Com apenas 23 anos, Anna Ferraz descobre que estava prestes a morrer, após isso a mocinha decide viver todas as experiências que nunca teve coragem. Ela só não esperava que entre suas aventuras, ela conheceria os irmãos Baranov. Lindos, irresistíveis, possessivos e muito perversos.
O destino decide unir esses três quando os irmãos estavam apenas de passagem no País que Anna morava, mas depois que conheceram a garota, o mundo deles virou de cabeça para baixo.
O que esperar desse trisal?
Anna se entregará de corpo e alma!
(...)
- NARRADO POR: AUTORA
- Anna, sua cadela, porque não foi a faculdade hoje?- Anna deu um pulo da cama de susto ao ouvir os gritos de sua melhor amiga Vanessa, sentiu sua dor de cabeça piorar
-Pare de gritar, Nessa!- falou colocando o lençol no rosto
-Ei, amiga o que foi?- perguntou preocupada
-Dor de cabeça!- falou ela
-Bebeu, ontem ?- ela perguntou
-Eu não, vou beber numa quarta-feira, sou alcoólatra agora?- Vanessa riu
-Não mas devia, assim seria mais solta!
-Eu sou solta!
-Como uma rocha!- ela riu mais
-Cala a boca e me deixa!- falou brava
-Você deveria ir no médico, essas suas dores estão ficando pior, como uma futura médica devia saber bem disso!
-Eu irei, as dores estão demais mesmo!- falou ela preocupada
-Vou te preparar algo para comer, e te passo o conteúdo da aula de hoje,
-E por isso que te amo, Nessa!- falou sorrindo
-Claro que ama, sou tudo de bom e mais um pouco!
-Não é não, mas te amo assim mesmo!- zombou ela
-É uma cadela mesmo, vou colocar veneno na sua comida!- Anna riu
-Duvido, você não vive sem mim!
-Pior que tem razão, cadela!- ela jogou uma almofada em Anna e foi até a cozinha, Anna se forçou a levantar, foi ao banheiro, tomou um banho, colocou um short curto extremamente colado, cintura alta, preto e uma camisa rosa e foi até a cozinha,
-Meu Deus, o que fez para nós, quer nos matar mesmo, com esse cheiro de queimado!- zombou Anna, Vanessa riu
-Como se você cozinhasse melhor que eu!
-Por isso eu nem tento!- elas riram
-Você sabia que minha casa só tem três cômodos, vamos morrer sufocadas
Vanessa abandonou o que fazia e desligou tudo
-Vamos de pizza então?- sugeriu ela
-Com certeza!- falou Anna, já pedindo pelo aplicativo, elas se sentaram no pequeno sofá-Como foi a aula?
-Entediante, é sempre chato quando não está lá!
-Eu ia avisar, mas eu dormi, estava doendo demais.
-Melhorou agora?
-Não muito!
-Isso deve ser falta de trepar!- zombou Vanessa
-Cala a boca, não sou você que dá para todos!
-Não dou para todos, mas se sinto vontade eu faço mesmo, não vou deixar só para a terra comer não, meu amor!- elas riram, a campainha tocou era o entregador com a pizza.
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(...)
-Vicenzo, papà vuole parlaci!(papai, quer falar conosco)- disse Lorenzo entrando no quarto irmão
-Ora(agora)?- pergunta irritado como sempre
-Si!(sim)- falou Lorenzo, Vicenzo largou a mala que arrumava para a viagem que ele é o irmão gêmeo fariam até o Brasil, não queria ir por isso estava tão irritado, iria cobrar uma dívida do pai com um brasileiro que o enganou décadas atrás e isso não o agradava, ir para outro país, pois com ele era o dinheiro ou a morte e matar em outro país para ele era uma experiência nova que ele não queria ter no momento, foram até o escritório do pai, entraram e se sentaram
-Cosa voui, papà?(o que quer papai)- ele perguntou ranzinza
-Voglio solo augurart buon viaggio, uccidimi se necessario (Quero desejar uma boa viagem, matem se for preciso)- ele falou duramente
-Si papà (sim papai)- falaram juntos, o pai deu algumas ordens para eles e saíram, Vicenzo voltou a fazer sua mala ainda muito irritado. Anos atrás seu pai, conheceu um brasileiro, que veio a Itália e se meteu numa confusão com a máfia rival de sua família, seu pai lhe deu proteção e dinheiro porém o homem voltou para seu país de origem e nunca mais retornou ou entrou em contato com seu pai, e agora seu pai soube que ele estava na máfia rival fazendo transações no Brasil, atrapalhando os negócios da família e seu pai não iria deixar barato, como ele e o irmão estão gradativamente tomando conta dos negócios, eles foram designados para cobrar essa dívida. Para ele era só ir e matar o homem e toda sua família é estava resolvido, mas seu pai tinha certo amabilidade com o homem e queria resolver pacificamente.
(...)
