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SUBMISSA III

SUBMISSA III

Autor:: mamy chris
Gênero: Romance
Sou a primogênita do casal Anna e Alfonso Mancini, eu nasci e fui criada no meio do BDSM e aprendi que esse era o meu mundo. E herdei dos meus pais o temperamento forte e arrogância natural e em compensação veio junto todos os inimigos da família. Essa parte eu deixaria para o passado, mas eles fizeram da minha vida um inferno. E junto com a minha família ainda estamos lutando para acabar com nossos inimigos e agora eles não são mais fantasmas. Junto com a Galego, Bella e Katie nos unimos para proteger nossos pais das garras do nosso querido vovô e o forasteiro e fora os nossos inimigos que cada um de nós temos em particular. Então venha conosco e viva essa emocionante história de amor, vingança e traumas no mundo obscuro da família MANCINI "DOMINATRIX" Isolada no convento pela sua família para afastá-la do seu amor de adolescência a pequena "Luna" foi enclausurada e espancada aprendendo com a dor que ela era forte e tinha que odiar a todos. Se escondendo dos inimigos do passado e da família, ela se manteve distante, mas o passado voltou a bater em sua porta e ela teve que voltar aos braços da família Mancini e ajudar a acabar com todos os inimigos que querem destruir sua família. Mas o destino lhe deu de presente um novo amor proibido: Em uma de suas fugidas do convento, ela conhece o homem a qual a ensina a se submeter a luxúria e a dor. Abandonada mais uma vez, ela se torna amarga e jura: "Jamais serei escrava de novo". A vida lhe deu de presente a chance de uma nova vida e ela construiu o seu mundo, aquele que tira a sua dor e apaga seus fantasmas do BDSM. Ela tem segredos que guarda a sete chaves e por medo do passado ela se esconde por trás da "MADAME COLETTE". Ele é o Massimo Salvatore e único homem que a faz se render e se tornar sua submissa, mas o que ele não esperava é que essa pequena garota cresceu e se tornou uma DOMINATRIX que será capaz de dominar o "Presidente".

Capítulo 1 Madame Colette

LUNA MANCINI👄

Mais uma noite fria em Paris, hoje ia ser uma grande festa a inauguração do clube. Eu estava pronta para mais um show em meu próprio clube e assim como "madame Colette" eu já estava pronta olhando no espelho, a bunda empinada, o body de vinil, a bota de ilhós até o joelho, os chicotes pendurados sobre uma capa preta, o batom vermelho, o peito levantado e o perfume francês espirrado em minha pele.

Era assim que eu estava pronta para ser "madame Colette".

Olhando ainda pelas cortinas, vi que a casa estava cheia.

Era o primeiro clube de BDSM da cidade escondido entre as montanhas de Paris. Assim aqui ninguém ia me achar, em meio a solidão deixei a família para trás, deixei que eles resolvessem os problemas, pois eu tinha tantos meios para resolver, mas eu carregava cada um deles em meu coração.

E agora eu precisava de mim, de me achar e me reencontrar e deixar que o meu passado ficasse para trás. Diante do enorme espelho, a música tocando no palco, a casa lotada, o coração disparado, as minhas mãos suavam e o medo enchia o meu peito de forças, porque quanto mais medo eu tinha, mais força eu tinha para encarar os meus problemas, era assim que eu enfrentava os meus monstros.

Então vem comigo para você se divertir. Eu sou Luna Mancini, revestida de Madame Colette.

Eu virei a dose dupla de tequila quando a minha pequena cortina se levanta.

- Madame, cinco minutos. Eu me viro e dei um sorriso quase chorando.

Eu respirei novamente, arrumei a minha trança enorme que batia na minha cintura, levantei a capa e vi estar tudo no lugar. Olhei novamente pela pequena cortina, respirei fundo e a música me anunciava. (

( Oh, petty

Woman

)

Lá estava eu pronta para começar uma nova vida. A Madame Colette ia dar espaço em uma nova vida e a Luna Mancini ia ser apagada. Era essa a verdade que eu queria. E quando a música me anunciou e a voz grossa em cima do palco:

- Agora é ela, a nossa, a única mulher que é dona de todos nós. Ela mesmo, senhoras e senhores, ela veio diretamente da Itália, a nossa "Madame Colette" . E enquanto ele falava eu caminhava. - Dona dos chicotes mais prazerosos e tenho certeza de que você vai gozar e chora com essa mulher, ela é a dona das trevas e vai fazer você se ajoelhar. Então todos de joelhos para receber a linda mulher "Madame Colette".

