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O ceo e a malandra

O ceo e a malandra

Autor:: Marise
Gênero: Romance
Com sua aparência deslumbrante Gabriela enganava homens ricos como golpista profissional. Sua sorte acabou quando um dos seus golpes foi por água baixo e ela acabou sendo presa. Do lado de fora está o seu tio Álvaro que lhe ajudou nessa fase difícil, para ele todos merecem uma segunda chance... Mas será que Gabriela Antonelli merece? Ele é Henry Krenlin, um CEO muito bem sucedido, extremamente atraente e sedutor, desejado por todas as mulheres ao seu redor. Para não perder a empresa que o seu faclicido pai lhe deixou com uma "condição", ele acaba forjando um casamento por contrato.

Capítulo 1 A entrevista

Três semanas antes...

Narrado por Gabriela

No pátio da penitenciária eu me atento aos olhares das duas presas que fizeram dos meus 5 anos um verdadeiro inferno. O motivo por eu estar aqui? Eu era uma golpista.

Eu usava a minha beleza para aplicar golpes, seduzia os homens, aplicava-lhes o golpe "boa noite Cinderela" depois os roubava. Sem querer me gabar, mas sou uma mulher muito linda, sempre fui, sou alta, tenho um corpo escultural, uma morena de olhos castanhos claros, cabelos lisos e longos, negros como a noite.

A magrela da Jamaica caminha até mim, eu logo me levanto, a louca se aproxima de mim e puxa meus cabelos com força, perdeu a noção do perigo coitada.

- Achou que ia embora sem levar tapa nessa cara de puta, vadia! - Gritou Jamaica.

As minhas mãos seguram seus cabelos e eu puxo ela a jogando no chão, me coloco em cima dela e tiro meus cabelos de suas mãos.

- Tira suas mãos sujas de mim. - Gritei.

Eu estava me defendendo dos seus tapas e cuidando para ela não puxar mais os meus cabelos, de repente sinto uma mão esquentar meu rosto com um tapa bem dado. Olho firme para o lado e vejo a Cachinhos rindo da minha cara.

- Sua filha da puta! - Parti para cima dela. - Eu vou te bater muito sua piranha. - Ela esperneou.

A Jamaica pula nas minhas costas, e duas contra uma, não dá.

- Parem com isso, vagabundas. - Umas das carcereiras disse tentando apaziguar, e quanto mais ela falava e tentava me tirar de cima da Cachinhos, mais ela gritava. - Chega! - Duas carcereiras, tiraram a Jamaica e a Cachinhos de cima de mim. Fiquei no chão possessa. - Eu te ajudo. - A carcereira me estendeu a mão tranquilamente e recebeu um tapa como resposta.

- Eu te ajudo um caralho, agora essa magrela vadia vai ver. - As minhas mãos começaram a esquentar o rosto da Jamaica, ela tentou segurar minhas mãos, mais sem sucesso, a carcereira tentava nos separar e acabou levando também.

Um, dois, três, quatro, cinco e eu me perdi nas vezes que minhas mãos acertaram o rosto dela.

Caímos no chão, ela puxava o meu cabelo tentando me derrubar.

- Tira essa vagabunda de cima de mim! - A Jamaica gritava.

Uma das carcereiras me segura pela cintura e me puxa com força até conseguir me tirar de cima da magricela da Jamaica, que está com o rosto inchado de tanto tapa que levou.

Logo o diretor aparece no pátio.

- Parem com isso. Levem a Jamaica e a Cachinhos para cela. - As duas carcereiras levaram as vadias para cela. O diretor me encarou. - Arrumando confusão no seu último dia, Gabriela.

- O que posso fazer, essas vadias me amam.

- Volta pra sua cela. Espero que fique longe de confusão.

- Vou tentar. - Falei saindo.

[...]

Dias atuais...

Estico o meu corpo na cama após ouvir o barulho do despertador, tenho uma entrevista de emprego hoje. O meu tio Álvaro é motorista de um CEO muito conhecido na cidade, o Henry Krenlin, parece que ele tem muito apreço pelo meu tio, e o meu tio por ele, e foi durante o retorno dele para casa que o meu tio ficou sabendo que o Henry estava precisando de uma assistente, o meu tio logo tratou de falar que a sua amada sobrinha estava desempregada.

