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Perfeitaa pra mim

Perfeitaa pra mim

Autor:: Giorgia Cunha
Gênero: Romance
Samantha é uma mulher linda loira mais com a autoestima muito baixa por ser um pouco acima do peso e com 1,50 m de altura. Perto de suas colegas de trabalho se sente inferior tanto na altura como financeiramente, mas tudo muda quando termina sua faculdade de arquitetura e consegue um emprego na famosa construtora Vilar. Quando o dono da construtora coloca os olhos nela sua vida se transforma, e ele tenta de todas as maneiras ficarem com ela ao seu lado...... Terá muito amor e gente fazendo intrigas mais vale a pena ler essa história.

Capítulo 1 Desastrada

Samantha Rodrigues

Hoje acordei cedo, porque começo no meu primeiro emprego, após me formar em arquitetura estou muito empolgada por finalmente conseguir realizar meu sonho, apesar de ainda não conhecer o lugar onde irei passar a maior parte do meu tempo, também não conheço o proprietário da construtora Vilar. Isso mesmo, a maior e a melhor empresa de construção e arquitetura, e foi graças ao meu amigo e filho dos patrões dos meus pais que consegui essa vaga, e como ele já ajeitou tudo para mim, só preciso assinar alguns documentos para começar a trabalhar.

(***)

Estou com um frio na barriga, na verdade estou suando frio, mas sinto que a partir de agora minha vida mudará...

Me arrumei da melhor maneira possível para ficar bem apresentável para meu primeiro dia. Coloquei minha saia social preta com minha camisa social branca, com uma sapatilha preta pois não costumo usar salto pois sou um pouquinho desastrada, e prefiro não me arriscar com salto alto, faço uma maquiagem leve para não chamar muito atenção, e pra completar o look faço um rabo de cavalo no cabelo. Não demoro muito saio de casa em direção a estação do metrô que fica à três quadras do meu apartamento.

Estou aqui parada na frente do prédio da construtora que irei trabalhar. Fico de boca aberta pois nunca vi um lugar tão sofisticado e elegante, e ao mesmo tempo aconchegante.

Entro no enorme prédio olhando para os lados e vou em direção da recepção, ando com cuidado pois tem uma placa dizendo chão molhado já estava próximo do balcão quando escorrego e perco o equilíbrio, fecho meus olhos e coloco meus braços na frente do meu rosto e esperei cair de cara no chão, mas isso ao aconteceu, sinto uma mão forte me segurando pela cintura me fazendo arrepiar inteira, sinto eu tem milhões de borboletas em meu estomago, e como em câmera lenta ergo meu rosto ergui meu rosto e vejo um homem forte, lindo como um deus grego de olhos verdes. Na mesma hora me sinto extremamente envergonhada e abaixo minha cabeça.

- Me desculpa sou uma desastrada. ─ digo com a cabeça baixa, e contínuo. ─ prestarei mais atenção a partir dê agora. ─ Ele simplesmente balança a cabeça e sai...

Fico parada com as pernas bambas pelo toque desse homem, e com uma vontade enorme de me enfiar dentro de um buraco, pois nunca senti assim em minha vida.

Já na recepção.

- Oi bom dia tudo bem. ─ digo envergonhada, pois vejo que todo me olha com indiferença. ─ sou a nova contratada gostaria de saber em qual andar é o escritório da senhora Rosana. ─ A recepcionista que mais parece uma modelo me responde com uma certa arrogância e me olha de cima a baixo.

- Seu nome é?

- Desculpa me chamo Samantha Rodrigues.

- Só um minuto... ─ Ela digita meu nome e menos de um segundo ela fala sem olhar para mim. - Fica no decimo oitavo andar. ─ ela diz fazendo sinal para o segurança e continua. ─ Maria te espera na recepção, trouxe seus documentos? ─ ela diz tudo sem olhar para mim.

- Sim, está tudo aqui. ─ Levanto a pasta que está em minhas mãos, mas ela sem se dá o trabalho de olhar.

- Obrigada. ─ Agradeço e acompanho o segurança que parece mais um guarda-roupa de tão grande, ele me deixa na frente do elevador e volta para seu posto.

Entro no elevador com um frio na barriga, mas sem tirar o Moreno lindo, alto, forte dos olhos verdes, mas o eu não sai da minha cabeça é quando irei encontrá-lo novamente. Estava tão envolvida em meus pensamentos que levo um susto quando a porta do elevador se abre. Vejo uma senhora muito bonita me esperando com um sorriso no rosto, a primeira na verdade que vejo com um sorriso no rosto.

Ela me explica tudo sobre minha função aqui na construtora, e me leva até uma sala onde eu terei minha própria mesa. Entro na sala vejo que tem mais três moças que já auxiliava a arquiteta Rosana, fico nervosa sem saber como agir na frente das três mulheres lindas, na verdade estou me sentindo dentro de uma revista de moda, às três pararam com o que estava fazendo e me olha de cima a baixo como se tivesse me avaliando. Duas delas se levantou dos seus lugares e veio ao meu encontro.