Eu caminho pelo corredor escuro, e apenas uma luz em cima do meu corpo, todos olhavam, arrastando os meus chicotes pelo clube e quando eu olho todos de joelhos e os em cima do palco, dois submissos, um macho e uma fêmea de joelhos a minha espera. Os meus cadelinhos já estavam prontos me esperando quando a luz veio em cima de mim e eu passei pela plateia com o chicote nas mãos e eu balancei os meus chicotes batendo em cada mesa que eu passava, levantei o rosto, a minha máscara cobrindo todo o meu rosto, assim ninguém ia saber quem sou eu... Apenas a Madame Colette existia para todos aqueles que estavam ali, mas dentro do meu peito a dominação e a submissão da família passavam por aquele pequeno clube escuro e eu caminhei em cima do palco, de costas, olhei para cada um dos meus submissos e apenas com gestos os dois subiram lambendo as minhas botas. Quando eu estava ali em cima, passava milhões de coisas na minha cabeça. Tudo que eu passei no passado, tudo que eu fiz para chegar até aqui. E cada uma daquelas coisas me doía dentro da alma, mas a falta do homem que me tirava o ar era o que mais me doía. Eu ainda fechei os meus olhos, balancei os chicotes com a mão direita e a esquerda e bati no corpo dos meus submissos enquanto eles lambiam minhas botas. E ele subiu lambendo no meio da minha virilha e eu coloquei a minha bota em cima das costas dele e eu ainda de costas sem olhar para a plateia. E ele lambeu toda a minha virilha e eu puxei os cabelos dele, eu olhando dentro dos olhos dele e disse:

- Não dei permissão..., mas já que chegou, faça-me gozar. Quando eu me virei, puxando os cabelos dele e esfregando a minha abertura em seu rosto e ele lambia como um cachorro, que eu olhei para cima, que eu olhei no enorme reservado, eu não acreditei. O coração quase explodiu. Ele conseguiu me achar e naquele momento eu voltei no passado.

Ele me fez lembrar de tudo que eu queria esquecer, o maldito presidente.

"Meu amor, você veio rápido."

"Eu só vim aqui para te dizer que você não serve para limpar o chão que eu piso. Você é uma vagabunda ordinária." Ele me empurra. "Você é como todas as outras. E eu confiei em você, Luna." Porra... Eu acreditei que você me amava. Acreditei que você era somente minha. E você dormiu com a metade da Paris."

"Salvatore" Por favor meu amor..."

"Como você se atreve a olhar para mim e me chamar de meu amor?"

"O que você está falando? O que deu em você meu amor, eu te amo." Ele me jogou ao chão e ainda cuspiu. "Não me deixe.... Você não pode fazer isso comigo."

"Eu não quero mais saber de você. Eu não quero ouvir o seu nome. Não quero falar com você. Não me procure nunca mais. Você entendeu, Luna?"" Me ouve, eu preciso dizer a você meu amor..."

"Vagabunda."

"Ainda tentando segurá-lo, eu precisava dizer tudo a ele e que dentro do meu ventre tinha um pedacinho de nós dois e sinto a mão em meu rosto. E eu ainda passei a mão por cima e queimou. Por favor, não me deixe, eu quero que saiba... Ele não me deixou terminar, aperto o meu rosto na parede."

"Eu vou me casar. E eu passei aqui só para te dizer que acabou. Não me procure mais."

Quando eu virei lá estava ele na ali na minha frente com o mesmo sorriso de deboche, com a mesma cara, balancei a cabeça e sabia que a noite ia ser longa. Mas se ele veio aqui, para me ter, estava muito enganado. Peguei a cabeça do meu submisso, esfreguei na minha abertura e olhei bem para ele, esfregando e ele lambendo. Era isso que ele queria ver, então ele estava vendo. Peguei a minha bunda, abri bem na cara do meu submisso e fiz ele lamber todinha a abertura, enquanto a minha submissa lambia os meus mamilos. E eu batia nela com a chibata, entre batidas no rosto do meu submisso. E ele ficou muito bravo. O ciumento possessivo o grande presidente vinha atrás de uma prostituta.