Tomo um banho depois abro o guarda-roupa, aqui só tem roupas de piriguete, nada modesto nem elegante como o meu tio disse para eu me vestir. Essas roupas de piriguete eram da filha do meu tio, ela foi embora para Portugal.

Após ser presa perdi tudo, as minhas roupas foram uma delas, eu morava num apartamento luxuoso alugado, como eu havia sido presa e ninguém estava pagando o aluguel, entraram em contacto com a minha mãe que disse para doarem todas as minhas coisas, saí da cadeia com uma mão na frente e outra atrás.

Entre as poucas opções no guarda-roupa pego uma saia de couro escuro, uma blusa branca de manga cumprida que deixa a minha barriga de fora, mas essa é a única blusa comportada que tem, então vai ser ela mesmo, pego um sapato alto preto, penteio os meus cabelos e passo um batom.

Os meus pais sempre fizeram de tudo para que eu tivesse uma boa educação, apesar de serem muito pobres, eles até conseguiram pagar um curso de Internet avançada para mim, quando eu terminei o ensino médio. Eles eram pais amorosos, mas, eu queria mais, queria poder, dinheiro luxo, e eu consegui tudo isso por um tempo. Quando os meus pais souberam que a filha deles havia sido presa me condenaram, e para eles eu morri, foi o meu tio Álvaro que me ajudou nessa fase difícil, ele nunca me abandonou, para o meu tio todos merecem uma segunda chance, só não sei se eu mereço.

Pego o papel com o endereço da empresa, e chamo um carro de aplicativo que não demora chegar.

Chego no prédio da empresa, que é enorme, subo umas poucas escadas, e vou até um elevador, um homem bonito também me faz companhia, ele aperta o botão do quinto andar.

- Você é nova aqui? - Perguntou enquanto analisava todo o meu corpo.

- Sim, estou aqui para uma entrevista.

- Percebi logo, uma mulher tão linda assim é difícil esquecer.

- Obrigada.

- E a propósito, eu sou o Júnior. - Estendeu a sua mão para me cumprimentar.

- Sou Gabriela, prazer Júnior. - Falei segurando a sua mão.

- O prazer é todo meu. - Ele me lançou um olhar sedutor que quase molhou a minha calcinha.

A porta do elevador se abre, o Júnior cede passagem para mim, depois ele me mostra a direção da sala onde eu devo ir, e me deseja sorte. O Júnior me agradou bastante, um loirinho alto, corpo bem atlético, com um sorriso contagiante e uns olhos azuis penetrantes. Me aproximo de uma loira alta e bonita, ela me olha com uma cara de isnobe, digo à ela que vim para falar com o Henry, ela sai e logo depois volta.

- Entre Gabriela Antonelli, o Henry está te esperando.

Que nervoso..., mas eu consigo, respira Gabriela.

A porta estava entreaberta, bato e do outro lado ouço uma voz grossa.

- Entre!

- Bom dia! Sou a Gabriela Antonelli, muito prazer.

Ele me dá um aperto de mão, depois me lança um olhar de cima a baixo, acho é que por causa da minha vestimenta.

- Sente-se, Gabriela. - Me sentei meia sem jeito, e olhei para ele.

- Senhorita Gabriela, o seu tio me falou muito bem de você, mas me diga, acha que merece mesmo fazer parte dessa empresa?

- Sim, eu mereço, estou determinada em dar o melhor de mim para colaborar no crescimento da empresa, tenho certeza de que você não vai se arrepender. - Ele me encarou com seus olhos azuis, e quase me perdi neles.

- Você estaria disponível para fazer viagens?

Pera aí, viagens? Eu só vou dizer que sim por você, tio.

- Sim, claro!

- Quero que saiba que sou um homem bem exigente, você terá que fazer um bom trabalho, ser pontual e apresentável. - Ele me olhou encarando as minhas roupas.

- Intendi perfeitamente.

- Que ótimo! Então você começa amanhã.

- Mas já? - Ele me olhou erguendo uma das sobrancelhas.

- Sim, você começa amanhã as oito, algum problema?

- Não.

- Nos vemos amanhã então.

Saio da sala rápido antes que eu me arrependa de ter aceitado esse emprego, ao me ver entrando no elevador o Júnior corre até mim, ele é bem curto e grosso, diz que se interessou por mim e pede para me deixar em casa.

