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O Retorno da Noiva Traída

O Retorno da Noiva Traída

Autor:: Elsa
Gênero: Máfia
A chuva caía há dois dias, mas Mari Silva estava ajoelhada em frente à sede da facção, seu corpo dormente, a roupa encharcada e o frio entrando nos ossos. Na sua vida passada, ela não teve escolha. Tornou-se a noiva de Pedro, o chefe mafioso mais poderoso, um homem que a usava como troféu enquanto secretamente planejava sua morte. Ele a queria morta, afogada em um carro sabotado por ele mesmo, enquanto celebrava nos braços de sua verdadeira amante, Bruna. Mas, de alguma forma, o destino lhe deu uma segunda chance, e ela acordou, renascida, no dia em que o noivado com Pedro seria anunciado novamente. Desta vez, ela não seria a vítima, não se curvaria ao seu destino cruel; ela faria uma escolha diferente. Imersa em sua nova realidade, Mari buscou sua tia, Dona Sofia, a Madrinha da Máfia, implorando para desfazer o noivado com Pedro e, em vez disso, se casar com Lucas Santos, de uma família nortista outrora prestigiada, agora considerada piada. Pedro, tomado pela fúria ao saber da decisão de Mari, a humilhou publicamente, agrediu-a e a prendeu em um porão escuro, usando seus piores medos contra ela. Enquanto Pedro a atormentava, sua amante, Bruna, passeava pela mansão como se já fosse a senhora da casa, desfilando sua barriga de gravidez falsa, que Mari sabia ser mais uma mentira arquitetada para manipulá-lo. Pedro, cego pela paixão e pelo controle que Bruna exercia, não percebeu a teia de mentiras em que estava sendo enrolado. Mari percebeu que precisava de vingança, não apenas por ela, mas por todas as vezes que foi subestimada e magoada. Confrontando Dona Sofia, Mari revelou todo o inferno que viveu nas mãos de Pedro, e sua tia, por fim, interveio para salvá-la, usando sua influência para quebrar o noivado. A fúria de Pedro com a reviravolta dos acontecimentos o cegou, e ele, em um ato de desespero e para solidificar seu poder, anunciou seu casamento com Bruna. No entanto, o destino tinha outros planos, e o homem que Mari pensava ser sua salvação se mostrou o completo oposto. Lucas Santos, o futuro marido, a surpreendeu com sua franqueza e leveza, despertando nela uma esperança há muito esquecida. No dia do casamento, a aparição inesperada de Pedro, magro e desesperado, implorando pela simpatia de Mari, adicionou uma camada de tensão. Ele tentou seduzi-la, prometendo o mundo, mas foi Lucas quem o colocou em seu devido lugar com um soco certeiro, provando que sua proteção ia além das palavras. Mas a ameaça pairava no ar, e Bruna, cega pela inveja e pelo ciúme, incendiou a casa de Mari e Lucas. Em meio ao caos das chamas, Lucas a salvou novamente, e a família Santos, unida, enfrentou a adversidade com resiliência, afastando Pedro de suas vidas para sempre. Mari finalmente se viu livre, não apenas de Pedro, mas dos fantasmas de seu passado. Agora, ao lado de Lucas, ela sabe que a paz e a felicidade são mais do que meros sonhos. Eles são uma promessa, um novo capítulo para ser escrito, onde o medo não tem mais espaço.

Introdução

A chuva caía há dois dias, mas Mari Silva estava ajoelhada em frente à sede da facção, seu corpo dormente, a roupa encharcada e o frio entrando nos ossos.

Na sua vida passada, ela não teve escolha. Tornou-se a noiva de Pedro, o chefe mafioso mais poderoso, um homem que a usava como troféu enquanto secretamente planejava sua morte.

Ele a queria morta, afogada em um carro sabotado por ele mesmo, enquanto celebrava nos braços de sua verdadeira amante, Bruna.

