Vinte anos antes, réveillon de 2002
Londres,
Depois daquele réveillon para a família de Paula nunca mais foi o mesmo, já que mesmo com o coração apertado sua mãe mesmo já sabendo o quanto aquele lugar era perigoso, principalmente nessa época do ano, na qual as passagem de ano nas praias não era nada seguro, já que foi nessa época e naquele lugar que perdeu seu amado companheiro depois de uma briga ao lhe defender de um homem atrevido que sacou sua arma e atirou três vezes no peito dele, fazendo-o morrer na hora. Enquanto ela via sua vida se apaga dos seus olhos enquanto estava estirado na estrada, sem ao menos ter a chance de se despedirem com palavras já que o mesmo não conseguiu falar uma única palavra enquanto a olhava com medo nos olhos que transparência lamentar em deixá-la nesse mundo sozinha onde tinha pessoas tão maldosas.
Mas apesar do trauma de anos atrás a senhora tão distinta, naquele momento precisava mais uma vez ser forte para não fazer sua amada e única filha sofrer as consequência da sua trágica história, então sufocando seu medo em seu peito pois precisava satisfazer a vontade e curiosidade da filha, e confiar que tudo iria dar certo, que ela voltaria sã e salva da tão sonhada viagem, pois confiava nele afinal acreditava que tinha criado-a do jeito certo e muito responsável na qual nunca havia lhe dado nenhum desgosto, sendo sempre cuidadosa consigo mesma, pensando em tudo aquilo a senhora mesmo lutando contra seus traumas concordou em deixar a filha ir com a prima e alguns amigos em busca de se maravilhar em um réveillon no Rio de Janeiro, Brasil.
Com isso, uma semana depois. Paula, a prima e os amigos, embarcaram para o Brasil em busca do tão falado réveillon magnífico como todas as pessoas ao seu redor que já tinham presenciado, tamanha maravilha, falavam que era!
Mas o que o destino tinha preparado para aquela moça naquela noite que saiu do hotel tão linda e sorridente com sua prima e seus amigos, não fazia parte de seu fim e início de ano.
Dias depois da tão sonhada e esperada viagem.
Paula acordou em seu quarto já em Londres, ainda deitada em sua cama muito desanimada pois nada mais estava como antes, a experiência que teve no Brasil, não saia de sua cabeça, já que ficava o tempo todo pensando na noite em saiu do hotel no Brasil, feliz e sorridente junto com os demais sem imaginar e nem esperar o que lhe aguardava lá fora.
Deitada ali deprimida, Paula, que mesmo já tendo passado uns dias, ainda não havia se recuperado de seus dias no Brasil, continuava pensando em cada segundo daquela noite cheia de emoções a qual estava tirando sua paz e felicidade, ela não era mais animada como antes, que apesar de tudo, não se arrependeu de ter ido naquela viagem.
Naquele momento olhando pro nada, Paula teve flashback, relembrando do exato momento que tudo aconteceu naquela linda noite a qual jamais esquecerá em toda sua vida, pois foi exatamente naquela noite que enquanto os fogos estouravam no lindo céu de Copacabana, que ao olhar pro seu lado direito, avistou um lindo rapaz alto louro de olho verdes brilhante na qual a fez esquecer completamente onde estava e o que estava fazendo ali.
Pois nada mais importava já que o mundo parou no segundo em que o viu de pé com os olhos vibrando nos fogos, ele parecia tão admirado quanto ela.
E no momento que ele olhou em sua direção e seus olhares se cruzaram pareceu mágico, pois enquanto os fogos estouravam com intensidade no céu, eles não conseguiam, desviar o olhar um do outro, até que um grupo de pessoas passaram e esbarraram nela a afastando tanto da prima como dele, fazendo-a se perder.
Pensando em como iria encontrar a prima novamente, ela seguiu para a calçada onde pretendia ficar até que sua prima sentisse sua falta e fosse procurá-la no lugar onde tinham combinados de se encontrarem caso alguém do grupo delas se perdessem, mas a prima e os outros não chegaram, até que um grupo de rapazes se aproximaram dela e começaram a mexer com ela, um deles sendo o mais abusado de todos, pegou no seu pulso e começou a puxá-la, mas quando o desespero bateu, um salvador surgiu falando alto:
O que você pensa que está fazendo com a minha namorada?
