Estava descontrolado. Minha ex submissa havia se apaixonado, não tive outra escolha a não ser terminar o contrato. Passei a noite pensando em algo para aliviar o meu estresse e abstinência de sexo, pois é sou viciado em sexo e principalmente em dominar. Adoro estar no controle, adoro sentir essa adrenalina e ver nos olhos da minha submissa, obediência a minha ordem e o prazer estampado em seu rosto, me dá muito tesão.
Ao contrário da fama que tem o bdsm, acerca do spanking, sou amante de bondage, a minha técnica preferida. O fato da sub estar imóvel me deixa mais excitado do que o normal, como um selvagem.
E com a ausência da minha ex submissa, já estava sentindo falta de uma mulher disponíve, para saciar minhas vontades obscenas.
Estou navegando pela internet quando um anúncio chamou a minha atenção, era sobre uma empresa que disponibilizava Submissas para donos. Tudo feito por contrato, sendo cabível a possibilidade de locação ou compra. Meu intuito era comprar, uma vez que é minha propriedade, não seria de mais ninguém, a não ser que eu não queira mais, ou que ela se apaixone, assim como Lívia.
Não perdi tempo, após pesquisar a reputação da empresa - pois queria saber se era confidencial e de confiança, dirigi até o endereço informado no site.
Assim que cheguei, informei meu interesse em ver o catálogo de submissas e a gerente do local veio me fazer a apresentação. Depois que eu disse o meu nome o tratamento passou a ser diferenciado, modéstia parte, sou um dos homens mais ricos do Brasil, então eu precisava de sigilo.
- O senhor pode ficar despreocupado, como já viu, a empresa é de grande conceito e preza pela seriedade. Se tiver do seu agrado, posso lhe mostrar as Submissas disponíveis.
- Ótimo. Faça isso.
Acompanhei a gerente até a sua sala. Seu nome era Monique, ela é uma preta linda, tem os cabelos encaracolados e se veste de forma elegante. Se fosse uma das Submissas talvez teria a minha atenção.
- Sente-se aqui por favor - disse e ligou o telão. Nele foi me apresentando cada uma das Submissas. Era uma mais linda do que a outra. Além de mostrar a submissa, vinha o currículo e formações de cada uma.
Fascinante.
Das dez mulheres que já tinha visto, apenas uma tinha chamado a minha atenção de fato. Sim, realmente todas são atraentes, mas além da beleza eu me importava com o nível bdsm, e era imprescindível que fosse virgem. Este é um hábito meu, que não muda.
- Espere - digo, quando ela faz menção em seguir adiante - Gostei dessa.
- Essa é Ana. Não está disponível senhor, foi contratada ontem.
Respiro fundo.
Não. Ana teria que ser minha.
- Ela já saiu do prédio? - pergunto. Estava disposto a tudo para tê-la.
- Não senhor.
- Eu a quero! - digo, convicto.
A mulher me olha sem entender e sorri sem graça.
- Senhor ela já foi escolhida. Eu... sinto muito.
- Por qual valor?
- Não posso dizer. É confidencial, o senhor terá várias outras que possam te interessar - diz, na tentativa falha de me convencer.
- Dez milhões de dólares.
O valor mínimo para compra de Ana, era 5 milhões de dólares. Acredito que o dobro do valor, irá chamar a atenção.
Ela arregala os olhos. Muito surpresa, fica algum tempo sem responder. Não aceito perder, nunca. Ana me atraiu de uma forma especial, ela será minha e não tenho dúvidas disso !
- Um minuto, por favor.
Então Monique sai e vai fazer uma ligação. Mantenho a calma e continuo encarando a imagem sensual de Ana no telão. Ela está com uma lingerie branca, seu corpo é magro, com algumas curvas que a deixam ainda mais gostosa e sexy. Sua cabeça está levemente abaixada, apesar de uma outra foto mostrar o seu lindo rosto. Os olhos de Ana é verde e sua pele pouco bronzeada contrasta perfeitamente com a cor deles.