- Eu deslizei dois dedos dentro da minha abertura molhada e quente e enfio na boca do meu cadelinho e ainda olho para ele.

- Lambe meu escravo...

Era isso... Ele estava muito enganado. Fechei meus olhos

novamente e voltei ao passado, vendo-o na minha frente, debochando e rindo de

mim.

"Você não serve nem para limpar o chão que eu piso. Então

você nunca será a minha esposa. Você não serve para isso. Sabe por que, Luna?

Porque você me traiu. Você entregou o que eu tinha de mais importante. Eu disse

para você que era a única que sabia disso. Eu não quero mais ouvir a sua voz e

nem falar com você."

"Então você saia da minha vida para sempre. É isso que eu

quero. Eu não preciso de você, assim como você também não precisa de mim. Somos

livres e desimpedidos para vivermos do jeito que quisermos.

"Você entendeu, senador de merda? Foi aí que ele virou a mão

no meu rosto. Nunca mais me tocará senador." Passei a mão no ventre e engoli a

dor sozinha até hoje...

Notas da autora: Olá meus amores aqui já temos o nosso livro 3 da saga a Submissa vem comigo desvendar esse livro e prometo para vocês que esse livro será em apenas um mês ao máximo.

Obrigado a todos que estão comigo e especial a minha amiga Carol Chaves e a Viviane Silva...

Capítulo 2 domme e o presidente

Luna Mancini 👄

Memórias

Depois que saí do show eu só pensava no que aconteceu comigo depois que ele se foi. E odeio essa sensação que estou sentindo agora e sei que acabo me entregando nos braços dele de novo.

E esse tapa dói até hoje. O tapa dado pelo homem que você ama é o pior. Entrei no meu camarim correndo e querendo chorar, mas me seguro porque eu já não chorava mais. Depois da última vez que estivemos juntos, nunca mais eu desci uma lágrima, e mais por causa de macho. Eu simplesmente balancei a cabeça e virei a tequila no gargalo. Respirei fundo e olhei novamente. Ele estava mais lá. Eu virei a tequila quando um dos meus homens chegou.

- A sua agenda, madame.

- Obrigada, eu já vou descer. Ainda grito. - Gigante? Mande a Margot ficar no calabouço comigo.

Ela chegou toda animada e gritando e eu vi trazer um buque de rosas-vermelhas nas mãos, sorridente. E me entregou e eu rir ao ver ser dele e quer saber hoje eu poderia arrancar a pele dele e depois joga fora como ele fez no passado. Mas me dar de presente para ele seria muito fácil.

― Madame, eu acho melhor você falar com a sua família. Eu acho que eles precisam saber. Quem é você, porque se você ficar escondendo quando eles descobrirem, você sabe que.

― Meu pai sabe o que eu sou, o que eu tenho, meu pai sabe desse clube, sabe de tudo, sabe por quê? Porque ele mandou um dos seguranças dele andar atrás de mim e ele é um dos meus seguranças, hoje ele conta tudo pro meu pai.

― E quem é esse segurança?

― É o espeto. Ele é o meu braço direito. Meu segurança é meu amigo, meu companheiro. Ele me protegeu de tudo do passado. Ele esteve do meu lado. Meu pai sabe de cada passo e sabe de cada um, até com quem eu fui para a cama. Você pode ter certeza disso.

― Então ele sabe do senador também. Caramba, seu pai é porreta, controla tudo.

―Não é fraco, não, minha filha. Mancini. Ele tem tudo embaixo das asas deles, todos os filhos. A esposa, ele tem tudo, ele finge não saber de nada. Controla todos, nós todos, batemos a cabeça pro Mancini. Essa é real e você acha que eu consegui esse clube aqui como? Claro que ele que deu o dinheiro.

Ele já sabia o que eu queria fazer. E eu não vou voltar para casa.

Meu pai é um dos homens mais importantes da Itália, da mesa de ferro, ele controla todos eles. Ele vai casar o Galego agora com a filha do ministro, que vai ser presidente. Eles sabem da minha relação com o senador, e controlam os políticos do lado dele. Então ele é um dos homens mais importantes. Mas ainda não vencemos a guerra, porque temos um grande inimigo, e esse inimigo para vencer ele nós estamos juntando todos nós. Para acabar com ele?

