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Proposta indecente (livro 1) serie os griffiths

Proposta indecente (livro 1) serie os griffiths

Autor:: Carla Santana
Gênero: Romance
Elisabeth e somente uma criada na mansão do duque de northumberland,totalmente invisível aos olhos de seu patrão,sempre o viu chegar tarde da noite com algumas das damas da alta sociedade,não podia negar a atração que sentia por ele!mas o que uma simples criada poderia esperar de um aristocrata? diversão sim.casamento não!e assim que pensa Alexander Griffiths o duque de northumberland,a fama de libertino sempre o acompanhou nos bailes de Londres,era isso que o deixava ainda mas irresistível,dizia suas amantes que ele nunca passou nada mas que uma noite!ate conhecer a misteriosa dama de vermelho no baile de lady Adams.ela chegou como uma princesa,os magníficos olhos azuis escondidos pela máscara,todos os cavalheiros presentes se aproximaram para tira-la para dançar,não sei como cheguei tão rapidamente diante dela.mas pela primeira vez em minha vida fiquei sem palavras diante de uma mulher só o que consegui foi fitar seus olhos azuis que me fitavam com malícia.nessa hora soube que não descansaria enquanto não encontrasse a dama de vermelho e a tomasse como sua.

Capítulo 1 Capitulo 1

- vamos menina esse chão não vai se limpar sozinho se você continuar almejando o impossível!

Molly e a cozinheira,uma mulher ruiva, rechonchuda muito famosa por ser a melhor cozinheira da região.ela e uma boa amiga,me deu seu maior e melhor prato de comida quando eu suja e faminta bati a porta da mansão do duque de northumberland pedindo emprego e um lugar para ficar.desde então nos tornamos amigas,e ela arranjou com a governanta o ofício de criada para eu poder ficar.- dizendo que uma mãozinha extra era sempre bem vinda na hora de limpar, lavar,passar e ajudar na cozinha.

- Você agora lê meus pensamentos?-digo a molly que tem as mãos na cintura tentando parecer séria.

Ela e a única pessoa que sabe da minha paixão impossível pelo duque,ela sempre diz:- Não gaste sua vista almejando o impossível!lembre-se que nobres não se casam com plebéias.mas o que fazer se meus pensamentos me levam a pensar no quão bom seria se eu tivesse uma única noite ao seu lado não como uma plebéia mas como uma igual.

Volto a limpar o chão de mármore da mansão que se prepara para receber o duque que chegara a sua residencia de Londres para mas uma temporada.já o vi varias vezes,é um homem incrivelmente belo alto e musculoso com seus cabelos negros e lisos na altura dos ombros e seus mas incríveis olhos verdes em destaque com a pele levemente morena,sua fama de libertino deixa as mulheres a deseja-lo ardentemente,o vi chegar varias vezes com mulheres da alta sociedade londrina e sei que não era para uma visita casual,pos ouvi atraz da porta do escritório gemidos ofegantes como se as mulheres estivessem sendo torturadas,perguntei o que vossa graças fazia de mal para torturar as pobres mulheres?lembro-me sempre do que molly sempre diz:-lembre-se:somos cegos,mudos e surdos aqui!- você nunca vê nada, não ouve nada e não fala nada!nao somos pagos para isso.

Termino de limpar e aproveito para trocar as velhas cortinas,penso em pedir ajuda com a escada para pôr as cortinas a Matthew filho de molly mas não o encontro em lugar nenhum,Matthew e um rapaz alto e ruivo não muito mas velho que eu, ele sempre me olhou com outros olhos,mas o que posso fazer se só o vejo como amigo?olho no relógio de parede e vejo que estamos atrasados com o serviço,o duque chegara a qualquer momento,o pequeno irmão de Matthew chega correndo e diz que seu irmão não esta em casa pos foi comprar algumas coisas para a dispensa.o menino e pequeno de mas para ajudar,então vou eu mesma buscar a escada não peço ajuda dos outros criados pos cada um esta fazendo as suas tarefas e essa e a minha.

