Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Romance > Obcecada pelo mafioso
Obcecada pelo mafioso

Obcecada pelo mafioso

Autor:: M.lilica
Gênero: Romance
Helena Duarte nunca acreditou em finais felizes. Órfã de pai, com uma mãe doente e dívidas que só cresciam, ela aprendeu cedo que a vida não dava escolhas para garotas comuns como ela. O futuro parecia uma estrada estreita e sem saída... até a noite em que cruzou o caminho de um homem que mudaria tudo. Lorenzo Vitale era conhecido como o chefe mais temido da máfia italiana. Bilionário, dono de um império construído entre luxo e sangue, ele carregava a fama de ser implacável - e de nunca deixar testemunhas. Mas, ao invés de eliminar Helena quando ela presencia algo que jamais deveria ter visto, Lorenzo toma uma decisão inesperada: tornar aquela mulher sua. Entre o medo e a atração, Helena se vê presa em um jogo perigoso onde cada olhar, cada toque e cada silêncio de Lorenzo a consome por inteiro. Ele a quer com uma obsessão que beira a loucura... e ela luta entre fugir ou se render à escuridão magnética daquele homem. Será que Helena conseguirá escapar antes de se perder completamente? Ou descobrirá que, às vezes, o coração é tão cruel quanto a própria máfia?

Capítulo 1 o acaso que mudou tudo

A noite caía sobre a cidade como um véu carregado de promessas e segredos. Do alto dos prédios iluminados, as luzes refletiam em cada esquina, desenhando um mapa de ilusões para quem não conhecia a escuridão que se escondia atrás dos vidros espelhados.

Helena Duarte caminhava apressada pela calçada estreita, o casaco gasto protegendo-a mal do vento frio. Na bolsa, apenas alguns trocados, um maço de contas vencidas e a chave de um apartamento minúsculo onde a mãe a esperava, cada vez mais debilitada pela doença.

Aos vinte e quatro anos, Helena já sentia o peso de responsabilidades que deveriam pertencer a alguém muito mais velho. Trabalhara o dia inteiro como garçonete em um restaurante de bairro, e ainda assim sabia que o salário não cobriria nem metade do aluguel do próximo mês.

Mas ela nunca reclamava. Desde a morte do pai, anos atrás, aprendeu a engolir a dor e seguir em frente. A vida não era justa, e ela não esperava que fosse.

Naquela noite, porém, o destino parecia pronto para rir de sua inocência.

Enquanto ajustava a bolsa no ombro, Helena ouviu passos atrás de si. A rua estava quase deserta, e uma sensação gelada percorreu-lhe a espinha. Apertou o passo. O coração batia rápido, embora ela tentasse ignorar a paranoia.

- Só mais duas quadras... - murmurou para si mesma, tentando se convencer de que estava tudo bem.

Mas não estava.

Antes que pudesse reagir, dois homens surgiram da esquina, bloqueando seu caminho. Eram altos, vestindo roupas escuras, e um deles tinha uma cicatriz profunda no rosto. O olhar deles não deixava dúvida: não estavam ali por acaso.

- Olha só o que temos aqui... - disse o de cicatriz, a voz carregada de ironia. - Perdida, boneca?

Helena engoliu em seco, tentando se manter firme.

- Só quero passar, por favor.

Eles riram. O segundo homem deu um passo à frente, aproximando-se demais.

- A cidade não é segura para andar sozinha à noite. Talvez a gente devesse fazer companhia pra você.

O medo subiu como um nó em sua garganta. Ela recuou, o corpo inteiro em alerta, até sentir as costas contra a parede fria de um prédio. Estava encurralada.

Foi quando um som inesperado quebrou o silêncio: o ronco grave de um motor poderoso.

Uma Ferrari preta dobrou a esquina e parou a poucos metros dali, os faróis cortando a escuridão. Helena piscou, surpresa, enquanto os homens trocaram olhares tensos. A porta do carro se abriu lentamente, revelando uma figura que parecia ter saído de um pesadelo... ou de um sonho proibido.

