PEDRO CARTER
*Flashback*
Estou no meio dá sala rodeado pelos conselheiros, ser capo não é algo que almejei durante minha vida, fui escolhido, no início eu era contra, mas depois percebi que seria uma forma de exorcizar meus demônios, é são muitos.
O juramento foi feito, um juramento de sangue, onde prometo honrar e proteger a organização e a família, meus olhos percorrem o lugar e finalmente eu a encontro, em um canto da sala, seus olhos fixos nos meus.
Tudo acabou tão rápido, a sua aproximação foi fria, me parabenizou e sumiu em meio as outras pessoas, ela sorriu, um sorriso que não chegou aos olhos, e a culpa de tudo isso me coroe.
O fato dela achar que podemos ser apenas amigos me incomoda.
*fim do flashback*
Uma batida na porta me tira dos meus pensamentos, Alceu entra com Thor.
Alceu:- Chefe me desculpe, mas ele está agitado-Thor é meu cachorro, ele não aceita muitas pessoas, para se acostumar com Alceu foi difícil, quando ele me vê, corre e deita aos meus pés
Pedro:- Pode deixar ele por aqui Alceu, obrigado-Volto a rodar o líquido âmbar dentro do copo, termino em um só gole, e resolvo tomar um banho, ainda tenho trabalho a fazer.
Depois do banho Pedro coloca uma roupa confortável, após trinta minutos não conseguia mais se concentrar, trabalhou pouco, mas compensaria depois, voltou ao seu quarto e se trocou, iria ao Club 360.
Tudo me parece muito igual, as emoções que antes me moviam estão diferentes, em uma mesa próxima algumas meninas, submissas, estão sentadas esperando ser escolhidas para um contrato temporário, com algum dos Don's que passeiam pelo local.
Nunca fui muito de procurar, sempre observei da minha mesa e escolhi a que queria, tive apenas uma submissa fixa, Davina, isso acabou há algum tempo atrás, passei a ter contratos temporários com ela, agora sou mais um observador, somente entrando em ação quando tudo se torna insuportável
Uma risada me tira dos meus devaneios, vejo uma menina ruiva, lindos olhos verdes se aproximar, ela sorri e inclina a cabeça.
Moira:- Boa noite Senhor-Apenas a observo sem responder.-Desculpe incomodar, gostaria de saber se gostaria de uma submissa por hoje?-Ergui uma sobrancelha, a avaliando, essa não a abordagem mais correta.
Pedro:-Uma submissa que procura um dominador, tão abertamente?-O sorriso em seu rosto morreu no mesmo instante.
Ruiva:- Me desculpe, sei que o correto e esperar que me escolham, me excedi-Ela sai apressada antes que eu possa dizer algo, vejo um dos homens que circulam por aqui a olhando fixamente, mas antes que ele chegue até ela , me levanto e a puxo pelo braço, levando de volta a minha mesa.
Pedro:- Me diga, você é nova nisso?-Ela balança a cabeça positivamente- O homem de antes continua atento a ela, eu o conheço e sei que ele não é um Dominador, ele é apenas um doente filho da put@, que usa esse meio para maltratar as meninas indefesas como está, na maioria são novatas, desesperadas por se encaixar e ter um Dom-Vou te mandar para alguém que pode explicar como as coisas funcionam, esse mundo é cheio de perigos que você nem mesmo pode imaginar, e você, bonita e novata, é um prato cheio.
Ela me olha um pouco surpresa, faço sinal para Chiara que esta no bar, e ela sobe as escadas, com uma carranca.
Chiara:- Pois não-Seguro o riso, sei que se pudesse ela me xingaria por eu fazer com que ela saísse do seu posto, Chiara não gosta de passear pelo salão.
Pedro:- Chiara, essa jovem é uma novata e precisa de instruções-Ela olha para menina entendendo imediatamente
Chiara:- Vou levar você a senhora Morales, ela vai saber como te explicar-Senhora Morales é uma Dominatrix, uma mulher madura, muito bonita e inteligente, sócia do club, ela não tolera abusos e sempre que pode instrui os novatos.
Assim que Chiara sai com a menina, volto a olhar o salão, e uma cabeleira negra me chama atenção, meu coração quase sai pela boca, quando vejo Bruna entrando, coloco minha máscara, aqui todos tem uma, o uso é opcional, desço as escadas e fico a uma distância segura.
Bruna conversa com Chiara, e entrega alguns papeis a ela, em seguida elas começam a caminhar pelo club, fiquei o mais próximo possível, queria ver e ouvir tudo, cada frase e expressão me interessava.