Arrasto a escada para pôr o mas perto possível das janelas laterais,começo colocando cada cortina em seu devido lugar deixando por último a que sera posta perto da porta de entrada,já estou suada e suja de poeiras quando subo a escada para pôr a última cortina,não consigo alcançar o suporte para prender a cortina. - E ruim ser baixinha de mas!-penso enquanto fico na pontinha dos pés encima do ultimo degrau,tudo acontece muito rápido,a porta se abre com um estrondo o que me assusta me fazendo escorregar,tento me segurar mas minhas mãos só tocam o ar,antes que eu me esborrachasse no chão,mãos fortes me seguram junto a um peito musculoso somente cobertos por uma camisa branca de tecido fino aberta vários botões revelando a pele morena,olho para o rosto do meu salvador e dou de cara com os olhos mais verdes que já vi,e os lábios cheios e sensuais!o queixo masculo com a barba por fazer,volto a olhar em seus olhos e me perco nesse olhar. e já não sei quem sou ou porque estou nos braços dele!a única coisa que sei e que e desses braços não quero mas sair.sua voz profunda e suave me tira do meu devaneio.

- A srta esta bem?

A realidade bate em minha porta como a chuva que apaga o fogo deixando apenas fumaça,ele um nobre duque,eu uma criada,meu lugar não e em seus braços,e sim lavando, passando e ajudando nos serviços gerais.molly tem razão perco muito tempo almejando o impossível.

Com cuidado meus pés voltam ao chão, e sou obrigada a fazer um grande esforço para me erguer sobre as pernas trêmula,seus olhos verdes se voltam para meu rosto novamente e ele me pergunta mas uma vez:

- A srta está bem?

Apenas ascinto com a cabeça pos minha voz sumiu e não consigo encontra-la.

Nesse momento molly surge pelo corredor lateral me chamando,e quando o vê faz uma desajeitada reverência e me leva praticamente arrastando-me ate a cozinha,com a desculpa que precisa de minha ajuda na cozinha,não resisto e olho sob o ombro para ve-lo mas uma vez,mas ele se encontra de costas para mim dando ordens a alguns criados.

--Você ficou louca?meu Deus menina o que foi dessa vez?- diz molly com o rosto vermelho parecendo um tomate.

--Apenas um acidente!nada mas!eu cai enquanto colocava a ultima cortina perto da porta.

- Tome mas cuidado da próxima vez,nem toda vez terá alguém que a apanhe nos braços.

Não digo nada,apenas contínuo cortando as cebolas que já começam me fazer chorar,um bom tempo depois que o almoço já esta pronto e sendo servido vou examinar se a cortina que causou o acidente ainda esta no chão esperando para ser colocada,para minha surpresa Matthew já colocou a cortina em seu devido lugar.

Enquanto vou caminhando de volta aos afazeres meus pensamentos me levam de volta ao acontecimentos de minha vida,levo uma vida não totalmente solitária pos tenha alguns amigos,como eu gostaria de ter mas momentos felizes para poder lembrar,as únicas coisas das quais eu lembro e de não ter o que comer juntamente com minha avó,morávamos em uma pequena palhoça caindo aos pedaços,a pior época era o inverno pos a chuva e o frio intenso eram um grande poblema alem da fome,mesmo assim os dias foram felize,conheci muito pouco minha mãe.

Capítulo 2 Capitulo 2

lembro-me de poucas coisas quando era pequena,minha avó sempre disse que ela era linda com seus cabelos loiros e grandes olhos azuis,- mas o destino a levou!deixando somente você de presente para mim!- dizia vovó.