-O que ?- Anna pegava os papéis, que o médico lhe entregou com espanto-Eu vou morrer?- ela estava tão espantada que parecia em transe
-Sinto muito, Anna, o tumor é maligno e ainda por cima está numa área muito delicada do cérebro que não podemos operar!- seu médico e mentor na universidade, ficou muito abalado com a notícia, Anna olhou seus exames
-Quanto tempo eu tenho, doutor?- ela tentava manter o autocontrole
-É difícil dizer, com os remédios pode ser um ano, ou um pouco mais!- falou ele, ela deixou uma lágrima solitária escapar
-Entendo, obrigada, doutor Beltrinni!- ela guardou os papéis na bolsa
-Quer que eu chame um familiar?
-Não, obrigada!- ela se levantou
-Se precisar de algo, qualquer coisa me chame!- ele olhou para a jovem e ela sorriu
-Obrigada!- Anna saiu do consultório e foi para casa como chegou lá não sabia, quando fechou a porta chorou como uma criança desesperada ao perder a mãe, iria morrer com 23 anos, e nunca fez nada da vida, não falava com os pais, sua irmã mais velha roubou seu ex namorado e iria se casar com ele, e para piorar tudo ainda era virgem, com 23 anos era virgem
-Merda, eu podia ter fodido tanto!- ela resmungou para si mesma, -Eu devia ter te dado uma surra, Alice!- falou da irmã mais velha
Ficou se lamentando o dia todo, quando viu que era de noite, foi comer algo, só tinha bolacha, nem cozinhar sabia, 23 anos desperdiçados, (Que burra, Anna) ela se lamentava em pensamento. Resolveu não se lamentar mais, esse um ano que lhe restava iria fazer tudo o que quisesse, e no momento o que queria era transar e não deixar para a terra como dizia Vanessa, mas não queria envolvimento emocional com ninguém, era sexo e pronto, foi até um computador e resolveu que iria pagar por isso
-Pagar para perder a virgindade, que fase hein, Anna?- disse pata si mesma é pensar em quantos gostosos quiseram transar com ela e ela recusou, deixava a brava. Mas agora iria, escolher um puta de um gostoso para tirar sua virgindade, não queria saber, o preço, trabalhou desde seus 13 anos e sempre foi boa em economizar, não tinha muito, mas era uma quantia razoável que daria para pagar por um pouco de diversão
-Morrer virgem é o caralho!- resmungou ela, não fez muitas coisas em sua vida, então não faria falta a ninguém a não ser Vanessa, a quem era amiga desde criança, seus pais eram envolvidos com crimes e não falava com eles há dois anos, sua irmã era dez anos mais velha que ela e gostava de novinhos, quando namorava Miguel, ela começou a comprar várias coisas para ele, não desconfiou no começo, mas depois soube como ele pagava os presentinho dela, ficou com raiva, mas nem tanto, ele era um idiota mesmo, mas não falou com a Alice desde então, começou a folear o "menu" de machos num site. Estava pensando em como contaria a Vanessa que iria morrer, iria prepara lá antes e ficar com ela todo o tempo possível.
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-Abre a porta, Alice!- Anna batia na porta da casa da irmã, num condomínio de luxo, passou a noite toda procurando um gostoso para tirar sua virgindade e resolveu procurar sua irmã hoje cedo, o porteiro a deixou entrar, já que sabia que elas eram irmãs
-Anna?- ela abriu a porta sonolenta e assustada, Anna foi logo entrando-O que faz aqui...- Alice foi até ela, coçando os olhos-E tão cedo, que merda!
-Ah, para de graça, fica a noite toda naquela boate e dorme até de tarde, acordar cedo faz bem!- resmungou Anna
-O que quer menina, não a vejo tem meses?- ela perguntou curiosa
-Preciso que me empreste sua casa esse final de semana!- falou ela, Alice riu
-Como?
-No sábado a noite, você fica na boate mesmo, vai ser rápido... bom, não tão rápido, eu espero!
-Menina, você não fala comigo a meses e chega do nada pedindo minha casa? Para quê?
-Para transar, eu vou transar!- falou sem receio, Alice riu alto
-Não tem sua própria casa!
-Lá não dá, você me deve isso, depois de tudo que fez, é só por uma noite- Alice foi até a cozinha e trouxe uma garrafa de vidro com suco e copos
serviu as duas
-Você está maluca né, Anna?
-Quem dera, fosse!- Anna tomou o suco
-Você não é do tipo que transa com desconhecido, está namorando quem?
- Ninguém, vou pagar para transar!- Alice se engasgou com o suco
-Como? Pagar, como assim menina, você pirou mesmo!
-Qual o problema, muitos homens pagam para se satisfazer, porque o estranhamento quando é uma mulher que está pagando?- deu de ombros
-Porque você é linda, pode conseguir qualquer cara de graça!
-Não quero envolvimentos, é só transar e pronto!- falou ela
-Essa não é minha irmãzinha, só pode ter sido trocada!- ela estava chocada
-Essa é a nova eu, e aí vai emprestar ou não?
-Está bem, pode usar!- ela riu se sentou ao lado de Anna-Como você está?- perguntou ela a olhando, Anna suspiro
-Morrendo!- falou com tristeza, depois sorriu-Morrendo de fome, o que tem para comer!
