Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Romance > O Mafioso do Submundo
O Mafioso do Submundo

O Mafioso do Submundo

Autor:: Busnio
Gênero: Romance
Mafioso do Submundo, é o nome mais temido de toda Costa Rica, emanando autoridade, poder e perigo. Por trás de todo império ilegal era conhecido como Nick Ross, o empresário bilionário e cobiçado do país. Em um dia especial comemorando o quinto aniversário do seu filho, Nick encontra com uma bela garçonete que lhe desperta um desejo intenso e obsessivo. Kamilla Lopez, uma garota recém adulta ainda imatura com uma vida difícil, fora criada em um orfanato na parte mais pobre de Costa Rica. Após atingir a maioridade e encontrar moradia ao lado de uma senhora de idade, a órfã consegue arrumar um emprego de garçonete em uma arena de futebol, o que ela não sabia era que estava sendo o desejo de um homem que tanto escutava e temia em noticiários de TV.

Capítulo 1 Parte 1

O despertador toca e junto com o som estridente ouço batidas na porta me despertando em atos de desespero, sobressalto da cama com os cabelos caídos em meu rosto, sinto o sol iluminar o meu rosto.

- Menina, você vai se atrasar de novo!

- Acordei! - gritei para dona Carolina clamando que ela parasse de bater na madeira.

Me levanto da cama e olho para o maldito relógio, desligo o despertador e ainda sonolenta arrasto meu corpo em direção ao banheiro. Depois de fazer minhas higiene e tomar um banho bem gelado eu voltei para o quarto e vesti o meu uniforme, ao olhar-me no espelho e certificar que estava pronta, sai do quarto, assim que abri a porta sinto o cheiro de café recém feito pela preciosidade da minha vida.

- Bom dia dona Carolina. - me aproximo dela e beijo a sua bochecha.

Se não fosse por ela eu estaria morando nas ruas, não teria uma cama e muito menos um trabalho onde consigo nos sufstentar sem nenhum problema.

- Bom dia olhos verdes, como dormiu?

- Muitíssimo bem. - Me movo na cozinha preparando meu café.

- Bianca passará por aqui hoje? - me perguntou.

- Lamentavelmente não, hoje pagarei um bus pro trabalho.

- Ahh que pena, mas bem.. Aviso que hoje não dormirei em casa.

- Não que seja da minha conta, mas para onde vai?

- Claro que é da sua conta Kamilla, te considero minha filha e por isso estou te contando.

- Eu também a considero muito, como uma mãe.

- Dormirei na casa de uma de minhas amigas, amanhã iremos para um cruzeiro.

- Cruzeiro?

- Sim.

- Oh! Está bem, divirta-se.

Ela me olha com os olhos cerrados e preocupados, ela se aproxima de mim e pega minhas mãos.

- Não queria te deixar sozinha em casa.

- Não estarei sozinha, terei a companhia dos meus livros.

- Pode ir comigo, se quiser.

- Sabe que não posso, tenho trabalho.

- Durma na casa de algum amigo então.

- Me conhece há muito tempo, sabe que não durmo na casa de amigos.

- Vejo que estou lidando com uma mulher do tempo antigo.

- Apenas gosto da minha boa e velha companhia, não tem nada melhor que isso.

Saio daquela conversa e encaro o relógio, meus olhos arregalam e rapidamente em passos apressados caminho para a porta,em minhas mãos está a bolsa que sempre levo para o trabalho.

- Deduzo assim que chegar em casa, não lhe encontrarei, certo? - pergunto antes de sair.

- Certíssima! Pode trazer um namorado se quiser.

- Meu namorado é meu trabalho.

Ela sorri e fala:

- Boa resposta, ele te banca.

- Exatamente.

Ando em passos apressados pela sua movimentava naquele horário da manhã, me aproximo do ponto de ônibus e novamente encaro o relógio em meu pulso, pela terceira vez nessa semana chegarei atrasada no trabalho, a culpa é do meu sono profundo. Alguns minutos decidindo de quem era a culpa o ônibus se aproxima e encaro a lotação que já estava, era enfrentar ou ir a pé, a segunda sugestão está fora de cogitação.

- Está atrasada, há quinze minutos!

Meu chefe exclama com um olhar assustador, passo por ele e ando pelo corredor até chegar na área dos funcionários.

- Me desculpe, meu despertador não tocou, sinto muito.