- Oi bom dia seja bem-vinda a nossa equipe, me chamo Karla essa é a Josi e essa que está lá, é a Vic. ─ Karla fala e mostra para nossa outra colega. ─ somos suas colegas agora, sinta se a vontade vamos te ensinar e mostrar tudo que precisa saber. ─ Josi completa e resolvo me apresentar.

- Me chamo Samantha, e por onde começo. ─ coloco minha bolça onde irei ficar de agora em diante. Josi que ainda estava ao meu lado me dá um abraço bem apertado como se me conhecesse há anos, fiquei sem jeito com esse gesto mais retribui o abraço.

- Sinto que seremos boas amigas, e se precisar de algo é só chamar. ─ Karla diz e volta para seu lugar.

A outra moça que não falou nada só me encarou dos pés à cabeça, com cara de nojo e balançou sua cabeça como se tivesse me cumprimentando. Na verdade, já estou acostumada com pessoas que me olha com essa cara de nojo se achando mais que as outras.

Passei a manhã inteira acertado os documentos e conhecendo onde irei passar a maior parte do meu tempo. Estava quase na hora do almoço quando Josi aparece a lado da minha mesa me convidando para almoçar com elas.

(***)

Chego no restaurante que fica do outro lado da rua, entro olhando tudo pois creio que aqui deve ser uma fortuna. Vic escolhe uma mesa perto da janela e sento ao lado da Josi e de frente para Vic que ainda não trocou uma palavra comigo, assim que me sento olho para o lado com vergonha da maneira que Vic me encarava como se quisesse ler minha mente, mas vejo o mesmo homem lindo que me segurou para não cair, percebo que ele não desgruda seu olhar da nossa mesa o que me deixa mais nervosa, diferente da Vic que ficou toda assanhada com ele do nosso lado, tento disfarçar pois não quero confusão no meu primeiro dia.

Após o nosso almoço passo a tarde conhecendo e aprendendo sobre o projeto que iremos trabalhar juntas.

Jhonny Vilar

Hoje acordei antes do horário eu costumo acordar, sentindo que algo em minha vida vai mudar ainda não sei o que é mais estou ansioso para descobrir.

Sou Jhonny Vilar, dono da maior construtora de Curitiba, desde muito Novo aprendi a cuidar da construtora da família, que meus pais construíram do zero. Meu pai era construtor e minha mãe arquiteta e eles me ensinaram tudo que sei hoje e depois da morte deles herdei todos seus bens por ser filho único.

Fiquei sozinho com esse império, tenho uma namorada, à Paula uma mulher extremamente linda que sempre me acompanha nas reuniões e festas beneficentes, mas ultimamente não estamos na mesma sintonia ela quer algo que não posso dar, sei que todas as mulheres sonham com casamento, mas esse ainda não está nos meus planos a única coisa que posso fazer é dar uma noite de muito sexo e prazer e minha companhia, mas Paula está louca para se casar e nesses três anos que estamos juntos nunca consegui sentir nada por ela.

Tenho meus amigos Bruno e Rebeca que são contra esse meu namoro, o que dificulta a convivência com a Paula que por sinal não gosta deles também, e hoje decidi dar uma basta nessa relação apesar de já ter conversado com ela, acredito que ela ainda não entendeu, sempre que termino com ela, ela aparece e acabamos cama.

Estou na recepção da minha empresa um pouco adiantado do que de costume, olho para a porta principal e vejo uma moça loira baixinha e com umas curvas que fez amigo de baixo acordar, nunca passei por isso na minha vida, mas quando vejo ela escorregando a única coisa que senti era de protegê-la, segurei em sua cintura para ela não cair, mas senti um arrepio como se tivesse levado um choque algo que nunca senti por mulher nenhuma, ainda não sei explicar o que senti, mas é algo bom algo novo. Ela ergue a cabeça devagar mostrando seus lindos olhos azuis e as bochechas rosadas, fiquei sem reação e com meu amigo acordado dentro da minha calça, não consegui me pronunciar, mas pra falar a verdade, minha vontade é de pegar ela ali mesmo. Estou tão desligado com meus pensamentos que me assusto com sua voz tremula.

- Me desculpa sou uma desastrada ─ ela faz uma pausa como se sentisse a mesma coisa que estou sentindo ─ prestarei mais atenção a partir dê agora.

Encarei sua boca, imaginando de como seria beijar sua boca, mas como não posso fazer isso na entrada da empresa só balancei minha cabeça e sai praticamente correndo para meu escritório, se eu ficar mais um minuto na frente dela acredito que eu a agarraria.

Passeia a manhã inteira tentando descobrir quem é ela, pois preciso dela ao meu lado. Estou sentado em minha cadeira esperando minha secretaria chegar com as papeadas que pedia a ela quando a porta se abre, e Paula entra fazendo mil perguntas.

