Carolina narrando
Eu simplesmente perdi tudo, perdi o meu pai antes mesmo de conhecer ele. Fui criado pela minha mãe e pelo meu tio, mas aí simplesmente levaram meu tio Erick de mim, me enganaram, eu me apaixonei e simplesmente mataram o meu tio.
Eu jurei matar cada um deles, cada um que estava aquele dia na aquele maldito morro e eu iria cumprir a minha promessa, nem que isso fosse a última coisa que eu fizesse na minha vida.
- Delegada Carolina - Policial Otávio me chama
- Fala - Eu falo para ele
- Aqui está o histórico do Lucas dono do Alemão conhecido como LK - Ele fala entregando os envelopes - Pedro Henrique conhecido como PH dono da Santa Marta - Conheço muito bem - Junior Nunes o JN dono do morro da babilônia - Seguro o envelope - Thiago conhecido como TH dono do morro da rocinha e Luiz dono do morro da Vidigal.
- Aqui tem tudo? - Eu falo
- Todas as informações que você precisa - Ele fala, e eu sorrio de lado para ele.
Pego os envelopes e a minha xícara de café e saio andando até a minha sala. Eu era a única mulher aqui dentro e liderava esse bando de homem imundos e nojentos que só faltava me comer com os olhos.
Abro o meu Instagram e lá estava várias notificoes da Tânia,no caso a minha mãe. Eu não julgava ela por ser do jeito que ela é, ela era assim, era o jeito dela e com o tempo eu aprendi a respeitar.
Ligo o meu notebook e lá estava uma foto minha e do meu tio,ele era tudo para mim, o jeito que eu perdi ele , foi horrível. Eu o amava de mais.
O pior de tudo foi ter sido usada como isca , ele subiu aquele morro para me tirar de lá, e acabou morto, porque ele só queria me proteger e me tirar de lá em segurança.
Abro o envelope do PH e fico encarando a sua foto.
- porque você me enganou em? - Eu falo olhando a sua foto - Eu acreditei em você.
Eu sempre fui uma menina que acreditava em príncipe encantados, que eu ia arrumar alguém que me amasse e me respeitasse, ele parecia ser tudo isso, mesmo sabendo quem ele era eu me arrisquei por esse amor, e me ferrei, tudo não passava de um mero teatro da parte dele. Ele nunca sentiu nada por mim, nada mesmo.
Abro o envelope do LK, mas não era ele o meu alvo principal, era o filho dele, mas Bernardo parecia que não existia mais, não achava e nem encontrava nada sobre ele por aí.
(..)
Eu tinha voltado a morar na casa do meu tio Erick, depois que eu reformei tinha ficado melhor, mas as lembranças dele estava por todo lado.
Ele não era só o meu tio, ele era meu pai e meu melhor amigo, com ele Eu poderia contar sempre. Eu sei que ele não era uma pessoa boa, mas , ele era a melhor pessoa para mim.
Lk narrando
- Vem cá Betina - Eu falo e ela vem correndo em minha direção - Não pode correr na minha frente, tem que me esperar e você também Eduardo.
- Tá bom vô - Eduardo fala
- Já falei que não é para me chamar de vô - Eu falo para ele
- mas você é meu vô - Ele fala
- Quem disse? - Eu falo - Tu tava jogado aí no canto e aí eu resolvi te levar para tomar sorvete.
- Aí não - Eduardo fala colocando a mão na cabeça e balançando ela e eu começo a rir.
Sentamos na sorveteria e logo Ana chegou com Micael e pediram o sorvete e sentamos todos em uma mesa só. As crianças eram o futuro do nosso Brasil e se dependesse delas , não ia sobrar nem terra para contar história.
- Essas cria são piores que terroristas - Eu falo
- Filhos e netos de quem? - Ana fala rindo
- Que ousadia garota - Eu falo para ela rindo
Depois de devolver as crias ao seus receptivos pais, eu entro dentro do quarto a onde a Lua tava se arrumando.
- Você tá linda - Eu falo para ela
- Obrigada - Ela diz com um sorriso no rosto - Acabei de falar com Gabriel, ele falou que Murilo está impossível.