Chiara fez um tour com ela, e a cada cena que via, Bruna arregalava um pouco os olhos, não conseguia ouvir o que conversavam, mas me pareceu que ela estava fazendo perguntas, seus olhos percorriam o local, ela estava curiosa.
Ela saiu da mesma forma que entrou, rápida, mas pensativa, não consegui saber suas impressões sobre tudo que viu, preciso conversar com Chiara, mas não hoje, não agora, minha cabeça está girando, e suas expressões passam pela minha mente como borrões, e se ela achar tudo isso abominável?
Entrei em casa, já estava amanhecendo, cheguei relativamente cedo, mas peguei meu whisky e me deitei na rede com o Thor, estava tentando colocar meus pensamentos em ordem.
Tomei um longo banho, isso me ajudava a pensar, a água me dá uma grande sensação de leveza, meus músculos começam a relaxar, e mesmo com a luz do dia entrando pela janela, resolvi me deitar um pouco, Thor estava esparramado na minha cama, precisei empurrar um pouco para ter espaço, mas assim que coloquei a cabeça no travesseiro, apaguei.
Pedro acordou, e preparou seu café da manhã, não tinha empregadas em casa, apenas uma senhora que fazia a faxina uma vez por semana, morava em um rancho, e gostava disso, preserva pela paz e pegou sua xícara e se sentou no deck nos fundos da casa, tentava se decidir se deveria aceitar ou lutar pela mulher que queria.
Terminou seu café em um só gole, e partiu, tinha trabalho a fazer.
Pedro tinha uma construtora, esse era um trabalho licito, e ele havia se tornado um dos maiores do país, estava em seu escritório, precisa aprovar algumas plantas, gostava de revisar pessoalmente, também era engenheiro.
Pedro saiu para fazer o que mais gostava, visitar o canteiro de obras, sua secretaria, Lucia estava com ele.
Lucia era uma menina tranquila, e obediente, tempos atrás foi submissa de Pedro, tinha uma mãe doente e um irão com problemas de alcoolismo, foi quando Pedro arrumou o trabalho para ela, mas rompeu o contrato de submissão, não queria que as coisas se misturassem, Lucia nunca deu problemas a ele, sempre com seu jeito calmo e pacifico.
Entraram na obra, enquanto ele falava, ela fazIa as anotações, depois de tudo resolvido, Pedro resolveu ir almoçar em um restaurante próximo ao seu escritório.
Lucia:- Estou voltando para a empresa
Pedro:- Você não comeu nada hoje, acabei interferindo em seu horário de almoço, sente, é por minha conta- Sua gentileza, não era por qualquer interesse, apenas um ato de bom senso.
Lucia:- Obrigada-Lucia percebeu que Pedro estava perdido em pensamentos, quase não olhava para ela e respondia a tudo com poucas palavras.-Você está bem?-Pedro se virou para mulher a sua frente, se dando conta naquele momento do quanto está aéreo.
Pedro:- Me desculpe, muita coisa na cabeça
Lucia:- Não tem problema, entendo perfeitamente
Pedro:- Como esta sua mãe?-Lucia suspirou
Lucia:- Tentando se segurar, mas a doença se alastrou, estou fazendo o meu melhor para que ela fique bem-Pedro pagava o tratamento, mas a descoberta do c@ncer foi tardia.
Pedro:- Mande lembranças a Dona Maria
Lucia:- Vou mandar- A comida chegou e comeram em silêncio- Pedro sentiu um perfume familiar, e virou o rosto, ali estava Bruna, seu olhar para ele durou apenas um segundo, ela caminhou tranquilamente ao balção e falou com o atendente que entregou a ela um pacote, Bruna saiu dá mesma forma que entrou, seu olhar estava sereno, mas nunca direcionado a ele.
Por um momento ele ponderou se deveria ir atrás dela, talvez ela não o ouvisse, ainda existiam algumas coisas mal resolvidas entre eles, e o fato de Bruna querer manter apenas amizade, não era aceitavél para Pedro.
Pedro:- Pode me dar licença- Se levantou saindo rapidamente, quando chegou a rua olhou para os dois lados, Bruna estava colocando um capacete, e antes que ela subisse na moto, ele a alcançou
Ela olhou para ele sem expressão, retirou o capacete e sorriu.
Bruna:- Bom dia senhor Carter, deixei alguns documentos no seu escritório, são sobre a reforma da Elegance-Bruna e as amigas tinhas um centro de estética e cuidados para mulheres, que além dá estética oferecia aulas de defesa pessoal.
