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Resgatada pelo CEO Proibido

Resgatada pelo CEO Proibido

Autor:: Janne Vellamour
Gênero: Romance
Uma noite de bebedeira, um homem proibido e um desejo que não pode ser controlado. Theresa Michaels acabou de terminar um noivado de um ano e meio após flagrar o noivo em uma situação comprometedora. Para afogar as mágoas, ela se embebeda em uma boate de luxo, determinada a esquecer o coração partido. O que ela não esperava era ser resgatada por Hector, um homem irresistível. Ele é protetor, dominador e o melhor amigo de seu pai. O que acontece quando a atração explode entre eles?

Capítulo 1 A Traição

- Mais um desse barman. - Theresa disse ao homem atrás do balcão o bar.

Ele assentiu pegando seu copo de tequila para servir a ela mais uma dose.

- Não acha que chega por hoje? - Uma voz rouca e baritona soou perto de Theresa que se virou para ver de quem se tratava a voz deliciosamente sexy que queria lhe privar de ter uma noite muito louca de bebedeira, mas o que encontrou foi um tórax delicioso e suculento escondido por uma camisa social justa que fazia com que ela pudesse contar cada gomo de sua barriga, ela mordeu o lábio inferior com desejo.

- Oh Barman, esse bonito aqui tá querendo me proibir de comemorar minha liberdade emocional. - Ela reclamou ao Barman apontando para o homem atrás dela.

- Salvior, vou levá-la para casa. Tome conta das coisas por aqui.

O barman anuiu em concordância.

O homem a puxou pelo braço, a levando para fora da boate. Theresa balbuciou em reclamação, entretanto não tinha forças suficientes para lutar contra o homem. Ele a levou para o seu carro esporte e a acomodou com cuidado no banco do passageiro, colocou o cinto de segurança nela. Deu a volta no carro se acomodando no banco do motorista.

Antes de dar partida no carro ele pegou seu telefone e ligou para o pai de Theresa que atendeu no primeiro toque.

- Como minha filha está?

- Bem, está dormindo no banco do passageiro. Estou a levando para casa.

- Obrigado por cuidar dela, Hector.

- Não precisa agradecer, Johan, amigos são para essas coisas.

Hector desligou a ligação, arrancou com o carro seguindo para o apartamento a qual Theresa morava.

***

E seu sonho Theresa revivia o fatídico dia que teve, ela andava com ansiedade e determinação pelo passeio da rua movimentada na qual seu noivo morava. Ela queria lhe fazer uma surpresa, por isso a animação descontrolada.

Eles estavam juntos a sete anos, mas somente a cerca de um ano e meio que ficaram noivos, durante todo o namoro Ryan sempre fora um cara atencioso e carinhoso, entretanto nos últimos tempos Theresa vem percebendo que seu noivo estava cada vez mais distante. Ela chegou a desconfiar que ele a traía, mas nunca pôde provar tal desconfiança.

Mesmo com todos esses percalços, o amava e era o que importava. No fundo de seu coração, Michaels sabia que não havia mais como voltar atrás e que estavam juntos apenas por comodidade. Ao entrar no prédio em que se localizava o apartamento de Ryan, respirou fundo, saindo do Hall de entrada e caminhando para os elevadores.

Ao entrar sozinha em um dos elevadores, Theresa apertou suas mãos tentando dissipar a sensação ruim que a abateu naquele momento. Respirou fundo pelo nariz e soltou pela boca em um sopro mais calmo. Realmente aquilo acalmava seus ânimos. Ao ouvir o plim do elevador informando que tinha chegado ao andar desejado, ela abriu os olhos saindo do elevador.

O corredor do andar vazio e silencioso a fez se lembrar de momentos felizes, os quais passou ao lado de seu namorado na época, agora noivo. Realmente ele não era mais a pessoa de antes. Perdida em meio a pensamentos de um tempo que não pode mais voltar, enfim percebeu que chegara a porta do apartamento de Ryan, mas para sua total incredulidade a porta se encontrava entreaberta.

