente estou me livrando de vocês duas, agora que foram vendidas para um mafioso, ele fará vocês de prostitutas. - ele diz com um sorriso no rosto e as lágrimas molham meu rosto.
Aysha: Nunca fizemos mal para você, porque faz isso conosco. - falo e ele pega no meu véu, e puxa com força fazendo os fios do meu cabelo ficar preso em sua mão, então o mesmo levou a mão até o meu queixo e apertou.
Demir: Cala a porra da boca, sua escrota, vocês são a minha vergonha, o meu desgosto, nunca amei vocês, e jamais eu vou amar, vocês são a pior coisa que aconteceu na minha vida. - ele diz e cada palavra que ele fala, é como uma facada no meu peito. - Agora vocês será muito bem cuidadas. - ele diz sorrindo e me solta, nesse momento os dois homens entraram juntos e ficaram olhando tudo, o meu pai que estava ali trocou umas poucas palavras com eles, e logo ele se afastou.
Quando aqueles homens falou que a gente podia confiar neles, eu fiquei nervosa, eu não sabia o que fazer, eu nunca sair de casa, sempre fui proibida de sair de casa, se precisássemos de alguma coisa, a Berna sempre trouxe para a gente, e assim foi durante 16 anos da minha vida. Então seguimos os homens sem fazer nada, até porque não tinha muito o que se fazer, se a gente corresse nosso pai nos pegaria ou até mesmo nos mataria, não sabemos o que pode nós acontecer, então quando chegamos no carro, entramos e juntos fomos seguindo para algum lugar que eu não sei onde é, eu fiquei todo momento abraçada na minha irmã, ela estava mal, e os homens nós falou que não iria nós fazer nada, até que eles se apresentaram, e foi algo estranho, mas ainda sim eu estava tão mal com tudo isso, a única coisa que eu queria mesmo era sumir, porque uma situação dessa que estou vivendo com a minha irmã, não é das melhores. Fomos vendidas como mercadorias, e isso não tem perdão, eu nunca vou perdoar o homem que se dizia meu pai, eu jamais vou perdoar ele, eu tenho uns flashback de lembranças da minha mãe, eu era muito pequena, mas guardei algumas coisas dela, principalmente a que meu pai fez maldade com ela, até que minha irmã teve que vim ao mundo, a Berna nós disse que nunca conseguiríamos entender a mente dele, e faz pouco tempo que ela sumiu, mas até onde a gente ouviu ele falar, foi que deu cabo dela, e pelo pouco que sabemos é que ele a matou, e isso ainda está doendo dentro de mim. Minutos depois a gente chegou em um lugar distante de tudo, e assim que chegamos, a gente estava perto de um avião, e era bem grande, eu sei que é um porque eu conseguia ver-los da janela quando eles passavam, então descemos todos do carro e seguimos para dentro daquele pássaro enorme, era assim que eu o chamava, de pássaro, eu pedia tanto a Deus para nós fazer voar tão alto que não conseguisse mais olhar para trás, e quando o senhor Zion nós ensinou, gente sentou e colocou o cinto e ficamos quietas, a Ayla deitou a cabeça na janela, e ficou olhando para fora, enquanto as lembranças do passado veem em minha mente.
•FLASHBACK ON•
Estava sentada no jardim, olhando as flores, eu tinha 14 anos de idade, quando de repente sentir uma mão pesada sobre os meus cabelos, mesmo com o véu sobre meus cabelos eu podia sentir aquela mão forte, quando olhei para cima, eu percebi que era o meu pai, ele me olhava com fúria, e com muito ódio, eu não sei como aconteceu, mas eu sentir um tapa forte no meu rosto, e eu não sabia o que havia feito de tão errado, as lágrimas molharam o meu rosto de uma forma tão rápida e inesperada que a Berna veio correndo.
Berna: Senhor Demir, o que a menina Aysha fez para você agir assim com ela? - a mesma o questiona e ele empurra ela a fazendo ela tropeçar e cair.
Demir: Não se meta, sua velha enxerida, a filha é minha e eu faço o que eu bem entender com ela. - ele fala e sai me puxando. - Por causa dessa velha que você agora vai aprender a nunca mais em toda a sua vida me olhar, nunca mais. - ele fala e sai me arrastando pelo cabelo até que entramos dentro de casa, o mesmo me leva até o sótão, e assim que entramos nele, o mesmo me arrasta mais um pouco, até a cadeira que ali tem.
Aysha: Por favor papa, não faz isso comigo, eu não fiz nada. - suplico enquanto choro. - Por favor, pelo amor de Deus. - continuo suplicando, mas ele não está ligando, parece que não ouve minhas súplicas.
Demir: Mandei cala-se! - ele diz e eu não consigo entender o porque ele faz isso comigo, assim que ele me sentou ali, ele prendeu as minhas pernas sobre a cadeira, e logo mais ele amarrou os meus braços atrás da cadeira, e colocou aquela coleira no meu pescoço, me fazendo ficar imóvel. - É assim que vai ficar, e só voltarei aqui daqui a 3 dias, para ver se já está morta. - ele diz e as lágrimas continuam caindo sobre o meu rosto, eu estava mal, eu não consigo entender ou compreender o porque isso.
Então ele saiu dali me deixando sozinha, eu começava a orar, pedindo a Deus para acabar com o meu sofrimento, só conseguia pensar na minha irmã, ela sozinha com ele, o que ele vai fazer enquanto eu tô aqui presa, oh Deus, me ajuda por favor, mamãe eu não sei o porque desse sofrimento que passo desde que nasci, me ajude de onde quer que a senhora estiver.
•FLASHBACK OFF•
Acabo me assustando ao acordar com a claridade no meu rosto, isso foi um sonho? Eu estava lá de novo, eu nunca conseguir sair de lá, eu jamais em toda a minha vida conseguia, até que um dia a Berna finalmente me ajudou a sair, e acho que foi por isso que ele pode ter matado ela. Fiquei com lágrimas nós olhos só de pensar em tudo, aquilo me fez voltar de novo lá, e isso me assombra e sempre irá me assombrar. Acho que eu adormeci por tanto tempo, que assim que eu acordei no susto o avião já estava no chão, e dele quando descemos, fomos até um carro, e seguimos para uma enorme casa, eu acho que ainda é muito mais maior na qual eu morava. De início quando chegamos, eu vi algumas pessoas ali, e fiquei muito envergonhada de está na presença de tantas pessoas, quando uma mulher baixinho, acredito que mais baixa que eu um pouco, loira, dos olhos da cor dos meus, veio na nossa direção, percebemos que ela ficou um pouco chateada, não sei os motivos dela, mas acredito que tenha acontecido algo grave para que ela tenha ficado dessa forma, talvez seja por nossa presença, mas logo ela foi gentil conosco, também havia uns rapazes muito bonito, um deles ficou nós encarando, e eu não sabia onde por a cara, até que a filha do casal nós ajudou a subir para um quarto muito bonito.