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O Reencontro do Amor Perdido

O Reencontro do Amor Perdido

Autor:: Bo Xiaoye
Gênero: Romance
A dor excruciante não era da facada que tirou minha vida, mas da lembrança vívida de um passado que se recusava a morrer. Eu estava de volta, no dia exato em que minha irmã, Mariana, me pediu o impossível, o pedido que me levaria à morte pelas suas próprias mãos em minha vida passada. Ela destruiu meu rosto com meu próprio bisturi e cravou a lâmina em meu abdômen, enquanto meus pais assistiam, indiferentes à minha agonia. Ignorada, invisível, eu morri no chão frio da minha clínica, uma cirurgiã plástica de sucesso descartada por uma família obcecada pela ganância de Mariana. Mas agora, o cheiro de antisséptico era real, o sol invadia minha clínica e meu rosto estava intacto. Eu estava viva. Foi então que a porta explodiu e ela entrou, Mariana, com seu sorriso venenoso e a voz doce, pedindo para ser transformada em outra pessoa. "Eu quero o rosto dela, Sofia. Exatamente igual. Cada detalhe," ela exigiu, jogando uma revista na minha mesa com a foto da Sra. Rocha, esposa de um magnata. Na vida passada, tentei avisá-la do perigo do Sr. Rocha, mas ela riu, chamando-me de tola e revelando o sequestro da verdadeira Sra. Rocha. Minha raiva e o pavor subiam pela garganta, mas as engoli, lembrando-me da dor, do sangue e do olhar vazio dos meus pais. Desta vez, não recusei. Eu a transformaria na cópia perfeita, mas o mundo dela, construído sobre mentiras e crueldade, desabaria. Enquanto o Sr. Rocha prometia vingança na TV, Mariana sonhava com uma vida de luxo, cega para o desastre que se aproximava. Ela me disse: "O medo é para os fracos, Sofia. E eu não sou fraca. Agora, pare de falar e comece a trabalhar." Minhas mãos não tremiam mais. A vingança é um prato que se come frio, e a minha estava prestes a ser servida.

Introdução

A dor excruciante não era da facada que tirou minha vida, mas da lembrança vívida de um passado que se recusava a morrer.

Eu estava de volta, no dia exato em que minha irmã, Mariana, me pediu o impossível, o pedido que me levaria à morte pelas suas próprias mãos em minha vida passada.

Ela destruiu meu rosto com meu próprio bisturi e cravou a lâmina em meu abdômen, enquanto meus pais assistiam, indiferentes à minha agonia.

Ignorada, invisível, eu morri no chão frio da minha clínica, uma cirurgiã plástica de sucesso descartada por uma família obcecada pela ganância de Mariana.

Mas agora, o cheiro de antisséptico era real, o sol invadia minha clínica e meu rosto estava intacto. Eu estava viva.

Foi então que a porta explodiu e ela entrou, Mariana, com seu sorriso venenoso e a voz doce, pedindo para ser transformada em outra pessoa.

"Eu quero o rosto dela, Sofia. Exatamente igual. Cada detalhe," ela exigiu, jogando uma revista na minha mesa com a foto da Sra. Rocha, esposa de um magnata.

Na vida passada, tentei avisá-la do perigo do Sr. Rocha, mas ela riu, chamando-me de tola e revelando o sequestro da verdadeira Sra. Rocha.

Minha raiva e o pavor subiam pela garganta, mas as engoli, lembrando-me da dor, do sangue e do olhar vazio dos meus pais.

Desta vez, não recusei. Eu a transformaria na cópia perfeita, mas o mundo dela, construído sobre mentiras e crueldade, desabaria.

Enquanto o Sr. Rocha prometia vingança na TV, Mariana sonhava com uma vida de luxo, cega para o desastre que se aproximava.

Ela me disse: "O medo é para os fracos, Sofia. E eu não sou fraca. Agora, pare de falar e comece a trabalhar."

Minhas mãos não tremiam mais. A vingança é um prato que se come frio, e a minha estava prestes a ser servida.

Capítulo 1

A dor aguda no meu rosto me despertou.

Não era a dor da facada que me matou, mas a dor da lembrança.

Eu renasci.

Voltei para o dia em que minha vida desmoronou, o dia em que minha irmã, Mariana, me fez o pedido que destruiu tudo.

Na minha vida passada, eu recusei.