- Por que não me atendeu ontem? Por que está me evitando? Não gosta mais de mim? ─ ela me encara fazendo beicinho e continua. ─ Estou com saudades.

Minha secretária entra logo atrás pedindo desculpas por não conseguir anunciar, só aceno com a cabeça e ela sai novamente, me levanto e vou até à Paula, já estou de saco cheio com esses chiliques.

- Você é louca, quem te deu permissão para entrar aqui sem autorização, não é porque temos um lance que você pode entrar aqui assim descontrolada. ─ digo praticamente cuspindo em sua cara, ela me olha com um certo receio e diz.

- Desculpa Jhonny, fiquei nervosa você não me liga já faz três dias, estou com saudades. ─ ela tenta me abraçar, mas me esquivo com facilidade

- Bom já que está aqui, vamos conversar sobre nosso relacionamento... ─ Antes de terminar de falar ela gruda no meu pescoço.

- Eu sabia que mudaria de ideia, marcaremos a data. ─ não sei onde estou com a cabeça eu não jogo ela pra fora, respiro fundo e empurro ela para o lado.

- Não mudei de ideia, cansei desses seus surtos se achando a dona de tudo e humilhando, minha secretária. ─ ela arregala os olhos, me olhando como se não estivesse escutando direito e contínuo ─ a partir de hoje acabamos por aqui!

- Não pode acabar comigo assim Jhonny eu te amo. ─ ela enche os olhos de lagrima e continua ─ sua secretária é mentirosa, sempre fui educada com ela.

- Paula chega, ela não me falou nada, eu vi nas câmeras. ─ respiro fundo e contínuo ─ você acha que não descubro o que acontece na minha empresa. ─ Falei em um tom que ela entendesse, que tudo isso é meu. Ela não dar por vencida e começa falar descontroladamente.

- Jhonny estou grávida de um filho seu. ─ ela seca as lagrimas e continua. ─ Já estou de dois meses, é por isso que quero me casar... ─ Ela dá uma pausa tentando encontrar as palavras certas e continua.

- Como vou dizer para meus pais que estou grávida e que ainda não me casei. ─ Comecei a rir porque o que ela falava não tem cabimento, ela é louca, eu não posso ter filhos e só uma pessoa sabe, meu médico e melhor amigo Bruno.

Agora mais do que nunca vi que essa mulher não era para mim.

"Desde muito Novo tive vários relacionamentos mais meus pais sempre me alertava sobre mulheres dar o golpe da barriga e quando fiz dezoito anos uma garota da faculdade disse estar grávida, e eu seria obrigado a me casar com ela, fiquei desesperado e liguei para meus pais e eles me aconselharam a levar ela no médico imediatamente, e então marquei a consulta na clínica dos pais do Bruno sem ela saber, marquei de sair com ela no dia para não dá tempo de ela fugir, e quando chegamos em frente a clínica, ela ficou desesperada, e contou a verdade, e que fez tudo isso por dinheiro, e desde então decidi fazer a famosa vasectomia, e não me arrependo, porque nunca mais serei enganado de novo." O que a Paula disse mexeu em uma ferida que já estava cicatrizada.

- Paula você tem certeza de que está grávida mesmo. ─ Ela me responde quase que imediato acenando com a cabeça, e joga uma pasta em cima da minha mesa. Sem pegar a pasta olho sério pra ela e falo calmo.

- Bom. Paula tenho uma péssima notícia para você esse filho não é meu, não posso ter filhos fiz vasectomia a nove anos atrás devido a mulheres como você. ─ ela me olha com medo, sem saber o que falar e sai correndo da minha sala. Fico feliz por me afastar de uma oportunista.

Apesar de toda essa confusão não consigo parar de pensar na pequena mulher que vi mais cedo. Olho em meu relógio e vejo que já está na hora do almoço e meu amigo bruno deve estar me esperando no restaurante aqui na frente.

Entro no restaurante sem encontrar o Bruno, então aproveito para escolher nossa mesa, assim que me vejo as auxiliares da minha melhor arquiteta entrando no restaurante e sentando na mesa ao lado da minha, e o que me deixou intrigado foi a pequena mulher loira com elas, fiquei feliz por saber em qual setor ela está, fico olhando para ela sem conseguir desviar dela, até que percebo a Vic que não parava de se exibir, me viro rapidamente para não dar moral a ela, mas encontro meu amigo com cara séria me encarando com uma sobrancelha erguida.

- Mais já Jhonny, nem largou uma aproveitadora e já está de olho na Vic. ─ Apesar de todos da empresa conhecerem a Vic por ser rodada aqui na construtora, ela sempre me cercou, mas nunca dei moral para ela, não gosto de mulheres atiradas e sei que ela vive andando atrás de homem rico. E quero distância de mulheres assim...

- Está Louco Bruno, estou olhando a mulher que está ao lado dela. ─ aponto para mesa delas e contínuo. ─ ela tem algo que me atrai, algo me puxa até ela, sinto que é ela que faltava em minha vida.

