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Paixão Ardente: Amor Nunca Morre

Paixão Ardente: Amor Nunca Morre

Autor:: ELISA
Gênero: Romance
"Manda essa mulher para fora!" "Jogue essa mulher no mar!" Quando ele não sabia a verdadeira identidade de Debbie Nian, Carlos Huo a tratava com frio. "Senhor. Carlos, ela é sua esposa", lembrou a secretária de Carlos. Ao ouvir isso, Carlos lançou um olhar frio para ele e reclamou: "Por que você não me contou antes?" A partir daí, Carlos tratava ela com muito carinho e amor. Todo mundo não esperavam que eles iram se divorciar.

Capítulo 1 O acordo de divórcio

"Philip, aqui está o acordo de divórcio. Eu já assinei. Entregue-o a Carlos, por favor."

Debbie tomou coragem e entregou o documento devidamente assinado a Philip Zhuo, o mordomo da família Huo.

As palavras "acordo de divórcio" chocaram-no. A primeira coisa que lhe ocorreu foi que não passava de uma manobra por parte de Debbie para se apossar da propriedade de Carlos Huo.

Contudo, sob inspeção mais minuciosa da papelada, pôde constatar que ela estava abrindo mão inclusive de sua parcela na posse do imóvel compartilhado.

Philip suspirou pesadamente. "Debbie, que absurdo é este? Por que você quer se divorciar de senhor Carlos? E por que está desistindo até de sua casa?"

Debbie não era apenas uma universitária, mas também uma orfã. Seu imóvel valia uma fortuna, e não fazia o menor sentido separar-se agora.

Debbie desviou o olhar e coçou a nuca, sentindo-se envergonhada. "Carlos e eu estamos casados há três anos. Só que o matrimônio é só de fachada. Não estou mais a fim de perder meu precioso tempo com ele", ela admitiu. Nem fez questão de esconder nada de Philip.

Ela era jovem e tinha sua própria vida. Não queria desperdiçar sua juventude amarrando o burro em um casamento que só existia no papel.

Ela mal conhecia Carlos direito, era como se seu marido fosse um completo estranho. Não tinha nada a perder dando com o pé na bunda dele. Além do mais, foram seus pais que arranjaram o casamento. E eles já haviam falecido. No que dizia respeito a ela, estava cagando e andando para aquela união.

"Entendi. Pelo jeito você já se decidiu. Hoje mesmo... Não, melhor, amanhã eu entrego o documento ao senhor Carlos."

Debbie soltou um suspiro de alívio. "Obrigada, Philip", ela pronunciou com um lindo sorriso no rosto.

Philip levantou-se e fez menção de partir. Porém, acabou se detendo antes, dando meia-volta e dirigindo-se a Debbie: "Debbie, senhor Carlos é um homem bom. Se me permite a opinião, vocês dois foram feitos um para o outro. Espero de coração que você reconsidere sua posição."

'Feitos um para o outro?', Debbie repetiu em sua mente. Fazia três anos que eles não se viam. Grande coisa para ser o par perfeito se eles nunca estavam juntos.

Um sorriso amargo se formou em seus lábios. Ela respirou fundo e respondeu com firmeza: "Phillip, eu já tomei minha decisão."

Na tarde seguinte, Philip aguardava uma ligação de Debbie. Ele achava que ela estava agindo precipitadamente, e esperava que ela se arrependesse ou que ao menos alterasse algumas das condições do acordo. No entanto, nem sinal dela.

Philip então resignou-se e pôs-se a fazer o temido telefonema. Assim que Carlos atendeu, ele irrompeu: "Senhor Carlos, há um documento aqui que precisa da sua assinatura."

"Que tipo de documento?", Carlos indagou com indiferença.

Philip hesitou brevemente e então prosseguiu: "É... um acordo de divórcio."

Carlos, que na hora estava lidando com uma papelada em seu escritório, enrijeceu.

Até aquele instante nem se recordava de ter uma esposa.

Diante do silêncio do outro lado da linha, Philip sugeriu: "Senhor Carlos, por que o senhor não tenta argumentar com senhora Debbie a respeito?"