Pedro:_ Senhor Carter? Isso não me parece muito amigável-Ele tentou manter a postura-Você disse que seríamos amigos, se lembra?
Bruna:- Claro que me lembro, mas em questões de trabalho, Senhor Carter me parece bem apropriado.
Pedro:-Estamos na rua Bruna-Ela ergueu uma daS sobrancelhaS perfeitas e inclinou um pouco a cabeça
Bruna:- Verdade senhor Carter, vou me lembrar disso- Ele se aproximou um pouco, Bruna parou de sorrir, o cheiro e a proximidade dele poderiam derrubar todas as suas barreira, por isso sempre se mantinha longe
Pedro:- Você está brincando comigo? Munha amiga- O jeito que ele pronunciou as últimas palavras, fez Bruna fechar os olhos por alguns segundos, depois ela o encarrou.
Bruna:- Parece que quem está brincando é você Pedro, que tal me deixar ir, preciso almoçar-Com um movimento rápido ele pegou a chave da moto, Bruna sabia que poderia lutar por ela, mas seria desnecessário chamar atenção assim, olhou para ele com fúria.
Pedro:- Deveria ter me dito que ainda não almoçou, venha comigo-Segurou o pulso dela, Bruna estagnou e ele olhou para trás, apenas para ver o olhar matador dá mulher
Bruna:- Onde pensa que esta me levando?-Pedro se lembrou de Lucia no restaurante, retirou o celular e fez uma ligação, passou apenas o nome do restaurante.
Pedro:- Te levando para almoçar?-Bruna cruzou os braços
Bruna:- Se não estivéssemos em público, eu arrancaria os seus olhos
Pedro:- Eu acredito, tenho medo de você às vezes-Ele sorriu, e ela virou o rosto para não olhar para ele, a perfeição daquele homem era como um soco no estômago.
Alceu chegou com o carro, olhou de Bruna para Pedro, já sabia qual era a dinâmica entre eles, abriu a porta e aguardou, Pedro a empurrou para dentro e entrou rapidamente fechando as portas
Pedro:- Alceu, por favor, vá ao restaurante e pague a conta, avise a Lucia que não volto a empresa hoje.
Bruna:- Porque vai deixar a sua menina sozinha?
Pedro:- Ela não é minha menina, e pode muito bem voltar para empresa sozinha, nesse momento quero cuidar de você- Bruna franziu a testa, Pedro estava diferente, semanas atrás quando ela disse que queria apenas sua amizade, ele pareceu triste, foi até colaborativo, tirando o dia que a beijou na obra do centro de estética, depois não aconteceu mais, ele era educado, mas agora, algo havia mudado
Bruna:- Você está agindo estranho, parece que a conversa que tivemos, não valeu de nada-Ele sorriu de lado
Pedro:- Só resolvi agir de acordo com os meus sentimentos, e você sabe muito bem quais são-Ela revirou os olhos, mas se calou, Alceu estava entrando no carro
Alceu:- Tudo certo chefe, para onde?
Pedro:- Para casa
Bruna:- Porque eu deveria ir para lá? E minha moto?
Pedro:-Jogou a chave dá moto para Alceu, que desceu do carro mais uma vez, estavam no mesmo quarteirão da empresa, então um dos soldados chegou rapidamente.
Pedro:- Pronto, ele vai levar sua moto, e na minha casa, porque precisamos conversar- Ela suspirou, Bruna não tinha medo de nada, mas estar perto de Pedro roubava dela aquilo que mais presava, sua força e controle.
Desceram no rancho, Thor foi de encontro a eles, e Pedro o segurou, o cachorro não era manso, mas quando farejou Bruna abanou o rabo, ela sem medo se aproximou dele, mesmo com todas as recomendações de Pedro para se manter a distância, Thor pulou em cima dela , lambendo seu rosto, Pedro e Alceu se olharam incrédulos
Pedro:- Até o cachorro ela seduziu-Estava de braços cruzados olhando a cena Alceu ouvindo seu chefe não conteve a risada, saiu para casa que tinha na propriedade, era o unico ali, como braço direito do Capo, estava sempre por perto, os outros soldados tinham casas próximas a cinco minutos de carro, mas não dentro da propriedade.
Pedro:- Thor, seu traidor-O cachorro se virou para o dono fazendo festa, Bruna ainda sorria, amava animais.
Entraram na casa e ele foi direto para cozinha, Bruna retirou sua jaqueta e se sento na bancada observando Pedro, ele tirava algumas coisas da geladeira e doa armários, ela franziu a testa
Bruna:- Você vai cozinhar?-Disse quando ele encheu uma panela com água.