O rapaz que a segurava logo que o ouviu soltou o pulso dela levantando os braços em rendição, em seguida rindo se afastou andando e se juntando ao seu grupo, que estava mais a frente, os deixando sozinhos, Paula, não sabia o que fazer já que ao ouvir a voz que falou com tanta autoridade vinha do rapaz que tinha visto pouco tempo antes na areia.
Vendo que ela estava extasiada, no que ele não sabia se ainda era pelo medo do rapaz abusado, ou por vê-lo, ele logo falou:
Me desculpe por eu ter falado que você era minha namorada, mas se eu não falasse, ele não iria te soltar, já que no dia de hoje ninguém escapa desse caras.
Olhando-o nos olhos, ela falou com a voz ainda trêmula:
E. Eu te agradeço, eu não sei como, mas eu me perdi da minha prima e dos amigos dela! E aqui é o lugar que combinamos de nos encontrarmos caso...mas estou começando a achar que é perigoso ficar aqui esperando-os sozinha!
-Sim, você tem razão, ficar aqui sozinha não é o certo a se fazer, mas eu posso ficar com você, se você não se importar é claro, afinal agora somos namorados certo?
-O que!
-Calma, é só uma brincadeira, você parece tão tensa e preocupada, que eu resolvi fazer uma brincadeira pra você relaxar um pouco, então, qual é o seu nome?
-Nós, ainda, não nos apresentamos, o meu é Jackson, Jackson Jovian! Meus amigos, me chamam de JJ. E o seu?
-Há, o meu e Pa...Paolla!
-Só Paolla?
-Sim, sim, aprendi com a minha mãe, que não se deve falar nosso nome para estranhos.
-Entendi, obrigado por me ensinar isso, pois não sabia, mas agora eu já sei. E farei isso no futuro! Mas posso te fazer uma pergunta?
-Sim, depois do que você fez por mim eu te responderei, mas somente uma pergunta!
-Ok, obrigado por isso também! Gostei de você sabia, você é direta e sincera! Então, você não quer ir pro outro lado? Está mais tranquilo e de lá também dá pra ver sua prima chegar e assim nós viemos até ela imediatamente! O que você acha?
Depois de olhar pros lados e ver que realmente aquele lugar estava uma loucura ela decidiu aceitar o que ele propôs, e depois de consentir com a cabeça logo o seguiu atravessando a rua e indo pro outro lado onde ele se encostou em um carro, a olhando sem parar deixando-a sem graça fazendo-a se afastar dele e ao mesmo tempo perguntá-lo:
Você não tinha uma pergunta pra me fazer?
-Sim, sim, só estava pensando melhor antes de fazê-la!
-E por que?
-Porque eu não sei se você vai querer fazer o que eu tenho pra te pedir.
-Mas você falou que é uma pergunta, não um pedido!
-Sim, mas te olhando assim de tão perto, fiquei com vontade de fazer o que eu quero te pedir!
-E o que é?
Depois de olhá-la e admirá-la por mas um tempinho ele falou:
Já que hoje vai ser o único dia que nós vamos nos ver, que tal nós marcamos esse réveillon com um beijo!
Olhando-o surpreso por tamanha audácia, ela ficou fitando-o por um tempinho em seguida falou:
Ok, só um beijo e depois nós ficaremos quites já que eu te devo uma!
-Certo, certo! - Ele concordou rindo feliz e sem ela esperar, a puxou para si e sem aviso selou seu lábios nos dela beijando-a, num beijo ardente que começou devagar e foi se aprofundando e se esticando e sem ela perceber ele já estava passando as mãos por todo seu corpo, que mesmo querendo impedi-lo não conseguia por estar tão envolvida que queria tanto quanto ele, e sem pensar e sem força alguma o deixou fazer tudo que quis saboreando cada momento.