"Quanto é que ela está pedindo?", Carlos inquiriu com frieza.

"Nada. Ela está inclusive abrindo mão da parte dela da propriedade compartilhada."

"Ela vai abrir mão de tudo, então?"

"Exatamente. Senhor Carlos, acho bom frisar que no momento seu pai não está bem de saúde. Não seria uma boa ideia estressá-lo com inconvenientes deste tipo. Ademais, a notícia de seu divórcio, caso vaze para o público, poderá afetar negativamente o senhor e sua empresa", Philip concluiu.

"Entendido. Deixe o documento no meu escritório. Daqui a dois dias eu volto a Cidade Y."

"De acordo, senhor Carlos." Philip não se atreveu a dizer mais nada.

Quando Carlos colocava algo na cabeça, ninguém conseguiria tirá-lo dele.

No Blue Night Bar em Cidade Y.

A noite ia passando e cada vez mais jovens entravam no estabelecimento.

Debbie geralmente usava roupas casuais. Porém, a ocasião especial, seu aniversário, demandava algo diferente. Decidiu trajar um vestidinho de renda rosa. Parecia uma dama, o que era bem incomum para ela. Vários de seus colegas da universidade cataram seus celulares e puseram-se a tirar selfies com ela.

Estavam todos na maior curtição. Foi aí que do nada um gordão bêbado surgiu e agarrou Debbie pela cintura.

"E aí, gostosona? Que tal uma fotinho com o titio aqui também?"

Diante daquele assédio descarado, Debbie não teve escolha a não ser deferir-lhe um tabefe no rosto com toda sua força.

O bêbado chegou a ficar sóbrio com o tapa. Ele não gostou nem um pouquinho da reação dela. Rangeu os dentes e avançou em sua direção, pronto para ensinar-lhe uma lição.

Felizmente, seus colegas se puseram entre eles, a fim de protegê-la.

Debbie era uma beldade. Não era a primeira vez que ela era assediada por porcos chauvinistas.

Um dos colegas de Debbie encarou aquele gambá fedido e o reprimiu: "Que tipo de comportamento é este? Você não tem vergonha de ficar importunando menininhas inocentes, seu velho tarado?"

"Você não tem espelho em casa, não? Até parece que alguém ia querer tirar uma foto com você! Seu gordo, baleia, saco de areia", outro universitário debochou.

O homem ficou puto, pois eles estavam tirando sarro da aparência dele. Ele largou sua bebida, espumando de raiva, e vociferou: "Seus desgraçados! Eu não levo desaforo para casa, não!"

Então ele gesticulou para seus capangas, que logo cercaram Debbie e seus amigos.

Todos os presentes lá eram universitários. Eles não queriam se meter em confusão fora da faculdade, com medo que isso afetasse negativamente suas vidas escolares.

Debbie arregalou os olhos, percebendo que eles estavam em minoria. Então, sem hesitar, ela gritou: "Pé na tábua!"

Em resposta, eles prontamente se escafederam de lá. Ninguém estava a fim de bancar o herói.

Os hooligans puseram-se no encalço deles.

Debbie, que estava de vestido e salto alto, não conseguiu correr muito rápido. Antes mesmo de chegar à saída, já havia se separado de seus colegas.

Por isso, optou por tirar os sapatos antes de prosseguir.

Quando virou uma esquina, ela de repente avistou uma figura familiar.

Os brutamontes estavam quase a alcançando. Debbie nem teve tempo de refletir, e, para falar a verdade, estava um pouco bêbada também, por isso, por instinto e desespero, simplesmente jogou-se nos braços daquele homem. "Meu amor!", ela clamou no tom mais carinhoso que pôde.

Capítulo 2 Capture aquela mulher!

Carlos carrancudamente mirou aquela beldade que surgiu do nada diante dele. A princípio, imaginou que fosse alguma artista ou modelo a fim de ficar com ele.

Ela não lhe era estranha, no entanto, a conhecia de algum lugar.

Aproveitando que ele estava absorto em seus pensamentos, Debbie o virou, encostou-se na porta e ficou na ponta dos pés para beijá-lo.