Era a noite do meu 18 aniversário quando minha avó abriu o velho baú que pertencia a minha mãe e Me presenteou com um lindo vestido de seda vermelha,era uma peça muito fina e ainda conservada em bom estado, amei-o ainda mas por saber que pertenceu a minha mãe. - Seu pai deu a sua mãe de presente!não e lindo?- minha avó falou com a voz embargada pela emoção das lembranças,por mas que eu insistisse em saber quem era meu pai nunca recebi uma resposta concreta da parte de minha avó,a única coisa que ela sempre me dizia era:.

-Seu pai...um bom homem,apesar das adversidades da vida amou muito a sua mãe.

-- porque não o conheci?

- O destino e quem da as cartas,sua mãe quis que fosse assim.você o conhecera quando chegar a hora,não fique aflita,somente o que posso dizer e que ele era um nobre,o restante o tempo se encarregara.

Essa velha explicação não foi o suficiente,mas uma novidade havia.eu era filha de um nobre,mas a pergunta que nunca saiu da minha cabeça era:o que aconteceu com ele e com minha mae?o vestido que ganhei estava com alguns dos botões perdidos e resolvi ir caminhando ate a loja do outro lado da cidade compra-los com meus ultimos centavos antes do anoitecer,ponho o vestido uma velha sacola de pano e saio de casa,para quem já esta acostumado a andar a longas distâncias não e dificil ir a pe,o sol ainda está iluminando o céu quando saio mas já posso sentir o frio da noite em minha pele.

Quando chego a distante loja de botões as portas ainda estão abertas,apresso o passo e entro,mostro ao atendente o tipo de botão que preciso,e pequeno e dourado em formato de rosa,o homem avalia e diz que esse tipo de botão e de ouro e parece ter sido encomendado exlusivamente pos nunca viu botões como aqueles,ele despõe de uma seleção de botões mas baratos mas que nenhum se compara aos que restaram no lindo vestido.passo um bom tempo escolhendo-os e tentando encontrar pelo menos um que seja parecido,que não vejo o sol se por lá fora,acabo por escolher um pequeno em formato de flor que apesar de baratos só consigo comprar dois,o suficiente para o concerto.

Saio da loja e vejo que esta começando a chover,saio correndo em meio a fina chuva meus pulmões estão queimando pelo esforço de correr a longa distância sem parar e quando estou atravessando a rua a que me levará a minha humilde casa algo acontece rápido mas,e a ultima coisa que consigo ver vindo em minha direção e uma carruagem vindo em alta velocidade.o impacto,escuridão e mas nada.

Não sei como consigo levantar,tenho arranhões por todo o corpo e sangue escorre lentamente de um corte feio na minha cabeça,alem de uma dor insuportável nas costelas tento andar assim mesmo,não lembro quem sou ou de onde vim e muito menos o que aconteceu.apanho a sacola ensopada e suja que estava perto de mim no chão,e vou me arrastando sem direção a dor insuportáveis no abdômen estam me matando.devo ter quebrado alguma costela,estou com fome e frio,sigo andando em qualquer direção ate que a visto uma imponente mansão a minha frente,sei que não e o melhor lugar para pedir ajuda mas o cheiro da comida boa que vem no ar me leva ate lá,atravesso o jardim em um tempo que parece uma eternidade,a casa parece ter pouco movimento mas esta inclinada isso me leva a crer que certamente existe pessoas lá, escolho a direção reservada aos criados e Bato em uma porta de madeira que parece ser a ala de serviço,Bato uma,duas,três vezes já sem forças para ficar de pé,a porta abre com um rangido quando na minha frente surge uma mulher ruiva e rechonchuda com uma colher de pau na mão,ela me olha com seu olhar gentil e amoroso quando peço a ela ajuda e um pouco de comida.ela me leva para dentro do lugar me sentar em uma cadeira,solto um gemido quando ela toca em minhas costelas quebradas.

- Ho me Deus!você esta muito machucada.- diz ela.