Ela, em um acesso de fúria, pegou um bisturi da minha própria mesa, destruiu meu rosto e depois cravou a lâmina no meu abdômen.

Eu morri no chão frio da minha clínica, vendo meus pais observarem a cena sem mover um músculo para me ajudar.

Eles só se importavam com a Mariana, a filha que prometia a eles uma vida de luxo.

Mas agora, eu estava de volta. O cheiro de antisséptico da minha clínica, a luz do sol entrando pela janela, tudo era real.

Meu rosto estava intacto. Meu corpo, sem feridas.

Eu estava viva.

A porta da minha sala se abriu com um estrondo.

Era ela. Mariana.

Ela usava um vestido caro, o cabelo perfeitamente arrumado, e um sorriso venenoso nos lábios.

"Sofia, minha querida irmã, preciso da sua ajuda."

Sua voz era doce, mas eu sabia o veneno que se escondia por trás.

Eu respirei fundo, controlando o tremor nas minhas mãos. Desta vez, seria diferente.

"O que você quer, Mariana?"

Ela se sentou na cadeira à minha frente, cruzou as pernas e me olhou como se eu fosse uma simples ferramenta.

"Eu quero que você me transforme nela."

Ela jogou uma revista na minha mesa. A capa estampava a foto de um casal. O homem era o Sr. Rocha, o magnata do café, um dos homens mais ricos e poderosos do país. A mulher ao seu lado era a sua esposa, a Sra. Rocha.

"Eu quero o rosto dela, Sofia. Exatamente igual. Cada detalhe."

A voz dela era firme, cheia de uma obsessão doentia.

Na minha vida passada, eu tentei argumentar. Tentei avisá-la do perigo.

"Mariana, isso é loucura. O Sr. Rocha não é um homem com quem se brinca. Ele é conhecido por ser implacável. Se ele descobrir, ele vai te destruir. Vai destruir todos nós."

Eu disse as mesmas palavras, como um eco do passado.

Ela riu, um som frio e cortante.

"Não seja tola, Sofia. Ele nunca vai descobrir. Você é a melhor cirurgiã plástica do país. Você pode fazer isso."

"E a verdadeira Sra. Rocha? O que você fez com ela?"

Um brilho cruel passou pelos olhos dela.

"Ela está tirando umas férias prolongadas. Não se preocupe com ela. Apenas faça o seu trabalho."

Sequestro. Chantagem. Mariana era capaz de tudo.

Eu me lembrei da dor. Lembrei-me do sangue. Lembrei-me do olhar vazio dos meus pais.

A raiva subiu pela minha garganta, quente e amarga.

Mas eu a engoli.

Desta vez, eu não iria recusar. Desta vez, eu ia dar a ela exatamente o que ela queria.

Eu peguei a revista, olhei para a foto da Sra. Rocha e depois para Mariana.

"Tudo bem," eu disse, minha voz surpreendentemente calma.

"Eu vou fazer a cirurgia."

Mariana sorriu, um sorriso de vitória. Ela não esperava que eu cedesse tão fácil.

"Eu sabia que você entenderia, irmãzinha. Nossos pais vão ficar tão felizes. Finalmente, teremos a vida que merecemos."

Ela não fazia ideia. Ninguém fazia.

O plano já estava se formando na minha mente. Um plano de vingança.

Eu faria a cirurgia. Eu a transformaria na cópia perfeita da Sra. Rocha.

E então, eu assistiria de camarote enquanto o mundo dela, construído sobre mentiras e crueldade, desabava.

Enquanto isso, as notícias já começavam a se espalhar.

A Sra. Rocha, esposa do magnata do café, desapareceu.

A polícia estava investigando, mas não havia pistas.

O Sr. Rocha ofereceu uma recompensa milionária por qualquer informação. Ele apareceu na televisão, o rosto impassível, mas os olhos queimando de uma fúria contida.

"Quem quer que tenha levado minha esposa," ele disse, a voz baixa e perigosa, "vai pagar. Eu vou encontrá-los, e não haverá misericórdia."

Na minha clínica, Mariana assistia à notícia com um sorriso satisfeito.

"Ele a ama tanto," ela suspirou, sonhadora. "Ele vai me amar assim também."

Eu olhei para ela, para a sua completa falta de empatia, para a sua ganância sem limites.