- Nossa Jhonny, você bateu a cabeça está doente, a quanto tempo você a conhece, como está apaixonado e eu não sabia ─ começo a contar para meu amigo tudo o que aconteceu comigo essa manhã.

Sei que pareço louco, mas ela é perfeita pra mim.

Olho para o lado, e vejo que ela já se foi, almoço rapidamente e volto para empresa, pois minha tarde será agitada. Apesar de estar atolado de trabalho e reuniões não consegui tirar a pequena loira da minha cabeça. Volto para casa bolando um plano para encontrá-la novamente.

(***)

Capítulo 2 Eu te ensino

Samantha Rodrigues

Acordo assustada com meu celular tocando.

- Meu deus, estou atrasada e ainda não sei o que vestir. ─ falo pra mim mesma. Tenho que me vestir adequadamente porque todas as mulheres da construtora parecem que saiu de uma revista de moda.

Como sou loira descendente de gaúcha optei por colocar uma saia social azul-escuro e uma camisa azul bem clarinho, fiz uma trança no cabelo e uma maquiagem leve e como já falei anteriormente não costumo usar salto porque sou um pouquinho desastrada e tenho medo de cair então sempre uso sapatilhas, e hoje decidi colocar a mesma do dia anterior no momento não tenho muitas opções, estou com pouco dinheiro renovar meu guarda-roupa, mas usarei meu primeiro salário para isso, ainda bem que minha amiga Rebeca que conheci na faculdade me deu várias roupas sociais.

Como estou atrasada perdi o metrô e tive que pegar um táxi, e como sempre estou contando moedas lá se vai o dinheiro do almoço, mas não posso chegar atrasada no segundo dia de trabalho.

Estou chegando na construtora quando vejo o mesmo homem que me segurou ontem, passo por ele de cabeça baixa, ainda estou com vergonha por causa de ontem, mas também não quero demonstrar que estou afetada por ele. Entro no elevador orando para que ele não entra, mas ele entra logo em seguida. E sem me dar conta ele se aproxima colado seu corpo ao meu, e fala no meu ouvido.

- Oi, qual o seu nome linda. ─ me arrepio inteira sentindo seu hálito quente em meu pescoço. Sem saber como agir, pois nunca senti nada igual, na verdade meus namoros sempre foi algo inocente nunca passou de alguns beijos.

- O. o. oi me chamo Samantha Rodrigues. -Não acredito que gaguejei. Penso comigo mesma. Ele me vira de frente para ele e chega bem perto do meu rosto, chego sentir seu hálito de menta, fecho os olhos na tentativa de recobrar os sentidos e aporta do elevador se abre e eu saio correndo.

─ Covarde. ─ falo pra mim mesma assim que sinto que estou em uma distância segura, olho para trás mais o elevador já se foi e só fica o cheiro do seu perfume.

- Sua tonta nem perguntou o nome dele. ─ Falo para mim mesma, e me dou um tapa na cabeça.

Trabalhei manhã toda, louca para encontrar com ele novamente, mas não tive sorte.

Assim se passou quarta, quinta, e hoje finalmente é sexta-feira, no fim do expediente minha chefa Rosana me entrega um convite dizendo que eu não posso faltar, é uma festa que irá acontecer amanhã no mais luxuoso hotel de Curitiba, peguei o convite tentando inventar uma grande desculpa para não ir, sei que não conseguirei ir, não tenho roupa adequada para uma festa dessa, as únicas festas que fui era as festas do Marlon López o filho dos patrões dos meus pais.

Fui criada na casa da família Lopez, com o Marlon que se tornou meu melhor amigo. Nunca tive tempo para festas e o único que conseguia me tirar da rotina era ele, até na faculdade não costumava ir em festa, Rebeca sempre tentava me levar, mas eu tinha vergonha por ser de outra classe social, meus pais sempre me ensinaram que nosso mundo era diferente, das pessoas ricas, e meus únicos amigos são ricos, Marlon e Rebeca sempre que podia me arrastava para algumas festas , mas sempre dava um jeito de fugir e voltar para casa, meus pais sempre me proibiram de acompanha-los por medo de algo acontecer por eu ser apenas a filha da empregada, e foi por esse motivo que decidi ter meu próprio cantinho não aguentava mais meus pais me dizendo o que posso ou não posso fazer. Quero ter aventuras, história para contar, ser livre, coisas que ao lado dos meus pais eu não conseguiria, até para namorar era um sacrifício, pois tudo tinha que passar por eles.

No dia seguinte...

Como é sábado e não tralhamos, aproveito para ligar para minha amiga Rebeca, preciso contar para ela como foi meus primeiros dias no trabalho.

Contei tudo para ela, tudo que aconteceu comigo durante esses dias, mas quando falei da festa ela me disse que também terá que ir para representar os pais dela que está viajando e me disse que eu iria com ela.