Mas, de alguma forma, o destino lhe deu uma segunda chance, e ela acordou, renascida, no dia em que o noivado com Pedro seria anunciado novamente.

Desta vez, ela não seria a vítima, não se curvaria ao seu destino cruel; ela faria uma escolha diferente.

Imersa em sua nova realidade, Mari buscou sua tia, Dona Sofia, a Madrinha da Máfia, implorando para desfazer o noivado com Pedro e, em vez disso, se casar com Lucas Santos, de uma família nortista outrora prestigiada, agora considerada piada.

Pedro, tomado pela fúria ao saber da decisão de Mari, a humilhou publicamente, agrediu-a e a prendeu em um porão escuro, usando seus piores medos contra ela.

Enquanto Pedro a atormentava, sua amante, Bruna, passeava pela mansão como se já fosse a senhora da casa, desfilando sua barriga de gravidez falsa, que Mari sabia ser mais uma mentira arquitetada para manipulá-lo.

Pedro, cego pela paixão e pelo controle que Bruna exercia, não percebeu a teia de mentiras em que estava sendo enrolado.

Mari percebeu que precisava de vingança, não apenas por ela, mas por todas as vezes que foi subestimada e magoada.

Confrontando Dona Sofia, Mari revelou todo o inferno que viveu nas mãos de Pedro, e sua tia, por fim, interveio para salvá-la, usando sua influência para quebrar o noivado.

A fúria de Pedro com a reviravolta dos acontecimentos o cegou, e ele, em um ato de desespero e para solidificar seu poder, anunciou seu casamento com Bruna.

No entanto, o destino tinha outros planos, e o homem que Mari pensava ser sua salvação se mostrou o completo oposto.

Lucas Santos, o futuro marido, a surpreendeu com sua franqueza e leveza, despertando nela uma esperança há muito esquecida.

No dia do casamento, a aparição inesperada de Pedro, magro e desesperado, implorando pela simpatia de Mari, adicionou uma camada de tensão.

Ele tentou seduzi-la, prometendo o mundo, mas foi Lucas quem o colocou em seu devido lugar com um soco certeiro, provando que sua proteção ia além das palavras.

Mas a ameaça pairava no ar, e Bruna, cega pela inveja e pelo ciúme, incendiou a casa de Mari e Lucas.

Em meio ao caos das chamas, Lucas a salvou novamente, e a família Santos, unida, enfrentou a adversidade com resiliência, afastando Pedro de suas vidas para sempre.

Mari finalmente se viu livre, não apenas de Pedro, mas dos fantasmas de seu passado.

Agora, ao lado de Lucas, ela sabe que a paz e a felicidade são mais do que meros sonhos. Eles são uma promessa, um novo capítulo para ser escrito, onde o medo não tem mais espaço.

Capítulo 1

A chuva caía sem parar há dois dias e duas noites, e Maria Silva, ou Mari, como a chamavam, estava ajoelhada há dois dias e duas noites na frente da sede da facção.

Seu corpo estava dormente, a roupa encharcada grudava na pele e o frio entrava nos ossos, mas ela não se movia.

Ela não podia se mover.

Não de novo.

Em sua vida passada, ela não teve escolha.

Naquela vida, ela se tornou a noiva de Pedro, o chefe da facção mais poderosa.

Tudo começou com um erro, um abraço na rua. Pedro a confundiu com sua verdadeira amada, Bruna, e a segurou com uma força que parecia prometer o mundo.

Todos pensaram que ela tinha tirado a sorte grande, que se tornaria a esposa do chefe e viveria uma vida de luxo e poder.

Mas Mari sabia a verdade.

Ela sabia que cada sorriso de Pedro era falso, cada toque era calculado. Ele a usava. Ele a exibia como um troféu enquanto, secretamente, planejava sua morte. Uma morte feita sob medida, um acidente tão perfeito que ninguém jamais suspeitaria.

