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O Retorno do Magnata Traído

O Retorno do Magnata Traído

Autor:: Wu Tong Xia De Yue Guang
Gênero: Bilionários
Marcelo Dias, um magnata da tecnologia, voltava para casa após um ano sabático dedicado a um projeto secreto para o governo, esperando reencontrar sua vida e sua esposa, Patrícia Costa, a quem confiou sua empresa, a TecnoFuturo. No entanto, o reencontro se transformou em pesadelo quando um Porsche vermelho luxuoso, buzinando histericamente, colou na traseira de seu carro, revelando um jovem arrogante ao volante e um familiar pingente de estrela no retrovisor. Este pingente, primeiro presente de Marcelo a Patrícia, agora adornava um carro da empresa, de posse do amante dela: Bruno Mendes. Não era um caso qualquer, mas um desvio de fundos da empresa para sustentar o luxo desse parasita. A fúria explode: sua amada esposa o traiu da forma mais vil, usando o dinheiro de seu trabalho para um garoto que sequer o respeitava e ainda tentava roubar a empresa. Marcelo, o engenheiro calmo e racional, morreu ali. Aquele momento despertou o verdadeiro dono da TecnoFuturo, determinado a retomar o que era seu e a fazer Patrícia e Bruno pagarem cada centavo.

Introdução

Marcelo Dias, um magnata da tecnologia, voltava para casa após um ano sabático dedicado a um projeto secreto para o governo, esperando reencontrar sua vida e sua esposa, Patrícia Costa, a quem confiou sua empresa, a TecnoFuturo.

No entanto, o reencontro se transformou em pesadelo quando um Porsche vermelho luxuoso, buzinando histericamente, colou na traseira de seu carro, revelando um jovem arrogante ao volante e um familiar pingente de estrela no retrovisor.

Este pingente, primeiro presente de Marcelo a Patrícia, agora adornava um carro da empresa, de posse do amante dela: Bruno Mendes. Não era um caso qualquer, mas um desvio de fundos da empresa para sustentar o luxo desse parasita.

A fúria explode: sua amada esposa o traiu da forma mais vil, usando o dinheiro de seu trabalho para um garoto que sequer o respeitava e ainda tentava roubar a empresa.

Marcelo, o engenheiro calmo e racional, morreu ali. Aquele momento despertou o verdadeiro dono da TecnoFuturo, determinado a retomar o que era seu e a fazer Patrícia e Bruno pagarem cada centavo.

Capítulo 1

Marcelo Dias dirigia seu carro, um sedã de aparência comum, pelas ruas movimentadas da cidade.

Ele estava voltando para casa depois de um ano inteiro fora, um ano sabático que tirou para se dedicar a um projeto pessoal secreto, longe de tudo e de todos.

Sua empresa, a TecnoFuturo, uma gigante da tecnologia que ele construiu do zero, ficou sob os cuidados de sua esposa, Patrícia Costa.

Ele confiava nela completamente, afinal, foi ele quem a tirou da pobreza, deu-lhe uma vida de luxo e a colocou em uma posição de poder.

Enquanto pensava nisso, um ronco alto de motor chamou sua atenção.

Um Porsche vermelho vibrante colou na sua traseira, buzinando histericamente.

O motorista do Porsche, um jovem de óculos escuros e roupas de grife, gesticulava, mandando Marcelo sair da frente.

Marcelo olhou pelo retrovisor, franziu a testa, mas manteve a calma.

A rua era de mão única e o trânsito estava lento, não havia para onde ir.

Ele decidiu ignorar, pensando que era apenas mais um jovem rico e impaciente.

Mas o Porsche não desistiu, o jovem começou a jogar o carro para os lados, tentando ultrapassar perigosamente.

Ele xingava alto, com a janela aberta, palavras que Marcelo preferia não ouvir.

"Sai da frente, seu velho imprestável! Anda com essa lata velha!"

Marcelo respirou fundo, contando até dez.

Ele não queria confusão no seu primeiro dia de volta.

Ele só queria chegar em casa, ver Patrícia, e contar que seu projeto secreto tinha sido um sucesso.

A provocação continuou por vários quarteirões.

O Porsche o seguia, buzina, gritos, gestos obscenos.

A paciência de Marcelo começou a se esgotar.

Ele era um homem calmo, mas não um santo.

Em um semáforo, o Porsche parou ao seu lado.

O jovem, que não devia ter mais de vinte e poucos anos, abaixou o vidro.

"E aí, vovô? Não tem dinheiro pra um carro decente? Por que não encosta e me deixa passar?"

Marcelo olhou para o rosto do rapaz, um rosto arrogante, mimado.

Ele estava prestes a responder quando algo no painel do Porsche chamou sua atenção.

Pendurado no retrovisor interno, havia um pequeno pingente.

Um pingente de cristal em forma de estrela.

O coração de Marcelo gelou.

Ele conhecia aquele pingente.

Foi o primeiro presente que ele deu a Patrícia, quando eles ainda namoravam.

Ela disse que era seu amuleto da sorte, que nunca o tiraria.

E o carro... Aquele Porsche vermelho...

Marcelo sentiu o sangue subir à cabeça, uma fúria fria e avassaladora tomando conta de seu corpo.

Ele se lembrou de ter aprovado a compra de um carro esportivo para a diretoria da TecnoFuturo, a pedido de Patrícia, pouco antes de sair de licença.

Ela disse que era para "uso executivo".

O semáforo abriu.

O Porsche cantou pneu e arrancou, cortando a frente de Marcelo de forma imprudente.

A fúria de Marcelo explodiu.

Ele não era mais o engenheiro calmo e racional.

Ele era um homem traído.

