💠 Ambientado inicialmente na Espanha, O Segredo de Luna, nos transporta para um perigoso romance entre Luna Ortiz e Alejandro Mendez.
Ela é uma ex-modelo Curvy, que foi usada pelo próprio pai para pagar uma dívida com a máfia Espanhola. Sendo forçada a se casar com Álvaro Ortiz, o Capo da máfia, quinze anos mais velho, um homem obcecado por ela, possessivo, controlador e abusivo.
Depois de receber ameaças da máfia inimiga, ele contrata Alejandro para ser o guarda-costas de sua jovem esposa.
Alejandro é um ex-policial, que foi afastado do serviço após apresentar problemas de depressão depois que sua noiva foi morta por assaltantes dentro do Banco Central da Espanha onde ela trabalhava.
Ao se conhecerem Alejandro e Luna dão início a um perigoso romance cheio de desejo e paixão.
O romance, sofre uma reviravolta quando o segredo de Luna é revelado, nos apresentando ela como a poderosa Capo da Máfia Italiana, prometida a um outro herdeiro da máfia.
♠Alejandro jurou protegê-la de qualquer um que quisesse fazer mal a ela, ele seria capaz de protegê-la do próprio marido, e dos inimigos da máfia?
♠Luna tinha medo do amor, jurou não se entregar a nenhum homem, e vingar a morte dos pais, seria ela capaz de cumprir tal juramento?
♠Álvaro não aceitaria perdê-la para nenhum outro homem.
♠️A famiglia não permitiria um casamento entre não herdeiros da máfia.
♠Venha render-se a este envolvente romance, cheio de paixão, perigo e desejo.
MADRI-ESPANHA
POR LUNA ORTIZ
Chamo-me Luna Ortiz, nasci na Itália há exatos trinta e dois anos atrás, sou filha única, minha mãe morreu quando eu era ainda muito jovem, meu pai era tudo que eu tinha, era minha fortaleza até exatos dois anos atrás.
Eu trabalhava como modelo, para uma famosa grife em Madri, eu era uma modelo curvy, tinha orgulho de exibir minhas curvas nas revistas e outdoors da cidade. Quando mais nova eu sentia muita vergonha do meu peso, do tamanho dos meus seios, da minha altura, hoje exibo todos esses atributos com orgulho, tenho naturalmente o que muitas mulheres pagam fortunas para ter: um corpo de verdade.
Até o dia que fui usada pelo meu próprio pai como forma de pagamento de uma dívida com a máfia Espanhola só aí descobri que meu pai era um contrabandista de armas.
Minha vida virou de cabeça para baixo, de repente me vi casada com o capo da máfia, quinze anos mais velho que eu, o assustador Álvaro Ortiz.
Desde então vivo com medo, assustada, pedindo com todas as minhas forças que alguém me salve, mas esse alguém nunca chegou.
Durante esses dois anos, todos os dias e principalmente noites eu pedia desesperadamente que alguém me tirasse daqui, que alguém me tirasse das mãos de Álvaro Ortiz.
E todas as noites eram iguais, ele me tomava contra minha vontade, usava meu corpo destruindo minha alma. Ele tentava assiduamente ter um herdeiro, pois os anos estavam passando para ele e a máfia Espanhola precisava de um herdeiro. E eu agradecia aos céus pelo implante anticoncepcional imperceptível que eu havia colocado meses antes de vir para cá.
Seu toque me enojava, suas mãos sobre a minha pele me causavam repulsa. Eu só queria que tudo acabasse logo.
Tentei fingir que estava dormindo algumas vezes, mas nem mesmo isso o deteve, ele era um monstro.
Desde que aqui cheguei eu só podia sair em sua companhia isso para compromissos exclusivamente dele, tudo que eu queria fazer ele pedia para os profissionais virem até a mansão, ele havia montado um spa e academia tudo para eu não precisar sair.
