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Paixão desencadeada: Carregando o filho do Presidente?!

Paixão desencadeada: Carregando o filho do Presidente?!

Autor:: Lanni Pan
Gênero: Moderno
Após uma noite quente com um estranho, Roselyn acordou e encontrou apenas um cartão bancário sem senha. Dias depois, ela foi detida sob acusação de roubo, mas o que roubara? Justamente quando as algemas estavam prestes a se fechar, o estranho misterioso reapareceu, segurando o teste de gravidez dela. "Você está grávida do meu filho." Chocada, Roselyn foi levada em um helicóptero para uma mansão, onde descobriu a verdade: o homem daquela noite era ninguém menos que o líder mais poderoso e influente de toda a nação!

Capítulo 1 Homens são mais perigosos à noite

"Não faça nenhum barulho, que não vou te machucar. Pisque se tiver entendido." A voz surgiu do banco de trás - baixa, suave e imponente. O tom calmo das suas palavras se chocava com a intensidade do seu olhar, tão penetrante a ponto de congelar o ar.

Um arrepio percorreu a espinha de Roselyn White. Em obediência, ela piscou. Naquele momento, o cano da arma estava apontado para a nuca dela. Ela sabia que um movimento em falso poderia ser fatal.

Ela havia acabado de terminar sua primeira viagem de Uber da noite quando um estranho invadiu o carro e sequestrou sua viagem de volta para casa.

Completamente paralisada de medo, Roselyn ficou imóvel. A poucos metros, vários homens de terno preto se aproximavam com armas em punho, com expressões ferozes no rosto enquanto exploravam a área como caçadores à procura de uma presa.

"Ele saiu sozinho hoje. Essa é nossa melhor chance de assassiná-lo. Além disso, ele inalou uma dose alta desse potente afrodisíaco, que está prestes a fazer efeito. Ele não pode ter ido muito longe. Se não encontrarmos Nathan Lawson, o chefe vai nos fazer desaparecer na Baía dos Crocodilos."

À medida que os passos do grupo se afastavam, Roselyn olhou pelo retrovisor. O homem no banco de trás estava com um rubor estranho no rosto. Claramente, era Nathan, o alvo que eles estavam procurando.

O nome dele era familiar para ela, como se ela já o tivesse ouvido em algum lugar.

"Não tente nenhuma gracinha. Dê partida no carro," disse Nathan, como se estivesse lendo os pensamentos de Roselyn. Seu polegar destravou a arma, e seu olhar se intensificou.

Roselyn permaneceu rígida, com o coração acelerado. Só a arma já era motivo suficiente para ela ficar cautelosa.

"Olha, posso te dar um dinheiro, senhor. Você pode pedir outro carro, tá bem? Meu avô está na UTI, e estou tentando ganhar o suficiente para ajudá-lo. Tenho dois empregos para me manter - e agora você está aqui com uma arma na minha cabeça. Por que isso está acontecendo comigo?" Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ela se agarrava a qualquer resquício de misericórdia que ele pudesse ter.

Nathan estava sentado no banco de trás, com a respiração ofegante e seu corpo queimando por dentro. O afrodisíaco com o qual ele havia sido drogado estava percorrendo seu organismo, distorcendo sua percepção da realidade.

Ele percebeu o tremor na voz dela, que era genuína e exausta. Ele não havia planejado colocar ninguém em perigo naquela noite. Era apenas a festa de aniversário do seu mentor, sem seguranças ou acompanhantes - e agora, lá estava ele, encurralado e sem outra opção a não ser envolver uma estranha.

"Me leve até aqui. Rápido..." ele murmurou, mal conseguindo se manter firme enquanto lhe entregava o destino.

Roselyn pensou em resistir, mas o cano de aço da arma pressionado contra sua pele acabou com essa ideia rapidamente.

Suas pernas tremiam, mas com o perigo pairando no ar, ela digitou o endereço e tirou o carro do estacionamento subterrâneo, enquanto Nathan ofegava no banco de trás.

Após meses na estrada, Roselyn conhecia os pontos da cidade como a palma da mão.

Mas o destino na tela do seu celular era desconhecido, bem fora da sua rota habitual. Até o GPS o marcava com uma estrela, o que era estranho.

No entanto, não havia tempo para pensar nisso. O carro seguiu o sinal até uma área de floresta densa. Quando ela finalmente estacionou, olhou para trás. "Senhor, é aqui?"

Nathan estava recostado no banco, segurando a arma como se sua vida dependesse disso.

Ele não respondeu. Com um suspiro cansado, ela soltou o cinto de segurança, saiu e abriu a porta traseira. Quando ela se inclinou, os dedos dele se fecharam em volta do seu pulso.

Perdendo o equilíbrio, ela caiu para frente, caindo bem em cima de Nathan. Um calor intenso emanava do corpo dele - tão quente que parecia queimar a pele dela.

"Você deveria pelo menos pagar a corrida," disse ela com a voz trêmula, tentando empurrá-lo. Quando sua mão fria tocou o peitoral em chamas dele.

Compostura de Nathan, que estava por um fio, se rompeu completamente.