Ela morreu afogada, presa em um carro que ele mesmo sabotou, enquanto ele estava nos braços de Bruna, comemorando.

O frio da água invadindo seus pulmões era uma memória que nunca a abandonaria.

Mas então, ela acordou.

Ela renasceu.

De volta ao ponto de partida, ao dia em que o noivado com Pedro seria anunciado.

Desta vez, ela não seria a vítima.

Por isso ela estava ali, ajoelhada na chuva, implorando para ver sua tia, a Madrinha da Máfia, Dona Sofia.

A porta finalmente se abriu. Um dos guardas, com uma expressão entediada, disse para ela entrar.

Mari se levantou com dificuldade, suas pernas mal a obedeciam. Ela entrou na sala opulenta, o carpete grosso abafando o som de seus passos molhados.

Dona Sofia estava sentada em uma poltrona de couro, um charuto fino entre os dedos, a fumaça subindo em espirais lentas. Ela olhou para Mari com seus olhos penetrantes, uma mistura de irritação e preocupação.

"Você sabe o que as pessoas estão dizendo lá fora, Mari? Que minha sobrinha enlouqueceu. Ajoelhada na chuva por dois dias. Que tipo de espetáculo é esse?"

A voz dela era calma, mas carregava um peso que fazia o ar vibrar.

Mari não se importou com a repreensão. Ela caminhou até sua tia, suas pernas tremendo, e se ajoelhou novamente.

"Tia," sua voz saiu rouca e fraca. "Eu imploro, retire o acordo de casamento com o Pedro."

Dona Sofia franziu a testa, a surpresa quebrando sua compostura.

"Retirar o acordo? Você ficou louca? É o Pedro. O homem mais poderoso da cidade. Todas as mulheres sonham em estar no seu lugar, e você quer desistir?"

"Eu não o amo," Mari disse, as lágrimas finalmente escorrendo e se misturando com a água da chuva em seu rosto. "E ele não me ama."

"Amor?" Dona Sofia soltou uma risada curta e sem humor. "Nós não lidamos com amor, criança. Nós lidamos com poder. Esta união fortalecerá nossa família, fortalecerá a mim e a você."

"Ele vai me matar, tia."

As palavras saíram como um sussurro, mas ecoaram na sala silenciosa.

Dona Sofia ficou em silêncio por um momento, estudando o rosto desesperado de sua sobrinha. Ela viu o terror genuíno nos olhos de Mari.

"Isso é um absurdo. Pedro não faria isso."

"Ele fará," Mari insistiu, agarrando a barra do vestido de sua tia. "Ele tem outra pessoa. Ele só está me usando."

Dona Sofia suspirou, parecendo cansada.

"Mesmo que isso seja verdade, o que você sugere? Que fuja? Que se esconda? Ele a encontraria."

Era agora ou nunca. Mari respirou fundo, reunindo toda a coragem que possuía.

"Não. Eu não vou fugir."

Ela olhou diretamente nos olhos de sua tia.

"Madrinha, quero cumprir o noivado com a família Santos do Norte."

A sala ficou ainda mais silenciosa. Dona Sofia a olhou como se ela tivesse realmente perdido o juízo. Os Santos do Norte. Uma família que já fora respeitada, mas que perdera seu prestígio e se mudara para as terras remotas do norte. Eram considerados caipiras, uma piada.

"Os Santos?" Dona Sofia disse, incrédula. "Mari, eles não têm mais nada. O rapaz, Lucas... ninguém nem se lembra do rosto dele. Por que você faria isso?"

"Porque eles são honrados," Mari disse com firmeza. "Porque com eles, eu terei paz. Eu quero viver, tia. De verdade."

Antes que Dona Sofia pudesse responder, a porta da sala se abriu com um estrondo.

Pedro entrou, seu rosto uma máscara de fúria contida. Ele estava impecavelmente vestido em um terno caro, mas seus olhos queimavam.