- Me poupe de suas desculpas, vai trabalhar!

Rapidamente saio da sua vista e sigo para o cabine guardando meus pertences, depois de colocar o avental e luvas sigo para o balcão, a lanchonete estava cheia logo as oito da manhã.

Trabalho em uma lanchonete em uma arena de futebol, todos os dias esse lugar está lotado, me surpreendo com as pessoas que sempre estão visitando e desfrutando de uma cultura, principalmente os homens, o que mais vemos por aqui. Aqui foi o único lugar onde encontrei trabalho, era isso ou ser empregada doméstica, o que eu não era muito boa.

Dona Carolina me ajudou a encontrar esse trabalho, tudo que eu tenho é graças a ela, foi ela quem me ajudou assim que saí do orfanato, sim, cresci em um orfanato no norte de agora onde moro, era um orfanato simples, vivíamos de caridade, principalmente de pessoas conhecidas e ricas. Quando completei dezoito anos as cuidadoras me avisaram que era o momento de partir, assim que passei pelos grandes portões me vi sozinha em um mundo que não conhecia, não tinha empregado, nem dinheiro para comprar comida, estava sozinha.

Nos primeiros dias fora difícil para mim, ninguém queria contratar uma garota suja e com os cabelos desgrenhados. No dia em que conheci dona Carolina lhe ajudei com as compras até sua casa, ela simpatizou comigo, sem pensar ela me ofereceu um quarto em sua casa, quando ouvi aquela oferta lhe vi com roupas de anjo. Dona Carolina é uma viúva de meia idade, não tem filhos e morava sozinha, ela foi enviada por Deus pata mim.

- Moça você está anotando meu pedido?

- Sinto muito, o que disse?

- Perguntei se está anotando meu pedido - encaro uma adolescente.

Após entregar seu pedido vejo Bianca aproximar-se de mim, rapidamente ela pergunta pela sua parceira de baralho:

- Como está dona Carolina?

- Está bem, ela perguntou por você hoje.

- Ela não vive sem mim, acho que passarei mais tarde para visitá-la.

- Vai perder tempo.

- Não vai encontrá-la em casa, ela saiu para um cruzeiro.

- Hum.. Interessante! Está sozinha em casa?

- Sim, mas não pretendo aproveitar.

- E por que não? Podemos chamar alguns meninos e fazer uma noite de jogos.

- Não estou afim, irei aproveitar a ausência dela com livros e contemplar o silêncio.

- Está bem, divirta-se com a solidão.

- Obrigada, é muito importante ouvir isso de você. - falo com a voz carregada de deboche.

Encerramos aquela conversa e voltamos para o trabalho, iniciei a notar os pedidos dos clientes, algumas eram gentis e simpáticos, outros eram grosseiros e sempre tinham olhares maliciosos, muitos me olhavam como um pedaço de carne, as cantadas eram frequentes no trabalho. Sempre os ignorava, embora alguns fossem insistentes na tentativa de conseguir meu número, sempre os tratava bem e não correspondia aos assédios.

Assim que o expediente acabou voltei para casa no carro de Bianca, assim que cheguei eu me despedi dela e subi as escadas, eram 18h da noite e minha única vontade era de tomar banho e cair na cama.

Capítulo 2 Parte 2

Deitada sobre o sofá eu lutava para deixar os olhos abertos, desde que cheguei do trabalho apenas tomei um banho e deite-me sobre o sofá, derrubo o livro no chão, me levanto e encaro o relógio pendurado na parede, era 20h da noite, suspirei agradecida, tenho tempo suficiente para dormir até amanhã.

Resolvo ir para o quarto, mas antes que chegasse até lá ouço batidas na porta, me aproximo dela e escuto murmúrios no lado de fora, ao abrir me deparo com Bianca acompanhada de dois amigos que já conhecia.

- Nossa, o que aconteceu com você? - perguntou ao ver o meu estado de sono.

- Acabei de acordar, o que está fazendo aqui?

- Vim te visitar, trouxe até companhia.

- Bianca, está tarde. - falo sonolenta.

- Ainda são oito da noite.

Junto com os rapazes ela entra e se aproxima do sofá, vejo eles sacarem baralho e começarem a jogar, observei aquela cena sem vontade de participar, esperava ansiosa que ela fosse embora e os levasse junto, não queria ser rude com eles, sei que ela pensa que sou uma pessoa solitária, por isso insiste que eu saia mais vezes eu arrume um namorado.