É duro você ter que lutar contra a sua própria família.

― A Amiga. Calma, você vai conseguir. Claro que vamos. Nós somos Mancini de verdade. E não aqueles que querem roubar, o que é nosso? Mas ninguém vai conseguir. Você pode ter certeza.

― E quanto ao senador?

― Quanto ao senador? Deixe agora ele saber onde ele pode me encontrar. Mas eu o tenho nas minhas mãos, porque ele não vai querer perder a campanha para a presidência e eu já sei o que eu vou fazer.

― É por que sua mãe desistiu de ser madame? Afinal de contas, vocês têm no sangue a dominação e a submissão.

― É por que a minha mãe? Ela é uma mulher que quer ser só de um homem. Ela quer dominar, mas apenas um homem que é o meu pai. E o meu pai é um dominador, ciumento, possessivo e jamais vai deixar que a minha mãe faça uma sessão com outro homem que não seria ele. Então é impossível ela seguir nesse mundo sendo a esposa de Mancini, ela tem que escolher ou ela é esposa dele, ou ela é uma Madame. E ela escolheu o Mancini.

― E você já não escolheu ser a madame?

― Eu não tive a oportunidade de escolher. Quando tudo aconteceu, ele abriu mão de nós. E foi viver a Vida no Senado.

― E se você pudesse escolher?

― Hoje eu escolheria 1000 vezes. Se a Madame Colette.

Descemos o enorme corredor escuro, o cheiro de mofo misturado com sexo, a bebida era maravilhosa e toda vez que eu passava aquele corredor eu esquecia de tudo e somente lembrava do prazer e dor.

Desde quando eu resolvi abrir meu próprio negócio, eu só atendia um cliente por noite e ainda era escolhido a dedos. Eu verificava quem era e eu não ia para a cama com nenhum dos meus clientes. Era uma das minhas regras. Era prazer e dor sem contato sexual. Mas a vinda dele aqui me tirou toda a concentração. Mas nada que uma tequila não resolva. Respirei fundo e virei a tequila e troquei a roupa, colocando a minha roupa de madame. E eu desci o calabouço, o meu calabouço. No meu clube, é só dominatrix. E submissas em geral, mas apenas dominatrix, que comandava os shows e os calabouços. Tinha distribuído 5 calabouços, distribuindo entre dor e prazer. Venha comigo e se entregue a dor...

E eu desci as escadas, uma escuridão com apenas tochas de fogo. Eu sinto o cheiro forte do prazer, cheiro do sexo, como misturado com o suor e a bebida. Meu corpo já arrepiava, não era sangue a dominação. Respirei fundo com a cabeça tremer. Eu entro e respiro fundo ainda de costas sem olhar para o escravo.

- De joelhos, escravo.

Ligo a minha música favorita e respiro fundo e estava pronta para a sessão. Arranquei o meu roupão e deixei cair mostrando o meu body de couro com botas de ilhós até o joelho, a máscara em couro de gata e os cabelos com uma enorme trança a favorita dos homens que me procuravam. E me virei rodeando o escravo ao chão e já tinha preparado uma festinha para ele, afinal era sua primeira vez.

Levantando o meu rosto eu dou de cara com as costas largas morena e eu conhecia cada parte daquele corpo, eu já me perdi ali por noites. Quando sinto o meu corpo responder, a filha da puta sábia disso que ficou com os braços para trás e não se ajoelhou e só aí percebi o cheiro dele exalando em meu calabouço e eu já estava ferrada, sabia que não ia conseguir resistir. E antes que ele virasse, eu enrolo os dois chicotes no punho e seguro firme e respiro forte.

E com toda a força que eu posso solta, o ódio que vem de dentro do meu peito e soltei nas costas dele que gritou e caiu de joelho e quando ele tentou levantar e empurrei com o salto da bota e apertou. E eu apertei com ódio e prazer.

― O que você pensa que está fazendo? Acha que pode entrar no meu calabouço? Eu apertei e ele gritava. ― Achou que eu não ia saber seu maldito?

― Me solta porra... Eu vou te esfolar

― Vai sair daqui a morto, por ser atrevido.

― Você vai matar o próprio presidente.

― Vai ser um prazer. Assim, a nação vai se livrar de uma Praga como você.

― Vamos conversar com Luna.

― Está no lugar errado. Quer conversar? Vai à psicóloga aqui e dor.