Em um movimento rápido ele rodopiou invertendo suas posições encostando-a no carro, e sem deixar de beijá-la levantou o vestido branco que ela usava e colocando a calcinha de lado explorou cada cantinho da sua parte intima a fazendo gemer entre os beijos que não pararam em nenhum momento. Quando ele viu que ela estava úmida o suficiente para o recebê-lo tirou seu pau tão duro que chegava estar latejando dentro do bermuda que usava e a penetrou vendo minutos depois que ela ainda era pura, pelo grito que deu entre os lábios deles, mas já era tarde, pois seu pau já estava totalmente dentro dela, ele parou no momento que sentiu que ela era virgem parando e esperando ela aceitar e se acostumar com a tamanha loucura que ele tinha acabado de fazer, olhando-a com olhos espantado ele não sabia o que fazer até que ela parou de beijá-lo e olhando nos seus olhos ficou extasiada o olhando até que ele falou:
Por que você deixou que eu chegasse até o fim?
-Porque eu também quis fazer isso!
-E o que eu faço agora?
-Não sei, me diz você, já que parece que o experiente no assunto aqui e você - ela falou olhando-o com um sorriso e enrugou os lábios pro lado fazendo-o puxá-la pra mais perto com firmeza e movimentando seu quadril que logo ela também começou a fazer o mesmo e logo entraram em um único ritmo. Até que chegaram ao ápice juntos gemendo juntos um no ouvido do outro.
Logo depois de alguns minutos ele saiu de dentro dela pegando um lenço no bolso da bermuda e além de se limpar a limpou também, vendo que o lenço ficou completamente sujo de sêmen misturado com sangue, ele se lembrou que não usou camisinha, mas não a alertou sobre isso já que eles não se veriam mais mesmo depois daquela noite incrível na qual se perdeu nos braços de uma linda moça de cabelo castanho claro e pele branca, macia e cheirosa de olhos da cor de mel.
Vinte anos depois
No réveillon de 2022 Paula em suas lembranças voltou no tempo como fazia a cada réveillon que passava desde que passou por tamanha aventura anos atrás, ali de pé na janela de vidro do chão ao teto de seu quarto em seu luxuoso apartamento em Londres, deixado por sua amada mãe, Berlinda Buris. Paula voltou ao tempo relembrando a única vez que esteve no Brasil, com sua prima para a tão famosa queima de fogos na praia de Copacabana, réveillon, esse que deixou o ano de 2002, marcado pra toda vida.
-Mamãe, você não vem?
-Sim, meu amor a mamãe já está indo! Seus amigos já chegaram?
-Sim mamãe, papai mandou vir ver se a senhora já estava pronta!
-Sim, meu amor, já estou pronta! Podemos ir.
-Então vamos? - Falou o rapaz dando o braço a mãe que depois de consentir com a cabeça, passou seu braço entre o do filho e juntos seguiram para sala onde os demais já estavam reunidos para a passagem de mais um réveillon em família, pois depois da experiência que teve na sua primeira ida ao Brasil, ela jamais quis voltar naquele lugar e se soubesse o que estava lhe aguardando naquele ano jamais teria ido, pois apesar de não se arrepender de ter conhecido um certo rapaz na qual em seu único contato, ela engravidou e também teve uma infecção no qual nunca mais engravidou, apesar de ter se casado não pode até hoje gerar um filho do marido.
Mas o seu Jackson Buris Perris, e o seu príncipe.
Quando chegaram na ampla sala, todos ali presentes a saudaram com abraços e beijos nas bochechas seu amado marido se aproximou pagando em sua mão direita levando até seus lábios beijando seus dedos e falando:
Você está linda meu amor!
Ela o olhou com carinho sorrindo agradeceu falando:
Você também, meu querido! Eu te amo muito! Obrigada por todos esses anos ao meu lado nos amando - ela falou olhando para o filho que estava próximo da janela com os amigos.
-Senhora Paula sua decoração está linda como sempre! -Falou uma jovem se aproximando.
-Obrigada, Vânia, então mais uma vez você não quis ir para o Brasil com seus pais!
-Não, não mesmo, aquela bagunça toda não e pra mim, não sei como minha mãe insiste em ir todos os anos fazendo o pobre do meu pai acompanhar-lhe mesmo a contragosto, já que não se permite passar o réveillon longe dela!