E eu que achei que seria a minha oportunidade de sair desses muros, me deparei com um mundo criado por ele aqui dentro.
Ele andava muito ocupado ultimamente, então pensei que finalmente poderia sair sozinha, mas logo ele chega com uma notícia nada boa.
Eu comia um pedaço de bolo, quando ele entrou na cozinha.
-Luna o que faz aqui? -ele diz visivelmente irritado.
-Vim pegar um pedaço de bolo e resolvi comer aqui mesmo-digo em tom baixo, com medo.
-Era só pedir a algum dos muitos empregados que eu pago, você nunca aprenderá ser uma dama, e comendo assim ficará ainda mais gorda definitivamente você foi um péssimo negócio, não serve nem pra me dar um herdeiro-ele diz me humilhando.
Eu apenas largo o garfo e o prato com bolo e abaixo a cabeça.
Ele continua falando.
-Como você sabe, recebemos ameaças recentemente, e eu tenho muitos negócios para resolver, por esse motivo contratei alguém para te proteger, ele será sua sombra e os meus olhos. Você poderá sair se necessário na companhia dele, apenas na companhia dele-ele diz encerrando a conversa.
-Eu não quero um segurança, já temos muitos-digo por fim.
-Você não tem querer Luna, eu já decidi e já o contratei-ele segura firme em meu braço, deixando uma marca vermelha-Não quero ter essa conversa com você novamente, entendeu? -ele diz soltando meu braço e passando a mão suavemente pelo meu rosto, erguendo meu queixo.
-Sim-digo apavorada.
Ele vira-se e diz já andando.
-Estou indo para Washington, voltarei em alguns dias, o Sr. Mendez já está na propriedade, então não se atreva a fazer nenhuma bobagem.
Estava aliviada por Álvaro viajar por alguns dias, esses sem dúvida alguma eram os melhores, mas estava apavorada com esse novo segurança que deveria ser outro velho asqueroso.
Subi para o meu quarto e passei o resto do dia mergulhada nas antigas fotos de quando eu era modelo.
Ao cair da noite sai na sacada e foi aí que o vi pela primeira vez, nossos olhos se cruzaram e meu corpo pareceu congelar, seus olhos pareciam despir minha alma, revelar todos meus segredos, conhecer meus medos.
Quem era aquele homem? Porque ele parecia tão familiar?
Foi quando ouvi um dos seguranças o chamar de Sr. Mendez, mas ele não estava vestido como os demais seguranças, então constatei que esse era o meu guarda-costas.
POR ALEJANDRO MENDEZ
Chamo-me Alejandro Mendez, sou um ex-policial, e agora um membro da máfia Italiana.
Talvez vocês estejam se perguntando como um ex-policial se associa à máfia? A resposta é bem simples: não acredito mais na justiça limpa digamos assim, já se passaram três anos desde a morte dela, e os assassinos de Raquel não foram presos. Raquel e eu éramos noivos, planejamos uma vida juntos e a vida dela foi ceifada por aqueles animais e desde então, não acredito mais na lei.
Fui convidado por um antigo amigo de escola Arthur Garcia, havíamos estudado juntos no colégio por muito tempo, e depois de terminarmos os estudos passamos anos sem nos ver, porém há um ano o encontrei em um bar no centro de Madri, demorei a reconhecê-lo, pois ele estava muito diferente, nem de longe parecia aquele garoto franzino do colégio. Entre alguns drinks, contei o que havia acontecido com a minha noiva e o quanto eu buscava por vingança, ele me disse que havia um modo e foi aí que me convidou para conhecer a família como ele chamava.
A mansão ficava na Sicília na Itália, e sem dúvidas era uma organização perfeita, havia um capo que ninguém sabia quem era ou se era homem ou mulher, jovem ou velho. Só sabia-se que era alguém extremamente perigoso.
Arthur comandava tudo por lá, ele era o consigliere, ele sabia tudo e óbvio sabia quem era o capo, porém jamais nos revelou nada.