Sem pensar direito ela empurra a porta se deparando com um cenário que para Theresa foi de terror. Ryan estava sentado no sofá de costas para a porta, seus gemidos roucos podiam ser escutados em alto e bom tom, uma mulher se encontrava ajoelhada em frente a ele com o pau dele em sua boca.

- Ahhh, sua puta!... Isso chupa... Ahhh... Assim você acaba comigo. - Ryan gemia entre as palavras.

Theresa espera a tudo menos aquilo que estava em sua frente, queria parar de olhar mas infelizmente não conseguia, ou felizmente. Permaneceu em silêncio esperando para ver até onde aquilo iria, entretanto o que mais queria saber era quem era aquela vadia que estava chupando seu noivo.

Era como se algo a prendia como uma estátua vendo a cena diante de seus olhos, seus olhos lacrimejados de lágrimas não derramadas, turvavam sua visão, mas permaneceu com os olhos fixos em Ryan e na puta que o chupava.

- Unham - Theresa pigarreou não aguentando mais ver a cena degradante que se desenrolava com a maior naturalidade em sua frente.

Ryan se assustou girou a cabeça em direção ao som, pulando de susto, sua expressão foi de quase gazeando para cão arrependido em segundos.

- Acabou.

Essas foi a única palavra de Theresa Michaels para seu agora ex-noivo, não esperou sua desculpa esfarrapada, saiu do apartamento dele com a cabeça erguida e passos decididos.

***

Assim que Hector estacionou seu caro no estacionamento subterrâneo do prédio em que Theresa morava, olhou para a jovem mulher adormecida no banco de passageiro de seu carro esportivo.

A respiração tranquila dela era um bálsamo comparada a avalanche de sentimentos que ele sentia naquele instante.

"Puta merda! Como Theresa ficou linda e gostosa." Hector pensou observando o rosto sereno de Theresa.

Ele saiu do carro dado a volta em direção a porta do passageiro, abriu a porta, tirou o cinto de segurança de Theresa e a pegou no colo. Ela se aninhou no peito de Hector que deu um pequeno gemido rouco em satisfação em tê-la em seus braços.

Ele sentiu um cheiro de morango e mel vindo dela, que o deixou excitado instantaneamente, mas Hector não podia tê-la, Theresa Michaels era a filha de seu melhor amigo, balançou a cabeça levemente na tentativa de dissipar tais pensamentos em sua mente.

Ele entrou no elevador com ela em seus braços, seu pau incomodava na calça jeans azul escuro que usava, entretanto tentava ignorar aquele fato. Pensava em qualquer coisa na tentativa de abaixar sua ereção, contudo nada daquilo adiantava.

Quando finalmente chegaram ao andar em que o apartamento de Theresa se localizava, Hector saiu apressado, seguindo pelo corredor vazio. Pegou a chave na bolsa que ela carregava abrindo a porta do apartamento.

Assim que entraram no local, o cheiro de Theresa invadiu suas narinas o deixando cada vez mais atraído pela filha de seu melhor amigo. Levou-a até o seu quarto a colocando com carinho e cuidado na cama. Hector a observou por alguns minutos depois de ter a coberto com um edredom.

"Como você mexe comigo, garota" Pensou seguindo para o quarto de hóspedes, ele não a deixaria sozinha aquela noite.

Capítulo 2 A Manhã Seguinte

Theresa acordou com uma terrível dor de cabeça que era consequência da bebedeira da noite anterior, se sentou na cama fazendo uma careta incomodada com a claridade que entrava pela janela. Ela se lembrava de pouca coisa, ela entrou em um boate para beber e se divertir um pouco até que um homem bonitão, que não se recordava de quem era, a levou para casa, mas como ele sabia onde ela morava se ela não lhe disse seu endereço? Essa era uma questão que nesse momento não tinha ânimo nem condições para responder.

Depois de ir ao banheiro e fazer suas necessidades saiu de seu quarto, entretanto o cheiro de café da manhã que invadiu suas narinas sem permissão atiçou seu estomago faminto.