Estou imaginando ela na sala de dominação, já estou duro pensando em fodê-la amarrada em um móvel.
"Ana, tem 19 anos, apesar de nova possui cursos de todos os níveis de bdsm. Uma submissa completa, Ana fará tudo que for do agrado do seu mestre. Além de linda, é inteligente, estudou a cultura e desenvolvimento de mais de 10 países, sim Ana poderá ser sua companhia perfeita em reuniões fetichistas ou até mesmo para lhe acompanhar em eventos profissionais.
Fala fluente inglês, espanhol, francês, alemão e Italiano. "
Diferencial: Virgem.
Preferência por: spanking, bondage e shibari.
Uma submissa perfeita. Não vejo a hora de por as mãos nela.
- Desculpe a demora senhor, precisei fazer uma ligação. Nunca tivemos uma proposta nesse sentido, ainda mais tendo em jogo tanto dinheiro.
Monique poderia dar qualquer reposta, mas eu tinha certeza. Ana é minha e vai sair daqui hoje comigo.
- E então? Quando irei levar a minha submissa?
- Hoje mesmo senhor. Basta assinar os papéis e fazer o depósito.
- Aonde eu assino? - pergunto, satisfeito.
Enquanto estou assinando, ouço Monique pedir a um funcionário para trazer Ana.
Estava ansioso, não via a hora de conhecer a mulher que seria minha a partir de hoje.
Minhas bolas estão doendo de tanto tesão. Meu membro estava tão duro que tive que disfarçar para que Monique não percebesse. Talvez seria impossível, já que ela não para de olhar.
Quando vi a garota com olhar puro e doce entrando na sala, assumo outra postura. Assim que me vê ela abaixa a cabeça em reverência. Meu instinto dominador já me faz ter uma vontade imensa de tê-la aqui mesmo.
Ana chega perto e se ajoelha com a cabeça baixa.
- Levante!
Ela obedece, e como uma boa submissa não me encara.
- Sou Ian King, seu dono a partir de agora.
Ela não diz nada, apenas permanece em silêncio e na mesma posição.
- Senhor, me desculpe. Eu preciso ir, tenho horário marcado - disse Monique.
- Não se preocupe. Já estamos de saída.
Saio da sala com Ana ao meu lado, já pensando no momento em que vou sentir meu pau latejar dentro da sua boceta.
A minha vida nunca foi fácil. Vivi no orfanato até completar dezoito anos de idade, lá sofri abusos, traumas insuperáveis, vi minhas amigas serem adotadas e eu era a única que permanecia lá. Quando completei a idade madura, saí do orfanato e passei a trabalhar em um restaurante como garçonete.
A paixão pelo bdsm, surgiu quando Miguel, quis me conhecer melhor. Ele era um homem bem mais velho que eu, tinha na época, 60 anos, e por isso eu não me envolvi. Porém, ele se tornou o meu amigo, conversávamos muito sobre a sua vida, e em uma dessas conversas, deixou escapar que era dominador desde novo. Foi então, que pesquisei o que era ser um dominador, a curiosidade falou mais alto, até que passei a querer entrar nesse mundo. A vida passou a ter outro sentido, eu me encontrei no bdsm, e me sinto útil, me sinto desejada. É como se eu fosse dependente do masoquismo.
Apesar de não ter feito sexo com penetração ainda, já estive com muitos dominadores, e tinha experiência de sobra.
Sim, para entrar na empresa aonde estava, necessita de muito preparo e habilidade.
Ian, era o meu mais novo dono. Não pude encarar ele ainda, pois não tive sua permissão. Fiquei chocada quando descobri por Monique, o valor do lance que ele deu, com certeza é podre de rico. Foi o valor mais alto que a agência recebeu.
Sua funcionária tratou de me apresentar o quarto em que eu ficaria. Não tenho roupas, pois normalmente vestimos o que for do agrado do mestre. Ele compra nossas roupas, maquiagens, tudo conforme seu estilo de vida.
