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Renascida: O Arrependimento do Alfa e a Rainha da Serpente

Renascida: O Arrependimento do Alfa e a Rainha da Serpente

Autor:: Shi Hua Tu
Gênero: Lobisomem
Era a Cerimônia de Acasalamento, o dia mais importante para a nossa alcateia, mas para mim, parecia uma caminhada para o abatedouro. Eu estava parada no tapete de veludo, esperando Jacob, o herdeiro Alfa, me reivindicar. De repente, minha irmã mais nova, Bella, se jogou aos pés do Ancião, gritando que ela e Jacob estavam apaixonados. Jacob não negou. Ele olhou para mim com um cálculo frio, anunciou que a escolhia e rompeu publicamente nosso noivado. Na minha vida passada, essa traição me destruiu. Eu lutei para me casar com ele, apenas para me tornar uma "incubadora defeituosa" trancada em um quarto. Eu me lembrava dos hematomas que nunca cicatrizavam e do fogo que eventualmente me matou. Enquanto eu queimava até a morte, Jacob só se importava em salvar Bella. Agora, parada no mesmo lugar, a multidão zombava de mim como "mercadoria estragada". Meu pai zombou, apontando para o fundo da sala onde os clãs "inferiores" estavam, dizendo-me para escolher um rato ou uma cobra se eu quisesse ficar na Casa da Alcateia. Eles pensavam que estavam me arruinando. Eles não percebiam que estavam me entregando a chave da minha liberdade. Virei as costas para os lobos sorridentes e caminhei em direção ao canto mais escuro da sala. Lá estava Draco, o Rei Serpente, um homem que todos temiam e desprezavam. Ele foi o único que tentou atravessar as vigas em chamas para me salvar na minha vida passada. Parei na frente dele, ignorei os suspiros da multidão e estendi minha mão. - Eu escolho você.

Capítulo 1

Era a Cerimônia de Acasalamento, o dia mais importante para a nossa alcateia, mas para mim, parecia uma caminhada para o abatedouro. Eu estava parada no tapete de veludo, esperando Jacob, o herdeiro Alfa, me reivindicar.

De repente, minha irmã mais nova, Bella, se jogou aos pés do Ancião, gritando que ela e Jacob estavam apaixonados. Jacob não negou. Ele olhou para mim com um cálculo frio, anunciou que a escolhia e rompeu publicamente nosso noivado.

Na minha vida passada, essa traição me destruiu. Eu lutei para me casar com ele, apenas para me tornar uma "incubadora defeituosa" trancada em um quarto. Eu me lembrava dos hematomas que nunca cicatrizavam e do fogo que eventualmente me matou. Enquanto eu queimava até a morte, Jacob só se importava em salvar Bella.

Agora, parada no mesmo lugar, a multidão zombava de mim como "mercadoria estragada". Meu pai zombou, apontando para o fundo da sala onde os clãs "inferiores" estavam, dizendo-me para escolher um rato ou uma cobra se eu quisesse ficar na Casa da Alcateia.

Eles pensavam que estavam me arruinando. Eles não percebiam que estavam me entregando a chave da minha liberdade.

Virei as costas para os lobos sorridentes e caminhei em direção ao canto mais escuro da sala. Lá estava Draco, o Rei Serpente, um homem que todos temiam e desprezavam.

Ele foi o único que tentou atravessar as vigas em chamas para me salvar na minha vida passada.

Parei na frente dele, ignorei os suspiros da multidão e estendi minha mão.

- Eu escolho você.

Capítulo 1

Ponto de Vista da Clarice:

A Casa da Alcateia cheirava a um vestiário banhado em colônia barata e desespero. Era o dia da Cerimônia de Acasalamento, o evento do ano no nosso calendário, onde os lobos supostamente encontravam suas almas gêmeas.

Para mim, a sensação era de estar no corredor da morte.

