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RIO DE JANEIRO - NO MORRO DO ALEMÃO 3

RIO DE JANEIRO - NO MORRO DO ALEMÃO 3

Autor:: Palomakemm
Gênero: Outras
Uma cidade maravilhosa que tem estampada a alegria de quem mora lá e os riscos também! Agora seria hora do Bernardo mostrar que pode sim comandar o morro no lugar do seu pai!! ORDEM DOS LIVROS RIO DE JANEIRO -NO MORRO DO ALEMÃO 1 RIO DE JANEIRO - NO MORRO DO ALEMÃO 2 RIO DE JANEIRO (NO MORRO DO ALEMÃO 3)

Capítulo 1 01

Carolina narrando

Eu simplesmente perdi tudo, perdi o meu pai antes mesmo de conhecer ele. Fui criado pela minha mãe e pelo meu tio, mas aí simplesmente levaram meu tio Erick de mim, me enganaram, eu me apaixonei e simplesmente mataram o meu tio.

Eu jurei matar cada um deles, cada um que estava aquele dia na aquele maldito morro e eu iria cumprir a minha promessa, nem que isso fosse a última coisa que eu fizesse na minha vida.

- Delegada Carolina - Policial Otávio me chama

- Fala - Eu falo para ele

- Aqui está o histórico do Lucas dono do Alemão conhecido como LK - Ele fala entregando os envelopes - Pedro Henrique conhecido como PH dono da Santa Marta - Conheço muito bem - Junior Nunes o JN dono do morro da babilônia - Seguro o envelope - Thiago conhecido como TH dono do morro da rocinha e Luiz dono do morro da Vidigal.

- Aqui tem tudo? - Eu falo

- Todas as informações que você precisa - Ele fala, e eu sorrio de lado para ele.

Pego os envelopes e a minha xícara de café e saio andando até a minha sala. Eu era a única mulher aqui dentro e liderava esse bando de homem imundos e nojentos que só faltava me comer com os olhos.

Abro o meu Instagram e lá estava várias notificoes da Tânia,no caso a minha mãe. Eu não julgava ela por ser do jeito que ela é, ela era assim, era o jeito dela e com o tempo eu aprendi a respeitar.

Ligo o meu notebook e lá estava uma foto minha e do meu tio,ele era tudo para mim, o jeito que eu perdi ele , foi horrível. Eu o amava de mais.

O pior de tudo foi ter sido usada como isca , ele subiu aquele morro para me tirar de lá, e acabou morto, porque ele só queria me proteger e me tirar de lá em segurança.

Abro o envelope do PH e fico encarando a sua foto.

- porque você me enganou em? - Eu falo olhando a sua foto - Eu acreditei em você.

Eu sempre fui uma menina que acreditava em príncipe encantados, que eu ia arrumar alguém que me amasse e me respeitasse, ele parecia ser tudo isso, mesmo sabendo quem ele era eu me arrisquei por esse amor, e me ferrei, tudo não passava de um mero teatro da parte dele. Ele nunca sentiu nada por mim, nada mesmo.

Abro o envelope do LK, mas não era ele o meu alvo principal, era o filho dele, mas Bernardo parecia que não existia mais, não achava e nem encontrava nada sobre ele por aí.

(..)

Eu tinha voltado a morar na casa do meu tio Erick, depois que eu reformei tinha ficado melhor, mas as lembranças dele estava por todo lado.

Ele não era só o meu tio, ele era meu pai e meu melhor amigo, com ele Eu poderia contar sempre. Eu sei que ele não era uma pessoa boa, mas , ele era a melhor pessoa para mim.

Capítulo 2 02

Lk narrando

- Vem cá Betina - Eu falo e ela vem correndo em minha direção - Não pode correr na minha frente, tem que me esperar e você também Eduardo.

- Tá bom vô - Eduardo fala

- Já falei que não é para me chamar de vô - Eu falo para ele

- mas você é meu vô - Ele fala

- Quem disse? - Eu falo - Tu tava jogado aí no canto e aí eu resolvi te levar para tomar sorvete.

- Aí não - Eduardo fala colocando a mão na cabeça e balançando ela e eu começo a rir.

Sentamos na sorveteria e logo Ana chegou com Micael e pediram o sorvete e sentamos todos em uma mesa só. As crianças eram o futuro do nosso Brasil e se dependesse delas , não ia sobrar nem terra para contar história.