― Me ouvi, Luna, eu quero conversar com você. Eu descobri que tudo foi uma armação.

― Eu sempre soube que foi. Nós não temos nada que conversar, presidente, é melhor você sair ou então você vai sair daqui a morto. Eu juro para você que toda a raiva que eu tô sentindo de você, eu vou descontar. Então é melhor você sair.

― Eu não vou sair enquanto você não me ouvir.

Ele era mais forte do que eu e ainda me tinha em suas mãos segurou meus tornozelos e em questão de segundos se levantou e eu desço o chicote nas costas dele que segura e puxa com tudo me levando até ele pelo chicote e me segura pela nuca.

Ele segurou as minhas mãos, aprendeu as minhas duas mãos para trás e ele ficou face a face comigo, o cheiro do álcool, o cheiro dos lábios dele, estava vindo sobre o meu rosto, me enlouquecendo a maldição, o homem me dominava de uma certa forma que eu não conseguia sair. Eu fechei os olhos pensando em todas as coisas que ele me fez para não deixar ser dominada. E ele pegou o meu rosto, apertou, machucando e beijou os meus lábios, arrancando sangue da minha boca e lambeu e beijou. Eu sinto o meu ar sair e se mistura com o dele me prendia em seu corpo e desceu os dedos sobre a minha pele. E sua boca brincava na minha me tomando toda a força que eu tinha eu era durona, mas com ele eu era uma merda de uma fraca.

― E minha e sabe você disso. E se eu estou aqui é porque eu não sei viver sem você, eu estou queimando. Ele roçava seu corpo no meu e seu rosto sobre meu rosto e lambendo a minha boca e a cadela molhada.

― Então você vai ter que aprender presidente porque não terá espaço no meu calabouço e você nunca sentirá prazer com os meus chicotes.

― Eu não quero seus chicotes. Eu quero isso daqui. Ele enfiou a mão no meio das minhas pernas, enfiou o dedo lá, no fundo, o dedo grosso e firme foi fundo e eu me molhei na hora, eu estava encharcada com apenas uma dedada. E eu afastei o rosto, tentando não ter nenhum prazer, mas ele me conhecia a minha entrada ficou tremendo com o dedo.

Tirou os dedos e sugava como sugava uma fruta e passando a língua nos dedos grossos que diabo de homem e ainda disse:

― Saborosa, deliciosa e minha. Respiro pegando as roupas. ― Isso é só para você saber que eu estou de volta, minha delicinha...

Eu me aproximo da porta e grito:

― Não vai voltar, porque se você voltar, você pode ter certeza que a imprensa inteira vai saber que você anda na casa de prostituição. Não é isso que eu sou para você, presidente, uma prostituta?

Capítulo 3 O HOMEM DE PRETO

LUNA MANCINI 💃

Memórias

Depois de tudo que aconteceu ainda fui afastada da família e de todos. Eu chorei por tanto tempo, passei dias sozinha no meu quarto chorando sem acreditar que meus pais tinham me levado para um convento. E, por quê? Meu maior questionamento é saber o motivo que meus pais dizem que é por medo de represália dele, mas ele jamais

faria qualquer coisa contra mim.

Rogério( general) e o meu primeiro homem, ele me mostrou o caminho do prazer. Eu amei tanto e sofri, mas passaram os anos e vi que eu merecia coisa melhor.

Em meia confusão de sentimentos, eu sempre via as minhas colegas chegando pela madrugada e fiquei olhando cada passo delas. E olho para a minha colega de quarto e se elas conseguissem eu também ia conseguir. Acordo com a Macarena.

Foi bem assim, que eu conheci outro que me tirou o chão e me fez saber que eu nunca tinha sido amada.

" MEU PASSADO PRESENTE"

Queima de fogos e gritos pelas ruas de Paris. E depois de alguns copos de bebidas eu entro no enorme bar louca para usar o banheiro e grito para a minha amiga.

― Macarena, eu preciso de um banheiro. E ela me puxou e eu quase cai em cima dela, nós duas bêbadas e ela quase me beija no meio do bar. ― Estou mijando pelas pernas.

Eu não entendi nada, mas ela estava avisando que um lindo homem com os cabelos negros, vestido

em um terno preto, o relógio rolex e a cara de mal me encarar.