Não demorou muito para ela aparecer na minha casa com uma mala, assim que ela abre a mala vejo dois vestido um Preto e outro vermelho, ela manda eu experimentar o vermelho que é longo com uma abertura na perna direita que vinha até a coxa e um decote nas costas em formato V e para acompanhar um sapato preto com detalhes em vermelho no salto, termino de me arrumar e me olho no espelho e o que vejo não se parece em nada comigo, fico de boca aberta sem acreditar como uma roupa pode mudar alguém. Rebeca me maquiar me deixando ainda mais irreconhecível, e para completar solto meu cabelo, e como demoro mais do que o normal para me arrumar ela também se arruma na minha casa.

Rebeca é linda rica e com uns pais que a ama incondicionalmente, por ser muito rica sempre tem um segurança e motorista ao seu dispor, me sinto até uma cinderela quando chego na portaria do meu prédio e o motorista dela abre a porta do carro. Faço o caminho até a festa ansiosa, com um frio na barriga.

Agora estamos parada na frente do salão de festa, e fico olhando todas as pessoas que estão chegando, uma mais linda que a outra, acho que nunca tinha visto tanta gente rica no mesmo lugar, estou com vontade de sair correndo de tanto nervoso, minha amiga segura em meu braço para podermos entrar juntas.

Entro ao lado dela admirando tudo em minha volta. Tudo está perfeitamente lindo. Rebeca me deixa sozinha para cumprimentar os anfitriões da festa, e como fico sozinha vou em direção ao bar, me sento no lugar mais escondido que tem na festa e peço um drink, como não costumo beber só tomo um golinho.

Ainda sentada no bar fico olhando para os lados tentando achar o pessoal do escritório, apesar de não achar ninguém, Karla e Josi me encontra.

- Você está linda Samantha. ─ Karla me elogia e Josi completa ─ pensei que você não viria.

- Pois é meninas, minha amiga Rebeca não me deixou ficar em casa. ─ mal término de falar, Vic vem em minha direção vermelha de raiva, não sei o que se passa na cabeça dela, mas acho que tem a ver comigo.

- Pensei que você não viria, ainda mais vestida assim ─ ela me olha dos pés à cabeça e continua. ─ Como conseguiu dinheiro para comprar um vestido. ─ Ela faz mais uma pausa me encarando com a sobrancelha erguida e continua. ─ Acredito que me enganei com você, quem foi a fada madrinha ou melhor padrinho, pois esse vestido é uma fortuna e sei que você não pode comprar. ─ Ela me analisa novamente e continua. ─ tenho que ser sincera não combinou com você, sabe né, você é meio cheinha para esse tipo de roupa. ─ Faz o gesto com a mão mostrando o tamanho do meu corpo.

Fico sem saber como responder, nunca passei por isso e fico completamente envergonhada pelo modo que ela fala na frente de várias pessoas, Karla é a primeira a se pronunciar.

- Amiga não liga, você é linda e seu vestido ficou perfeito.

Fico sem reação e com os meus olhos encheram de lágrimas e saio correndo procurando um lugar para meu esconder, assim que encontro a saída dou de cara no peito de um homem, levanto minha cabeça devagar e vejo um lindo par de olhos verdes, não acredito que encontrei esse homem nessa situação, pensei comigo mesma toda envergonhada. Abaixei a cabeça para ele não perceber, eu estou chorando, não gosto chorar na frente de ninguém, pois não gosto de ninguém me achando uma coitadinha, e tento sair.

- Desculpa, prestarei mais atenção da próxima vez. ─ falo tentando sair da frente daquela parede de músculo.

- Aconteceu algo, está fugindo de algo? ─ ele levanta meu queixo e me olha nos olhos.

- Espera você está chorando?

- Desculpa, tenho que ir. ─ mais uma vez tento sair da frente dele, mas ele segura em meu braço.

- Dança comigo?

- Não posso já estou de saída e não sei dançar. ─ falo ainda de cabeça baixa.

- Eu te ensino, só estou pedindo uma dança, depois te levo onde você quiser. Fico sem reação com sua insistência e sem coragem de negar, ele segura minha mão e me puxa para o meio do salão começamos a dançar a música do Ed Sheeran – Kiss me

I'm falling for your eyes

But they don't know me yet

And with a feeling I'll forget

I'm in love now

Eu estou me apaixonando por seus olhos

Mas eles ainda não me conhecem

Com um sentimento, vou esquecer

Estou apaixonado agora

Enquanto toca a música ele coloca as mãos na minha costa me fazendo sentir o calor de sua mão, e fala rente meu ouvido.

- Você está linda Samantha Rodrigues, Gostaria de dar um passeio comigo. ─ Paro a dança no meio do salão e respondo ele com firmeza.

- Obrigado... não posso e não sou esse tipo de mulheres que você está acostumado a ter.

- Então você me conhece? ─ ele me pergunta com uma sobrancelha erguida.

- Não conheço você, mas olhando para você dá para imaginar o tipo de mulheres que você gosta. ─ Um homem lindo perfeito não terá olhos para mim, disso tenho certeza, pensei. E apontei para minhas colegas mais especificamente para Vic, ele acompanhou meu dedo e fez uma careta e disse.