- Você não está em horário de expediente?

- Estou em horário de almoço agora princesa.

Sei que está mentindo, mas ele me agradou bastante, mas vou fazer jogo duro, mesmo estando na seca, não quero que ele pense que sou uma desesperada. Desde que saí da prisão não transei com ninguém.

- Isso não vai passar de uma carona. - Júnior concordou.

Capítulo 2 Sobrinha do Sr. Álvaro

Assim que o Júnior me deixa em casa, ele não perde tempo e tenta me beijar, mas eu me faço de difícil e não permito que ele me beije. Então ele me convida para ir até uma boate hoje a noite, boate essa que ele disse ser do meu chefe, que é irmão dele, por essa eu não esperava, o Júnior e o meu chefe são irmãos. Aceitei na hora, depois me despeço dele com um beijo no rosto, saio do carro e entro em casa.

Jogada no sofá da sala fico imaginando, como essa boate deve ser chique, deve ter vários caras cheios da grana, essa vai ser uma grande oportunidade para voltar à ativa. Pego o meu celular e ligo para a Heloísa, ela me fornecia o boa noite cinderela.

Chamada ativa

- Alô?

- Oi, biscate! Tudo bem?

- Estou bem e você?

- Bem. Escuta, você pode me arrumar dois frascos de boa noite cinderela?

- Você não havia parado?

- Voltei a ativa.

- E o seu tio?

- Ele não precisa saber.

- Como você vai esconder isso dele?

- Eu tenho um trabalho agora, ele não vai desconfiar quando eu começar a ganhar muito dinheiro.

- E esse seu trabalho é de que?

- Sou secretária de um CEO.

- Vai ganhar uma grana preta.

- Você me conhece Helô, gosto de muito luxo, eu amo o meu tio, mas eu não vou viver toda a minha vida nesse casebre dele, eu preciso recuperar tudo que perdi.

- Eu vou te arrumar.

- Ótimo! Ainda é o mesmo preço?

- Ta 100 reais agora amiga.

- Me fala a sua chave pix?

- heloisas*ntori@gmail.com.

- Você manda entregar aqui em casa?

- Claro! Vou embrulhar e pedir para o motoboy levar.

- Obrigada Heloísa.

- De nada.

Chamada encerrada

Sei que prometi ao meu tio que não iria mais aplicar golpes, mas eu preciso voltar a ter a minha vida de antes, e esse emprego que ele mesmo me arrumou vai servir de fachada para eu voltar à ativa, sem que ele desconfie.

Narrado por Henry

Esses últimos dias eu estava bem apreensivo, pois a minha secretária Sueli havia me avisado que tinha terminado a sua faculdade de enfermagem e que iria começar a fazer estágio na área, e por esse motivo precisaria se demitir, confesso que não gostei nada disso, ela trabalhava há anos comigo, mas é complicado. Ela me disse que iria ficar até eu conseguir arrumar alguém, a Sueli é muito eficiente, nunca me deu trabalho sempre fez tudo direito, e sempre da forma que eu peço. Estou fazendo algumas entrevistas e todas nem querem tanto trabalhar e sim dar em cima de mim, e ter status por estar perto de mim. Sou um empresário muito bem-sucedido, herdei a empresa no ramo de tecnologia do meu pai, a Krenlin Systems, ele preferiu que eu ficasse a frente, ao invés do meu irmão Júnior. Também sou dono de uma Boate, a Four Club, era onde eu trabalhava antes de assumir o comando da empresa, tenho 29 anos, sou um homem que gosta de curtir os prazeres que a vida me proporciona, mas também sou muito centrado, gosto de me divertir, mas também sei ser sério quando é preciso, não sou igual ao meu irmão Júnior, ele é mais novo que eu, é meio inconsequente, não é como eu, que apesar de gostar de curtir a vida sempre mantenho os pés no chão, o Júnior não, ele gosta de fazer as coisas no calor da emoção, apesar disso nos damos muito bem.

Certo dia voltando para casa, o meu motorista o senhor Álvaro, ao me ver com a cara amarrada me perguntou o motivo, eu disse a ele o que me incomodava, foi então que ele comentou sobre a sua sobrinha, perguntei se ela sabia um pouco de informática e ele disse que sim, então falei para ele dizer a ela para vim até a empresa fazer uma entrevista comigo.