-Sim, minha querida, enquanto sua avó viver, ela jamais deixará de ir passar o réveillon com a mãe!
-Sim, ainda bem que agora já sou maior e já posso tomar minhas decisões onde me permiti ficar com meus tios que assim como eu, preferem uma reunião mais tranquila! Como está aqui em sua casa! Assim que eles falaram que viriam pra cá, não pensei duas vezes em aceitar vir com eles pois além de ficar com ele, também posso ficar com vocês que são tão queridos - e ainda tem o Jackson né minha querida, vocês dois sempre se deram bem! - Falou Paula piscando para linda moça na qual sabe que sempre gostou de seu filho que parece não perceber que ela o vê mais que um amigo.
A noite foi perfeita, passaram o réveillon como Paula gostava, com seu filho no qual amava muito, seu marido que desde que se conheceram na faculdade não se separam mais, e todos os familiares e amigos que iam todos os anos ficarem com ambos, pois desde que perdeu sua mãe anos atrás, os amigos não deixaram de estar ao seu lado confortando-a e apoiando-a que mesmo rodeada de amigos e familiares, ela não deixava de lembrar-se da mãe e do padrasto que se casou novamente e formou família lhe dando um casal de irmãos que viviam em Portugal.
Paula também como todos os anos se lembrava da noite que conheceu o pai de seu amado, JB. Que depois que sua prima a encontrou naquela noite nunca mais o viu nem ouviu falar, já que procurou pelo nome e não encontrou nada.
Pensando nele ela imaginou que assim como ela, ele também poderia ter dado um nome falso.
Mas em sua mente ainda sentia o aroma do seu perfume e o sabor de seus beijos até os toques de suas mãos percorrendo por sua pele, onde só em pensar se arrepiava até aquele dia, perdida em seus pensamentos ela não ouvia nada do que os outros conversavam sentados ao seu redor.
-Meu amor! Amor- chamou o marido ao notar que ela estava distraída.
-Hã, oi, desculpe-me eu não pude deixar de lembrar de minha mãe - falou ela disfarçando para que ninguém percebesse que ela estava lembrando da única vez que fez sexo em pé encostada em um carro com o pai do seu filho no Brasil.
-Tudo bem minha querida eu também sempre me lembro dela já que era igual você nessa época do ano de reunir todos e passar um réveillon tranquilo já que tinha seus traumas de passar nas ruas.
-Sim, apesar de mamãe ter esse trauma nunca deixou de comemorar por mim e pelo meu pai que segundo ela adorava festas principalmente as de fim de ano. E é por isso que sempre me lembro dela e dele também, mesmo não o conhecendo pessoalmente, só em fotos.
Mas, chega não vamos falar mais de coisas tristes pois hoje mais uma vez começa um novo ano, então, quero saber dos planos desses jovens aqui presente! Começando por você, Vânia, me fale o que pretende e espera desse ano que se inicia?
E assim os adultos ficaram ali ouvindo os planos dos jovens onde riram com os delírios de alguns e a maturidade de outros. A noite chegou ao fim, os que moravam perto e não tinham bebido bebida alcoólica foram embora. Os demais ficaram e dormiram nos quartos disponíveis.
O ano seguiu como os outros, cada um seguiram com seus compromissos,
Orlando é dono de uma grande gráfica em Londres, onde Paula é uma das acionistas, já que com a herança que sua mãe lhe deixou, ela investiu em ações na empresa do marido na qual juntos fizeram muitas melhorias proporcionando mais empregos.
A gráfica é uma prestadora de serviços cujo a função passa pela impressão de produtos. Maioritariamente, em transferência de (papel, cartolina, plásticos, etc..) através de um sistema de impressão, como offset, digital, rotogravura, flexografia e outros produtos. Onde JB. Estava se preparando para se juntar à mãe e ao pai que ele sabe que não é seu pai biológico, já que a mãe o criou sem omitir tudo que aconteceu quando e como foi concebido.
Aos seus vinte anos ele assim como ela foi criado dentro dos princípios que a família sempre fizeram questão de preservar.