Pedro:- Vou cozinhar para você-Ela ficou completamente em silêncio, pensava que se não fosse toda a situação desastrosa e o fato de Pedro ser um galinha, aquela seria uma demonstração de carinho bem vinda.
Pedro estava virado para pia, sentia os olhos dela queimando sua pele, tinha tantas coisas para conversar com Bruna, nem mesmo sabia por onde começar, nessa sua ânsia por resolver tudo, começou do pior jeito possível
Pedro:- Tem visto Samuel?-Samuel era um dos membros do conselho, o homem ficou obcecado por ela quando a conheceu na festa que Pedro promoveu pela sua posse a capo, ele se lembrava do ódio e ciúmes que o consumiram naquele dia, arrastou Bruna para dentro da casa e a beijou, foi uma das vezes que ela disse que seriam apenas amigos, até aquele momento, ele não entendia o porquê, mas agora sabia como tudo começou, Chiara mesmo sendo amiga de Bruna contou a ele, não como um ato de traição, pelo contrário, ela torcia pelo amor de Bruna e Pedro, quando ele soube que tudo aquilo se iniciou, quando ela o viu entrando no Club 360 com Davina, entendeu seus motivos, nada aconteceu entre eles, Davina apenas entrava com Pedro, ela não tinha dinheiro para pagar a fidelidade do club, até aquele momento ele não se importou com isso, até entender que seria um problema.
Bruna:- Porque está perguntando sobre ele?-Pedro percebeu o tom na voz dela, Bruna se sentiu ofendida
Pedro:- Não estou insinuando nada, apenas querendo saber se ele voltou a te procurar-Sabia que Bruna não gostava da forma que Samuel sempre a abordava, ele era inapropriado e pervertido.
Bruna:- Dá ultima vez, ele saiu com um nariz quebrado, acredito que vai se manter longe de mim-Pedro sorriu sentindo orgulho da pequena a sua frente.
Pedro:- Se voltar a ter problemas com ele me diga.
Bruna:- Sei me cuidar- Ele levantou o olhar para ele
Pedro:- Eu sei disso-Bruna fechou os olhos o cheiro do molho a atingiu e seu estomago roncou-Parece que alguém esta com fome
Bruna:- Eu já deveria ter comido, minha sacola está la jogada no banco do seu carro-Ela torceu a boca
Pedro:- E o que tem de bom lá dentro? Aposto que não é melhor que o meu macarrão-Bruna riu, fechou os olhos como se estivesse lembrando do prato que comprou.
Bruna:- Belas fatias de rosbife, com muito molho, e fatias de pão tostadas no azeite
Pedro:-Tentador, mas ia comer só isso?-Ela abriu s olhos
Bruna:- A quantidade que vem naquela caixa é mais que suficiente-Ele riu e foi ao carro buscar a caixa de Bruna, ela bateu palmas quando ele colocou o pacote na bancada, ela abriu com cuidado e o cheiro era delicioso, Pedro precisou admitir, estendeu a mão para pegar uma fatia, mas levou um tapa
Bruna:- Não seja ansioso, me dê um prato, vou esquentar isso no micro-ondas-Ele apontou a porta do armário, ela se levantou, colocou o prato na bancada, enquanto ele escorria o macarrão, Pedro gostou daquela sensação
Pedro:- Poderíamos fazer isso mais vezes
Bruna:- O que comer rosbife?
Pedro:- Isso-Fez um gesto circular com a mão dando a entender que falava de tudo-Cozinhar juntos, comer, conversar e quem sabe tomar um bom vinho-Ela se virou e ele já estava abrindo a garrafa
Bruna:-Não posso beber com você vou trabalhar
Pedro:- Não vai não, Emily disse que seu turno já havia acabado e amanha você estava de folga-Ela arregalou os olhos
Bruna:- Quando falou com ela?
Pedro:- Quando fui buscar sua comida no carro-Ela colocou as mãos na cintura olhando para ele, e bufou-Que foi? Eu só quis avisar, tive medo de que tomasse uma bronca-Pedro se virou rindo da cara que ela fez, Bruna balançava a cabeça negativamente, enquanto terminava de colocar as coisas no prato e o levava ao micro-ondas.
Logo estavam sentados cada um de um lado da bancada da cozinha, acharam mais prático comer ali, desfrutaram de um delicioso macarrão com rosbife e fatias de pão tostado no azeite.
Pedro encheu a taça dela novamente, estavam na segunda garrafa, Bruna não era fraca para bebidas, então aceitou
Pedro:- Eu acho que precisamos de alguma coisa doce, vem-Ela seguiu atrás dele até a sala e se sentou, Pedro colocou uma bomboniere na mesa, cheia de chocolate brancos e pretos, ela sorriu, ele sabia que ela amava chocolates.