Ele era alto, o terno impecável desenhando cada linha de seu corpo forte. Os cabelos escuros estavam penteados para trás, o rosto marcado por traços firmes e um olhar frio, tão afiado quanto uma lâmina.

Lorenzo Vitale.

Mesmo sem conhecê-lo, Helena sentiu o peso do nome. O ar ao redor pareceu mudar. Era como se a rua inteira tivesse parado para observá-lo.

O homem caminhou até o grupo com passos calmos, mas carregados de autoridade. Um leve sorriso - cruel e perigoso - curvou seus lábios.

- Acredito que ela disse que só queria passar - disse ele, a voz grave, carregada de um sotaque italiano que deixava cada palavra mais intensa.

Os dois homens endureceram.

- Senhor Vitale... nós só estávamos...

- ...fazendo o que não deviam. - Lorenzo os interrompeu, o tom baixo, mas letal.

Helena observava sem fôlego, o coração disparado. Quem era aquele homem? Por que a simples presença dele parecia mudar tudo?

O de cicatriz tentou se explicar, mas Lorenzo ergueu a mão, e o silêncio se fez. Ele não precisava levantar a voz; a autoridade vinha de algo muito maior, algo que se impunha naturalmente.

- Sumam da minha frente. Agora.

Os dois recuaram, nervosos, e desapareceram pela escuridão sem olhar para trás.

Helena ainda estava tremendo quando Lorenzo finalmente voltou os olhos para ela. Aquele olhar... profundo, dominador, como se pudesse ler cada pensamento que ela tentava esconder.

- Está bem? - perguntou, a voz mais baixa, mas ainda firme.

Ela abriu a boca para responder, mas as palavras não saíram. Estava assustada, confusa... e estranhamente fascinada.

- Eu... eu estou bem. Obrigada. - conseguiu dizer, mesmo que sua voz soasse frágil.

Um canto da boca dele se ergueu num sorriso enigmático.

- Helena Duarte, certo?

O choque percorreu seu corpo. Como ele sabia seu nome?

- Como... como você...? - começou, mas ele deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles.

- Eu sei muito mais sobre você do que imagina.

O frio na espinha dela voltou, mas junto dele, uma onda estranha de calor subiu pelo peito. Era como se estivesse presa em um jogo que não compreendia.

Lorenzo inclinou-se levemente, os olhos fixos nos dela.

- A partir de hoje, você não anda mais sozinha por essas ruas.

Helena recuou um passo, nervosa.

- Desculpe... eu não sei quem você é.

Ele sorriu de novo, dessa vez com algo sombrio na expressão.

- Vai descobrir muito em breve.

E, antes que ela pudesse responder, Lorenzo ofereceu a mão, como se fosse um convite... ou uma ordem.

- Entre no carro, Helena.

O coração dela disparou. Tudo nela gritava para recusar, correr, desaparecer. Mas havia algo na presença daquele homem que a paralisava. O perigo, o mistério... e uma atração inexplicável.

E foi ali, naquela rua iluminada pelas luzes da cidade e pelas sombras de um destino implacável, que Helena Duarte deu o primeiro passo em direção ao abismo chamado Lorenzo Vitale.

Um abismo do qual talvez nunca conseguisse escapar.

Capítulo 2 O jogo do predador

O coração de Helena parecia prestes a explodir quando Lorenzo abriu a porta da Ferrari e aguardou, sem pressa, que ela entrasse.

Havia algo nele que desafiava qualquer lógica: a postura impecável, a frieza calculada, mas também um magnetismo inexplicável que a atraía como um ímã perigoso.

- Não tenha medo - disse ele, o tom grave, quase um comando disfarçado de gentileza. - Se eu quisesse lhe fazer mal... já teria feito.