Ele ignorou completamente Dona Sofia e caminhou diretamente até Mari.

"O que diabos você pensa que está fazendo?" ele rosnou, sua voz baixa e ameaçadora.

Ele a agarrou pelo braço, forçando-a a se levantar. O aperto era de ferro, doloroso.

"Fazendo um espetáculo na frente de todos. Humilhando a mim. Você quer morrer?"

Mari estremeceu, não de medo, mas da lembrança daquelas mesmas palavras, ditas em sua vida passada pouco antes de sua morte.

Ela não respondeu. Manteve a cabeça baixa, mas seus olhos buscaram os de sua tia. Ela não podia falar, não com Pedro ali, mas seu olhar era um pedido mudo, desesperado. Me ajude. Acredite em mim.

Dona Sofia viu. Ela se levantou lentamente, a autoridade emanando dela.

"Pedro. Solte-a."

Pedro a ignorou, seu foco total em Mari.

"Responda-me. Você cansou de viver bem? Preferia rastejar na lama?"

"Eu disse, solte a minha sobrinha," a voz de Dona Sofia cortou o ar, mais afiada que uma faca.

Desta vez, Pedro hesitou. Ele olhou para Dona Sofia, uma centelha de desafio em seus olhos, mas ele sabia que não podia desrespeitá-la abertamente. Ele a soltou com um empurrão, fazendo Mari tropeçar para trás.

"Ela está me desonrando, Madrinha."

"Ela é minha sobrinha e está sob minha proteção," Dona Sofia declarou, caminhando até ficar entre os dois. "Esta conversa acabou por hoje. Mari está exausta. Ela vai ficar aqui. Você pode ir."

A ordem era clara.

Pedro lançou um último olhar venenoso para Mari. Seus lábios mal se moveram quando ele sussurrou, para que apenas ela ouvisse.

"Isso não acabou. Você é minha. E você vai se arrepender disso."

Ele se virou e saiu, batendo a porta atrás de si, deixando um silêncio pesado e ameaçador na sala.

Capítulo 2

Mari não teve tempo de se recuperar. Na manhã seguinte, Pedro a encontrou no corredor. Ele não esperou que ela falasse.

"Você realmente acha que pode se livrar de mim?" ele disse, sua voz perigosamente calma. Ele a encurralou contra a parede, seu corpo bloqueando qualquer rota de fuga.

"O noivado acabou, Pedro," Mari disse, tentando manter a voz firme, mas seu coração batia descontroladamente.

Um sorriso cruel se formou nos lábios dele.

"O noivado acaba quando eu digo que acabou. Você pertence a mim."

"Eu não pertenço a ninguém."

A resposta dela pareceu selar seu destino.

O tapa veio rápido e forte.

O som ecoou no corredor silencioso. O rosto de Mari ardeu, a dor se espalhando como fogo. Ela cambaleou, mas ele a segurou pelo cabelo, puxando sua cabeça para trás para que ela fosse forçada a olhá-lo nos olhos.

"Você vai aprender a me obedecer," ele sibilou perto de seu rosto. "Você vai implorar para se casar comigo."

Lágrimas de dor e humilhação brotaram nos olhos de Mari, mas ela se recusou a deixá-las cair. Ela não lhe daria essa satisfação.

"Pedro, querido, o que está acontecendo?"

A voz melosa de Bruna flutuou pelo corredor. Ela apareceu na esquina, uma mão protetoramente sobre sua barriga ligeiramente saliente. Sua expressão era de pura inocência e preocupação.

Era uma atuação perfeita.

Pedro imediatamente soltou Mari, sua fúria se transformando em uma máscara de preocupação amorosa.

"Bruna, meu amor. Você não deveria estar andando por aí. Volte para o quarto," ele disse, indo até ela e envolvendo-a em seus braços.

"Eu ouvi gritos," Bruna disse, olhando para Mari com olhos falsamente assustados. "Ela te machucou, Pedro?"