- Não falaram quando volta para o Brasil? - Eu pergunto
- Sem data - Eu falo - Doi muito ficar longe deles, Eu queria todos aqui juntos comigo.
- É a vida meu amor - Eu falo abrindo o guarda roupa e escolhendo uma roupa - Nos fazemos os filhos para o mundo.
- Ainda bem que temos um ao outro - Ela diz - Não sei oque seria da minha vida sem você.
- A minha também - Eu falo abraçando ela - Já tomou banho?
- Não está sentindo que estou cheirosa - Ela fala em um tom irônico.
- Safada - Falo apertando a sua bunda.
Ela começa a rir e eu largo o meu celular e a arma no criado mudo e vou para o banheiro.
- Quem é Beatriz? - Ela grita do quarto e entra que nem furacão no banheiro - Lucas quem é Beatriz?
- Beatriz? - Eu pergunto
- Beatriz com quem você marcou de se exercitar amanhã às 16h? - Ela fala e eu encaro ela sem entender.
- Tu tá louca mulher? - Eu falo para epa
- Tá aqui a porcaria da notificação - Ela fala - Lucas não esqueça o nosso compromisso, amanhã às 16h para praticar exercícios, Beatriz.
Pego o celular da mão dela e quando vejo oque era começo a gargalhar e ela começa a me bater sem parar.
- Calma mulher - Eu falo para ela - É um aplicativo maluca, que a Betina instalou no meu celular, olha aqui - Entrego o celular para ela e ela olha e me encara e eu começo a rir sem parar, a minha barriga doia de tanto rir.
Ela me encara e joga o celular encima da pia, Eu saio do banho e ela estava sentada na cama com a cara fechada. Minha vontade era rir muito, mas e o medo de morrer? Bom, era maior.
Bernardo narrando
Muitas coisas mudou desde que eu assumi o morro. Eduardo já estava enorme, meu casamento com a Alexya andava muito bem, e sou grato por tudo isso.
Continuei comandando com a mesma essência do meu pai, com as mesmas regras, até porque era meu espelho a onde eu me espelhava para comandar tudo isso, que não era nada fácil. As vezes me irritava, me extressava e pensava, será que dou conta? Aí ele tá ali do meu lado dizendo que sim, vai, você consegue.
- Aqui - Alex entra na boca me entregando um envelope - Algumas informações da garota.
Começo a ler uma pequena descrição que mandei fazer sobre a Carolina, era uma pena que ela achasse que nos era o errado da história, sendo que o errado sempre foi o tio dela.
- Falta quanto tempo? - Alex pergunta
- Algumas semanas - Eu respondo - Henrique já providenciou a carga mínima para enganar ela e a carga máxima.
- Vai tentar encurrala ela mesmo? - Ele pergunta
- Ela e quem tiver com ela - Ele assente
- E mabrox? - Ele pergunta
- Deixamos para depois ele não tá incomodando agora - Eu falo
Mabrox Era o chef de uma facção de São Paulo tava querendo invadir os morros do Rio de Janeiro e já tinha mandado o seu recado para nós,mas e claro que não iria perder tempo respondendo, quando ele viesse iria apenas meter bala nele.
- Eduardo - Alexya chamava ele pela casa Quando entro - Pensei que iria chegar mais tarde.
- Já resolvi oque tinha que resolver na boca - Eu falo para ela
- Eduardo se escondeu de novo - Ela fala - Essa casa É enorme e ele ainda quer brincar de esconde esconde - Começo a rir.
Eduardo era terrivel, Conserteza ele tava me dando mais dor de cabeça do que eu devo ter dado para o meu e para a minha mãe, mas ele era uma criança ainda e não tinha nem quatro anos ainda.
- Marina ligou convidando para o aniversário do Fabinho - Alexya fala
- quando? - Eu pergunto
- Domingo - Ela responde
- Nós vamos claro - Eu falo para ela que assente com a cabeça.
- Você parece tenso Bernardo - Ela fala - Tá tudo bem?
- Só preocupado com algumas coisas ai - Eu falo - Fica tranquila - Dou um beijo na sua boca.