"Você não tem medo, Mariana? Do que ele pode fazer?"

Ela se virou para mim, a expressão endurecendo.

"O medo é para os fracos, Sofia. E eu não sou fraca. Agora, pare de falar e comece a trabalhar. Quanto mais rápido eu tiver esse rosto, mais rápido nossa nova vida começa."

Eu assenti, pegando meus instrumentos.

"Sim, Mariana. A cirurgia vai começar."

Minhas mãos não tremiam mais. Estavam firmes.

A vingança é um prato que se come frio, e a minha estava prestes a ser servida.

Capítulo 2

A cirurgia foi um sucesso. Um sucesso aterrorizante.

Quando tirei as últimas bandagens, o rosto no espelho não era mais o de Mariana.

Era o rosto da Sra. Rocha.

Cada curva, cada linha, cada pequeno detalhe. Era uma cópia perfeita. Um trabalho de mestre.

O meu trabalho de mestre.

Mariana tocou o próprio rosto, os olhos brilhando com uma alegria maníaca.

"Perfeito," ela sussurrou. "É absolutamente perfeito."

Ela riu, um som alto e triunfante que ecoou pela sala de recuperação.

"Eu consegui, Sofia! Eu consegui!"

Nossos pais entraram na sala naquele momento. Minha mãe ofegou, cobrindo a boca com as mãos. Meu pai ficou de queixo caído.

"Mariana? É você, minha filha?" minha mãe perguntou, incrédula.

"Não, mamãe," Mariana disse, virando-se para eles com um sorriso radiante. "Sou a Sra. Rocha."

Meu pai foi o primeiro a se recuperar do choque. Um sorriso ganancioso se espalhou por seu rosto.

"Incrível! Minha filha, você é uma gênia!" ele exclamou, olhando para Mariana com adoração. "O Sr. Rocha vai te cobrir de joias, de luxo! Nós estamos feitos! Estamos ricos!"

Minha mãe correu para abraçar Mariana, chorando de felicidade.

"Nossa menina! Sempre soubemos que você iria longe! Você vai nos dar a vida que sempre sonhamos!"

Eles a cercaram, paparicando-a, elogiando sua beleza, sua audácia.

Eu fiquei parada no canto, observando a cena grotesca. Eles não perguntaram por mim. Não agradeceram pelo meu trabalho. Eles nem mesmo olharam na minha direção.

Para eles, eu era invisível. Uma ferramenta a ser usada e descartada.

"Não se esqueçam de quem é o Sr. Rocha," eu disse, minha voz cortando a celebração deles. "Ele construiu um império sendo mais esperto e mais cruel que todos os seus inimigos. Vocês realmente acham que podem enganá-lo com um rosto novo?"

Meu pai se virou para mim, o rosto vermelho de raiva.

"Cale a boca, Sofia! Você está com inveja, é isso! Inveja do sucesso da sua irmã!"

"Ela está certa em uma coisa," Mariana disse, me olhando com desprezo. "O Sr. Rocha é esperto. Mas eu sou a esposa dele agora. Ele estava desesperado sem mim. Ele vai acreditar no que quiser acreditar."

Minha mãe me empurrou com força.

"Pare de estragar o momento, sua ingrata! Mariana está fazendo isso por todos nós! Você devia estar de joelhos, agradecendo a ela!"

Eu tropecei para trás, o ombro doendo com o impacto. A dor não era nada comparada à frieza nos olhos deles.

Mariana já agia como a dona do mundo. Ela pegou seu celular, que era um modelo novo, caríssimo.

"Olhem o que eu comprei com o cartão dela," ela disse, mostrando uma galeria de fotos de bolsas de grife, sapatos e joias. Ela havia esvaziado as contas bancárias da verdadeira Sra. Rocha antes mesmo de assumir seu rosto.

"Isso não é nada," ela continuou, presunçosa. "Quando eu voltar para a mansão, terei acesso a tudo. A fortuna dos Rocha será nossa."

Meu pai e minha mãe olhavam para as fotos com os olhos arregalados, a ganância escorrendo por seus rostos.

Eles acreditavam piamente. Acreditavam que Mariana, com seu rosto roubado e sua alma podre, tinha vencido.

Eles a viam como a Sra. Rocha.

A herdeira de um império.

Eles eram tolos. Cegos pela ganância.

E a queda deles seria espetacular.

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