- Essas cria são piores que terroristas - Eu falo

- Filhos e netos de quem? - Ana fala rindo

- Que ousadia garota - Eu falo para ela rindo

Depois de devolver as crias ao seus receptivos pais, eu entro dentro do quarto a onde a Lua tava se arrumando.

- Você tá linda - Eu falo para ela

- Obrigada - Ela diz com um sorriso no rosto - Acabei de falar com Gabriel, ele falou que Murilo está impossível.

- Não falaram quando volta para o Brasil? - Eu pergunto

- Sem data - Eu falo - Doi muito ficar longe deles, Eu queria todos aqui juntos comigo.

- É a vida meu amor - Eu falo abrindo o guarda roupa e escolhendo uma roupa - Nos fazemos os filhos para o mundo.

- Ainda bem que temos um ao outro - Ela diz - Não sei oque seria da minha vida sem você.

- A minha também - Eu falo abraçando ela - Já tomou banho?

- Não está sentindo que estou cheirosa - Ela fala em um tom irônico.

- Safada - Falo apertando a sua bunda.

Ela começa a rir e eu largo o meu celular e a arma no criado mudo e vou para o banheiro.

- Quem é Beatriz? - Ela grita do quarto e entra que nem furacão no banheiro - Lucas quem é Beatriz?

- Beatriz? - Eu pergunto

- Beatriz com quem você marcou de se exercitar amanhã às 16h? - Ela fala e eu encaro ela sem entender.

- Tu tá louca mulher? - Eu falo para epa

- Tá aqui a porcaria da notificação - Ela fala - Lucas não esqueça o nosso compromisso, amanhã às 16h para praticar exercícios, Beatriz.

Pego o celular da mão dela e quando vejo oque era começo a gargalhar e ela começa a me bater sem parar.

- Calma mulher - Eu falo para ela - É um aplicativo maluca, que a Betina instalou no meu celular, olha aqui - Entrego o celular para ela e ela olha e me encara e eu começo a rir sem parar, a minha barriga doia de tanto rir.

Ela me encara e joga o celular encima da pia, Eu saio do banho e ela estava sentada na cama com a cara fechada. Minha vontade era rir muito, mas e o medo de morrer? Bom, era maior.

Bernardo narrando

Muitas coisas mudou desde que eu assumi o morro. Eduardo já estava enorme, meu casamento com a Alexya andava muito bem, e sou grato por tudo isso.

Continuei comandando com a mesma essência do meu pai, com as mesmas regras, até porque era meu espelho a onde eu me espelhava para comandar tudo isso, que não era nada fácil. As vezes me irritava, me extressava e pensava, será que dou conta? Aí ele tá ali do meu lado dizendo que sim, vai, você consegue.

- Aqui - Alex entra na boca me entregando um envelope - Algumas informações da garota.

Começo a ler uma pequena descrição que mandei fazer sobre a Carolina, era uma pena que ela achasse que nos era o errado da história, sendo que o errado sempre foi o tio dela.

- Falta quanto tempo? - Alex pergunta

- Algumas semanas - Eu respondo - Henrique já providenciou a carga mínima para enganar ela e a carga máxima.

- Vai tentar encurrala ela mesmo? - Ele pergunta

- Ela e quem tiver com ela - Ele assente

- E mabrox? - Ele pergunta

- Deixamos para depois ele não tá incomodando agora - Eu falo

Mabrox Era o chef de uma facção de São Paulo tava querendo invadir os morros do Rio de Janeiro e já tinha mandado o seu recado para nós,mas e claro que não iria perder tempo respondendo, quando ele viesse iria apenas meter bala nele.

- Eduardo - Alexya chamava ele pela casa Quando entro - Pensei que iria chegar mais tarde.

- Já resolvi oque tinha que resolver na boca - Eu falo para ela

- Eduardo se escondeu de novo - Ela fala - Essa casa É enorme e ele ainda quer brincar de esconde esconde - Começo a rir.

Eduardo era terrivel, Conserteza ele tava me dando mais dor de cabeça do que eu devo ter dado para o meu e para a minha mãe, mas ele era uma criança ainda e não tinha nem quatro anos ainda.