Aquelas palavras, ditas com tamanha naturalidade, arrepiaram cada centímetro do corpo dela.

Helena respirou fundo, tentando organizar os pensamentos. Parte dela queria virar as costas e correr, mas outra parte - a mais irracional - já havia se rendido ao olhar intenso daquele homem.

Com passos hesitantes, entrou no carro. O interior era luxuoso, o couro macio exalando um perfume caro, inebriante. A porta se fechou atrás dela com um clique suave, como se tivesse acabado de se aprisionar por escolha própria.

Lorenzo deu a volta e sentou-se ao volante.

Por alguns segundos, o silêncio reinou. O ronco do motor encheu o espaço, vibrante e ameaçador, como se refletisse a essência do próprio dono.

- Por que... por que você me ajudou? - Helena perguntou, quebrando o silêncio, a voz trêmula.

Ele não a olhou de imediato, apenas arrancou com o carro pela rua deserta.

- Porque ninguém toca no que é meu.

Helena arregalou os olhos.

- Eu não sou sua.

Dessa vez, ele virou o rosto em sua direção. O olhar era afiado, penetrante, como se quisesse gravar a verdade dela à força.

- Ainda não. - O sorriso dele surgiu lento, quase cruel. - Mas será.

Um frio percorreu-lhe a espinha. Helena virou o rosto para a janela, tentando ignorar o peso daquelas palavras. Quem era aquele homem para falar assim, como se tivesse poder sobre o destino dela?

A cidade passava diante de seus olhos, as luzes borradas pela velocidade. Ela não fazia ideia de para onde estavam indo, mas a estranha ausência de medo absoluto a surpreendia. Era como se, no fundo, soubesse que Lorenzo não a deixaria em perigo... pelo menos, não de outros.

- Você não respondeu - insistiu. - Como sabe meu nome?

Lorenzo apoiou uma das mãos no volante, a outra no câmbio, dirigindo com precisão impecável.

- Eu sei de tudo o que importa nesta cidade. Quem deve, quem mente, quem trai... e quem ainda não descobriu a própria força.

Helena franziu a testa.

- Está dizendo que me conhece?

- Estou dizendo que observei você - respondeu sem rodeios. - Há meses.

As palavras caíram sobre ela como uma avalanche.

- Me observou? - A incredulidade deixou sua voz mais alta. - Isso é... isso é insano!

Ele riu baixo, mas sem humor.

- É prudência.

O silêncio voltou, mas dessa vez era pesado, quase sufocante. Helena não sabia se queria saltar do carro em movimento ou continuar ali apenas para desvendar o mistério daquele homem.

Depois de alguns minutos, Lorenzo estacionou em frente a um prédio luxuoso, com porteiros uniformizados e mármore reluzente na fachada. Tudo ali gritava riqueza e poder.

- Onde estamos? - Helena perguntou, olhando ao redor, assustada.

- Minha casa. - Ele desligou o motor e se virou para ela. - E, por esta noite, também será sua.

Helena balançou a cabeça, os olhos arregalados.

- Não. Eu preciso voltar para casa. Minha mãe está me esperando.

Por um instante, o olhar dele suavizou, quase imperceptível.

- Já cuidei disso.

- Como assim? - Helena sentiu o sangue gelar. - O que você fez?

- Relaxe - disse Lorenzo, o tom baixo, porém firme. - Enviei alguém para cuidar dela. Está segura.

O coração dela disparou ainda mais.

- Você não tinha direito de...

- Eu tenho direito sobre tudo o que desejo. - Ele a interrompeu, a voz carregada de certeza. - E agora... desejo você.

As palavras o preenchiam com uma intensidade assustadora, e Helena se viu dividida entre repulsa e uma atração perigosa. Algo nela gritava que deveria odiá-lo, mas a cada segundo ao lado dele, o instinto a traía.

Lorenzo saiu do carro e abriu a porta para ela. Helena hesitou, mas, como se estivesse sob um feitiço, acabou descendo.