Já estive com homens que só me presentearam com roupas caras, jóias raras e eu sempre devia estar arrumada. Outros, não gostavam que eu saísse de casa, eu só podia sair uma vez na semana, e ainda sim, devia especificar os locais antes de ir e depois que chegava.
A palavra dono, é real. Não me importo, pois fui treinada para isso, e escolhi isso.
- O senhor Ian quer que esteja pronta em dez minutos, e que o espere no quarto de submissão. - a governanta diz.
Nós não tivemos a conversa oficial, então, eu não sabia como me vestir, o que usar para agradá-lo, mas ainda assim, decido estar nua.
Depois de tomar um banho, e me certificar de estar cheirosa com o me perfume afrodisíaco, passo um óleo nas pernas e em todo o corpo.
Olho-me no espelho e visto um robe de seda branco. Pronto, tenho tudo para matar esse homem de prazer.
O relógio apita e eu sei que tenho apenas um minuto para obedecer a ordem do meu mestre.
Nada nessa vida, me deixa mais excitada do que ser punida, então não vejo a hora de estar nas mãos de Ian, e saber de fato o que me espera. Sinto que ele é extremamente bom no que faz, tomara que eu não esteja errada.
Estou ajoelhada na beira da cama, quando escuto os passos dele. Meu corpo se arrepia por completo, ele caminha de forma lenta.
Não consigo ver, mas posso sentir o seu cheiro, perfume de um homem dominante, um aroma atraente, que me instiga e atiça o meu interior, mexendo com a minha imaginação.
Suas mãos logo encontram meu ombro, tocando-me com saliência. Ele coloca meus cabelos para trás, e então apalpa os meus seios, despertando o meu libido.
- Soube que seria minha logo quando coloquei os olhos em você - sua voz sai rouca. - vou te mostrar o meu mundo, vou ser o melhor mestre que já teve, serei dono, não só de você, mas também do seu prazer.
Arrepio.
Suas palavras são como chama, que me incendeia ainda mais.
Espero o seu próximo passo, então ele me leva até um móvel amadeirado, aonde meu corpo está em cima e reto, porém minhas pernas estão no chão, tendo em vista que o móvel é pequeno.
A intenção é mesmo essa, deixar a minha intimidade completamente exposta e a mercê dele.
Ian prende as minhas mãos com as amarras que vem do pé do móvel. Ele também faz o mesmo com meus pés.
Estou excitada desde o início, mas é nesse momento em que meu corpo entende que vai acontecer a melhor parte, a de ficar imóvel recebendo tudo que vem de gostoso.
Ian coloca uma mordaça na minha boca e combina que a safeword, seria eu balançar a cabeça para os lados, de forma rápida.
A mordaça logo me faz salivar.
Meu clitóris roça na quina do móvel, e eu sinto prazer por isso.
Ian logo percebe, e me acerta com chicotadas. Dói. Sinto o ardor, minha pele queimar, e essa é a adrenalina que me faz ficar inerte ao tesão.
Os gemidos não saem, por conta da mordaça.
Estou tão imóvel e dominada, sinto minha vagina pulsar, estou molhada. Os golpes que ele desfere em mim, faz com que as amarras balancem e elas me apertem ainda mais.
Eu o desejo,o quero, preciso de mais.
- Seu corpo é uma perdição Ana, sabe como me controlei, para não te foder no instante em que te vi ajoelhada?
Sua fala me excita.
Fecho os olhos e de repente ele está dentro de mim, me preenche sem avisar, me corrompe roubando a minha pureza.
Meu dom, abre a minha bunda, e se inclina ainda mais sobre o meu corpo, sinto ele bem lá dentro, e se não fosse pelo fato de estar tão molhada, o seu comprimento causaria dor. De fato, a dor veio logo quando ele me rasgou, mas por estar tão receptivel não me causa tanto desconforto.
De dor eu entendo e gosto.