- Marina ligou convidando para o aniversário do Fabinho - Alexya fala

- quando? - Eu pergunto

- Domingo - Ela responde

- Nós vamos claro - Eu falo para ela que assente com a cabeça.

- Você parece tenso Bernardo - Ela fala - Tá tudo bem?

- Só preocupado com algumas coisas ai - Eu falo - Fica tranquila - Dou um beijo na sua boca.

Alexya me entendia como ninguém, realmente eu estava preocupado com tudo que tava acontecendo. Era muita ameaça junto e se resolve atacar todo mundo junto ia ser ruim para o nosso lado.

Ph narrando

- Você deveria esquecer essa garota - Raul fala

- Não amola - Eu falo

Raul era o sub do meu morro, Um dos meus melhores amigos depois do JN, mas enchia o saco de mais cara. Desde que eu descobri que a Carolina voltou para o Brasil eu estou de olho nela sem ninguém saber, fiz de surpreso quando TH,JN e LK falaram que ela tinha voltado para o Brasil como delegada.

Ela sumiu durante alguns anos, a onde ela estava e oque estava fazendo eu não faço ideia, mas agora eu descobri que ela voltou para o Rio.

Paro o meu carro na frente do seu prédio e eu vejo a mesma saindo do prédio dela para correr, ela continuava linda, ela sempre foi maravilhosa.

Meu telefone toca e era meu pai Samuel ligando, desligo o telefone e jogo dentro do porta luva, quando ela se distancia de mim, Vou seguindo ela devagar com o carro, passo por ela e estacionou em um beco, já era noite e as ruas estão escura. Fico cuidando quando ela se aproxima, olho para os lados vendo que não tinha ninguém e quando ela passa por mim, agarro seu braço pressionando ela contra uma parede a onde ninguém iria ver.

- Me larga - Ela fala se debatendo - Eu sou policial seu desgraçado.

- Oi Carol - Eu falo para ela e ela para me encarando.

- Pedro - Ela fala engolindo seco - Me larga seu desgraçado, você quer oque me matar?

- Eu não estou aqui para te matar - Eu falo para ela.

- Você quer me enganar de novo? - Ela pergunta olhando nos meus olhos.

- Você continua linda - Eu falo para ela que me encarava.

- Me larga Pedro - Eu falo - Ou você vai me levar para aquela imundícia de favela e me trancar lá?

- Vontade não falta princesa - Eu falo para ela - Relembrar os velhos tempos, ou vai dizer que você não sente saudades?

- Me larga - Ela fala

- Diz Carol que você não sente saudades - Eu falo olhando para ela a mesma abre a boca e eu selo os nossos lábios em um beijo.

Ela se debate por inteiro mas sede o beijo, quando eu paro o beijo ela me empurra.

- Nunca mais faça isso - ela fala furiosa - Você e um idiota, eu te odeio Pedro,te odeio.

- Não é oque o seu beijo disse - Eu falo para ela

- Eu vou prender você é todos os seus amigos - Ela fala antes de sair correndo.

Ela ainda estava na minha só não queria admitir por orgulho e por desejo de vingança.

Capítulo 3 03

Carolina narrando

Assim que entro na delegacia pego o meu copo de café e sento na mesa, quando fecho os olhos a imagem do Pedro me olhando vem na minha cabeça.

- desgraçado - Eu Susurro para mim mesmo.

Ele tava me seguindo?Ele estava de olho em mim? Oque eu poderia esperar de uma pessoa que nem ele?

- Delegada Carolina - Alexandre bate na porta

- Entra - Eu respondo

- Aqui tá o nome de alguns dos homens que fazem parte do comando do morro do alemão e do Santa Marta - Ele fala

- O nome do Bernardo está no meio? - Eu pergunto

- Não - Ele fala

- Mas também consegui encontrar uma outra informação - Ele fala

- Qual? - Eu pergunto

- Um traficante chamado vulgo Mabrox se sabe pouco sobre ele - Ele fala - Ele é de São Paulo e quer conquistar os morros do Rio de Janeiro.

- Guerra de facção? - Eu pergunto e ele assente - quero todas as informações possíveis sobre esse Mabrox, nome verdadeiro, a onde ele pretende ficar lá, casado ou não, filhos até o tamanho do pé dele.