Sem pensar duas vezes, ele pisou fundo no acelerador.

Seu sedã, que parecia comum, era tudo menos isso.

O motor, um protótipo de seu projeto secreto, respondeu com um rugido poderoso e silencioso.

O carro disparou para frente.

Houve um som alto de metal se contorcendo.

Marcelo bateu deliberadamente na traseira do Porsche.

O esportivo vermelho rodou na pista e bateu em um poste.

Marcelo freou seu carro alguns metros à frente, o dano em sua dianteira era mínimo, quase um arranhão.

Ele desligou o motor e saiu do carro, caminhando lentamente em direção ao Porsche destruído.

O jovem saiu do carro, cambaleando, com um misto de choque e raiva no rosto.

"Você tá maluco? Você sabe quanto custa esse carro? Você vai me pagar até o último centavo!"

Ele apontou um dedo trêmulo para Marcelo.

"Você está acabado! Eu vou te processar, vou tirar tudo o que você tem!"

Marcelo parou na frente dele, o olhar frio como gelo.

A raiva ainda queimava dentro dele, mas sua mente já estava trabalhando, calculando, planejando.

Ele olhou para o pingente de estrela, que agora estava caído no banco do passageiro do Porsche.

Ele olhou para o jovem.

Ele decidiu que não faria nada por enquanto.

Ele queria ver até onde essa história iria.

Ele queria descobrir toda a verdade.

"Vamos ver", Marcelo disse, com a voz calma, mas cheia de uma ameaça contida.

"Vamos ver quem vai pagar por isso."

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Capítulo 2

O barulho da batida atraiu uma multidão rapidamente.

As pessoas saíram das lojas, pararam nas calçadas, celulares em punho, prontas para gravar o drama.

Um Porsche vermelho destruído contra um poste era um espetáculo raro.

"Nossa, que batida feia!"

"O cara do sedã deve estar encrencado. Aquele Porsche vale uma fortuna."

"Coitado do velhote, vai ter que vender a casa pra pagar o conserto."

Os cochichos e comentários da multidão alimentaram a arrogância de Bruno Mendes, o jovem influenciador digital.

Ele se sentiu o centro das atenções, a vítima de uma injustiça.

Ele inflou o peito, apontando para Marcelo.

"Estão vendo? Esse maluco me jogou pra fora da pista! Ele tentou me matar!"

Bruno caminhou em volta de seu carro, gesticulando dramaticamente.

"Olhem o que ele fez! Meu bebê! Isso vai custar caro, muito caro!"

Ele se virou para Marcelo, um sorriso de escárnio no rosto.

"Você não tem ideia de com quem mexeu. Minha namorada é a presidente da TecnoFuturo, Patrícia Costa! Ela vai acabar com você!"

O nome "Patrícia Costa" saiu de sua boca com uma intimidade que fez o estômago de Marcelo revirar.

Então era isso.

Não era apenas um caso, era um desvio de fundos da empresa para sustentar o luxo desse garoto.

Aquele carro. O estilo de vida. Tudo pago com o dinheiro de Marcelo, com o suor de seu trabalho.

A multidão reagiu ao nome famoso.

"Patrícia Costa? A da TecnoFuturo? Aquela mulher é poderosa."

"Esse cara tá frito. Mexeu com gente grande."

A simpatia do público, que já era pouca, se voltou completamente contra Marcelo.

Ele era agora o vilão da história, o velho invejoso que atacou um jovem rico e bem-sucedido.

Marcelo, no entanto, permaneceu impassível.

Ele calmamente pegou o celular e tirou fotos do acidente de todos os ângulos.

Depois, encostou-se em seu próprio carro, cruzou os braços e observou o show de Bruno.

Sua calma irritou Bruno ainda mais.

"Tá tirando foto pra quê? Pra guardar de lembrança da sua falência? Você vai me pagar, nem que tenha que trabalhar pro resto da sua vida!"

Marcelo finalmente saiu de seu silêncio.

Ele caminhou até estar a poucos centímetros de Bruno, olhando-o nos olhos.

Sua voz era baixa, mas cada palavra era clara e precisa.

"Primeiro, você estava me provocando há vários quarteirões, com direção perigosa. Eu tenho tudo gravado na minha câmera de painel."

Os olhos de Bruno vacilaram por um segundo.

"Segundo, você me cortou de propósito no semáforo, causando o acidente. A responsabilidade é inteiramente sua."

"Terceiro", Marcelo fez uma pausa, "a lei de trânsito é clara. Quem bate atrás nem sempre é o culpado, especialmente quando há uma manobra ilegal do veículo da frente."

Bruno riu, uma risada debochada.

"Lei? Que lei? Você acha que a lei se aplica a mim? Eu tenho os melhores advogados! Minha namorada vai resolver isso com um telefonema!"

Ele apontou para o carro de Marcelo com desdém.

"E que porcaria de câmera de painel você pode ter nessa lata velha? Deve ser uma daquelas baratas que nem funciona direito."

A ignorância e a arrogância do rapaz eram espantosas.

Ele realmente acreditava que o dinheiro e as conexões de Patrícia poderiam colocá-lo acima da lei, acima dos fatos.

Marcelo não sentia mais a fúria inicial.

Agora, ele sentia um desprezo gelado.

Esse garoto não era nada. Era um parasita.

A verdadeira culpada era Patrícia.

"Vamos esperar a polícia e a perícia", disse Marcelo, voltando para o seu lugar perto do carro.

"Aí veremos quem tem razão."

Ele se encostou no carro novamente, o rosto uma máscara de tranquilidade, enquanto por dentro, sua mente já traçava os próximos dez passos do seu plano.

A humilhação de Bruno seria apenas o começo.

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