Fiz a entrevista com ela hoje, Gabriela é o seu nome, me chamou muito atenção, ela é diferente, veio com umas roupas estranhas, digamos que meio escandalosas, quem vem para uma entrevista de emprego com a barriga de fora? O senhor Álvaro me disse que ela é bem responsável e muito dedicada, então, acho que em comparação as outras prefiro contratar ela, claro que também pelo fato dela ser sobrinha do senhor Álvaro.

Enquanto estou com os pensamentos longe, meu celular toca, é o meu irmão Júnior.

Chamada ativa

- Oi Júnior?

- Tudo bem maninho?

- Estou bem. Por que ta me ligando? Você não está na empresa?

- Eu tive que me ausentar por motivos de força maior.

- Esse motivo por acaso é mulher?

- Ela não é só uma mulher, ela é uma deusa. Aliás estou ligando para dizer que convidei essa deusa para ir à Four Club hoje, como a minha convidada de honra.

- Sem chance Júnior, você sabe que hoje na Four Club vai rolar um evento fechado.

- Quebra esse galho pra mim maninho, eu já até convidei a gata.

- Problema seu.

- Poxa irmão, por favor?

- Você é um filho da puta mesmo, Júnior.

- Se eu sou filho da puta você também é, afinal somos filhos da mesma mãe.

- Eu vou falar para colocarem seu nome e o dela na lista, como ela se chama?

- O nome da deusa é Gabriela.

- Certo, vou ligar e avisar para colocarem o nome de vocês na lista.

- Valeu maninho.

Chamada encerrada

Assim que encerro a ligação com o meu irmão, ligo para o organizador do evento e peço para ele acrescentar o nome do Júnior e da Gabriela na lista, será que essa tal de Gabriela é a mesma que eu conheci hoje mais cedo? Eu não duvido que o meu irmão tenha encontrado com ela pela empresa, e como ele é mulherengo deve ter dado um jeito de xavecar ela.

Volto ao meu trabalho, o resto do dia passa tranquilamente, quando são quase seis horas da noite vou para minha casa, moro sozinho em uma enorme mansão, bom, não tão sozinho, tenho a Naiara, a governanta da casa, ela é como se fosse uma mãe para mim.

Capítulo 3 Ponto proibido

Narrado por Gabriela

Faltando alguns minutos para o Júnior vim me buscar para irmos até a boate, fui para o banheiro tomar meu banho, entro no chuveiro e deixo a água caindo sobre o meu corpo, lavo os meus cabelos, termino o banho que foi bem demorado e saio, me enrolo na toalha e vou secar os meus cabelos, deixo eles soltos, termino de me secar e quando abro o guarda roupas não consigo encontrar nada de bom para vestir, passo um tempinho procurando, experimento várias roupas, até que encontro um vestido prata com um decote V, bem piriguete, mas para ir a uma boate ta ótimo. Visto o vestido, faço uma maquiagem bem, passo um batom vermelho e uma sombra dourada, coloco uma máscara de cílios e um lápis de olho preto, calço uma sandália não muito alta para não machucar os meus pés, na cor preta, com detalhes de stress com salto de 11cm, escuto o meu celular tocando e pego para olhar, é o Júnior avisando que está me esperando do lado de fora, antes de sair deixo um bilhete avisando o meu tio que vou sair com um amigo novo.

- Caramba princesa, você tá muito gosto... Digo gata.

Júnior tenta me beijar outra vez, mas eu não permito, e lhe dou apenas um beijo no rosto, e acrescento.

- Estou gata e muito gostosa. - Júnior encarou o meu corpo com um olhar sacana.

Júnior abre a porta do carro para mim, depois ele entra no banco do motorista, e seguimos para a Boate.

Narrado por Henry

Descansei um pouco, estava com uma dor de cabeça horrível, acordo com o celular tocando e era uma mensagem do Júnior.

WhatsApp on

- E aí cara, vai vir?

- Vou sim, estava descansando um pouco, estou indo tomar banho e depois eu vou.

- Certo, estou te esperando aqui então.