- Pode deixar - Alexandre fala

- Obrigada é só isso? - Ele assente saindo da sala.

Eu já tinha o dia e o horário da carga deles que iam chegar e agora também tinha informações sobre uma futura guerra de facção, oque seria fácil para que eu consiga entrar e derrubar cada um deles.

- Carolina? - Uma voz conhecida soa no mesmo ambiente que eu estava, olho para trás vendo Gustavo , Um antigo conhecido de Portugual.

- Gustavo - Eu falo comprimentando ele - Que bom te ver por aqui.

- Fiquei sabendo que virou delegada - Ele fala

- É sim - Eu falo - E Você oque faz no Brasil?

- Fui transferido para cá - Ele fala - Ministro da segurança.

- Nossa parabéns - Eu falo para ele

- Você está saindo? - Ele pergunta

- Estou sim - Eu falo

- Vamos jantar? - Ele fala - Faz tempo que não veio para o Rio mas conheço um restaurante bom por aqui.

- Vai ser uma honra - Eu falo sorrindo para ele. - Você veio sozinho?

- Meu primo Jhony veio comigo - Ele fala - Quer encontrar uma garota que ele sabe apenas o primeiro nome.

- Como é o nome você sabe? - Eu pergunto

- Caren - Ele fala parecendo pensativo - Carina ou Catarina uma coisa assim. - Ele fala abrindo a porta do carro.

Gustavo era o tipo de cara certinho, que toda mulher gostaria de ter ao lado. Nos ficamos algumas vezes, mas confesso que não rolava clima entre nós como rolava.... enfim, ele era maravilhoso, o sonho de qualquer uma e levaria qualquer mulher à loucura. Mas não sei porque eu enchergo ele apenas como mais um no meio de milhões, mas a sua companhia me fazia bem e no momento era isso que importa. Eu precisava de pessoas que me fizesse bem.

- Então você voltou para vingar a mortedo seu tio e do seu pai? - Ele pergunta

- Sim - Eu respondo - Eu prometi no dia da morte do meu tio que iria acabar com cada um deles.

- Quem são.mesmo? - Ele pergunta

- LK do alemão, TH da rocinha, JN da babilonia, PH da Santa Marta e Luiz do Vidigal - Eu falo

- Se quiser ajudar estou aí - Ele fala

- Obrigada mas é uma coisa minha não quero meter ninguém - Ele assente sorrindo.

Catarina narrando

Fazia pouco tempo que voltei para o Brasil, e claro que em Portugual deixei um pedaço do meu coração. Eu não tinha dado muitas informações para Jhony , apenas o meu nome e que morava no rio, até porque ele era primo de policial, e eu era filha de traficante.

- É esse o garoto? - Alexya pergunta

- Como é o nome dele? - Gabriela pergunta

- Jhony - Eu respondo

- Que Mike não me escute - AnaLu fala - Mas ele é lindo mesmo.

- Fico com JN mas ele é lindo mesmo - Mari fala rindo

- E Você não deu o telefone para ele? Nenhuma informação? - AnaLu pergunta

- Não gente - Eu falo - Esqueceu de quem eu sou filha? - Eu pergunto - Ele é primo de policial não sei oque lá da segurança, imagina.

- É perigoso - Mari fala

- Ele não deveria nem saber quem era você - Gabriela fala - Deveria ter se jogado nesse amor bandido. - Começamos a rir.

- Mas gente ele é muito lindo, vocês não tem noção que homem é aquele - Eu falo rindo

- Ela até parece que um dia foi santinha - Alexya diz rindo

Ficamos ali jogando conversa fora por um bom tempo.

- Você não vai morar na rocinha? - Gabriela pergunta

- Não - Eu respondo - Aluguei um ape em copa cabana.

- Tô louca para sair da aqui também - Gabriela fala

- Porque você não vai morar comigo? - Eu pergunto para ela

- Vão colocar é fogo no apartamento - Mari fala rindo

- Será? - Gabi pergunta

- É claro sua doida,perto da tua faculdade - Eu falo

- Parece uma ideia ótima gente - Alexya fala - Fica mais perto para você mesmo Gabi.