Eu fui treinado nos últimos meses para me tornar o melhor deles, e me tornei. Minha missão era me infiltrar na casa do capo da máfia da Espanha, Álvaro Ortiz, um homem perigoso e impiedoso.
Meu trabalho era colher informações e literalmente sequestrar sua esposa.
Arthur apenas me explicou que a esposa de Álvaro Ortiz, era alguém muito importante para a família, porém nem ela mesma sabia disso.
Eu olhava atentamente o dossiê que me foi entregue com o mapa da casa de Álvaro, esquema de segurança e algumas fotos de Luna Ortiz, ela era tão jovem e tão bonita o que fazia com aquele verme? O que essa mulher fazia lá?
Eu me infiltraria como guarda-costas da mulher, ganharia sua confiança e então a levaria de lá.
O que ela teria de tão importante? Pois tive que fazer o juramento mais importante da família, uma vida pela dela, eu defenderia sua vida sob qualquer circunstância.
Estava no jardim da bela mansão quando a vi pela primeira vez e ela era realmente linda assim como nas fotos, sem dúvidas a mulher mais linda que vi na vida, seus longos cabelos escuros, pele branca, um corpo com curvas que até ótimos pilotos se perdem facilmente.
Uma verdadeira deusa caminhando pela terra, a mais linda de todas: Luna.
Quando nossos olhos se encontraram foi como se a conhecesse a vida toda, parecia um estranho reencontro de almas.
Ah que bobagem estou dizendo, meu trabalho aqui é apenas protegê-la e levá-la para o capo.
Vamos, Alejandro concentre-se ela é proibida para você, ela tem um olhar tão triste, ela estava sofrendo ali, sem dúvidas, parecia um passarinho preso.
E eu sentia cada vez mais que precisava cuidar dela e protegê-la.
Apenas aceno com a cabeça para ela, que continua me olhando, ela então vira e entra novamente no cômodo que suponho ser seu quarto.
Parece que esse passarinho é um tanto mal educado.
Continuo olhando a casa e algumas flores quando ouço uma voz doce dizer.
-Olá, você deve ser o Sr Mendez, eu sou a Luna-ela diz.
-Boa noite Sra. Ortiz, sim me chamo Alejandro-estendo a mão para ela que apenas olha.
-Me chame de Luna, por favor-ela diz sem esboçar qualquer emoção. -Já que vai ser a minha sombra, me chame pelo meu nome.
-Estou aqui para protegê-la das pessoas fora desses muros que lhe querem mal-digo.
-Quem quer me fazer mal não está além dos muros-ela diz abraçando o próprio corpo, demonstrando medo.
Em seguida ela caminha novamente para o interior da casa.
Como eu imaginei, ela está sofrendo e eu só queria poder mudar isso.
MADRI-ESPANHA
LUNA...
DOIS ANOS ANTES
Era um dia comum para mim, eu dirigia pelas ruas de Madri, estava indo ao encontro do meu namorado, Arthur. Combinamos de nos encontrarmos em um café que íamos sempre.
Foi então que meu celular começou a tocar, na tela o nome do meu pai aparecia.
-Alô Papai, estou dirigindo-digo o alertando.
-Eu sei filha, mas é algo realmente importante, olhe pelo retrovisor-ele diz.
Olho assustada e vejo dois carros pretos me seguindo.
-Papai não estou entendendo-digo confusa.
-Filha, estou em um desses carros, um deles vai passar o seu carro e você deve segui-lo, o outro estará te seguindo. Luna me ouça não é uma brincadeira, assim que eu desligar jogue seu celular pela janela.
-Papai, eu não posso fazer isso, estou indo encontrar o Arthur-digo realmente preocupada.
-Luna estou falando sério, faça o que mandei, minha vida está em risco-ele desliga.
Ao ouvir que a vida do meu pai estava em risco, não pensei duas vezes e joguei meu celular pela janela. Naquele momento perdi minha liberdade.