-Vê algo nos armários ou na geladeira, meu café da manhã é servido ao meio-dia!- falou ela, Anna procurou algo para comer- O pai e a mãe estão com saudades, falam de você o tempo todo!
-Saudades, eles tentaram me vender para um velho de outro país e estão com saudades do quê?- falou indignação
-Não foi bem isso!
-Foi, e você não fez nada!
-Eu fiz, ou acha que ainda estaria aqui se eu não interferisse!
-Você....me ajudou?- ficou um pouco chocada
-Sim, mas você não acredita, não é?
-Não!- falou comendo um bolo de chocolate
--Bom eu ajudei, mas senão acredita não posso fazer nada!
-Amor, saiu da cama por quê!- Miguel apareceu e beijou Alice, Anna o olhou e riu, como se apaixonou por aquele moleque, magro, loiro, alto e com cara de um bebê, ele a olhou e se assustou
-Anna!??
-Oi Miguel!- falou ainda comendo
-O que faz aqui?- ele perguntou
-É a casa da minha irmã, preciso responder a você porque estou aqui?
-Não, não só fiquei surpreso!
-Volte para cama, bebê, eu já vou!- falou Alice, ele deu uma olhada para Anna que comia o bolo entretida e saiu
-Vou indo, sábado eu venho!- falou Anna
-Fica mais, vamos conversar um pouco!- falou ela
-Outro dia!- Anna saiu, depois voltou e abraçou a irmã forte-Minha infância foi ótima graças a você!- disse e sem esperar ela ter qualquer reação. Anna foi até a faculdade, iria trancar sua bolsa de estudos, esse ano só ia se divertir antes de morrer
(...)
Vicenzo e Lorenzo já estavam no Brasil há duas semanas, estavam conhecendo o terreno onde pisaram, não haviam entrado em contato com Silas Ferraz ainda, queriam se situar um pouco com o ambiente, já sabiam quase tudo sobre Silas, os negócios, toda a família, agora estavam indo se encontrar com ele
-Acha que esse encontro será pacifico, fratello?- perguntou Lorenzo
-Lo spero, fratello!(eu espero irmão)- respondeu Vicenzo-Altriment uccideremo!(senão for, matamos)!- respondeu seco e firme
-Esse é realmente você, fratello!- Lorenzo riu, o carro parou no imponente portão da casa do Ferraz, para um cara fugido da Itália, conseguiu dar a volta por cima muito rápido, pensou Lorenzo com ironia vendo a bela casa de luxo do homem, foram recebidos pelos seguranças, que deixaram eles e sua comitiva de seguranças entrarem, os gêmeos saíram do carro com suas feições duras e nada amigáveis, eram basicamente dois postes musculosos e bem vestidos
-Ola irmãos Baranov!- falou um senhor de estatura média e magro
-Ciao signore Ferraz!- falou Lorenzo
-Soube da ilustre presença de vocês ao meu país, sabiam que viriam me fazer uma visita!- ele falou-Vamos entre!- chamou ele os conduzindo até o interior da bela casa
-Tem uma bela casa, signore Ferraz!- falou Lorenzo, Vicenzo não dizia nada apenas com a expressão dura e seca
-Obrigado, não se compara ao castelo dos Baranov, mas eu faço o que posso!- falou ele-Creio que temos um negócio a tratar, então os levarei ao meu escritório!- falou ele os conduzindo até a sala, se acomodaram-Como está o Domenico Baranov?
-Mio papà, sta bene, meu pai está bem!- falou Lorenzo
-Bom, bom, muito bom!- falou pensativo-Então do que se trata a visita!
-Queremos ser rápidos e voltar para meu país o mais rápido possível, então nós digamos quando a quantia que deve ao meu pai estará pronta para ser devolvida a ele ?- Vicenzo falou direto e seco
-Eu realmente peço desculpas por terem se deslocado, até meu País por essa dívida, eu pagarei com os juros, dentro de algumas semanas estará tudo nas mãos dos senhores!- falou polido
-Nos agradecemos, signore!- falou Lorenzo, achando aquilo fácil demais
-Estão hospedados onde, podem se hospedar em minha residência se quiserem!- falou ele
-Estamos em um hotel, não tem que se preocupar, signore!- Lorenzo foi simpático
-Ah, sim então deixe me apresentar alguns lugares do meu país enquanto, estão aqui e eu resolvo o assunto do dinheiro, minha filha mais velha tem quase a idade de vocês e é dona de uma boate, porque não vão com ela conhecer as boate e se divertir um pouco?- sugeriu ele
-No!- falou Vicenzo
-Sì, ci farebbe molto piacere, sim, gostaríamos muito!- falou Lorenzo, vendo o olhar de ódio que seu irmão lhe lançou
-Que bom entraremos em contato!- ele apertou a mão de Lorenzo e de Vicenzo-Vámos tomar um café da manhã, eu convido Vocês!
-Un piacere sgnore, um prazer senhor!- Lorenzo se divertia com a cara de ódio que o irmão fazia
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