- Vem jogar Kami, não sabe o que está perdendo

- Não sei jogar isso.

- Vem cá, eu te ensino. - o rapaz que estava lhe acompanhando se ofereceu.

- Estou bem aqui, obrigada.

- Vem.. Não seja tímida. - insistiu.

Suspirei e me aproximei deles, Diego começou a me explicar da maneira de que deveria jogar as cartas, em pouco tempo consegui entender a sequência do jogo, fiquei tão entretida que as horas foram se passando, pedimos comida e continuamos a jogar.

- Que tal deixarmos o jogo mais interessante? - Caio que estava do lado de Bianca sugeriu.

- Mais interessante?

- Sim, veja bem.. Poderíamos apostar.

- Estou fora, não sou tola para fazer apostas. - disse Bianca.

- Não precisa ser dinheiro. - ele persistiu revirando os olhos.

- Poderíamos apostar tirando alguma peça de roupa.

- Acho que isso não é uma boa ideia.. - Bianca protestou.

- Concordo. - apoiei suas palavras.

- E por que não? Somos todos amigos.

- Acho melhor vocês irem. - levantei-me do chão.

- Se não quer apostar, não aposta. - disse Diego.

- Bianca você viu a hora? Trabalhamos cedo amanhã.

- Ela tem razão. - Bianca também se levantou. - Vamos nessa.

Assim que eles passaram pela porta eu tranquei e segui para o quarto, estava exausta e minha única vontade era de jogar-me sobre a cama. Fui até o banheiro e livrei das roupas, entrei no chuveiro debaixo do chuveiro deixei que a água morna lavasse meu corpo e carregasse as energias que perdi durante o dia. Voltei para o quarto enrolada em uma toalha, me aproximei do guarda roupa e vesti uma camisola de flanela, soltei meus cabelos e me joguei no colchão.

Na manhã seguinte já esperava Bianca em frente de casa, hoje ela me daria carona para o trabalho. Dormi bem esta noite, minha energias estavam recuperadas, porém, assim que o carro dela para na minha frente e olhei para seu rosto, vi olheiras enormes mostrando que não havia dormido bem.

- Bom dia Bianca. - cumprimento assim que entrei no veículo.

- Bom dia Kami. - ela boceja.

- Não dormiu bem nesta noite?

- Me lembre de não sair mais a noite, por favor.

- Se me escutasse mais vezes talvez na teria más noites de sono.

- Como sempre está certa, não cansa de ser perfeita?

- Não.

- Percebi. Mas enfim.. O Diego está interessado em você.

- Eu sei, ele já se declarou para mim.

- E o que você disse?

- Falei que o considerava um amigo.

- Deveria conhecê-lo melhor, ele é muito bonito.

- O Caio é um idiota, viu o que ele queria fazer?

- Ele não falou sério, apenas brincou.

- Não me passou essa impressão.

- Você é desconfiada assim mesmo?

- Não sou desconfiada, apenas não confio cegamente nas pessoas.

Depois de percorrer pelo trânsito chegamos no local de trabalho, fomos diretamente para a enorme lanchonete. Eram exatamente 8h da manhã, já se encontrava uma boa quantidade de pessoas pela arena. Passamos pela multidão, enquanto andávamos sentia uma queimação estranha e aflita por todo meu corpo, parei de andar e olhei para os lados, de fato eu não sabia o que estava procurando.

- Kami! - Bianca me chama.

Volto a andar, depôs de guardarmos nossos pertences começamos nosso expediente. Hoje fiquei responsável de atender os clientes no lado de fora da lanchonete, na praça de alimentação, eu atendia e levava seus pedidos sempre com um sorriso no rosto.

- Arena está muito movimentada hoje. - Bianca falou.

- Notei.

- Isso é porque um empresário está a passeio com o filho.

- Empresário?

- Sim, por isso está muito movimentado.

- Agradecemos a ele.

Algumas horas mais tarde o jogo já havia se encerrado, o número de clientes redobrou naquele instante, eu contava as horas para que meu expediente acabasse e eu pudesse ir embora. Após atender o último cliente um grupo de homens vestidos de terno e óculos preto se aproximaram da sala de alimentação, pareciam ser seguranças, em meio dele havia um homem alto de cabelos loiros e olhos azuis, sua expressão era terrivelmente intimidadora, ele era maior do que os próprios seguranças, parecia que ele quem estava os protegendo. Aquele homem exala testosterona pura, um ar de arrogância e poder, ele era muito atraente.