Segui o carro preto até um galpão afastado do centro de Madri, assim que parei o carro, um homem vestido de preto abriu a porta do meu carro e disse para acompanhá-lo, vi meu pai sendo segurado por dois homens que o levaram para dentro.
-Papai! -grito apavorada.
-Quieta, gritar não adiantará nada-o homem que agora segura meu braço me levando para dentro diz.
Ao entrar avisto meu pai, e mais alguns homens, o que segurava meu braço me solta, e corro em direção ao meu pai que começa a dizer:
-Luna espero que um dia você possa me perdoar por isso, mas é a única forma.
Quando eu ia começar a falar, ouço uma voz dizer:
-E então Juarez, trouxe meu dinheiro? -o homem das sombras diz.
-Álvaro é muito dinheiro, eu não tenho como te pagar-meu pai diz.
-Você comprou muitas armas e agora apenas diz que não tem como pagar?-o homem diz.
Então o homem sai das sombras e revela seu rosto frio.
-Papai, que história é essa de armas? O Sr é um contador, porque ia querer armas? -digo confusa.
-Contador? Essa é a história que ele conta em casa? -o homem diz-Seu pai é contrabandista de armas menina-ele sorri.
-Contrabandista? O que ele está dizendo Papai? -digo chorando.
-É verdade Luna-meu pai diz.
Então vejo o tal Álvaro se aproximar dizendo.
-Aceitarei a sua oferta de pagamento, ela irá comigo-ele diz me segurando pelo braço.
-Que pagamento? O que é isso? Papai espere, papai me ajuda! Pai por favor, não me deixe aqui, Pai! -grito desesperadamente enquanto vejo meu pai saindo do galpão sem nem olhar para trás.
-Cale-se! -ele desfere um tapa em meu rosto-Agora você é minha!
-Me solte seu monstro, eu tenho namorado-digo aterrorizada.
-Namorado? -ele gargalha e aquele som ecoa por todo o lugar-Esqueça tudo que viveu antes, a partir de agora você será minha esposa.
Ele me joga dentro de um carro que só agora percebi estar parado lá, ele se senta ao meu lado e dá a ordem ao motorista.
-Para a mansão!
O casamento ocorreu em poucos dias, sem festa ou convidados, apenas papéis assinados e lágrimas dia após dia.
A primeira vez que me tomou foi com certeza a pior delas, pois foi a que mais lutei, ele me bateu muito e violou meu corpo de todas as formas, seus gemidos de prazer se misturavam com meus gritos de dor.
Fiquei dois dias sem poder andar direito, o rosto marcado e a alma destruída.
Essa cena de terror se repetiu por mais algumas vezes, até que aprendi que lutar era pior, então eu só me mantinha imóvel, fria, esperando tudo acabar.
Hoje pela primeira vez depois desses anos, olhei para um homem sem ter medo. Quem era Alejandro? Ele seria como Álvaro, um monstro?
Para aceitar trabalhar com alguém como ele só poderia ser igual, eu definitivamente não poderia confiar nele.
Mas por que meu coração e todos meus sentidos gritavam ao contrário?
Talvez fosse por aqueles lindos olhos castanhos, aquele corpo de porte atlético, alto, viril ou então aqueles lábios provocantes, um verdadeiro convite à luxúria.
Estava perdida nesses pensamentos quando o ouvi dizer:
-Sra. Ortiz não deveria estar aqui fora a essa hora-ele diz.
-Nem você Sr. Guarda-costas-digo.
Ele sorri de lado sem jeito e vejo o quão ainda mais provocadores são aqueles lábios quando ele sorri então ele senta-se ao meu lado.
-Eu estarei sempre onde você estiver sou pago para isso, mas não quero que me veja como um guarda-costas Luna, quero que me veja como um amigo-ele sorri novamente.