Ele é grande, grosso, e me toma com força, sem pudor nenhum desfere tapas na minha bunda.
Choramingo de prazer, enquanto ele usa o meu corpo, elevando o tesão de ambos.
Não consigo mais segurar, gozo com ele me torturando. Sim, Ian, tira e bota seu pênis várias vezes seguidas e bem devagar, me deixando louca.
Ele bate no meu clitóris várias vezes, meu pé se contorce, meu corpo não aguenta de tanto tesão. Eu poderia ser sua submissa para sempre, esse homem é o verdadeiro pecado em pessoa. Sabe o que faz e como faz.
- Quero que tome banho e volte para ficar aqui, vou te foder a noite inteira.
Excitado. Insaciável. Pareço a porra de um adolescente que acabou de foder pela primeira vez, é assim que me senti durante o momento em que fiquei a sós com Ana e igualmente assim, a noite inteira.
Não deixei Ana Luiza descansar, fiquei com ela no quarto de submissão até o amanhecer.
São exatamente 09h da manhã e eu dormi por apenas três horas. Nunca fiquei tão excitado e louco de tesão com uma submissa, eu a desejo aqui agora, me chupando com sua boca quente e carnuda.
Sim, eu já era quase um viciado em sexo, tenho que transar todos os dias, ou fico puto. Foi exatamente por esse motivo que tive que ter rápido, uma nova submissa.
Bebo o meu uísque e continuo no notebook. Dessa vez, eu estava concentrado. Tinha muito trabalho a fazer e eu não poderia ficar apenas pensando nas marcas que deixei em Ana Luísa.
Observando a meta da empresa, lembro de ligar para meu assistente e pedir para que trouxesse novos brinquedos sexuais diretamente da fábrica. Faço isso sempre que estou com uma nova submissa. Mando trazer brinquedos e acessórios de todos os jeitos, esse é o bom de ser CEO de uma empresa de produtos eróticos.
Gosto de explorar com a minha submissa, eleva o nível de seu tesão, e ainda posso torturá-la de modo prazeroso. Gosto de vê-la tão impotente e sedenta por mais.
Com Ana Luísa, tenho certeza que será perfeito.
•
Durante a tarde, observo pelas câmeras os passos de Ana Luísa, primeiro foi tomar café na piscina, ainda com roupa de banho. Depois, passou o dia lendo, e tomando sol.
Já estava impaciente, interfono para a governanta e solicito a presença de Ana no quarto de submissão.


Estou bebendo meu suco de laranja, quando a governanta me diz que Ian me aguarda.
Fui imediatamente para o quarto de submissão, do jeito em que estava, não tive nem tempo de beber o restante do suco.
Pelo meu tempo de experiência, sei que dominadores não gostam de atrasos.
Abaixo a cabeça e entro na sala, assumindo minha postura de submissa.
- Nessa parede ao seu lado, tem uma venda. Coloque-a! - sua voz, sai rude.
Pego a venda e coloco. Seu gosto é comum e peculiar entre a maioria dos dominadores, mas a curiosidade de saber como ele é, não deixa de me intrigar. O lado bom é que a experiência ajuda muito.
- Está usando um biquíni bem pequeno - ele diz, se aproximando de mim. Não posso ver, mas consigo ouvir seus passos cada vez mais perto.
- tem sorte que não ligo para isso. Mas, sabe que o único que pode te tocar - sinto seu toque no meu ombro e seu rosto próximo ao meu ouvido - sou eu. - me arrepio.
- Sim mestre. Você é o único, o meu dono - respondo e ele me agarra.
- Eu adoro a sua obediência, mas não vejo a hora de provocar uma punição, para que eu possa ficar ainda mais animado. Quero te punir - ele me tem para si, apertando meu corpo ao seu. Consigo sentir a sua grossura, seu membro ereto, forçando a entrada por cima do meu biquíni.
Gemi baixinho.