Ela não era ingênua, quando a mão dele encontrou seu queixo, o fogo nos seus olhos, cru e faminto, lhe disse exatamente o que ele queria.

Dentro do banco de trás apertado e escuro, o perigo pairava, se intensificando lentamente enquanto a brisa da noite soprava lá fora.

Capítulo 2 Confundida com uma ladra

Roselyn girou o pulso, tentando se soltar, mas antes mesmo de conseguir tocar na maçaneta da porta, Nathan a puxou com força para os seus braços. Num movimento rápido, ele a empurrou contra o assento, a deixando presa sob ele.

"O que você está fazendo?! Por favor, não faça nenhuma besteira. Não quero mais a sua corrida!" gaguejou Roselyn, em pânico, enquanto tentava se soltar dos braços dele.

"Farei valer a pena se me ajudar." Com a pouca compostura que ainda tinha, Nathan tirou um cartão de crédito dourado do bolso e o segurou bem acima da cabeça dela.

Seus instintos gritavam para recusá-lo, mas o brilho do cartão surgiu como um lembrete cruel de que seu avô estava na CTI, e as despesas hospitalares pairavam sobre ela como uma sombra. Engolindo em seco, ela cedeu.

Por sorte, Nathan era extremamente atraente, com um rosto tão refinado que parecia esculpido. Ele era, sem dúvidas, o homem mais bonito que ela já havia visto.

O calor que se acumulava dentro de Nathan se recusava a ser contido, e o corpo macio de Roselyn pressionado contra o dele alimentava um desejo que o fez perder completamente o controle.

Roselyn não sabia nada sobre intimidade, e sua primeira experiência só lhe deixou lembranças intensas de dor.

Sob as árvores, o sedã branco balançava suavemente sob o brilho prateado da lua, como um barco solitário à deriva num mar tranquilo.

Ela gritou mais de uma vez, e cada vez que ela achava que ele havia terminado, ele avançava novamente, implacável no seu ritmo. Ele parecia não se cansar.

E na última rodada, ela não conseguia nem gritar, pois sua garganta estava rouca de tanto implorar.

Entre a vigília e o sono profundo, ela o ouviu vagamente falando ao telefone, mas logo o sono a dominou.

A brisa da manhã que entrava pela janela entreaberta a acordou.

"Está doendo," ela sussurrou, com as palavras mal se formando.

Deitada de costas no carro, seu corpo dolorido a lembrava com uma clareza brutal de como a noite anterior havia sido irreal - enredada nos braços de um estranho.

De repente, ela se lembrou do cartão, então se levantou e olhou para o banco de trás.

Lá estava ele, ao lado de um bilhete que dizia: "Não é necessária senha."

Segurando o cartão, ela se sentou, tentando processar a realidade de ter passado a noite com um estranho. Ela não sabia se deveria rir ou chorar.

Nesse momento, seu celular tocou, quebrando o silêncio. Era o hospital novamente, exigindo o pagamento da conta.

Tomando coragem, ela abriu a porta. No momento em que seus pés tocaram o chão, um choque de dor percorreu suas pernas, quase fazendo seus joelhos cederem.

Resmungando o nome de Nathan baixinho, ela mancava até o lado do motorista, fazendo uma careta a cada passo. Após colocar o cinto de segurança, ela jogou o celular no painel e foi embora, deixando para trás a floresta que nunca mais queria ver.

Aquele homem vinha tramando contra ela desde o momento em que entrou no seu carro.

Ela nunca havia encontrado alguém tão descarado.

De volta ao seu apartamento, Roselyn tomou um banho, vestiu roupas limpas e foi direto para o hospital pagar a conta.

Trinta minutos depois, se sentindo revigorada, ela chegou ao balcão de cobrança do hospital. Mas assim que ela passou o cartão dourado que Nathan havia lhe dado, o banco rapidamente alertou alguns funcionários. O que ela não sabia era que o cartão já a havia colocado sob vigilância sigilosa.

Após efetuar o pagamento, Roselyn pretendia visitar seu avô, mas ao sair do prédio, uma comoção à frente chamou sua atenção. Três carros de luxo estavam estacionados em frente, e suas placas exclusivas identificavam inequivocamente seus proprietários como pessoas ricas e influentes.

Na tentativa de evitar qualquer problema, ela pretendia passar pelos veículos e ir para a ala de pacientes internados.

Nesse momento, Sebastian Brown, secretário do presidente, se aproximou de Roselyn com uma postura calma e respeitosa. "Com licença, você é a senhorita Roselyn White?"

Ela hesitou, depois acenou com a cabeça. "Sou."

Após confirmar a identidade de Roselyn, Sebastian disse: "Nosso superior gostaria de conversar com você, senhorita White. Por favor, venha conosco."

Roselyn se irritou, já que não conhecia esse "superior" e não tinha o menor interesse em conhecê-lo. No entanto, Sebastian, já prevendo sua recusa, estendeu seu celular. Na tela, havia imagens de segurança dela usando o cartão de crédito.

"Se quiser ver seu avô novamente, entre no carro. Caso contrário, terei que denunciá-la por roubo. E se você for acusada, bem, pode demorar muito para que você possa se aproximar dele novamente," disse Sebastian, com um sorriso ainda no rosto.