- Você não sabe o que está falando, porque o meu tipo é uma mulher baixinha e com muita carne para pegar e nesse momento estou com uma que não sai da minha cabeça.

Olhei para ele sem reação, ele foi muito direto em suas palavras, mas como sei que é mentira saio correndo novamente. Sei que não é certo fugir mais sei que ele só quer me usar, nenhum homem que conheço olhará para mim," sei que sou acima do peso e minha altura não ajuda nem um pouco e sei que nenhum homem bonito cheio de músculos e alto vai querer uma desengonçada como eu" provavelmente fez alguma aposta porque no meio de tantas mulheres lindas ele não ia me escolher...

(***)

Chego em casa e vou direto tomar um banho, preciso relaxar e tirar o perfume daquele homem. Debaixo do chuveiro fico pensando no toque daquelas mãos, na maneira que ele fala meu nome, que acabo me tocando, sinto que estou tão molhada, coisa que nunca senti e começo a me masturbar mexendo no meu clitóris, quando dei por mim, estava gozando debaixo do chuveiro "sim, sou virgem mais não sou Santa conheço meu corpo e me toco às vezes".

Término meu banho e vou para minha cama pensando, por que não perguntei o nome dele...

Jhonny Vilar

Desde terça-feira que fiquei com Samantha no elevador, não consigo tirar ela da minha cabeça e nem ver ela novamente e estou surtando com isso pois não sei o que fazer.

- Tomara que nessa festa eu me distraia e tiro essa mulher da minha cabeça. ─ Falo pra mim mesmo.

Entro no salão de festa e de repente alguém bate em meu peito, olho para baixo e vejo a minha pequena loira aparentemente fugindo de algo.

- Desculpa prestarei mais atenção da próxima vez. ─ Ela me olha rapidamente e abaixa a cabeça novamente.

- O que aconteceu, está fugindo de algo? ─ pego em seu queixo e faço ela olhar em meus olhos.

- Espera você está chorando.

- Desculpa, tenho que ir. ─ Ela tenta sair da minha frente, mas eu não o deixo sair, é nessa hora que tenho uma ideia. "Mulheres gosta de dançar" e a convido.

- Dança comigo. ─ ela me encara e me responde. ─ Não posso já estou de saída e não sei dançar. ─ Mais uma vez ela desvia de mim e eu a seguro pelo braço, mesmo nervoso pela sua rejeita, insisto.

- Eu te ensino só estou pedindo uma dança, depois te levo onde você quiser. ─ digo puxando-a pela mão, e a levo para o meio do salão. Coloco minha mão em suas costas macia e sinto uma carga elétrica me fazendo arrepiar e meu amiguinho acordar. Chego perto do seu ouvido e falo.

- Você está linda Samantha Rodrigues, Gostaria de dar um passeio comigo. ─ Na mesma hora ela para de dançar e se afasta de mim.

- Obrigado... ─Ela respira fundo e continua.

- Não posso, não sou esse tipo de mulheres que você está acostumado a ter. ─ não consigo entender o que ela quer dizer.

- Então você me conhece?

- Não conheço você, mas olhando para você dá para imaginar o tipo de mulheres que você gosta. ─ ela diz e aponta para um grupo de mulheres, e foi nesse momento que entendi o que ela quis dizer.

- Você não sabe o que está falando, porque o meu tipo é uma mulher baixinha e com muita carne para pegar, e nesse momento estou com uma que não sai da minha cabeça. ─ Mal término de falar ela olha em meus olhos sem acreditar no que acabei de dizer e sai correndo, fico parado no meio do salão sem reação. Saio correndo atras dela vejo que ela está na saia tento alcançá-la, mas Vic que para no meio do caminho toda produzia, ou melhor, muito exagerada em um vestido cor de rosa super decotado mostrando mais do que devia.

─ Senhor Vilar, quando sairemos só nós dois. ─ Ela diz toda manhosa passando a mão no meu peito, me fazendo perder a paciência.

- Nunca senhorita Vic. ─ Ela me olha com ódio e, ao mesmo tempo, triste e me pergunta.

- O que você viu na Samantha aquela gorda, anã de jardim. ─ não respondo sua pergunta, e ela continua.

- Ela é uma oportunista, provavelmente se vendeu para conseguir aquele vestido, ela não tem nem onde cair morta. ─ Assim que escuto ela falando mal da minha loira, fico louco de raiva e para não dar na cara dela saio e deixo ela falando sozinha.

Estou do lado de fora ainda procurando minha loira, e vejo minha amiga Rebeca, minha melhor amiga, falo com ela por alguns minutos, e pelo que entendi ela trouxe uma amiga, mas acabaram se perdendo, me despeço dela e fico esperando meu carro, sozinho e muito bravo, por perder a Samantha.

(***)

- Porque será que Samantha estava daquele jeito será que alguém falou algo para ela. ─ Falo pra mim mesmo, tentando entender o porquê de ela fugir.