A silhueta do homenzarrão cobriu a figura minúscula de Debbie. Um espectador desavisado teria impressão que ele é que estava lhe roubando um beijo, e não o contrário.

Carlos ficou furioso. Aquilo era uma falta de respeito.

Ele estava prestes a empurrá-la para longe, porém, antes disso, ela desabotoou sua camisa e pôs-se a acariciar seu peitoral na maior cara de pau.

Ela enrijeceu toda diante daqueles músculos definidos e tonificados. 'Nossa! Que pão!', ela se pegou pensando.

Ao ver aquela melação, os brutamontes meteram o pé na tábua. Acharam que aquela era outra mulher, e não Debbie.

Como se o beijo não bastasse, ela se aninhou nos braços de Carlos. Vendo que os hooligans haviam se escafedido de lá, ela o empurrou para longe e desferiu-lhe um sorriso bajulador. "Nossa, que descuido o meu. Perdão, eu te confundi com outra pessoa."

Carlos limpou o batom dos lábios com desgosto. Ele supôs que ela tivesse tomado um trago ou dois, pelo futum de cachaça.

Debbie levantou a cabeça e o encarou. Até aquela hora, nem havia visto seu rosto ainda.

Ele era um homem nobre e elegante, tinha os olhos escuros e profundos, sobrancelhas grossas e arrojadas, o nariz alto e belos lábios.

Todavia, seus olhos denotavam frieza e seu rosto revelava sua evidente chateação.

Vendo que ele não estava muito feliz com a situação, ela desculpou-se e proferiu: "Para compensá-lo por esta gafe, estou disposta e te oferecer dois mil dólares!"

Para ela, ele era um baita gostosão, como nunca vira antes. Valia a pena desembolsar aquela nota preta por ele.

Ela abriu a bolsa para catar a verdinha. Infelizmente, só encontrou 200 dólares e mais uns trocadinhos. Ela pausou por alguns segundos, pigarreou e acrescentou: "Bem... Que tal um descontinho?"

"Um desconto?", Carlos repetiu, indignado. Ele não conseguia se desvencilhar da impressão que a conhecia de algum lugar.

Obviamente, ele estava fulo da vida. Ao julgar por seu semblante, ele queria fazer picadinho dela. Se um olhar pudesse literalmente fulminar alguém, Debbie já teria virado presunto.

De súbito, o rosto dela se iluminou. Ela pegou o telefone e sugeriu: "Já sei! Vou fazer uma transferência pelo aplicativo do banco."

Ela tentou desbloquear o celular, mas a tela permaneceu preta. Estava sem bateria. Seu mundo desabou.

Ela levantou a cabeça e lhe ofereceu um sorriso constrangido. "Acho que acabou a bateria..."

Carlos, enquanto isso, continuava espumando de raiva. Ao que parecia, ela o estava tirando para trouxa. Ele estava prestes a perder as estribeiras, porém Debbie catou toda a grana que tinha e colocou em sua mão depois vazou de lá na maior pressa.

Carlos ficou estupefato. Ele mirou as notas em sua mão e depois olhou na direção de Debbie.

Emmett Zhong, o assistente de Carlos, voltava do estacionamento, onde deixara o carro. Ele dirigiu-se ao bar e encontrou Carlos parado lá como uma estátua com uma expressão sombria no rosto. Emmett engoliu em seco e então trotou em direção ao seu chefe.

Ao deparar-se com Carlos segurando centenas de dólares em suas mãos e exalando uma aura assustadora, ele indagou com cautela: "Senhor Carlos... Está pensando em fazer umas comprinhas?"

Carlos desferiu-lhe um olhar feroz e arremessou-lhe o dinheiro. "Capture aquela mulher!", ele rosnou por entre dentes cerrados.

"Sim, senhor!" Apesar de não estar entendendo nada, Emmet resolveu acatar.

Debbie escapara do bar ilesa. Sem demora, já estava de volta a seus amigos universitários.

Sentada no automóvel de Jared Han, o rosto dela ainda estava em um vermelhão. Que loucura que tinha sido aquela fuga. Nada assim nunca lhe acontecera antes.