Roselyn não precisava de mais explicações, pois sua liberdade e seu avô estavam em jogo.

A promessa daquele homem ecoava na sua mente, e seu peito ardia com uma mistura de vergonha e fúria.

Capítulo 3 Vocês não precisam me despir

Roselyn retirou o cartão bancário, segurando-o com um desafio silencioso. "Antes de mais nada, quero deixar claro que este cartão me foi dado. Não o roubei. Vou com vocês, mas apenas porque quero ver seu chefe pessoalmente. Quem ele pensa que é para me ameaçar e me dizer o que devo fazer?"

Sebastian não se deu ao trabalho de responder. Em vez disso, ele fez um gesto com a mão, fazendo um segurança se aproximar e abrir a porta do carro com uma precisão primorosa.

"Senhorita White, se você roubou este cartão ou simplesmente topou com ele, meu chefe vai querer ouvir sua explicação pessoalmente." Sebastian a guiou para dentro do carro e fechou a porta atrás dela.

Roselyn sentou-se no banco de trás, com o coração aflito e cheio de receio pelo que estava por vir.

Ela não fazia ideia de quanto tempo o trajeto durou até que o carro parou suavemente. Quando ela saiu, a visão da vasta propriedade a deixou boquiaberta. Sua arquitetura grandiosa a impressionou por um momento. A mansão se erguia diante dela, facilmente mil vezes maior do que o modesto apartamento que ela alugava.

Roselyn parou na porta, sem saber se deveria entrar, quando uma empregada uniformizada se aproximou.

"Siga-me," ela disse num tom arrogante, antes de se virar e continuar andando.

Até mesmo para um cargo padrão de empregada naquela casa de luxo exigia-se um diploma de uma universidade de prestígio. Lá, as empregadas não eram contratadas apenas para cozinhar e limpar - esperava-se que trouxessem uma sólida formação acadêmica.

Era a primeira vez que Roselyn entrava numa casa tão elaboradamente projetada. Até o teto da estufa brilhava com um luxo extravagante.

Num quarto de hóspedes no térreo, várias empregadas vestidas de preto e branco a cercaram.

Ela recuou, com o pânico se manifestando. "O que vocês estão fazendo? Vocês não precisam me despir só para pegar o cartão de volta."

As empregadas levaram Roselyn para um banheiro opulento, onde até as molduras dos espelhos, as torneiras e os chuveiros brilhavam com ouro maciço.

"Antes de ver nosso chefe, você precisa tomar um banho e nos deixar examinar seu corpo. Se estiver escondendo alguma coisa, isso só lhe causará problemas," disse a mesma empregada que a havia guiado até lá.

"Que regra absurda é essa? Por acaso seu chefe é o presidente ou o quê? Tenho mesmo que ser banhada e revistada só para poder vê-lo?" Roselyn protestou, mas, atordoada, foi empurrada à força para dentro da banheira.

A água estava morna, numa temperatura perfeita, e um leve aroma de óleo essencial sofisticado pairava no ar.

A mente de Roselyn divagou, questionando-se quem poderia ser esse "chefe".

Quando as empregadas saíram, ela hesitou antes de tirar as roupas íntimas. No início, sentiu uma pontada de timidez, mas o calor agradável da água, junto com o aroma relaxante do óleo, logo aliviou sua tensão. Recostando-se na banheira, seu corpo afundou na água e ela soltou um suspiro profundo de satisfação.

Seus pensamentos divagaram. Será que o homem da noite anterior havia lhe entregado um cartão roubado? E agora, o verdadeiro dono veio para lhe criar problemas? Mas que tipo de pessoa extraordinária poderia chamar um castelo como esse de casa?

Quando ela terminou o banho, as empregadas voltaram, vestindo-a com um vestido de alta costura da última coleção, aplicando uma maquiagem sutil e arrumando seu cabelo de forma simples, mas elegante.

Roselyn observava tudo confusa. Ela só havia ido até lá para devolver o cartão, então por que estavam tão preocupados com sua aparência?

"Nosso chefe chegou. Senhorita White, por favor, venha comigo," disse um mordomo de meia-idade num tom calmo e educado enquanto a conduzia para fora do quarto.

Enquanto ela o seguia escada abaixo, seu coração acelerou. A ideia de um homem desconhecido exigindo o cartão, as empregadas usando o banho como pretexto para revistá-la e depois se preocupando com sua maquiagem e cabelo... cada passo parecia menos um confronto com uma "ladra" e mais um ato deliberado de humilhação.

Quando ela chegou ao pátio, uma fileira de carros de luxo brilhava sob a luz do sol. Do primeiro deles, uma figura alta surgiu, com sua silhueta se destacando em nítido contraste contra a luz. Suas pernas longas, vestidas com calças de terno sob medida, e o terno de três peças que ele usava aumentavam sua aura de distinção e distanciamento.

À medida que o homem se aproximava, Roselyn finalmente conseguiu ver seu rosto com clareza.

"É você," ela disse, com a voz cheia de surpresa.

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