Eu estava na ponta do tapete de veludo, com as mãos tremendo. Não de nervosismo, mas de uma agonia fantasma. Eu conhecia o roteiro. Jacob, o herdeiro Alfa da Lua de Prata, estava prestes a me reivindicar.

Na minha última vida, essa reivindicação foi minha sentença final. *Lembrei-me das portas trancadas, das marcas roxas na pele que nunca sumiam e da compreensão gelada de que, para ele, eu não passava de uma incubadora com defeito.*

- Pai, por favor!

Um grito estridente cortou o som dos tambores cerimoniais. A multidão prendeu a respiração. Olhei para cima, meu coração falhando uma batida.

Bella. Minha irmã mais nova. A galinha dos ovos de ouro da família.

Ela se jogou aos pés do Ancião Tomás, amassando seu vestido de grife. Seus olhos estavam selvagens, desesperados.

- Eu não posso deixar a Clarice se casar com o Jacob! - Bella gritou, sua voz ecoando no teto abobadado. - Nós... Jacob e eu... já estivemos juntos! Estamos apaixonados!

Silêncio mortal.

Encarei a nuca de Bella. *Na minha vida anterior, Bella tinha torcido o nariz para Jacob. Ela se casou com um metamorfo Raposa rico, apenas para se corroer de inveja quando me tornei Luna. Ela via a coroa, as joias, o título. Ela nunca viu o sangue que eu esfregava dos azulejos do banheiro.*

*Ela renasceu também. E acha que está roubando um prêmio.*

- Isso é verdade? - O Ancião Tomás rugiu, ficando roxo. Ele olhou para Jacob no estrado.

Jacob, o arquiteto dos meus pesadelos, parecia presunçoso. Ele deu um passo à frente, deixando sua aura pesada de Alfa rolar sobre a multidão como um cobertor sufocante.

- É verdade - anunciou Jacob, sua voz pingando falso remorso. - Bella e eu... a atração foi inegável.

Ele olhou para mim. Sem pedido de desculpas. Apenas cálculo frio. *Ele queria uma reprodutora. Ele imaginou que Bella, a princesa saudável e mimada, era uma aposta mais segura do que Clarice, a filha ilegítima "fraca" cuja mãe apareceu na praia quase morta anos atrás.*

- Clarice - meu pai latiu. - Saia da frente. Libere Jacob do noivado.

Não foi um pedido.

A multidão murmurou. "Pobre Clarice." "Humilhada pela própria irmã." "Mercadoria estragada."

Abaixei a cabeça para esconder o sorriso que ameaçava rasgar meu rosto. *Eles acham que estão me destruindo. Eles não têm ideia de que estão me entregando a chave da minha cela.*

- Eu entendo, pai - disse eu, mantendo a voz firme. - Se é amor, não ficarei no caminho da Deusa da Lua.

Jacob franziu a testa. Ele queria lágrimas. Ele queria um escândalo. Minha calma o irritou profundamente.

- Ótimo - bufou meu pai, ansioso para seguir em frente. - Mas a lei permanece. Você não pode ficar sem parceiro na Casa da Alcateia.

Ele acenou com uma mão desdenhosa para o fundo, onde os clãs "inferiores" estavam. Os Ursos, os Ratos... e as Serpentes.

- Escolha um deles - zombou meu pai. - Talvez uma criatura de sangue frio combine com uma garota frígida como você.

Risadas ondularam pela sala.

Virei-me lentamente. *Minha pele sempre parecia quente demais neste lugar, uma febre que nunca passava. Eu ansiava por outra coisa.* Meu olhar varreu os Ursos e Ratos, pousando no canto mais escuro.

Ele estava sentado em uma cadeira de espaldar alto, isolado. As sombras se agarravam a ele como uma segunda pele. Pálido, quase translúcido, em um terno preto como a meia-noite.

Draco. Rei do Clã das Serpentes.

