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Rejeitada Pelo Ex, Amada Pelo CEO

Rejeitada Pelo Ex, Amada Pelo CEO

Autor:: Astra
Gênero: Romance
No meu 18º aniversário, preparei um jantar especial, esperando que Leo, o meu namorado há cinco anos, finalmente me priorizasse. Mas ele chegou tarde e bêbado, desvalorizando o meu dia e chamando-me infantil, deixando claro que a sua ambição e o projeto com o Grupo Almeida eram as suas únicas prioridades. Na manhã seguinte, decidi que não aguentava mais ser um mero acessório na sua vida, e terminámos. Sozinha, sem emprego nem casa, encontrei apoio na minha amiga Clara, que me encorajou a lutar. Consegui uma entrevista no prestigiado Grupo Almeida, a mesma empresa que Leo idolatrava, e obtive o emprego dos meus sonhos. Mas o meu antigo mundo não me deixaria em paz. Leo, furioso pelo término, começou a assediar-me e a espalhar rumores infames, acusando-me de ter conseguido o trabalho de forma desonesta. Eu tinha sacrificado a minha carreira por ele, mudei-me para outra cidade pela sua causa, e agora ele ousava difamar-me? Como podia alguém que dizia lutar "pelo nosso futuro" ser tão cruel e egoísta? Na festa de celebração de uma parceria entre a sua empresa e o Grupo Almeida, Leo e a noiva de Ricardo Almeida, Sofia – com quem eu trabalhava num projeto complicado – uniram-se para me humilhar em público, chamando-me de "empregada" e revivendo o meu passado. Mas foi ali, no meio daquele silêncio constrangedor, que Ricardo Almeida, o CEO do grupo, fez algo inesperado. Pela primeira vez na vida, senti que algo estava prestes a mudar, para sempre.

Introdução

No meu 18º aniversário, preparei um jantar especial, esperando que Leo, o meu namorado há cinco anos, finalmente me priorizasse. Mas ele chegou tarde e bêbado, desvalorizando o meu dia e chamando-me infantil, deixando claro que a sua ambição e o projeto com o Grupo Almeida eram as suas únicas prioridades.

Na manhã seguinte, decidi que não aguentava mais ser um mero acessório na sua vida, e terminámos. Sozinha, sem emprego nem casa, encontrei apoio na minha amiga Clara, que me encorajou a lutar. Consegui uma entrevista no prestigiado Grupo Almeida, a mesma empresa que Leo idolatrava, e obtive o emprego dos meus sonhos.

Mas o meu antigo mundo não me deixaria em paz. Leo, furioso pelo término, começou a assediar-me e a espalhar rumores infames, acusando-me de ter conseguido o trabalho de forma desonesta. Eu tinha sacrificado a minha carreira por ele, mudei-me para outra cidade pela sua causa, e agora ele ousava difamar-me? Como podia alguém que dizia lutar "pelo nosso futuro" ser tão cruel e egoísta?

Na festa de celebração de uma parceria entre a sua empresa e o Grupo Almeida, Leo e a noiva de Ricardo Almeida, Sofia – com quem eu trabalhava num projeto complicado – uniram-se para me humilhar em público, chamando-me de "empregada" e revivendo o meu passado.

Mas foi ali, no meio daquele silêncio constrangedor, que Ricardo Almeida, o CEO do grupo, fez algo inesperado. Pela primeira vez na vida, senti que algo estava prestes a mudar, para sempre.

Capítulo 1

O telefone tocou incessantemente. Era o meu décimo oitavo aniversário, e eu estava sozinha na escuridão, à espera do meu namorado, Leo.

A televisão na parede transmitia as notícias da noite. Um famoso empresário, Ricardo Almeida, tinha acabado de anunciar o noivado com a sua namorada de infância, Sofia. As suas fotos preenchiam o ecrã, sorrindo felizes.

Eu não prestei muita atenção. O meu mundo estava focado apenas na porta.

Finalmente, a porta abriu-se. A luz do corredor entrou, desenhando uma longa sombra. Leo entrou, o cheiro a álcool a precedê-lo.

Ele atirou o casaco para o sofá e sentou-se, esfregando as têmporas.

"Leo, estás atrasado."

A minha voz era calma, mas o meu coração batia depressa.

"Tive uma reunião de negócios. Bebi um pouco."