É tão gostoso não vê-lo. Não saber o que ele vai fazer comigo, deixa tudo mais sexy, e é por isso que eu amo o bdsm. Nunca cai na rotina. O desejo é maior, a atração, a libido... Sou totalmente entregue as delícias dessa prática.
Ian me coloca deitada na cama. Depressa, se livra do meu biquíni e logo estou nua. Pela sua respiração acelerada e ofegante, posso sentir que ele me deseja, anseia pelo momento em que estará dentro de mim.
De repente, um estalo. Ian bate no meu clitóris. Quase fecho a perna ao sentir a dor gostosa, mas ele logo me bate na coxa e eu entendo.
Foi apenas um impulso.
- Tão gostosa, você é perfeita Ana - ele diz e continua a bater no meu ponto do prazer.
Estou gemendo, não consigo controlar os gemidos. Minha vagina logo está úmida, pulsa, e pisca. Meu corpo está quente, agarro os lençóis enquanto Ian continua a me torturar.
- Mestre... - falo ofegante.- isso é muito bom.
Ele segura nos meus seios e os chupa, me levando ao delírio. Ian gosta de saciar devorando meus seios, e agora esfrega seu pênis na minha entrada, a qual está inchada de tanto ele me penetrar na noite passada.
Ele não me deu descanso, e sinceramente eu não quis. Tive tantos orgasmos múltiplos, que não consigo contar.
De repente, minhas pernas amolecem, sinto minha vagina sensível. Ele não para de me estimular e eu já não consigo ficar parada na cama, sem mover o corpo.
Ian me coloca de bruços e toca na minha bunda. Obviamente está admirando as marcas que deixou. Para ser sincera eu adorei, não parei de tocar e lembrar de como ele fez cada uma delas. Marcas de uma noite deliciosa de prazer.
Ele amarra as minhas mãos e logo o sinto dentro de mim. Forte, rápido, como um sádico descontrolado.
Ele me preenche indo bem fundo e sai. Alterna assim, socando até o talo e tirando. Ele gosta de me levar a delírio.
Grito ao senti-lo tão fundo.
- Isso grita. Grita enquanto eu te fodo minha doce Ana.
Faço conforme ele diz, mas não foi somente porque mandou, e sim porque sinto a intensidade, ir e vir a cada estocada.
Ian coloca minhas pernas no chão e segura em meu ombro.
Empino a minha bunda e dessa vez é ainda melhor do que antes.
- Por favor mestre me deixe gozar. - suplico.
- Não. Não vai gozar ainda, não agora.
Ele sai de cima de mim e me coloca em seus braços. Logo me coloca de pé, e amarra minhas mãos, que estão para o alto.
- Eu não consegui trabalhar direito pensando em você Ana. Sabe como isso afeta? - diz, me masturbando. Ele está bem ao meu lado, e segura mina intimidade, apertando em seguida.
- Não , eu não sei mestre, mas gostaria de saber - choramingo.
- Você vai saber agora - diz, colocando minhas pernas em volta da sua cintura. Ele segura na minha bunda, e me invade com brutalidade.
Ergo a cabeça e inclino o corpo para trás. Em vão, pois ele me segura para si, me aperta, me fode demonstrando toda a sua lascívia...seu desejo reprimido.
Os únicos sons da sala, são meus gemidos, as algemas que balançam e os urros de Ian. Uma perfeita sincronia.
- Sente ? - pergunta - Olha como eu te desejo Ana - diz e logo está mais fundo dentro de mim.
Arqueio o corpo.
Ele me segura pela cintura. Não me deixa escapar.
Estou prestes a gozar, eu não aguento mais. Eu preciso.
Então ele para. Percebeu que minha respiração estava mais ofegante, meus gemidos mais fortes.
Ian bate no meu clitóris com a palma de sua mão. Foi instantâneo, esguicho em gozo no mesmo instante.
Ele ri ironicamente.
E novamente está dentro de mim.
- Era tudo o que eu queria, que não me obedecesse. Tenho um castigo especial pra você baby - diz, satisfazendo-se com força.