'Caramba! Acabei de dar o meu primeiro beijo a um estranho! Será que é considerado traição? Será que eu eu traí meu marido oficial?'

Debbie não deu muita bola para aquilo, achou que não era nada demais. Estava prestes a se divorciar mesmo.

Karsie Zhen então de repente gritou, embasbacada: "Não acredito!

"O que foi? Os brutamontes nos acharam?", Kristina Lin perguntou em pânico. Ela estava tão apavorada que quase pulou do banco quando ouviu Kasie. Ela virou a cabeça para a janela de trás para ver o que era, praticamente surtando de nervosismo.

Kasie se inclinou para mais perto de Debbie, que ainda estava em transe, e balançou os ombros dela animadamente. "Debbie, você sabe quem é aquele cara?"

Só então que Debbie voltou a si. Ela sabia muito bem que Kasie era alguém que se assustava até com a própria sombra. Como já estava acostumada, nem deu muita atenção. "Não, quem é?", ela rebateu sem muito interesse.

"É o sonho de consumo da mulherada. O famoso CEO de um grupo multinacional em Cidade Y! É o senhor Carlos!"

"Quem? Nunca nem ouvi falar." Debbie pegou uma garrafa de água e tomou um gole na maior calma.

"Carlos Huo!", Kasie repetiu, esperando que ela retribuísse seu entusiasmo. Carlos era uma figura lendária que ela não podia se dar ao luxo de ofender.

Diante da menção do nome completo dele, Debbie cuspiu a água toda no rosto de Kasie. Ela encarou Debbie, desamparada. Por algum motivo, Debbie parecia estar em pânico.

"Oi? Aquele bêbado barrigudo é Carlos Huo?!", Debbie inquiriu em choque com seus olhos esbugalhados.

Capítulo 3 Demonstrando seu amor

Kasie revirou os olhos e deu um tapinha na cabeça de Debbie. "Não, sua tonta! Não o gordão! Aquele que ali que você beijou!"

"Oi?! Espera lá! Você beijou o senhor Carlos? Caramba, Debbie. Você gosta mesmo de causar problemas, não é?", Jared comentou com uma risada. Ele foi o primeiro a reagir. Ficou tão surpreso com aquela declaração que meteu o pé no acelerador.

Seu pai era o gerente geral de uma empresa financeira em Cidade Y. Ele já sabia sobre Carlos há anos.

Então foi a vez da ficha de Kristina cair: "Meu Deus! Debbie, você beijou o senhor Carlos! Vem cá. Deixe-me pegar um gostinho dos lábios dele por tabela. Só um pouquinho, vamos!"

Tão logo concluiu sua fala, ela se jogou em Debbie.

"Pare com isso." Debbie não gostou da brincadeira. Ela empurrou Kristina para longe e pegou um lenço para limpar o rosto de Kasie. Ela ficara tão surpresa ao saber quem beijara que chegou até a se esquecer de se desculpar com Kasie.

"Como é que você sabe que é ele? Ele mal dá a cara na mídia", ela perguntou em um tom sério.

"Ele fez uma parceria com meu pai, e eu já me encontrei com ele certa vez", Kasie impacientemente replicou.

"Tem certeza que é ele mesmo?", Debbie indagou.

Ela estava prestes a surtar, essa era a verdade.

"Absoluta!"

Debbie nunca fora muito de sair flertando por aí, então Kasie ficara estupefata ao saber que ela beijara Carlos.

Uma sensação de melancolia começou a surgir no coração de Debbie. Estava ferrada.

Percebendo o estado da amiga, Kasie deu-lhe um tapinha reconfortante no ombro. "Sinto muito, amiga, mas você não tem chance. A mulherada toda está a fim de ficar com ele, só que ele rejeita todo mundo. Mas pense pelo lado positivo, você ao menos conseguiu uma provinha daquela boca gostosa."

Debbie sacudiu a mão de Kasie e proferiu com tristeza: "Ele não mereceu."