E sendo assim igual sua mãe, nunca deu trabalho aos pais, sempre se dedicou aos estudos e se prepara para assumir o legado da família pois no momento era dali que vinha a única renda da família.
Seis meses depois, um grande amigo de Orlando que mora no Brasil ficou de visitá-lo, pois queriam fazer negócios juntos, já que ele assim como Orlando também era dono de uma gráfica no Brasil que foi de onde Orlando tirou a ideia no passado, de construir sua própria gráfica, já que os dois quando eram jovens sempre sonharam com isso. Pois sabia como funcionava já que quando garotos, trabalharam juntos em uma pequena gráfica onde moravam no Brasil quando o pai de Orlando precisou passar um tempo pra se tratar de uma doença.
Naquela semana o amigo chegou mas como não quis se hospedar no apartamento de Orlando, ficou em um hotel próximo a gráfica do amigo, mas na sua primeira noite em Londres, Paula e o marido ofereceram um jantar de boas vindas ao amigo já que era a primeira vez que vinha em Londres e não conhecia ninguém a não ser Orlando.
Que o chamava de J P.
Ao chegar ao apartamento do amigo
J P. Contou-lhes dá coincidência logo que saiu do hotel e estava para entrar em um táxi quando ouviu alguém o chamar e ao olhar na direção se deparou com um amigo que a quinze anos não o via, pois desde o dia do seu casamento a qual foi a última vez que se viram e se falaram, já que logo depois esse mesmo amigo foi embora morar em Buenos Aires. E naquele momento estava em Londres a negócios pois ele tem uma rede de hotéis e estava prestes a comprar o hotel o qual J.P estava hospedado.
Os três adultos passaram o jantar todo falando de negócios J.B. Logo depois do jantar se despediu e saiu para se encontrar com os amigos. Enquanto os três adultos ficaram conversando até tarde da noite onde depois J.P. Se despediu e foi embora com o compromisso de ir até a empresa dos amigos no dia seguinte.
Depois que o amigo saiu, Paula decidiu se recolher dizendo que estava exausta, enquanto o marido ficou de ir logo em seguida, depois que terminasse de tomar a dose de whisky que havia colocado no copo achando que ela iria o acompanhar mais um pouco.
Depois de dá um selinho no marido ela seguiu para seu quarto e depois de colocar sua camisola deitou-se pegando no sono tão rápido que não viu a hora que o marido entrou no quarto e começou a chupa-la mesma vendo-a dormindo, pois quando ele queria transar ela sempre o satisfazia sem reclamar já que se sentia em dívida com ele por a ter ajudado muito no passado assumindo seu filho como dele e até hoje não lhe dando um filho próprio. Mas também adorava quando ele a acordava desse jeito só que depois que ela já tinha descansado um pouco, coisa que ainda não tinha acontecido nesse momento, mesmo assim acordou e o satisfez como sempre, sem deixá-lo perceber que não estava afim.
Logo pela manhã os dois levantaram e depois de se aprontarem e de um farto café da manhã seguiram para a empresa onde cada um seguiu para suas salas e começaram seus dia com muitos compromissos com reuniões e finalização de pedidos. Até que pouco antes do almoço J.P chegou, mas não chegou sozinho pois mais um vez encontrou com o amigo e o convidou para conhecer os amigos que moravam em Londres a razão por ele está num país tão distante do seu.
Logo que se identificou na recepção foi conduzido a sala do amigo que já estava ciente de sua chegada e já havia comunicado a esposa que o amigo já estava subindo que assim que ela pudesse passasse em sua sala logo após a última reunião para que assim se juntasse a eles para almoçarem juntos no restaurante próximo a empresa.
Depois de responder a mensagem com um ok, Paula, seguiu com a reunião que demorou pouco mais de meia hora, onde depois seguiu imediatamente para a sala do marido, mas quando abriu a porta já falando pronto podemos ir almoçar ago...ela parou de fala no momento que se deparou com o homem que tanto procurou no passado quando descobriu que estava grávida. Desmaiando e caindo no chão próximo a porta onde parou congelando no momento que os três homens viraram-se e olharam em sua direção.