O saguão do prédio parecia um palácio moderno: lustres de cristal, mármore branco, funcionários que abaixavam a cabeça em sinal de respeito quando Lorenzo passava. Ele caminhava com passos firmes, o braço estendido em um convite silencioso para que ela o acompanhasse.

Dentro do elevador, o espaço fechado fez a tensão aumentar. Helena sentia o cheiro dele - amadeirado, quente, dominador. Não ousava olhar diretamente, mas a cada vez que seus olhos se encontravam no reflexo do aço polido, um arrepio percorria sua pele.

Quando chegaram à cobertura, Lorenzo abriu a porta de vidro e revelou um apartamento tão vasto quanto um museu. Janelas enormes ofereciam uma vista privilegiada da cidade iluminada, enquanto móveis minimalistas de design italiano decoravam o espaço.

Helena ficou sem palavras.

- Você mora... aqui sozinho?

Ele se aproximou, a presença dele preenchendo o ambiente.

- Eu nunca estou realmente sozinho.

Ela recuou um passo, mas Lorenzo continuou avançando até que a distância entre eles fosse quase inexistente. Sua mão tocou suavemente o queixo dela, erguendo-o para que seus olhos se encontrassem.

- Não adianta fugir, Helena. Eu já escolhi você.

O coração dela batia como um tambor. As mãos tremiam, mas havia algo naquele olhar que a impedia de recusar, de resistir. Era como se estivesse sendo tragada para dentro de um labirinto sem saída.

Ela respirou fundo, tentando recuperar a voz.

- Eu não sou uma peça no seu jogo, Lorenzo. Não pode simplesmente me ter porque quer.

Ele inclinou o rosto, os lábios quase roçando os dela.

- O problema é que eu sempre consigo o que quero.

E, naquele instante, Helena percebeu que estava diante de um homem para quem "não" nunca foi uma resposta.

O verdadeiro jogo havia começado.

E ela não fazia ideia de como sair dele sem se perder completamente.

Capítulo 3 Entre sombras e promessas

O silêncio do apartamento tinha peso. Não era paz, era prisão.

Helena permanecia no centro da sala ampla, rodeada por janelas que exibiam a cidade acesa, como um mar de estrelas artificiais. Ainda assim, em vez de liberdade, sentia apenas o peso de grades invisíveis.

Lorenzo largou o casaco de terno sobre a poltrona, com a mesma naturalidade de quem está em sua própria casa - e, de fato, estava. Cada gesto dele era medido, felino, carregado de autoridade silenciosa. Não havia arrogância em seus movimentos, apenas a convicção de quem jamais foi questionado.

Helena acompanhava cada detalhe, os dedos inquietos contra a própria saia, tentando controlar a respiração. O coração batia tão rápido que parecia denunciá-la.

- Por que eu? - a pergunta escapou como um sussurro, mas sua voz tremia. - Por que me observar, quando existem tantas outras mulheres?

O olhar dele pousou sobre ela como uma lâmina afiada.

- Justamente por isso. Você não é como as outras.

Ele deu alguns passos, e a penumbra projetada pelas luzes baixas brincava em seus traços austeros, acentuando o perigo que exalava.

- Em você, Helena, eu vi algo raro. Uma chama que o mundo tentou apagar... mas não conseguiu.

Um arrepio atravessou o corpo dela. Os pés queriam recuar, mas estavam colados ao chão.

- Você não sabe nada sobre mim.

- Sei o suficiente. - A voz dele tinha o peso da verdade dita sem hesitação. - Sei da sua mãe, da doença que a consome. Sei que você se mata de trabalhar para sustentar as duas. Sei que a vida colocou fardos demais em seus ombros frágeis.

Ele se aproximou mais, a intensidade do olhar a prendendo.

- E sei que, apesar de tudo, você não quebrou.