Com curiosidade latente, segui para a cozinha e qual não foi a sua surpresa ao se deparar com Hector de costas, sem camisa e com o s seus músculos aparentes, a calça Jeans pendia frouxa em sua cintura, a cena a excitou instantaneamente.

"Droga!" Theresa pensou, passando a língua pelos lábios ressequidos.

- Vai ficar aí parada? - Ele perguntou com sua voz rouca e baritona, sem ao menos se virar para encara-la.

Theresa na respondeu, puxou uma baqueta de plástico seco e se acomodou nela. O silêncio incômodo que se seguiu só era quebrado pela respiração pesada de ambos.

- Theresa, qual foi o motivo de você ter ido a minha boate ontem? - Hector preto com acucar em sua frente, enquanto apoia a os cotovelos na bancada fazendo com que seus músculos saltassem aos olhos dela.

- Para me divertir, oras. - Ela respondeu um tanto evasiva, não queria contar ao melhor amigo de seu pai que pegou seu ex-noivo a traindo.

Ele anuiu em concordância, contudo o olhar que ele lançava em Theresa lhe dizia o contrario. Ela percebeu que havia preocupação escondida em seu olhar.

- E o que te trás aqui, Hector?

- Eu quem te trouxe para casa, Theresa - Ele respondeu tranquilamente.

Eles ficaram se olhando por alguns minutos, cada um analisando um ao outro em um silêncio cômodo, entretanto esse silencio foi interrompido pelo som estridente da campainha.

- Deixe que eu atendo. - Hector disse autoritário.

Hector seguiu para a porta de entrada do apartamento, ele não se preocupou por estar sem camisa, muito menos por estar na casa de uma jovem daquela maneira. Não se deu ao trabalho de olhar no olho mágico da porta que estava do outro lado, abriu a porta da comum puxão rápido.

Para nenhuma surpresa dele, quem esperava a porta ser aberta era Ryan, o noivo de Theresa. Hector o encarou se perguntando o que aquele cara estaria fazendo ali.

- Cadê a Theresa? - Ryan perguntou ríspido tentando empurrar a porta para que tenha passagem para entrar no apartamento, o que foi inútil pois Hector tinha o dobro da força dele.

- Ela não está em casa.

Ryan o olhou com incredulidade.

- Então o que você está fazendo aqui?

- Não é dá sua conta, Ryan.

- Eu sei que ela tá aí dentro... - Ele disse furioso, tentando novamente empurrar a porta inutilmente - e você deve ser o amante dela, né?

Hector percebeu o que ele queria fazer, então logo lhe disse:

- Vou ser direto no assunto, Ryan, Theresa não quer te ver nem pintado de ouro, se faz um favor e desapareça do mapa.

Ryan bufou em descontentamento virou as costas para Hector e resmungou:

- Isso não vai ficar assim.

Hector o ignorou, fechou a porta e seguiu para a cozinha. Theresa estava sentada no mesmo lugar, seus olhos lacrimejados de um choro não derramado, ele a observou com ternura na tentativa de identificar o que aconteceu no dia anterior, mas ele tinha certeza que o que quer que tivesse acontecido tinha haver com Ryan.

- Eu... não estou mais noiva do Ryan. - Theresa disse como se fosse a notícia mais normal do mundo.

- Porque? - Hector perguntou se aproximando cada vez mais dela.

- Porque ele estava me traindo com sabe se lá quem. - Ela respondeu sem alterar o tom de voz.

- E como você descobriu?

- Peguei ele recebendo um boquete da puta com quem ele estava me traindo.

- Então foi por isso que ontem a noite você estava na boate. - Ele afirmou.

Theresa anuiu em concordância mesmo sabendo que aquilo não se tratava de uma pergunta.

- Obrigada por não o deixar entrar e o expulsar daqui.

- Não precisa agradecer, Anjinha. - Hector disse sereno, não se importando com a última palavra que deixou escapar.