-Você trabalha para o meu marido, não pode ser meu amigo-suspiro.
-Tecnicamente você é minha chefe, estou aqui para protegê-la de qualquer um que queira lhe fazer mal.
-Até mesmo do meu marido? Você me protegeria dele, Alejandro? -digo triste.
Ele me olha e questiona:
-O que acontece aqui Luna?
-Não se preocupe, eu falei demais, são brigas normais de casal-digo me levantando.
Ele segura em meu braço, onde mais cedo Álvaro havia apertado fortemente, então sinto um incomodo.
-Ai-digo puxando a manga do suéter marrom que eu usava para baixo.
-Luna, o que é isso? -ele diz pegando em meu braço e levantando a manga do suéter.
-Não é nada, não se preocupa, eu apenas caí no banheiro-digo.
Ele me olha respira fundo e diz:
-Luna há algumas coisas sobre mim que ainda não sabe e uma sobre você, eu farejo uma mentira de longe, pois sou um ex-policial, já prendi muitos tipos iguais o seu marido e além do mais você mente muito mal e... -ele diz massageando a área machucada-as marcas aqui são compatíveis com dedos. Por que isso aconteceu? -ele questiona.
Ele então olha ao redor e então diz:
-Melhor conversarmos depois há muita gente nos olhando.
-Está bem Alejandro.
Eu me viro e começo a caminhar, ele então diz quase em um sussurro:
-Confiem em mim.
Eu o olho e aceno com a cabeça, eu poderia estar maluca, mas eu de fato estava começando a confiar nele.
Entro na sala e encontro Felipe um dos outros seguranças.
-Boa noite Sra. Ortiz, hoje é dia de folga dos empregados internos e de alguns seguranças.
-Sim eu sei Felipe, a Ana me disse mais cedo-digo.
-Se a Sra. quiser posso ficar com a minha equipe-o homem alto e moreno na casa dos quarenta anos diz.
-Não é necessário podem descansar , sei que quando Álvaro está aqui vocês não descansam, só me diga quem ficará na mansão.
-Apenas quatro seguranças e o seu guarda-costas o único que poderá entrar na casa não se preocupe, o restante ficará na ronda e portaria.
Eu queria poder dizer a ele que esse fato que era preocupante, o meu guarda costas poder entrar na casa.
-Sem problemas Felipe, boa folga-digo indo em direção às escadas que levam ao meu quarto.
Preciso de um banho, coloco a banheira para encher e vou até a sacada, vejo quando Felipe e sua equipe saem da propriedade, enfim um pouco de paz.
Tiro minha roupa e coloco um robe de seda, coloco uma música no aparelho de som enquanto aguardo a banheira encher.
Então um barulho me assusta na varanda e grito.
Em segundos a porta do meu quarto é aberta e Alejandro já está dentro do cômodo sacando sua arma.
Eu aponto para a varanda e ele vai até lá sorrateiramente, então o vejo colocar a arma no coldre novamente e se abaixar ele então volta segurando um lindo gatinho preto.
-Foi esse bebe que te assustou? -ele diz.
-Ah que lindo-me aproximo-desculpa não sabia que era um gatinho.
-É um filhote ainda, quer ficar com ele? -ele diz-amanhã podemos providenciar o que ele precisa-ele afirma.
-Sim eu quero-digo entusiasmada.
Só então me dou conta de que estou de robe, então o fecho ainda mais, com vergonha do meu corpo.
Alejandro sorri, colocando o filhote sobre a cama.
-Não deveria sentir vergonha, você é linda-ele diz.
-Ah não tente ser simpático, eu sei que sou fora dos padrões-digo.
Ele se aproxima um pouco mais e diz:
-Não dos meus-então ele caminha até a porta, olha para mim e diz-descanse, Sra. Ortiz estarei fazendo a segurança.
Então ele sai do quarto me deixando completamente assustada e em chamas.
O que esse guarda-costas está fazendo comigo?