O ar escapou dos pulmões dela em um tremor. Como podia aquele homem saber tanto? O medo se misturava a um incômodo mais profundo: a sensação de estar nua diante de alguém que enxergava além das aparências.

- Isso não te dá o direito de me arrastar para o seu mundo - rebateu, erguendo o queixo com esforço. - Eu não quero isso.

O canto da boca dele curvou em um quase-sorriso.

- Às vezes, querer é irrelevante.

Helena recuou, o coração descompassado.

- Você fala como se... como se minha vida fosse sua.

Lorenzo arqueou a sobrancelha, firme.

- E não é? Desde a primeira vez que coloquei os olhos em você, Helena, alguma coisa mudou.

O silêncio se estendeu, denso, pesado, carregado de coisas não ditas. Helena se viu dividida entre a indignação e uma atração que, por mais que tentasse, não conseguia sufocar.

Virou o rosto em direção às janelas.

- A vista é linda... mas não me deixa esquecer que estou presa.

Ele se aproximou até que seus perfumes se misturassem no ar.

- Não está presa. Está protegida.

Uma risada amarga escapou dela.

- Protegida? Parece uma gaiola dourada.

- Talvez seja. - Ele não recuou. - Mas prefiro que me odeie por te manter viva do que chorar por perder você para um mundo que não merece nem a sua respiração.

A confissão inesperada a desarmou. Havia dureza nas palavras, mas também um lampejo de algo que se escondia por trás da máscara implacável.

Antes que ela pudesse reagir, o celular dele vibrou sobre a mesa. Lorenzo atendeu de imediato.

- Fale. - Sua voz mudou de tom, fria como o corte de uma navalha.

Helena não entendeu a conversa, mas observou o maxilar dele se contrair.

- Resolva. - Ele desligou sem esperar resposta, respirando fundo antes de voltar o olhar a ela.

- Vai sair? - Helena arriscou, a voz vacilante.

- Não hoje. - Ele a observou como se tentasse decifrar um enigma. - Mas quero que entenda: no meu mundo, fraqueza não é perdoada. E agora você faz parte dele, queira ou não.

O coração dela apertou.

- Eu não pedi isso! - gritou, incapaz de conter. - Não pedi para você me seguir, nem para me salvar, muito menos para me manter aqui como sua prisioneira!

Por um instante, Lorenzo não respondeu. Apenas a fitou, até dar um passo para trás, como se domasse algo dentro de si.

- Está certa. Não pediu. - A voz veio mais baixa, quase um lamento. - Mas a vida não espera o nosso consentimento.

As lágrimas ardiam nos olhos dela. Helena virou o rosto, envergonhada por não conseguir conter.

Ele não tentou tocá-la. Caminhou até o bar de cristal, serviu uísque e ficou de costas, olhando o próprio reflexo no vidro.

- Você não entende. - A voz soou densa, mas carregada de um peso quase humano. - Eu não escolhi esse caminho. E não existe saída.

Ela o olhou de soslaio, percebendo, pela primeira vez, uma fissura na couraça dele.

- Então por que me arrastar junto?

Ele se virou, os olhos mais escuros que nunca.

- Porque quero que sobreviva nele. E só pode fazer isso ao meu lado.

O coração dela disparou.

- E se eu disser não?

Lorenzo avançou devagar, cada passo ecoando no mármore. Parou diante dela e inclinou-se ligeiramente, sem tocá-la.

- Então vai descobrir que dizer "não" a mim... pode ser mais perigoso que qualquer inimigo lá fora.

As palavras pairaram no ar como uma sentença.

Helena respirava rápido, o peito arfando. Havia nele algo que a aterrorizava... e, ao mesmo tempo, a puxava como uma chama perigosa.

Fechou os olhos, tentando clareza, mas a única certeza era que seu destino já não lhe pertencia.

Lorenzo Vitale não era apenas um homem.

Ele era o prelúdio de uma tempestade da qual ela não poderia escapar.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022