Ela arregalou os olhos surpresa com o jeito que ele a chamou.

Eles passaram a manhã entre conversas sobre amenidades, Hector não parava de a observar, enquanto Theresa lhe contava seu dia a dia na faculdade que cursava. Ele podia até ser chamado de besta apaixonado agora que não ligaria a mínima. O que mais queria era saber tudo sobre aquela jovem, e se para saber teria que escuta-la a manhã inteira, ele não se importava nenhum pouco.

"Puta merda! A cada hora que passa me sinto mais atraído por Theresa." Pensou observando os olhos cor de mel dela.

- Você deve estar cansado de me ouvir...

- Não estou. Podia te ouvir o dia inteiro e não me cansaria. - Ele a interrompeu, seus olhos fixos nos dela, transmitindo confiança.

Ela se surpreendeu com isso, ninguém nunca tinha lhe dito aquilo. Desviou o olhar momentaneamente envergonhada, mas mesmo assim continuou a contar o acontecimento de semanas atrás que tinha interrompido na metade.

Hector se levantou seguindo para o outro lado da cozinha, Theresa estranhou e perguntou:

- O que vai fazer?

- Algo para comermos. - ele respondeu simplesmente. - Pode ficar aí e continuar a contar o que estava me contando.

- Mas você não quer que eu te ajudo?

- Você sabe cozinhar?

- Não sei.

- Então fique aí e me observe. - Ele disse dando um sorriso de canto que fez borboletas voarem no estômago dela.

Ele começou a preparar um strogonoff de frango, enquanto Theresa o observava com desejo aparente em sua face. Ela nunca pensou que sentiria desejo por Hector, mas ali estava suspirando e quase se atirando nos braços do amigo do seu pai.

Capítulo 3 Amigos

Hector se despediu de Theresa após o almoço, deixando-a com borboletas voando em seu estômago e uma expectativa de o encontrar outra vez, mesmo que nada tinha acontecido ente eles, a tensão sexual presente no ambiente fez com que ambos criassem uma vontade louca de ultrapassar o limite do proibido.

Assim que ela se acomodou em seu sofá seu celular apitou a informando que acabou de receber uma mensagem. Com raiva por ter de levantar para pegá-lo, Theresa caminha em direção ao balcão de sua cozinha que dividia a sala da cozinha. Ao desbloquear o aparelho, a seguinte mensagem pareceu na tela:

Albia

Amiga, cadê você?

09:45 pm

Seguida de mais uma:

Albia

Theresa Michaels

ONDE VOCÊ SE METEU?

10:35 pm

E tinha mais um mote de mensagens assim, com diferentes horários durante toda a madrugada e manhã, além é claro de uma de um minuto atrás:

Albia

Oi

Miga

Isso é sério cadê você?

Theresa começou digitar uma mensagem de resposta a sua melhor amiga, Albia, mas decidiu apagar e mandou um simples e modesto 'Oi', não demorou muito tempo para que seu celular começasse a tocar, ela atendeu no terceiro toque já esperando o esporo que viria assim que sua amiga começasse a falar.

- Olha mas quem decidiu aparecer. - Albia disse sarcástica.

- Amiga, não foi minha culpa ter sumido ontem... - Theresa retruca baixo, envergonhada.

- Então de quem que foi a culpa? - Ela perguntou com

Theresa ficou por alguns segundos em silêncio, Albia estava preocupada e com toda certeza tinha motivos para ficar e estressada e preocupada, afinal ela havia sumido por horas, não sabia como Albia artinha aparecido ainda em seu apartamento a procurando.

- Seria melhor se você viesse aqui em casa para a gente conversar melhor e eu te contar tudo o que aconteceu nas últimas doze horas. - Theresa disse convidando indiretamente sua amiga para ir em seu apartamento.

- Estou indo aí agora mesmo. - Albia disse sem pensar duas vezes, surpreendendo zero pessoas.