Alexya me entendia como ninguém, realmente eu estava preocupado com tudo que tava acontecendo. Era muita ameaça junto e se resolve atacar todo mundo junto ia ser ruim para o nosso lado.
Ph narrando
- Você deveria esquecer essa garota - Raul fala
- Não amola - Eu falo
Raul era o sub do meu morro, Um dos meus melhores amigos depois do JN, mas enchia o saco de mais cara. Desde que eu descobri que a Carolina voltou para o Brasil eu estou de olho nela sem ninguém saber, fiz de surpreso quando TH,JN e LK falaram que ela tinha voltado para o Brasil como delegada.
Ela sumiu durante alguns anos, a onde ela estava e oque estava fazendo eu não faço ideia, mas agora eu descobri que ela voltou para o Rio.
Paro o meu carro na frente do seu prédio e eu vejo a mesma saindo do prédio dela para correr, ela continuava linda, ela sempre foi maravilhosa.
Meu telefone toca e era meu pai Samuel ligando, desligo o telefone e jogo dentro do porta luva, quando ela se distancia de mim, Vou seguindo ela devagar com o carro, passo por ela e estacionou em um beco, já era noite e as ruas estão escura. Fico cuidando quando ela se aproxima, olho para os lados vendo que não tinha ninguém e quando ela passa por mim, agarro seu braço pressionando ela contra uma parede a onde ninguém iria ver.
- Me larga - Ela fala se debatendo - Eu sou policial seu desgraçado.
- Oi Carol - Eu falo para ela e ela para me encarando.
- Pedro - Ela fala engolindo seco - Me larga seu desgraçado, você quer oque me matar?
- Eu não estou aqui para te matar - Eu falo para ela.
- Você quer me enganar de novo? - Ela pergunta olhando nos meus olhos.
- Você continua linda - Eu falo para ela que me encarava.
- Me larga Pedro - Eu falo - Ou você vai me levar para aquela imundícia de favela e me trancar lá?
- Vontade não falta princesa - Eu falo para ela - Relembrar os velhos tempos, ou vai dizer que você não sente saudades?
- Me larga - Ela fala
- Diz Carol que você não sente saudades - Eu falo olhando para ela a mesma abre a boca e eu selo os nossos lábios em um beijo.
Ela se debate por inteiro mas sede o beijo, quando eu paro o beijo ela me empurra.
- Nunca mais faça isso - ela fala furiosa - Você e um idiota, eu te odeio Pedro,te odeio.
- Não é oque o seu beijo disse - Eu falo para ela
- Eu vou prender você é todos os seus amigos - Ela fala antes de sair correndo.
Ela ainda estava na minha só não queria admitir por orgulho e por desejo de vingança.
Carolina narrando
Assim que entro na delegacia pego o meu copo de café e sento na mesa, quando fecho os olhos a imagem do Pedro me olhando vem na minha cabeça.
- desgraçado - Eu Susurro para mim mesmo.
Ele tava me seguindo?Ele estava de olho em mim? Oque eu poderia esperar de uma pessoa que nem ele?
- Delegada Carolina - Alexandre bate na porta
- Entra - Eu respondo
- Aqui tá o nome de alguns dos homens que fazem parte do comando do morro do alemão e do Santa Marta - Ele fala
- O nome do Bernardo está no meio? - Eu pergunto
- Não - Ele fala
- Mas também consegui encontrar uma outra informação - Ele fala
- Qual? - Eu pergunto
- Um traficante chamado vulgo Mabrox se sabe pouco sobre ele - Ele fala - Ele é de São Paulo e quer conquistar os morros do Rio de Janeiro.
- Guerra de facção? - Eu pergunto e ele assente - quero todas as informações possíveis sobre esse Mabrox, nome verdadeiro, a onde ele pretende ficar lá, casado ou não, filhos até o tamanho do pé dele.
- Pode deixar - Alexandre fala
- Obrigada é só isso? - Ele assente saindo da sala.
Eu já tinha o dia e o horário da carga deles que iam chegar e agora também tinha informações sobre uma futura guerra de facção, oque seria fácil para que eu consiga entrar e derrubar cada um deles.