Ainda do lado de fora da festa fico olhando para os lados para ver se ainda a encontro, e como não acho ela, volto para minha casa, desanimado, tenho que descobrir mais sobre ela.

- Porra sou dono daquela empresa e ainda não consegui nem o endereço ou o telefone dela. ─ Falo para mim mesmo pegando meu celular, disco o número da minha secretária que me atendo praticamente no primeiro toque.

- Boa noite Jackeline desculpa pelo horário, mas quero que você descubra endereço e telefone da nova auxiliar da Rosana o nome dela é Samantha Rodrigues. ─ sou direto pois não gosto de rodeios.

- Boa noite senhor Vilar... ─ ela dá um suspiro e continua.

- Ok, até amanhã descubro tudo. ─ interrompo ela e digo com autoridade. ─ Quero pra hoje Jackeline. ─ falo quase quebrando o celular com meus dedos de tão forte que estou segurando.

- Ok, ok verei o que posso fazer, boa noite.

- Boa noite.

Desligo meu celular e fico sentado na minha sala. sei que fui grosso com Jackeline mais preciso encontrar Samantha não posso esperar até amanhã.

Após um banho para relaxar me deito na cama com o celular do meu lado, e pego no sono vendo o rosto da pequena mulher.

(***)

Não sei que horas dormi, mas era sete da manhã quando minha secretária manda uma mensagem com endereço e telefone da Samantha, levanto-me correndo, tomo um banho rápido e saio pra encontra a bela mulher que tanto me atrai.

Capítulo 3 Eu nunca desisto

Samantha Rodrigues

Acordo assustada com a campainha do meu apartamento, olho no relógio e ainda e sete e quarenta e cinco da manhã, me levanto preocupada, porque pelo horário só pode ter acontecido alguma coisa. Me levanto só de camisola e abro a porta, mas levo um suto com a pessoa que está parado em minha porta, pisco várias vezes pra ver se estou acordada mesmo, o homem dos olhos verdes está parado em minha porta segurando um buque de flores vermelhas, fico sem reação e fecho a porta, mas ele coloca o pé na porta antes mesmo de conseguir fechar totalmente, olho para ele fresta da porta sem saber o que fazer, e começo falar.

- Desculpa mais não posso te atender. ─ Diz empurrando mais a porta. - Por que está acompanhada? ─ ele diz e entra com tudo, me fazendo a ficar assustada.

- Está procurando algo, porque nem seu nome e você está igual um louco na minha casa, por favor vai embora. ─ falo brava, mas ele nem se importa muito e começa falar.

- Desculpa meu nome é Jhonny Vilar e não vou embora até você aceitar tomar café da manhã comigo. ─ assim eu ele diz seu nome, fico envergonhada. Ele é milionário e eu uma pobretona que mal tem dinheiro para pagar esse apartamento minúsculo, mas pergunto se é ele mesmo só pra ter certeza.

- Como assim, Vilar o dono da empresa? ─ Ele acena com a cabeça confirmando e segura minha mão.

- Eu nunca fui assim mais estou maluco por você, desde aquele dia que te vi na recepção da construtora, você não sai minha cabeça. ─ Fico em choque, sem saber o que dizer, engulo em seco e falo o que vem na minha cabeça.

- Você só pode estar louco olha para mim gorda, baixinha e muito diferente de todas as mulheres que você costuma ter, disso tenho certeza. ─ falo mais para mim do que para ele, isso não pode ser real, pensei.

- Você é linda perfeita pra mim, me dá uma chance? ─ começo a empurrar ele para porta.

- Desculpa, mas você tem que ir embora por favor. ─ Ele sai de cabeça baixa e para no meio do caminho.

- Gosto de você desde o dia que te vi, quero você pra mim como nunca quis alguém na minha vida, me dá uma chance. ─ ele fala com uma certa melancolia em sua voz e sai descendo as escadas, me deixando sem saber o que fazer ou reagir.

Com a mão no coração sem saber o que fazer, começo a pensar no que devo fazer, ele é lindo, e estou com medo de me entregar e quebrar a cara. Ainda parada na porta vejo ele parar no meio da escada.

- Vou embora, mas não desistirei de ficar com você, eu nunca desisto. ─ ele fala e vai embora de vez.

Passo praticamente o domingo todo pensando no que fazer.

Jhonny Vilar

Assim que recebo a mensagem da minha secretaria saio de casa igual um louco, passo na floricultura compro um buquê de flores vermelhas e vou até o endereço indicado.

Assim que chego na portaria do prédio fico sem acreditar, pois está em ruinas, como alguém em sã consciência moraria em um lugar desse, penso comigo mesmo. Olho para os lados com várias pessoas mal-encarada me olhando como seu eu fosse o prato principal do dia. Entro no pequeno prédio pensando no que a Vic me falou, porque para uma moça que mora em um lugar assim não teria como comprar aquele vestido, fico possesso só de imaginar alguém tocando naquele corpo que quero pra mim.