Bruna pegou dois e jogou um na boca
Pedro:- Os pretos são de cereja e os brancos de morango, desculpe não ter outra sobremesa para você
Bruna:- Esse é o melhor doce do mundo-Se recostaram no sofá sentados lado a lado, olhando para o teto.
Pedro virou o copo de vinho e encheu de novo o seu, o dela ainda estava pela metade.
Pedro:- Posso te perguntar uma coisa?
Bruna:- Aproveite, estou de bom humor-Quando ouviu isso, Pedro pensou que não era hora, para que estragar o momento, então sorriu e disfarçou
Pedro:- Você já está tonta?-Ela gargalhou
Bruna:- Não vai me dizer que o todo poderoso Pedro, o capo, já se abalou com algumas taças de vinho?-Nenhum dos dois estava bêbedo, mas estavam mais leves.
Pedro massageou as têmporas, segura o riso, se virou para ela e fez uma carinha triste.
Pedro:- Acho que estou mal, e você deveria me levar para cama - Ela se inclinou rindo
Bruna:-Que golpe sujo senhor capo-Pedro gargalhou.
Pedro:- Não é possível que você me odeia tanto assim, que não pode ajudar um amigo-Ela sorriu fraco
Bruna:- Não odeio você-Pedro olha para ela, Bruna fez um coque prendendo o cabelo em uma espécie de laço, ele não resistiu e a puxou, o beijo foi desesperado, Bruna não resistiu o beijou na mesma intensidade, era o desejo reprimido e o vinho falando.
Pedro a colocou sentada em seu colo de frente para ele, suas mãos estavam descoordenadas pela ansiedade, rapidamente ele abriu a camisa dela, sua boca deslizava pela barriga e Bruna se agarrava aos seus cabelos, Pedro mordeu o seio por sima do fino tecido do sutiã, fazendo Bruna arquear o corpo, em um movimento rápido puxou o tecido para o lado, lambeu e sugou o mamilo rosado, enquanto abria a calça dela, Bruna se entregou as carícias dele, sua cabeça sempre ficava nublada quando Pedro estava por perto, ele enfiou a mão por dentro dá calça dela tentando puxar o tecido para baixo, precisou se levantar ainda com Bruna em seu colo, largou seu seio e atacou sua boca, desceu beijando o pescoço, e a barriga, retirando a calça dela, vendo Bruna de lingerie perdeu o controle, arrancou o sutiã jogando no chão, voltou a se sentar com ela em seu colo, se perdeu na delícia que era os seios de Bruna.
Ele a levantou a colocando de pé no sofá e se enfiou entre suas pernas, mordeu as coxas de Bruna, com um pouco mais de força, ela gemeu o trazendo de volta a realidade, Pedro beijou o local, depois passou a língua causando arrepios nela, estava testando os limites de Bruna, apertando as coxas dela com as duas mãos passou a linguá entre as pernas ainda com a calcinha.
Pedro:- Tão molhada, por Deus mulher, você acaba comigo-Puxou a calcinha pelas pernas dela, ficou um tempo admirando fazendo Bruna olhar para baixo, seus olhares se encontraram e ele sorriu colocando a linguá para fora, passou a ponta na virilha de Bruna e para ela a cena foi extremamente sexy, Bruna apoiou as duas mãos na parede procurando por equilíbrio, e prendeu a respiração, ele ainda sorrindo enfiou o rosto entre as pernas dela, se recostou ainda mais no sofá e forçou Bruna para baixo pelos quadris a fazendo quase se sentar em seu rosto, ela se movimentou devagar sentindo a boca dele sugar com avidez, seus movimentos ficaram mais rápidos, buscando pelo prazer, Pedro desceu um pouco o corpo para ter o angulo perfeito, ela rebolou e se esfregou, seus gemidos ecoavam por toda a sala.
Pedro a segurou com uma das mãos e com a outra abriu as calças massageando seu membro duro e dolorido.
Bruna precisou se agarrar aos cabelos dele quando foi engolida por um org@smo intenso, Pedro a desceu direto em seu membro, Bruna soltou um gritinho e se agarrou aos braços dele, Pedro abriu a boca sentindo cada centímetro dele sendo apertado por ela, jogou a cabeça para trás.
Pedro:- Tão quente e tão apertada put@ que pariu Bruna- Ele movimentava os quadris para cima com força o barulho dos corpos se chocando e o gemido de ambos era tudo que se podia ouvir.