Theresa sabia que sua amiga era louquinha desde que se conheceram no primeiro ano da faculdade de jornalismo, na qual ambas estavam no último semestre. O dia em que se conheceram estava sendo o pior dia da vida de Theresa e conhecer Albia trouxera um fôlego de ânimo para o dia atribulado de acontecimentos ruins. E o dia anterior foi um dia desses, por isso precisava de sua amiga ao seu lado.

- Até daqui a pouco Albia. - Theresa se despediu de sua amiga que tambem se despediu informando que em breve estaria junto a Theresa para que lhe conte tudo.

***

Assim que acabou de se vestir após um banho demorado e relaxante, ela escuro a campainha, tinha a certeza que era Albia, por isso correu até a porta de entrada e a abriu de uma vez, sua amiga vestia um branco e preto, calçava uma sandália verde água e segurava uma bolsa pequena preta de couro vegano.

- Entra, Amiga. - Theresa disse dando espaço para que Albia pudesse entrar, ela sabia que sua amiga a estava analisando desde o momento em que abriu a porta e não ligava de ela fazer isso, nunca em todo o tempo em que a conhece precisou esconder nada de Albia e se por acaso viesse a esconder não demorava muito para que fizesse alguma coisa que a denunciava dele que algo estava errado.

Ela entrou não apartamento e logo franziu a testa ao perceber um tom de alegria no tom de voz de Theresa, não que quisesse dizer que sua melhor amiga era triste, entretanto, algo de diferente tinha, Albia só. não sabia o que era.

Theresa fechou a porta atrás de si e ambas caminharam para o sofá em um silêncio mutuo. Assim que se acomodaram uma do lado da outra , Albia começou seu interrogatório:

- Agora conta, mulher. O que aconteceu?

- Então, você sabe que eu fui fazer uma surpresa para o Ryan, certo? - Theresa começou fazendo uma pausa esperando que sua amiga lhe respondesse, mas ela apenas anuiu em concordância - Mas o que você não sabe é que eu quem foi surpreendida. Eu o peguei me traindo com um vadia qualquer, então terminei com o noivado.

- PUTA MERDA! - Albia exclamou em berro. - Continua.

- Então eu decidi ir para a boate mais badalada da cidade e acabei bebendo todas. Então o dono do lugar é amigo do meu pai me trouxe para casa.

Albia a encarava de boca aberta ainda sem conseguir acreditar em que acabou de ouvir.

***

Hector estava deitado em sua cama King com seus olhos fechados, mas ele não conseguia cochilar, seus pensamentos fervilhavam relembrando os acontecimentos da noite anterior e do dia ele não consegui a parar de pensar nos lábios vermelho de Theresa e em como seria beijá-los, ele também não conseguia parar de imaginar como seria fazer amor com ela. Ele sentiu seu pau endurecer, por reflexo o apertou por cima da calça e gemeu rouco.

Ele abriu os olhos depois que escutou seu telefone tocar, amaldiçoou quem estava ligando por interrompê-lo em seu momento de prazer.

- Hector falando. - Ele disse mal humorado.

- Chefe, temos problemas. - Salvior disse após escutar a voz de seu chefe, que não estava de bom humor e que com certeza pioraria com o que tinha acontecido na boate.

- Fala logo, Salvior. O que aconteceu?

- É que o corpo de bombeiros veio aqui fazer a perícia de segurança e querem falar com o senhor. - Salvior disse rápido e com pressa transparecendo seu desespero.

- Droga. Estou indo para aí. - Hector disse e desligou a ligação sem esperar por uma resposta de seu funcionário.

Ele se levantou da cama, calçou seus sapatos. Pegou as chaves do carro e saiu do seu quarto. Saiu do apartamento, entrando no elevador. Seus pensamentos agora estavam focados em arranjar uma solução para aquele problema. O plim do elevador o tirou da inércia de seus pensamentos, Hector saiu do elevador andando em direção a seu carro.

"Só me faltava essa." Ele pensou enquanto dava partida no carro, colocou uma música e seguiu para a boate.

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