Não tenho mas forças para nada,ate minha fome passou,a última coisa que vejo e um garoto alto e ruivo igual a mulher gentil com a colher na mão,ele me ergue nos braços antes de eu apagar e só restar escuridão.

- E é assim que tudo começa!

Depois dos pensamentos que tive a saudade de minha avó me apertou o peito de uma forma dolorosa,a ultima vez que a vi foi depois de seis meses após o acidente com a carruagem a um ano atraz.quando me recuperei das costelas quebradas e de uma perca de memória,foi procura-la em nossa pequena casa e não encontrei,perguntei a algumas pessoas que a conheciam e a noticia que recebi deixou-me em desespero,a noite do acidente ela tinha saido em meio a chuva a minha procura,apos esse dia ficou resfriada e doente,não mas teve forças para se reerguer,e faleceu a cinco meses depois.

Lágrimas molham meu rosto,as enxugo com as mãos e vou ate meu quartinho no final do corredor reservado aos criados,abro a porta e entro sentando assim em minha pequena cama,o quarto e simples,com paredes nuas,despidas de qualquer decoração com uma pequena e velha cômoda onde guardo os poucos objetos que possuo,nada de valor material mas de inestimável valor sentimental.uma poída e velha colcha de retalhos que pertencia a minha avó,e o vestido de minha mãe que continua lindo e brilhante como se estivesse novo.coloco o vestido em minha frente olhando em um pequeno espelho e vejo que agora ficaria bem em mim,muito melhor do a a um ano atraz quando eu estava muito magra e desidratada,graças a excelente comida de molly recuperei minhas forças.

- Como gostaria de poder um dia usa-lo!- penso olhando minha imagem.

Capítulo 3 Capitulo 3

- Como gostaria de poder um dia usa-lo!- penso olhando minha imagem refletida no espelho,pele branca,olhos grandes e muito azuis em contraste com os cabelos loiros levemente ondulados.- minha avo sempre dizia que tinha a beleza de minha mae,a mesma estrutura os mesmos olhos azuis e o cabelo loiro guardo o vestido desistindo de imaginar coisas impossíveis,nunca terei a oportunidade de ir a um baile.não indo a um baile não terei a oportunidade de usar o lindo vestido de minha mãe,guardo tudo em seu devido lugar e volto ao meu pequeno mundo de serviços onde roupas sujas,louças e etc...me esperam.

Vou andando com os braços cheios de roupas que pertencem a Alexandre Griffiths o duque,seu cheiro em suas peças de roupa e divino e não posso evitar que meus pensamentos me levem a uma direção perigosa e impossível.como diz molly,começo a lava-las com todo o cuidado pos são roupas de tecido fino e muito caro,termino de lavar as peças e as estendo ao sol para seca-las.quando termino meus afazeres já e quase noite,aproveito e vou tomar um bom banho para me limpar da sujeira do trabalho do dia,carrego água de fora para dentro de meu quartinho,dou varias voltas indo e vindo,na última volta com o balde cheio eu o vejo na sacada acima,esta deslumbrante como sempre,camisa branca desabotoada ate a metade dos botões de um jeito pecaminoso para meus olhos que não conseguem parar de adimira-lo,seu olhar parece perdido no horizonte,ate uma mulher bem vestida em um vestido verde musgo surge de dentro da casa,vindo por traz ela o abraça aproveitando para enfiar a mão por dentro de sua camisa tocando-o intimamente,meu coração aperta e sei que devo parar de olha-los,mas simplesmente não consigo desviar o olhar.ele sorri para ela beijando-a nos lábios logo em seguida para então leva-la para dentro,ela solta gritinhos animados quando ele sussurra algo em seu ouvido,ela e uma das muitas mulheres que se dizem pertencer a alta sociedade londrina e que visitam frequentemente mansão londrina do duque.