- Carolina? - Uma voz conhecida soa no mesmo ambiente que eu estava, olho para trás vendo Gustavo , Um antigo conhecido de Portugual.
- Gustavo - Eu falo comprimentando ele - Que bom te ver por aqui.
- Fiquei sabendo que virou delegada - Ele fala
- É sim - Eu falo - E Você oque faz no Brasil?
- Fui transferido para cá - Ele fala - Ministro da segurança.
- Nossa parabéns - Eu falo para ele
- Você está saindo? - Ele pergunta
- Estou sim - Eu falo
- Vamos jantar? - Ele fala - Faz tempo que não veio para o Rio mas conheço um restaurante bom por aqui.
- Vai ser uma honra - Eu falo sorrindo para ele. - Você veio sozinho?
- Meu primo Jhony veio comigo - Ele fala - Quer encontrar uma garota que ele sabe apenas o primeiro nome.
- Como é o nome você sabe? - Eu pergunto
- Caren - Ele fala parecendo pensativo - Carina ou Catarina uma coisa assim. - Ele fala abrindo a porta do carro.
Gustavo era o tipo de cara certinho, que toda mulher gostaria de ter ao lado. Nos ficamos algumas vezes, mas confesso que não rolava clima entre nós como rolava.... enfim, ele era maravilhoso, o sonho de qualquer uma e levaria qualquer mulher à loucura. Mas não sei porque eu enchergo ele apenas como mais um no meio de milhões, mas a sua companhia me fazia bem e no momento era isso que importa. Eu precisava de pessoas que me fizesse bem.
- Então você voltou para vingar a mortedo seu tio e do seu pai? - Ele pergunta
- Sim - Eu respondo - Eu prometi no dia da morte do meu tio que iria acabar com cada um deles.
- Quem são.mesmo? - Ele pergunta
- LK do alemão, TH da rocinha, JN da babilonia, PH da Santa Marta e Luiz do Vidigal - Eu falo
- Se quiser ajudar estou aí - Ele fala
- Obrigada mas é uma coisa minha não quero meter ninguém - Ele assente sorrindo.
Catarina narrando
Fazia pouco tempo que voltei para o Brasil, e claro que em Portugual deixei um pedaço do meu coração. Eu não tinha dado muitas informações para Jhony , apenas o meu nome e que morava no rio, até porque ele era primo de policial, e eu era filha de traficante.
- É esse o garoto? - Alexya pergunta
- Como é o nome dele? - Gabriela pergunta
- Jhony - Eu respondo
- Que Mike não me escute - AnaLu fala - Mas ele é lindo mesmo.
- Fico com JN mas ele é lindo mesmo - Mari fala rindo
- E Você não deu o telefone para ele? Nenhuma informação? - AnaLu pergunta
- Não gente - Eu falo - Esqueceu de quem eu sou filha? - Eu pergunto - Ele é primo de policial não sei oque lá da segurança, imagina.
- É perigoso - Mari fala
- Ele não deveria nem saber quem era você - Gabriela fala - Deveria ter se jogado nesse amor bandido. - Começamos a rir.
- Mas gente ele é muito lindo, vocês não tem noção que homem é aquele - Eu falo rindo
- Ela até parece que um dia foi santinha - Alexya diz rindo
Ficamos ali jogando conversa fora por um bom tempo.
- Você não vai morar na rocinha? - Gabriela pergunta
- Não - Eu respondo - Aluguei um ape em copa cabana.
- Tô louca para sair da aqui também - Gabriela fala
- Porque você não vai morar comigo? - Eu pergunto para ela
- Vão colocar é fogo no apartamento - Mari fala rindo
- Será? - Gabi pergunta
- É claro sua doida,perto da tua faculdade - Eu falo
- Parece uma ideia ótima gente - Alexya fala - Fica mais perto para você mesmo Gabi.
- Pensando nessa parte - Ela fala
- Bora se mudar Gabriela - Eu falo rindo
Depois de convencer Gabriela de ir morar comigo, Fico até feliz porque assim não iria ficar sozinha na aquele apartamento gigante. Não foi difícil para convencer Gabriela e Laura a deixarem ela ir morar comigo, e no outro dia ela já iria se mudar.