Isso mesmo estou com ciúmes de algo que ainda nem toquei, subo a escada até o segundo andar e paro em frente a porta com o número oito, toco a campainha várias vezes, até que ela aparece usando somente uma camisola, ela parece até um anjo de tão linda que ela está vestida assim.

Assim que ela percebe que sou eu, tenta desesperadamente fechar a porta, mas sou insistente e coloco meu pé na porta e fico olhando-a pela fresta que ficou aberta.

- Desculpa mais não posso te atender. ─ Fico possesso com suas palavras. Será que ela está com alguém, penso com raiva.

- Porque está acompanhada. ─ falo entrando em sua casa, olhando todos os cantos do apartamento dela que por sinal era muito pequeno, mas acolhedor, diferente do resto do prédio. Fico fora de mim até que ela olha brava pra mim.

- Está procurando algo? ─ ela me olha com fúria, o que a deixa mais linda. ─ porque nem seu nome e você está igual um louco na minha casa, por favor vai embora.

Fico sem reação quando ela diz que não sabe meu nome, olho em seus olhos e percebo que ela fala verdade, mas também com medo pela minha ação, falo calmamente com ela.

- Desculpa meu nome é Jhonny Vilar e não vou embora até você aceitar tomar café da manhã comigo. ─ assim que digo meu nome, ela abre a boca como se não acreditasse, e es reação dela me fez olhar em sua boca perfeita, e a única coisa que consigo pensar e com a boca dela no meu corpo, saio dos meus devaneios com ela dizendo:

- Como assim... Vilar dono da empresa? ─ concordo com a cabeça, e pego em sua mão olhando em seus olhos e tento me expressar da melhor maneira possível.

- Eu nunca fui assim, mas estou maluco por você, desde daquele dia que te vi na recepção da construtora, você não sai da minha cabeça. ─ ela fica em choque e me responde.

- Você só pode estar louco, olha para mim gorda baixinha muito diferente de todas as mulheres que você costuma ter, disso tenho certeza. ─ Não sei quem colocou isso na cabeça dela mais tenho que mostrar pra ela que a desejo.

- Você é linda, perfeita para mim, me dá uma chance? ─ assim eu digo ela me empurrando para fora do seu apartamento me deixando nervoso.

- Desculpa, mas você tem que ir embora por favor. ─ Simplesmente aceitei, abaixo minha cabeça e falo o que eu senti no coração.

- Gosto de você desde o dia que te vi, quero você pra mim como nunca, quis alguém, me dá uma chance? ─ digo e continuo caminhando até as escadas, e como ela não me responde, paro no segundo degrau da escada e falo olhando em seus olhos azuis.

- Vou embora mais não desistirei de ficar com você, e eu nunca desisto.

(***)

Saio do prédio sem rumo, pois esses não era meus planos, pego meu celular ligo para meu amigo, mas como ele não atendeu volto para casa.

Era quase onze da manhã quando resolvo ligar para meu amigo novamente, preciso falar com alguém e nada melhor do que meu melhor amigo.

- Oi Bruno, está disponível hoje para um almoço?

- Oi Jhonny, estou sim, pode ser no mesmo restaurante.

- Sim, te vejo em meia hora, tchau.

- Beleza. ─ encerro a ligação pego minha carteira juntamente com a minha chave e saio em direção ao restaurante.

Encerrei a ligação, peguei minha carteira, minha chave e sai para encontrar meu amigo. Entro no restaurante, escolho uma e peço uma cerveja bem gelada, mal tenho tempo de tomar o primeiro gole, meu amigo chega fazendo várias perguntas.

- E aí Jhonny, já conseguiu a moça?

- Que nada estou de quatro por essa mulher, mas ela é difícil, já não sei o que fazer, por isso te chamei aqui, preciso de conselhos ou ficarei louco. ─ Meu amigo caiu na gargalhada. - Cara nunca te vi assim você está apaixonado por essa mulher. ─ ele diz rindo e continua. ─ bom cara também não sei o que fazer nunca passei por isso amigo. ─ ele para de rir e me olha sério. ─ a única coisa que tenho para falar, é que você tem que pensar bem, porque isso pode ser passageiro, e toma cuidado para não magoar a garota.

- Valeu amigo esse conselho vai me ajudar muito. ─ falo com cara de deboche, sei que não é passageiro eu me sinto dela e ela minha.

Após o almoço volto para meu apartamento, e começo a pensar na minha vida após a morte dos meus pais. Fiquei muito tempo sozinho e estava na hora de fazer uma família e Samantha é perfeita para mim.

Ela tem uns olhos azuis mais lindos que o mar.

Um sorriso que me traz paz.

Um corpo que me faz até salivar de vontade de pegar.

Eu realmente estou apaixonado, e foi à primeira vista, apesar de nunca ter acreditado em um amor assim, hoje está acontecendo comigo.

Preciso da Samantha e conquistarei ela do meu jeito.

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