Os seguranças se afastaram e ficaram em distâncias curtas, o homem extremamente lindo desviou seus olhos para mim, por um momento prendi o fôlego, aquele olhar intimidador me permaneceram lhe encarando, não conseguia desviar.

- Moça.

Ouço uma voz baixa me chamar, olhei para baixo, um pequeno menino estava diante de mim, ele está um ser tão pequeno e tão lindo.

- Olá homenzinho. - sorri para ele.

- Eu quero fazer o meu pedido.

- Ah! Perfeitamente.. O que dese..

- Sorvete de chocolate!

Com o pedido anotado em minha mente caminhei para a outra funcionária preparar. Com o sorvete nas mãos eu virei-me e percebi que a criança havia se aproximado daquele homem, eles estavam dividindo a mesma mesa, sentia-me intimidada por constar que terei de me aproximar, não posso mandar outra funcionária ir no meu lugar, ou o chefe não gostará nenhum pouco.

Espantei aquela sensação e me aproximei da mesa, assim que lhe entreguei seu enorme sorvete de chocolate, falei:

- Aqui está, bom lanche.

Assim que dei as costas para voltar ao trabalho, ouço a criança ordenar:

- Sente-se!

Fiquei surpresa com atitude da criança, logo deduzi que ele seja um garoto mimado, virei para ele e falei com um pequeno sorriso.

- Não posso meu anjo, estou em horário de trabalho.

- Sente-se!

Ouço a voz grossa carregada de autoridade e perigo, virei-me e me deparei com os olhos azuis acinzentados e uma expressão séria, por um momento minhas pernas ficaram bambas. Um dos seguranças se aproximaram de mim e colocaram uma cadeira e me forçaram a me sentar, céus, onde me meti?

Capítulo 3 Parte 3

Pousei a mão em cima da outra tentando controlar o meu nervosismo, não entendo do porquê estou assim, o olhar desse homem me intimida, ainda mais agora pelas palavras da criança, como uma criança pode decidir algo assim? Enquanto a criança fala eu sentia os olhos do homem sobre mim, eu tentava prestar a devida atenção, mas saber que ele estava me olhando ficava tensa.

- Você tem filhos? - o garoto chamado Erick perguntou.

- Não.

- Você é muito bonita, sabia?

- Obrigada, você também é muito bonito.

- Poderíamos brincar qualquer dia. - sugeriu.

- Sinto muito, mas não podemos, sempre estou trabalhando.

- Mas isso não seria um problema, pode larga-lo.

Sorri sem humor, para ele é algo simples e fácil, não entende que trabalhamos por obrigação e não porque queremos.

- Gostaria que visse todos os meus carrinhos.

- Devem ser muito bonito.

Assim que Erick terminou de comer ele despediu-se de mim, ele foi embora acompanhado por aquele homem e os demais seguranças. Suspirei e voltei ao trabalho, assim que me aproximei da lanchonete Bianca se aproximou de mim com um olhar suspenso.

- O que foi aquilo?

- Não sei, fiquei tão assustada.

- Você viu quem era?

- Não o conheci.

- É o empresário mais rico de Costa Rica.. E o mais gato.

- Como se chama?

- Nick Ross.

- Acredita que aquela criança me deu ordens? E quando eu neguei esse Nick também ordenou?

- Devem ter gostado de você.

- Chega por hoje, eu vou pra casa.

Depois do expediente acabar Bianca me levou para casa, no momento meu único desejo era me jogar na cama e viajar no mundo dos livros. No trânsito, Bianca me perguntou:

- Pretende fazer alguma coisa hoje a noite?

- Sim.

- O quê?

- Comer e dormir.

Depois de parar em frente a casa eu sai e me despedi, ainda era cinco da tarde, a casa estava em silêncio, é nessas horas que sinto saudades de dona Carolina, nessas horas ela deve estar se divertindo em seu cruzeiro. Assim que entrei na casa eu encarei a bagunça que estava, amarrei meus cabelos e liguei uma música, comecei a limpar a casa e acabei era 18 da noite. Depois que terminei eu fui para meu quarto e andei em direção ao banheiro, me livrei da roupa, entrei debaixo do chuveiro e deixei que a água lavas se meu corpo e alma, aproveitei e lavei meus cabelos deixando-os hidratados e brilhosos.