Gabriel narrando
- Voltar para o Brasil? - Laura pergunta
- Meu pai ligou dizendo que a minha mãe tá sentindo muito a nossa falta - Eu falo para ela
- Daqui três semanas ? - Laura fala - Vai dar tempo de eu resolver minhas coisas e vamos.
- Pode ser - Eu falo - Vou comprar as passagens, Ok?
- Tudo bem - Ela fala
- Ficamos uma semana e voltamos - Ela me encara
- Pensei que iria querer ficar mais - Ela fala
- Tenho as minhas coisas para resolver aqui também - Eu falo para ela
- Você que sabe - Ela fala - Vou arrumar o nosso pequeno.
- Qualquer coisa me chama - Eu falo e ela assente.
Laura mudou muito, muito mesmo, nem conseguia mais enxergar aquela garota fresca de antigamente.
No outro dia chego no escritório da máfia e encontro Henrique e Greco conversando.
- Vai para o Rio? - Henrique pergunta
- Vou daqui três semanas - Eu falo
- Não precida comprar passagem não - Greco fala - Estamos indo para lá também.
- Aconteceu algo? - Eu pergunto
- Vamos levar um carregamento lá pro teu irmão Bernardo é pro JN - Henrique fala
- Vão levar pessoalmente porque? - Eu pergunto
- Tem um cheiro de treta por aí - Greco fala - Fica tranquilo não é nada de mais.
Se meu pai descobrisse que Bernardo e Junjro estão fazendo negócio com o Henrique ele iria enlouquecer e pirar o cabeção dele, já tava era cheirando treta que ia rolar assim que chegar no Brasil.
Ph narrando
Eu ainda acredito que a Carolina gostava de mim, garota fudida que não saia da minha cabeça.
- Nós vamos encurrala eles todos - Bernardo fala
- Vai ser fácil - Junior diz
- Vamos mandar todos os nossos homens pelas laterais - LK fala - Assim eles vão ser pegos de surpresa.
- Vão ser poucos policiais - Eu falo - Poucos para nosso exército.
- Precisamos garantir que vamos sair todos vivos - H fala
- Não podemos perder nenhum homem - TH avisa
- Se alguém ficar para trás, Nos precisamos voltar e buscar, entendido? - LK fala e assentimos todos com a cabeça.
Querendo ou não, LK se tornava um grande líder para todos nós. E todos nós respeitava ele como um.
- Vamos tentar não matar ela na hora - Eu falo e eles me encara - Só vou pedir isso.
- Tudo bem - Bernardo fala
- Mas você sabe que - JN fala me encarando - Tu sabe né?
- Sei sim gente - Eu falo - Só preciso ter uma última conversa com ela.
Jn me encara com uma cara que sabe de tudo que aconteceu, o bicho era esperto e deve saber que eu fui atrás dela.
- Mabrox alguma notícia? - TH pergunta
- Eu tive - JN fala - Ele tá no rio.
- Como tu sabe? - Bernardo pergunta
- Meu informante da polícia falou que ele sumiu de SP , então ele tá aqui - Ele diz
- O foda e não saber a identidade desse desgraçado - LK fala
- Se ele tá no rio ele vai querer atacar? - Luiz pergunta
- Claro que sim - RF fala
- Por isso é bom redobrar a segurança de todos os morros -LK fala - Com o caminho que fizemos para ligar um morro ao outro e mais fácil para nós se ajudar entre nós.
- Qualquer movimento diferente nos já ficamos de olho - Bernardo fala
O telefone de JN toca e ele astende se afastando e pelo jeito era Mariana porque ele até abaixou o tom de voz.
- Mandado da porra - Eu falo rindo e eles riem também.
- Preciso vazar - Ele fala - Patroa tá ligando atrás.
- Tá te tirando o coro em - Bernardo fala rindo
- Tá com umas paranoia aí de sempre - Ele fala rindo - Qualquer coisa me avise ou avise RF - Assentimos.
Ele sai de dentro da sala deixando apenas nos ali, começamos a organizar os últimos detalhes. Agora falta pouco apenas três semanas.