Ele não olhou para mim. Pegou no controlo remoto e mudou de canal, parando num jogo de futebol.

"Eu fiz o jantar. É o meu aniversário."

Ele finalmente virou-se, os seus olhos a focarem-se em mim. Havia uma irritação neles que eu conhecia bem.

"Aniversário? Inês, achas que eu tenho tempo para estas coisas? A empresa está numa fase crítica. O projeto com o Grupo Almeida é a nossa única oportunidade."

"Mas tu prometeste."

"Promessas são para quando as coisas estão bem. Agora não estão. Podes parar de ser tão infantil?"

As suas palavras eram duras. Eu engoli em seco, a comida que preparei com tanto cuidado de repente pareceu-me amarga.

"Eu só queria passar algum tempo contigo."

"Tempo? Eu não tenho tempo! Estou a lutar pelo nosso futuro, e tu só te preocupas com um estúpido aniversário?"

Ele levantou-se, a sua voz a ecoar no pequeno apartamento.

"Se queres um futuro, talvez devesses ajudar em vez de te queixares."

Com isso, ele foi para o quarto e bateu a porta.

Fiquei sozinha na sala de estar, o som do jogo de futebol a preencher o silêncio. Olhei para a mesa de jantar, para os dois pratos a arrefecer. O bolo que comprei estava na caixa, intocado.

Este era o nosso "futuro". Um futuro onde eu estava sempre à espera, sempre a ser posta de lado por algo mais importante.

Sentei-me no escuro durante muito tempo. O meu telefone vibrou. Era uma mensagem da minha amiga, Clara.

"Feliz aniversário! Como está a correr a festa?"

Eu olhei para a mensagem, as lágrimas finalmente a escorrerem pelo meu rosto.

Digitei uma resposta.

"Acabou."

Capítulo 2

Na manhã seguinte, Leo saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. Ele vestiu o seu fato, a sua expressão séria e focada.

"Tenho uma reunião importante hoje. Não me esperes para jantar."

Ele disse isto enquanto ajustava a gravata em frente ao espelho, sem sequer me olhar.

Eu estava sentada à mesa da cozinha, a beber café. Não dormi a noite toda. A decisão tinha-se formado na minha mente, sólida e fria.

"Leo, temos de falar."

Ele suspirou, um som de pura exaustão.

"Inês, não tenho tempo para dramas agora."

"Não é um drama. É sobre nós. Eu quero terminar."

Ele parou o que estava a fazer e finalmente virou-se para mim. Havia surpresa nos seus olhos, seguida rapidamente por escárnio.

"Terminar? Estás a falar a sério? Por causa de ontem à noite?"

"Não é só por causa de ontem. É por tudo. Estou cansada de ser a última na tua lista de prioridades."

Ele riu, uma risada curta e sem humor.

"Prioridades? Inês, eu estou a construir um império para nós! Achas que o dinheiro cresce nas árvores? O projeto com o Almeida vai mudar as nossas vidas. E tu queres deitar tudo fora por causa de um sentimento ferido?"

"Não é um império para 'nós', Leo. É para ti. Eu sou apenas um acessório que tu guardas quando não precisas."

A sua cara endureceu.

"Não sejas ridícula. Tu sabes o quanto eu trabalhei. Sabes o quanto sacrifiquei."

"E eu? O que achas que eu tenho sacrificado? Eu desisti da minha carreira para te apoiar. Mudei-me para esta cidade por ti. A minha vida inteira gira em torno da tua agenda."

"Isso foi uma escolha tua!" ele gritou.

"Sim, foi. E agora estou a fazer outra escolha."

Peguei na minha mala, que já tinha feito durante a noite.

"Vou-me embora, Leo."

A sua raiva transformou-se em pânico. Ele agarrou o meu braço.

"Espera. Não podes fazer isto. Não agora. O contrato com o Almeida está quase assinado. Eu preciso de ti aqui. Preciso de estabilidade."

"Tu não precisas de mim. Tu precisas de silêncio. De alguém que não te incomode com 'necessidades' ou 'sentimentos'."

Puxei o meu braço, libertando-me do seu aperto.

"Acabou, Leo."

Saí do apartamento sem olhar para trás, deixando-o parado no meio da sala de estar, a sua cara uma máscara de choque e fúria.

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