Depois de encerrar o banho, vestir uma camisola e pentear os cabelos eu fui para a cozinha, estava faminta, precisava me alimentar ou a qualquer momento desmaiaria. Abri a geladeira e separei os ingredientes para fazer panqueca. Depois de comer me aproximei do sofá e sentei-me, enquanto comia assistia algum filme na TV, já não sabia quais horas eram, as horas foram se passando e enquanto estava acompanhada por um pote de sorvete ouço a campainha tocar.

Levantei-me do sofá e me aproximei da porra, ao abrir observo o meu pesadelo noturno parada em minha porta, ela estava lindamente arrumada e em suas mãos havia uma bolsa.

- O que faz aqui?

- Vim te convidar para sairmos.

- Eu não estou afim.

- Me desculpa babyboo mas você vai.

- Hoje é sábado Bianca.

- Por isso mesmo, é final de semana e amanhã não iremos trabalhar. Arrume-se.

- Você sabe que não gosto de sair à noite. - cruzei os braços. - Para onde quer ir?

- Boate Pulsie! - ela diz e passa pela porta de entrada.

- Odeio boates.

- Não pode odiar algo que nunca provou, agora vai se arrumar.

- Eu não vou.

- Prefere ficar em casa com roupa de dormir, assistindo filme e comendo besteiras?

- Sim!

- Toma! - ela me estende a bolsa que estava em suas mãos.

Olhei para o seu rosto, percebi que ela não mudaria de ideia, suspiro e pego a bolsa, ao abrir me deparei com um vestido preto pequeno. Me direcionei para o quarto e ouvi ela murmurar vitoriosa, minha vontade era de esgana-la. Depois de tomar outro banho me direcionei para o guarda roupa a procura de peças íntimas, procurava por uma mais fina e sexy, mas não havia nenhuma. Nunca gostei de calcinhas tão finas, rendas ou fio dental, acho muito desconfortável, eu adorava as famosas calcinhas tampa tudo, são maravilhosas.

Depois de secar o corpo eu vesti o vestido, me olhei no espelho e contemplei a peça em meu corpo, havia caído como luva, justo e curto, era um vestido tubinho de alinha preto, a peça realçou minhas curvas, com ele em meu corpo não necessitava que eu usasse sutiã, meus seios estavam quase pulando do vestido, nunca usei uma peça assim em toda minha vida.

- Está pronta?

Bianca entrou no quarto sem avisar, assustei-me ao vê-la atrás de mim.

- Bate na porta, e se eu estivesse nua?

- Deixa de besteira Kami, não gosta da mesma fruta que a minha. - seus olhos desceram pelo meu corpo e me contemplaram. - Mas pra você eu abriria uma exceção, tá muito gostosa.

- Estou me sentindo nua.

- Você não é acostumada a usar roupas assim.

- Não sei...

- Você está linda, sua bunda deu uma levantada, sia cintura é incrivelmente fina e os seus seios são fartos, você está uma Deusa nesse vestido.

- Você é exagerada.

- Eu sou realista, você é linda, babyboo, deveria se vestir mais vezes assim.

Bianca aproximou-se de mim e olhou para baixo, ela estreitou os olhos e perguntou:

- Não está usando calcinha?

- Minhas calcinhas não são fio dental.

- Você parece uma velha usando fraldas.

- São confortáveis.

- Está bem.. Senta aqui, eu vou te maquiar. - ela aponta para a borda da cama.

Com as maquiagem que eu tinha Bianca começou a me maquiar, pedi para que ela não me reproduzir-se tanto, não queria que me deixasse igual um palhaço de circo.

- Você está mais linda. - ela fecha o blush.

Me levantei e aproximei do espelho, fiquei surpresa com a maquiagem que ela fez, eu estava linda, sorri por me encarar daquela maneira, em meus lábios havia um batom nude, meus olhos estavam levemente marcados e um delineado bem feito.

- Falta os saltos.

- Não sei andar nisso.

- Você aprende rápido.

Ela sacou de uma bolsa o saltos altos, depois de coloca-los nos pés eu comecei amaciar até pegar o jeito, depois de pronta e com uma sensação de insegurança, seguimos para o seu carro em direção a boate.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022