*No incêndio que me matou da última vez, ele foi o único que tentou quebrar as vigas em chamas. Lembrei-me de olhos esmeralda cheios de fúria antes que a fumaça me levasse.*

Caminhei passando pelos lobos que sorriam com escárnio. Passei por Jacob, que já estava acariciando Bella.

Parei na frente de Draco.

De perto, ele era aterrorizante. *Ele não cheirava a cachorro molhado e almíscar. Ele cheirava a chuva batendo em pedra quente, hortelã esmagada e o oceano profundo e silencioso.*

*Paz.*

Draco levantou a cabeça. Pupilas verticais brilhavam com luz interior. A temperatura na sala pareceu despencar.

- Você está perdida, lobinha? - Sua voz era um sussurro rouco, escamas deslizando sobre veludo.

- Não - sussurrei. - *Nunca estive tão encontrada.*

Estendi minha mão. - Eu escolho você.

A música morreu.

- Eu, Clarice da Alcateia Lua de Prata, escolho Draco do Clã das Serpentes como meu companheiro.

Draco olhou para minha mão. Um canto de sua boca se curvou para cima - um predador reconhecendo a presa que entrou voluntariamente na toca.

Ele se levantou, elevando-se sobre mim. Ele pegou minha mão.

*Sua pele era chocantemente fria. No momento em que nos tocamos, a febre no meu sangue quebrou, substituída por um choque de eletricidade pura e aterradora.*

*Minha*, uma voz sussurrou na minha cabeça. Antiga. Serpentina.

Draco me puxou para mais perto. - Aceito - ele sibilou.

Capítulo 2

Ponto de Vista da Clarice:

O silêncio se estilhaçou quando Bella soltou uma risada aguda e zombeteira.

- Ah, Clarice - ela riu, agarrada ao braço de Jacob como um carrapato. - Eu sabia que você estava desesperada, mas isso? Uma cobra?

Ela deu um passo à frente, arrastando Jacob. Seus olhos examinaram Draco com nojo indisfarçável.

- Olhe para ele - ela zombou. - Gelado. Você sequer tem pulso? Ouvi dizer que seu povo vive em buracos de terra e come ratos porque não pode pagar por um bife.

Os lobos rugiram de rir. Para eles, as Serpentes reservadas eram a escória.

- E olhe para você - continuou Bella, exibindo a pilha de peles e ouro que Jacob lhe dera. - Eu serei Luna. Eu criarei os filhotes mais fortes. Você? Terá sorte se não morrer congelada na cama dele.

Olhei para ela. Realmente olhei para ela. *O cheiro dela estava errado. Geralmente doce como baunilha, agora cheirava a lama. Confuso.*

- Seu cheiro mudou, Bella - disse calmamente. - Está... lotado. Tem se misturado com muitas alcateias?

Bella ficou pálida. - Como você ousa!

Ela agarrou um bule de porcelana e o arremessou no meu rosto.

*Eu não recuei.*

*Crack.*

*O bule se desintegrou no ar.* Draco não tinha movido os pés. Ele simplesmente estalou sua bengala preta. Os cacos choveram como neve inofensiva.

Draco se colocou entre mim e os lobos.

O ar ficou pesado. Não a pressão quente e agressiva de um Alfa, mas algo esmagador, como ser arrastado para o fundo do mar.

Lobos choramingaram, agarrando suas gargantas. Jacob deu um passo para trás, os olhos se arregalando.

- Cuidado - disse Draco suavemente. Sua voz não ecoava; ela deslizava para dentro do seu ouvido. - Você fala de riqueza, garotinha. Mas você não sabe o significado de valor.

Ele estalou os dedos.

As portas duplas se abriram. Seis homens em ternos sob medida deslizaram para dentro - guardas Serpentes. Eles colocaram um baú de madeira negra incrustado com madrepérola aos meus pés e o abriram.

A sala esqueceu como respirar.

Dentro jazia um vestido de noiva que cintilava como luar líquido. *Mudava de cor - de prata pálida para verde-mar.*

- Seda de Escama de Dragão - sussurrou um ancião. - Isso é um mito. Um metro compra toda esta Casa da Alcateia.