E não consigo respirar e tento sair e ele não me deixa segura com seu corpo e me apertou e eu

quase mijando toda.

― O que quer maluco? Me solta.

― É atrevida demais. Ele balança os cabelos negros perfeito e eu tento sair do braço dele.

― Perigosa morena.

Quando eu disse para ele me solta me larga e o empurrei ele me puxou pelos cabelos de volta e ele grudou a sua boca na minha sem me conhecer e tento respirar e ele grudou com força e sinto o gosto do sangue ele lambeu e mordeu e beijou os meus lábios como se eu fosse dele me tirando toda a força, me deixando bamba, com as, perna mole.

Eu ainda o empurrei e olhei para ele.

― Você é louco?

― Você é minha, delicinha...

― Me solte você não tem esse direito se você não saltar agora eu vou mijar nas pernas

abaixo.

Ele deu um sorriso safado e eu corri para o banheiro se não ia mijar mesmo pelas pernas baixas. Minutos depois, quando eu saí, eu tinha lavado o meu rosto e ainda lembrando do beijo. A minha amiga já estava na porta me esperando. E não

acreditei nem me conhece e depois do que ouve eu não conseguia parar de pensar

nele.

E eu olhei, todo mundo me encarava e eu não vi em lugar nenhum. Ainda saí olhando e

procurando o maldito. Quando eu saí na porta do bar, ele puxou as minhas duas

mãos. E olhou dentro dos meus olhos e disse:

― Estava

me procurando perigosa?

Saiu me

puxando para o canto do bar e mesmo sem me conhecer e achar o dono do mundo por

ser rico eu o empurro e ele me puxa de volta.

― Você é

louco! Me solta, nem te conheço, você é doido e não pode achar que é meu dono.

―, mas você vai conhecer. Ele me grudou na parede e sem

medo, sem pudor, sem nada, ele me beijou novamente. Ele arrancou o meu ar, a

minha respiração falhou, a sua língua, entrelaçou me deixando sem forças e sem

vontade de sair dos braços dele e eu cedi, deixei aquele homem estranho me

domar.

"Meu deus, ele

solta gemidos em meus lábios."

Ainda nos

lábios dele e entre línguas e babás eu tentava sair e falar algo e ele me

prendia com suas pernas no meio da minha.

― Você não pode fazer isso, me solte... louca para ficar na boca dele e posso dizer beija muito.

― Hoje é

carnaval. Aproveite todo mundo, beija todo mundo. E amanhã você nem vai lembrar

quem sou eu.

Desgraçado

ele me puxou para o canto e quando vi ele me puxa para o fundo dos latões de

lixo e que se sentou na lata de lixo e me puxou para o colo dele e toda aberta

e me beijando os lábios levantando a minha saia e ele enfiando a mão por

debaixo quando eu senti o toque da mão dele colocando fogo em minha entrada e a

pele umedecendo.

― Você é louco,

me solta.

― Você quer

tanto quanto eu e está encharcada, perigosa. E você é minha.

Enquanto ele

me beijava, ele deslizava os seus dedos por dentro da minha calcinha de renda.

E ele se lambuzou por dentro da minha carne, acariciando lambuzando. Não me

deixou sair e ainda disse nos meus lábios:

― é minha

encharcada, saborosa, então agora eu quero o melhor de você.

Meu Deus, ele

estava me tomando por toda por completo ali. Eu não deixei de beijar e

acariciar os cabelos negros dele. E ele se afundou em mim os seus dois dedos

entre lambuzadas. Eu sinto que o meu corpo estava respondendo ao toque dele. Eu

não conheço o homem, é estranho. Mas ele me teve naquele momento. Eu enfiei uma

das minhas mãos por dentro da camisa social dele.

Ainda vi que as mangas estavam dobradas até o cotovelo e eu apareci o abdômen sem pelo e aceitei as carícias dele. Seus dedos longos me espremendo toda a minha abertura e eu grito, ele puxa meus lábios e beija para que eu gritasse nos lábios dele.

― Perigosa garota e saborosa. Ele lambia os dedos e ainda me puxa para me beijar e sorridente. ― Eu vou te levar para casa.

― Nem te conheço, vê se me erra.

― Como não? Acabou de me conhecer.