Meu coração mucha com a cena que se desenrola a minha frente,e retorno com o balde cheio de agua para dentro de meu quarto despejando tudo com forca de mas dentro da banheira,retiro a roupa suja e solto os cabelos que descem em camadas pelas minhas costas,e entro na agua fria que cobre meu corpo nu como um lençol de seda.fico submersa na agua por alguns instantes tentando esquecer o que vi,não posso negar que desejava ardentemente esta no lugar desta mulher que esta com ele neste momento,sentir suas mãos fortes envolverem meu corpo como fez quando cai em seus braços,não sou tão ingênua para não saber o que acontece entre um homem e uma mulher,vi varias vezes como os animais fazem,o que em meu ver parece ser doloroso e nada prazeroso para a fêmea,- Nunca entendi porque as mulheres fazem isso se e tao doloroso!- penso.lavo meus cabelos e meu corpo e saio da agua com a mente trabalhando a mil e uma pequena dorzinha no abdômen que não sei distinguir de onde surgiu.

Saio de traz de meu velho biombo,e me visto com minha camisola poída e fina devido a velhice,penteia os cabelos e deito sobre a cama desfrutando da sensação de descansar os músculos cansados de um dia inteiro de trabalho,mas o sono tão esperado não vem,me vejo mudando de posição constantemente.- tenho que me esforçar para esquece-lo,não há futuro feliz para nos!-aliás não há futuro algum para nos.ele nem sabe que eu existo,ou se souber me descreverá como uma das muitas pessoas de sua longa lista de criados.pos e o que sou,!alem de ser uma garota que ainda não percebeu que contos de fadas não existem e que nobres não se casam com plebéias, como molly diz.ele com certeza ira se casar com uma linda moça rica de seu ciclo social que lhe dará lindos filhindos de cabelos negros e brilhantes olhos verdes,além de alimentar falsas esperanças com uma vida feliz ao lado de um duque,estou começando a ficar louca.não consigo parar de pensar durante o dia e a noite já não tenho sono e minha mente vaga novamente na direção errada mesmo que eu nao queira,luto para pensar em outras coisas mas e totalmente impossível.

Quando consigo pegar no sono,sonho com um lindo baile de máscaras,onde um elegante cavalheiro vestido de preto vem em minha direção e me tira para dançar,ele também usa máscara negra que cobre parte de seu rosto que parece esta sempre nas sombras dificultando assim seu reconhecimento,levanto a cabeça lentamente para olha-lo mas uma vez e levo um susto ao ver olhos verdes como esmeralda que me fitam de volta de uma maneira penetrante,esses olhos....eu poderia reconhece-los em qualquer lugar.

Acordo sobressaltada,o calor me sufocando,o cabelo colado ao rosto de uma maneira desconfortável sem falar da inebriante sensação de que olhos muito verdes que me seguem onde quer que eu vá,retiro alguns fios de cabelos que ainda permanecem grudados em meu rosto e levanto de minha cama,tomo um copo de água e passo um pouco de água em meu rosto,o enxugo com uma pequena toalha branca e volto a me deitar olhando no velho relógio que tenho guardado vejo que são exatamente 12:30,suspiro alto levantando um dos abraços coloco-o por cima dos olhos.ainda posso ouvir o som da orquestra tocando a valsa na qual eu estava dançando com o misterioso cavalheiro vestido de preto com incríveis olhos verdes por traz da máscara.

- Meu Deus!não acredito que vou perder o sono por causa de um sonho!- digo em voz alta!tento dormi mas não consigo,olho no relógio mas uma vez e já passa das 1:15 da manhã,fico fitando o teto por muito tempo ate consegui pegar no sono novamente,agora sem sonhos,quando acordo antes das cinco tenho bastante trabalho a fazer,meu corpo protesta ao me levantar da cama que hoje parece mas convidativa do que nunca,me esforço o bastante e consigo arrastar meu corpo sonolento para fora do quarto.me arrumo,coloco o vestido preto e o avental branco,saio em direção a cozinha.

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