- Pensando nessa parte - Ela fala

- Bora se mudar Gabriela - Eu falo rindo

Depois de convencer Gabriela de ir morar comigo, Fico até feliz porque assim não iria ficar sozinha na aquele apartamento gigante. Não foi difícil para convencer Gabriela e Laura a deixarem ela ir morar comigo, e no outro dia ela já iria se mudar.

Gabriel narrando

- Voltar para o Brasil? - Laura pergunta

- Meu pai ligou dizendo que a minha mãe tá sentindo muito a nossa falta - Eu falo para ela

- Daqui três semanas ? - Laura fala - Vai dar tempo de eu resolver minhas coisas e vamos.

- Pode ser - Eu falo - Vou comprar as passagens, Ok?

- Tudo bem - Ela fala

- Ficamos uma semana e voltamos - Ela me encara

- Pensei que iria querer ficar mais - Ela fala

- Tenho as minhas coisas para resolver aqui também - Eu falo para ela

- Você que sabe - Ela fala - Vou arrumar o nosso pequeno.

- Qualquer coisa me chama - Eu falo e ela assente.

Laura mudou muito, muito mesmo, nem conseguia mais enxergar aquela garota fresca de antigamente.

No outro dia chego no escritório da máfia e encontro Henrique e Greco conversando.

- Vai para o Rio? - Henrique pergunta

- Vou daqui três semanas - Eu falo

- Não precida comprar passagem não - Greco fala - Estamos indo para lá também.

- Aconteceu algo? - Eu pergunto

- Vamos levar um carregamento lá pro teu irmão Bernardo é pro JN - Henrique fala

- Vão levar pessoalmente porque? - Eu pergunto

- Tem um cheiro de treta por aí - Greco fala - Fica tranquilo não é nada de mais.

Se meu pai descobrisse que Bernardo e Junjro estão fazendo negócio com o Henrique ele iria enlouquecer e pirar o cabeção dele, já tava era cheirando treta que ia rolar assim que chegar no Brasil.

Ph narrando

Eu ainda acredito que a Carolina gostava de mim, garota fudida que não saia da minha cabeça.

- Nós vamos encurrala eles todos - Bernardo fala

- Vai ser fácil - Junior diz

- Vamos mandar todos os nossos homens pelas laterais - LK fala - Assim eles vão ser pegos de surpresa.

- Vão ser poucos policiais - Eu falo - Poucos para nosso exército.

- Precisamos garantir que vamos sair todos vivos - H fala

- Não podemos perder nenhum homem - TH avisa

- Se alguém ficar para trás, Nos precisamos voltar e buscar, entendido? - LK fala e assentimos todos com a cabeça.

Querendo ou não, LK se tornava um grande líder para todos nós. E todos nós respeitava ele como um.

- Vamos tentar não matar ela na hora - Eu falo e eles me encara - Só vou pedir isso.

- Tudo bem - Bernardo fala

- Mas você sabe que - JN fala me encarando - Tu sabe né?

- Sei sim gente - Eu falo - Só preciso ter uma última conversa com ela.

Jn me encara com uma cara que sabe de tudo que aconteceu, o bicho era esperto e deve saber que eu fui atrás dela.

- Mabrox alguma notícia? - TH pergunta

- Eu tive - JN fala - Ele tá no rio.

- Como tu sabe? - Bernardo pergunta

- Meu informante da polícia falou que ele sumiu de SP , então ele tá aqui - Ele diz

- O foda e não saber a identidade desse desgraçado - LK fala

- Se ele tá no rio ele vai querer atacar? - Luiz pergunta

- Claro que sim - RF fala

- Por isso é bom redobrar a segurança de todos os morros -LK fala - Com o caminho que fizemos para ligar um morro ao outro e mais fácil para nós se ajudar entre nós.

- Qualquer movimento diferente nos já ficamos de olho - Bernardo fala

O telefone de JN toca e ele astende se afastando e pelo jeito era Mariana porque ele até abaixou o tom de voz.

- Mandado da porra - Eu falo rindo e eles riem também.

- Preciso vazar - Ele fala - Patroa tá ligando atrás.

- Tá te tirando o coro em - Bernardo fala rindo

- Tá com umas paranoia aí de sempre - Ele fala rindo - Qualquer coisa me avise ou avise RF - Assentimos.

Ele sai de dentro da sala deixando apenas nos ali, começamos a organizar os últimos detalhes. Agora falta pouco apenas três semanas.

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