Mari sentiu o sangue ferver. A audácia daquela mulher era inacreditável.

"Ele me bateu!" Mari gritou, apontando para a marca vermelha que queimava em sua bochecha. "Ele é um monstro, e você é uma mentirosa!"

Pedro se virou, seu rosto escurecendo novamente.

"Cale a boca."

Ele avançou sobre ela, mas Bruna o segurou pelo braço.

"Oh!" Bruna exclamou, vacilando e colocando a mão na testa. "Acho que estou sentindo tonturas. A discussão... é demais para o bebê."

Imediatamente, Pedro se esqueceu de Mari. Ele pegou Bruna no colo com uma gentileza que Mari sabia ser falsa.

"Não se preocupe, meu amor. Eu cuidarei de você. E vou resolver isso," ele disse, lançando a Mari um olhar que prometia dor.

Ele levou Bruna embora, deixando Mari sozinha no corredor, tremendo de raiva e medo.

Mas o tormento dela estava apenas começando.

Mais tarde naquele dia, dois dos homens de Pedro a agarraram sem dizer uma palavra. Eles a arrastaram pelos corredores da mansão, ignorando seus protestos.

Eles a levaram para o porão.

O ar era úmido e mofado, e a única luz vinha de uma única lâmpada nua pendurada no teto. O lugar fedia a sujeira e desespero.

Eles a jogaram em uma pequena sala vazia e trancaram a porta de ferro atrás dela.

Ela estava na completa escuridão.

Mari bateu na porta, gritando até sua garganta ficar rouca, mas ninguém veio. O silêncio era absoluto, denso, sufocante.

Horas se passaram. Ou talvez fossem dias. Na escuridão, o tempo perdia o significado. A fome e a sede começaram a atormentá-la.

Então, ela ouviu a fechadura girar.

A porta se abriu, e a silhueta de Pedro se destacou contra a luz do corredor.

"Já aprendeu sua lição?" ele perguntou, sua voz desprovida de qualquer emoção.

Mari apenas o encarou, fraca demais para falar.

Ele entrou na sala, fechando a porta atrás de si, mergulhando-os na escuridão novamente. Ela não podia vê-lo, mas podia senti-lo se aproximando. O som de seus sapatos no chão de cimento era a única coisa que quebrava o silêncio.

"Você tem medo do escuro, Mari?" ele sussurrou, sua voz agora bem perto de seu ouvido.

Ela estremeceu.

"Eu sei que tem. Lembro de quando você era criança. Trancada naquele armário por horas."

Como ele sabia disso? Ela nunca tinha contado a ninguém. Um pânico gelado começou a se infiltrar em seu coração. Ele estava brincando com ela, usando seus medos mais profundos contra ela.

"Sabe o que mais vive no escuro, Mari?" ele continuou, sua voz um murmúrio sádico. "Ratos. Aranhas. Coisas que rastejam e mordem."

Ela sentiu algo roçar em sua perna.

Um grito escapou de seus lábios antes que ela pudesse contê-lo. Ela se encolheu no canto, o terror puro tomando conta de sua mente.

Pedro riu. Uma risada baixa e cruel que ecoou na pequena sala escura.

"Isso é só o começo," ele disse. "Até o final disto, você vai me implorar. E eu vou decidir se te deixo viver."

Ele a deixou lá, sozinha na escuridão, com seus demônios e os que ele havia criado para ela.

Mari se abraçou, tremendo incontrolavelmente. As lágrimas que ela segurou por tanto tempo agora corriam livremente por seu rosto. Ela estava quebrando. O terror era avassalador, um oceano escuro ameaçando engoli-la. Mas mesmo no fundo daquele poço de desespero, uma pequena faísca de desafio se recusava a apagar. Ele podia quebrar seu corpo, aterrorizar sua mente, mas ela não deixaria que ele destruísse sua alma. Não de novo.

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