"Deixe para lá. Enfim, vamos comemorar. Que tal irmos às compras amanhã? Depois disso, Debbie pode pagar uma janta para nós!", Kristina exclamou com muita empolgação.

Debbie revirou os olhos para Kristina e se recostou no banco de trás, perdida em devaneios. Nem deu bola para o entusiasmo de seus amigos.

Ao contrário deles, ela estava angustiada.

Já estava casada com Carlos há três anos. Quem cuidou da papelada foi o assistente de Carlos.

Depois que o matrimônio se oficializou, Carlos ordenou a Phillip que fornecesse tudo do bom e do melhor para Debbie, tudo o que ela quisesse, independente do que fosse.

Entretanto, depois de todo aquele tempo, só naquela noite ela viu como seu marido era.

Carlos sempre foi muito discreto, nunca aceitava entrevistas. A mídia não tinha permissão nem para postar suas fotos na Internet.

Todavia, certo dia, alguém cometeu um deslize e colocou uma foto dele na web. Na fotografia ele estava ao lado de uma estrela famosa, segurando-a pela braço. Só apareciam as costas dele. Por isso, Debbie teve a impressão que aquelas costas não lhe era estranhas.

E naquela noite, ela o beijara no bar... Caso Carlos já tivesse assinado o divórcio, ele seria agora seu ex.

Mais ou menos uma hora depois, Debbie chegou em casa. Para sua decepção, Carlos ainda não havia assinado o acordo. Ela ficou puta quando descobriu. Mesmo na hora de dormir, continuou com a cabeça a mil. Passou a noite toda se revirando na cama.

No dia seguinte, Debbie foi passear de mãos dadas com Kasie e Kristina no Shining International Plaza. Ela estava com olheiras gigantes, devido à noite mal dormida.

Jared e Dixon Shu seguiam as meninas para onde fossem, carregando as sacolas para elas. Eles estavam podres de cansados, pois já fazia mais de horas que estavam na função.

Jared não conseguia mais aguentar, ele deu um tapinha nos ombros das três e irrompeu: "Queridinhas, por quê a pressa? Não estamos nas Olimpíadas. Que tal um minutinho de descanso?"

"Descansar por quê?" Kristina então apontou para a loja na frente deles e acrescentou: "Já chegamos. É a última loja."

Jared ergueu as mãos e agradeceu aos céus. "Obrigado, Jesus!"

Debbie, Kristina e Kasie adentraram o estabelecimento e puseram-se a cochichar. Assim que viu a caixa de batons na mão de Debbie, a vendedora a mirou e sorriu: "Bom dia, senhorita. Ótima escolha. Este batom geralmente vai rápido. Que sorte que você ainda achou um. Se eu fosse você, levava logo."

Debbie deu uma olhada no preço. 129.999 dólares? 'Será que eu compro?', ela se perguntou.

"Já se esqueceu que você é podre de rica, Debbie? Seu carro vale dezenas de milhões de dólares. Compre logo. Por que hesita? Não custa mais de cem mil dólares. Você pode pagar. Se você não consegue se decidir, eu decido por você. Compre!", Jared insistiu.

"Antes de mais nada, o carro nem é meu. Eu só o estou usando no momento", Debbie se defendeu.

De fato, o veículo pertencia a seu marido, e não a ela. Ela não tinha nada para se gabar.

De súbito, não muito longe de lá, uma comoção começou.

Debbie ergueu os olhos para ver o que estava acontecendo. Ela quase deixou a caixa do batom cair no chão, tamanho seu espanto.

Havia uma multidão adentrando o local. O homem que liderava o grupo trajava um terno escuro caro. Suas roupas destacavam sua altura e sua postura ereta. Seus olhos profundos estavam calmos, mas sua aura imponente fazia as pessoas se afastarem e abrirem caminho para ele.

'Aquele é... Ah, não! É o meu marido! Mas quem é aquela do lado dele? Que pele linda e que curvas graciosas que ela tem. Que beldade', Debbie maravilhou-se internamente.

Não era do feitio de Carlos ter uma namorada e muito menos sair em público com uma. 'Será que ele quer tanto assim demonstrar seu amor por ela?', Debbie ponderou.

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