Essa é a verdade e recuperei as minhas forças, saí de cima do colo dele e eu virei a mão no rosto dele com tudo e me segurou e riu . Eu fecho a blusa e me arrumando, soltei os meus cabelos que estavam todos grudados, que ele fez um nó e eu disse:

― Nunca mais se atreva a tocar em um maldito.

Eu ia saindo, ele puxou de volta e beijou os meus lábios e sorrindo me disse:

― E minha garota atrevida. E eu vou te levar para casa.

― Nunca você é um estranho.

Eu saí como louca pelas ruas da cidade. Eu e minha amiga pulando e ela rindo debochando da minha cara. Porque eu disse que eu não queria saber de homem.

― Para quem não queria saber de homem, até que você estava bem assanhadinha nos braços dele.

― Não mesmo e que homem é aquele? E aquele segurança enorme tomando conta para ele acabar com a minha raça. Não entendi nada. Que homem é aquela amiga.

― Não sei, mas que você ficou perdida nos braços dele e você ficou entregue. E não vem dizer eu sou a Luna Mancini.

― Eu esqueci de quem eu era, essa foi a verdade. Não acreditei andamos pela cidade eu e ela nós duas rindo da ousadia do homem ele é não acredito muito cara de pau, mas mesmo assim eu gostei do maldito, eu gosto de homem atrevido como eu. Nem sempre a mulher precisa comandar. Essa é a verdade. Quando chegamos na frente passamos pelo enorme ponto de ônibus. Um enorme palco. Eu não acreditei, lá estava ele com a porta do carro aberta fumando um cigarro e ainda com a camisa dobrada até o cotovelo deu um sorriso e mostrou o gesto da porta para mim, eu olhei para minha amiga:

― Não acredito.

― Não tem como você se livrar dele. De onde saiu esse homem? Ela disse de boca aberta.

― De que inferno esse diabo saiu?

― Eu disse que ia te levar para casa. Aqui estou.

― Você é um atrevido. Eu não vou para lugar nenhum com você e nem te conheço. Nem sei quem é você. Como se atreve.

― Como se atreve a você é tão linda desse jeito. Que me fez perder a cabeça, entra agora ou eu te coloco a força você escolhe, ou você entra por livre espontânea vontade, ou você entra por pressão? Ele deu um sorriso safado e ainda debochou da minha amiga. ― Olá, você deve ser amiguinha, como você consegue aturar essa mulher, essa garota é insuportável.

― insuportável para você.

Ele me empurra para dentro do carro e acabei aceitando e ele me levou para casa, como eu ia dizer que eu moro em um convento? Olhei para minha amiga e ele me perguntou:

― Onde vocês moram? Ele ficou olhando em minha perna e eu fecho.

Eu olhei para ela e fiquei sem ação. O que eu ia dizer? Que eu moro num convento? Nunca. Minha amiga respondeu logo.

― No convento Santa Martinella.

― Está de sacanagem um convento? Ele disse debochando.

Ele ficou debochando e rindo. ― Quer dizer então que as duas vão ser noviças e vão ficar lindas.

Olhando o deboche do safado e reparei era perfeito os ombros largos, e voz grossa com tom de malvado e perfeito.

― Eu tenho cara de freira?

― Claro que não. Você duvida muito. E você vai colocar fogo no convento e nós padre.

Eu olhei bem para ele e empurrei a mão dele que estava sobre a minha coxa. Minha amiga estava adorando a situação. Ainda mais que ele é falado galante. Adora conversar e ser debochado, adorando falar sobre o convento.

― Essa é típica da freira. Ele disse.

― Não sei nem como eu consegui ser amiga dela. Minha amiga disse rindo. ― De tão pervertida.

Chegamos na porta do convento. Ele suspirou e ela foi a primeira a descer. Quando eu ia descer, ele me puxou de volta e eu caí sentada no colo dele e vi o quanto estava empolgado. E ele grudou nos meus lábios. E beijou a minha boca com força puxando os meus cabelos. Eu sentia dor no meu couro cabeludo e puxando os meus cabelos, a boca dele, na minha. Ele enfiou a língua e passou a língua entre vai e volta circulando e me mostrando que ele queria apertar a minha carne e suspirou em meus lábios. ― Eu te espero de novo.

― Nunca mais você vai me ver.

― Eu te espero sexta-feira. Se você não aparecer, eu venho te buscar.

― Vai se ferrar a maldito...

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