O queixo de Bella caiu. Suas peles pareciam lixo em comparação.

- Para minha noiva - disse Draco, com os olhos em mim. - Nós não usamos roupas usadas. E não temos pressa.

Ele tirou um colar do baú. Uma esmeralda maciça em forma de lágrima em uma corrente de platina, pulsando com uma luz fraca.

- O Coração da Floresta - Jacob engasgou. - Isso foi perdido há séculos.

Draco prendeu-o em volta do meu pescoço. Seus dedos frios roçaram minha pele, enviando arrepios pela minha espinha. - Nunca perdido - murmurou ele. - Apenas guardado. Até agora.

Ele se virou para a multidão, as pupilas se estreitando em fendas.

- Vocês, lobos, acasalam como cães no beco - declarou ele. - Vocês marcam, procriam e descartam. A Serpente escolhe uma vez. E nós escolhemos para a eternidade.

Ele mordeu o polegar, extraindo sangue carmesim escuro, e pressionou-o na minha testa.

- Eu, Draco, Rei da Ordem Serpentina, juro um Pacto de Sangue a Clarice.

*A magia zumbia no ar - pesada, salgada, antiga.* Uma marca vermelha brilhou na minha testa, depois afundou na minha pele.

- Se eu a trair, que minhas escamas apodreçam. Se eu falhar em protegê-la, que a terra me engula.

Um Pacto de Sangue. Irrevogável. Fatal se quebrado.

Jacob parecia furioso. Ele olhou para o diamante barato no dedo de Bella, depois para o artefato em volta do meu pescoço.

- Você acha que dinheiro faz de você um homem? - Jacob rosnou, garras se estendendo. - Ela precisa de um macho de sangue quente. Todo mundo sabe que cobras são frias. Você consegue sequer fazer funcionar?

Draco sorriu. Foi aterrorizante.

- Reze para nunca descobrir do que sou capaz, filhote - sussurrou Draco.

Ele me ofereceu o braço. - Vamos, minha Rainha? O ar aqui fede a cachorro molhado.

*Peguei o braço dele, sentindo o músculo sólido sob a seda. Enquanto saíamos, olhei para trás. Bella estava no meio da porcelana quebrada, segurando o estômago. Ela parecia vitoriosa, mas eu vi o medo. Ela tinha vencido a batalha pelo Alfa, mas não tinha ideia de que acabara de perder a guerra.*

Capítulo 3

Ponto de Vista da Clarice:

O castelo do Rei Serpente não era um buraco no chão.

Era uma fortaleza de pedra negra empoleirada em um penhasco com vista para o oceano revolto, escondida pela névoa. Por dentro, era uma catedral de sombras e luxo. Pisos de mármore aquecidos, tapeçarias com fios de ouro, o cheiro de ozônio e incenso.

*Era nossa noite de núpcias.*

Sentei na beira da cama enorme, os lençóis de seda preta frios contra minhas pernas. Meu coração martelava. Não de medo. De antecipação.

Draco entrou. Ele havia trocado o terno por um roupão de seda solto. Seu peito era magro, definido por músculos encordoados, a pele tão pálida que brilhava à luz de velas.

Ele parou, hesitando. O Rei arrogante parecia inseguro.

- Clarice - disse ele, com a voz áspera. - Você não precisa fazer isso. O Juramento me obriga a protegê-la, não... forçá-la. - Ele olhou para as mãos. - Eu não sou como a sua espécie. Minha temperatura corporal é baixa. Minha... anatomia é diferente. Não quero assustar você.

Eu me levantei. *O chão estava quente, mas eu buscava o frio.*

- Draco - eu disse. - Você acha que eu escolhi você apenas para escapar deles?

- Não escolheu?

- Não. - Coloquei minha mão sobre o coração dele. *Tum... tum...* Lento. Poderoso. - Eu escolhi você porque quando o mundo queimou, você foi o único que olhou para mim.