WhatsApp off

Vou para o banheiro tomar um banho demorado, para relaxar um pouco o meu corpo, estou muito tenso, termino o banho, me enrolo numa toalha e vou para o closet colocar uma roupa, coloco uma calça jeans, uma camisa preta e um blazer por cima, passo o meu perfume importado e coloco o meu melhor relógio, passo um gel no cabelo e calço um sapatênis, desço até a garagem pego o meu carro e vou para a boate.

Meia hora depois...

- Boa Noite!

- Boa noite Senhor Henry.

Falo com os seguranças da boate, eles logo me deixam entrar, vou até o bar e pego um copo de uísque, depois vou até a área vip onde certamente o Júnior está. Ao chegar na área vip vejo o meu irmão e ao seu lado está a Gabriela, ela estava muito sexy e gata, não sei por que, mas fico incomodado por vê-la ali, mas tento disfarçar.

- Achei que não vinha mais. - Júnior disse me cumprimentando.

- Falei que vinha.

- A noite só está começando, vamos senta aqui? E deixa eu te apresentar a Gabriela caso você não lembre, ela fez uma entrevista hoje mais cedo com você. - Encarei a Gabriela.

- Claro que eu me lembro. - Cumprimentei ela.

Um tempo depois o meu irmão e a Gabriela vão para pista de dança, e começam a dançar, Gabriela provoca o meu irmão o tempo todo, enquanto dança bem sensual, que corpo maravilhoso que essa mulher tem. Tá na cara que ela está fazendo joguinho, me admira o Júnior não ter percebido isso ainda.

Estou de olhos vidrados naquele corpo espetacular que a Gabriela tem enquanto bebo, de repente chega Cristian, um amigo, ele me cumprimenta e fica conversando comigo. Um tempo depois digo a ele que vou pegar mais um pouco de uísque, desço até o bar, e não vejo mais o meu irmão e a Gabriela na pista de dança, parece que o Júnior finalmente vai beber água da fonte, se é que vocês me entendem. Quando volto do bar, alguém esbarra em mim, derramando toda a bebida na minha roupa.

- Me desculpa? Foi sem querer.

- Olha por onde anda! - Encarei o ser desastrado.

- Me desculpa, eu não lhe vi, posso ajudar a limpar isso, me desculpe?

Foi a Gabriela que esbarrou em mim, quando ela tenta limpar a minha camisa, agora manchada de bebida, vai descendo um pouco para minha calça jeans, a sua mão acaba tocando o meu mastro, sinto uma eletricidade percorrer por todo o meu corpo, ao perceber que me tocou num ponto proibido, Gabriela rapidamente puxa a sua mão.

Ela levanta sua cabeça olhando diretamente para mim, parece estar com muita vergonha, suas reações são bem expressivas, confesso que eu queria rir.

- Me desculpe? Eu sinto muito mesmo. - Falou desconcertada.

- Você costuma esbarrar assim nas pessoas? - Falei encarando os seus lindos olhos.

- Eu esbarrei sim, mas foi sem querer, e já lhe pedir desculpas.

- Ok, vamos esquecer isso tudo.

- Eu já vou indo. - Disse saindo não dando tempo deu falar nada.

Fico vendo-a se afastar, acho que o mulherengo do meu irmão acabou dando perdido nela, com certeza ele deve estar por aí se pegando com outra mulher.

Narrado por Gabriela

O safado do Júnior acabou me dando perdido, e enquanto procurava por ele acabei esbarrando no Henry, fiquei tão nervosa não sei por quê. Depois de me desculpar pelo meu desastre e por ter tocado sem querer no mastro dele, saí rapidamente constrangida, indo até o bar, onde foi a última vez que vi o Júnior, peço uma bebida, e logo chega um rapaz e se oferece para pagar, ele parece ser bem rico, ele me chama para dançar, e claro que não ia perder essa oportunidade, ele pega em minha mão e vamos para a pista de dança, logo começa a tocar uma música lenta, então ele põe a sua mão em minha cintura e começamos a dançar bem colados, o cara tinha um perfume maravilhoso, e enquanto dançávamos ele disse em meu ouvido.

- Prazer... Eu me chamo Tadeu. - Disse me encarando com um olhar sedutor.

- Prazer Tadeu!

- Não vai me dizer seu nome?

- E se eu não quiser?

- Não tem problema. Você linda, e dança muito bem.

- Obrigada, você também é lindo Tadeu, e dança bem. - Rimos em simultâneo.

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