Deslizei minha mão pelo pescoço dele, entrelaçando os dedos em seu cabelo escuro. - Mostre-me. Mostre-me seu verdadeiro eu.

Draco estremeceu. Um silvo baixo escapou dele.

Ele me beijou. Sua boca era fria, com gosto de hortelã e perigo. *A faísca não era apenas física; era um raio atingindo a alma.*

Ele me levantou sem esforço. À medida que as roupas caíam, vi manchas de escamas iridescentes ao longo de suas costelas - uma armadura linda. E quando ele se moveu sobre mim, percebi que os rumores sobre a resistência das Serpentes eram subestimados severamente.

- Minha - ele rosnou, os olhos totalmente em fenda.

- Sua - eu arfei.

Ele não mordeu meu pescoço como um lobo. Ele pressionou a testa na minha, e senti sua energia - fria, escura, infinita - derramar em mim. Uma marcação espiritual mais profunda que dentes.

*Nós nos movemos juntos, fogo e gelo. Pela primeira vez em duas vidas, a febre ardente no meu sangue se acalmou em um ritmo perfeito e frio.*

*

Três meses depois.

A convocação chegou em um pergaminho pesado. Um banquete de "Celebração da Vida" na Alcateia Lua de Prata.

- Você não precisa ir - disse Draco, trançando meu cabelo.

- Eu quero - respondi, olhando meu reflexo radiante. Eu tinha ganhado um peso saudável. - Quero vê-la.

A Casa da Alcateia estava barulhenta. Lobos bebendo, festejando.

Bella estava sentada em um trono ao lado de Jacob.

*Ela estava imensa.*

- Clarice! - Bella chamou, com a voz estridente. Ela esfregou a barriga. Parecia que ela estava carregando uma bola medicinal. Impossível para três meses. - Que gentileza sua vir. Queria que você visse como é um verdadeiro herdeiro Alfa.

Ela sorriu com escárnio para minha barriga lisa.

- Ainda nada? - ela arrulhou. - Eu te disse. Cobras atiram festim. Ou talvez você seja apenas estéril. Como sempre.

Caminhei para mais perto, Draco uma sombra silenciosa ao meu lado. Farejei o ar.

Gravidezes de lobo cheiram a leite, terra.

*Bella cheirava a fruta podre e enxofre. E por baixo... produtos químicos.*

- Esse é um bebê muito grande, Bella - eu disse. - Tem certeza de que é... saudável?

- Claro que é! - Bella retrucou, os olhos correndo nervosamente. - É um menino forte. Sangue Alfa os faz crescer rápido! Você não entenderia.

- Crescimento rápido geralmente implica instabilidade - eu disse. - Ou aprimoramento externo.

Jacob bateu seu cálice na mesa. - Cuidado com a língua! Você está com inveja porque minha semente vingou e a da sua cobra não!

Draco deu um passo à frente. Ele olhou fixamente para o estômago de Bella.

- Isso não é um lobo - disse Draco. Sua voz cortou a sala como uma navalha.

- O quê? - Bella gritou.

- Ouço três batimentos cardíacos - disse Draco impassível. - Nenhum deles soa como um lobo.

Bella ficou branca, agarrando o estômago. - Saiam! Vocês estão tentando amaldiçoar meu bebê!

*Vi as mãos dela tremendo. Suas unhas estavam roídas até a carne. Ela sabia. Ela sabia que algo estava errado, mas estava afundada demais na mentira para parar.*

- Estamos indo embora - eu disse. - Mas Bella... não diga que não avisei.

Enquanto nos afastávamos, senti uma vibração no meu baixo ventre. Não um chute. Um redemoinho de energia.

Olhei para Draco. Ele estava sorrindo um sorriso secreto e cúmplice.

- Deixe-os ter o circo deles - ele sussurrou. - Nós temos nosso próprio milagre.

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